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COMBO
MEMORIZZANDO CONCURSOS
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
Olá concurseiro, muito obrigado por adquirir este material com SUPER DICAS para o concurso da PRF!!!
O ESQUEMATIZEI é um material que foi elaborado de concurseiro para concurseiro com base em
anos de estudos para concursos públicos. Seu principal objetivo é ajudar o concurseiro na reta final
para salvar alguns pontos na hora da prova com foco em revisões das matérias por meio de dicas
esquematizadas dos tópicos mais relevantes.
• Dica para uso no smartphone/tablet:
• Dica para impressão:
Os esquemas foram elaborados para a utilização em smartphones e
tablets para que possam ser MEMORIZZADOS a todo momento.
Outra alternativa é a impressão em “paisagem” 4 por folha. O
recomendado é imprimir frente e verso e depois recortar. Ideal para
MEMORIZZAR em ônibus, viagens, intervalo do trabalho e etc.
Direitos autorais by www.memorizzando.com
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
SUMÁRIO
PORTUGUÊS...........................................................................................................................................................PÁG. 4
ÉTICA......................................................................................................................................................................PÁG. 55
RACIOCÍNIO LÓGICO MATEMÁTICO........................................................................................................................PÁG. 87
INFORMÁTICA.........................................................................................................................................................PÁG. 107
FÍSICA......................................................................................................................................................................PÁG. 138
HISTÓRIA DA PRF.....................................................................................................................................................PÁG. 156
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF..............................................................................................................................PÁG. 188
LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO......................................................................................................................................PÁG. 314
DIREITO ADMINISTRATIVO......................................................................................................................................PÁG. 376
DIREITO CONSTITUCIONAL......................................................................................................................................PÁG. 472
DIREITO PENAL........................................................................................................................................................PÁG. 595
DIREITO PROCESSUAL PENAL..................................................................................................................................PÁG. 652
LEGISLAÇÃO ESPECIAL.............................................................................................................................................PÁG. 739
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PORTUGUÊS
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 01 Interpretação e Compreensão de textos
COMPREENSÃO 
de texto
INTERPRETAÇÃO 
de texto
Análise do que 
realmente está 
escrito no texto 
(coleta de dados)
Consiste em 
saber o que se 
infere (conclui) do 
que está escrito.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 02 Interpretação e Compreensão de textos PRINCIPAIS ERROS NO ENTENDIMENTO DE UM TEXTO
EXTRAPOLAÇÃO
- Examinador 
inventa aspectos 
(na assertiva) que 
não estão contidos 
no texto;
- É o erro mais 
comum em 
interpretação de 
texto
RESTRIÇÃO
- Supressão de 
informação 
essencial para o 
texto;
- A assertiva omite 
parte do que foi 
dito ou restringe a 
um universo 
menor
ACRÉSCIMO DE 
OPNIÃO
- O autor parafraseia 
parte do texto, mas 
acrescenta um 
pouco de sua 
própria opinião;
- O erro está em 
colocar uma 
opinião na 
assertiva que não 
está no texto
CONTRADIÇÃO
- A assertiva terá 
sentido inverso ao do 
texto;
- Normalmente o 
examinador fará uma 
paráfrase muito 
semelhante, mas com 
vocábulo que fará o 
sentido ficar inverso 
do texto
TANGENCIAMENTO AO 
TEMA
- O examinador cria 
uma assertiva que 
aparentemente se 
relaciona ao tema, 
mas fala de outro 
assunto, 
remotamente 
correlato;
- Quando há uma fuga 
ao tema;
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 03 Interpretação e Compreensão de textos TIPOLOGIA TEXTUAL
Era uma 
vez ....
_______
_______
______
_______
_______
______
_______
_______
______
NARRAÇÃO - CARACTERÍSTICAS
Narrador conta um fato, real ou fictício
Há relação de anterioridade e posterioridade
Tempo verbal predominante é verbo no 
PASSADO
Gêneros – conto, fábula, crônica, romance, 
novela, depoimento, piada , relato, etc.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 04 Interpretação e Compreensão de textos TIPOLOGIA TEXTUAL
“A casa 
espacial era 
rodeada por 
um grande 
terreno que 
tinha relva 
transparente 
e palmeiras 
gigantes e no 
centro do 
terreno havia 
um buraco 
de onde eles 
tiravam o 
petróleo”. 
DESCRIÇÃO - CARACTERÍSTICAS
Texto no qual se faz um retrato por escrito de 
um lugar, uma pessoa, um animal ou um objeto.
Utiliza-se muito o adjetivo.
*Não há relação de anterioridade e 
posterioridade.
Gêneros – Cardápio, Folheto Turístico, Anúncio, 
Classificado, etc.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 05 Interpretação e Compreensão de textos TIPOLOGIA TEXTUAL
DISSERTAÇÃO - CARACTERÍSTICAS
Texto por meio do qual se desenvolve, explica-
se ou discorre sobre determinado assunto.
Pode ser expositivo ou argumentativo.
Expõe opinião sobre determinado assunto ou 
tema
Defesa de um ponto de vista.
Introdução....
_______
_______
______
_______
_______
______
Desenv....
Conclusão...
_______
_______
______
_______
_______
______
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 06 Interpretação e Compreensão de textos TIPOLOGIA TEXTUAL
TEXTO INJUNTIVO - CARACTERÍSTICAS
O autor indica como realizar uma ação, 
aconselha, impõe, instrui o interlocutor
Também chamado de texto instrucional
A linguagem dos textos injuntivos é simples e 
objetiva
Verbos no imperativo
“tome duas 
capsulas por 
dia”
“aperte a 
tecla 
amarela”
“Misture todos 
os 
ingredientes”
_______
_______
______
_______
_______
______
_______
_______
______
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 07 CRASE CRASE
à
7 CASOS QUE NÃO
DEVE USAR CRASE
1
2
3
4
5
6
7
ANTES DE PALAVRA MASCULINA EX: JOÃO COMPROU O CARRO A PRAZO
ANTES DE ARTIGO INDEFINIDO EX: ASSISTIMOS A UMA BOA PARTIDA DE FUTEBOL
ANTES DE VERBO NO INFINITIVO EX: ESTOU DISPOSTO A LUTAR
ANTES DE PRONOMES PESSOAIS, INDEFINIDOS OU DEMONSTRATIVOS EX: NÃO CONTAREI NADA A ELA
QUANDO ANTES DO “A” EXISTIR PREPOSIÇÃO
EX: NÃO FAÇO COMPRA DESDE A
SEMANA PASSADA
QUANDO “A” ESTÁ NO 
SINGULAR E PALAVRA
SEGUINTE NO PLURAL
EX: NA VERDADE, AS
HISTÓRIAS DE BRUXASPERTENCIAM A FANTASIAS
INFANTIS
EX: NA VERDADE, AS
HISTÓRIAS DE BRUXAS
PERTENCIAM ÀS FANTASIAS
INFANTIS
ANTES DE EXPRESSÃO DE TRATAMENTO EX: DEDICO ESSE LIVRO A VOSSA EXCELÊNCIA
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 08 CRASE CRASE
à
6 CASOS QUE DEVE 
USAR CRASE 
OBRIGATÓRIO
1
2
3
4
5
6
ANTES DE PALAVRA FEMININA. SE O TERMO 
REGENTE PEDIR PREPOSIÇÃO USA-SE A CRASE
INDICAÇÃO DE HORAS EX: ACORDEI ÀS 7 HORAS DA MANHÃ
EM LOCUÇÕES ADVERBIAIS, PREPOSITIVAS E 
CONJUNTIVAS COM A PRESENÇA DE PALAVRAS 
FEMININAS EX: À TARDE, À NOITE, ETC
DIANTE DE NOME DE LUGAR, QUANDO EXISTIR 
A CONTRAÇÃO DA PREPOSIÇÃO DE + ARTIGO 
DEFINIDO “A”, “DA”
EX1: VOU À ARGENTINA (VOLTAREI 
DA ARGENTINA)
ANTES DE PRONOMES RELATIVOS A QUAL E AS 
QUAIS. SEMPRE QUE O VERBO QUE REGE ESSES 
PRNOMES EXIGIR PREPOSIÇÃO “A”
EX: ELE DISSE À IRMÃ QUE ESTAVA COM SONO
DIANTE DE PRONOMES DEMONSTRATIVOS 
AQUELE (S), AQUELA (S), AQUILO. SEMPRE QUE 
O TERMO REGENTE EXIGIR PREPOSIÇÃO “A”
EX2: VOU A SALVADOR (VOLTAREI D2 
SALVADOR, NÃO TEM CRASE)
EX: REFIRO ME ÀQUELA MULHER
EX: ESSA É MINHA TERRA À QUAL 
DEDICO ESTA VITÓRIA
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 09 CRASE CRASE
à
3 CASOS DE CRASE 
FACULTATIVO
1 2 3
ANTES DE NOMES
PRÓPRIOS 
FEMININOS
ANTES DE PRONOME
POSSESSIVO 
FEMININO
DEPOIS DA 
PREPOSIÇÃO ATÉ.
Contei a Laura o que 
havia ocorrido na noite 
passada;
Contei à Laura o que 
havia ocorrido na noite 
passada.
Cedi o lugar a minha
avó;
Cedi o lugar à minha
avó.
Fui até a praia;
Fui até à praia..
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 10 ACENTUAÇÃO ACENTUAÇÃO
ACENTUAÇÃO
Proparoxítona
Todas são acentuadas
Paroxítona
TERMINADAS EM:
• L N R X PS I US
• UM UNS Ã ÃS ÃO ÃOS EI
• DITONGO CRESCENTE 
(SV+V)
Oxítona
TERMINADAS EM:
• A(S) E(S) O(S) EM ENS
Monossílabos 
Tônicos
• A(S) E(S) O(S)
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 11 ACENTUAÇÃO ACENTUAÇÃO
ACENTUAÇÃO
ÉU, ÉI, ÓI
• Continuam sendo acentuadas as 
oxítonas.
Ex : Céu, dói, chapéu
• Desapareceram para paroxítonas.
Ex : boia, paranoico, heroico
Após a 
reforma EE OO
• Não tem mais acento
Ex : Voo, Enjoo, Creem, Leem
Verbos Ter e Vir
Ele tem – 3° Pessoa Singular sem 
acento
Eles têm – 3° Pessoa Plural com 
acento
Derivados de ter e vir.
Ele contém – 3° Pessoa Singular 
(agudo)
Eles contêm – 3° Pessoa Plural 
(Circunflexo)
HIATOS I e U
• Levam acento se tiverem 
sozinhos na sílaba.
Ex : Saída, saúde, miúdo, aí, Araújo
• Não levam acento se vierem 
depois de um ditongo.
Ex: Baiuca, bocaiuva, cauila, feiura, 
Sauipe
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 12 PONTUAÇÃO VÍRGULA – USO PROIBIDO
,
É PROIBIDO A SEPARAÇÃO POR VÍRGULA DE TERMOS DE ORAÇÃO QUE POSSUEM RELAÇÃO SINTÁTICA.
SUJEITO E VERBO
VERBO E SEU 
COMPLEMENTO
COMPLEMENTO E 
ADJUNTO
PREDICATIVO DO SEU 
SUJEITO OU DO OBJETO
NOME DO SEU 
COMPLEMENTO OU 
ADJUNTO ADNOMINAL
CONJUNÇÃO 
SUBORDINADA DO 
RESTANTE DA ORAÇÃO 
QUE ELA INICIA
Princípio Geral – Ordem Direta: SUVECA
SUJEITO + VERBO + COMPLEMENTO + ADJUNTOS
PORTANTO, NÃO SEPARAR: ,
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 13 PONTUAÇÃO VÍRGULA
Princípio Geral – Ordem Direta: SUVECA
SUJEITO + VERBO + COMPLEMENTO + ADJUNTOS
“QUALQUER TERMO QUE VIER ENTRE OS TERMOS DA ORDEM DIRETA DEVERÁ ESTAR ENTRE VÍRGULAS”
“MEU PROFESSOR , SEM PENSAR MUITO , ENTREGOU , DE FORMA GRATUITA , AS APOSTILAS AOS ALUNOS , QUE ERAM ESFORÇADOS , 
NESTA SEMANA.
SUJEITO VERBO VTDI COMPLEMENTO – OD E OI
ADJUNTO ADVERBIAL
“MEU PROFESSOR ENTREGOU AS APOSTILAS AOS ALUNOS NESTA SEMANA.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 14 PONTUAÇÃO VÍRGULA – USO OBRIGATÓRIO
USA-SE A SEPARAÇÃO POR VÍRGULA QUANDO:
1 - SEPARAR O VOCATIVO
2 - SEPARAR O APOSTO
3 - SEPARAR O ADJUNTO 
ADVERBIAL ANTECIPADO 
OU INTERCALADO
4 – SEPARAR ELEMENTOS DE 
UMA ENUMERAÇÃO
5 – ISOLAR EXPRESSÕES DE 
CARÁTER EXPLICATIVO OU 
CORRETIVO
6 – SEPARAR CONJUNÇÕES 
INTERCALADAS
7 – DESTACAR PLEONASMO 
ANTECIPADO AO VERBO
8 – ISOLAR NOME DE UM 
LUGAR
9 – MARCAR A OMISSÃO DE 
UM TERMO
“Meu amor, ajuda-me nessa 
tarefa”
“Ricardo, o melhor aluno da 
turma, passou no concurso”
“Lá no sertão, as noites são
escuras e perigosas”
* Se o adjunto adverbia é de curta
duração (até 3 palavras) o uso da
vírgula é facultativo.
“Estamos contratando engenheiros,
administradores, economistas”.
“Os alunos, por exemplo, não
estudam no feriado”.
“Estudamos bastante, logo,
merecermos passar”
“As flores, eu as entreguei
hoje”
“Lucas ficou alegre; eu,
triste”.
“Rio de Janeiro, 03 de
dezembro de 2018”.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 15 PONTUAÇÃO VÍRGULA – USO OBRIGATÓRIO
USA-SE A SEPARAÇÃO POR VÍRGULA EM ORAÇÕES QUANDO:
1 - SEPARAR ORAÇÕES INTERCALADAS.
2 - SEPARAR ORAÇÕES SUBORDINADAS
ADVERBIAIS
3 – SEPARAR ORAÇÕES SUBORDINADAS
ADJETIVAS EXPLICATIVAS
4 – SEPARAR ORAÇÕES COORDENADAS 
SINDÉTICAS E ASSINDEÉTICAS
“Começaremos, assim que chegarem os
funcionários, a trabalhar”.
“Júnior, que é um ótimo aluno, passou no
concurso”.
“Quando voltei, lembrei que precisava ir ao banco”
“Estudou muito, mas não passou no concurso”.
5 – SEPARAR ORAÇÕES SUBSTANTIVAS 
ANTEPOSTAS À PRINCIPAL
“Quem inventou a roda, todos queriam descobrir”.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 16 PONTUAÇÃO VÍRGULA – USO FACULTATIVO
1 – ORAÇÃO ADVERBIAL NA ORDEM DIRETA.
2 – ADJUNTO ADVERBIAL CURTA EXTENSÃO
3 – ORAÇÃO SUBSTANTIVA COM FUNÇÃO
DE SUJEITO
4 – INVERSÃO DE TERMOS
“Tal medida deve melhorar o estado do campo, se 
parar de chover”
“Ontem à noite, nós saímos para jantar”.
“Quem lê, sabe mais”.
“O mercado interno, a medida econômica deve 
melhorar”.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 17 ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS EXPLICATIVAS X RESTRITIVAS
Orações 
Subordinadas 
ADJETIVAS
**DICA**
SUBSTITUIR POR O QUAL, A QUAL, OS QUAIS, 
AS QUAIS
INTRODUZIDAS POR PRONOME RELATIVO
QUE
EXPLICATIVAS
EX: O cliente, que apresentou o documento, foi ressarcido.
CLIENTE O QUAL (P.R.)
ORAÇÃO PRINCIPAL ORAÇÃO SUB. ADJETIVA EXPLICATIVA
RESTRITIVA
ONDE
QUAL
CUJA
Sem vírgula
EX: O cliente que apresentou o documento foi ressarcido.
CLIENTE O QUAL (P.R.)
ORAÇÃO PRINCIPAL ORAÇÃO SUB. ADJETIVA RESTRITIVA
QUEM
Com vírgula
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 18 ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS X ADJETIVAS
QUE
SUBSTITUIR 
POR ISSO
SUBSTITUIR POR 
O QUAL, A QUAL
SUBSTANTIVA ADJETIVA
EX: O cliente, que apresentou o 
documento, foi ressarcido.
EX: Foi ótimo que ele tenha vindo
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 19 ORAÇÕES COORDENADAS CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
CONCLUSIVAS
- LOGO
- ENTÃO
- PORTANTO
- POR CONSEGUINTE
- ASSIM
- DE MODO QUE
- POIS (DEPOIS DO 
VERBO)
EXPLICATIVAS
- PORQUE
- QUE
- POIS (ANTES DO 
VERBO)
ADVERSATIVAS
- MAS
- PORÉM
- CONTUDO
- TODAVIA
- NO ENTANTO
- ENTRETANTO
- NÃO OBSTANTE
ALTERNATIVAS
- OU...OU
- ORA...ORA
- QUER...QUER
ADITIVAS
- E
- NEM- NÃO SÓ 
- MAS TAMBÉM
- MAS AINDA
ORAÇÕES COORDENADAS SÃO ORAÇÕES INDEPENDENTES UMA DA OUTRA.
EX: ESTUDEI, PORTANTO
PASSEI
IDEIA DE CONCLUSÃO
IDEIA DE ALTERNÂNCIA
OU EXCLUSÃO
IDEIA DE SOMA/ADIÇÃOIDEIA DE 
ADVERSIDADE/CONTRASTE
IDEIA DE EXPLICAÇÃO
EX: ESTUDE, PORQUE
O CONCURSO ESTÁ
CHEGANDO
EX: ESTUDEI, PORÉM
AINDA NÃO PASSEI
EX: ELA ORA ESTUDA,
ORA TRABALHA
EX: ELE NÃO SÓ ESTUDA,
COMO TRABALHA
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 20 ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS 9 TIPOS
COMPARATIVA – Comparação
Ex: Como, que (precedido de “mais”, de 
“menos” , de “tão”)
BIZU – TROCAR COMO POR IGUAL A.
CAUSAIS – Cause, Motivo, Razão
Ex: Por que, porquanto, posto que, visto 
que, já que, uma vez que, como, e etc.
*Como só da ideia de causa se a oração 
adverbial estiver antes da oração principal
CONFORMATIVA – Ideia de 
conformidade
Ex: Conforme, segundo, consoante, como.
CONDICIONAIS – Condição ou 
hipótese.
Ex: Se, caso, exceto se, a menos que, 
salvo se, contanto que, desde que
CONSECUTIVA – Consequência
Ex: Que(precedido de termo que indica 
intensidade, tão, tal, tanto, etc)
CONCESSIVA – Contrário as 
expectativas
Ex: Embora, conquanto, ainda que, se 
bem que, mesmo que, apesar de que.
FINAIS – Finalidade, Objetivo, 
Propósito
Ex: A fim de que, para que, que...
PROPORCIONAIS – Proporção
Ex: À medida que, ao passo que, à 
proporção que...
TEMPORAIS – Tempo
Ex: Quando, enquanto, assim que, desde 
que, antes que, sempre que...
ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS – ORAÇÃO PRINCIPAL + ORAÇÃO DEPENDENTE
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 21 ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 7 TIPOS
ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS
**DICA**
OBSERVAR A ORAÇÃO PRINCIPAL E 
VER O QUE A ORAÇÃO 
SUBORDINADA É DELA
Duas orações separadas por
uma conjunção integrante
QUE SE
*Se der para substituir por ISSO, é conjunção integrante
SUBJETIVA – SUJEITO da principal
EX: Foi ótimo que ele tenha vindo
ISSOO QUE É QUE FOI ÓTIMO?
ORAÇÃO PRINCIPAL ORAÇÃO SUB. SUBS. SUBJETIVA
COMPLETIVA NOMINAL – COMPLEMENTO 
NOMINAL da principal
EX: Eu tenho medo de que eles mintam pra mim
MEDO DE QUE?
ORAÇÃO PRINCIPAL
ORAÇÃO SUB. SUBS. 
COMPLETIVA NOMINAL
ISSO
PREDICATIVA – PREDICATIVA DO SUJEITO 
da principal
EX: A verdade é que ele virá bem cedo
ORAÇÃO PRINCIPAL ORAÇÃO SUB. SUBS. PREDICATIVA 
DO SUJEITO
TEM VERBO DE LIGAÇÃO ISSO
AGENTE DA PASSIVA – tem quer ter uma 
voz na passiva
EX: As crianças foram examinadas por quem apareceu lá
ORAÇÃO PRINCIPAL AGENTE DA PASSIVA
OBJETIVA DIRETA – OBJETO DIRETO da 
principal
ORAÇÃO PRINCIPAL
ORAÇÃO SUB. SUBS. OBJETIVA 
DIRETA
NOS DISSE O QUE? ISSO
EX: Ele nos disse que não poderia manter o preço
OBJETIVA INDIRETA – OBJETO 
INDIRETO da principal
EX: Não me interesso por que sejas eleito
ORAÇÃO PRINCIPAL ORAÇÃO SUB. SUBS. 
OBJETIVA INDIRETA
INTERESSO POR? ISSO
APOSITIVA – APOSTO da principal
EX: Peço – lhes isto: que não me culpem injustamente
ORAÇÃO PRINCIPAL ORAÇÃO SUB. SUBS. APOSITIVA
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 22 ORAÇÕES SUBORDINADAS REDUZIDAS ORAÇÕES SUBORDINADAS REDUZIDAS
AO CHEGAR AO COLÉGIO, ELE CHOROU
INFINITIVO (R)
QUANDO CHEGAREM OS ALUNOS, COMEÇAREMOS.
Oração dependente
Oração dependente
Oração principal
Oração principal
GERÚNDIO (NDO)
CHEGANDO AO TRABALHO, O PATRÃO O CHAMOU
Oração dependente Oração principal
PARTICÍPIO (VO, 
DO, GO, TO, SO)
FEITA A OBRA, OS TRABALHADORES FORAM 
EMBORA.
TERMINADA A LIÇÃO , OS ALUNOS FORAM 
EMBORA.
Oração dependente Oração principal
Oração dependente Oração principal
**DICA**
1 - NÃO APRESENTA CONJUNÇÕES. 
2 – TEM DUAS ORAÇÕES (DOIS VERBOS).
3 – PRESENÇA DE VÍRGULA QUANDO INVERTIDA
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 23 ORAÇÕES SUBORDINADAS REDUZIDAS ORAÇÕES SUBORDINADAS REDUZIDAS
ELE DISSE QUE ESTAVA FELIZ
SUBSTANTIVA
ELE DIZ ESTAR FELIZ
Oração subordinada substantiva objetiva 
direta desenvolvida
Oração subordinada substantiva objetiva 
direta reduzida de INFINITIVO
ADVERBIAL
QUANDO TERMINAMOS A PROVA, FOMOS 
EMBORA.
TERMINADA A PROVA, FOMOS EMBORA
Oração subordinada adverbial 
temporal reduzida de PARTICÍPIO
Oração subordinada adverbial de tempo
ADJETIVA
VIMOS UMA SENHORA QUE COLHIA FLORES
VIMOS UMA SENHORA COLHENDO FLORES
Oração subordinada adjetiva restritiva 
desenvolvida
Oração subordinada adjetiva reduzida 
de GERÚNDIO
**DICA**
TODA ORAÇÃO COMPPOSTA COM CONJUNÇÃO 
SERÁ DESENVOLVIDA.
TODA ORAÇÃO COMPOSTAS SEM CONJUNÇÃO 
SERÁ REDUZIDA.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 24 DÍGRAFO
DÍGRAFO
CONJUNTO DE LETRAS QUE 
REPRESENTAM UM ÚNICO SOM
Pode ser vogal ou consoante.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 25 ADJUNTO NOMINAL X COMPLEMENTO NOMINAL
C.N
Agiram favoravelmente aos alunos
COMPLEMENTO NOMINAL ADJUNTO NOMINAL
Complementa:
1 – Substantivo (ABSTRATO)
2 – Adjetivo
3 - Advérbio
Complementa:
1 – Substantivo (CONCRETO OU ABSTRATO)
Termo é AgenteTermo é Paciente
Os homens são insensíveis ao sofrimento
Tenho medo do escuro
Tenho carro de madeira
Ouvi as críticas da populaçãoOuvi as críticas aos políticos
Advérbio C.N
C.N
C.N
Adjetivo
Subst. Abstrato
Subst. Abstrato
Termo Paciente 
A.A
A.A
Subst. Concreto
Subst. Abstrato Termo Agente 
ADJUNTO NOMINAL X COMPLEMENTO NOMINAL
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 26
M
ET
Á
FO
R
A SENTIDO 
FIGURADO
CONOTATIVO
COMPARAÇÃO 
SEM O “COMO”
Esta criança é um toro.
Maria é um anjo de pessoa
Minha vida era um palco iluminado 
Amor é fogo que arde sem se ver
Figuras de linguagem METÁFORA
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 27 Figuras de linguagem COMPARAÇÃO OU SÍMILE
C
O
M
PA
R
A
Ç
Ã
O
 O
U
 S
ÍM
IL
E
TEM O 
CONECTIVO
PARECIDO COM A 
METÁFORA
TEM O “COMO”
Ela é bonita como uma flor
Este lutador tem postura semelhante
aos deuses nórdicos.
Ele é alto como você
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 28 Figuras de linguagem METONÍMEA
M
ET
O
N
ÍM
EA USO DE UM NOME NO 
LUGAR DE OUTRO
SUBSTITUIÇÃO DE 
PALAVRAS DA MESMA 
FAMÍLIA
“SUBSTITUIR”
O bronze (sino) repicava na torre da igreja
Vivo do suor (trabalho) do meu rosto
Ele ficou sem teto (casa)
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 29 Figuras de linguagem CATACRESE
C
A
TA
C
R
ES
E
FALTA DE UM 
TERMO ADEQUADO
O poema está no pé da página
Sentou no braço da poltrona
Eu vou pegar o ônibus
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 30 Figuras de linguagem SINESTESIA
SI
N
ES
TE
SI
A
SENTIDO HUMANO
TEM QUE TER NO 
MÍNIMO DOIS SENTIDOS
COMBINAÇÃO 
SENSORIAL
Este perfume tem um cheiro doce
Uma melodia azul tomou conta da sala
Olfato + paladar
Audição + visão
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 31 Figuras de linguagem SILEPSE
SI
LE
P
SE
CONCORDA COM A IDEIA 
E NÃO COM A PALAVRA
Os brasileiros choramos a derrota da seleção
São Paulo é poluída
Concorda com a cidade e não com São Paulo
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.comPORTUGUÊS
MEMORIZZE 32 Figuras de linguagem ELIPSE
EL
IP
SE
TERMO ESCONDIDO MAS 
QUE FICA SUBENTENDIDO
Sobre a mesa, apenas quatro alunos.
Não sei se vamos ao parque hoje.
HÁ
EU
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 33 Figuras de linguagem ZEUGMA
ZE
U
G
M
A
PALAVRA JÁ 
MENCIONADA NA FRASE
Eu gosto de bolo; Maria, de leite.
Tenho dois carros: Um para o trabalho 
e outro para passeio
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 34 Figuras de linguagem PLEONASMO
P
LE
O
N
A
SM
O
REPETIÇÃO 
DESNECESSÁRIA -
REDUNDÂNCIA
Vi o acidente com os meus próprios olhos
Ele teve uma hemorragia de sangue
Suba para cima para conversarmos
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
H
IP
ÉR
B
AT
O
INVERSÃO DOS 
TERMOS DA ORAÇÃO
Nada pode a máquina inventar
Dança, à noite, o casal de namorados no clube 
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 35 Figuras de linguagem HIPÉRBATO
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A
N
A
C
O
LU
TO A expressão não tem 
função sintática
Normalmente um 
vocativo
Uma parte que pode ser 
descartada na oração
Não irei, meu querido professor
Nosso amor, tudo não passou de frenesi efêmero
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 36 Figuras de linguagem ANACOLUTO
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A
N
TÍ
TE
SE
Antônimo Durante o dia as pessoas trabalham, a noite dormem
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 37 Figuras de linguagem ANTÍTESE
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PA
R
A
D
O
XO
Contradição entre 
as ideias
O homem vivia só na multidão
O homem rico não tinha dinheiro
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 38 Figuras de linguagem PARADOXO
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IR
O
N
IA
 /
 A
N
TÍ
FR
A
SE
Dizer o contrário do 
que pretende dizer
Meu marido é um anjo, só me traiu 3 vezes
Você foi sutil como um elefante
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 39 Figuras de linguagem IRONIA/ANTÍFRASE
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EU
FE
M
IS
M
O
SUAVIZAR
DIMINUI O IMPACTO 
DA NOTÍCIA RUIM
Foi bom, pelo menos ele descansou
Você faltou com a verdade
Ele é desprovido de beleza
Enriqueceu de forma ilícita
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 40 Figuras de linguagem EUFEMISMO
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P
R
O
SO
P
O
P
EI
A
AÇÕES DE SERES HUMANOS 
A SERES NÃO HUMANOS
O vento beija meus cabelos
As árvores dançam
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 41 Figuras de linguagem PROSOPOPEIA
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H
IP
ÉR
B
O
LE
Ideia de exagero Fazia quase um século que não nos 
encontrávamos
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 42 Figuras de linguagem HIPÉRBOLE
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 43 Redação Oficial
Redação 
oficial
Poder público 
redige
Atos 
Normativos
Comunicações
O particular NÃO
emite redação 
oficial
COMUNICADOR 
(ÓRGÃO PÚBLICO)
RECEPTOR (ÓRGÃO 
PARTICULAR)
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 44 Redação Oficial Redação oficial deve ser caracterizada por:
IMPESSOALIDADE
- De quem 
comunica;
- De quem recebe a 
comunicação;
- Do próprio assunto 
tratado.
PADRÃO CULTO
- Observam as 
regras da 
gramática formal;
- Não existe o 
padrão oficial de 
linguagem e sim o 
padrão culto de 
linguagem.
FORMALIDADE
- Uso correto dos 
pronomes de 
tratamento;
- Correta 
diagramação de 
texto;
- Uso de papeis 
uniformes para o 
texto definido.
CONCISÃO
- Ser direto, objetivo.
- “Economia linguística
CLAREZA
- Inteligibilidade;
- Ambiguidade
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 45 Redação Oficial Pronomes de Tratamento
Pronomes de Tratamento – Apontam para a segunda pessoa, mas concordam com a terceira.
Ex: Vossa Excelência nomeará seu assessor (nomeareis ; vosso)
Vossa Excelência Vossa Senhoria Vossa Santidade
Presidente da República/ Ministros de Estado/
Governadores e Vice-Governadores de Estado e do
Distrito Federal/ Oficiais-Generais das Forças Armadas/
Embaixadores/ Secretários de Estado dos Governos
Estaduais/ Prefeitos Municipais/ Secretários-Executivos
de Ministérios/ Deputados Federais e Senadores/
Deputados Estaduais e Distritais/ Ministros do Tribunal de
Contas da União/ Conselheiros dos Tribunais de Contas
Estaduais/ Presidentes das Câmaras Legislativas
Municipais/ Ministros dos Tribunais Superiores/ Membros de
Tribunais/ Juízes/ Auditores da Justiça Militar.
Demais autoridades e particulares
Vocativo - CHEFES DO PODER 
(exe;leg;jud.)
Vocativo - Demais autoridades.
Ex: EXCELENTÍSSIMO SENHOR Presidente
da República
Ex: SENHOR Senador
Vocativo – Demais 
autoridades e 
particulares
Ex: SENHOR Fulano de tal
Vocativo – PAPA
Dirigido ao PAPA
Ex: SANTÍSSIMO Padre
Vossa 
Magnificência
Dirigido ao Reitor
Vocativo – Reitor
Ex: MAGNÍFICO Reitor
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 46 Redação Oficial Pronomes de Tratamento - Abreviaturas
Tratamento Abreviatura
Cargo/
Função
Vocativo Endereçamento
Vossa 
santidade
Não há. Para o papa sempre
na forma por extenso
Papa Santíssimo 
Padre
Ao Santíssimo Padre;
Ou 
A sua Santidade o 
Papa
Nome
Endereço
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 47 Redação Oficial Pronomes de Tratamento – Uso Proibido
ILUSTRÍSSIMO DIGNÍSSIMO DOUTOR
Deve usar 
apenas senhor
Dignidade já é 
pressuposto da 
função pública
Doutorado é 
título 
acadêmico
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 48 Redação Oficial FECHOS
RESPEITOSAMENTE ATENCIOSAMENTE
Autoridades Inferiores para 
Superiores
Autoridades Superiores para 
Autoridades de mesma hierarquia 
ou de hierarquia inferior
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 49 Redação Oficial TIPOS DE DOCUMENTOS
OFÍCIO
AVISO
MEMORANDO
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
MENSAGEM
TELEGRAMA
CORREIO ELETRÔNICO
FAX
OFÍCIO – ENVIADO PARA ÓRGÃO PÚBLICO OU PARTICULAR
AVISO – MINISTROS DE ESTADO PARA AUTORIDADES DE MESMA HIERARQUIA
MEMORANDO – UNIDADES ADMINISTRATIVA DE MESMO ÓRGAO
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS – MINISTRO DE ESTADO PARA PRESIDENTE DA 
REPÚBLICA
MENSAGEM – COMUNICAÇÃO ENTRE CHEFES DOS PODERES
TELEGRAMA – COMUNICAÇÃO POR TELEGRAFIA, TELEX E ETC
CORREIO ELETRÔNICO – BAIXO CUSTO E CELERIDADE (PRINCIPAL FORMA DE 
COMUNICAÇÃO 
FAX – TRANSMISSÃO DE MENSAGENS URGENTES E PARA ENVIO ANTECIPADO 
DE DOCUMENTOS, QUANDO NÃO HÁ COMO ENVIAR POR MEIO ELETRÔNICO
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 50 Redação Oficial IDENTIFICAÇÃO DO SIGNATÁRIO
EXCEÇÃO
PRESIDENTE DA REPÚBLICA NÃO NECESSITA DE 
NOME E CARGO
ASSINATURA EM PÁGINA ISOLADA DO EXPEDIENTE 
É PROIBIDA
REGRA: __________________________________
ESPAÇO PARA ASSINATURA
CARGO:
NOME:
MEMPRANDO - CARGO
AVISO – CARGO + VOCATIVO
OFÍCIO – CARGO + VOCATIVO + ENDEREÇO
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
ÉTICA x MORAL
ÉTICA MORAL
CARÁTERCOSTUME
CIÊNCIA E FILOSOFIA NORMATIVA
ESTUDO DA MORAL PRESCRIÇÃO DE CONDUTA
PERMANENTE TEMPORÁRIA
TEÓRICO PRÁTICO
UNIVERSAL CULTURAL
DIFERENÇAS ENTRE ÉTICA E MORAL
MEMORIZZE 01
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 02 ÉTICA x MORAL
Valor social que identifica, 
qualifica e guia princípios 
universais e crenças e ações 
humanas. Trata-se de uma 
disciplina da filosofia que 
estuda a conduta humana. 
Conjunto de regras 
adquiridas através da cultura, 
da educação, da tradição e 
do cotidiano, e que orientam 
o comportamento 
humano dentro de uma 
sociedade.
MORALÉTICA
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 03
Ética no serviço público 
conduta dos 
funcionários que 
ocupam cargos 
públicos
devem agir conforme 
um padrão ético, 
exibindo valores morais 
como a boa fé e outros 
princípios necessários 
para uma vida saudável 
no seio da sociedade.
ÉTICA 
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 04
*Dignidade
*Decoro 
*Zelo
*Eficácia 
*Consciência 
dos princípios 
morais
São primados 
maiores que 
devem nortear o 
servidor público
Seja no exercício 
do cargo ou 
função, ou fora 
dele
ÉTICA 
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 05
O servidor público não poderá jamais 
desprezar o elemento ético de sua 
conduta
Não terá que decidir somente entre o 
legal e o ilegal, o justo e o injusto, o 
conveniente e o inconveniente, o 
oportuno e o inoportuno
Mas principalmente entre o honesto e o 
desonesto
ÉTICA 
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 06
A moralidade da 
Administração Pública não 
se limita à distinção entre o bem e 
o mal, devendo ser acrescida da 
ideia de que o fim é sempre o 
bem comum.
O equilíbrio entre a legalidade 
e a finalidade, na conduta do 
servidor público, é que poderá 
consolidar a moralidade do ato 
administrativo.
ÉTICA 
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 07
A função pública se integra 
na vida particular do 
servidor público. 
Assim, os fatos e atos 
verificados na conduta do 
dia-a-dia em sua vida 
privada poderão acrescer 
ou diminuir o seu bom 
conceito na vida funcional.
ÉTICA 
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
• A publicidade de qualquer ato administrativo 
constitui requisito de eficácia e moralidade, 
ensejando sua omissão comprometimento ético 
contra o bem comum, imputável a quem a negar.
• Salvo os casos de:
1 - Segurança nacional;
2 - Investigações policiais;
3 - Interesse superior do Estado e da 
Administração Pública.
MEMORIZZE 08 ÉTICA 
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 09
Toda pessoa 
tem direito à 
verdade. O 
servidor não 
pode omiti-la 
ou falseá-la. 
Ainda que 
contrária aos 
interesses da 
própria 
pessoa 
interessada 
ou da 
Administração 
Pública.
ÉTICA 
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 10
A cortesia, a boa vontade, o cuidado e 
o tempo dedicados ao serviço público 
caracterizam o esforço pela disciplina. 
Tratar mal uma pessoa 
que paga seus tributos 
direta ou indiretamente 
significa causar-lhe dano 
moral. 
Da mesma forma, causar 
dano a qualquer bem 
pertencente ao patrimônio 
público, deteriorando-o, por 
descuido ou má vontade.
ÉTICA 
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 11
Servidor 
Público 
Deixar qualquer pessoa à espera de solução; 
Permitir a formação de longas filas;
Ou qualquer outra espécie de atraso na prestação 
do serviço;
Não caracteriza apenas atitude contra a ética ou ato 
de desumanidade, mas principalmente grave dano 
moral aos usuários dos serviços públicos.
ÉTICA 
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
ÉTICA MEMORIZZE 12
Toda ausência
injustificada do servidor 
de seu local de trabalho é 
fator de desmoralização do 
serviço público, o que 
quase sempre conduz à 
desordem nas relações 
humanas.
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 13
São deveres 
fundamentais 
do servidor 
público:
ser probo
justo
reto
leal 
Demonstrando 
toda a integridade 
do seu caráter, 
escolhendo
sempre, quando 
estiver diante de 
duas opções, a 
melhor e a 
mais vantajosa
para o bem 
comum.
