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Copyright © 1990, ABNT–Associação Brasileira de Normas Técnicas Printed in Brazil/ Impresso no Brasil Todos os direitos reservados Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210-3122 Telex: (021) 34333 ABNT - BR Endereço Telegráfico: NORMATÉCNICA ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas NBR 9479JUN 1994 Câmaras úmidas e tanques para cura de corpos-de-prova de argamassa e concreto 2 páginasPalavras-chave: Argamassa. Cimento. Concreto Origem: Projeto NBR 9479/1993 CB-18 - Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados CE-18:301.06 - Comissão de Estudo de Equipamentos para Ensaios de Cimento e Concreto NBR 9479 - Moist rooms and water tanks for curing of mortar and concrete test specimens - Especification Descriptors: Mortar. Cement. Concrete Esta Norma substitui a NBR 9479/1986 Válida a partir de 01.08.1994 Especificação SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Definições 3 Condições gerais 4 Condições específicas 5 Inspeção 6 Aceitação e rejeição 1 Objetivo Esta Norma fixa as condições exigíveis de câmaras úmi- das e tanques de cura utilizados nos ensaios de cimento e concreto. 2 Definições Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições 2.1 e 2.2. 2.1 Câmara úmida Compartimento fechado, isolado termicamente, climatiza- do, de dimensões adequadas para estocagem ao ar de corpos-de-prova de argamassa e concreto durante o pe- ríodo de cura, capaz de manter as condições ambien- tais conforme as exigências desta Norma. Nota: A câmara úmida pode dispor de um tanque de cura. 2.2 Tanque de cura Reservatório ou compartimento estanque, com água po- tável não corrente saturada de cal, protegida de conta- minações e da incidência de raios solares, com tempera- tura controlada, para estocagem submersa de corpos- de-prova de argamassa e concreto durante o período de cura. O tanque de cura deve prever um dispositivo que permita a troca de água. 3 Condições gerais 3.1 A câmara úmida e o tanque de cura devem ser cons- truídos de material resistente, durável e não corrosivo. 3.2 A atmosfera da câmara úmida deve estar saturada de água, de modo a assegurar que as superfícies expostas dos corpos-de-prova estocados mantenham-se úmidas durante todo o período de cura. 3.3 As portas devem ser ajustadas com sistema de veda- ção que permita fechamento hermético do ambiente. 3.4 As prateleiras no interior da câmara úmida devem ser niveladas e constituídas de material resistente, durável e não corrosivo. 3.5 A eficiência de uma câmara úmida ou de um tanque de cura deve ser avaliada através de medições de tempera- tura e umidade relativa do ar em diversos pontos, deven- do, para tanto, dispor de termômetro e higrômetro, con- forme o caso. 3.6 A temperatura deve ser mantida através de disposi- tivos de climatização, sendo necessária a previsão de aquecimento ou refrigeração, conforme a necessidade. 2 NBR 9479/1994 3.7 A umidade relativa deve ser mantida com o uso de as- persores, cortinas de água ou outros dispositivos, evitando- se escorrimentos diretos ou contínuos sobre os corpos- de-prova. 3.8 Para o caso de obras ou instalações provisórias, a câ- mara úmida pode ser substituída por um tanque de cura coberto com material isolante, em que a temperatura da água deve ser controlada de acordo com o especificado nesta Norma. 4 Condições específicas 4.1 A temperatura do ar e da água de câmaras úmidas e tanques de cura deve ser de (23 ± 2)°C. 4.2 A umidade relativa do ar da câmara úmida não deve ser inferior a 95%. 5 Inspeção 5.1 Para verificação das condições climáticas devem ser feitas, no mínimo, três leituras diárias da temperatura e da umidade relativa do ar, em intervalos de tempo regulares. 5.2 As leituras de temperatura e umidade relativa do ar devem ser registradas em um livro de controle da câma- ra úmida ou do tanque de cura, com seus respectivos ho- rários e datas. 5.3 O livro de registro deve estar à disposição dos inte- ressados para fins de inspeção e controle. 5.4 Deve ser prevista a aferição periódica dos equipa- mentos de medida das condições ambientais, de acor- do com a recomendação dos fabricantes. 6 Aceitação e rejeição A câmara úmida e o tanque de cura devem ser aceitos, ca- so todas as condições exigidas nesta Norma sejam aten- didas; caso contrário, devem ser rejeitados.