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Copyright © 1990,
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas
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Endereço Telegráfico:
NORMATÉCNICA
ABNT-Associação
Brasileira de
Normas Técnicas
NBR 9479JUN 1994
Câmaras úmidas e tanques para cura de
corpos-de-prova de argamassa e
concreto
2 páginasPalavras-chave: Argamassa. Cimento. Concreto
Origem: Projeto NBR 9479/1993
CB-18 - Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados
CE-18:301.06 - Comissão de Estudo de Equipamentos para Ensaios de Cimento e
Concreto
NBR 9479 - Moist rooms and water tanks for curing of mortar and concrete test
specimens - Especification
Descriptors: Mortar. Cement. Concrete
Esta Norma substitui a NBR 9479/1986
Válida a partir de 01.08.1994
Especificação
SUMÁRIO
1 Objetivo
2 Definições
3 Condições gerais
4 Condições específicas
5 Inspeção
6 Aceitação e rejeição
1 Objetivo
Esta Norma fixa as condições exigíveis de câmaras úmi-
das e tanques de cura utilizados nos ensaios de cimento
e concreto.
2 Definições
Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições
2.1 e 2.2.
2.1 Câmara úmida
Compartimento fechado, isolado termicamente, climatiza-
do, de dimensões adequadas para estocagem ao ar de
corpos-de-prova de argamassa e concreto durante o pe-
ríodo de cura, capaz de manter as condições ambien-
tais conforme as exigências desta Norma.
Nota: A câmara úmida pode dispor de um tanque de cura.
2.2 Tanque de cura
Reservatório ou compartimento estanque, com água po-
tável não corrente saturada de cal, protegida de conta-
minações e da incidência de raios solares, com tempera-
tura controlada, para estocagem submersa de corpos-
de-prova de argamassa e concreto durante o período de
cura. O tanque de cura deve prever um dispositivo que
permita a troca de água.
3 Condições gerais
3.1 A câmara úmida e o tanque de cura devem ser cons-
truídos de material resistente, durável e não corrosivo.
3.2 A atmosfera da câmara úmida deve estar saturada de
água, de modo a assegurar que as superfícies expostas
dos corpos-de-prova estocados mantenham-se úmidas
durante todo o período de cura.
3.3 As portas devem ser ajustadas com sistema de veda-
ção que permita fechamento hermético do ambiente.
3.4 As prateleiras no interior da câmara úmida devem ser
niveladas e constituídas de material resistente, durável e
não corrosivo.
3.5 A eficiência de uma câmara úmida ou de um tanque de
cura deve ser avaliada através de medições de tempera-
tura e umidade relativa do ar em diversos pontos, deven-
do, para tanto, dispor de termômetro e higrômetro, con-
forme o caso.
3.6 A temperatura deve ser mantida através de disposi-
tivos de climatização, sendo necessária a previsão de
aquecimento ou refrigeração, conforme a necessidade.
2 NBR 9479/1994
3.7 A umidade relativa deve ser mantida com o uso de as-
persores, cortinas de água ou outros dispositivos, evitando-
se escorrimentos diretos ou contínuos sobre os corpos-
de-prova.
3.8 Para o caso de obras ou instalações provisórias, a câ-
mara úmida pode ser substituída por um tanque de cura
coberto com material isolante, em que a temperatura da
água deve ser controlada de acordo com o especificado
nesta Norma.
4 Condições específicas
4.1 A temperatura do ar e da água de câmaras úmidas e
tanques de cura deve ser de (23 ± 2)°C.
4.2 A umidade relativa do ar da câmara úmida não deve
ser inferior a 95%.
5 Inspeção
5.1 Para verificação das condições climáticas devem ser
feitas, no mínimo, três leituras diárias da temperatura e da
umidade relativa do ar, em intervalos de tempo regulares.
5.2 As leituras de temperatura e umidade relativa do ar
devem ser registradas em um livro de controle da câma-
ra úmida ou do tanque de cura, com seus respectivos ho-
rários e datas.
5.3 O livro de registro deve estar à disposição dos inte-
ressados para fins de inspeção e controle.
5.4 Deve ser prevista a aferição periódica dos equipa-
mentos de medida das condições ambientais, de acor-
do com a recomendação dos fabricantes.
6 Aceitação e rejeição
A câmara úmida e o tanque de cura devem ser aceitos, ca-
so todas as condições exigidas nesta Norma sejam aten-
didas; caso contrário, devem ser rejeitados.

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