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 14
Ter respeito à 
hierarquia.
Porém sem nenhum 
temor de representar 
contra qualquer 
comprometimento 
indevido da estrutura 
em que se funda o 
Poder Estatal.
São deveres fundamentais do servidor público
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 15
São deveres fundamentais do servidor público
Zelar, no exercício do direito de greve, 
pelas exigências específicas da defesa
da vida e da segurança coletiva
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 16
São deveres fundamentais do servidor público
Comunicar imediatamente 
a seus superiores todo e 
qualquer ato ou fato contrário ao 
interesse público, exigindo as 
providências cabíveis.
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDOR
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 17
São deveres fundamentais do servidor público
Participar dos movimentos 
e estudos que se 
relacionem com a melhoria 
do exercício de suas 
funções, tendo por escopo 
a realização do bem 
comum.
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 18
São deveres fundamentais do servidor público
Apresentar-se ao 
trabalho com 
vestimentas adequadas 
ao exercício da função.
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDORMEMORIZZE 19
São deveres fundamentais do servidor público
Abster-se, de forma absoluta, 
de exercer sua função, poder 
ou autoridade com finalidade 
estranha ao interesse público, 
mesmo que observando as 
formalidades legais e não 
cometendo qualquer violação 
expressa à lei.
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 20
É vedado ao servidor público
VEDADO
o uso do cargo ou função 
facilidades
amizades
tempo
posição
influências
Para obter 
qualquer 
favorecimento, 
apenas para si.
VEDADO AO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 21
É vedado ao servidor público
Ser, em função de seu espírito 
de solidariedade, conivente 
com erro ou infração a este 
Código de Ética ou ao Código 
de Ética de sua profissão.
VEDADO AO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 22É vedado ao servidor público
Deixar de utilizar os avanços 
técnicos e científicos ao seu 
alcance ou do seu 
conhecimento para 
atendimento do seu mister.
VEDADO AO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 23
É vedado ao servidor público
Permitir que perseguições, 
simpatias, antipatias, caprichos, 
paixões ou interesses de ordem 
pessoal interfiram no trato com o 
público, com os jurisdicionados 
administrativos ou com colegas 
hierarquicamente superiores ou 
inferiores.
VEDADO AO SERVIDOR
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 24
É vedado ao servidor público
Pleitear, solicitar, provocar, 
sugerir ou receber qualquer 
tipo de ajuda financeira, 
gratificação, prêmio, comissão, 
doação ou vantagem de 
qualquer espécie, para si e 
familiares, para o cumprimento 
da sua missão ou para 
influenciar outro servidor para o 
mesmo fim.
VEDADO AO SERVIDOR
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 25
É vedado ao servidor público
Desviar servidor público para 
atendimento a interesse 
particular.
VEDADO AO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 26
É vedado ao servidor público
Retirar da repartição pública, 
sem estar legalmente 
autorizado, qualquer 
documento, livro ou bem 
pertencente ao patrimônio 
público.
VEDADO AO SERVIDOR
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 27
É vedado ao servidor público
Fazer uso de informações 
privilegiadas obtidas no âmbito 
interno de seu serviço, em 
benefício próprio, de parentes, 
de amigos ou de terceiros.
VEDADO AO SERVIDOR
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
VEDADO AO SERVIDORMEMORIZZE 28
É vedado ao servidor público
É vedado ao servidor público:
apresentar-se embriagado no 
serviço ou fora dele 
habitualmente.
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
COMISSÃO DE ÉTICAMEMORIZZE 29
Comissão de Ética 
Incumbe fornecer, aos 
organismos encarregados da 
execução do quadro de carreira 
dos servidores, os registros 
sobre sua conduta ética, para o 
efeito de instruir e fundamentar 
promoções e para todos os 
demais procedimentos próprios 
da carreira do servidor público.
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
COMISSÃO DE ÉTICAMEMORIZZE 30
Comissão de Ética 
A pena aplicável ao servidor 
público pela Comissão de Ética 
é a de censura e sua 
fundamentação constará do 
respectivo parecer, assinado 
por todos os seus integrantes, 
com ciência do faltoso.
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
SERVIDOR PÚBLICOMEMORIZZE 31
Para fins de 
apuração 
do 
comprometi
mento ético, 
entende-se 
por servidor 
público 
todo aquele 
que, por 
força de lei, 
contrato ou 
de qualquer 
ato jurídico
preste 
serviços de 
natureza 
permanente, 
temporária ou 
excepcional, 
ainda que 
sem 
retribuição 
financeira
desde que ligado 
direta ou 
indiretamente a 
qualquer órgão do 
poder estatal, 
como as 
autarquias, as 
fundações 
públicas, as 
entidades 
paraestatais, as 
empresas públicas 
e as sociedades 
de economia 
mista, ou em 
qualquer setor 
onde prevaleça o 
interesse do 
Estado.
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RACIOCÍNIO LÓGICO MATEMÁTICO
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 01 Função do 1° grau
y = ax + b
Coeficiente 
angular
Coeficiente 
Linear
b – é o ponto que a reta corta no eixo y
a – é a inclinação da reta
a = tg ∝ =
∆y
∆x
=
y2 − y1
x2 − x1
y2
y1
X1 X2
.
.
.b
∝
∝
a - Positivo a - Negativo
b .
∝ ∝
b.
b - Negativob - Positivo
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 02 Função do 2° grau
a > 0
a < 0
𝑥 =
−𝑏 ± 𝑏2 − 4𝑎𝑐
2𝑎
𝑓 𝑥 = 𝑎𝑥2 + 𝑏𝑥 + 𝑐 ∆ = 𝑏2 − 4𝑎𝑐
𝑋𝑣 =
− 𝑏
2𝑎
𝑌𝑣 =
−∆
4𝑎
SOMA DAS RAÍZES
PRODUTO DAS RAÍZES
X1 + X2
X1 X X2
−𝑏
𝑎
𝑐
𝑎
=
=
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 03 Função Exponencial
Seja um número real a (a > 0 e a ≠ 1), denomina-se função exponencial de 
base a a função f : R → R*+ definida por 𝑓 𝑥 = 𝑎
𝑥
a . .
0 1
x
𝑓 𝑥 = 2𝑥
y = 3𝑥
𝑓 𝑥 = (3
1)𝑥
𝑓 𝑥 = (0,6)𝑥
𝑓 𝑥 = (−5)𝑥
𝑓 𝑥 = 1𝑥
Exemplos: São funções exponenciais?
SIM
SIM
SIM
SIM
NÃO
NÃO
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 04 Função Exponencial
A base a da função exponencial 𝑓 𝑥 = 𝑎𝑥 é um número a > 0 e a ≠ 1
0 1
a
a > 0
x y
𝑓 𝑥 = 2𝑥
-2
-1
0
1
2
0,25
0,5
1
2
4
. .
.
.
.
x
y
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 05 Função Exponencial
A base a da função exponencial 𝑓 𝑥 = 𝑎𝑥 é um número a > 0 e a ≠ 1
0 1
a
0 < a < 1
x y
-2
-1
0
1
4
2
1
0,5
.
. .
.
.
x
y
𝑓 𝑥 = (2
1)𝑥
2 0,25
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 06 Função Exponencial Propriedades Exponenciais
𝑎𝑛 = 𝑎 . 𝑎. 𝑎... 𝑎
𝑎0 = 1
𝑎1 = 𝑎
natural
a ≠ 0
23= 2 . 2 . 2 = 8
𝑎𝑚 . 𝑎𝑛 = 𝑎𝑚+𝑛
X2 . X3 = X5
𝑎𝑚
𝑎𝑛
= 𝑎𝑚−𝑛
X5 / X2 = X3
𝑎−𝑛 = 
1
𝑎𝑛
2-3 = 1 / 23
𝑎/𝑏 𝑛 = 𝑎𝑛 / 𝑎𝑛
(3/2 )2 = 32 / 22
𝑎. 𝑏 𝑛 = 𝑎𝑛 . 𝑎𝑛
(2X )2 = 22 . X2
(𝑎𝑚 )n = 𝑎𝑚.𝑛
(X5 )2 = X10
𝑎/𝑏 − 𝑛 = 𝑏/𝑎 𝑛
(3/2 )-2 = (2/3 )2
𝑎𝑛
𝑚 = 𝑛 𝑎𝑚
3 4/5 = 
4
3 5
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 07 Função Logarítmica Propriedades Logarítmicas
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 08 Razão e ProporçãoTaxas de variação de grandezas
RAZÃO
PROPORÇÃO
𝑎
𝑏
b ≠ 0
𝑎
𝑏
𝑐
𝑑
𝑘= =
É uma igualdade 
de razões
Ex: Numa festa, a razão entre o número de homens e mulheres é ½. Determine:
A – O número de mulheres na festa se o número de homens fosse 13.
B – O número de homens e mulheres na festa sabendo que o total de pessoas era 48
A -
1
2
13
𝑥
=
B -
𝑥 = 26
𝐻
𝑀
= 48
32 mulheres
16 homens
1
2
=
𝑀 = 2𝐻
𝑀 + 𝐻 = 48
2H+𝐻 = 48
3𝐻 = 48
𝐻 = 16
𝑀 = 2.16
𝑀 = 32
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 09 Taxas de variação de grandezas Regra de três simples
EXEMPLO PORCOS DIAS
ANTES 100 30
DEPOIS 120 X
30
𝑥
120
100
=
120𝑥 = 100 . 30
𝑥 = 3000/120
𝑥 = 25 𝑑𝑖𝑎𝑠
2 grandezas
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 10 Taxas de variação de grandezas Regra de três Composta
EXEMPLO IMPRESSORAS HORAS/DIAS DIAS
ANTES 2 8 5
DEPOIS 4 10 X
5
𝑥
4
2
=
40𝑥 = 16 . 5
𝑥 = 80/40
𝑥 = 2 𝑑𝑖𝑎𝑠
3 grandezas
Sempre fazer a análise de
proporcionalidade de acordo
com a colunada variável
10
8
.
1 – mais impressoras = menos
dias
2 – mais h/d = menos dias
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 11 Porcentagem Porcentagem
𝑃𝑜𝑟𝑐𝑒𝑛𝑡𝑎𝑔𝑒𝑚 =
𝐼𝑛𝑡𝑒𝑟𝑒𝑠𝑠𝑒
𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙
x 100%
“Porcentagem é o valor obtido ao aplicarmos uma taxa percentual a um determinado valor”
𝐸𝑥𝑒𝑚𝑝𝑙𝑜 − 𝐶𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑟 10 % 𝑑𝑒 300
𝐸𝑥𝑒𝑚𝑝𝑙𝑜 − 𝐶𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑟 10 % 𝑑𝑒 200 𝑘𝑔
“De” significa multiplicação, portanto 
25% de 200 = 25% x 200
Aumentar um valor em x% = multiplica-lo por (1 + x%)
Diminuir um valor em x% = multiplica-lo por (1 - x%)
𝐴𝑢𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 30% 𝑑𝑒 200
= 200 . 1 + 0,30
= 200 . 1,30
= 260
𝐷𝑖𝑚𝑖𝑛𝑢𝑎 30% 𝑑𝑒 200
= 200 . 1 − 0,30
= 200 . 0,70
= 140
35%=
35
100
x 0,35Taxa 
percentual
Taxa 
unitária
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 12 Regularidades e padrões em sequência Sequências Numéricas. Progressão 
aritmética e progressão geométrica
PROGRESSÃO ARITMÉTICA PROGRESSÃO GEOMÉTRICA
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 13 Regularidades e padrões em sequência Sequências Numéricas. Progressão 
aritmética e progressão geométrica
PROGRESSÃO ARITMÉTICA
A) B) C)
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 14 Regularidades e padrões em sequência Sequências Numéricas. Progressão 
aritmética e progressão geométrica
PROGRESSÃO ARITMÉTICA
A)
B) C)
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 15 Regularidades e padrões em sequência Sequências Numéricas. Progressão 
aritmética e progressão geométrica
PROGRESSÃO GEOMÉTRICA
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 16 Regularidades e padrões em sequência Sequências Numéricas. Progressão 
aritmética e progressão geométrica
PROGRESSÃO GEOMÉTRICA
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 17 Noções básicas de contagem e probabilidade Combinações, Arranjos e Permutações
1 - Fatorial
𝑛! = 𝑛 𝑛 − 1 𝑛 − 2 … .
0! = 1
1! = 1
2 - Permutação
𝑃 𝑛 = 𝑛!
Comum em problemas de
anagramas
Calcular n° de formas de distribuir
“n” elementos em “n” posições.
Exemplo: Formar uma fila com 5
pessoas – P(5) = 5!
3 - Arranjo
𝐴 𝑛,𝑚 =
𝑛!
𝑛 − 𝑚 !
Preencher “m” posições tendo
“n” elementos disponíveis.
Exemplo: Preencher 3 cadeiras
no cinema tendo 5 pessoas
disponíveis – A (5,3)
4 - Combinação
𝐶 𝑛,𝑚 =
𝑛!
𝑚! 𝑛 −𝑚 !
Formar grupos de “m”
elementos a partir d “n”
elementos disponíveis.
Exemplo: Formar equipes
/comissões/ grupos de 3 a
partir de 5 colegas de trabalho
– C (5,3)
Permutação com repetição
Permutar “n” elementos em “n”
posições, em um local sem
referência espacial.
Exemplo: Calcular anagramas de
ARARA - P (5; 3 e 2)
𝑃 𝑛 ;𝑚 𝑒 𝑝 = 𝑛! / (m!.p!)
Arranjo com repetição
𝐴 𝑛,𝑚 = 𝑛𝑚
Preencher “m” posições tendo
“n” elementos disponíveis,
podendo repetir os elementos.
Exemplo: Pintar 4 faixas de uma
bandeira com 3 cores
disponíveis, podendo repeti-las –
A (3,4)
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 18 Noções básicas de contagem e probabilidade PROBABILIDADE
𝑃𝑟𝑜𝑏𝑎𝑏𝑖𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 =
𝑛° 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑠𝑜𝑠 𝑓𝑎𝑣𝑜𝑟á𝑣𝑒𝑖𝑠
𝑛° 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑠𝑜𝑠 𝑝𝑜𝑠𝑠í𝑣𝑒𝑖𝑠
Probabilidade pode ser escrita em forma de
fração, porcentagem ou número decimal
Exemplo: Lançamento de um dado – Espaço
amostral {1,2,3,4,5,6} ; Evento {2,3,5}
𝑃 =
3
6
=
1
2
= 50% = 0,5
Evento Complementar
Dois ou mais eventos são
complementares quando, juntos,
formam o espaço amostral.
𝑃 𝐸𝐶 = 1 − 𝑝(𝐸)
Probabilidade Condicional
Probabilidade de ocorrer um
evento A, sendo que um outro
evento B já aconteceu
𝑃 𝐴/𝐵 =
𝑃(𝐴 ∩ 𝐵)
𝑃(𝐵)
União de Eventos
São eventos mutuamente exclusivos?
Sim
Não
𝑃 𝐴 ∪ 𝐵 = 𝑃 𝐴 + 𝑃(𝐵)
𝑃 𝐴 ∪ 𝐵 = 𝑃 𝐴 + 𝑃 𝐵 − 𝑃(𝐴 ∩ 𝐵)
Interseção de eventos
São eventos independentes?
Sim
𝑃(𝐴 ∩ 𝐵) = 𝑃 𝐴 . 𝑃(𝐵)
Sim
𝑃(𝐴 ∩ 𝐵) = 𝑃 𝐴 . 𝑃
𝐵
𝐴
= 𝑃 𝐵 . 𝑃(
𝐴
𝐵
)
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 19 Noções básicas de teoria dos conjuntos Teoria dos conjuntos
U
Fórmula União dos Conjuntos
N 𝐴 ∪ 𝐵 ∪ 𝐶 = 𝑁 𝐴 + 𝑁 𝐵 + 𝑁 𝐶 − 𝑁(𝐴 ∩ 𝐵) − 𝑁(𝐴 ∩ 𝐶) - 𝑁(𝐵 ∩ 𝐶) + N(A ∩ 𝐵 ∩ 𝐶)
A ∩ B
A ∩ C B ∩ C
A ∩ B ∩ 
C
A B
C
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INFORMÁTICA
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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INFORMÁTICA
Conceito de Internet e IntranetMEMORIZZE 01 INTERNET X INTRANET
Rede mundial de computadores,
composta por todos os computadores
do mundo ligados em rede
INTERNET
Rede Pública
Qualquer pessoa
tem acesso
Rede Privada
Intranet - Conjunto de computadores da Internet com as 
mesmas características da
Internet, isoladas da rede mundial. Comum em empresas e 
órgãos públicos.
Rede Restrita
INTRANET
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INFORMÁTICA
Conceito de Internet e IntranetMEMORIZZE 02 TIPOS DE PROTOCOLO
HTTP - HyperText 
Transfer Protocol, ou 
Protocolo de Transferência de
Hipertexto
Transfere o conteúdo das 
páginas web para 
navegadores (BROWSERS)
PORTA 80
HTTPS - HyperText 
Transfer Protocol Secure.
Implementação do HTTP 
com uma camada de 
segurança;
Utiliza o protocolo SSL/TLS;
Utilizado em endereços 
WEB que trafegam 
informações sensíveis 
(senhas, dados bancários 
etc.)
PORTA 443
FTP – File Transfer 
Protocol, ou Protocolo de 
Transferência de Arquivos
Utilizado exclusivamente 
para transferência de dados 
pela WEB;
Porta 20 para transferência 
de arquivos;
Porta 21 para controle da 
sessão.
PORTAS 20 e 21
SMTP – Simple Mail 
Transfer Protocol, ou 
Protocolo Simples de 
Transferência de Correio;
“SUA MENSAGEM TA 
PARTINDO”.
Responsável apenas pelo 
envio de email.
PORTA 25
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INFORMÁTICA
Conceito de Internet e IntranetMEMORIZZE 03 TIPOS DE PROTOCOLO
POP3 - Post Office 
Protocol Version 3
Utilizado para o 
recebimento de mensagens 
de email;
Transfere a mensagem 
armazenada no servidor de 
email para a máquina do 
usuário 
PORTA 110
IMAP - Internet Message 
Access Protocol
Protocolo de acesso a mensagem da 
Internet;
Protocolo mais utilizado dentre os 
WEBMAILS modernos;
Principal diferença é que a mensagem 
pode ser lida sem transferi-la do 
servidor que se encontra.
PORTA 143
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INFORMÁTICA
Conceito de Internet e IntranetMEMORIZZE 04 DNS
DNS – DOMAIN NAME SYSTEM
“É UM SISTEMA DE NOMES DE DOMÍNIO – CONVERTE NOMES DE ENDEREÇOS EM ENDEREÇOS IP”
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INFORMÁTICA
Conceito de Internet e IntranetMEMORIZZE 05 PRINCIPAIS TECLAS DE ATALHOS PARA NAVEGADORES
JANELA GUIA PÁGINA
CTRL + N NOVA JANELA
ALT + F4 FECHAR JANELA
SHIFT + 
BOTÃO 
ESQ. DO 
MOUSE
ABRIR LINK EM 
NOVA JANELA
F11 TELA CHEIA
CTRL + T NOVA GUIA
CTRL + W FECHAR GUIA
CTRL + 
BOTÃO 
ESQ. DO 
MOUSE
ABRIR LINK EM 
NOVA GUIA
ALT + HOME ABRE PÁG. INICIAL
CTRL + P IMPRIMIR
F5 ATUALIZARCTRL + H ABRE O HISTÓRICO
CTRL + D ADD AOS FAVORITOS
CTRL + F OU 
F3
ABRE CAIXA DE 
PESQUISA
CTRL + F
LOCALIZAR 
CONTEÚDO NA PÁG.
CTRL + J DOWNLOADS
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PROTEÇÃO ALTIMALWARE
FILTRAGEM ACTIVEX
INFORMÁTICA
Ferramentas e aplicativos MEMORIZZE 06 INTERNET EXPLORER – PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
FILTRO SMARTSCREEN
PROTEÇÃO ANTIPHISHING
REPUTAÇÃO DE APLICATIVO
PROTEÇÃO CONTRA RASTREAMENTO
MODO DE EXIBIÇÃO DE COMPATIBILIDADE
Defende o computador de ameaças
Filtra ameaças de sites impostores destinados a adquirir
informações pessoais
Remove todos os avisos desnecessários e mostra avisos
importantes para downloads de alto risco
Para ajudar a impedir que softwares potencialmente
perigosos se infiltrem no computador
O navegador envia por padrão uma mensagem “DO NOT
TRACK” aos sites visitados para evitar rastreamento.
Permite bloquear controles ActiveX e complementos do
navegador WEB. Impossibilita que sítios forneçam conteúdos
sem o consentimento do usuário
Ao ativar o modo de compatibilidade, o usuário ajuda a corrigir
problemas de exibição do site.
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MODO OFF-LINE
SOFTWARE OPENSOURCE
VERSÕES
INFORMÁTICA
Ferramentas e aplicativos MEMORIZZE 07 MOZILLA FIREFOX – PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
FIREFOX SINC
O código fonte é público
Permite que todos os dados de navegação sejam armazenados
nos servidores MOZILLA, com isso poderá ser compartilhado em
todos os dispositivos que também estejam sincronizados
Possui versões para Windows, Linux, Mac OS, iOS e Android
O SYNC pode ser ativado pelo botão do menu ou pelo item FERRAMENTAS, na barra de menus,
ou na aba SYNC, nas opções do FIREFOX
OPÇÕES
O modo off-line navega apenas por sites que foram acessados no
histórico e que possuem conteúdo armazenado no computador.
Fica disponível no item FERRAMENTAS, na barra de MENUS.
Mostra todas as possibilidades e limitações do FIREFOX
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GERENCIADOR DE SENHAS
SINCRONIZAÇÃO
NAVEGADOR LÍDER
INFORMÁTICA
Ferramentas e aplicativos MEMORIZZE 08 GOOGLE CHROME – PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
SANDBOX(CAIXA DE AREIA)
Realizada por meio de uma conta do GMAIL.
O Chrome cria, quando em execução, uma sandbox de modo que
nenhum processo em execução no navegador tenha acesso
direto a recursos sensíveis do computador
Navegador líder do mercado.
É o desenho de uma chave entre o zoom e a estrela.
BOTÃO MENU
Fora da barra de endereços é o único
botão existente. Nele tem a opção
CONFIGURAÇÕES que é o item que
mostra todas as possibilidades e
limitações do Chrome.
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 09 REDE DE COMPUTADORES - CONCEITO
Conexão de 2 ou mais computadores que
permitem o compartilhamento de recursos
e troca de informações entre as máquinas.
Meio físico que conecta dois computadores 
– ENLACE DE COMUNICAÇÃO
computadores – são chamados de NÓS
Enlace simples entre um par de nós –
ENLACE PONTO A PONTO
Enlace com mais de um par de nós –
ENLACE MULTIPONTO
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 10 LAN X MAN X WAN
SÃO CLASSIFICADOS DE ACORDO COM A LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA
LAN MAN WAN
Local Area Network – Rede de
alcance local – Ex : Residências,
praças de alimentação e etc.
Metropolitan Area Network – Rede
de alcance metropolitano - Ex:
cidade ou região ou região
metropolitana
Wide Area Network – Rede de
alcance extenso – Ex: País,
continente e etc.
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 11 TOPOLOGIA BÁSICA DE REDES
PONTO - A - PONTO
União de 2 computadores por um meio de transmissão qualquer
Cabo de rede ETHERNET – CROSS OVER
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 12 TOPOLOGIA BÁSICA DE REDES
BARRAMENTO
Todos os computadores são ligados em um mesmo barramento físico de dados.
Quando um dispositivo transmitir um sinal, toda a rede fica ocupada.
Facilidade de instalação e menor 
quantidade de cabeamento (baixo 
custo)
O acréscimo de novos pontos à rede 
afeta diretamente a performance da 
rede
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 13 TOPOLOGIA BÁSICA DE REDES
ANEL
Dispositivos conectados em série, formando um circuito fechado (anel).
Os dados são transmitidos de nó em nó até o destino.
Lida bem com acréscimo de novos 
usuários na rede, sem impactos 
significativos na rede
Basta apenas a falha em nó ou então 
em um cabeamento e toda a rede fica 
fora do ar
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 14 TOPOLOGIA BÁSICA DE REDES
ESTRELA
A topologia em estrela utiliza cabos de par trançado e um concentrador como ponto 
central da rede.
Se um dos cabos, uma das portas do 
concentrador ou uma das placas de rede 
estiver com problemas, apenas o nó ligado ao 
componente defeituoso ficará fora de rede.
O concentrador se encarrega de retransmitir todos os 
dados para a estação de destino
Como desvantagem, o concentrador é o ponto 
vulnerável da rede
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 15 TOPOLOGIA BÁSICA DE REDES
ÁRVORE
A topologia em árvore é uma série de barras interconectadas
Existe uma barra central onde outros ramos menores se conectam.
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 16 TOPOLOGIA BÁSICA DE REDES
FULL MESHED
Todos os dispositivos replicam informações a todos
Rede altamente confiável e altamente redundante
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 17 Fundamentos da Segurança da Informação
CONFIDENCIALIDADE INTEGRIDADE DISPONIBILIDADE AUTENTICIDADE
Acesso a informação 
somente por pessoas 
autorizadas
Exatidão e 
completeza da 
informação e dos 
métodos de 
processamento
Garantia que os 
usuários 
obtenham acesso 
à informação 
sempre que 
necessário
Garante que a 
informação ou o 
usuário é 
autêntico
C I D A
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 18 Fundamentos da Segurança da Informação
NÃO REPÚDIO
Não é possível negar 
uma operação ou serviço 
que modificou ou criou 
uma informação
LEGALIDADE
Garante a legalidade 
jurídica da informação
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 19 MALWARE
MALWARE – “É um termo abreviado para malicious software. Esse software é criado
com o objetivo de obter acesso ou danificar um computador, sem o conhecimento
do proprietário”.
TIPOS DE MALWARE
MALWARE
VÍRUS
SPYWARE
KEYLOGGERS
WORMS ROOTKITS
ADWARE
TROJAN
OUTROS
DICA – NEM TODO 
MALWARE É VÍRUS MAS 
TODO VÍRUS É UM 
MALWARE
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 20 VÍRUS
VÍRUS SIMPLES – AO SER EXECUTADO, 
INFLIGE DANOS E SE ANEXA A OUTRO 
ARQUIVO, PARA SER REPLICADO. NÃO SE 
MODIFICA
VÍRUS ENCRIPTADO – EMBARALHA 
SE O VÍRUS PARA QUE ESTE NÃO 
SEJA DETECTADO
VÍRUS DE MACRO – ROTINAS 
MALICIOSAS EM UM DOCUMENTO.VINCULAM SUAS MACROS A 
MODELOS DE DOCUMENTOS E A 
OUTROS ARQUIVOS DE MODO QUE 
EXECUTE AS INSTRUÇÕES DO VÍRUS
VÍRUS DE SCRIPT – RECEBIDO AO ACESSAR 
UMA PÁGINA DA WEB OU POR E-MAIL, PODE 
SER AUTOMATICAMENTE EXECUTADO, 
DEPENDENDO DA CONFIGURAÇÃO DO 
BROWSER OU DO LEITOR DE E-MAILS.
VÍRUS PROPAGADO POR E-MAIL – TENTA 
INDUZIR O USUÁRIO A EXECUTÁ-LO.
VÍRUS STEALTH – SÃO VÍRUS 
INVISÍVEIS, UM DOS MAIS COMPLEXOS 
DA ATUALIDADE, CUJA PRINCIPAL 
CARACTERÍSTICA É A INTELIGÊNCIA. 
ELES CONSEGUEM SE AUTO 
REMOVEREM DA MEMÓRIA 
TEMPORARIAMENTE DURANTE A 
VARREDURA DE PROGRAMAS DE 
ANTIVÍRUS
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 21 WORM
PROGRAMAS AUTORREPLICANTES, QUE PASSAM 
DE UM SISTEMA A OUTRO.
NÃO NECESSITAM DE UTILIZAR UM HOSPEDEIRO
PODEM CAUSAR DANOS SEM ATIVAÇÃO DO
USUÁRIO
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 22 VÍRUS X WORM
VÍRUS
PROGRAMA OU PARTE DE 
UM PROGRAMA DE 
COMPUTADOR
INSERE CÓPIAS DE SI 
MESMO, SE TORNANDO 
PARTE DE OUTROS 
PROGRAMAS
DEPENDE DA EXECUÇÃO DO 
PROGRAMA OU ARQUIVO 
HOSPEDEIRO PARA SER 
ATIVADO
WORMS
PROGRAMA
PROPAGA-SE 
AUTOMATICAMENTE PELAS 
REDES 
(AUTORREPLICANTE)
EXECUÇÃO DIRETA DE 
SUAS CÓPIAS OU PELA 
EXPLORAÇÃO AUTOMÁTICA 
DE VULNERABILIDADES EM 
PROGRAMAS INSTALADOS 
EM COMPUTADORES
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 23 SPYWARE
PROGRAMA QUE ESPIONA ATIVIDADES DE UM SISTEMA E ENVIA A TERCEIROS. PODEM SER KEYLOGGERS, SCREENLOGGERS OU ADWARES
ADWARES
MOSTRAM 
PROPAGANDAS 
PARA O USUÁRIO
KEYLOGGERS
CAPTURA O QUE O 
USUÁRIO DIGITA
SCREENLOGGERS
REGISTRA OS 
MOVIMENTOS DE 
MOUSE DE UM 
USUÁRIO
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 24 BACKDOOR
PROGRAMA QUE MANTÉM PORTAS ABERTAS 
PARA UM INVASOR
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 25 PHISHING
TIPO DE FRAUDE NO QUAL UM GOLPISTA TENTA OBTER DADOS PESSOAIS E FINANCEIROS.
NORMALMENTE FICAM DISFARÇADOS DE INSTITUIÇÕES CONHECIDAS PARA OBTEREM DADOS PESSOAIS.
GOLPISTA ENVIA E-MAIL 
PARA VÍTIMA
GOLPISTA VÍTIMA
VÍTIMA CLICA NO E-
MAIL E VAI PARA 
WEBSITE IMPOSTOR
WEBSITE IMPOSTOR
IMPOSTOR COLETA 
DADOS DA VÍTIMA
WEBSITE VERDADEIRO
GOLPISTA UTILIZA 
DADOS DA VÍTIMA 
PARA ACESSAR AO 
WEBSITE VERDADEIRO 
E COMETER A FRAUDE
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 26 ENGENHARIA SOCIAL
PRÁTICAS UTILIZADAS PARA OBTER ACESSO A INFORMAÇÕES POR MEIO DA ENGANAÇÃO OU
EXPLORAÇÃO DA CONFIANÇA DAS PESSOAS.
É UM MÉTODO DE ATAQUE, ONDE ALGUÉM FAZ USO DA
PERSUASÃO, MUITAS VEZES ABUSANDO DA INGENUIDADE
OU CONFIANÇA DO USUÁRIO, PARA OBTER INFORMAÇÕES
QUE PODEM SER UTILIZADAS PARA TER ACESSO NÃO
AUTORIZADO A COMPUTADORES OU INFORMAÇÕES
A DIFERENÇA PARA O FISHING É QUE NESTE NÃO TEM
CONHECIMENTO TÉCNICO UTILIZADO.
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 27 RANSOMWARE
RANSOM = SEQUESTRO
É UM TIPO DE CÓDIGO MALICIOSO QUE
TORNA OS DADOS ARMAZENADOS
INACESSÍVEIS EM UM EQUIPAMENTO. O
IMPOSTOR EXIGE UM PAGAMENTO DE
RESGATE PARA RESTABELECER O ACESSO AO
USUÁRIO.
É UM ATAQUE MODERNO
GERALMENTE UTILIZAM A CRIPTOGRAFIA
PARA BLOQUEAR O ACESSO
UTILIZA O BITCOIN COMO PAGAMENTO
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 28 TROJAN - CAVALO DE TROIA
PROGRAMAS IMPOSTORES, QUE SE PASSAM POR UM PROGRAMA
DESEJÁVEL.
EXECUTAM MAIS FUNÇÕES ALÉM DAQUELAS QUA
APARENTEMENTE O PROGRAMA FOI PROJETADO
CONTÉM CÓDIGOS MALICIOSO QUE QUANDO ATIVADOS, CAUSAM
A PERDA OU ATÉ MESMO O ROUBO DE DADOS
NÃO SE REPLICAM
ASSIM COMO NA HISTÓRIA DA GUERRA ENTRE GREGOS E TROIANOS O
CAVALO DE TROIA APARENTEMENTE SE COMPORTA COMO UM
“PRESENTE” MAS POR DENTRO VEM COM OS CÓDIGOS MALICIOSOS
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 29 PROTEÇÃO – Antivírus
PREVINIR 
DETECTAR
ELIMINAR
VÍRUS
CASO SEJA ENCONTRADO ALGUM VÍRUS, ESTE SERÁ
COLOCADO EM QUARENTENA (ISOLA O VÍRUS), OU SERÁ
EXCLUÍDO COMPLETAMENTE.
PRINCIPAL DIFERENÇA ENTRE ANTIVÍRUS PAGOS E
GRATUITOS É QUE AS VERSÕES PAGAS OFERECEM
PROTEÇÕES EXTRAS .
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 30 PROTEÇÃO – Firewall
MONITORA O TRÁFEGO DE REDE 
PERMITE OU BLOQUEIA TRÁFEGOS 
ESPECÍFICOS
PODE SER SOFTWARE/HARDWARE, 
ONDE A UNIÃO DOS DOIS É 
CONHECIDA COMO “APPLIANCE”.
“PAREDE” de filtro da internet
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FÍSICA
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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FÍSICA
Cinemática escalar, cinemática vetorialMEMORIZZE 01 VELOCIDADE MÉDIA
3,6
3,6
Km/h m/s
MOVIMENTO RETRÓGRADO MOVIMENTO PROGRESSIVO
0
TRAJETÓRIA
∆𝑆 < 0 ∆𝑆 > 0
“Velocidade média é a razão entre a distância
percorrida por um corpo e o tempo gasto
para percorrê-la”.
“Sinal de velocidade negativo significa
movimento contrário a trajetória”
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FÍSICA
Cinemática escalar, cinemática vetorialMEMORIZZE 02 MOVIMENTO UNIFORME (M.U.)
“Movimento Uniforme a velocidade do corpo
é constante e diferente de 0”.
SORVETE
0
TRAJETÓRIA
AB
SE UM CORPO ESTIVER EM SENTIDO OPOSTO, UMA DAS 
VELOCIDADES DEVERÁ SER NEGATIVA.
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FÍSICA
Cinemática escalar, cinemática vetorialMEMORIZZE 03 MOVIMENTO UNIFORME VARIADO (M.U.V.)
“Movimento Uniforme Variado a velocidade
do corpo sofre alteração. Temos uma nova
grandeza física - ACELERAÇÃO (a).
“Aceleração é a razão entre a
variação da velocidade e a
intervalo de tempo”
VOVÔ E VOVÓ A TOA
Velocidade – m/s
Tempo – s
a – m/s2
SORVETÃO
VOVÔ FICOU COM VOVÓ 
+ 2 AMIGAS SENHORAS
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FÍSICA
MEMORIZZE 04 LEIS DE NEWTON
“FORÇA RESULTANTE É O SOMATÓRIO DE TODAS AS FORÇAS APLICADAS”
F1
F2
F3
F4
FR
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FÍSICA
MEMORIZZE 05 LEIS DE NEWTON – 1° LEI DE NEWTONPRINCÍPIO DA INÉRCIA – 1° LEI DE NEWTON
Um corpo em movimento tende a permanecer em movimento e um corpo em repouso tende a
permanecer em repouso.
ÔNIBUS PARADO EM RELAÇÃO A TERRA ÔNIBUS PARTE BRUSCAMENTE
Se a soma das forças atuantes sobre um corpo for nula, FR = 0, o corpo se manterá por inércia.
O passageiro de trás não estava segurando no apoio, portanto FR = 0, com isso devido ao princípio da inércia
permanece em seu estado de repouso em relação a terra
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FÍSICA
MEMORIZZE 06 LEIS DE NEWTON – 2° LEI DE NEWTONPRINCÍPIO DA INÉRCIA – 2° LEI DE NEWTON
“Se a força resultante não for nula, o corpo sofrerá uma aceleração que vai alterar sua
velocidade”
De acordo com a 2° lei de Newton, a força resultante é igual o produto da massa pela
aceleração
FORÇA = 40 N FORÇA = 40 N
PESO = 20 KG PESO = 10 KG
ACELERAÇÃO = 2 m/s2 ACELERAÇÃO = 4 m/s2
Ao aplicar uma força em um corpo, o movimento éalterado mas não de mesma forma, pois
corpos com menor massa possuem menor aceleração
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FÍSICA
MEMORIZZE 07 LEIS DE NEWTON – 3° LEI DE NEWTONAÇÃO E REAÇÃO – 3° LEI DE NEWTON
“Quando um corpo exerce uma força sobre outro, simultaneamente este outro reage sobre o primeiro aplicando-lhe uma força de
mesma intensidade, mesma direção, mas sentido contrário”
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FÍSICA
MEMORIZZE 08 TRABALHOTrabalho
τ = F.d FORÇA FORÇA
DISTÂNCIA
TRABALHO MOTOR
FORÇA FORÇA
DISTÂNCIA
τ = -F.d
TRABALHO RESISTENTE
“Trabalho é uma medida da energia transferida pela aplicação de uma força ao longo de um deslocamento”.
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FÍSICA
MEMORIZZE 09 TRABALHOTrabalho
“Trabalho é uma medida da energia transferida pela aplicação de uma força ao longo de um deslocamento”.
τ = F.d.cos 𝜃
FORÇA FORÇA
DISTÂNCIA
𝜃 𝜃
FORÇA NORMAL
FORÇA PESO
fat𝑓𝑎𝑡 = μ . N 
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FÍSICA
MEMORIZZE 10 POTÊNCIAPOTÊNCIA
“Potência mede a rapidez com que se realiza um trabalho”.
τ – Joules
T – Segundos
P – J/s = W (Watt)
Como d/t = V
Potmed= 𝑭. 𝑽
FORÇA FORÇA
DISTÂNCIA
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FÍSICA
MEMORIZZE 11 ENERGIA CINÉTICAEnergia cinética, potencial e atrito
“É a energia ligada ao movimento dos corpos. Resulta da transferência de energia do sistema que põe o
corpo em movimento.
“O trabalho total realizado sobre um corpo que se
desloca entre os pontos A e B é igual à variação da
energia cinética entre esses dois pontos.”
ENERGIA 
POTENCIAL
ENERGIA CINÉTICA
h
v
Tem altura – energia potencial
Tem velocidade – energia cinética
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FÍSICA
MEMORIZZE 12 ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONALEnergia cinética, potencial e atrito
“Energia potencial gravitacional é a energia que o corpo possui devido a atração gravitacional da Terra”.
“Desta forma, a energia potencial gravitacional depende da posição do corpo em relação a um nível de referência”.
ENERGIA 
POTENCIAL
ENERGIA CINÉTICA
h
v
Tem altura – energia potencial
Tem velocidade – energia cinética
𝐸𝑃𝐺 = m.g.h
𝐸𝑃𝐺 = m.g.h
𝐸𝑐 = (m.v
2)/2 
𝐸𝑃𝐺 = m.g.h = 0
Referencial
h1
h2
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FÍSICA
MEMORIZZE 13 ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL X 
ENERGIA CINÉTICA
Energia cinética, potencial e atrito
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FÍSICA
MEMORIZZE 14
ENERGIA MECÂNICA
Energia cinética, potencial e atrito
ENERGIA MECÂNICA = ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL + ENERGIA CINÉTICA + ENERGIA POTENCIAL ELÁSTICA
ENERGIA 
MECÂNICA
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FÍSICA
MEMORIZZE 15
ATRITO – Grandeza adimensional
Energia cinética, potencial e atrito
ATRITO ESTÁTICO ATRITO DINÂMICO
FORÇA
fat
CORPO EM REPOUSO
𝑓𝑎𝑡𝑚á𝑥 = μe . N 
𝐹𝑜𝑟ç𝑎 𝑛𝑜𝑟𝑚𝑎𝑙 = Peso
FORÇA
fat
ACELERAÇÃO
𝑓𝑎𝑡 = μd . N 
𝐹𝑜𝑟ç𝑎 𝑛𝑜𝑟𝑚𝑎𝑙 = Peso
CORPO JÁ EM MOVIMENTO
FORÇA NORMAL
PESO = m.g
*IMINÊNCIA DE 
MOVIMENTO – CORPO ESTÁ 
QUASE ENTRANDO EM 
MOVIMENTO (fat (máx.).
FORÇA NORMAL
PESO = m.g
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FÍSICA
MEMORIZZE 16 CONSERVAÇÃO DE ENERGIAConservação de energia
EM UM SISTEMA CONSERVATIVO A ENERGIA INICIAL É IGUAL A ENERGIA FINAL
*sem atrito – conservação de energia não considera o atrito.
Etotal A = Etotal B
Ec A + Epg A + Epel A = Ec B + Epg B + Epel BPARTE DO 
REPOUSO
Epg A = Ec B
m.g.h = m.vb2/2
(10.5).2 = vb2
Vb = 10m/s
Fazer da mesma forma para VC - Etotal A = Etotal C
m.g.h = m.Vc2/2 + m.g.h
10.5 = Vc2/2 + 10.4
Vc = 20 m/s
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FÍSICA
MEMORIZZE 17 IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO 
FORÇA
Δt
IMPULSO = FORÇA X INTERVALO DE TEMPO
“Impulso e força tem a mesma direção e
sentido”.
IMPULSO = N.s
Área é igual ao
impulso em um
gráfico F x t
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 01 HISTÓRIA
24 de Julho 1928
Polícia Rodoviária 
Federal (PRF) foi 
criada pelo 
presidente 
Washington Luís 
Através do Decreto 
nº 18.323
Definia as regras de 
trânsito à época, 
com a denominação 
inicial de “Polícia 
de Estradas”. 
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 02 HISTÓRIA
Antônio Félix 
Filho, o 
“Turquinho”
(1°patrulheiro 
rodoviário 
federal)
Chamado pelo 
administrador 
Natal Crosato, a 
mando do 
engenheiro-chefe 
da Comissão de 
Estradas de 
Rodagem, Yeddo 
Fiúza, para 
organizar os 
serviços de 
vigilância das 
rodovias Rio-
Petrópolis, Rio-
São Paulo e 
União Indústria.
Recebeu a 
missão de zelar 
pela segurança 
das rodovias 
federais e foi 
nomeado 
Inspetor de 
Tráfego, contava 
com cerca de 
450 “vigias” da 
Comissão de 
Estradas de 
Rodagem 
(CER).
1935, Yeddo Fiúza 
indicou Carlos 
Rocha Miranda 
para organizar a 
estrutura da Polícia 
das Estradas, 
auxiliado por 
Turquinho. Juntos 
criaram, no dia 23 
de julho de 1935, o 
primeiro quadro de 
policiais da hoje 
Polícia Rodoviária 
Federal, 
denominados, a 
época, “Inspetores 
de Tráfego
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 03 HISTÓRIA
Antônio Felix Filho ficou com a 
plaqueta nº 1. Ele foi incumbido de 
chefiar uma equipe com 13 
componentes e, ainda, ficou responsável 
pelo primeiro posto de fiscalização da 
Polícia Rodoviária Federal, que foi 
construído na estrada Rio-Petrópolis, 
numa localidade denominada 
Castanhinha.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 04 HISTÓRIA
Até meados de 
1939, o Sistema 
Rodoviário incluía 
apenas as rodovias 
Rio-Petrópolis Rio-São Paulo Rio-Bahia União Indústria
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 05 HISTÓRIA
• Somente em 1943, 
no estado do Paraná, 
foi criado um Núcleo 
da Polícia das 
Estradas.
• Objetivo de exercer o 
policiamento de 
trânsito em rodovias 
em construção 
naquele estado.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 06 HISTÓRIA
Passo importante 
para o exercício 
das atividades da 
Polícia das 
Estradas.
Transformação da 
Comissão Nacional de 
Estradas de Rodagem 
no Departamento 
Nacional de Estradas de 
Rodagem – DNER, 
conforme a Lei nº 467 
de 31 de julho de 1937.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 07 HISTÓRIA
Decreto-Lei nº 2.994 de 
28 de janeiro de 1941
Criação do primeiro 
Código Nacional de 
Trânsito
Setembro de 1941
Emenda no Código 
Nacional de Trânsito 
que criou o CONTRAN
e os CETRANS
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 08 HOSTÓRIA
Decreto 8.463 
(Lei Joppert) 
27 de 
dezembro de 
1945
Reorganizou o 
Departamento Nacional 
de Estradas de Rodagem 
(DNER)
O nome “Polícia 
Rodoviária 
Federal” foi 
sugerido pelo 
engenheiro Ciro 
Soares de Almeida
Nasceu a 
denominação de 
PolíciaRodoviária 
Federal
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 09 HISTÓRIA
5 de setembro de 1947
Polícia Rodoviária Federal criou o Grupo de Motociclistas com a missão de 
realizar o batedor do presidente (Harry S. Truman ) dos EUA , que veio a cidade de 
Petrópolis
A Polícia Rodoviária Federal recebeu 
25 motocicletas da marca Harley 
Davidson
E o restante foi distribuído para vários 
estados brasileiros
Ao término da missão, 10 
motocicletas ficaram no RJ
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 10 HISTÓRIA
A PRF era 
supervisionada pela 
Divisão de 
Conservação, 
Pavimentação e 
Tráfego – DCPT –
do DNER. 
Em 12 de dezembro 
de 1957, com a 
assinatura do 
Decreto nº 42.799, a 
PRF passou a fazer 
parte da Divisão de 
Trânsito
Desligou-se, 
assim, do DCPT e 
concentrou seu 
comando na área 
central do DNER
Até Dezembro de 1957
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 11 HISTÓRIA
O Departamento Nacional de Estradas 
de Rodagens adotou para os seus 
funcionários a CLT, e a primeira 
turma a ser contratada neste 
regime foi a de 1965
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 12 HISTÓRIA
Foi assinado o Decreto Lei nº 
512, regulando a Poli ́tica 
Nacional de Viação 
Rodoviária, fixando diretrizes 
para a reorganização do 
Departamento Nacional de 
Estradas de Rodagem.
21 de março de 1969
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 13 HISTÓRIA
Assinatura do Decreto nº 74.606, que 
dispôs sobre a estrutura básica do 
Departamento Nacional de Estradas de 
Rodagem, foi criada a Diretoria de 
Trânsito e, integrada a ela, a 
Divisão de Poli ́cia Rodoviária 
Federal.
24 de setembro de 1974
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 14 HISTÓRIA
50 anos após sua fundação, a PRF recebeu 
as primeiras policiais em seus quadros. 
No concurso realizado naquele ano, com 
vagas distribuídas para todo Brasil, 5 
mulheres foram aprovadas.
1978
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 15 HISTÓRIA
Com o advento da Constituição de 1988, a 
Poli ́cia Rodoviária Federal foi 
institucionalizada e integrada ao 
Sistema Nacional de Segurança Pública. 
Inserida no Art. 144, no Título V – Da Defesa do 
Estado e das Instituições Democráticas, Capítulo 
III – Da Segurança Pública, a PRF ganha 
definitivamente o status de instituição 
permanente de Estado, atuando no 
policiamento e na fiscalização de rodovias e de 
áreas de interesse da União.
1988
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 16 HISTÓRIA
Por meio da Lei nº 8.028, de 12 de abril de 1990, e do Decreto no 11, de 
18/01/91, a Poli ́cia Rodoviária Federal passou a integrar a 
estrutura organizacional do Ministério da Justiça como Departamento 
de Polícia Rodoviária Federal.
Posteriormente, o Departamento de Polícia Rodoviária Federal, 
através do Decreto nº 761, de 19/02/93, passou a integrar a 
estrutura regimental da Secretaria de Trânsito do 
Ministério da Justiça.
Posteriormente, através do Decreto nº 1.796, de 24/01/96, o 
DPRF passou a integrar a estrutura regimental da Secretaria 
de Planejamento de Ações Nacionais de Segurança 
Pública do Ministério da Justiça.
Em 3 de outubro de 1995, a Polícia Rodoviária Federal tem suas 
atribuições definidas com a publicação do Decreto nº 1.655, o 
qual possui validade e dita as competências até os dias de hoje.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 17 HISTÓRIA
No ano de 2018, por ordem do presidente 
da república, Michel Temer, foi instituído o 
Ministério Extraordinário da 
Segurança Pública, logo deixando o 
status de extraordinário e se tornando 
Ministério da Seguranc ̧a Pública, o 
qual arrastou para sua estrutura 
organizacional os órgãos de segurança 
pública que antes estavam subordinados 
ao Ministério da Justiça, dentre os quais, a 
Polícia Rodoviária Federal.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 18 GRANDES EVENTOS ESPORTIVOS
Os grandes eventos 
esportivos no Brasil 
exigiram alta 
performance das 
instituições de segurança 
pública
Pan-americanos e Parapan-
americanos
2007
Copa das Confederações
2012
Jornada Mundial da Juventude 
2012 
Copa Fifa de Futebol 
2014
Jogos Olímpicos e Paralímpicos 
2016
Primeiro desafio 
em um grande evento
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 19 GRANDES EVENTOS ESPORTIVOS
A PRF destacou-se nas escoltas
• dos Chefes de Estado
• das Delegações de atletas
• da Tocha Olímpica
• das competições de rua
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 20 ATUALIDADE
A PRF exerce forte presença na 
prevenção e repressão ao crime, 
especialmente no combate ao 
Roubo e 
Furto de 
veículos e 
cargas
Tráfico de 
drogas e 
armas
Contrabando 
e 
Descaminho
Sonegação 
fiscal
Exploração 
sexual de 
crianças e 
adolescentes 
Tráfico de 
pessoas
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 21 ATUALIDADE
E mantém relacionamento estreito com instituições de segurança da Espanha e Portugal,
além de ser membro da International Association of Chiefs of Police (IACP – América 
Latina) e da UNECE (Economic Commission for Europe).
PRF assinou acordos
de cooperação com duas 
organizações 
internacionais que são 
referências no segmento 
de segurança pública
Immigration and Customs 
Enforcement (ICE) 
Drug Enforcement Agency 
(DEA)
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 22 TECNOLOGIA
Tudo isso para 
aumentar a 
eficiência dos 
resultados 
institucionais
Aplicativos de 
acesso a câmeras 
de monitoramento
Informações 
sobre pessoas e 
veículos com 
restrições judiciais
Mapas de 
localização das 
viaturas mais 
próximas Sinalizadores de 
tráfego 
automatizados
Inteligência 
policial
OBS: Os recursos tecnológicos são variados, com destaque para softwares de big data.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 23 TRÂNSITO
Fiscalização de trânsito é a 
principal atividade exercida 
pela PRF
Mais de 70 mil 
quilômetros de 
rodovias federais
Responsável pela 
fluidez e organização 
do tráfego e pela 
segurança de 
veículos e usuários 
da 4ª maior malha 
viária do planeta
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 24 TRÂNSITO
• Cinema Rodovia ́rio
Onde o profissional de transporte de cargas e 
passageiros é convidado para uma rodada de 
palestras e vídeos sobre o trânsito.
• Fetran
É um festival temático infantil sobre trânsito, 
aproximando as futuras gerações do tema 
trânsito de uma forma leve e lúdica.
Dois grandes programas muito bem aceitos pelo público:
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 25 CAPACITAÇÃO
Foi criado um novo 
Regimento Interno para 
a PRF, estruturando o 
ensino como atribuição 
do Núcleo de Normas e 
Capacitação na sede 
do DPRF e nas 
Superintendências dos 
Setoresde Legislação 
de Pessoal
Foi realizado o primeiro 
Curso de Formação de 
Instrutores (CFI) com 
gestão da própria 
instituição, fato que 
alavancou a 
multiplicação do ensino 
na instituição
A PRF deu início a uma 
nova etapa em sua 
produção de 
conhecimento, criando 
um local exclusivo para 
ações de capacitação. 
A criação da Academia 
Nacional da PRF 
(ANPRF)
1999 2004 2012
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 26 AÇÃO ESPECIALIZADA
Exigem Especialização 
Policiamento especializado 
Choque
Cinotecnia
Fiscalização de produtos 
perigosos
Conjunto de técnicas
para criação e treino
de cães.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 27 AÇÃO ESPECIALIZADA
Na PRF, o Comando de Operações 
Especializadas é a unidade 
responsável por subsidiar a 
Coordenação-Geral de 
Operações – CGO, produzindo 
análise criminal e propondo diretrizes 
para o policiamento ostensivo rodoviário 
e especializado na prevenção e 
enfrentamento ao crime, planejando, 
fomentando e supervisionando essas 
atividades.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 28 ÁREAS ESPECIALIZADAS
Escolta Batedor Motopoli-
ciamento
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 29 ÁREAS ESPECIALIZADAS
Operações de em controle de 
distúrbios – é uma atividade na qual 
o policial deve utilizar ferramentas 
psicomotoras e cognitivas em 
situações complexas, que forçam a 
tomadas de decisão rápidas e 
assertivas, em meio a cenários 
conflituosos, sob demasiado estresse.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 30 ÁREAS ESPECIALIZADAS
GRUPO DE 
RESPOSTA 
RÁPIDO 
(GRR)
Foco em ocorrências 
criminais complexas, 
em todo o Brasil
Situado em Brasília e 
subordinado ao 
Comando de 
Operações 
Especializadas da PRF 
(COE).
Seu acionamento é
pautado na resposta 
rápida a situações 
especiais, operações de 
grande sensibilidade, 
relevância e urgência
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 31
ÁREAS ESPECIALIZADAS
Policiamento 
com cães
Locais de 
fiscalização são 
bem 
diversificados.
Operações 
aéreas 
A Divisão de 
Operações 
Aéreas (DOA) da 
PRF foi 
estabelecida em 
junho de 1999.
Atendimento 
pré-hospitalar
Pronta resposta a 
urgências e 
emergências a 
acidentados, fora 
do ambiente 
hospitalar.
Perícia 
Implantada em 
2013.
ÁREAS ESPECIALIZADAS
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
TRÂNSITO
Considera-se trânsito a 
utilização das vias por 
pessoas, veículos e 
animais, isolados ou em 
grupos, conduzidos ou 
não, para fins de 
circulação, parada, 
estacionamento e 
operação de carga ou 
descarga.
O trânsito, em 
condições seguras, é 
um direito de todos e dever 
dos órgãos e entidades 
componentes do Sistema 
Nacional de Trânsito, a 
estes cabendo, no âmbito 
das respectivas 
competências, adotar as 
medidas destinadas a 
assegurar esse direito.
Os órgãos e entidades 
componentes do Sistema 
Nacional de Trânsito 
respondem, no âmbito das 
respectivas competências, 
objetivamente, por danos 
causados aos cidadãos em 
virtude de ação, omissão ou 
erro na execução e 
manutenção de programas, 
projetos e serviços que 
garantam o exercício do direito 
do trânsito seguro.
MEMORIZZE 01
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
PRIORIDADES
DEFESA DA VIDA
PRESERVAÇÃO DA 
SAÚDE
PRESERVAÇÃO DO 
MEIO AMBIENTE
OBJETIVOS BÁSICOS
I - estabelecer diretrizes da Política Nacional de 
Trânsito, com vistas à segurança, à fluidez, ao 
conforto, à defesa ambiental e à educação para o 
trânsito, e fiscalizar seu cumprimento;
II - fixar, mediante normas e procedimentos, a 
padronização de critérios técnicos, financeiros e 
administrativos para a execução das atividades de 
trânsito;
III - estabelecer a sistemática de fluxos permanentes de 
informações entre os seus diversos órgãos e entidades, 
a fim de facilitar o processo decisório e a integração do 
Sistema.
MEMORIZZE 02
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
TIPOS DE VIAS
VIAS TERRESTRES URBANAS E RURAIS
RUAS
AVENIDAS
CAMINHOS
PASSAGENS
LOGRADOUROS
ESTRADAS
RODOVIAS
PRAIAS ABERTAS A 
CIRCULAÇÃO
VIAS INTERNAS DE 
CONDOMÍNIOS 
CONSTITUÍDOS POR 
UNIDADES 
AUTÔNOMAS
VIAS E ÁREAS DE 
ESTCIONAMENTO DE 
ESTABELECIMENTOS 
PRIVADOS DE USO 
COLETIVO
MANTIDAS 
PELO PODER 
PÚBLICO
MANTIDAS 
POR 
PARTICULARES
MEMORIZZE 03
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VIAS TERRESTRES RURAIS
VIAS TERRESTRES RURAIS
Tipos 
de via
Características
Rodovias
Vias rurais 
pavimentadas
Estradas 
Vias rurais não 
pavimentadas
MEMORIZZE 04
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VIAS TERRESTRES RURAIS - RODOVIA
LIMITE DE VELOCIDADE NAS VIAS NÃO SINALIZADAS 
RODOVIA DE 
PISTA DUPLA
110 
km/h
90 km/h
RODOVIA DE 
PISTA 
SIMPLES
100 
km/h
90 km/h
PARA AUTOMÓVEIS, 
CAMIONETAS E 
MOTOCICLETAS
PARA OS DEMAIS 
VEÍCULOS
PARA AUTOMÓVEIS, 
CAMIONETAS E 
MOTOCICLETAS
PARA OS DEMAIS 
VEÍCULOS
ATENÇÃO: O órgão ou entidade de trânsito ou rodoviário com circunscrição sobre a via poderá regulamentar, 
por meio de sinalização, velocidades superiores ou inferiores a essas estabelecidas acima.
MEMORIZZE 05
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VIAS TERRESTRES RURAIS - ESTRADA
ESTRADAS
60 km/hPARA TODOS 
OS VEÍCULOS
LIMITE DE VELOCIDADE NAS VIAS NÃO SINALIZADAS 
ATENÇÃO: O órgão ou entidade de trânsito ou rodoviário com circunscrição sobre a via poderá regulamentar, 
por meio de sinalização, velocidades superiores ou inferiores a essas estabelecidas acima.
MEMORIZZE 06
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VIAS TERRESTRES URBANAS
VIAS TERRESTRES URBANAS
Tipos 
de via
Limite de Velocidade nas vias 
não sinalizadas
Características
Trânsito 
Rápido 
80 km/h
Não há semáforos, cruzamento 
ou retornos.
Arterial 60 km/h
Há semáforos e cruzamentos, 
liga bairros.
Coletora 40 km/h
Há semáforos e cruzamentos, 
dentro do bairro.
Local 30 km/h
Não há semáforos, mas há 
cruzamento. Destinada apenas 
ao acesso local ou a áreas 
restritas.
MEMORIZZE 07
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VELOCIDADE MÍNIMA
VELOCIDADE 
MÍNIMA
VELOCIDADE 
MÁXIMA
NÃO PODERÁ SER INFERIOR Á
ATENÇÃO
A velocidade mínima não poderá ser inferior à metade da velocidade máxima estabelecida, respeitadas as condições 
operacionais de trânsito e da via. Ou seja, se as condições da via estiverem adversas (temporal, engarrafamento), você 
poderá circular com velocidade inferior a mínima.
MEMORIZZE 08
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITOCONJUNTO 
DE ÓRGÃO E 
ENTIDADES 
DA:
FINALIDADE:
UNIÃO, ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E 
MUNICÍPIOS
O EXERCÍCIO DAS ATIVIDADES DE PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO, 
NORMATIZAÇÃO, PESQUISA, REGISTRO E LICENCIAMENTO DE 
VEÍCULOS, FOMRAÇÃO, HABILITAÇÃO E RECICLAGEM DE 
CONDUTORES, EDUCAÇÃO, ENGENHARIA, OPERAÇÃO DO SISTEMA 
VIÁRIO, POLICIAMENTO, FISCALIZAÇÃO, JULGAMENTO DE INFRAÇÕES 
E DE RECURSOS E APLICAÇÃO DE PENALIDADES.
MEMORIZZE 09
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
O Presidente 
da República
Designará o ministério 
ou órgão da 
Presidência 
responsável pela 
coordenação máxima 
do Sistema Nacional 
de Trânsito
ao qual estará 
vinculado o 
CONTRAN e 
subordinado o 
DENATRAN
Atualmente MINISTÉRIO 
DAS CIDADES
MEMORIZZE 10
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO - COMPOSIÇÃO
COMPÕE 
O SNT
CONTRAN
Os órgãos e 
entidades executivos 
de trânsito da União, 
dos Estados, do 
Distrito Federal e dos 
Municípios
Os órgãos e entidades 
executivos rodoviários da 
União, dos Estados, do 
Distrito Federal e dos 
Municípios
JARI
As Polícias Militares dos 
Estados e do Distrito 
Federal
PRF
CONTRANDIFE
CETRAN
MEMORIZZE 11
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO - COMPOSIÇÃO
CONTRAN
Conselho 
Nacional de 
Trânsito
Órgão 
(colegiado) 
normativo e 
consultivo em 
âmbito 
Nacional 
vinculado ao 
Ministério das 
Cidades
Sede no Distrito 
Federal e 
presidido pelo 
dirigente do 
DENATRAN
CONTRANDIFE
Conselho de 
Trânsito do 
Distrito 
Federal
Órgão 
colegiado com 
prerrogativas 
semelhantes ao 
CONTRAN só 
que em âmbito 
do Distrito 
Federal
Presidente 
nomeado pelo 
Governador do 
Distrito Federal 
CETRAN 
Conselho 
Estaduais de 
Trânsito
Órgãos 
colegiados com 
prerrogativas 
semelhantes ao 
CONTRAN só 
que em âmbito 
Estadual
Presidentes 
nomeados 
pelos 
respectivos 
Governadores 
do Estado
JARI
Juntas 
Administrativas
de Recursos e 
Infrações
Órgãos 
colegiados 
responsáveis 
pelo julgamento 
dos recursos 
interpostos 
contra 
penalidades por 
eles impostas.
Regimento 
próprio, apoio 
administrativo e 
financeiro do 
órgão ou entidade 
junto ao qual 
funcionem
DENATRAN
Departamento 
Nacional de 
trânsito
Órgão máximo 
executivo da 
União
Tem vínculo de 
subordinação 
ao Ministério 
das Cidades
MEMORIZZE 12
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
DENATRAN
Estabelecer
procedimentos sobre a 
aprendizagem e habilitação 
de condutores de veículos, a 
expedição de documentos de 
condutores, de registro e 
licenciamento de veículos.
Expedir a Permissão para 
Dirigir, a Carteira Nacional de 
Habilitação, os Certificados 
de Registro e o de 
Licenciamento Anual 
mediante delegação aos 
órgãos executivos dos 
Estados e do Distrito Federal.
Organizar e manter o 
Registro Nacional de 
Carteiras de Habilitação –
RENACH.
Organizar e manter o 
Registro Nacional de 
Veículos Automotores –
RENAVAM.
Organizar a estatística 
geral de trânsito no território 
nacional, definindo os dados 
a serem fornecidos pelos 
demais órgãos e promover 
sua divulgação.
Estabelecer modelo 
padrão de coleta de 
informações sobre as 
ocorrências de acidentes de 
trânsito e as estatísticas do 
trânsito.
Restar suporte técnico, 
jurídico, administrativo e 
financeiro ao CONTRAN.
Organizar e manter o 
Registro Nacional de 
Infrações de Trânsito 
Expedir a permissão 
internacional para conduzir 
veículo e o certificado de 
passagem nas alfândegas 
mediante delegação aos 
órgãos executivos dos 
Estados e do Distrito Federal 
(DETRAN) ou a entidade 
habilitada para esse fim pelo 
poder público federal;
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DO DENATRAN
MEMORIZZE 13
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CONTRAN
COMPOSIÇÃO 
DO CONTRAN
da Ciência e Tecnologia;
da Educação e do Desporto
do Exército
do Meio Ambiente e da Amazônia Legal
dos Transportes;
do ministério ou órgão coordenador máximo do Sistema Nacional de 
Trânsito (MINISTÉRIO DAS CIDADES)
da Saúde
da Justiça
do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)
REPRESENTANTES DOS MINISTÉRIOS:MEMORIZZE 14
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CONTRAN
Estabelecer as 
normas 
regulamentares 
referidas neste Código e 
as diretrizes da Política 
Nacional de Trânsito.
coordenar os órgãos 
do Sistema Nacional de 
Trânsito, objetivando a 
integração de suas 
atividades.
estabelecer as 
diretrizes do regimento 
das JARI.
Zelar pela uniformidade e 
cumprimento das normas 
contidas neste Código e 
nas resoluções 
complementares.
estabelecer e 
normatizar os 
procedimentos para a 
aplicação das multas por 
infrações, a arrecadação 
e o repasse dos valores 
arrecadados.
responder às 
consultas que lhe forem 
formuladas, relativas à 
aplicação da legislação 
de trânsito.normatizar os 
procedimentos sobre a 
aprendizagem, habilitação, 
expedição de documentos 
de condutores, e registro e 
licenciamento de veículos.
normatizar o processo 
de formação do candidato 
à obtenção da Carteira 
Nacional de Habilitação, 
estabelecendo seu 
conteúdo didático-
pedagógico, carga horária, 
avaliações, exames, 
execução e fiscalização. 
aprovar, 
complementar ou 
alterar os dispositivos de 
sinalização e os dispositivos 
e equipamentos de trânsito.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DO CONTRAN
dirimir conflitos sobre 
circunscrição e 
competência de trânsito 
no âmbito da União, dos 
Estados e do Distrito 
Federal.
MEMORIZZE 15
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CÂMARAS TEMÁTICAS
As Câmaras Temáticas são órgãos técnicos 
vinculados e criados pelo CONTRAN
Objetivo: estudar e oferecer sugestões e 
embasamento técnico sobre assuntos 
específicos para decisões daquele colegiado
Cada Câmara é constituída por especialistas representantes de órgãos e 
entidades executivos da União, dos Estados, ou do Distrito Federal e dos 
Municípios, em igual número, pertencentes ao Sistema Nacional de 
Trânsito, além de especialistas representantes dos diversos segmentos 
da sociedade relacionados com o trânsito
MEMORIZZE 16
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CETRANs E CONTRANDIFE
Elaborar normas no 
âmbito das respectivas 
competências.
Julgar os recursos 
interpostos contra 
decisões:
a) das JARI;
b) dos órgãos e 
entidades 
executivos 
estaduais, nos casos 
de inaptidão 
permanente constatados 
nos exames de 
aptidão física, 
mental ou 
psicológica.
Responder a 
consultas relativas à 
aplicação da legislação 
e dos procedimentos 
normativos de trânsito.
Estimular e orientar 
a execução de 
campanhas educativas 
de trânsito.
Acompanhar e 
coordenar as 
atividades de 
administração, 
educação, engenharia, 
fiscalização, 
policiamento ostensivo 
de trânsito, formação de 
condutores, registro e 
licenciamento de 
veículos, articulandoos 
órgãos do Sistema no 
Estado, reportando-se 
ao CONTRAN.
Dirimir conflitos sobre 
circunscrição e 
competência de trânsito 
no âmbito dos 
Municípios.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DOS CETRANs E 
CONTRANDIFE
MEMORIZZE 17
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ÓRGÃO EXECUTIVO
ÓRGÃO 
EXECUTIVO 
RODOVIÁRIO DE 
TRÂNSITO
No âmbito da União o órgão 
máximo é o DNIT (Departamento 
Nacional de Infraestrutura de 
Transportes) que é vinculado ao 
Ministério dos Transportes
ÓRGÃO 
EXECUTIVO DE 
TRÂNSITO
Mais conhecido 
como os 
DETRANs dos 
Estados e do 
Distrito Federal
MEMORIZZE 18
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ÓRGÃO EXECUTIVO RODOVIÁRIO DE TRÂNSITO
Planejar, projetar, 
regulamentar e 
operar o trânsito de 
veículos, de pedestres e de 
animais, e promover o 
desenvolvimento da 
circulação e da segurança
de ciclistas.
Implantar, manter e 
operar o sistema de 
sinalização, os dispositivos 
e os equipamentos de 
controle viário.
Estabelecer, em 
conjunto com os órgãos de 
policiamento ostensivo de 
trânsito, as respectivas 
diretrizes para o 
policiamento ostensivo de 
trânsito.
Executar a fiscalização 
de trânsito, autuar, aplicar 
as penalidades de 
advertência, por escrito, e 
ainda as multas e medidas 
administrativas cabíveis, 
notificando os infratores e 
arrecadando as multas que 
aplicar.
Fiscalizar o 
cumprimento da norma 
contida no art. 95, 
aplicando as penalidades e 
arrecadando as multas 
nele previstas.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DO ÓRGÃO 
EXECUTIVO RODOVIÁRIO DE TRÂNSITO
Vistoriar veículos que 
necessitem de autorização 
especial para transitar e 
estabelecer os requisitos 
técnicos a serem 
observados para a 
circulação desses veículos.
MEMORIZZE 19
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ÓRGÃOS EXECUTIVOS DE TRÂNSITO DOS ESTADOS E DO DF
Realizar, fiscalizar e 
controlar o processo 
de formação, 
aperfeiçoamento, 
reciclagem e 
suspensão de 
condutores, expedir e 
cassar Licença de 
Aprendizagem, 
Permissão para Dirigir 
e Carteira Nacional de 
Habilitação, 
mediante
delegação do órgão 
federal competente 
Vistoriar, inspecionar
quanto às condições de 
segurança veicular, 
registrar, emplacar, selar a 
placa, e licenciar veículos, 
expedindo o Certificado de 
Registro e o 
Licenciamento Anual, 
mediante delegação do 
órgão federal competente 
(DENATRAN).
Estabelecer, em 
conjunto com as Polícias 
Militares, as diretrizes 
para o policiamento 
ostensivo de trânsito.
executar a fiscalização 
de trânsito, autuar e 
aplicar as medidas 
administrativas cabíveis 
pelas infrações previstas 
neste Código, 
excetuadas aquelas 
relacionadas nos incisos 
VI e VIII do art. 24, no 
exercício regular do 
Poder de Polícia de 
Trânsito.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS EXECUTIVOS DE 
TRÂNSITO DOS ESTADOS E DO DF (DETRAN)
Aplicar as penalidades 
por infrações previstas 
neste Código, com 
exceção daquelas 
relacionadas nos
incisos VII e VIII do 
art. 24, notificando os 
infratores e arrecadando 
as multas que aplicar.
Comunicar ao órgão executivo de trânsito da União a 
suspensão e a cassação do direito de dirigir e o 
recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação.
MEMORIZZE 20
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ÓRGÃOS EXECUTIVOS DE TRÂNSITO DOS MUNICÍPIOS
Executar a fiscalização de trânsito em vias terrestres, edificações de uso público e 
edificações privadas de uso coletivo, autuar e aplicar as medidas administrativas 
cabíveis e as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de 
circulação, estacionamento e parada previstas neste Código, no exercício regular do poder de 
polícia de trânsito, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar, exercendo 
iguais atribuições no âmbito de edificações privadas de uso coletivo, somente para infrações de 
uso de vagas reservadas em estacionamentos.
Aplicar as penalidades de 
advertência por escrito e 
multa, por infrações de 
circulação, estacionamento e 
parada previstas neste 
Código, notificando os 
infratores e arrecadando as 
multas que aplicar.
Implantar, manter e 
operar sistema de 
estacionamento rotativo pago 
nas vias.
Fiscalizar, autuar e 
aplicar as penalidades e 
medidas administrativas 
cabíveis relativas a infrações 
por excesso de peso, 
dimensões e lotação dos 
veículos, bem como notificar e 
arrecadar as multas que 
aplicar.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS EXECUTIVOS DE 
TRÂNSITO DOS MUNICÍPIOS
Planejar e implantar
medidas para redução da 
circulação de veículos e 
reorientação do tráfego, com o 
objetivo de diminuir a emissão 
global de poluentes.
Registrar e licenciar, na 
forma da legislação, veículos 
de tração e propulsão 
humana e de tração animal, 
fiscalizando, autuando, 
aplicando penalidades e 
arrecadando multas 
decorrentes de infrações.
Conceder autorização para 
conduzir veículos de 
propulsão humana e de 
tração animal.
MEMORIZZE 21
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
JARI
Julgar os recursos 
interpostos pelos 
infratores.
Solicitar aos órgãos e 
entidades executivos de 
trânsito e executivos 
rodoviários informações 
complementares 
relativas aos recursos, 
objetivando uma melhor 
análise da situação 
recorrida.
Encaminhar aos 
órgãos e entidades 
executivos de trânsito e 
executivos rodoviários 
informações sobre 
problemas observados 
nas autuações e 
apontados em recursos, 
e que se repitam 
sistematicamente.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DA JARI
MEMORIZZE 22
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PRF
Cumprir e fazer 
cumprir a legislação e 
as normas de trânsito, 
no âmbito de suas 
atribuições.
Aplicar e arrecadar 
as multas impostas 
por infrações de trânsito, 
as medidas 
administrativas 
decorrentes e os valores 
provenientes de estada 
e remoção de veículos, 
objetos, animais e 
escolta de veículos de 
cargas 
superdimensionadas ou 
perigosas.
Coletar dados 
estatísticos e elaborar
estudos sobre acidentes 
de trânsito e suas 
causas, adotando ou 
indicando medidas 
operacionais preventivas 
e encaminhando-os ao 
órgão rodoviário federal.
Efetuar levantamento 
dos locais de acidentes 
de trânsito e dos 
serviços de 
atendimento, socorro e 
salvamento de vítimas.
Credenciar os 
serviços de escolta, 
fiscalizar e adotar 
medidas de segurança 
relativas aos serviços de 
remoção de veículos, 
escolta e transporte de 
carga indivisível.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DA PRF
Realizar o 
patrulhamento 
ostensivo, executando 
operações relacionadas 
com a segurança 
pública, com o objetivo 
de preservar a ordem, 
incolumidade das 
pessoas, o patrimônio 
da União e o de 
terceiros.
Implementar as 
medidas da Política 
Nacional de Segurança 
e Educação de Trânsito.
MEMORIZZE 23
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PRF
Promover e participar de 
projetos e programas de educação 
e segurança, de acordo com as 
diretrizes estabelecidas pelo 
CONTRAN.
Integrar-se a outros órgãos e 
entidades do Sistema Nacional de 
Trânsito para fins de arrecadaçãoe compensação de multas 
impostas na área de sua 
competência, com vistas à 
unificação do licenciamento, à 
simplificação e à celeridade das 
transferências de veículos e de 
prontuários de condutores de uma 
para outra unidade da Federação.
Fiscalizar o nível de 
emissão de poluentes e 
ruído produzidos pelos 
veículos automotores ou 
pela sua carga, além de dar 
apoio, quando solicitado, às 
ações específicas dos 
órgãos ambientais. 
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DA PRF
Assegurar a livre circulação nas 
rodovias federais, podendo solicitar 
ao órgão rodoviário a adoção de 
medidas emergenciais, e zelar pelo 
cumprimento das normas legais 
relativas ao direito de vizinhança, 
promovendo a interdição de 
construções e instalações não 
autorizadas.
MEMORIZZE 24
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
POLÍCIAS MILITARES DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL 
POLÍCIA MILITAR COMO AGENTE FISCALIZADOR 
DE TRÂNSITO
Executar a fiscalização de trânsito, quando e 
conforme convênio firmado, como 
agente do órgão ou entidade executivos de 
trânsito ou executivos rodoviários, 
concomitantemente com os demais agentes 
credenciados.
MEMORIZZE 25
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PORTOS
CONVÊNIO COM OS PORTOS
A autoridade portuária 
ou a entidade 
concessionária de 
porto organizado 
poderá celebrar 
convênios com os 
órgãos que compõe o 
SNT, com a 
interveniência dos 
Municípios e Estados, 
juridicamente 
interessados, para o 
fim específico de 
facilitar a autuação por 
descumprimento da 
legislação de trânsito.
O Convênio valerá para toda a área física do porto organizado
MEMORIZZE 26
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PEDESTRES
É assegurada ao pedestre a utilização de:
Vias Urbanas
Passeios ou passagens
circulação pela pista de rolamento será feita com 
prioridade sobre os veículos, pelos bordos da 
pista, em fila única
quando não houver passeios ou não for possível a 
utilização destes
exceto em locais proibidos pela sinalização e nas 
situações em que a segurança ficar comprometida
Vias Rurais
Acostamentos
Circulação pela pista de rolamento, será feita com 
prioridade sobre os veículos, pelos bordos da pista, 
em fila única, em sentido contrário ao deslocamento 
de veículos
quando não houver acostamento ou não for 
possível a utilização dele
exceto em locais proibidos pela sinalização e nas 
situações em que a segurança ficar comprometida
ATENÇÃO: O ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos e 
deveres.
MEMORIZZE 27
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
OBS: O condutor deverá, a todo momento, TER DOMÍNIO DE SEU VEÍCULO, dirigindo-o com atenção e 
cuidados indispensáveis à segurança do trânsito.
Antes de colocar o 
veículo em circulação 
nas vias públicas, o 
condutor deverá:
verificar a existência e 
as boas condições de 
funcionamento dos 
equipamentos de uso 
obrigatório
assegurar-se da 
existência de 
combustível suficiente 
para chegar ao local de 
destino
MEMORIZZE 28
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas 
à circulação obedecerá às seguintes normas:
2 - O condutor deverá guardar distância de segurança 
lateral e frontal entre o seu e os demais veículos, bem como em 
relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a 
velocidade e as condições do local, da circulação, do veículo e as 
condições climáticas;
1 - A circulação far-se-á pelo lado direito da via, admitindo-se as 
exceções devidamente sinalizadas;
MEMORIZZE 29
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
3 - Quando veículos, transitando por fluxos que se cruzem, se aproximarem de local não 
sinalizado, terá preferência de passagem:
3.1- no caso de apenas um fluxo ser 
proveniente de rodovia, aquele que estiver 
circulando por ela;
3.2- no caso de rotatória, aquele que estiver 
circulando por ela;
3.3- nos demais casos, o que vier pela direita do 
condutor.
MEMORIZZE 30
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
4 - Quando uma pista de rolamento comportar várias faixas de circulação no 
mesmo sentido são as da direita destinadas ao deslocamento dos veículos 
mais lentos e de maior porte; quando não houver faixa especial a 
eles destinada, será as da esquerda, destinadas à ultrapassagem e ao 
deslocamento dos veículos de maior velocidade;
5 - O trânsito de veículos sobre passeios, calçadas e nos acostamentos, 
só poderá ocorrer para que se adentre ou se saia dos imóveis ou 
áreas especiais de estacionamento;
6 - Os veículos precedidos de batedores terão prioridade de 
passagem, respeitadas as demais normas de circulação;
MEMORIZZE 31
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
7 - os veículos destinados a: 
* socorro de incêndio e salvamento;
* os de polícia;
* os de fiscalização e operação de trânsito; e 
* as ambulâncias,
Além de prioridade de trânsito, gozam de livre circulação, estacionamento e 
parada, quando em serviço de urgência e devidamente identificados por 
dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitente, 
observadas as seguintes disposições:
a) quando os dispositivos estiverem acionados, indicando a proximidade dos veículos, todos os 
condutores deverão deixar livre a passagem pela faixa da esquerda, indo para a direita da via e 
parando, se necessário;
b) os pedestres, ao ouvir o alarme sonoro, deverão aguardar no passeio, só atravessando a via 
quando o veículo já tiver passado pelo local;
c) o uso de dispositivos de alarme sonoro e de iluminação vermelha intermitente só poderá ocorrer 
quando da efetiva prestação de serviço de urgência;
d) a prioridade de passagem na Via e no cruzamento deverá se dar com velocidade reduzida e com 
os devidos cuidados de segurança, obedecidas as demais normas deste código;
MEMORIZZE 32
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
8 - Os veículos prestadores de serviços de utilidade pública, 
quando em atendimento na via, gozam de livre parada e 
estacionamento no local da prestação de serviço, desde que 
devidamente sinalizados.
9 - A ultrapassagem de outro veículo em movimento 
deverá ser feita pela esquerda, obedecida a 
sinalização regulamentar e as demais normas 
estabelecidas neste código, exceto quando o veículo
a ser ultrapassado estiver sinalizando o propósito de 
entrar à esquerda;
MEMORIZZE 33
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
10.1 - nenhum 
condutor que 
venha atrás haja 
começado uma 
manobra para 
ultrapassá-lo; 
10.2 - quem o 
precede na 
mesma faixa de 
trânsito não haja
indicado o 
propósito de 
ultrapassar um 
terceiro; 
10.3 - a faixa de 
trânsito que vai tomar 
esteja livre numa 
extensão suficiente
para que sua 
manobra não ponha
em perigo ou obstrua
o trânsito que venha 
em sentido contrário;
10 - todo condutor deverá, antes de efetuar uma ultrapassagem, certificar-se de que: 
MEMORIZZE34
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
11 - todo condutor ao efetuar a ultrapassagem deverá:
11.1 - indicar com antecedência a manobra pretendida, acionando a luz
indicadora de direção do veículo ou por meio de gesto convencional de 
braço; 
11.2 - afastar-se do usuário ou usuários aos quais ultrapassa, de tal forma 
que deixe livre uma distância lateral de segurança; 
11.3 - retomar, após a efetivação da manobra, a faixa de trânsito de 
origem, acionando a luz indicadora de direção do veículo ou fazendo gesto 
convencional de braço, adotando os cuidados necessários para não pôr 
em perigo ou obstruir o trânsito dos veículos que ultrapassou;
MEMORIZZE 35
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ULTRAPASSAGEM
Todo condutor, ao 
perceber que outro que 
o segue tem o propósito 
de ultrapassá-lo, deverá:
se estiver circulando pela 
faixa da esquerda, 
deslocar-se para a faixa 
da direita, sem acelerar a 
marcha;
se estiver circulando 
pelas demais faixas, 
manter-se naquela na 
qual está circulando, sem 
acelerar a marcha.
OBS: Os veículos mais lentos, quando em fila, deverão manter distância suficiente entre si para permitir que 
veículos que os ultrapassem possam se intercalar na fila com segurança.
MEMORIZZE 36
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ULTRAPASSAGEM
O condutor que tenha o propósito de 
ultrapassar um veículo de transporte 
coletivo que esteja parado, 
efetuando embarque ou desembarque 
de passageiros, deverá reduzir a 
velocidade, dirigindo com atenção 
redobrada ou parar o veículo com 
vistas à segurança dos pedestres.
O condutor não poderá ultrapassar
veículos em vias com duplo sentido 
de direção e pista única, nos trechos 
em curvas e em aclives sem 
visibilidade suficiente, nas 
passagens de nível, nas pontes e 
viadutos e nas travessias de 
pedestres, exceto quando houver 
sinalização permitindo a 
ultrapassagem.
MEMORIZZE 37
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ULTRAPASSAGEM
Nas interseções e 
suas 
proximidades, o 
condutor não
poderá efetuar 
ultrapassagem. 
MEMORIZZE 38
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
OPERAÇÃO DE RETORNO
Nas vias providas de 
acostamento, a conversão à
esquerda e a operação de retorno 
deverão ser feitas nos locais 
apropriados e, onde estes não 
existirem, o condutor deverá 
aguardar no acostamento, à 
direita, para cruzar a pista com 
segurança. 
MEMORIZZE 39
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
FAROL
O uso de luzes em 
veículo obedecerá às 
seguintes 
determinações:
O condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando 
luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis
providos de iluminação pública e nas rodovias;
Nas vias não iluminadas o condutor deve usar luz alta, 
exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo;
A troca de luz baixa e alta, de forma intermitente e por curto 
período de tempo, com o objetivo de advertir outros motoristas, só 
poderá ser utilizada para indicar a intenção de ultrapassar o veículo 
que segue à frente ou para indicar a existência de risco à 
segurança para os veículos que circulam no sentido contrário;
O condutor manterá acesas pelo menos as luzes de
posição do veículo quando sob chuva forte, neblina
ou cerração;
continua...
MEMORIZZE 40
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
FAROL
O uso de luzes 
em veículo 
obedecerá às 
seguintes 
determinações:
O condutor utilizará o pisca-alerta nas seguintes 
situações:
em imobilizações
ou situações de 
emergência;
quando a 
regulamentação
da via assim o 
determinar;
Durante a noite, em circulação, o condutor 
manterá acesa a luz de placa;
O condutor manterá acesas, à noite, as luzes de 
posição quando o veículo estiver parado para 
fins de embarque ou desembarque de 
passageiros e carga ou descarga de mercadorias.
MEMORIZZE 41
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
BUZINA
USO DE BUZINA, desde que em 
toque breve, nas seguintes 
situações:
• para fazer as advertências necessárias a fim 
de evitar acidente;
• fora das áreas urbanas, quando for 
conveniente advertir a um condutor que se 
tem o propósito de ultrapassá-lo.
ATENÇÃO: uso de buzinas PROIBIDO entre às 22:00 e às 06:00 em toda e 
qualquer situação.
MEMORIZZE 42
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CICLOMOTORES
Devem ser conduzidos pela 
direita da pista de rolamento, 
preferencialmente:
No centro da faixa mais 
à direita ou no bordo 
direito da pista sempre 
que não houver 
acostamento ou faixa 
própria a eles 
destinada.
Proibido sua 
circulação
Nas vias de 
trânsito 
rápido.
Sobre as 
calçadas das 
vias urbanas.
CICLOMOTORES
MEMORIZZE 43
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
TRANSPORTE DE CRIANÇAS
TRANSPORTE DE 
CRIANÇAS
Devem ser 
transportadas 
nos bancos 
traseiros
Idade inferior a 
10 anos 
salvo exceções 
regulamentadas 
pelo CONTRAN
MEMORIZZE 44
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
REGRA DE DESCANSO
Dentro de 
cada 6 
horas na 
condução 
de veículo
Facultado o 
seu 
fracionamento
e o tempo de 
direção
30
minutos
para 
descanso
Desde que não 
ultrapassadas 5 
horas e meia 
contínuas no 
exercício da condução
Motoristas de transporte rodoviário DE CARGA 
MEMORIZZE 45
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
REGRA DE DESCANSO
Dentro de 
cada 4 
horas na 
condução 
de veículo
Facultado o 
seu 
fracionamento
e o tempo de 
direção
30
minutos
para 
descanso
Motoristas de transporte rodoviário COLETIVO DE 
PASSAGEIROS 
MEMORIZZE 46
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
REGRA DE DESCANSO
Obrigatório 
dentro do 
período de 
24 horas
podendo ser 
fracionadas, 
usufruídas no 
veículo 
Mínimo de 
11 horas 
de 
descanso
Primeiro período de 
08 horas 
ininterruptas de 
descanso
Motoristas de transporte rodoviário DE CARGA e 
COLETIVO DE PASSAGEIROS 
ATENÇÃO: O condutor somente iniciará uma viagem após o cumprimento integral do intervalo de descanso 
acima previsto.
MEMORIZZE 47
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
REGRA DE DESCANSO
Em situações excepcionais de 
inobservância justificada do tempo de 
direção, devidamente registradas, o tempo 
de direção poderá ser elevado pelo 
período necessário para que o condutor, o 
veículo e a carga cheguem a um lugar que 
ofereça a segurança e o atendimento 
demandados, desde que não haja 
comprometimento da segurança 
rodoviária.
Motoristas de transporte rodoviário DE CARGA e 
COLETIVO DE PASSAGEIROS 
MEMORIZZE 48
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
TRAÇÃO 
AUTOMOTOR ELÉTRICO
DE PROPULSÃO 
HUMANA 
REBOQUE OU 
SEMIRREBOQUE
TRAÇÃO ANIMAL 
MEMORIZZE 49
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.comLEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
ESPÉCIE 
DE 
PASSAGEIROS 
DE CARGA MISTO DE TRAÇÃO 
DE 
COMPETIÇÃO 
ESPECIAL DE COLEÇÃO 
MEMORIZZE 50
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
CATEGORIA 
OFICIAL
DE REPRESENTAÇÃO 
DIPLOMÁTICA, 
DEREPARTIÇÕES 
CONSULARES DE 
CARREIRA OU 
ORGANISMOS 
INTERNACIONAIS
PARTICULAR DE ALUGUEL
DE 
APRENDIZAGEM 
MEMORIZZE 51
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
Somente poderá transitar pelas vias terrestres o 
veículo cujo peso e dimensões atenderem aos 
limites estabelecidos pelo CONTRAN.
O excesso de peso será aferido por 
equipamento de pesagem ou pela verificação de 
documento fiscal e será tolerado um 
percentual sobre os limites de peso bruto total e 
peso bruto transmitido por eixo de veículos à 
superfície das vias, quando aferido por equipamento 
tudo conforme estabelecer o CONTRAN.
VEÍCULOS EXCEPCIONAIS
continua...
MEMORIZZE 52
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
O veículo ou combinação de veículos utilizado no 
transporte de carga indivisível, que não se enquadre 
nos limites de peso e dimensões estabelecidos 
pelo CONTRAN, poderá ser concedida, pela autoridade 
com circunscrição sobre a via, AUTORIZAÇÃO 
ESPECIAL DE TRÂNSITO - AET, com prazo certo, 
válida para cada viagem, atendidas as medidas de 
segurança consideradas necessárias.
VEÍCULOS EXCEPCIONAIS
EXCEÇÕES AOS LIMITES DE PESO E DIMENSÕES
continua...
MEMORIZZE 53
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
VEÍCULOS EXCEPCIONAIS
PAU-DE-ARARA
OBS: A autorização não poderá exceder a 12 meses, prazo a partir do qual a autoridade 
pública responsável deverá implantar o serviço regular de transporte coletivo de passageiros, em 
conformidade com a legislação pertinente e com os dispositivos do CTB.
Onde não houver linha regular de ônibus, 
a autoridade com circunscrição sobre a via poderá 
autorizar, a título precário, o transporte de 
passageiros em veículo de carga ou misto, desde 
que obedecidas as condições de segurança 
estabelecidas pelo CTB e pelo Contran.
MEMORIZZE 54
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
SEGURANÇA DOS VEÍCULOS
É VEDADO, NAS ÁREAS 
ENVIDRAÇADRAS DO 
VEÍCULO EM 
MOVIMENTO O USO DE:
CORTINAS
PERSIANAS FECHADAS
SIMILARES
SALVO nos que possuam espelhos retrovisores 
em ambos os lados;
MEMORIZZE 55
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VEÍCULOS LICENCIADOS NO EXTERIOR
As repartições aduaneiras e os órgãos de controle de 
fronteira comunicarão diretamente ao RENAVAM a entrada e 
saída temporária ou definitiva de veículos
Os veículos licenciados no exterior não poderão 
sair do território nacional sem o prévio 
pagamento ou o depósito, judicial ou 
administrativo, dos valores correspondentes às 
infrações de trânsito cometidas e ao ressarcimento 
de danos que tiverem causado ao patrimônio 
público ou de particulares, independentemente 
da fase do processo administrativo ou judicial 
envolvendo a questão. 
Os veículos que saírem do 
território nacional sem o 
cumprimento do disposto citado 
acima e que posteriormente forem 
flagrados tentando ingressar
ou já em circulação no 
território nacional serão 
retidos até a regularização da 
situação.
MEMORIZZE 56
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRV - Certificado de Registro de Veículo
Casos em que o 
proprietário deverá 
obrigatoriamente 
expedir um novo 
CRV
Transferência de 
Propriedade
(Prazo 30 DIAS)
Mudança de 
Domicílio ou 
Residência do 
Proprietário 
Mudança de 
Categoria do 
Veículo 
Alteração das 
Características do 
Veículo 
MEMORIZZE 57
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
REGISTRO DE VEÍCULOS
CRV
Certificado de 
Registro do Veículo
Porte não 
obrigatório
CLA
Certificado de 
Licenciamento 
Anual
Porte 
obrigatório
ATENÇÃO: * CLA = CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento Anual)
* O porte do CLA será dispensado quando, no momento da fiscalização, for possível 
ter acesso ao devido sistema informatizado para verificar se o veículo está licenciado.
MEMORIZZE 58
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
DOCUMENTOS
ATENÇÃO: apenas ORIGINAL
Documentos de 
porte obrigatório 
ACC = Autorização p/ 
conduzir ciclomotor
PPD = Permissão para 
dirigir
CNH = Carteira 
nacional de habilitação
CLA = CRLV
Certificado de registro e 
licenciamento anual 
OU
OU
E
MEMORIZZE 59
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VEÍCULOS OFICIAIS
Os veículos de propriedade da União, dos Estados e do Distrito 
Federal, devidamente registrados e licenciados, somente quando 
estritamente usados em serviço reservado de caráter policial, 
poderão usar placas particulares, obedecidos os critérios e 
limites estabelecidos pela legislação que regulamenta o uso de 
veículo oficial.
MEMORIZZE 60
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CONDUTOR VEÍCULOS ESCOLARES
Condutor de 
veículo 
destinado à 
condução de 
escolares
Ter idade superior a 21 
anos
Apresentar, certidão 
negativa do registro de 
distribuição criminal 
relativamente aos crimes
de homicídio, roubo, 
estupro e corrupção 
de menores, renovável 
a cada 5 anos, junto ao 
órgão responsável pela 
respectiva concessão ou 
autorização
Não ter cometido nenhuma 
infração grave ou 
gravíssima, ou ser 
reincidente em infrações 
médias durante os doze 
últimos meses
Ser aprovado em curso 
especializado, nos 
termos da regulamentação 
do CONTRAN
Ser habilitado na 
categoria D
MEMORIZZE 61
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
Habilitação para conduzir veículo automotor e elétrico 
será apurada por meio de exames que deverão ser realizados junto ao órgão ou entidade 
executivos do Estado ou do Distrito Federal, do domicílio ou residência do candidato, ou
na sede estadual ou distrital do próprio órgão, devendo o condutor preencher os 
seguintes requisitos
I - ser penalmente imputável;
II - saber ler e escrever;
III - possuir Carteira de Identidade ou equivalente.
ATENÇÃO: Veículos automotores, elétricos e ciclomotores regulamentados pelo CONTRAN. 
Veículos de propulsão humana e de tração animal ficará a cargo dos Municípios.
MEMORIZZE 62
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
Categoria A
• condutor de veículo motorizado de 2 ou 3 rodas, 
com ou sem carro lateral.
• Os veículos de 2 ou 3 rodas são dispensados da 
placa dianteira.
• É proibido o transporte de combustíveis, 
produtos inflamáveis ou tóxicos e de galões
nos veículos de que trata este artigo, com exceção
do gás de cozinha e de galões contendo água 
mineral, desde que com o auxílio de side-car, nos 
termos de regulamentação do Contran.
MEMORIZZE 63
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
CategoriaB
• condutor de veículo motorizado, não abrangido pela categoria 
A, cujo peso bruto total não exceda a 3.500 kg e cuja 
lotação não exceda a 8 lugares, excluído o do 
motorista. 
• Autorizados a conduzir espécie motor-casa, cujo peso 
não exceda a 6.000 kg ou cuja lotação não exceda 
a 8 lugares, excluído o do motorista.
• O trator de roda e os equipamentos automotores 
destinados a executar trabalhos agrícolas poderão ser 
conduzidos em via pública também por condutor habilitado 
na categoria B
MEMORIZZE 64
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
Categoria C
• condutor de veículo motorizado utilizado em transporte de 
carga, cujo peso bruto total exceda a 3.500 kg.
• Para habilitar-se na categoria C, o condutor deverá estar 
habilitado no mínimo há 1 ano na categoria B e não ter 
cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser 
reincidente em infrações médias, durante os últimos 12 
meses.
• Submeter-se a exames toxicológicos para a habilitação 
e renovação da Carteira Nacional de Habilitação.
ATENÇÃO: O trator de roda, o trator de esteira, o trator misto ou o equipamento automotor destinado à 
movimentação de cargas ou execução de trabalho agrícola, de terraplenagem, de construção ou de pavimentação só 
podem ser conduzidos na via pública por condutor habilitado nas categorias C, D ou E.
MEMORIZZE 65
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
Categoria D
• condutor de veículo motorizado 
utilizado no transporte de 
passageiros, cuja lotação 
exceda a 8 lugares, 
excluído o do motorista.
• Submeter-se a exames 
toxicológicos para a 
habilitação e renovação 
da Carteira Nacional de 
Habilitação.
Categoria E
• condutor de combinação de 
veículos em que a unidade 
tratora se enquadre nas categorias 
B, C ou D e cuja unidade 
acoplada, reboque, semirreboque, 
trailer ou articulada tenha 6.000 kg 
ou mais de peso bruto total, ou 
cuja lotação exceda a 8 lugares. 
• Submeter-se a exames 
toxicológicos para a 
habilitação e renovação da 
Carteira Nacional de Habilitação.
ATENÇÃO: O trator de roda, o trator de esteira, o trator misto ou o equipamento automotor destinado à 
movimentação de cargas ou execução de trabalho agrícola, de terraplenagem, de construção ou de 
pavimentação só podem ser conduzidos na via pública por condutor habilitado nas categorias C, D ou E.
MEMORIZZE 66
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
Para habilitar-se nas categorias:
* D e E; ou
* veículo de transporte 
coletivo de passageiros;
* de escolares;
* de emergência; ou
* de produto perigoso.
Preencher os seguintes requisitos:
* ser maior de 21 anos;
* estar habilitado:
a) no mínimo há 2 anos na B, ou 
no mínimo há 1 ano na C, quando 
pretender habilitar-se na D; e
b) no mínimo há 1 ano na C, 
quando pretender habilitar-se na E;
* não ter cometido nenhuma 
infração grave ou gravíssima ou ser 
reincidente em infrações médias 
durante os últimos 12 meses;
* ser aprovado em curso 
especializado e em curso de 
treinamento de prática veicular em 
situação de risco, nos termos da 
normatização do CONTRAN.
Ambulâncias
Além dos requisitos 
anteriores, para conduzir 
ambulâncias, o candidato 
deverá comprovar 
treinamento especializado e 
reciclagem em cursos 
específicos a cada 5 (cinco) 
anos, nos termos da 
normatização do Contran.
MEMORIZZE 67
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
de aptidão 
física e 
mental;
escrito, sobre 
legislação de 
trânsito;
de noções de 
primeiros 
socorros, 
conforme 
regulamentação 
do CONTRAN;
de direção 
veicular.
HABILITAÇÃO
exames realizados na seguinte ordem:
MEMORIZZE 68
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
APTIDÃO FÍSICA E MENTAL
RENOVAÇÃO
condutores até os 
65 anos
a cada 5 anos
condutores com 
mais de 65 anos
a cada 3 anos
ATENÇÃO: Quando houver indícios de deficiência física, mental, ou de progressividade de doença 
que possa diminuir a capacidade para conduzir o veículo, o prazo poderá ser diminuído por 
proposta do perito examinador. continua...
MEMORIZZE 69
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
APTIDÃO FÍSICA E MENTAL
RENOVAÇÃO
Exerce atividade remunerada Faz sempre que renovar
Não exerce atividade remunerada Apenas no exame referente à primeira 
habilitação
ATENÇÃO: O condutor que exerce atividade remunerada ao veículo terá essa informação incluída na sua 
Carteira Nacional de Habilitação, conforme especificações do Conselho Nacional de Trânsito – Contran. 
MEMORIZZE 70
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
EXAME TOXICOLÓGICO
EXAME TOXICOLÓGICO
Habilitação e renovação da CNH para as categorias C, D e E.
Buscará aferir o consumo de substâncias psicoativas que, 
comprovadamente, comprometam a capacidade de direção e 
deverá ter janela de detecção mínima de 90 dias, nos termos das 
normas do Contran
CNH com validade de 
5 anos
Exame a cada 2 anos e 
6 meses
CNH com validade de 
3 anos
Exame a cada 1 ano e 
6 meses
continua...
MEMORIZZE 71
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
EXAME TOXICOLÓGICO
EXAME TOXICOLÓGICO
É garantido o direito de contraprova e de recurso 
administrativo no caso de resultado positivo
A reprovação terá como consequência a suspensão do direito de 
dirigir pelo período de 3 meses, condicionado o levantamento da 
suspensão ao resultado negativo em novo exame, e vedada a 
aplicação de outras penalidades, ainda que acessórias
O resultado do exame somente será divulgado para o interessado 
e não poderá ser utilizado para fins estranhos.
MEMORIZZE 72
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
AGENTE DE 
TRÂNSITO
AUTORIDADE 
DE TRÂNSITO 
Aplicar 
penalidades
(Ex: MULTA) 
Lavra o 
Auto de 
Infração
AGENTE 
DA PRF
DIRETOR DO 
DETRAN
MEMORIZZE 73
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
AS PENALIDADES PODEM SER 
IMPOSTAS A QUEM?
condutor
proprietário do veículo
embarcador 
transportador
MEMORIZZE 74
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
INFRATOR
Não sendo imediata a identificação do 
infrator
o principal condutor ou o proprietário 
do veículo 
terá 15 dias de prazo, após a 
notificação da autuação, para 
apresentá-lo
ao fim do qual, não o fazendo
será considerado responsável pela 
infração o principal condutor ou, em 
sua ausência, o proprietário do veículo
IDENTIFICAÇÃO DO 
INFRATOR
MEMORIZZE 75
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PRINCIPAL CONDUTOR
O proprietário poderá indicar ao órgão executivo de trânsito o principal 
condutor do veículo, o qual, após aceitar a indicação, terá seu nome inscrito 
em campo próprio do cadastro do veículo no Renavam. 
O principal condutor 
será excluído do 
Renavam:
quando houver transferência 
de propriedade do veículo
mediante requerimento próprio 
ou do proprietário do veículo
- a partir da indicação de outro 
principal condutor
MEMORIZZE 76
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.comLEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
RESPONSABILIDADE DA INFRAÇÃO
Ao PROPRIETÁRIO caberá sempre a 
responsabilidade pela infração referente à 
prévia regularização e preenchimento das 
formalidades e condições exigidas para o 
trânsito do veículo na via terrestre, conservação
e inalterabilidade de suas características, 
componentes, agregados, habilitação legal e 
compatível de seus condutores, quando esta for 
exigida, e outras disposições que deva 
observar.
Ao CONDUTOR caberá a responsabilidade 
pelas infrações decorrentes de atos praticados 
na direção do veículo.
RESPONSABILIDADE
MEMORIZZE 77
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
RESPONSABILIDADE DA INFRAÇÃO
O EMBARCADOR é responsável pela 
infração relativa ao transporte de carga com 
excesso de peso nos eixos ou no peso bruto 
total, quando simultaneamente for o único 
remetente da carga e o peso declarado na nota 
fiscal, fatura ou manifesto for inferior àquele 
aferido.
O TRANSPORTADOR é o responsável 
pela infração relativa ao transporte de carga 
com excesso de peso nos eixos ou quando a 
carga proveniente de mais de um embarcador 
ultrapassar o peso bruto total.
O TRANSPORTADOR e o EMBARCADOR são 
solidariamente responsáveis pela infração relativa 
ao excesso de peso bruto total, se o peso declarado na 
nota fiscal, fatura ou manifesto for superior ao limite legal.
RESPONSABILIDADE
MEMORIZZE 78
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
PENALIDADES 
Advertência 
por escrito
Multa
Suspensão do 
direito de dirigir
Cassação da 
CNH
Cassação da 
Permissão para 
dirigir
Frequência 
obrigatória em 
curso de 
reciclagem
ATENÇÃO: A penalidade de APREENSÃO de veículo foi REVOGADA.
Não existe Penalidade automática, é assegurado amplo direito de defesa.
MEMORIZZE 79
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
MULTA
NATUREZA DA 
INFRAÇÃO
PONTOS VALOR
GRAVÍSSIMA 7 R$ 293,47
GRAVE 5 R$ 195,23
MÉDIA 4 R$ 130,16
LEVE 3 R$ 88,38
continua...
MEMORIZZE 80
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
Ao condutor identificado no ato da infração será atribuída pontuação 
pelas infrações de sua responsabilidade, excetuando-se aquelas 
praticadas por PASSAGEIROS: 
Usuários do serviço de transporte 
rodoviário de passageiros em 
viagens de longa distância 
transitando em rodovias com a 
utilização de ônibus, em linhas 
regulares intermunicipal, 
interestadual, internacional; e
Em viagem de longa distância por 
fretamento e turismo ou de 
qualquer modalidade, excetuadas
as situações regulamentadas pelo 
CONTRAN a teor do art. 65 do 
CTB. 
MULTA
ATENÇÃO: A pessoa jurídica será penalizada duas vezes caso não identifique o condutor infrator.
MEMORIZZE 81
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
ADVERTÊNCIA POR 
ESCRITO
Em infração 
de natureza 
leve ou média, 
passível de 
ser punida 
com multa
Não pode ser 
reincidente o 
infrator, na 
mesma
infração, nos 
últimos 12 
meses
A autoridade, 
considerando 
o prontuário 
do infrator, 
entender esta 
providência 
como mais 
educativa
E =
ATENÇÃO: Não implicará em registro de pontuação no prontuário do infrator.
MEMORIZZE 82
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
Sempre que o infrator atingir a 
contagem de 20 pontos no 
período de 12 meses.
Por transgressão às normas 
estabelecidas no CTB, cujas
infrações preveem, de forma 
específica, a penalidade de 
suspensão do direito de dirigir.
2
continua...
ATENÇÃO: O processo de suspensão do direito de dirigir referente à infrações que preveem tal penalidade 
deverá ser instaurado concomitantemente com o processo de aplicação da penalidade de multa.
MEMORIZZE 83
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
continua...
Atingiu a 
contagem de 
20 pontos no 
período de 12 
meses
6 meses a 
1 ano
Reincidente 
no período de 
12 meses
8 meses a 
2 anos
OBS: A imposição da penalidade elimina os 20 pontos para fins de contagem subsequente e após 
cumprida a suspensão e o curso de reciclagem, a CNH será devolvida imediatamente.
Quando se atinge 20 pontos
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
MEMORIZZE 84
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
continua...
SEM prazo 
fixo
COM 
prazo fixo
Por infração que prevê a penalidade
12 meses
3
2 a 8 meses
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
17
OBS: Após cumprida a suspensão e o curso de reciclagem, a CNH será devolvida imediatamente.
Arts. 170, 173, 174, 
175, 
176-I a V, 191, 210, 
218-III e 
244-I a V 
Art. 165 – Dirigir sob a influência 
de álcool ou drogas;
Art. 165-A – Recusar o teste de 
embriaguez;
Art. 253-A – Usar qualquer 
veículo p/ interromper, restringir ou 
perturbar a circulação da via sem 
autorização.
MEMORIZZE 85
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
continua...
Por infração que prevê a penalidade
SEM prazo fixo
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
Art. 170 - Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via 
pública, ou os demais veículos.
Art. 173 - Disputar corrida.
Art. 174 - Promover na via competição, eventos ou 
deles participar como condutor, sem permissão.
Art. 175 - Utilizar-se de veículo, em via pública, para 
demonstrar ou exibir manobra perigosa.
Art. 191 - Forçar passagem entre veículos 
que, transitando em sentidos opostos.
Art. 210 - Transpor, sem autorização, bloqueio
viário policial.
218-III - Transitar em velocidade superior à 
máxima permitida, quando a velocidade for 
superior à máxima em mais de 50%.
MEMORIZZE 86
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
Por infração que prevê a penalidade
SEM prazo fixo
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
Art. 176 - Deixar o condutor envolvido em acidente com vítima:
I - de prestar ou providenciar socorro à vítima, podendo fazê-lo;
II - de adotar providências, podendo fazê-lo, no sentido de evitar 
perigo para o trânsito no local;
III - de preservar o local, de forma a facilitar os trabalhos da 
polícia e da perícia;
IV - de adotar providências para remover o veículo do local, 
quando determinadas por policial ou agente da autoridade de 
trânsito;
V - de identificar-se ao policial e de lhe prestar informações 
necessárias à confecção do boletim de ocorrência.
Art. 244 - Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor:
I - sem usar capacete de segurança com viseira ou 
óculos de proteção e vestuário de acordo com as normas 
e especificações aprovadas pelo CONTRAN;
II - transportando passageiro sem o capacete de 
segurança, na forma estabelecida no inciso anterior, ou 
fora do assento suplementar colocado atrás do condutor 
ou em carro lateral;
III - fazendo malabarismo ou equilibrando-se apenas em 
uma roda;
IV - com os faróis apagados;
V - transportando criança menor de sete anos ou que não 
tenha, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua 
própria segurança. continua...
MEMORIZZE 87
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADEScontinua...
Cometeu 
infração com 
penalidade de 
suspensão do 
direito de 
dirigir
SEM prazo 
fixo
2 a 8 
meses
Reincidente no 
período de 12 
meses
COM(1) e SEM(2)
prazo fixo
8 a 18 
meses
Por infração que prevê a penalidade
OBS: (1) EXCETO (Art. 165 – Dirigir sob a influência de álcool ou drogas) sua reincidência em 12 meses gera cassação da CNH. 
(2) EXCETO (Art. 173 – Disputar corrida. Art. 174 – Promover na via competição, eventos ou deles participar como condutor, sem 
permissão. Art. 175 – Utilizar-se de veículo, em via pública, para demonstrar ou exibir manobra perigosa.)
suas reincidências em 12 meses geram cassação da CNH.
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
MEMORIZZE 88
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
CURSO DE RECICLAGEM
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
ATENÇÃO: A pessoa jurídica concessionária ou permissionária de serviço público tem o direito de ser informada dos 
pontos atribuídos aos motoristas que integrem seu quadro funcional, exercendo atividade remunerada ao volante.
O condutor C, D ou 
E que exerce atividade 
remunerada em 
veículo atingir 14 
pontos, no período de 
1 ano.
Poderá optar por 
participar de curso 
preventivo de 
reciclagem.
Após cumprido o 
curso, terá eliminado 
os pontos que lhe 
tiverem sido 
atribuídos.
Se optar pelo curso, não poderá 
fazer nova opção no período de 12 
meses.
MEMORIZZE 89
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
continua...
CASSAÇÃO DA CNH
Quando condenado judicialmente por 
delito de trânsito, observado o disposto no art. 
160 - O condutor condenado por delito de trânsito 
deverá ser submetido a novos exames para que 
possa voltar a dirigir, de acordo com as normas 
estabelecidas pelo CONTRAN, independentemente 
do reconhecimento da prescrição, em face da pena 
concretizada na sentença.
Quando, suspenso o direito de dirigir, o infrator 
conduzir qualquer veículo;1
2
MEMORIZZE 90
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
continua...
CASSAÇÃO DA CNH
No caso de reincidência, no prazo de 12 meses, das infrações:
3
Art. 162 III – Dirigir com CNH ou Permissão para Dirigir 
de categoria diferente.
Art. 163 – Entregar a direção do veículo a pessoa que 
não possa conduzir o veículo.
Art. 164 – Permitir que pessoa que não possa conduzir o 
veículo tome posse e passe a conduzi-lo na via.
Art. 165 – Dirigir sob a influência de álcool ou drogas.
Art. 173 – Disputar corrida. 
Art. 174 – Promover na via competição, eventos ou deles 
participar como condutor, sem permissão. 
Art. 175 – Utilizar-se de veículo, em via pública, para 
demonstrar ou exibir manobra perigosa.
MEMORIZZE 91
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
CASSAÇÃO DA CNH
Decorridos 2 
anos da 
cassação da 
CNH
O infrator 
poderá requerer 
sua reabilitação, 
submetendo-se 
a todos os 
exames 
necessários à 
habilitação, na 
forma 
estabelecida 
pelo CONTRAN
ATENÇÃO: O infrator terá que cumprir o curso de reciclagem e terá também que começar todo um novo processo de 
habilitação como se fosse a primeira vez, sendo preservado a data da primeira habilitação.
MEMORIZZE 92
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
PERMISSÃO 
PARA 
DIRIGIR
validade 
de 1 ano
CNH será 
conferida ao 
condutor no 
término de 1 
ano.
Desde que o mesmo 
não tenha cometido 
nenhuma infração de 
natureza grave ou 
gravíssima ou seja 
reincidente em 
infração média.
Se a permissão para 
dirigir for cassada, obriga 
o candidato a reiniciar 
todo o processo de 
habilitação.
CASSAÇÃO DA PERMISSÃO PARA DIRIGIR
Licença precária
continua...
MEMORIZZE 93
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
CURSO DE RECICLAGEM 
Submetido ao 
CURSO DE 
RECICLAGEM
quando
Condenado 
judicialmente por 
delito de trânsito 
Sendo contumaz, 
for necessário à sua 
reeducação
Cassação ou 
Suspensão do 
direito de dirigir
(Penalidade 
Acessória)
Se envolver em 
acidente grave para 
o qual haja 
contribuído, 
independentemente 
de processo judicial
A qualquer tempo, se 
for constatado que o 
condutor está 
colocando em risco a 
segurança do trânsito 
Em outras 
situações a 
serem definidas 
pelo Contran
MEMORIZZE 94
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
A ordem, o consentimento, a fiscalização, as medidas administrativas e 
coercitivas adotadas pelas autoridades de trânsito e seus agentes terão por 
objetivo prioritário a proteção à vida e à incolumidade física da 
pessoa.
Podem ser aplicadas sem a necessidade de prévio processo administrativo.
As medidas administrativas não elidem a aplicação das penalidades
impostas por infrações estabelecidas no CTB, possuindo caráter 
complementar a estas.
MEMORIZZE 95
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
Transbordo do excesso de carga
Remoção do Veículo
Retenção do Veículo
Recolhimento da Carteira Nacional de 
Habilitação
Recolhimento da Permissão para Dirigir
Recolhimento do Certificado de Registro
Recolhimento do Certificado de Licenciamento 
Anual
Realização de teste de dosagem de alcoolemia ou perícia de substância entorpecente ou que determine 
dependência física ou psíquica
Recolhimento de animais que se encontrem soltos nas vias e na faixa de domínio das vias de circulação, 
restituindo-os aos seus proprietários, após o pagamento de multas e encargos devidos
Realização de exames de aptidão física, mental, de legislação, de prática de primeiros socorros e de 
direção veicular.
MEMORIZZE 96
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
RETENÇÃO DO VEÍCULO
Quando a irregularidade puder ser sanada no local da infração, o veículo será liberado tão logo seja 
regularizada a situação.
Não sendo possível sanar a falha no local da infração, o veículo, desde que ofereça condições de 
segurança para circulação, poderá ser liberado e entregue a condutor regularmente habilitado, mediante 
recolhimento do Certificado de Licenciamento Anual, contra apresentação de recibo, assinalando-se 
prazo razoável ao condutor para regularizar a situação, para o que se considerará, desde logo, 
notificado.
O Certificado de Licenciamento Anual será devolvido ao condutor no órgão ou entidade aplicadores das 
medidas administrativas, tão logo o veículo seja apresentado à autoridade devidamente regularizado
Não se apresentando condutor habilitado no local da infração, o veículo será removido a depósito
A critério do agente, não se dará a retenção imediata, quando se tratar de veículo de transporte 
coletivo transportando passageiros ou veículo transportando produto perigoso ou perecível, desde que 
ofereça condições de segurança para circulação em via pública.
MEMORIZZE 97
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
REMOÇÃO DO VEÍCULO
O veículo será removido, nos casos previstos do CTB, para o depósito fixado pelo órgão ou 
entidade competente, com circunscrição sobre a via.
A restituição do veículo removido só ocorrerá mediante préviopagamento de multas, taxas 
e despesas com remoção e estada, além de outros encargos previstos na legislação específica.
A liberação do veículo removido é condicionada ao reparo de qualquer componente ou 
equipamento obrigatório que não esteja em perfeito estado de funcionamento.
Não caberá remoção nos casos em que a irregularidade puder ser sanada no local da 
infração.
MEMORIZZE 98
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
REMOÇÃO DO VEÍCULO
Caso o proprietário ou o condutor não esteja presente no momento da 
remoção do veículo, a autoridade de trânsito, no prazo de 10 dias contado da data da 
remoção, deverá expedir ao proprietário a notificação, por remessa postal ou por 
outro meio tecnológico hábil que assegure a sua ciência, e, caso reste frustrada, a 
notificação poderá ser feita por edital.
A notificação devolvida por desatualização do endereço do proprietário do veículo ou por 
recusa desse de recebê-la será considerada recebida para todos os efeitos.
Em caso de veículo licenciado no exterior, a notificação será feita por edital.
MEMORIZZE 99
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
REMOÇÃO DO VEÍCULO
O pagamento das despesas de remoção e estada será correspondente ao 
período integral, contado em dias, em que efetivamente o veículo 
permanecer em depósito, limitado ao prazo de 6 meses.
No caso de o proprietário do veículo objeto do recolhimento 
comprovar, administrativa ou judicialmente, que o recolhimento 
foi indevido ou que houve abuso no período de retenção em depósito, é da 
responsabilidade do ente público a devolução das quantias pagas, 
segundo os mesmos critérios da devolução de multas indevidas
MEMORIZZE 100
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
RECOLHIMENTO DA CNH E DA PPD
ou
Dar-se-á mediante recibo, 
além dos casos previstos 
no CTB, quando houver 
suspeita de:
Inautenticidade 
Adulteração
Se comprovado, estará cometendo 
crime do código penal art. 304 e o agente 
dará imediatamente voz de prisão .
MEMORIZZE 101
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
RECOLHIMENTO DO CRV
Dar-se-á mediante 
recibo, além dos casos 
previstos no CTB, 
quando:
Houver suspeita de 
inautenticidade ou 
adulteração;
Se, alienado o veículo, não for 
transferida sua propriedade no 
prazo de 30 dias.
Atenção: CRV não é de porte obrigatório.
MEMORIZZE 102
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDA ADMINISTRATIVA
O recolhimento 
dar-se-á mediante 
recibo, além dos 
casos previstos no 
CTB, quando:
Houver suspeita de inautenticidade ou adulteração.
Se o prazo de licenciamento estiver vencido.
No caso de retenção do veículo, se a irregularidade não puder ser sanada no 
local.
Deixar o responsável de promover a baixa do registro de veículo 
irrecuperável ou definitivamente desmontado.
RECOLHIMENTO DO CRLV
ATENÇÃO: Toda vez que o veículo for removido, o CRLV será recolhido.
MEMORIZZE 103
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDA ADMINISTRATIVA
TRANSBORDO DO EXCESSO DE CARGA
. ➢
O Transbordo da carga
com peso excedente é 
condição para que o 
veículo possa prosseguir 
viagem e será efetuado a 
expensas do 
proprietário do veículo, 
sem prejuízo da multa 
aplicável.
Não sendo possível 
atender ao 
transbordo, o veículo 
será recolhido ao 
depósito, sendo liberado 
após sanada a 
irregularidade e pagas as 
despesas de remoção e 
estada.
MEMORIZZE 104
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDA ADMINISTRATIVA
TESTE DE DOSAGEM DE ALCOOLEMIA (BAFÔMETRO) OU PERÍCIA 
DE SUBSTÂNCIA ENTORPECENTE OU QUE DETERMINE 
DEPENDÊNCIA FÍSICA OU PSÍQUICA
O condutor de veículo 
automotor envolvido em 
acidente de trânsito ou
que for alvo de 
fiscalização de trânsito 
poderá ser submetido a:
TESTE, EXAME CLÍNICO, 
PERÍCIA ou OUTRO 
PROCEDIMENTO 
Que por meios técnicos ou 
científicos, na forma 
disciplinada pelo Contran, 
permita certificar influência de 
álcool ou outra substância 
psicoativa que determine 
dependência.
MEMORIZZE 105
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
ATENÇÃO: A notificação devolvida por desatualização do endereço do proprietário do veículo será 
considerada válida para todos os efeitos.
Notificação a pessoal 
de missões diplomáticas, de repartições consulares de 
carreira e de representações de organismos 
internacionais e de seus integrantes 
será remetida ao Ministério das Relações 
Exteriores para as providências cabíveis e cobrança 
dos valores, no caso de multa.
MEMORIZZE 106
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
O pagamento da multa 
poderá ser efetuado até 
a data do vencimento 
expressa na notificação, 
por 80% do seu valor.
Caso o infrator opte pelo sistema de 
notificação eletrônica, se disponível, 
conforme regulamentação do CONTRAN, 
e opte por não apresentar defesa prévia 
nem recurso, reconhecendo o 
cometimento da infração, poderá efetuar 
o pagamento da multa por 60% do seu 
valor, em qualquer fase do processo, até 
o vencimento da multa. 
ATENÇÃO: O recolhimento do valor da multa não implica renúncia ao questionamento 
administrativo, que pode ser realizado a qualquer momento, respeitado o disposto acima a direita.
MEMORIZZE 107
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
RECEBE A 
NOTIFICAÇÃO DA 
PENALIDADE
INTERPÕE 
RECURSO À 
AUTORIDADE DE 
TRÂNSITO QUE 
IMPÔS A 
PENALIDADE
AUTORIDADE DE 
TRÂNSITO REMETE 
RECURSO À JARI
DECISÃO DA JARI
A JARI ACATA OU 
NÃO O SEU 
RECURSO – 2ª 
INSTÂNCIA
RECURSO EM 1ª INSTÂNCIA
30 DIAS
30 DIAS
10 DIAS
ATENÇÃO: Não é necessário o pagamento para o entrar com recurso. 
O recurso não terá efeito suspensivo. 
MEMORIZZE 108
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
RECURSO EM 2ª INSTÂNCIA 
(ÂMBITO ESTADUAL, DISTRITAL E MUNICIPAL)
ATENÇÃO: Não é necessário o pagamento para o entrar com o 2º recurso também. 
DECISÃO DA 
JARI
A FAVOR
PROCESSO 
ARQUIDADO
AUTORIDADE QUE 
IMPÔS A 
PENALIDADE 
RECORRE
CONTRA
CETRAN
CONTRANDIFE
Estados e 
Municípios
Distrito 
Federal
30 DIAS
30 DIAS
MEMORIZZE 109
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
RECURSO EM 2ª INSTÂNCIA 
(ÂMBITO DA UNIÃO)
DECISÃO DA JARI
A FAVOR
PROCESSO 
ARQUIDADO
AUTORIDADE QUE 
IMPÔS A 
PENALIDADE 
RECORRE
CONTRA
SUSPENSÃO DO DIREITO DE 
DIRIGIR + DE 6 MESES;
CASSAÇÃO DA CNH;
INFRAÇÃO GRAVÍSSIMA
CONTRAN
PARA AS DEMAIS 
PENALIDADES
MESMA JARI OU 
COLEGIADO 
ESPECIAL
30 DIAS
30 DIAS
MEMORIZZE 110
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
O pagamento da multa imposta pela autoridade de 
trânsito não configura aceitação da penalidade nem 
convalida eventual vício existente no ato 
administrativo,uma vez que o próprio Código de 
Trânsito Brasileiro exige o seu pagamento para a 
interposição de recurso administrativo e prevê a 
devolução do valor no caso de ser julgada 
improcedente a penalidade.
ATENÇÃO
MEMORIZZE 111
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
Implicam encerramento da instância administrativa 
de julgamento de infrações e penalidades:
O julgamento do 
recurso de que tratam 
os arts. 288 e 289 
(1° e 2° instâncias)
A não interposição do 
recurso no prazo legal
O pagamento da multa, 
com reconhecimento da 
infração e requerimento 
de encerramento do 
processo na fase em 
que se encontra, sem 
apresentação de defesa 
ou recurso
MEMORIZZE 112
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
OBS: *A penalidade não se inicia enquanto o sentenciado, por efeito de condenação penal, estiver recolhido a 
estabelecimento prisional.
*Apesar de poder ser aplicada isolada ou cumulativamente, não pode ser aplicada como pena principal.
Penalidade de 
suspensão ou de 
proibição de se obter 
a permissão ou a 
habilitação
PRAZO 
2 MESES A 5 ANOS
Transitada em julgado 
a sentença 
condenatória, o réu 
será intimado a 
entregar à autoridade 
judiciária em 48 horas 
a PPD ou a CNH.
MEMORIZZE 113
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, 
Réu reincidente na 
prática de crime previsto no 
CTB
o juiz aplicará a penalidade 
de suspensão da permissão 
ou habilitação para dirigir 
veículo automotor, sem 
prejuízo das demais 
sanções penais cabíveis.
MEMORIZZE 114
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, Circunstâncias que sempre agravam as 
penalidades 
Com Permissão para Dirigir ou Carteira de 
Habilitação de categoria diferente da do veículo
Utilizando veículo em que tenham sido adulterados equipamentos ou características que afetem a 
sua segurança ou o seu funcionamento de acordo com os limites de velocidade prescritos nas 
especificações do fabricante
Sobre faixa de trânsito temporária ou 
permanentemente destinada a pedestres
Sem possuir Permissão para Dirigir ou Carteira 
de Habilitação
Utilizando o veículo sem placas, com placas 
falsas ou adulteradas
Com dano potencial para duas ou mais 
pessoas ou com grande risco de grave dano 
patrimonial a terceiros
Quando a sua profissão ou atividade exigir 
cuidados especiais com o transporte de 
passageiros ou de carga
MEMORIZZE 115
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, 
Aumentativas 
de penas
não possuir Permissão para Dirigir ou 
Carteira de Habilitação
praticá-lo em faixa de pedestres ou na 
calçada
deixar de prestar socorro, quando 
possível fazê-lo sem risco pessoal, à 
vítima do acidente
no exercício de sua profissão ou 
atividade, estiver conduzindo veículo de 
transporte de passageiros
OBS: Ao condutor de veículo, nos casos de acidentes de trânsito de que resulte vítima, não se imporá a prisão 
em flagrante, nem se exigirá fiança, se prestar pronto e integral socorro àquela.
Aplicada apenas nos crimes de 
Homicídio Culposo e Lesão 
Corporal Culposa
MEMORIZZE 116
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
exceto se o agente 
estiver:
I - sob a influência de álcool ou 
qualquer outra substância psicoativa 
que determine dependência;
II - participando, em via pública, de 
corrida, disputa ou competição 
automobilística, de exibição ou 
demonstração de perícia em manobra 
de veículo automotor, não autorizada 
pela autoridade competente;
III - transitando em velocidade 
superior à máxima permitida para a 
via em 50 km/h.
CRIMES DE TRÂNSITO
, 
Benefícios no 
Crime de 
Lesão 
Corporal 
Culposa 
Composição Civil 
de Danos
Transação Penal
Ação Penal Pública 
Condicionada à 
Representação
OBS: Deverá ser instaurado inquérito policial para a 
investigação da infração penal, mesmo o processo 
ocorrendo no Juizado Especial Criminal.
MEMORIZZE 117
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, Crime de Omissão de 
Socorro
Incide nas penas o condutor do veículo, ainda 
que a sua omissão seja suprida por terceiros 
ou que se trate de vítima com morte 
instantânea ou com ferimentos leves.
O condutor responderá pelo crime mesmo 
que ocorra a morte instantânea da vítima ou 
tenha apenas ferimentos leves.
MEMORIZZE 118
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, 
Crime de 
Embriaguez 
ao Volante
Crime de 
perigo em 
abstrato
A verificação poderá ser 
obtida mediante teste 
de alcoolemia ou 
toxicológico, exame 
clínico, perícia, vídeo, 
prova testemunhal ou 
outros meios de prova 
em direito admitidos, 
observado o direito à 
contraprova
Concentração igual ou 
superior a 6 decigramas 
de álcool por litro de 
sangue ou igual ou 
superior a 0,3 miligrama 
de álcool por litro de ar 
alveolar; ou
Sinais que indiquem, na 
forma disciplinada pelo 
Contran, alteração da 
capacidade psicomotora
MEMORIZZE 119
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, INFRAÇÃO X CRIME
EXAME DE SANGUE
Qualquer concentração INFRAÇÃO
Igual ou superior de 6 dg/l
(decigramas de álcool por litro de sangue) 
INFRAÇÃO + CRIME
BAFÔMETRO
Até 0,049 mg/l NÃO PUNÍVEL
De 0,05 a 0,33 mg/l INFRAÇÃO
Igual ou superior de 0,34 mg/l
(miligrama de álcool por litro de ar alveolar)
INFRAÇÃO + CRIME
MEMORIZZE 120
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, 
Crime de Violação a 
Suspensão
Nas mesmas penas 
incorre o condenado 
que deixa de entregar, 
no prazo de 48 horas, a 
Permissão para Dirigir 
ou a Carteira de 
Habilitação.
MEMORIZZE 121
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, 
CRIME DE RACHA
Participar, na direção de veículo 
automotor, em via pública, de
não autorizada pela 
autoridade 
competente,
gerando situação de 
risco à incolumidade 
pública ou privada
corrida, disputa ou competição 
automobilística ou ainda de 
exibição ou demonstração de 
perícia em manobra de veículo 
automotor
MEMORIZZE 122
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, 
CRIME DE RACHA
QUALIFICADORAS (Praticado CULPOSAMENTE)
Se da prática do crime resultar LESÃO CORPORAL DE 
NATUREZA GRAVE, e as circunstâncias demonstrarem 
que o agente não quis o resultado nem assumiu o risco 
de produzi-lo.
Se da prática do crime resultar MORTE, e as 
circunstâncias demonstrarem que o agente não quis o 
resultado nem assumiu o risco de produzi-lo.
MEMORIZZE 123
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, 
Dirigir veículo 
automotor
em via 
pública
sem a devida 
Permissão para 
Dirigir ou 
Habilitação ou, 
ainda, se 
cassado o direito 
de dirigir
gerando 
perigo de 
dano
OBS: Não haverá qualquer punição criminal ao condutor inabilitado 
que conduz o veículo de maneiranormal, sem colocar em risco os 
outros usuários da via (neste caso, caberá apenas a sanção 
administrativa, pelo cometimento da infração de trânsito).
CRIME DE DIRIGIR SEM PERMISSÃO, 
HABILITAÇÃO OU CASSADO
MEMORIZZE 124
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, 
Trafegar em 
velocidade 
incompatível com a 
segurança nas 
proximidades de 
escolas
onde haja grande movimentação 
ou concentração de pessoas
logradouros estreitos
estações de embarque e 
desembarque de passageiros
hospitaisOBS: Crime de perigo em CONCRETO
MEMORIZZE 125
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RESOLUÇÕES DO CONTRAM
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 01 Resolução 04/1998
Dispõe sobre o trânsito de veículos novos, nacionais ou importados, antes do registro e
do licenciamento e de veículos usados incompletos, nacionais ou importados, antes da
transferência.
Art. 1º. Permitir o transporte de cargas e pessoas em veículos novos, antes do
registro e licenciamento, adquiridos por pessoas físicas e jurídicas, por entidades
públicas e privadas e os destinados aos concessionários para comercialização,
desde que portem a "autorização especial“.
CARACTERÍSTICA DA 
AUTORIZAÇÃO ESPECIAL
VÁLIDA APENAS PARA O DESLOCAMENTO DO MUNICÍPIO DE 
DESTINO
VALIDADE DE 15 DIAS DA DATA DE EMISSÃO, PRORROGÁVEL POR 
IGUAL PERÍODO POR MOTIVO DE FORÇA MAIOR
SERÁ IMPRESSA EM 3 VIAS. 2 SERÃO COLADAS, UMA NO VIDRO 
DIANTEIRO E OUTRA NO VIDRO TRASEIRO. A TERCEIRA FICARÁ 
ARQUIVADA NA REPARTIÇÃO DE TRÂNSITO EXPEDIDORA
A PERMISSÃO ESTENDE-SE AOS VEÍCULOS INACABADOS
(CHASSIS), DO PÁTIO DO FABRICANTE OU DO CONCESSIONÁRIO
ATÉ O LOCAL DA INDÚSTRIA ENCARROÇADORA.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 02 Resolução 04/1998
Dispõe sobre o trânsito de veículos novos, nacionais ou importados, antes do registro e
do licenciamento e de veículos usados incompletos, nacionais ou importados, antes da
transferência.
TRANSPORTE CARREGADO
CARGA E PESSOAS
CARGA E PESSOAS 
(REMUNERADO)
CARGA E PESSOAS (NÃO 
REMUNERADO)
PROPRIETÁRIO VEM 
CONDUZINDO O VEÍCULO ATÉ O 
MUNICÍPIO DE DESTINO
OBRIGATÓRIA A AUTORIZAÇÃO 
ESPECIAL. VALIDADE DE 15 
DIAS, PRORROGÁVEL
ADQUIRIDO POR AUTÔNOMOS E 
EMPRESAS QUE PRESTAM 
SERVIÇO DE TRANSPORTE DE 
CARGA E PASSAGEIROS
PODERÃO EFETUAR SERVIÇOS 
REMUNERADOS PARA OS 
QUAIS ESTÃO AUTORIZADOS.
VEÍCULOS A SEREM 
LICENCIADOS NAS 
CATEGORIAS PARTICULAR E 
OFICIAL
SOMENTE PODERÃO 
TRANSPORTAR CARGAS E 
PESSOAS QUE TENHAM 
VÍNCULO EMPREGATÍCIO COM 
OS MESMOS.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 03 Resolução 04/1998
Dispõe sobre o trânsito de veículos novos, nacionais ou importados, antes do registro e
do licenciamento e de veículos usados incompletos, nacionais ou importados, antes da
transferência.
TRANSPORTE DE CARROS NOVOS DESCARREGADOS
VEÍCULOS QUE SAEM DE FÁBRICAS E MONTADORAS DENTRO DE CEGONHAS OU 
NAVIOS E SÃO TRANSPORTADOS PARA OS MUNICÍPIOS DE DESTINO
OS VEÍCULOS 
NOVOS COM NF 
DE COMPRA E 
VENDA OU 
DOCUMENTO 
ALFANDEGÁRIO 
PODERÃO 
TRANSITAR NAS 
SEGUINTES 
SITUAÇÕES.
I - do pátio da fábrica, da
indústria encarroçadora ou
concessionária e do Posto
Alfandegário, ao órgão de
trânsito do município de destino,
nos quinze dias consecutivos à
data do carimbo de saída do
veículo, constante da nota fiscal
ou documento alfandegário
correspondente;
REGIÃO NORTE O PRAZO ACIMA 
SERÁ DE 30 DIAS
II - do pátio da
fábrica, da indústria
encarroçadora ou
concessionária, ao
local onde vai ser
embarcado como
carga,
por qualquer meio de
transporte;
III - do local de
descarga às
concessionária
s ou indústrias
encarroçadora;
IV - de um a outro
estabelecimento da
mesma montadora,
encarroçadora ou
concessionária ou
pessoa jurídica
interligada.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 04 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
1 - PARA-CHOQUES DIANTEIRO E TRASEIRO 2 – PROTETORES DAS RODAS TRASEIRAS
DOS CAMINHÕES
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 05 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
3 – ESPELHOS RETROVISORES, INTERNO E EXTERNO 4 – LIMPADOR DE PARA BRISAS
5 – LAVADOR DE PARA BRISA 6 – PALA INTERNA DE PROTEÇÃO CONTRA O SOL (PARA
SOL ) PARA O CONDUTOR
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 06 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
7 – FARÓIS PRINCIPAIS DIANTEIROS DE COR BRANCA OU
AMARELA
8 – LUZES DE POSIÇÃO DIANTEIRAS (FAROLETES) DE
COR BRANCA OU AMARELA
9 – LANTERNAS DE POSIÇÃO TRASEIRAS DE COR
VERMELHA
10 – LANTERNAS DE FREIO DE COR VERMELHA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 07 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
11 – LANTERNAS INDICADORAS DE DIREÇÃO,
DIANTEIRAS DE COR ÂMBAR E TRASEIRAS DE COR
ÂMBAR OU VERMELHA.
12 – LANTERNA DE MARCHA A RÉ, DE COR BRANCA
13 – RETRORREFLECTORES (CATADIÓPTRICO)
TRASEIROS, DE COR VERMELHA
14 – LANTERNA DE ILUMINAÇÃO DA PLACA TRASEIRA,
DE COR BRANCA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 08 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
15 – VELOCÍMETRO 16 – BUZINA
17 – FREIOS DE ESTACIONAMENTO E DE SERVIÇO COM
COMANDOS INDEPENDENTES
18 – PNEUS QUE OFEREÇAM CONDIÇÕES MÍNIMAS DE
SEGURANÇA
FREIO DE ESTACIONAMENTO - “FREIO DE MÃO”
FREIO DE SERVIÇO - “FREIO MECÂNICO DO VEÍCULO”
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 09 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
19 – DISPOSITIVO DE SINALIZAÇÃO LUMINOSA OU REFLETORA
DE EMERGÊNCIA, INDEPENDENTE DO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO
DO VEÍCULO;
20 – EXTINTOR DE INCÊNDIO *** não é mais obrigatório e
sim facultativo***
***21 – REGISTRADOR INSTANTÂNEO E INALTERÁVEL DE
VELOCIDADE E TEMPO, NOS VEÍCULOS DE TRANSPORTE E
CONDUÇÃO DE ESCOLARES, NOS DE TRANSPORTE DE
PASSAGEIROS COM MAIS DE DEZ LUGARES E NOS DE CARGA COM
CAPACIDADE MÁXIMA DE TRAÇÃO SUPERIOR A 19T; (vai cair este)
22 – PNEUS QUE OFEREÇAM CONDIÇÕES MÍNIMAS DE
SEGURANÇA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 10 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
23 – CINTO DE SEGURANÇA PARA TODOS OS OCUPANTES DO
VEÍCULO
24 – DISPOSITIVO DESTINADO AO CONTROLE DE RUÍDO
DE MOTOR, NAQUELES DOTADOS DE MOTOR A
COMBUSTÃO
25 – RODA SOBRESSALENTE, COMPREENDENDO O ARO E O PNEU,
COM OU SEM CÂMERA DE AR, CONFORME O CASO
26 – MACACO, COMPATÍVEL COM O PESO E CARGA DO
VEÍCULO
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 11 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
27 – CHAVE DE RODA 28 – CHAVE DE FENDA OU OUTRA FERRAMENTA
APROPRIADA PARA A REMOÇÃO DE CALOTAS
29 LANTERNAS DELIMITADORAS E LANTERNAS
LATERAIS NOS VEÍCULOS DE CARGA, QUANDO SUAS
DIMENSÕES ASSIM O EXIGIREM
30 – CINTO DE SEGURANÇA PARA A ÁRVORE DE
TRANSMISSÃO EM VEÍCULOS DE TRANSPORTE
COLETIVO E CARGA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 12 Resolução 24/1998
Estabelece o critério de identificação de veículos, a que se
refere o art. 114 do Código de Trânsito Brasileiro.
O VEÍCULO SERÁ IDENTIFICADO OBRIGATORIAMENTE POR CARACTERES GRAVADOS NO CHASSI OU NO MONOBLOCO
A GRAVAÇÃO SERÁ FEITA PELO FABRICANTE OU MONTADOR, DE MODO A IDENTIFICAR: VEÍCULO, FABRICANTE,
CARACTERÍSTICAS E ANO DE FABRICAÇÃO.
CHASSI – PARTE RÍGIDA DO VEÍCULO,
ONDE É COLOCADA A CARROCERIA
MONOBLOCO – PARTE INTEIRIÇA DO
VEÍCULO
VEÍCULOS AUTOMOTORES – OBRIGATÓRIO EM PELO MENOS 01 DOS DOIS LUGARES;
REBOQUE OU SEMIRREBOQUE – OBRIGATÓRIO NOS 02 LUGARES.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 13 Resolução 24/1998
Estabelece o critério de identificação de veículos, a que se
refere o art. 114 do Código de Trânsito Brasileiro.
VIN – É O SISTEMA INTERNACIONAL DE CODIFICAÇÃO DA IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO
ALÉM DA GRAVAÇÃO NO CHASSI OU MONOBLOCO OS VEÍCULOS SERÃO IDENTIFICADOS COM OS CARACTERES VIS
(NÚMERO SEQUENCIAL DE PRODUÇÃO) POR GRAVAÇÃO, COM PROFUNDIDADE MÍNIMA DE 0,2 mm EM CHAPAS OU
PLAQUETA COLADA, SOLDADA OU REBITADA, DESTRUTÍVEL QUANDO FEITA SUA REMOÇÃO.
O VIS PODERÁ FICARÁ LOCALIZADO EM UMS DOS SEGUINTES
COMPARTIMENTOS E COMPONENTES
A IDENTIFICAÇÃO DO VIS PODERÁ SER FEITA TAMBÉM POR ETIQUETA AUTOCOLANTE (TAMBÉM DESTRUTÍVEL)
1 – COLUNA DA PORTA DIANTEIRA LATERAL DIREITA;
2 – COMPARTIMENTO DO MOTOR;
3 – 01 DOS PARA BRISAS E 01 DOS VIDROS TRASEIROS, QUANDO
EXISTENTES;
4 – PELO MENOS DOIS 02 DE CADA LADO DO VEÍCULO, QUANDO
EXISTENTES, EXCETUADOS OS QUEBRA-VENTOS.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 14 Resolução 231 / 2007 Estabelece o sistema de placas de identificação de veículos.
A IDENTIFICAÇÃO EXTERNA DO VEÍCULO DEVERÁ SER FEITA POR MEIO DE
PLACAS DIANTEIRA E TRASEIRA
DIANTEIRA
TRASEIRA
A PLACA TRASEIRA É LACRADA EM SUA ESTRUTURA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 15 Resolução 231 / 2007 Estabelece o sistema de placas de identificação de veículos.
CARACTERÍSTICAS DAS PLACAS
07 CARACTERES ALFANUMÉRICOS
PRIMEIRO GRUPO COMPOSTO POR
03, RESULTANTE DE ARRANJO DE
26 LETRAS TOMADAS 3 A 3
SEGUNDO GRUPO COMPOSTO POR 04,
RESULTANTE DO ARRANJO COM REPETIÇÃO DE
10 ALGARISMOS, TOMADOS 4 A 4
A PLACA DEVERÁ CONTER
TAMBÉM GRAVADOS EM
TARJETAS REMOVÍVEIS A
ELAS FIXADAS:
- SIGLA DA UNIDADE DA
FEDERAÇÃO;
- NOME DO MUNICÍPIO DE
REGISTRO DO VEÍCULO
“VEÍCULOS OFICIAIS, DE REPRESENTAÇÃO, 
DOS PERTENCENTES ÀS MISSÕES 
DIPLOMÁTICAS, DAS REPARTIÇÕES 
CONSULARES, DOS ORGANISMOS 
INTERNACIONAIS, FUNCIONÁRIOS 
ESTRANGEIROS, PERITOS ESTRANGEIROS 
DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL FORAM 
EXCEPCIONADAS A ESTA REGRA”.
DIMENSÕES 
400 mm x 130 mm
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MEMORIZZE 16 Resolução 231 / 2007 Estabelece o sistema de placas de identificação de veículos.
AS PLACAS SÃO CONFECCIONADAS POR FABRICANTES
CREDENCIADOS PELO DETRAN DE CADA UF E DO
DF
É OBRIGATÓRIA A GRAVAÇÃO DO REGISTRO DO FABRICANTE EM
SUPERFÍCIE PLANA DA PLACA E DA TARJETA, DE MODO A NÃO SER
OBSTRUÍDA SUA VISÃO QUANDO AFIXADAS NOS VEÍCULOS DE MODO QUE
POSSA RESPONSABILIZAR AQUELE QUE COMETER FRAUDE
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MEMORIZZE 17 Resolução 231 / 2007 Estabelece o sistema de placas de identificação de veículos.
OS VEÍCULOS DE DUAS OU TRÊS RODAS DO TIPO MOTOCICLETA, MOTONETA, CICLOMOTOR E TRICICLO FICAM OBRIGADOS A
UTILIZAR PLACA TRASEIRA DE IDENTIFICAÇÃO COM PELÍCULA REFLETIVA CONFORME FIGURA:
***RESOLUÇÃO 372/11 ESTABELECEU A 
OBRIGATORIEDADE DO USO DA PLACA E TARJETA 
REFLETIVA PARA TODOS OS OUTROS VEÍCULOS ***
2007
2011
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MEMORIZZE 18 Resolução 231 / 2007 Estabelece o sistema de placas de identificação de veículos.
TABELA COM AS CORES DAS PLACAS PARTICULAR
ALUGUEL
EXPERIÊNCIA/FABRICANTE
APRENDIZAGEM
COLEÇÃO
OFICIAL
-MISSÃO DIPLOMÁTICA
-CORPO CONSULAR
-ORGANISMO INTERNACIONAL
-CORPO DIPLOMÁTICO
-ORGANISMO 
CONSULAR/INTERNACIONAL
-COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
REPRESENTAÇÃO
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MEMORIZZE 19 Resolução 32 / 1998
Estabelece modelos de placas para veículos de
representação, de acordo com o art. 115, § 3° do Código de
Trânsito Brasileiro.
Art. 1º Ficam aprovados os modelos de placa constantes do Anexo à presente Resolução, para
veículos de representação dos Presidentes dos Tribunais Federais, dos Governadores, Prefeitos,
Secretários Estaduais e Municipais, dos Presidentes das Assembleias Legislativas e das
Câmaras Municipais, dos Presidentes dos Tribunais Estaduais e do Distrito Federal, e do
respectivo chefe do Ministério Público e ainda dos Oficiais Generais das Forças Armadas.
OS VEÍCULOS DE 
REPRESENTAÇÃO 
DEVERÃO ESTAR 
REGISTRADOS 
JUNTO AO 
RENAVAM
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MEMORIZZE 20 Resolução 32 / 1998
Estabelece modelos de placas para veículos de
representação, de acordo com o art. 115, § 3° do Código de
Trânsito Brasileiro.
PARTICULAR
ALUGUEL
EXPERIÊNCIA/FABRICANTE
APRENDIZAGEM
COLECIONADOR
REPRESENTAÇÃOREPRESENTAÇÃO DIPLOMÁTICA
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MEMORIZZE 21 Resolução 36 / 1998
Estabelece a forma de sinalização de advertência para os
veículos que, em situação de emergência, estiverem
imobilizados no leito viário, conforme o art. 46 do Código
de Trânsito Brasileiro.
Art.1º O condutor deverá acionar de imediato as luzes de
advertência (pisca-alerta) providenciando a colocação do
triângulo de sinalização ou equipamento similar à distância mínima
de 30 metros da parte traseira do veículo.
TRIÂNGULO DEVERÁ 
SER INSTALADO 
PERPENDICULARMENTE 
AO EIXO DA VIA, E EM 
BOA VISIBILIDADE
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MEMORIZZE 22 Resolução 110 / 1999
Fixa o calendário para renovação do Licenciamento Anual
de Veículos e revoga a Resolução CONTRAN no 95/99.
Art. 1o Os órgãos executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal estabelecerão
prazos para renovação do Licenciamento Anual dos Veículos registrados sob sua
circunscrição, de acordo com o algarismo final da placa de identificação, respeitados os
limitesfixados na tabela a seguir:
Quando o veículo se encontrar fora da unidade
da federação em que estiver registrado, deverão
adotar os prazos estabelecidos nesta Resolução.
**CADA ESTADO PODERÁ ESTABELECER SEUS
PRAZOS, RESPEITANDO OS LIMITES MÁXIMOS
TA TABELA DA RESOLUÇÃO 110/1999**
Agente de trânsito ou o PRF deverá usar esta
tabela como referência se o veículo estiver em
estado diferente ao que foi registrado.
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MEMORIZZE 23 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
AS MODIFICAÇÕES NOS VEÍCULOS
DEVEM SER PRECEDIDAS DE
AUTORIZAÇÃO DA AUTORIDADE
RESPONSÁVEL PELO REGISTRO E
LICENCIAMENTO
SE CONDUZIR VEÍCULO COM A COR OU
CARACTERÍSTICA ALTERADA
INFRAÇÃO GRAVE
MULTA
RETENÇÃO DO 
VEÍCULO PARA 
REGULARIZAÇÃO
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MEMORIZZE 24 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
Art. 4º Quando houver
modificação exigir-se-á
realização de inspeção de
segurança veicular para
emissão do Certificado de
Segurança Veicular –
CSV, conforme
regulamentação
específica do INMETRO,
expedido por Instituição
Técnica Licenciada pelo
DENATRAN, respeitadas
as disposições
constantes na tabela do
Anexo desta Resolução.
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MEMORIZZE 25 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
Parágrafo único: O número do Certificado de Segurança Veicular –
CSV, deve ser registrado no campo das observações do Certificado
de Registro de Veículos – CRV e do Certificado de Registro e
Licenciamento de Veículos – CRLV, enquanto que as modificações
devem ser registradas nos campos específicos e, quando estes não
existirem, no campo das observações do CRV/CRLV
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MEMORIZZE 26 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
O uso do GÁS NATURAL VEICULAR (GNV) como
combustível, é permitido somente para fins
automotivos e é vedado o seu uso em
CICLOMOTORES, MOTONETAS, MOTOCICLETAS
E TRICICLOS
§1º Os componentes do sistema devem estar
certificados no âmbito do Sistema Brasileiro de
Avaliação da Conformidade, conforme
regulamentação específica do Instituto Nacional de
Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial –
INMETRO.
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MEMORIZZE 27 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
SERÁ EXIGIDO DE
QUEM UTILIZA
GNV:
I - Certificado de Segurança Veicular – CSV expedido por Instituição
Técnica Licenciada pelo DENATRAN e acreditada pelo INMETRO,
conforme regulamentação específica, onde conste a identificação do
instalador registrado pelo INMETRO, que executou o serviço.
II – O Certificado Ambiental para uso de Gás Natural em Veículos Automotores –
CAGN, expedido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos
Naturais Renováveis – IBAMA, ou aposição do número do mesmo no CSV.
§ 3º Anualmente, para o licenciamento dos veículos que utilizam o Gás Natural
Veicular como combustível será exigida a apresentação de novo Certificado de
Segurança Veicular – CSV
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MEMORIZZE 28 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
MODIFICAÇÕES PROIBIDAS
I - A utilização de rodas/pneus
que ultrapassem os limites
externos dos para-lamas do
veículo;
II - O aumento ou
diminuição do diâmetro
externo do conjunto
pneu/roda;
III – A substituição do chassi
ou monobloco de veículo por
outro chassi ou monobloco,
nos casos de modificação,
furto/roubo ou sinistro de
veículos, com exceção de
sinistros em motocicletas e
assemelhados
IV – A alteração das
características originais das
molas do veículo, inclusão,
exclusão ou modificação de
dispositivos da suspensão.
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MEMORIZZE 29 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
MODIFICAÇÕES PROIBIDAS
**A adaptação em 4° eixo em caminhão,
salvo quando se tratar de eixo direcional
ou auto direcional**
**A instalação de fonte luminosa de gás
(FARÓIS XENOM), exceto se dispositivo fizer a
substituição originalmente**
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MEMORIZZE 30 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
MODIFICAÇÕES PROIBIDAS
Art. 14 Serão consideradas alterações de
cor aquelas realizadas através de pintura
ou adesivamento em área superior a 50%
do veículo, excluídas as áreas
envidraçadas.
Parágrafo único: será atribuída a cor fantasia
quando for impossível distinguir uma cor
predominante no veículo.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 31 Resolução 253 / 2007 Dispõe sobre o uso de medidores de transmitância luminosa.
Art. 1º A medição da transmitância luminosa
das áreas envidraçadas de veículos deverá ser
efetuada por meio de instrumento denominado
Medidor de Transmitância Luminosa. .
Parágrafo Único Medidor de transmitância
luminosa é o instrumento de medição
destinado a medir, em valores percentuais, a
transmitância luminosa de vidros, películas,
filmes e outros materiais simples ou
compostos.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 32 Resolução 253 / 2007 Dispõe sobre o uso de medidores de transmitância luminosa.
Art. 3º A autoridade executiva de trânsito ou
seus agentes somente efetuará o registro da
autuação quando a medição constatada no
instrumento for inferior a:
I – 26% nos casos em que o limite permitido
para a área envidraçada for 28%
II – 65% nos casos em que o limite permitido
para a área envidraçada for 70%
III – 70% nos casos em que o limite permitido
para a área envidraçada for 75%
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 33 Resolução 253 / 2007 Dispõe sobre o uso de medidores de transmitância luminosa.
Art. 4º O auto de infração e a notificação da autuação,
além do disposto no Código de Trânsito Brasileiro, e na
legislação complementar, deverão conter, expressas em
termos percentuais, a transmitância luminosa:
I – medida peloinstrumento;
II – considerada para efeito da aplicação da penalidade;
III – permitida para a área envidraçada fiscalizada.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 34 Resolução 253 / 2007 Dispõe sobre o uso de medidores de transmitância luminosa.
Art. 5º Quando o medidor de transmitância luminosa for dotado de dispositivo impressor, o
registro impresso deverá conter os seguintes dados:
I – data e hora;
II – placa do veículo;
III – transmitância medida pelo instrumento;
IV – área envidraçada fiscalizada;
V – identificação do instrumento;
VI – identificação do agente.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 35 Resolução 453 / 2013 Disciplina o uso de capacete para condutor e passageiro de
motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados
e quadriciclos motorizados.
Art. 2º Para fiscalização do cumprimento desta Resolução, as autoridades de trânsito ou
seus agentes devem observar:
I - Se o capacete motociclístico utilizado é certificado pelo INMETRO;
II - Se o capacete motociclístico está devidamente afixado à cabeça;
III - A aposição de dispositivo retrorrefletivo de segurança nas partes laterais e traseira do
capacete motociclístico, conforme especificado no item I do Anexo;
IV - A existência do selo de identificação da conformidade do INMETRO, ou etiqueta interna
com a logomarca do INMETRO, especificada na norma NBR7471, podendo esta ser afixada no
sistema de retenção;
V - O estado geral do capacete, buscando avarias ou danos que identifiquem a sua
inadequação para o uso;
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 36 Resolução 453 / 2013 Disciplina o uso de capacete para condutor e passageiro de
motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados
e quadriciclos motorizados.
Art. 3º O condutor e o passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado
e quadriciclo motorizado, para circular na via pública, deverão utilizar capacete com
viseira, ou na ausência desta, óculos de proteção, em boas condições de uso.
Fica proibido o uso de óculos
de sol, óculos corretivos ou de
segurança do trabalho (EPI) de
forma singular, em substituição
aos óculos de proteção.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 37 Resolução 453 / 2013 Disciplina o uso de capacete para condutor e passageiro de
motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados
e quadriciclos motorizados.
§ 4º No período noturno, é obrigatório o uso de viseira no padrão cristal.
§ 5º É proibida a aposição de película na viseira do capacete e nos óculos de proteção.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 38 Resolução 453 / 2013 Disciplina o uso de capacete para condutor e passageiro de
motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados
e quadriciclos motorizados.
ACESSÓRIOS PODEM, OU NÃO, FAZER PARTE DE UM CAPACETE CERTIFICADO, COMO
PALAS, QUEIXEIRAS REMOVÍVEIS, SOBREVISEIRAS E MÁSCARAS.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 39 Resolução 471 / 2013 Regulamenta a fiscalização de trânsito por intermédio de
videomonitoramento em estradas e rodovias, nos termos
do § 2º do artigo 280 do Código de Trânsito Brasileiro.
Art. 2º A autoridade ou o agente da autoridade de trânsito, exercendo a fiscalização remota
por meio de sistemas de videomonitoramento, poderão autuar condutores e veículos, cujas
infrações por descumprimento das normas gerais de circulação e conduta tenham sido
detectadas “online” por esses sistemas.
Art. 3º A fiscalização de trânsito mediante sistema de
videomonitoramento somente poderá ser realizada nas vias
que estejam devidamente sinalizadas para esse fim.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 40 Resolução 508 / 2014 Dispõe sobre os requisitos de segurança para a circulação,
a título precário, de veículo de carga ou misto transportando
passageiros no compartimento de cargas.
Art. 5º Além das exigências estabelecidas nos demais artigos desta Resolução, para o
transporte de passageiros em veículos de carga ou misto, é vedado:
I. transportar passageiros com idade inferior a 10 anos;
II. transportar passageiros em pé;
III. transportar cargas no mesmo ambiente dos passageiros;
IV. utilizar veículos de carga tipo basculante e boiadeiro;
V. utilizar combinação de veículos.
VI. transportar passageiros nas partes externas.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 41 Resolução 508 / 2014 Dispõe sobre os requisitos de segurança para a circulação,
a título precário, de veículo de carga ou misto transportando
passageiros no compartimento de cargas.
Art. 6º Para a circulação de veículos, o condutor deve estar habilitado:
I. na categoria B, se o transporte for realizado em veículo cujo peso bruto total não exceda a três mil e
quinhentos quilogramas e cuja lotação não exceda a oito lugares, excluído o do condutor;
II. na categoria C, se o transporte for realizado em
veículo cujo peso bruto total exceda a três mil e
quinhentos quilogramas;
III. na categoria D e ter o curso especializado para o
transporte coletivo de passageiros, se o transporte
for realizado em veículo cuja lotação exceda a oito
lugares, excluído o do condutor;
Parágrafo único. Para determinação da lotação de
que tratam os incisos deste artigo deverá ser
considerada, além da lotação do compartimento de
passageiros, a lotação do compartimento de carga
após a adaptação.
MOTOS E
TRICICLOS
CARROS DE
PASSEIO
VEÍCULOS
DE CARGA
< 3.500 KG
LOTAÇÃO >
8 LUGARES
UNIDADE
ACOPLADA
ACIMA DE 6
TON
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 42 Resolução 14 / 2014 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
ITENS OBRIGATÓRIOS
ESPELHOS RETROVISORES, DE AMBOS LADOS
FAROL DIANTEIRO, DE COR BRANCA OU AMARELA
LANTERNA, DE COR VERMELHA, NA PARTE TRASEIRA
VELOCÍMETRO
BUZINA
DISPOSITIVO DESTINADO AO CONTROLE DE RUÍDO DO MOTOR
PNEUS QUE OFEREÇAM CONDIÇÕES MÍNIMAS DE SEGURANÇA
LANTERNA DE FREIO, DE COR VERMELHA
INDICADORES LUMINOSOS DE MUDANÇA DE DIREÇÃO, DIANTEIRO E TRASEIRO
ILUMINAÇÃO DE PLACA TRASEIRA
PROTETOR DE RODAS TRASEIRAS
CICLOMOTORES
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MEMORIZZE 43 Resolução 14 / 2014 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
ITENS OBRIGATÓRIOS
ESPELHOS RETROVISORES, DE AMBOS LADOS
FAROL DIANTEIRO, DE COR BRANCA OU AMARELA
LANTERNA, DE COR VERMELHA, NA PARTE TRASEIRA
VELOCÍMETRO
BUZINA
DISPOSITIVO DESTINADO AO CONTROLE DE RUÍDO DO MOTOR,
DIMENSIONADO PARA MANTER A TEMPERATURA DE SUA SUPERFÍCIE
EXTERNA EM NÍVEL TÉRMICO ADEQUADO AO USO SEGURO DO VEÍCULO
PELOS OCUPANTES...
PNEUS QUE OFEREÇAM CONDIÇÕES MÍNIMAS DE SEGURANÇA
LANTERNA DE FREIO, DE COR VERMELHA
INDICADORES LUMINOSOS DE MUDANÇA DE DIREÇÃO, DIANTEIRO E TRASEIRO
ILUMINAÇÃO DE PLACA TRASEIRA
PROTETOR DE RODAS TRASEIRAS
MOTONETA TRICICLO
MOTOCICLETA
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MEMORIZZE 44 Resolução 14 / 2014 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
ITENS OBRIGATÓRIOS
ESPELHOS RETROVISORES, DE AMBOS LADOSFAROL DIANTEIRO, DE COR BRANCA OU AMARELA
LANTERNA, DE COR VERMELHA, NA PARTE TRASEIRA
VELOCÍMETRO
BUZINA
DISPOSITIVO DESTINADO AO CONTROLE DE RUÍDO DO MOTOR
PNEUS QUE OFEREÇAM CONDIÇÕES MÍNIMAS DE SEGURANÇA
LANTERNA DE FREIO, DE COR VERMELHA
INDICADORES LUMINOSOS DE MUDANÇA DE DIREÇÃO, DIANTEIRO E TRASEIRO
ILUMINAÇÃO DE PLACA TRASEIRA
PROTETOR DE RODAS TRASEIRAS
QUADRICICLO
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 45 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, para aplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Art. 3º A confirmação da alteração da capacidade psicomotora em razão da influência de
álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência dar-se-á por meio de,
pelo menos, um dos seguintes procedimentos a serem realizados no condutor de veículo
automotor:
I – exame de sangue;
II – exames realizados por laboratórios especializados, indicados
pelo órgão ou entidade de trânsito competente ou pela Polícia
Judiciária, em caso de consumo de outras substâncias psicoativas
que determinem dependência;
III – teste em aparelho destinado à medição do teor alcoólico no ar
alveolar (etilômetro);
IV – verificação dos sinais que indiquem a alteração da
capacidade psicomotora do condutor.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 46 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, para aplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
§ 1º Além do disposto nos incisos deste artigo, também poderão ser utilizados prova
testemunhal, imagem, vídeo ou qualquer outro meio de prova em direito admitido.
§ 2º Nos procedimentos de fiscalização deve-
se priorizar a utilização do teste com
etilômetro.
§ 3° Se o condutor apresentar sinais de
alteração da capacidade psicomotora na
forma do art. 5º ou haja comprovação dessa
situação por meio do teste de etilômetro e
houver encaminhamento do condutor para a
realização do exame de sangue ou exame
clínico, não será necessário aguardar o
resultado desses exames para fins de
autuação administrativa.
PRIORIDADE
MEIO ADMITIDO 
COMO PROVA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 47 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, para aplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
O ETILÔMETRO
✓ Deve ser aprovado pelo INMETRO
✓ Deve ser aprovado em 4
verificações metrológicas.
1 – Verificação inicial
2 – Verificação eventual
3 – Verificação em serviço
3 – Verificação anual
Parágrafo único. Do resultado do etilômetro (medição realizada) deverá ser
descontada margem de tolerância, que será o erro máximo admissível, conforme
legislação metrológica, de acordo com a “Tabela de Valores Referenciais para
Etilômetro” constante no Anexo I.
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MEMORIZZE 48 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, para aplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Dos Sinais de Alteração da Capacidade Psicomotora
Art. 5º Os sinais de alteração da capacidade psicomotora poderão ser verificados por:
I – exame clínico com laudo conclusivo e firmado por médico perito; ou
II – constatação, pelo agente da Autoridade de Trânsito, dos sinais de alteração da capacidade psicomotora nos termos do
Anexo II.
§ 1º Para confirmação da alteração da capacidade psicomotora pelo agente da
Autoridade de Trânsito, deverá ser considerado não somente um sinal, mas um
conjunto de sinais que comprovem a situação do condutor.
§ 2º Os sinais de alteração da capacidade psicomotora de que trata o inciso II
deverão ser descritos no auto de infração ou em termo específico que contenha
as informações mínimas indicadas no Anexo II, o qual deverá acompanhar o auto
de infração.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 49 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, para aplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
DA INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA
Art. 6º A infração prevista no art. 165 do CTB será caracterizada por:
I – exame de sangue que apresente qualquer concentração de álcool por litro de sangue;
II – teste de etilômetro com medição realizada igual ou superior a 0,05 miligrama de álcool por litro de ar alveolar
expirado (0,05 mg/L), descontado o erro máximo admissível nos termos da “Tabela de Valores Referenciais para
Etilômetro” constante no Anexo I;
III – sinais de alteração da capacidade psicomotora obtidos na forma do art. 5º.
Parágrafo único. Serão aplicadas as penalidades e medidas
administrativas previstas no art. 165 do CTB ao condutor que
recusar a se submeter a qualquer um dos procedimentos
previstos no art. 3º, sem prejuízo da incidência do crime
previsto no art. 306 do CTB caso o condutor apresente os
sinais de alteração da capacidade psicomotora.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 50 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, para aplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
DO CRIME
Art. 7º O crime previsto no art. 306 do CTB será caracterizado por qualquer um dos
procedimentos abaixo:
I – exame de sangue que apresente resultado igual ou superior a 6 (seis) decigramas de álcool por litro
de sangue (6 dg/L);
II - teste de etilômetro com medição realizada igual ou superior a 0,34 miligrama de álcool por litro de
ar alveolar expirado (0,34 mg/L), descontado o erro máximo admissível nos termos da “Tabela de
Valores Referenciais para Etilômetro” constante no Anexo I;
III – exames realizados por laboratórios especializados, indicados pelo órgão ou entidade de
trânsito competente ou pela Polícia Judiciária, em caso de consumo de outras substâncias
psicoativas que determinem dependência;
IV – sinais de alteração da capacidade psicomotora obtido na forma do art. 5º.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 51 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, paraaplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
DAS MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
Art. 9° O veículo será retido até a apresentação de condutor habilitado, que também será
submetido à fiscalização.
Parágrafo único. Caso não se apresente condutor habilitado ou o agente verifique que ele não está em condições de dirigir, o veículo será
recolhido ao depósito do órgão ou entidade responsável pela fiscalização, mediante recibo.
Art. 10. O documento de habilitação será recolhido pelo agente, mediante recibo, e ficará
sob custódia do órgão ou entidade de trânsito responsável pela autuação até que o
condutor comprove que não está com a capacidade psicomotora alterada, nos termos
desta Resolução.
§ 1º Caso o condutor não compareça ao órgão ou entidade de trânsito responsável pela autuação no prazo de 5 (cinco) dias da data do
cometimento da infração, o documento será encaminhado ao órgão executivo de trânsito responsável pelo seu registro, onde o condutor deverá
buscar seu documento.
§ 2º A informação de que trata o § 1º deverá constar no recibo de recolhimento do documento de habilitação.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 52 Resolução 205/2006
Dispõe sobre os documentos de porte obrigatório e dá outras
providências.
Art. 1º. Os documentos de porte obrigatório do condutor do veículo são:
• Autorização para conduzir ciclomotor (ACC);
• Permissão para dirigir (PPD); ou
• Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Para o condutor
• Certificado de registro e licenciamento anual (CRLV)Para o veículo
Os órgãos executivos de trânsito deverão expedir vias
originais do Certificado de Registro e Licenciamento Anual
– CRLV
Desde que solicitadas pelo proprietário do veículo
A via deverá constar o seu número de ordem,
respeitada a cronologia de sua expedição.
Infração: leve
Penalidade: multa
Medida administrativa: retenção do 
veículo até a apresentação do 
documento.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 53 Resolução 258/2007
Regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código Trânsito Brasileiro, fixa
metodologia de aferição de peso de veículos, estabelece percentuais de
tolerância e dá outras providências.
Art. 1º. (...) o comprimento total é aquele medido do ponto mais avançado da sua extremidade dianteira ao ponto mais
avançado da sua extremidade traseira, inclusos todos os acessórios para os quais não esteja prevista uma exceção.
limpador de para-
brisas e dispositivos 
de lavagem do para-
brisas;
placas dianteiras e 
traseiras;
dispositivos e olhais 
de fixação e 
amarração da carga, 
lonas e encerados
luzes;
espelhos retrovisores 
ou outros dispositivos 
similares;
tubos de admissão de 
ar;
batentes;
degraus e estribos de 
acesso;
borrachas;
plataformas elevatórias, rampas de 
acesso, e outros equipamentos 
semelhantes, em ordem de marcha, 
desde que não constituam saliência 
superior a 200mm;
dispositivos de engate 
do veiculo a motor.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 54 Resolução 258/2007
Regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código Trânsito Brasileiro, fixa
metodologia de aferição de peso de veículos, estabelece percentuais de
tolerância e dá outras providências.
A medição do comprimento dos veículos do tipo guindaste 
devera tomar como base, a ponta da lança e o suporte dos 
contrapesos.
P
ro
ib
id
o
 t
ra
n
si
ta
r • com peso bruto total (PBT) ou com
peso bruto total combinado (PBTC)
com peso por eixo, superior ao fixado
pelo fabricante;
• ultrapassar a capacidade máxima de
tração (CMT) da unidade tratora.
• A fiscalização do peso deve ser feita por
equipamento de pesagem (balança rodoviária)
ou, na impossibilidade, pela verificação de
documento fiscal.
• Obrigatória a presença da autoridade ou do
agente da autoridade no local de aferição.
• Os equipamentos utilizados na pesagem devem
ter seu modelo aprovado pelo INMETRO, de
acordo com a legislação metrológica em vigor.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 55 Resolução 258/2007
Balança rodoviária
• Tolerância máxima: 5% sobre os limites de pesos regulamentares para o
peso bruto total e peso bruto total combinado
• Multa sobre parcela excedente quando ocorrer excesso de peso em algum
dos eixos. A carga deverá ser remanejada ou ser efetuado transbordo, para
que os excessos por eixo sejam eliminados. O veículo somente poderá
prosseguir viagem depois de sanar a irregularidade.
• Multa sobre peso excedente quando ocorrer excesso de peso (observado a
tolerância de 5%). O veículo para prosseguir viagem deve efetuar o
transbordo e sanar as irregularidades.
• Nos casos em que não for dispensado o remanejamento ou transbordo da
carga o veículo deverá ser recolhido ao depósito, sendo liberado somente
após sanada a irregularidade e pagas todas as despesas de remoção e
estada.
• A critério do agente, observadas as condições de segurança, poderá ser
dispensado o remanejamento ou transbordo de produtos perigosos, produtos
perecíveis, cargas vivas e passageiros.
Na fiscalização de peso dos veículos
Nota Fiscal, Conhecimento ou Manifesto 
de carga
• Poderá ser feita em qualquer tempo ou 
local, não sendo admitida qualquer 
tolerância sobre o peso declarado.
Independentemente da natureza da carga, o veículo
poderá prosseguir viagem sem remanejamento ou
transbordo, desde que os excessos aferidos sejam
simultaneamente inferiores a 5% do limite para cada
tipo de eixo:
Excesso de 
peso
Tipo de eixo
300 kg No eixo direcional
500 kg No eixo isolado
850 kg Por conjuntos de eixos em tandem duplo
1275 kg No conjunto de eixos em tandem triplo
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 56 Resolução 258/2007
Infração: média 
(R$130,16)
Penalidade: multa 
acrescida a cada 
duzentos quilogramas 
ou fração de excesso 
de peso apurado
Medida Administrativa: 
retenção do veículo e 
transbordo da carga 
excedente.
Regras para 
cálculo da 
multa
𝑀𝑈𝐿𝑇𝐴 = 130,16 +
𝐸𝑥𝑐𝑒𝑠𝑠𝑜 𝑎𝑝𝑢𝑟𝑎𝑑𝑜
200
× 𝐹𝑎𝑡𝑜𝑟 𝑚𝑢𝑙𝑡𝑖𝑝𝑙𝑖𝑐𝑎𝑡𝑖𝑣𝑜
Peso excedente Fator Multiplicativo
Até 600kg R$ 5,32
600 a 800kg R$ 10,64
800 a 1000kg R$ 21,28
1000 a 3000kg R$ 31,92
3000 a 5000kg R$ 42,56
Acima de 5000kg R$ 53,20
Regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código Trânsito Brasileiro, fixa
metodologia de aferição de peso de veículos, estabelece percentuais de
tolerância e dá outras providências.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 57 Resolução 258/2007
Penalidade: Multa
Medida Administrativa: 
Retenção do Veículo 
para Transbordo da 
carga.
Infração pelo 
excesso de 
capacidade 
máxima de tração
Peso excedente à CMT Natureza da infração Fator Multiplicativo
Até 600kg Média R$ 130,16
601 a 1000kg Grave R$ 195,23
Acima de 1000kg Gravíssima R$ 293,47*
*Aplicados a cada 500kg ou fração de excesso de peso apurado
Regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código Trânsito Brasileiro, fixa
metodologia de aferição de peso de veículos, estabelece percentuais de
tolerância e dá outras providências.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 58 Resolução 277/2008
Dispõe sobre o transporte de menores de 10 anos e a utilização do dispositivo de
retenção para o transporte de crianças em veículos.
Art.1º.Para transitar em veículos automotores, os menores de dez 
anos deverão ser transportados nos bancos traseiros usando 
individualmente cinto de segurança ou sistema de retenção equivalente 
de acordo com a idade da criança.
1 – As crianças com até um 
ano de idade deverão utilizar, 
obrigatoriamente, o 
dispositivo de retenção 
denominado “bebê conforto ou 
conversível” 
2 – As crianças com idade 
superior a um ano e inferior ou 
igual a quatro anos deverão 
utilizar, obrigatoriamente, o 
dispositivo de retenção 
denominado “cadeirinha”.
3 – As crianças com idade 
superior a quatro anos e 
inferior ou igual a sete anos e 
meio deverão utilizar o 
dispositivo de retenção 
denominado “assento de 
elevação”.
4 – As crianças com idade 
superior a sete anos e meio e 
inferior ou igual a dez anos
deverão utilizar o cinto de 
segurança do veículo.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 59 Resolução 277/2008
Dispositivo de retenção para crianças é o
conjunto de elementos que contém uma
combinação de tiras com fechos de
travamento, dispositivo de ajuste, partes
de fixação
Não se aplicam aos veículos de transporte
coletivo, aos de aluguel, aos de transporte
autônomo de passageiro (táxi), aos
veículos escolares* e aos demais veículos
com peso bruto total superior a 3,5t.
Resolução nº 541/2015 CONTRAN – Todo veículo utilizado no transporte
escolar, independentemente de sua classificação, categoria e do peso bruto
total – PBT do veículo, deverá utilizar o dispositivo de retenção adequado para
o transporte de crianças com até 7 anos e meio de idade (suspensa pela
Resolução nº 630/2016).
Os manuais dos veículos automotores,
em geral, deverão conter informações
a respeito dos cuidados no transporte
de crianças, da necessidade de
dispositivos de retenção e da
importância de seu uso.
Dispõe sobre o transporte de menores de 10 anos e a utilização do dispositivo de
retenção para o transporte de crianças em veículos.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 60 Resolução 277/2008
I – É vedado o transporte de crianças com até 7 anos e meio de idade, em dispositivo de 
retenção posicionado em sentido contrário ao da marcha do veículo;
II – É permitido o transporte de crianças com até 7 anos e meio de idade, em 
dispositivo de retenção posicionado no sentido de marcha do veículo, desde que não 
possua bandeja, ou acessório equivalente, incorporado ao dispositivo de retenção;
III - Salvo instruções específicas do fabricante do veículo, o banco do passageiro 
dotado de airbag deverá ser ajustado em sua última posição de recuo, quando ocorrer 
o transporte de crianças neste banco.
Nos veículos equipados com airbag, para o passageiro do banco dianteiro, o
transporte de crianças com até 10 anos neste banco, poderá ser realizado
desde que utilizado o dispositivo de retenção adequado ao seu peso e altura:
Dispõe sobre o transporte de menores de 10 anos e a utilização do dispositivo de
retenção para o transporte de crianças em veículos.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 61 Resolução 277/2008 Infração: gravíssima
Penalidade: multa
Medida administrativa: retenção do 
veículo até que a regularidade seja 
sanada
Excepcionalmente, nos veículos dotados exclusivamente
de banco dianteiro, o transporte de crianças com até 10
anos de idade poderá ser realizado neste banco,
utilizando-se sempre o dispositivo de retenção adequado
ao peso e altura da criança.
Na hipótese de a quantidade de crianças menor que 10 
anos exceder a capacidade de lotação do banco 
traseiro, será admitido o transporte daquela de maior 
estatura no banco dianteiro, utilizando o cinto de 
segurança do veículo ou dispositivo de retenção 
adequado ao seu peso e altura.
Resolução CONTRAN nº 100/2010 – o transporte de criança
com idade inferior a 10 anos poderá ser realizado no banco
dianteiro do veículo:
• Quando o veículo for dotado exclusivamente deste
banco;
• Quando a quantidade de crianças com esta idade
exceder a lotação do banco traseiro;
• Quando o veículo for fabricado de cintos de dois pontos
no bancos traseiros (as crianças de 4 anos a 7 anos e
meio poderão ser transportadas utilizando cinto de
segurança de dois pontos sem o assento de elevação).
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
PODERES FUNÇÃO TÍPICA FUNÇÃO ATÍPICA
EXECUTIVO ADMINISTRAR LEGISLAR
LEGISLATIVO LEGISLAR + FISCALIZAR ADMINISTRAR + JULGAR
JUDICIÁRIO JULGAR ADMINISTRAR + LEGISLAR
MEMORIZZE 01 TRIPARTIÇÃO DOS PODERES
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 02 COMPARATIVO ADM. INDIRETA
AUTARQUIAS
FUNDAÇÃO 
PÚBLICA
EMPRESA 
PÚBLICA
SOCIEDADE DE 
ECONOMIA MISTA
CRIAÇÃO E EXTINÇÃO POR 
LEI
REGIME JURÍDICO DE DIREITO 
PÚBLICO
CAPITAL PÚBLICO 
DESCENTRALIZADO
BENS INPENHORÁVEIS
ESTATUTÁRIOS
ATIVIDADES TÍPICAS DO 
ESTADO
CRIAÇÃO E EXTINÇÃO POR 
LEI (DIREITO PÚBLICO)
AUTORIZADA POR LEI
(DIREITO PRIVADO)
REGIME JURÍDICO DE DIREITO 
PÚBLICO OU DIREITO 
PRIVADO
EXECUTA SERVIÇOS DE 
INTERESSE DO ESTADO
ESTATUTÁRIOS
BENS INPENHORÁVEIS
AUTORIZADA POR LEI + 
REGISTRO
AUTORIZADA POR LEI + 
REGISTRO
REGIME JURÍDICO DE DIREITO 
PRIVADO
CAPITAL PÚBLICO EXCLUSIVO 
DO PODER PÚBLICO
BENS PENHORÁVEIS
CELETISTAS (CLT)
EXERCE ATIVIDADE 
ECONÔMICA
REGIME JURÍDICO DE DIREITO 
PRIVADO
CAPITAL 50% + 1 FORMA DE 
S/A
BENS PENHORÁVEIS
CELETISTAS (CLT)
EXERCE ATIVIDADE 
ECONÔMICA
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 03 PODER DISCRICIONÁRIO
Prerrogativa para 
praticar atos 
discricionários
Admite juízo do 
mérito administrativo 
(conveniência e 
oportunidade)
Margem de escolha 
restrita aos limites da 
lei
Controle judicial 
apenas CO FI FO 
(competência, 
finalidade e forma)
Revogação atos 
inoportunos e 
inconvenientes
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 04PODER HIERÁRQUIVO
Relação de 
Coordenação e 
Subordinação 
Dar ordens, fiscalizar, 
controlar, aplicar sanções, 
delegar e avocar
competências
Somente sanções disciplinares a servidores;
Não há hierarquia entre diferentes pessoas 
jurídicas;
Delegação pode ocorrer fora da estrutura 
hierárquica, já avocação, não pode
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 05PODER DISCIPLINAR
Aplicar 
sanções a 
servidores 
que 
cometem 
infrações
Admite a gradação 
e escolha da 
penalidade 
(discricionariedade)
Aplicar 
sanções a 
Particulares
com vínculo 
contratual
Não se confunde 
com poder punitivo 
do estado
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 06 PODER REGULAMENTAR
Poder 
Executivo 
edita decretos
Decreto de execução – Dar fiel execução às 
leis administrativas; não pode ser delegado. 
Atos de caráter geral e abstrato.
Decreto autônomo – Não necessita de lei 
prévia; apenas para organizar Adm. Pública; 
Pode ser delegado.
Congresso Nacional pode sustar atos 
normativos que exorbitem do poder 
regulamentar
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 07 PODER DE POLÍCIA
RESTRINGIR, CONDICIONAL, LIMITARATIVIDADES 
PRIVADAS
PODER DE POLÍCIA PREVENTIVO – ANUÊNCIA 
PRÉVIA PARA ATIVIDADES PARTICULARES. EX: 
ALVARÁS, CARTEIRAS, DECLARAÇÕES E ETC.
PODER DE POLÍCIA REPRESSIVO – SANÇÕES 
ADMINISTRATIVAS A PARTICULARES. EX: TAXAS
LICENÇA = ATO VINCULADO
AUTORIZAÇÃO = DISCRICIONÁRIO E 
PRECÁRIO
PODER DE POLÍCIA ORIGINÁRIO = ADM. DIRETA
PODER DE POLÍCIA DELEGADO = ADM. INDIRETA 
(SÓ ENTIDADES DE DIREITO PÚBLICO)
DELEGAÇÃO DO PODER DE POLÍCIA À ADM. 
INDIRETA DE DIREITO PRIVADO É PROIBIDA PELO 
STF E AUTORIZADA PELO STJ
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 08PODER DE POLÍCIA
POLÍCIA ADMINISTRATIVA POLÍCIA JUDICIÁRIA
Caráter PREVENTIVO Caráter REPRESSIVO
Incide em infrações administrativas. Incide nas infrações de natureza Penal.
Exercida sobre atividades privadas, bens 
ou direitos.
Incide diretamente sobre as pessoas.
Diversos órgãos administrativos de 
caráter fiscalizador.
Exercido por corporações especializadas 
(Polícias civil, federal e militar)
PODER DE POLÍCIA SENTIDO AMPLO Atividade legislativa + atividade 
administrativa
PODER DE POLÍCIA SENTIDO ESTRITO Apenas atividades administrativas
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 09 PODER DE POLÍCIA
ORDEM DE 
POLÍCIA
CONSENTIMENTO 
DE POLÍCIA
FISCALIZAÇÃO 
DE POLÍCIA
SANÇÃO DE 
POLÍCIA
PRESCRIÇÃO 
DA AÇÃO 
PUNITIVA
PRECEITO LEGAL
NEM SEMPRE SERÁ 
NECESSÁRIO
VERIFICAÇÃO DOS 
CUMPRIMENTOS 
DAS ORDENS
MULTAS; 
INTERDIÇÃO; 
SUSPENSÃO;
PRESCREVE EM 5 
ANOS
SÃO DELEGÁVEIS APENAS ATOS 
DE CONSENTIMENTO E 
FISCALIZAÇÃO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 10 PODER DE POLÍCIA
A
TR
IB
U
TO
S
AUTOEXECUTORIEDADE
COERCIBILIDADE
DISCRICIONARIDADE
ATOS IMEDIATOS E 
DIRETAMENTE 
EXECUTADOS
INDEPENDENTE DE 
PRÉVIA AUTORIZAÇÃO 
JUDICIAL
RAZOÁVEL LIBERDADE 
DE ATUAÇÃO
ABUSO 
DE 
PODER
EXCESSO DE 
PODER – VÍCIO 
DE 
COMPETÊNCIA
DESVIO DE 
PODER – VÍCIO 
DE FINALIDADE
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 11 PODER DE POLÍCIA
PODER DISCIPLINAR PODER DE POLÍCIA
Punir infrações funcionais de seus 
servidores (vínculo funcional com 
a administração)
Punir infrações administrativas de 
particulares com vínculo geral 
com a administração. Ex: multa 
de trânsito
Punir infrações administrativas de 
particulares com vínculo 
específico com a administração. 
Ex: contrato
SANÇÕES 
ADMINISTRATIVAS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 12 ATOS ADMINISTRATIVOS
DECLARAÇÃO 
UNILATERAL
EXERCÍCIO DA 
FUNÇÃO 
ADMINISTRATIVA
REALIZADO POR 
AGENTE PÚBLICO, 
INCLUSIVE 
PARTICULARES EM 
COLABORAÇÃO
REGIDO PELO DIREITO 
PÚBLICO
PRODUZ EFEITOS 
JURÍDICOS IMEDIATOS
SUJEITO AO 
CONTROLE JUDICIAL
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 13 ATOS ADMINISTRATIVOS
ELEMENTOS 
COMPETÊNCIA MOTIVOFINALIDADE FORMA OBJETO
PODER ATRIBUÍDO.
IRRENUNCIÁVEL,INDERROGÁVEL, 
IMPRORROGÁVEL,INTRASFERÍVEL, 
IMPRESCRITÍVEL.
REGRA GERAL É A POSSIBILIDADE 
DE DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIA.
EXCEÇÃO – ATOS DE CARÁTER 
NORMATIVO; DECISÃO DE 
RECURSOS ADMINISTRATIVOS; 
COMPETÊNCIA EXCLUSIVA
DECORRE DO PRINCÍPIO DA 
IMPESSOALIDADE
REQUISITO ESSENCIAL 
PARA VALIDADE DO ATO
FINALIDADE É SEMPRE 
VINCULADO
EFEITO JURÍDICO MEDIATO
DESVIO DE FINALIDADE –
VÍCIO INSANÁVEL – ATO 
DEVE SER ANULADO
FUNDAMENTOS DO ATO 
E DE DIREITO QUE 
JUSTIFICAM A PRÁTICA 
DO ATO
MOTIVO É DIFERENTE 
DE MOTIVAÇÃO
MOTIVAÇÃO É 
OBRIGATÓRIA SE 
HOUVER NORMA LEGAL
VÍCIOS DE MOTIVO –
INSANÁVEL – DEVE SER 
ANULADO
MODO DE EXTERIORIZAÇÃO
DOS ATOS
REGRA É A FORMA ESCRITA
VÍCIO DE FORMA – QUANDO 
FOR ESSENCIAL
FORMALMENTE SERÁ 
INSANÁVEL E DEVERÁ SER 
ANULADO E QUANDO NÃO 
ESSENCIAL SERÁ SANÁVEL E 
DEVERÁ SER CONVALIDADO
EFEITOS JURÍDICOS 
IMEDIATOS DO ATO
CONTEÚDO DO ATO
VÍCIOS DO OBJETO –
INSANÁVEL ATO DEVE 
SER ANULADO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 14 ATOS ADMINISTRATIVOS
VINCULAÇÃO E DISCRICIONARIDADE
COMPETÊNCIA
FINALIDADE
FORMA
MOTIVO
OBJETO
DISCRICIONÁRIOS
VINCULADOS
*NÃO EXISTE ATO TOTALMENTE DISCRICIONÁRIO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 15 ATOS ADMINISTRATIVOS
ATRIBUTOS 
P
A
T
I
PRESUNÇÃO DE LEGITIMIDADE
AUTOEXECUTORIEDADE
TIPICIDADE
IMPERATIVIDADE
LEGITIMIDADE = ATO CONFORME LEI.
VERACIDADE = FATOS ALEGADOS SÃO VERDADEIROS.
PRESENTE EM TODOS OS ATOS.
ATO EXECUTADO SEM NECESSIDADE DE INTERVENÇÃO JUDICIAL.
EXIGIBILIDADE = COERÇÃO INDIRETA.
EXECUTORIEDADE = COERÇÃO DIRETA.
PRESENTE APENAS EM VIRTUDE DE LEI OU PARA MEDIDA URGENTE.
CADA ESPÉCIE DE ATO REQUER DEVIDA PREVISÃO LEGAL.
IMPEDE PRÁTICA DE ATOS SEM PREVISÃO LEGAL
IMPOSIÇÃO DE RESTRIÇÕES SEM NECESSIDADE DE CONCORDÂNCIA.
DECORRE DO PODER EXTROVERSO.
PRESENTE APENAS NOS ATOS QUE IMPÕEM OBRIGAÇÕES OU
RESTRIÇÕES.
NÃO ESTÁ PRESENTE EM ATOS ENUNCIATIVOS E NOS ATOS QUE
CONFEREM DIREITOS.
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 16 ATOS ADMINISTRATIVOS
ESPÉCIES DE ATOS ADMINISTRATIVOS
PUNITIVOS ORDINÁTÓRIOS NEGOCIAIS ENUNCIATIVOS NORMATIVOS
SANÇÕES ADMINISTRATIVAS ATOS COM EFEITOS INTERNOS VONTADE DA ADM. 
COINCIDE COM INTERESSE 
DO ADMINISTRADO
ATESTAM OU CERTIFICAM 
SITUAÇÕES PREEXISTENTES
EFEITOS GERAIS E 
ABSTRATOS
PODEM SER ORDEM INTERNA
(SERVIDORES PÚBLICOS)
VISAM DISCIPLINAR O 
FUNCIONAMENTO DA 
ADMINISTRAÇÃO
ANUÊNCIA PRÉVIA DA 
ADMINISTRAÇÃO.
EX: 
CERTIDÃO;ATESTADO;PARECE
R;APOSTILA – C.A.P.A
NÃO PODEM INOVAR O 
ORDENAMENTO JURÍDICO
PODEM SER ORDEM 
EXTERNA (PARTICULARES)
POSSUEM FUNDAMENTO NO PODER 
HIERÁRQUICO
NÃO EXISTE 
IMPERATIVIDADE, 
COERCIBILIDADE OU 
AUTOEXECUTORIEDADE.
EX: 
REGULAMENTOS;PORTARIAS;
CIRCULARES;INSTRUÇÕES 
ADMINISTRATIVAS
INFERIORES AOS ATOS 
NORMATIVOS
EX: PORTARIAS DE DELEGAÇÃO DE 
COMPETÊNCIA, CIRCULARES 
INTERNAS, ORDENS DE SERVIÇO.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 17 ATOS ADMINISTRATIVOS
LICENÇA X AUTORIZAÇÃO X PERMISSÃO
LICENÇA
VINCULADO E 
DEFINITIVO
NÃO PODE SER 
REVOGADA (REGRA)
PODE GERAR DIREITO 
A INDENIZAÇÃO AO 
PARTICULAR
AUTORIZAÇÃO
DISCRICIONÁRIO E 
PRECÁRIO
PODE SER REVOGADA
SEM A NECESSIDADE 
DE PAGAR 
INDENIZAÇÃO 
(REGRA)
PERMISSÃO
DISCRICIONÁRIO E 
PRECÁRIO
FORMALIZADA POR 
CONTRATO DE 
ADESÃO, PRECEDIDO 
DE LICITAÇÃO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 18 ATOS ADMINISTRATIVOS
EXTINÇÃO E CONVALIDAÇÃO DE ATOS ADMINISTRATIVOS
REVOGAÇÃO ANULAÇÃO CONVALIDAÇÃO
CONTROLE MÉRITO (SEM VÍCIO) LEGALIDADE E LEGITIMIDADE (VÍCIOS 
INSANÁVEIS)
LEGALIDADE E LEGITIMIDADE (VÍCIOS 
SANÁVEIS)
COMPETÊNCIA ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO E JUDICIÁRIO ADMINISTRAÇÃO
DESFAZIMENTO ATO DISCRICIONÁRIO ATO VINCULADO – VÍCIO INSANÁVEL
ATO DISCRICIONÁRIO – VÍCIO SANÁVEL
ATO DISCRICIONÁRIO – PODE-SE 
OPTAR PELA ANULAÇÃO DO ATO
EFICÁCIA EX NUNC (NÃO 
RETROAGE)
EX TUNC (RETROAGE) EX TUNC (RETROAGE)
CONVALIDA – FO CO NÃO CONVALIDA – 0 F I M
FORMA ; COMPETÊNCIA OBJETO ; FINALIDADE ; MOTIVOTransaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 19 AGENTES PÚBLICOS
AGENTES 
POLÍTICOS
AGENTES 
ADMINISTRATIVOS
AGENTES 
CREDENCIADOS
AGENTES DE 
FATO
AGENTES 
HONORÍFICOS
AGENTES 
DELEGADOS
CHEFES DO 
EXECUTIVO, 
MINISTROS, 
SECRETÁRIOS, 
MEMBROS DO 
LEGISLATIVO, 
JUÍZES, 
MEMBROS DO MP 
E DO TCU.
EXERCEM ATIVIDADES 
ADMINISTRATIVAS.
EX: SERVIDORES 
PÚBLICOS, 
EMPREGADOS 
PÚBLICOS E AGENTES 
TEMPORÁRIOS.
PRESTAM SERVIÇOES 
RELEVANTES.
EX: MESÁRIOS E JURI
PARTICULARES QUE 
ATUAM EM 
COLABORAÇÃO COM O 
PODER PÚBLICO.
EX: TABELIÃO, 
LEILOEIRO.
REPRESENTAM A 
ADM. EM 
ATIVIDADES 
ESPECÍFICAS
INVESTIDOS EM 
FUNÇÃO PÚBLICA DE 
FORMA EMERGENCIAL 
(NECESSÁRIOS) OU 
IRREGULAR 
(PUTATIVOS). SEUS 
ATOS DEVEM SER 
CONVALIDADOS.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 20 AGENTES PÚBLICOS
CARGOS PÚBLICOS X EMPREGOS PÚBLICOS
CARGOS PÚBLICOS EMPREGOS PÚBLICOS
PROVIMENTO EFETIVO OU EM 
COMISSÃO.
SERVIDOR PÚBLICO.
REGIME JURÍDICO ESTATUTÁRIO.
DIREITO PÚBLICO (ADM. DIRETA, 
AUTARQUIAS E FUNDAÇÕES 
PÚBLICAS
PROVIMENTO MEDIANTE 
CONCURSO PÚBLICO
EMPREGADOS PÚBLICOS
REGIME JURÍDICO CELETISTA.
DIREITO PRIVADO (EMPRESAS 
PÚBLICAS, S.E.M., FUNDAÇÕES 
DE DIREITO PRIVADO.
CARGOS EM COMISSÃO –
QUALQUER PESSOA
FUNÇÕES DE CONFIANÇA 
– SOMENTE SERVIDORES 
EFETIVOS
DIREÇÃO CHEFIA
ASSESSORAMENTO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 21 AGENTES PÚBLICOS
•BRASILEIROS
•ESTRANGEIROS
PODEM 
PARTICIPAR
•PROVAS
•PROVAS E TÍTULOS
•EXCEÇÕES – CARGOS EM COMISSÃO, 
TEMPORÁRIOS, 
PODE SER
•ATÉ 2 ANOS
•PRORROGÁVEL UMA VEZ POR IGUAL 
PERÍODO
PRAZO DE 
VALIDADE
• SÓ POR LEIRESTRIÇÕES
• ATÉ 20% PARA PORTADORES DE 
DEFICIÊNCIA. (MÍNIMO DE 5%);
• 20% PARA NEGROS.
COTAS
• REGRA – NÃO PODE
• EXCEÇÃO - GESTANTES
REMARCAÇÃO 
DE PROVAS DE 
APTIDÃO 
FÍSICA
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 22 AGENTES PÚBLICOS
G
R
EV
E
EFICÁCIA LIMITADA
NÃO 
MILITARES/SEGURANÇA 
PÚBLICA (STF)
APLICA-SE A LEI DE GREVE 
DOS TRABALHADORES 
PRIVADOS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 23 AGENTES PÚBLICOS
SISTEMA REMUNERATÓRIO DOS AGENTES PÚBLICOS
SUBSÍDIO 
DOS 
MINISTROS 
DO STF
EXECUTIVO
LEGISLATIVO
JUDICIÁRIO
ESFERA FEDERAL
SUBSÍDIO 
DO 
PREFEITO
EXECUTIVO
LEGISLATIVO
JUDICIÁRIO
ESFERA MUNICIPAL
ESFERA ESTADUAL
EXECUTIVO SUBSIDIO DO 
GOVERNADOR
LEGISLATIVO SUBS. DOS DEP. 
ESTADUAIS E 
DISTRITAIS
MEMBROS DO 
JUDICIÁRIO
SUB. DOS 
MINISTROS DO STF
SERVIDORES DO 
JUDICIÁRIO
SUB. 
DESEMBARGADOR 
DO TJ, LIMITADO A 
90,25% DO SUB DO 
STF
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 24 AGENTES PÚBLICOS
ACUMULAÇÃO DE CARGOS
NA ATIVA
NA 
APOSENTADORIA
NÃO PODE
EM REGRA
NÃO PODE
2 CARGOS DE PROFESSOR
1 CARGO DE PROFESSOR + CARGO 
TÉCNICO OU CIENTÍFICO
2 CARGOS OU EMPREGOS NA ÁREA 
DA SAÚDE
CARGOS ACUMULÁVEIS
CARGOS ELETIVOS
CARGOS EM COMISSÃO
EX
C
EÇ
Ã
O
EX
C
EÇ
Ã
O
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 25 AGENTES PÚBLICOS
MODALIDADES DE APOSENTADORIA
INVALIDEZ PERMANENTE –
PROVENTOS PROPORCIONAIS
EXCETO: DOENÇA GRAVE, 
CONTAGIOSA OU INCURÁVEL
COMPULSÓRIA – 75 ANOS –
PROVENTOS PROPORCIONAIS
VOLUNTÁRIA – 10 ANOS DE 
EFETIVO EXERCÍCIO E 5 ANOS 
NO CARGO
POR 
IDADE
HOMEM – 65 
ANOS
MULHER – 60 
ANOSPROVENTOS PROPORCIONAIS
ESPECIAIS
PROFESSOR – INFANTIL,FUNDAMENTAL E 
MÉDIO – TEMPO REDUZIDO EM 5 ANOS
PORTADORES DE 
DEFICIÊNCIA,ATIVIDADES DE RISCO OU 
CONDIÇÕES ESPECIAIS NORMAS DO RGPS
MILITARES – REGIME EM LEI PRÓPRIA
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 26 LEI 8112/1990
NOMEAÇÃO
PROMOÇÃO
READAPTAÇÃO
REINTEGRAÇÃO
REVERSÃO
RECONDUÇÃO
APROVEITAMENTO
PROVIMENTO 
ORIGINÁRIO
PROVIMENTO 
DERIVADO
FORMAS DE PROVIMENTO PRINCIPAL CARACTERÍSTICA
NOMEAÇÃO CARÁTER EFETIVO (CONCURSO 
PÚBLICO) OU COMISSÃO (LIVRE 
NOMEAÇÃO E LIVRE EXONERAÇÃO).
PROMOÇÃO CARGO SUPERIOR NA CARREIRA. 
PROVIMENTO VERTICAL.
READAPTAÇÃO LIMITAÇÃO DA CAPACIDADE FÍSICA E 
MENTAL. APENAS SERVIDOR EFETIVO.
REINTEGRAÇÃO INJUSTAMENTE DEMITIDO
REVERSÃO RETORNO DO SERVIDOR 
APOSENTADO.
RECONDUÇÃO VOLTA AO CARGO POR NÃO 
APROVAÇÃO NO ESTÁGIO 
PROBATÓRIO DE OUTRO CARGO, OU 
REINTEGRAÇÃO DO ANTERIOR 
OCUPANTE.
APROVEITAMENTO RETORNO DO SERVIDOR EM 
DISPONIBILIDADE.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 27 LEI 8112/1990
NOMEAÇÃO
POSSE
30 DIAS
EXERCÍCIO
15 DIAS
INVESTIDURA OCORRE COM A POSSE;
SÓ HÁ POSSE NO PROVIMENTO ORIGINÁRIO;
PRAZO DE 30 DIAS IMPRORROGÁVEIS.
PRAZO DE 15 DIAS, A PARTIR DA POSSE;
CASO SERVIDOR NÃO ENTRE EM EXERCÍCIO, 
SERÁ EXONERADO.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 28 LEI 8112/1990
ESTÁGIO PROBATÓRIO
PRAZO – 3 ANOS
AVALIADOS EM:
-ASSIDUIDADE
-CAPACIDADE DE 
INICIATIVA
-DISCIPLINA
-PRODUTIVIDADE
-RESPONSABILIDADE DO 
SERVIDOR.
A CA DI PRO RE
SERVIDOR EM 
ESTÁGIO NÃO
PODERÁ TIRAR 
LICENÇA;
-MANDATO CLASSISTA
-CAPACITAÇÃO
-TRATAR DE ASSUNTOS 
PARTICULARES
MC CA TRA
EM CASO DE 
REPROVAÇÃO NO 
ESTÁGIO 
PROBATÓRIO;
- SE ESTÁVEL, SERÁ 
RECONDUZIDO AO 
CARGO ANTERIOR.
- SE NÃO ESTÁVEL, 
SERÁ EXONERADO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 29 LEI 8112/1990
EXONERAÇÃO DEMISSÃO PROMOÇÃO READAPTAÇÃO
APOSENTADORIA
POSSE EM 
OUTRO CARGO 
INACUMULÁVEL
FALECIMENTO
FORMAS DE VACÂNCIA
* PROMOÇÃO E READAPTAÇÃO SÃO FORMAS DE PROVIMENTO E VACÂNCIA
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 30 LEI 8112/1990 REMOÇÃO X REDISTRIBUIÇÃO
REMOÇÃO –
DESLOCAMENTO 
DO SERVIDOR
REDISTRIBUIÇÃO –
DESLOCAMENTO 
DO CARGO
SEMPRE DE OFÍCIO
DE OFÍCIO A PEDIDO
NO INTERESSE DA 
ADMINISTRAÇÃO –
DÁ DIREITO A 
AJUDA DE CUSTO
A CRITÉRIO DA 
ADMINISTRAÇÃO
INDEPENDENTE 
DO INTERESSE DA 
ADMINISTRAÇÃO
PARA ACOMPANHAR 
CÔNJUGE OU 
COMPANHEIRO 
DESLOCADO PELA 
ADM.
POR MOTIVO DE 
SAÚDE DO 
SERVIDOR,COMPAN
HEIRO OU 
DEPENDENTE
CONCURSO DE 
REMOÇÃO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 31 LEI 8666/93
FI
N
A
LI
D
A
D
ES
 E
 O
B
JE
TI
V
O
S
ISONOMIA
PROPOSTA MAIS 
VANTAJOSA
DESENVOLVIMENTO 
NACIONAL SUSTENTÁVEL
PRINCÍPIOS EXPRESSOS PRINCÍPIOS IMPLÍCITOS
LEGALIDADE COMPETITIVIDADE
IMPESSOALIDADE PROCEDIMENTO FORMAL
MORALIDADE SIGILO DAS PROPOSTAS
IGUALDADE ADJUDICAÇÃO COMPULSÓRIA
PUBLICIDADE EFICIÊNCIA
PROBIDADE ADMINISTRATIVA OUTROS
VINCULAÇÃO AO INSTRUMENTO 
CONVOCATÓRIO
JULGAMENTO OBJETIVO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 32 LEI 8666/93
CONCORRÊNCIA
TOMADA DE 
PREÇOS
CONVITE
OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA.
ACIMA – R$ 3.300.000,00
COMPRAS E OUTROS SERVIÇOS.
ACIMA – R$ 1.430.000,00
OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA.
ATÉ – R$ 3.300.000,00COMPRAS E OUTROS SERVIÇOS.
ATÉ – R$ 1.430.000,00
COMPRAS E OUTROS SERVIÇOS.
ATÉ – R$ 176.000,00
OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA.
ATÉ – R$ 330.000,00
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 33 LEI 8666/93
CONCORRÊNCIA
TOMADA DE 
PREÇOS
CONVITE
CONCURSO LEILÃO
MODALIDADES DE LICITAÇÃO
TRABALHO TÉCNICO, 
CIENTÍFICO OU 
ARTÍSTICO
ALIENAÇÃO 
(VENDAS) DE BENS.
EM REGRA, DEFINIDOS PELO VALOR
VEDADO:
1 – CRIAÇÃO DE NOVAS 
MODALIDADES.
2 – COMBINAÇÃO DAS 
MODALIDADES EXISTENTES.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 34 LEI 8666/93 MODALIDADE TIPO PRAZO
CONCURSO
CONCORRÊNCIA
CONCORRÊNCIA
TOMADA DE PREÇOS
TOMADA DE PREÇOS
LEILÃO
CONVITE
PREGÃO
• MELHOR TÉCNICA;
• TÉCNICA E PREÇO;
• EMPREITADA INTEGRAL.
• OUTROS CASOS
• OUTROS CASOS
• MELHOR TÉCNICA;
• TÉCNICA E PREÇO;
45 DIAS
30 DIAS
15 DIAS
5 DIAS
ÚTEIS
8 DIAS
ÚTEIS
P
R
A
Z
O
S
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 35 LEI 8666/93
PREGÃO
CONSULTA
OUTRAS 
LEIS
RDC
LEI 10.520/02 – BENS E 
SERVIÇOS COMUNS
LEI 9.472/97 – AGÊNCIAS 
REGULADORAS
LEI 12.462/11 – SITUAÇÕES 
ESPECÍFICAS (PAC,
SUS, ESTABELECIMENTOS 
PENAIS, ETC.)
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 36 LEI 8666/93 INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO
PRODUTOR OU 
VENDEDOR EXCLUSIVO
• SÓ HÁ UMA PESSOA PARA 
FORNECER O PRODUTOR OU 
SERVIÇO;
• VEDADA PREFERÊNCIA DE MARCA;
• COMPROVAÇÃO MEDIANTE 
ATESTADO.
SERVIÇOS TÉCNICOS 
PROFISSIONAIS 
ESPECIALIZADOS
• SERVIÇO TÉCNICO 
ESPECIALIZADO;
• NATUREZA SINGULAR DO 
SERVIÇO;
• NOTÓRIA ESPECIALIZAÇÃO DO 
CONTRATADO;
• VEDADA PUBLICIDADE E 
DIVULGAÇÃO.
CONTRATAÇÃO DE 
ARTISTAS/QUALQUER 
SETOR ARTÍSTICO
• PODE SER CONTRATADO 
DIRETAMENTE OU PELO 
PRODUTOR EXCLUSIVO;
• TEM QUER SER CONSAGRADO 
PELA CRÍTICA ESPECIALIZADA OU 
PELO PÚBLICO EM GERAL.
• Rol exemplificativo – pode ter outros
• Inviabilidade de concorrência/competitividade
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• Rol Taxativo
PODE SER DISPENSADA OU NÃO, FICA A 
CRITÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO
1 - Em razão do pequeno valor – 10 % de 330.000,00 para obras
e serviços de engenharia e 10% de R$ 176.000,00 de outros
serviços e compras.
2 - Em razão da situação – em guerra ou grave perturbação da
ordem, emergência ou de calamidade pública, licitação
deserta, licitação fracassada, etc.
Não apareceu ninguém Ninguém atendeu as exigências 
da licitação
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 37 LEI 8666/93 DISPENSA DE LICITAÇÃO
Art. 24 – Lei 8.666/93 – 35 incisos
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
*TODA LICITAÇÃO DISPENSADA É DE ALIENAÇÃO DE BENS, MAS NEM
TODA ALIENAÇÃO DE BENS É DISPENSADA.
DISPENSADA
BENS MÓVEIS
• INTERESSE PÚBLICO.
• AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA.
• AVALIAÇÃO PRÉVIA.
BENS IMÓVEIS
• INTERESSE PÚBLICO.
• AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA.
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 38 LEI 8666/93
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 39 LEI 8666/93
1 – PRODUZIDOS NO 
PAÍS
2 – EMPRESAS 
BRASILEIRAS
3 – INVISTAM EM 
PESQUISA E 
DESENVOLVIMENTO 
TECNOLÓGICO NO 
PAÍS
4 – RESERVA DE 
VAGAS + 
ACESSIBILIDADE
5 - SORTEIO
CRITÉRIOS DE DESEMPATE
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 40 LEI 8666/93
DISPENSA (DISPENSÁVEL) INEXIGIBILIDADE
Art. 24 LEI 8666/93 Art. 25 LEI 8666/93
Rol Taxativo Rol Exemplificativo
Licitação é possível, mas pode ser 
inconveniente ao interesse público
A realização da licitação é 
impossível por inviabilidade de 
competição
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 41 LEI 8666/93
LICITAÇÃO 
DESERTA (ART. 
24 V)
LICITAÇÃO 
FRACASSADA 
(ART. 24 VII)
NÃO APARECEM 
INTERESSADOS
DISPENSA DE 
LICITAÇÃO
TODAS AS 
PROPOSTAS DE 
PREÇO SÃO 
DESCLASSIFICADAS
TODOS OS 
LICITANTES SÃO 
INABILITADOS
PRAZO 8 DIAS ÚTEIS 
OU 3 DIAS ÚTEIS 
CONVITE
PRAZO 8 DIAS ÚTEIS 
OU 3 DIAS ÚTEIS 
CONVITE
DISPENSA DE 
LICITAÇÃO
LICITAÇÃO DESERTA X LICITAÇÃO FRACASSADA
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 42 LEI 8666/93
CONCORRÊNCIA
CONFORME VALOR:
INDEPENDENTE DO VALOR
OBRAS E SERV. DE 
ENGENHARIA + 
R$3,3MILHÕES
COMPRAS E DEMAIS 
SERVIÇOS + R$ 1,43 
MILHÕES
COMPRAS E ALIENAÇÃO DE BENS IMÓVEIS – EXCETO 
ADQUIRIDO POR PROCESSO JUDICIAL OU DAÇÃO EM 
PAGAMENTO – ADMITIDO CONCORRÊNCIA OU LEILÃO
ALIENAÇÃO DE BENS MÓVEIS ACIMA DE R$ 1,43 MILHÃO
CONCESSÃO DIREITO REAL DE USO
CONCESSÃO DE SERVIÇO PÚBLICO
REGISTRO DE PREÇOS (ADMITE PREGÃO TAMBÉM)
PARCERIA PÚBLICO - PRIVADA
LICITAÇÃO INTERNACIONAL
QUALQUER 
INTERESSADO
QUEM PARTICIPA?
REQUISITOS:
APRESENTAR 
DOCUMENTOS ATÉ A 
FASE INICIAL DE 
HAB. PRELIMINAR
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 43 LEI 8666/93
TOMADA DE PREÇOS
INTERESSADOS 
CADASTRADOS OU 
QUE ATENDEREM 
ÀS CONDIÇÕES 
PARA 
CADASTRAMENTO
INDEPENDENTE DO VALOR
ATÉ 3° DIA 
ANTERIOR;
OBERVADA A 
QUALIFICAÇÃO
QUEM PARTICIPA?
QUANTO AO VALOR
OBRAS E SERV. DE 
ENGENHARIA ATÉ 
R$3,3MILHÕES
COMPRAS E DEMAIS 
SERVIÇOS ATÉ R$ 
1,43 MILHÕES
LICITAÇÕES INTERNACIONAIS:
1 – CADASTRO INTERNACIONAL DE FORNECEDORES.
2 – OBSERVAR OS LIMITES DA MODALIDADE.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 44 LEI 8666/93
CONVITE
MÍNIMO DE 3
CONVIDADOS (CARTA 
CONVITE – 5 DIAS 
ÚTEIS):
CADASTRADOS;
NÃO CADASTRADOS;
;
INDEPENDENTE DO VALOR
OUTROS CADASTRADOS 
QUE MANIFESTEM 
INTERESSE EM 24 HORAS
QUEM PARTICIPA?
QUANTO AO VALOR
OBRAS E SERV. DE 
ENGENHARIA ATÉ 
R$330 mil
COMPRAS E DEMAIS 
SERVIÇOS ATÉ R$ 
176 mil
LICITAÇÕES INTERNACIONAIS:
1 - NÃO HOUVER FORNECEDOR NO BRASIL;
2 – OBSERVAR OS LIMITES DA MODALIDADE.
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 45 LEI 8666/93
CONVITE
TOMADA 
DE 
PREÇOS
CONCORRÊNCIA
*QUEM PODE MAIS, PODE MENOS
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 46 LEI 8666/93
CONVITE
ANULAÇÃO X REVOGAÇÃO
ANULAÇÃO REVOGAÇÃO
RAZÕES DE ILEGALIDADE JUÍZO DE CONVENIÊNCIA E OPORTUNIDADE (2 
HIPÓTESES).
PODE OCORRER APÓS ASSINATURA DO CONTRATO 1 – FATO SUPERVINIENTE (COMPROVADO)
PRECEDIDADE DE CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA 2 – ADJUDICÁRIO NÃO COMPARECE PARA ASSINAR O 
CONTRATO.
É POSSÍVEL ANULAR TODO O PROCEDIMENTO OU 
APENAS DETERMINADO ATO
NÃO PODE SER FEITO APÓS ASSINATURA DE 
CONTRATO.
NÃO GARANTE INDENIZAÇÃO, EXCETO O QUE JÁ 
TIVER EXECUTADO E OUTROS PREJUÍZOS 
COMPROVADOS (SE A EMPRESA FOR CULPADA NÃO 
PRECISA INDENIZAR).
REVOGAÇÃO É SEMPRE TOTAL, NUNCA PARCIAL.
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 47 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
CARACTERÍSTICAS EXPLICAÇÃO
I - COMUTATIVO GERA DIREITOS E DEVERES PARA AMBAS AS PARTES.
II - CONSENSUAL DEVE EXISTIR CONSENSO
III – CONTRATO DE ADESÃO CLÁUSULAS FIXADAS UNILATERALMENTE PELA ADM.
IV - ONEROSO EM REGRA, NÃO ADMITE-SE FORMA GRATUITA
V - SINALAGMÁTICO AS OBRIGAÇÕESDAS PARTES SÃO RECÍPROCAS
VI – PERSONALÍSSIMO (INTUITU PERSONAE) SUBCONTRATAÇÃO PARCIAL APENAS SE HOUVER PREVISÃO NO EDITAL 
E NO CONTRATO.
VII - FORMAL INSTRUMENTO FORMAL DE CONTRATO É OBRIGATÓRIO. (É POSSÍVEL 
CONTRATO VERBAL PARA PEQUENAS COMPRAS).
VIII – EXISTÊNCIA DE CLÁUSULAS EXORBITANTES PRERROGATIVAS DA ADM. PÚBLICA. PODEM REPRESENTAR UMA 
VANTAGEM (PRERROGATIVA) OU UMA RESTRIÇÃO À ADMINISTRAÇÃO 
OU AO CONTRATADO. 
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 48 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
ALTERAÇÃO 
UNILATERLA
RESCISÃO 
UNILATERAL
FISCALIZAÇÃO
APLICAÇÃO DE 
SANÇÕES
OCUPAÇÃO 
PROVISÓRIA 
(SERVIÇOS 
ESSENCIAIS).
EXIGÊNCIA DE 
GARANTIA
RESTRIÇÃO À OPOSIÇÃO 
DA EXCEÇÃO DO 
CONTRATO NÃO
CUMPRIDO
EXIGÊNCIA DE MEDIDAS 
DE COMPENSAÇÃO
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 49 LEI 8666/93
QUALITATIVAS –
MODIFICAÇÃO DO 
PROJETO OU 
ESPECIFICAÇÕES
QUANTITATIVA –
MODIFICAÇÃO DO 
VALOR CONTRATUAL
CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
ALTERAÇÃO UNILATERAL
ACRÉSCIMOS
REGRA = 25%
REFORMA 
EDIFÍCIO/EQUIPAMENTO = 50%
SUPRESSÕES
REGRA = 25%
*ADMITE-SE SUPRESSÃO 
MAIOR POR ACORDO ENTRE 
AS PARTES
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 50 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
ALTERAÇÃO BILATERAL 
(ACORDO ENTRE AS PARTES)
SUBSTITUIÇÃO DA 
GARANTIA DE 
EXECUÇÃO
REGIME DE 
EXECUÇÃO/MODO DE 
FORNECIMENTO
MODIFICAÇÃO DA 
FORMA DE 
PAGAMENTO
MANUTENÇÃO DO 
EQUILÍBRIO 
ECONÔMICO-
FINANCEIRO (TEORIA 
DA IMPREVISÃO).
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 51 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
RESCISÃO UNILATERAL
INADIMPLÊNCIA DO CONTRATADO, 
COM OU SEM CULPA
INTERESSE PÚBLICO
CASO FORTUITO E FORÇA MAIOR
CULPA DA ADMINISTRAÇÃO (NÃO É 
CLÁUSULA EXORBITANTE).
RESCISÃO UNILATERAL 
ÉLA ADMINISTRAÇÃO
AMIGÁVEL – DESDE QUE HAJ 
CONVENIÊNCIA PARA 
ADMINISTRAÇÃO
JUDICIAL – NOS TERMOS DA 
LEGISLAÇÃO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 52 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
APLICAÇÃO DE SANÇÕES
ADVERTÊNCIA
MULTA
SUSPENSÃO TEMPORÁRIA –
POR ATÉ 2 ANOS
DECLARAÇÃO DE INIDONEIDADE PARA 
LICITAR OU CONTRATAR COM A ADM. – NO 
MÍNIMO APÓS 2 ANOS. DEFESA FINAL EM 
10 DIAS, DEFESA PRÉVIA EM 5 DIAS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 53 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
EXIGÊNCIA DE GARANTIA
PODERÁ ser exigida garantia 
de 5% do valor do contrato 
(10% se grande vulto).
Deve haver previsão 
expressa no instrumento 
convocatório
Modalidades de Garantias:
1 – caução em dinheiro ou 
em títulos da dívida pública.
2 – seguro – garantia.
3 – fiança bancária.
Não se confunde com a 
GARANTIA DA PROPOSTA de 
1%
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 54 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
FISCALIZAÇÃO PELA ADMINISTRAÇÃO
REPRESENTANTE 
DESIGNADO, 
REALIZARÁ:
•FISCALIZAÇÃO
•ACOMPANHAMENTO
PERMITIDO A 
CONTRATAÇÃO DE 
TERCEIROS PARA:
•FISCALIZAÇÃO
•ACOMPANHAMENTO
CONTRATADO 
DEVERÁ MANTER:
•PREPOSTO, NO 
LOCAL DA OBRA OU 
DO SERVIÇO
• IRÁ REPRESENTAR O 
RESPONSÁVEL NA 
EXECUÇÃO DO 
CONTRATO.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 55 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
OCUPAÇÃO TEMPORÁRIA
GARANTE 
CONTINUIDADE 
NOS SERVIÇOS 
ESSENCIAIS
FUNCIONA 
COMO MEDIDA 
CAUTELAR
FUNCIONA 
APÓS RESCISÃO 
DO CONTRATO
INCIDE SOBRE 
BENS MÓVEIS, 
IMÓVEIS, 
PESSOAL E 
SERVIÇOS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 56 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
RESTRIÇÕES À OPOSIÇÃO DA EXCEÇÃO 
DO CONTRATO NÃO CUMPRIDO
Art.78
Somente após 90 dias, 
contratado pode 
demandar rescisão ou 
paralisar execução do 
contrato
Em caso da calamidade pública, grave 
perturbação da ordem interna ou 
guerra, o particular não poderá opor a 
exceção do contrato mesmo diante de 
atraso de pagamento superior a 90 dias.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 57 LEI 8666/93 DURAÇÃO DOS CONTRATOS
PRAZO NÃO PODE SER 
INDETERMINADO.
EM REGRA O PRAZO É 
RESTRITO AOS 
CRÉDITOS 
ORÇAMENTÁRIOS 
(MESMO EXERCÍCIO).
1 - PROJETOS INCLUÍDOS NO PPA – MÁXIMO 4 ANOS.
2 – SERVIÇOS DE EXECUÇÃO CONTINUADA – ATÉ 60 MESES E 
EXCEPCIONALMENTE MAIS 12 MESES.
3 – ALUGUEL DE EQUIPAMENTOS E PROGRAMAS DE 
INFORMÁTICA – ATÉ 48 MESES.
4 – SEGURANÇA NACIONAL E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA 
(LICITAÇÃO DISPENSÁVEL) – ATÉ 120 MESES.
REGRA EXCEÇÃO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 58 LEI 8666/93 RESPONSABILIDADE PELOS 
ENCARGOS DO CONTRATO
FISCAIS COMERCIAIS TRABALHISTAS
DA EMPRESA 
CONTRATADA
SOLIDÁRIA COM A 
ADMINISTRAÇÃO PREVIDENCIÁRIOS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 59 LEI 8666/93 TEORIA DA IMPREVISÃO
FATO DO PRÍNCIPE
Ato geral do governo, não relacionado diretamente 
com o contrato, proíbe ou encarece a execução
FATO 
DAADMINISTRAÇÃO
FORÇA MAIOR
CASO FORTUITO
INTERFERÊNCIAS 
IMPREVISTAS
Ato da adm. Diretamente ligado ao contrato, que 
dificulta ou impede sua execução.
Evento humano – greve ou rebelião
Evento da natureza - inundação
Fatos descobertos após o início da execução.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 60 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
Adm. Federal direta e 
indireta
Órgãos dos poderes leg., 
jud., MP, TC, quando 
exercerem função adm.
De forma subsidiária = 
Estados, DF e Municípios que 
não possuem leis próprias.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 61 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
PRINCÍPIOS
EXPRESSOS IMPLÍCITOS
LEGALIDADE
FINALIDADE
MOTIVAÇÃO 
RAZOABILIDADE
PROPORCIONALIDADE
MORALIDADE
EFICIÊNCIA
CONTRADITÓRIO E 
AMPLA DEFESA
SEGURANÇA JURÍDICA
INTERESSE PÚBLICO
OFICIALIDADE
INFORMALISMO
INSTRUMENTALIDADE 
DAS FORMAS
VERDADE MATERIAL
GRATUIDADE
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 62 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
DIREITOS X DEVERES
1 - Ser tratado com 
respeito;
2 - Executar atos 
processuais com 
facilidade.
Ter ciência dos 
atos processuais 
e obter cópias
Apresentar 
alegações e 
documentos 
antes da decisão
Advogado é 
facultativo
Expor os fatos 
conforme a verdade
Proceder com 
lealdade, 
urbanidade e boa-fé
Não agir de modo 
temerário
Prestar Informações 
que lhe forem 
solicitadas e 
colaborar para 
esclarecer os fatos
DIREITOS DEVERES
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 63 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
IMPEDIMENTO X SUSPEIÇÃO
SITUAÇÕES 
OBJETIVAS
INTERESSE DIRETO 
OU INDIRETO NA 
MATÉRIA
PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO 
COMO PERITO, TESTEMUNHA OU 
REPRESENTANTE (SERVIDOR, 
CÔNJUGE E PARENTE ATÉ 3°
GRAU).
DEVE SER DECLARADO PELO PRÓPRIO 
SERVIDOR (OBRIGATÓRIO).
SE NÃO FIZER SOFRERÁ A PUNIÇÃO DE 
FALTA GRAVE.
SITUAÇÕESSUBJETIVA
AMIZADE ÍNTIMA 
OU INIMIZADE 
NOTÓRIA 
PODE SER ARGUIDA PELO 
PRÓPRIO SERVIDOR OU 
POR OUTROS 
INTERESSADOS.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 64 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
FORMA X TEMPO X LUGARLUGAR
PREFERENCIALMENTE NA 
SEDE DO ÓRGÃO.
TEMPO
DIAS ÚTEIS;
PRAZO 5 DIAS 
PODE SER 
DILATADO ATÉ O 
DOBRO
HORÁRIO NORMAL 
DE 
FUNCIONAMENTO
ATOS INICIADOS 
PODEM SER 
CONCLUÍDOS 
DEPOIS DO 
HORÁRIO
FORMA
POR ESCRITO;
ASSINATURA 
AUTORIDADE 
RESPONSÁVEL
EM VERNÁCULO;
RECONHECIMENTO 
DE FIRMA;
AUTENTICAÇÃO 
DE DOCUMENTOS.
DATA E LOCAL
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 65 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
DA COMUNICAÇÃO DOS ATOS
COMPETÊNCIA OBJETO FORMA PRAZO
ÓRGÃO DE TRAMITAÇÃO 
DO PROCESSO
DAR CIÊNCIA DA DECISÃO
DETERMINAR DILIGÊNCIAS
IDENTIFICAÇÃO DO 
INTIMADO E DO 
ÓRGÃO/ENTIDADE.
FINALIDADE
DATA, HORA E LOCAL
COMPARECIMENTO 
PESSOAL/REPRESET.
CONTINUIDADE SEM 
APRESENTAÇÃO 
FATOS E FUNDAMENTOS 
LEGAIS PERTINENTES
ANTECENDENCIA MÍNIMA 
3 DIAS ÚTEIS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 66 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
INSTRUÇÃO
INADMISSIBILIDADE DE PROVAS ILÍCITAS VEDAÇÃO
ARQUIVAMENTO DO PROCESSO DOCUMENTOS NECESSÁRIOS
OITIVA DO ÓRGÃO CONSULTIVO PRAZO DO PARECER (15 DIAS – PRORROGÁVEL)
PARECER OBRIGATÓRIO VINCULANTE SUSPENSÃO
PARECER OBRIGATÓRIO NÃO VINCULANTE PROSSEGUIMENTO
MANIFESTAÇÃO APÓS INSTRUÇÃO PRAZO MÁXIMO DE 10 DIAS (SALVO OUTRO PRAZO 
LEGAL)
ACESSO A DOCUMENTOS E PROVAS RESSALVADOS OS DOC. SIGILOSOS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 67 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
DECISÃO/EXTINÇÃO
PRAZO 30 DIAS (PRORROGAÇÃO MOTIVADA)
MOTIVAÇÃO ALIUNDE DEVE SER EXPLÍCITA, CLARA E CONGRUENTE
EFEITO DA DESISTÊNCIA/RENÚNCIA NÃO PREJUDICA O PROSSEGUIMENTO DO PROCESSO, 
SE A ADMINISTRAÇÃO CONSIDERAR QUE O INTERESSE 
PÚBLICO ASSIM O EXIGE.
EXTINÇÃO FINALIDADE EXAURIDA/DECISÃO IMPOSSÍVEL OU 
INÚTIL.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 68 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
RECURSO ADMINISTRATIVO X REVISÃO
INDEPENDENTE DE 
CAUÇÃO
EM REGRA, NÃO POSSUI 
EFEITO SUSPENSIVO, MAS 
PODERÁ SER CONCEDIDO 
EM CASO DE PREJUÍZO.
EM REGRA, TRAMITARÁ EM 3 
INSTÂNCIAS. INÍCIO NA QUE PROFERIU 
A DECISÃO, QUE PODERÁ 
RECONSIDERAR OU ENCAMINHAR O 
RECURSO PARA AUTORIDADE 
SUPERIOR.
PODE OCORRER O REFORMATIO IN PEJUS.
DE PUNIÇÃO 
APLICADA AO 
INTERESSADO
QDO HOUVER 
FATO NOVO NÃO 
ANALISADO 
ORIGINALMENTE
A QUALQUER TEMPO
NÃO ACEITA O REFORMATIO IN 
PEJUS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 69 LEI 9784/99 – Processo Administrativo PRAZOS
ATO PRAZO
PARA TODOS OS ATOS, INEXISTINDO DISPOSIÇÃO ESPECÍFICA 5 DIAS,SALVO FORÇA MAIOR, PRORROGÁVEIS POR IGUAL PERÍODO.
INTIMAÇÃO PARA COMPARECIMENTO MÍNIMO 3 DIAS ÚTEIS
INTIMAÇÃO DOS INTERESSADOS DE PROVA OU DILIGÊNCIA 
ORDENADA
MÍNIMO DE 3 DIAS ÚTEIS
EMISSÃO DE PARECER DE ÓRGÃO CONSULTIVO 15 DIAS, SALVO NORMA ESPECIAL OU COMPROVADA NECESSIDADE 
DE MAIOR PRAZO
MANIFESTAÇÃO DO INTERESSADO APÓS ENCERRADA A INSTRUÇÃO 10 DIAS, SALVO DETERMINAÇÃO LEGAL
DECISÃO APÓS INSTRUÇÃO ATÉ 30 DIAS, PRORROGÁVEIS, SE JUSTIFICADO.
RECONSIDERAÇÃO PELA AUTORIDADE QUE PROFERIU A DECISÃO 5 DIAS, SE NÃO RECONSIDERAR, ENCAMINHARÁ À AUTORIDADE 
SUPERIOR
INTERPOSIÇÃO DE RECURSO 10 DIAS, CONTADOS A PARTIR DA CIÊNCIA OU DIVULGAÇÃO OFICIAL 
DA DECISÃO RECORRIDA
DECISÃO DE RECURSO ATÉ 30 DIAS, CONTADOS DO RECEBIMENTO DOS AUTOS, 
PRORROGÁVEIS, SE JUSTIFICADO.
INTIMAÇÃO DOS DEMAIS INTERESSADOS NO RECURSO 5 DIAS ÚTEIS PARA APRESENTAÇÃO DE ALEGAÇÕES
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 70 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
PESSOAS COM DIREITO À 
PRIORIDADE DE TRAMITAÇÃO
IDADE IGUAL OU 
SUPERIOR A 60 ANOS
PORTADORES DE DOENÇA 
FÍSICA OU MENTAL
PORTADORES DE DOENÇA 
GRAVE
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 71 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
SUSPENSÃO DOS 
DIREITOS POLÍTICOS
PERDA DA FUNÇÃO 
PÚBLICA
RESSARCIMENTO AO 
ERÁRIO
INDISPONIBILIDADE 
DOS BENS (MEDIDA 
CAUTELAR)
PREVISÃO 
CONSTITUCIONAL
art. 37, § 4°
ATOS DE IMPROBIDADE 
ADM. IMPLICARÃO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 72 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
SANÇÕES NA LEI DE IMP. ADM.
ADMINISTRATIVAS CIVIL POLÍTICA PENAL
PERDA DA FUNÇÃO PÚBLICA;
PROIBIÇÃO DE CONTRATAR 
COM O PODER PÚBLICO;
PROIBIÇÃO DE RECEBER 
BENEFÍCIOS FISCAIS E 
CREDITÍCIOS.
RESSARCIMENTO AO ERÁRIO;
PERDA DOS BENS E VALORES 
ACRESCIDOS ILICITAMENTE 
AO PATRIMÔNIO;
MULTA CIVIL.
SUSPENSÃO DOS 
DIREITOS POLÍTICOS NÃO PREVÊ 
SANÇÕES PENAIS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 73 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
SUJEITOS ATIVOS X SUJEITOS PASSIVOS
SUJEITOS ATIVOS
AGENTE 
PÚBLICO – COM 
OU SEM 
REMUNERAÇÃO
TERCEIRO, QUE 
INDUZA OU 
CONCORRA 
PARA A 
PRÁTICA DE 
ATO DE 
IMPROBIDADE
SUJEITOS PASSIVOS
ADM. DIRETA, 
INDIRETA OU 
FUNCIONAL
EMPRESA 
INCORPORADA 
AO 
PATRIMÔNIO 
PÚBLICO
ENTIDADE 
PRIVADA CUJO 
ERÁRIO 
PARTICIPE 
COM MAIS DE 
50% DO 
PATRIMÔNIO 
OU DA 
RECEITA 
ANUAL
EMPRESA 
PRIVADA QUE 
RECEBA 
SUBVENÇÃO, 
BENEFÍCIO OU 
INCENTIVO, 
FISCAL OU 
CREDITÍCIO, 
DE ÓRGÃO 
PÚBLICO.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 74 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
ROL 
EXEMPLIFICATIVO
EXIGE-SE O DOLO
SÃO OS ATOS 
COM AS MAIORES 
PENAS
VANTAGEM 
PATRIMONIAL 
INDEVIDA OU 
VANTAGENS 
PESSOAIS
Exemplos – receber/perceber/adquirir/incorporar/aceitar/ etc.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 75 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
ROL 
EXEMPLIFICATIVO
EXIGE-SE O DOLO 
OU CULPA
SÃO OS ATOS 
COM AS PENAS 
MÉDIAS
NÃO HÁ 
AUFERIMENTO DE 
VANTAGENS 
PESSOAIS, MAS 
SIM PREJUÍZO AO 
ERÁRIO Exemplos – facilitar/permitir/doar/sem observar 
normas/frustrar licitude de processo seletivo ou de 
licitação / etc.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 76 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
ROL 
EXEMPLIFICATIVO
EXIGE-SE O DOLO
SÃO OS ATOS 
COM AS PENAS 
MAIS BRANDAS
AÇÃO OU 
OMISSÃO QUE 
VIOLE DEVERES 
DE 
HONESTIDADE, 
IMPARCIALIDADE, 
LEGALIDADE,LEA
LDADE
Exemplos – fuga de competência/revelar/retardar/deixar de 
(ato de ofício)/quebra de sigilo/negar publicidade/ frustrar 
licitude de concurso público
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 77 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
Exemplo – Conceder
EXIGE-SE O DOLO
DO SUJEITO ATIVO
UMA ÚNICA AÇÃO 
OU OMISSÃO DO 
AGENTE PÚBLICO
ALÍQUOTA MPINIMA DE 2%
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 78 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
ENRIQUECIMENTO 
ILÍCITOPREJUÍZO AO 
ERÁRIO
CONCESSÃO DE 
BENEFÍCIO ILEGAIS
ATOS CONTRA 
PRINCÍPIOS
RESSARCIMENTO AO ERÁRIO SIM SIM - SIM
PERDA DA FUNÇÃO PÚBLICA SIM SIM SIM SIM
SUSPENSÃO DOS DIREITOS 
PÚBLICOS
8 a 10 anos 5 a 8 anos 5 a 8 anos 3 a 5 anos
PERDA DOS BENS ACRESCIDOS 
ILICITAMENTE
Deve ser aplicado Pode ser 
aplicado
- -
MULTA CIVIL Até 3 x o valor do 
acréscimo do EI
Até 2x do valor do 
dano
Até 3 x o valor do 
benefício
Até 100 x o valor da 
remuneração recebida 
pelo agente.
PROIBIÇÃO DE CONTRATAR 
COM O PODER PÚBLICO OU 
RECEBER BENEFÍCIOS FISCAIS
Por 10 anos Por 5 anos - Por 3 anos
Atos de improbidade
Sanções
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 79 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
PRAZO INÍCIO DA CONTAGEM CARACTERÍSTICA
5 ANOS APÓS O TÉRMINO DO MANDATO CARGO EM COMISSÃO OU FUNÇÃO DE CONFIANÇA
PRESCRIÇÃO PREVISTA 
EM LEI ESPECÍFICA
- CARGO EFETIVO OU EMPREGO
5 ANOS DATA DA PRESTAÇÃO DE CONTAS ENTIDADES PRIVADAS BENEFICIÁRIAS DE RECURSOS PÚBLICOS 
OU CUJO PATRIMÔNIO OU RECEITA ANUAL O PODER PÚBLICO 
CONTRIBUA COM MENOS DE 50%
IMPRESCRITÍVEIS - AÇÕES CIVIS DE RESSARCIMENTO AO ERÁRIO, DECORRENTES DE 
ATOS DE IMP. DOLOSOS.
PRESCRITÍVEIS - AÇÕES CIVIS DE RESSARCIMENTO AO ERÁRIO, DECORRENTES DE 
ATOS DE IMP. CULPOSOS.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 80 Responsabilidade Civil do Estado
TEORIAS
TEORIA DA 
IRRERSPONSABILIDADE
Estado não pode ser 
responsabilizado 
(nunca existiu no 
Brasil).
RESPONSABILIDADE 
SUBJETIVA
A responsabilidade do Estado 
depende da comprovação de culpa.
1 – teoria da culpa comum ou 
civilista.
2 – Teoria da culpa administrativa
RESPONSABILIDADE 
OBJETIVA
A responsabilidade do Estado 
independe da comprovação de 
culpa. Basta existir dano, fato do 
serviço e o nexo causal.
1 – teoria do risco administrativo.
2 – Teoria do risco integral.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 81 Responsabilidade Civil do Estado
TEORIA RESPONSABILIDADE POR 
CULPA ADMINISTRATIVA
DANO + NEXO 
CAUSAL + FALHA NO 
SERVIÇO PÚBLICO.
RESPONSABILIDADE 
SUBJETIVA
ÔNUS DA PROVA 
CABE AO 
PARTICULAR QUE 
SOFREU O DANO.
ADOTADA NO 
BRASIL,EM CASOS 
DECORRENTES DE 
OMISSÃO DO 
ESTADO.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 82 Responsabilidade Civil do Estado
TEORIA DO RISCO ADMINISTRATIVO
DANO + NEXO 
CAUSAL
RESPONSABILIDADE 
OBJETIVA
INDEPENDE DE 
FALTA AO SERVIÇO 
OU CULPA DO 
AGENTE.
ADOTADA NO 
BRASIL,EM CASOS 
DECORRENTES DE 
ATUAÇÃO DO 
ESTADO.
CULPA 
EXCLUSIVA DA 
VÍTIMA
FORÇA MAIOR OU 
CASO FORTUITO
CULPA 
EXCLUSIVA DE 
TERCEIRO
EXCEÇÕES;
EXCLUDENTES.
O ônus da prova é 
da administração.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 83 Responsabilidade Civil do Estado
RESPONSABILIDADE DO ESTADO X 
DO AGENTE
OBJETIVA
ESTADO RESPONDE 
PELOS DANOS 
CAUSADOS POR 
SEUS AGENTES.
INDEPENDE DE 
CULPA
SUBJETIVA
AGENTE 
RESPONDE AO 
ESTADO
AÇÃO 
REGRESSIVA
SÓ SE AGIR 
COM DOLO 
OU CULPA
RESPONSABILIDADE DO ESTADO RESPONSABILIDADE DO AGENTE
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 84 Responsabilidade Civil do Estado
RESPONSABILIDADE DO ESTADO 
POR AÇÃO OU OMISSÃO
AÇÃO
OMISSÃO
RESPONSABILIDADE 
OBJETIVA
RESPONSABILIDADE 
SUBJETIVA
TEORIA DA CULPA 
ADMINISTRATIVA
TEORIA DO RISCO 
ADMINISTRATIVO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 85 Responsabilidade Civil do Estado
PRESCRIÇÃO
Ação de 
indenização 5 anos
Ação 
Regressiva Imprescritível
Depende de 
condenação (trânsito 
em julgado);
Transmite-se aos 
sucessores, até o limite 
da herança.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 86 Responsabilidade Civil do Estado
SUICÍDIO DE 
DETENTO
RESPONSABILIDADE 
OBJETIVA DO 
ESTADO
NÃO ADMITE-SE 
EXCLUSÃO DA 
RESPONSABILIDADE 
POR CULPA 
EXCLUSIVA DA 
VÍTIMA
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 87 Responsabilidade Civil do Estado
CONCESSIONÁRIAS 
DE SERVIÇO 
PÚBLICO
RESPONDEM 
OBJETIVAMENTE 
POR SEUS 
AGENTES A 
TERCEIROS
USUÁRIOS OU NÃO 
USUÁRIOS DO 
SERVIÇO 
PRESTADO.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 88 Responsabilidade Civil do Estado
PESSOAS SOB A 
GUARDA DO 
ESTADO
ESTADO 
RESPONDE 
OBJETIVAMENTE
MODALIDADE 
RISCO 
ADMINISTRATIVO
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 89 Responsabilidade Civil do Estado
RESPONSABILIDADE CIVIL DOS 
NOTÁRIOS (TABELIÃES)
SUBJETIVA
SÓ 
RESPONDEM 
EM CASO DE 
DOLO OU 
CULPA
AÇÃO DE 
REPARAÇÃO 
PRESCREVE 
EM 3 ANOS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 90 Princípios da administração pública
EXPRESSOS IMPLÍCITOS
MORALIDADE
LEGALIDADE
IMPESSOALIDADE
PUBLICIDADE
EFICIÊNCIA
RAZOABILIDADE
PROPORCIONALIDADE
SEGURANÇA JURÍDICA
AMPLA DEFESA
SUPREMACIA DO 
INTERESSE PÚBLICO
CF, art. 37
AUTOTUTELA
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 91 Princípios da administração pública
LEGALIDADE
ADMINISTRAÇÃO SÓ PODE 
AGIR SEGUNDO A LEI
PARA A ADMINISTRAÇÃO -
RESTRIÇÃO DE VONTADE 
PARA O PARTICULAR -
AUTONOMIA DE VONTADE.
LEGALIDADE – AGIR 
CONFORME A LEI.
LEGITIMIDADE –
OBSERVAR TAMBÉM OS 
DEMAIS PRINCÍPIOS.
RESTRIÇÕES À 
LEGALIDADE – ESTADO DE 
DEFESA, ESTADO DE SÍTIO 
E MEDIDAS PRIVSÓRIAS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 92 Princípios da administração pública
IMPESSOALIDADE
ATOS DEVEM SER 
PRATICADOS COM O 
INTERESSE PÚBLICO, E 
NÃO INTERESSES 
PESSOAIS.
PROÍBE NOME, SÍMBOLOS 
OU IMAGENS QUE 
CARACTERIZEM 
PROMOÇÃO PESSOAL OU 
DE PARTIDO.
ATO PODE SER ANULADO, 
POR DESVIO DE 
FINALIDADE
3 ASPECTOS:
ISONOMIA;
FINALIDADE PÚBLICA;
NÃO PROMOÇÃO PESSOAL.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 93 Princípios da administração pública
NECESSIDADE DE 
ATUAÇÃO ÉTICA DOS 
AGENTES PÚBLICOS
ASPECTO VINCULADO; 
PERMITE A ANULAÇÃO 
DOS ATOS 
ADMINISTRATIVOS.
NEPOTISMO:
NÃO NECESSITA DE LEI 
FORMAL; NÃO SE APLICA A 
AGENTES POLÍTICOS
CONCEITO 
INDETERMINADO, MAS 
PASSÍVEL DE SER 
EXTRAÍDO DO 
ORDENAMENTO JURÍDICO.
MORALIDADE
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 94 Princípios da administração pública
TRANSPARÊNCIA DOS ATOS.
PERMITE DO CONTROLE DA 
LEGALIDADE E DA 
MORALIDADE DOS ATOS.
RESTRIÇÕES À 
PUBLICIDADE;
1 – SEGURANÇA DA SOCIEDADE 
E DO ESTADO.
2 – PROTEÇÃO À INTIMIDADE OU 
AO INTERESSE SOCIAL
SEGUNDO STF É PERMITIDO 
A DIVULGAÇÃO DO NOME, 
DO CARGO E DA 
REMUNERAÇÃO DOS 
SERVIDORES PÚBLICO, MAS 
NÃO CPF, IDENTIDADE E 
ENDEREÇO
PUBLICIDADE
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE95 Princípios da administração pública
EFICIÊNCIA
ATIVIDADES DEVEM SER 
EXERCIDAS COM PRESTEZA, 
PERFEIÇÃO E RENDIMENTO 
FUNCIONAL.
PRINCÍPIO LIGADO À 
REFORMA DO ESTADO.
POSSUI 2 FOCOS:
1 – CONDUTA DO AGENTE 
PÚBLICO;
2 – ORGANIZAÇÃO INTERNA DA 
ADMINISTRAÇÃO.
NÃO PODE SE SOBREPOR AO 
PRINCÍPIO DA LEGALIDADE.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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I - FUNDAMENTOS
II – SEPARAÇÃO DOS 
PODERES
III – OBJETIVOS FUNDAMENTAIS
IV – PRINCÍPIOS INTERNACIONAIS
DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 01
SO CI DI VA PLU
LEGISLATIVO, 
EXECUTIVO E 
JUDICIÁRIO
COM GA ERRA PRO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 02
FUNDAMENTOS
SO
CI
DI
VA
PLU
SOBERANIA
CIDADANIA
DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA
VALORES SOCIAIS DO TRABALHO 
E DA LIVRE INICIATIVA
PLURALISMO POLÍTICO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 03
OBJETIVOS FUNDAMENTAIS
CON GA
ERRA PRO
I – CONSTRUIR UMA SOCIEDADE LIVRE, JUSTA E SOLIDÁRIA
II – GARANTIR O DESENVOLVIMENTO NACIONAL
III – ERRADICAR A POBREZA E A MARGINALIZAÇÃO E 
REDUZIR AS DESIGUALDADES SOCIAIS E REGIONAIS
IV – PROMOVER O BEM DE TODOS, SEM PRECONCEITOS DE 
ORIGEM, RAÇA, SEXO, COR, IDADE E QUAISQUER OUTRAS 
FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 04
OBJETIVO DO BRASIL NO 
PLANO INTERNACIONAL
VI – DEFEZA DA PAZ
II – PREVALÊNCIA DOS DIREITOS HUMANOS
III – AUTODETERMINAÇÃO DOS POVOS
IV – NÃO INTERVENÇÃO
V – IGUALDADE ENTRE OS ESTADOS
I – INDEPENDÊNCIA NACIONAL
VII – SOLUÇÃO PACÍFICA DOS CONFLITOS
VIII – REPÚDIO AO TERRORISMO E AO 
RACISMO
IX – COOPERAÇÃO ENTRE OS POVOS PARA 
O PROGRESSO DA HUMANIDADE
X – CONCESSÃO DE ASILO POLÍTICO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 05
CLASSIFICAÇÃO DA REPÚBLICA 
FEDERATIVA DO BRASIL
REPÚBLICAFORMA DE GOVERNO
FORMA DE ESTADO
REGIME DE GOVERNO OU 
POLÍTICO
SISTEMA DE GOVERNO
FEDERAÇÃO
DEMOCRACIA
PRESIDENCIALISMO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 06
MONARQUIA X REPÚBLICA
M
O
N
A
R
Q
U
IA
VITALICIEDADE
HEREDITARIEDADE
IRRESPONSABILIDADE
R
EP
Ú
B
LI
C
A TEMPORARIEDADE 
DOS MANDATOS
ELETIVIDADE DOS 
CARGOS POLÍTICOS
PRESTAÇÃO DE 
CONTAS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 07
CHEFE DE ESTADO X CHEFE DE GOVERNO
ÂMBITO EXTERNO
REPRESENTANTE 
DO ESTADO
MEMBRO DO 
PODER EXECUTIVO
ÂMBITO INTERNO
CHEFIAR O 
GOVERNO
DIREÇÃO DAS 
POLÍTICAS PÚBLICAS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 08
PIRÂMIDE DE KELSEN
CF, E.C., TRATADOS INTERNACIONAIS SOBRE DIREITOS 
HUMANOS APROVADOS COMO E.C.
OUTROS TRATADOS INTERNACIONAIS SOBRE DIREITOS 
HUMANOS (SUPRALEGAL)
L.C , L.O , L.D , MEDIDAS PROVISÓRIAS, DECRETOS LEG. , 
RESOLUÇÕES LEG. , TRATADOS INTERNACIONAIS EM 
GERAL , E DECRETOS AUTÔNOMOS 
NORMAS INFRALEGAIS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 09
APLICABILIDADE DAS NORMAS 
CONSTITUCIONAIS
EFICÁCIA PLENA
AUTOAPLICÁVEIS
NÃO 
RESTRINGÍVEIS
APLICABILIDA
DE DIRETA, 
IMEDIATA E 
INTEGRAL
EFICÁCIA CONTIDA
AUTOAPLICÁVEIS RESTRINGÍVEIS
APLICABILIDADE 
DIRETA, 
IMEDIATA E 
POSSÍVELMENTE 
NÃO INTEGRAL
EFICÁCIA LIMITADA
NÃO 
AUTOAPLICÁVEIS
APLICABILIDADE 
INDIRETA, MEDIATA E 
REDUZIDA
LEI VEM PARA 
RESTRINGIR
LEI VEM PARA 
REGULAMENTAR
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 10
DIREITOS X GARANTIAS FUNDAMENTAIS
LIBERDADES 
POSITIVAS.
BENS E 
VANTAGENS 
CONFERIDOS 
PELA NORMA.
FACULDADE DE 
AGIR, EXERCER, 
FAZER OU 
DEIXAR DE 
FAZER ALGO
BENS 
PROTEGIDOS 
PELA CF
LIBERDADES 
NEGATIVAS
ASSEGURAM O 
GOZO DOS 
DIREITOS
INSTRUMENTOS 
QUE 
ASSEGURAM O 
EXERCÍCIO DOS 
DIREITOS
FORMAS DE 
PROTEÇÃO DOS 
DIREITOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 11
DIREITOS FUNDAMENTAIS
1 – DIREITOS E DEVERES 
INDIVIDUAIS E 
COLETIVOS (CF/88 ART. 
5°)
2 – DIREITOS SOCIAIS 
(CF/88 ART. 6° AO 11°)
3 – DIREITOS DA 
NACIONALIDADE (CF/88 
ART. 12° E ART. 13°)
4 – DIREITOS POLÍTICOS 
(CF/88 ART. 14° AO 16°)
5 – DIREITOS RELATIVOS 
À EXISTÊNCIA E 
FUNCIONAMENTO DOS 
PARTIDOS 
POLÍTICOS(CF/88 ART. 
17°)
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 12
DIMENSÕES DOS DIREITOS 
FUNDAMENTAIS
1° DIMENSÃO
2° DIMENSÃO
3° DIMENSÃO
4° DIMENSÃO
5° DIMENSÃO
LIBERDADE – DIREITOS CIVIS E POLÍTICOS
IGUALDADE – DIREITOS SOCIAIS, 
ECONÔMICOS E CULTURAIS
SOLIDARIEDADE (FRATERNIDADE) –
DIREITOS COLETIVOS E DIFUSOS
DEMOCRACIA DIRETA/BIOTECNOLOGIA E 
PATRIMÔNIO GENÉTICO
DIREITO À PAZ, DIREITOS VIRTUAIS OU 
CIBERNÉTICOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 13
TRATADOS E CONVENÇÕES 
INTERNACIONAIS
STATUS DE LEI ORDINÁRIA 
CASO SEJA UM TRATADO QUE NÃO VERSE SOBRE
DIREITOS HUMANOS.
REGRA
EXCEÇÃO 1
EXCEÇÃO 2
STATUS SUPRA LEGAL
STATUS CONSTITUCIONAL
CASO SEJA UM TRATADO SOBRE DIREITO HUMANOS, NÃO
VOTADO PELO RITO DE EMENDAS CONSTITUCIONAIS.
CASO SEJA UM TRATADO SOBRE DIREITO HUMANOS,
VOTADO PELO RITO DAS EMENDAS CONSTITUCIONAIS.
-3/5 dos votos;
-em 2 turnos de votação;
-em cada casa.
EMENDAS CONSTITUCIONAIS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 14
ART 5°
TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI
1 - BRASILEIROS
2 – TODOS OS ESTRANGEIROS EM SOLO
BRASILEIRO, SOBRE AS LEIS BRASILEIRAS
ISONOMIA FORMAL – TODOS 
PODERÃO IGUALMENTE BUSCAR 
OS DIREITOS EXPRESSOS NA 
LEI;
ISONOMIA MATERIAL – TRATAR 
DESIGUALMENTE OS DESIGUAIS 
PARA REDUZIR AS 
DESIGUALDADES.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 15
ART 5°
DIREITO DE OPINIÃO
LIVRE A MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO
VEDADO O ANONIMATO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 16
ART 5° - PRINCÍPIO DA LEGALIDADE
PARA O 
CIDADÃO
PARTICULAR
PODE FAZER 
TUDO QUE A LEI
NÃO PROIBA
PARA O 
ADMINISTRADOR 
PÚBLICO
SÓ PODE FAZER 
AQUILO QUE A 
LEI AUTORIZE OU 
PERMITA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 17
ART 5° - LIBERDADE DE CRENÇA RELIGIOSA 
É inviolável 
Liberdade de 
crença
É assegurado o 
livre exercício dos 
cultos religiosos
É garantido, na forma da 
lei, a proteção aoslocais 
de culto.
Nos termos da lei
É assegurado prestação 
de assistência religiosa 
nas entidades civis e 
militares de internação 
coletiva
Exemplos de internação coletiva:
Hotel, Presídio, Quartel, Hospital e 
etc.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 18
ART 5° - ESCUSA DE CONSCIÊNCIA
Art. 5° VIII
Ninguém será 
privado de direitos
Crença religiosa
Convicção 
filosófica ou 
política
Eximir-se 
obrigação legal a 
todos imposta
Recusar-se a 
cumprir prestação 
alternativa
OU E
PERDA DOS 
DIREITOS 
PPOLÍTICOS
RECUSAR-SE A OBRIGAÇÃO LEGAL
RECUSAR-SE A PRESTAÇÃO ALTERNATIVA
E
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 19 ART 5° - INVIOLABILIDADE DO DOMICÍLIO
Art. 5° XI
REGRA
O DOMICÍLIO É 
INVIOLÁVEL. NÃO PODE 
PENETRAR SEM 
CONSENTIMENTO DO 
MORADOR
EXCEÇÕES
FLAGRANTE DE 
DELITO
DESASTRE
PRESTAR 
SOCORRO
DETERMINAÇÃO 
JUDICIAL
A
 Q
U
A
L
Q
U
E
R
 H
O
R
A
D
U
R
A
N
T
E
 O
 D
IA
EXCEÇÕES
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 20 ART 5° - SIGILO DE CORRESPONDÊNCIA E 
DE COMUNICAÇÃO
Art. 5° XII
É
 I
N
V
IO
L
Á
V
E
L
SIGILO DA 
CORRESPONDÊNCIA
SIGILO DAS 
COMUNICAÇÕES 
TELEGRÁFICAS
SIGILO DE DADOS
SIGILO DAS 
COMUNICAÇÕES 
TELEFÔNICAS
SOMENTE POR 
ORDEM JUDICIAL NAS 
HIPÓTESES DE:
INVESTIGAÇÃO 
CRIMINAL
INSTRUÇÃO 
PROCESSUAL PENAL
1
2
*COMO NÃO EXISTE DIREITO ABSOLUTO, TODOS OS SIGILOS PODEM SER
INVIOLADOS APESAR DE SOMENTE ESTAR EXPRESSO A QUEBRA DO SIGILO
DAS COMUNICAÇÕES TELEFÔNICAS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 21
QUEBRA DE SIGILO TELEFÔNICO X INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA
QUEBRA DE SIGILO TELEFÔNICO 
CPI’s
PODER JUDICIÁRIO
QUEBRA DE SIGILO TELEFÔNICO 
PODER JUDICIÁRIO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 22
INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA X ESCUTA TELEFÔNICA X GRAVAÇÃO TELEFÔNICA
INTERCEPTAÇÃO GRAVAÇÃOESCUTA
Uma terceira pessoa tem 
acesso ao conteúdo da 
conversa;
Interlocutores não sabem
Um terceiro faz a escuta e 
um dos interlocutores 
sabe da escuta;
O próprio interlocutor faz a 
gravação;
Não existe uma terceira 
pessoa.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 23 DIREITO DE REUNIÃO
DIREITO DE 
REUNIÃO, 
REQUISITOS:
2
3
4
PACIFICAMENTE
SEM ARMAS
NÃO FRUSTE OUTRA REUNIÃO 
ANTERIORMENTE CONVOCADA 
PARA O LOCAL
AVISE AUTORIDADE COMPETENTE
* Não é necessário autorização, 
basta simples aviso
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 24 DIREITO DE ASSOCIAÇÃO
3
4
5
1
2
Somente para fins LÍCITOS, VEDADO a associação PARAMILITAR
É VEDADO INTERFERÊNCIA ESTATAL, não precisa de autorização para criar uma associação
Ninguém poderá ser COMPELIDO (FORÇADO) a associar-se ou a permanecer associado
Se EXPRESSAMENTE AUTORIZADAS, as associações podem representar seus filiados judicial ou
extrajudicialmente
Associações podem ser COMPULSORIAMENTE DISSOLVIDAS por decisão judicial TRANSITADA EM
JULGADO;
Associações podem ter ATIVIDADES SUSPENSAS por DECISÃO JUDICIAL SIMPLES
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DIREITO 
DE 
PROPRIEDADE
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 25 DIREITO DE PROPRIEDADE
É garantido o direito de propriedade
A propriedade atenderá sua função social
Desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou por 
interesse social, mediante justa e prévia indenização em 
dinheiro, ressalvados os casos previstos na CF
Em caso de iminente perigo público, autoridade poderá 
usar de propriedade particular, assegurado indenização 
ulterior, se houver dano
A pequena propriedade rural, desde que trabalhada pela 
família, não será objeto de penhora para pagamentos de 
débitos decorrentes de sua atividade produtiva
Art. 5°
XXII
Art. 5°
XXIII
Art. 5°
XXIV
Art. 5°
XXV
Art. 5°
XXVI
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 26 DIREITO DE PROPRIEDADE
INDENIZAÇÃO – JUSTA, PRÉVIA E EM DINHEIRO
DESAPROPRIAÇÃO POR NECESSIDADE OU UTILIDADE
PÚBLICA OU INTERESSE SOCIAL
DESAPROPRIAÇÃO DE SOLO URBANO, NÃO EDIFICADO
OU SUB-UTILIZADO.
DESAPROPRIAÇÃO POR INTERESSE SOCIAL PARA FINS
DA REFORMA AGRÁRIA
EXPROPRIAÇÃO DA PROPRIEDADE URBANA OU RURAL,
SEM DIREITO A QUALQUER INDENIZAÇÃO
INDENIZAÇÃO – TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA COM
PRAZO DE RESGATE DE ATÉ 10 ANOS
INDENIZAÇÃO – JUSTA, PRÉVIA EM TÍTULOS DA DÍVIDA
AGRÁRIA RESGATÁVEIS EM ATÉ 20 ANOS.
CULTIVO ILEGAL DE PLANTAS PSICOTRÓPICAS OU
TRABALHO ESCRAVO
REQUISIÇÃO ADMINISTRATIVA DA PROPRIEDADE
CASO DE IMINENTE PERIGO PÚBLICO; INDENIZAÇÃO
ULTERIOR, SOMENTE SE HOUVER DANO À PROPRIEDADE
3
4
5
1
2
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 27
PROPRIEDADE INDUSTRIAL X DIREITO 
AUTORAL
LEI 
ASSEGURARÁ
AUTORES DE 
INVENTOS 
INDUSTRIAIS
PRIVILÉGIO 
TEMPORÁRIO
DIREITO 
EXCLUSIVO DE 
UTILIZAÇÃO
PRIVILÉGIO 
VITALÍCIO
PODERÁ SER 
TRANSMITIDO 
AOS HERDEIROS, 
PELO TEMPO 
QUE A LEI FIXAR
PROPRIEDADE INDUSTRIAL DIREITO AUTORAL
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 28 DIREITO A INFORMAÇÃO
Interesse 
particular; 
ou
Interesse 
político ou 
geral.
Ressalvadas
aquelas cujo 
sigilo seja 
imprescindível 
à segurança
da sociedade 
ou do estado.
Divulgação 
da 
Remuneração
de servidores 
é de interesse 
coletivo/geral 
e por isso 
constitucional
O remédio
para proteção 
ao direito à 
informação é 
o MANDATO 
DE 
SEGURANÇA.
Todos têm direito a 
receber informações
exceção Jurisprudência 
relevante
Remédio 
Constitucional
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 29
DIREITO DE PETIÇÃO X DIREITO DE OBTER 
CERTIDÕES
Todos têm direito a 
receber informações
AOS PODERES PÚBLICOS
▪ Em defesa de direitos;
▪ Contra ilegalidades;
▪ Contra abuso de poder.
EM REPARTIÇÕES 
PÚBLICAS
▪ Para defesa dos 
direitos;
▪ Para esclarecimentos 
de interesse pessoal.
DIREITO DE PETIÇÃO DIREITO DE OBTER CERTIDÕES
INDEPENDENTE
DO PAGAMENTO
DE TAXAS
INDEPENDENTE
DO PAGAMENTO
DE TAXAS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 30
PRINCÍPIO DA INAFASTABILIDADE 
JURISDICIONAL – ACESSO À JUSTIÇA
Todos têm direito a 
receber informações
Lei não excluirá 
da apreciação do 
poder judiciário
LESÃO
AMEAÇA 
A DIREITO
EXCEÇÃO
EXCEÇÕES À 
INAFASTABILIDADE 
DO JUDICIÁRIO
HABEAS DATA
CONTROVÉRSIAS DESPORTIVAS
RECLAMAÇÃOCONSTITUCIONAL3
1
2
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 31 TRIBUNAL DE JURI
A plenitude da defesa
Sigilo de votações
Soberania dos veredictos
Competência para o julgamento 
dos crimes dolosos contra a vida
PRERROGATIVAS 
DO JURI
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 32 CRIMES
➢ Racismo;
➢ Ação de grupos armados, civis
ou militares.
➢ Tortura;
➢ Tráfico ilícito de entorpecentes
e drogas afins;
➢ Terrorismo;
➢ Crimes Hediondos
INAFIANÇÁVEL E 
IMPRESCRITÍVEL
INAFIANÇÁVEL E 
INSUSCETÍVEIS DE 
GRAÇA OU ANISTIA
3TH
R
AGA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 33 PENAS
INAFIANÇAVEL E 
IMPRESCRITÍVEL
INAFIANÇAVEL E 
INSUSCETÍVEIS DE 
GRAÇA OU ANISTIA
3TH
R
AGA
MULTA;
PERDA DOS BENS;
PRESTAÇÃO SOCIAL 
ALTERNATIVA;
SUSPENSÃO OU 
INTERDIÇÃO DE 
DIREITOS;
PRIVAÇÃO OU 
RESTRIÇÃO DA 
LIBERDADE.
CRUÉIS;
TRABALHOS 
FORÇADOS;
CARÁTER PERPÉTUO;
BANIMENTO;
MORTE ( EXCEÇÃO 
GUERRA DECLARADA).
➢ A PENA PODE SER DE: ➢ A PENA NÃO PODE SER DE:
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NÃO PODEM SER EXTRADITADOS
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 34 EXTRADIÇÃO
3TH
R
AGA
MULTA;
PERDA DOS BENS;
PRESTAÇÃO SOCIAL 
ALTERNATIVA;
TRABALHOS 
FORÇADOS;
CARÁTER PERPÉTUO;
BANIMENTO;
MORTE ( EXCEÇÃO 
GUERRA DECLARADA).
BRASILEIRO 
NATO
BRASILEIRO 
NATURALIZADO
PODEM SER EXTRADITADOS
CRIME COMUM 
(ANTES DA 
NATURALIZAÇÃO)
TRÁFICO ILÍCITO DE 
ENTORPECENTES E 
DROGAS AFINS 
(ANTES/DEPOIS DA 
NATURALIZAÇÃO)
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 35 EXTRADIÇÃO
3TH
R
AGA
MULTA;
PERDA DOS BENS;
PRESTAÇÃO SOCIAL 
ALTERNATIVA;
TRABALHOS 
FORÇADOS;
CARÁTER PERPÉTUO;
BANIMENTO;
MORTE ( EXCEÇÃO 
GUERRA DECLARADA).
NÃO SERÁ 
EXTRADITADO
ESTRANGEIRO
CRIME 
POLÍTICO
POR:
CRIME DE 
OPINIÃO
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 36 DIREITO A LIBERDADE
3TH
R
AGA
MULTA;
CARÁTER PERPÉTUO;
BANIMENTO;
MORTE ( EXCEÇÃO 
GUERRA DECLARADA).
NINGUÉM 
SERÁ PRESO
SENÃO
FLAGRANTE DELITO
ORDEM ESCRITA E FUNDAMENTADA DE AUTORIDADE
JUDICIÁRIA COMPETENTE.
SALVO NOS CASOS DE TRANSGRESSÃO MILITAR OU
CRIME PROPRIAMENTE MILITAR3
1
2
QUANDO LEI ADMITIR A LIBERDADE PROVISÓRIA, COM
OU SEM FIANÇA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 37 DIREITO DOS PRESOS
R
AGA
MORTE ( EXCEÇÃO 
GUERRA DECLARADA).
A prisão e o local serão comunicados imediatamente ao 
juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele 
indicada.
Direito de silêncio (permanecer calado);
Assegurado assistência da família e de advogado.
O preso tem direito à identificação dos responsáveis por 
sua prisão ou por seu interrogatório policial.
A prisão ilegal será imediatamente relaxada pela 
autoridade judiciária.
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 38 SV 25
R
AGA
MORTE ( EXCEÇÃO 
GUERRA DECLARADA).
STF SUM. 
VINCULANTE 25
ILÍCITA A PRISÃO DO 
DEPOSITÁRIO INFIEL
SEGUNDO A CF
NÃO PODE 
PRISÃO CIVIL
INADIMPLEMENTO INVOLUNTÁRIO E 
INESCUSÁVEL DE OBRIGAÇÃO 
ALIMENTÍCIA
DEPOSITÁRIO INFIEL
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 39 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
R
AGA
HABEAS 
CORPUS
2
3
4
Motivo – violência ou coação da 
liberdade de locomoção
Qualquer pessoa pode usar
Pode sofrer ação qualquer um 
que use ilegalidade ou abuso de 
poder
Modos de HC – PREVENTIVO; 
REPRESSIVO.
São gratuitas as ações
de “habeas-corpus”
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 40 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
CARACTERÍSTICAS DO HABEAS CORPUS
Natureza 
Penal
Procedimento 
Especial
Ação Gratuita
Independe de 
Advogado
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LEGITIMADOS ATIVOS
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 41 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
Legitimados Ativos X Legitimados Passivos
1) PESSOA FÍSICA / PESSOA 
JURÍDICA (BRASILEIRA OU 
ESTRANGERIA);
2) MINISTÉRIO PÚBLICO;
3) JUIZ PODE CONCEDER HC 
DE OFÍCIO
LEGITIMADOS PASSIVOS
1) AUTORIDADE COATORA 
(PÚBLICA OU PRIVADA)
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 42 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
MANDATO DE SEGURANÇA
Motivo – Proteger direito líquido e 
certo, não amparado por HC ou HD.
Ilegalidade ou abuso de poder de 
autoridade pública2
Modos – pode ser individual ou 
coletivo3
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 43 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
MANDATO DE SEGURANÇA
CARACTERÍSTICAS DO MANDATO DE SEGURANÇA
Rito sumário 
especial
Caráter residual
Direito líquido e 
certo
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 44 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
MANDATO DE SEGURANÇA
QUEM PODE USAR
▪ QUALQUER PESSOA (PF OU PJ) 
NACIONAIS OU ESTRANGEIRAS;
▪ ÓRGÃOS PÚBLICOS;
▪ MINISTÉRIO PÚBLICO;
▪ UNIVERSALIDADES.
QUEM PODE SOFRER A 
AÇÃO
▪ AUTORIDADE PÚBLICA OU AGENTE
DE PJ NO EXERCÍCIO DE
ATRIBUIÇÕES DO PODER PÚBLICO.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 45 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
MODOS DE MANDATO DE SEGURANÇA
INDIVIDUAL COLETIVO
1 - IMPETRADO EM NOME DE UMA
ÚNICA PESSOA;
1 - PARTIDO POLÍTICO COM
REPRESENTAÇÃO NO CN
2 – ORGANIZAÇÃO SINDICAL
IMPETRADO POR:
3 – ENTIDADE DE CLASSE
4 – ASSOCIAÇÃO LEGALMENTE
CONSTITUÍDA E EM FUNCIONAMENTO
HÁ PELO MENOS 1 ANO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 46 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
NÃO CABE MANDATO DE SEGURANÇA
MS
1 – DECISÃO JUDICIAL DA QUAL CAIBA RECURSO COM
EFEITO SUSPENSIVO;
2 – DECISÃO JUDICIAL TRANSITADO EM JULGADO;
3 – ATO ADMINISTRATIVO DO QUAL CABE RECURSO COM
EFEITO SUSPENSIVO;
4 – DECISÕES JURISDICIONAIS DO STF;
5 – LEI EM TESE;
6 – ATO DE NATUREZA JURISDICIONAL COM EXCEÇÃO
DE DECISÃO EQUIVOCADA.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 47 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
MANDATO DE INJUNÇÃO
1 – FALTA DE NORMA REGULAMENTADORA QUE
TORNAM INVIÁVEL O EXERCÍCIO:
• DIREITOS E LIBERDADES CONSTITUCIONAIS;
• DAS PRERROGATIVAS INERENTES À 
NACIONALIDADE, SOBERANIA E CIDADANIA
2 – LEGITIMADOS ATIVOS;
PESSOA FÍSICA
PESSOA JURÍDICA
3 – É POSSÍVEL MANDATO DE INJUNÇÃO
COLETIVO
4 – NÃO É CABÍVEL LIMINAR EM MANDATO DE
INJUNÇÃOTransaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 48 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
NÃO CABE MANDATO DE INJUNÇÃO
MI
1 – SE JÁ HOUVER NORMA REGULAMENTADORA;
2 - FALTA DE NORMA REGULAMENTADORA DE DIREITO
INFRANCONSTITUCIONAL;
3 – FALTA DE NORMA REGULAMENTADORA DE MEDIDA
PROVISÓRIA;
4 - SE NÃO HOUVER OBRIGATORIEDADE DE
REGULAMENTAÇÃO DO DIREITO PREVISTO NA CF/88
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 49 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
MODOS DE MANDATO DE INJUNÇÃO
INDIVIDUAL COLETIVO
1 - IMPETRADO EM NOME DE UMA
ÚNICA PESSOA;
1 – NÃO ESTÁ PREVISTO NA CF/88,
MAS É ADMITIDO, DEVENDO CUMPRIR
OS MESMOS REQUISITOS DO MS
COLETIVO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 50 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
HABEAS DATA
1
2
Motivo 1 – Conhecimento de informações relativas à
pessoa do impetrante (após pedir administrativamente
e ser negado);
Motivo 2 – Para retificar dados, caso não opte por fazer
de forma sigilosa;
Qualquer pessoa pode usar do HA. Entidades
governamentais ou não governamentais (com
registros ou banco de dados de caráter público),
podem sofrer a ação de HA.
3
São gratuitas as ações
de “habeas-data”
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 51 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
AÇÃO POPULAR
Qualquer cidadão pode propor 
ação popular
Motivo – Para anular ato lesivo:
1 – ao patrimônio público
ou de entidade a qual o
Estado participe.
2 – à moralidade administrativa.
3 – ao meio ambiente.
4 – ao patrimônio histórico e
cultural
O autor da ação fica
isento das custas
judiciais e do ônus da
sucumbência, salvo
comprovada má fé
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 52 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
Qualquer cidadão pode propor 
ação popular
Motivo – Para anular ato lesivo:1 – ao patrimônio público
ou de entidade a qual o
Estado participe.
2 – à moralidade administrativa.
3 – ao meio ambiente.
4 – ao patrimônio histórico e
cultural
DIREITO LÍQUIDO E CERTOMANDADO DE SEGURANÇA
MANDADO DE INJUNÇÃO
HABEAS CORPUS
HABEAS DATA
OMISSÃO LEDISLATIVA
DIREITO DE LOCOMOÇÃO
DIREITO DE INFORMAÇÃO 
PESSOAL
AÇÃO POPULAR ATO LESIVO
N
Ã
O
S
Ã
O
G
R
A
T
U
IT
O
S
S
Ã
O
G
R
A
T
U
IT
O
S
É GRATUITO, SALVO MÁ FÉ
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 53 DIREITOS SOCIAIS
2°
GERAÇÃO
Atuação 
Positiva do 
Estado
Normas de 
eficácia 
Limitada
NATUREZA 
JURÍDICA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 54 DIREITOS SOCIAIS
MNEMÔNICO – DILMAS SEM PTT*
São 
Direito 
Sociais
Assistência aos 
D esamparados
I nfância
L azer
M oradia* E.C.26
A limentação*E.C.26
S egurança
S aúde
E ducação
Proteção à 
Maternidade
P revidência Social
T rabalho
T ransporte* E.C.90
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 55
RESERVA DO 
POSSÍVEL
MÍNIMO 
EXISTENCIAL
VEDAÇÃO AO 
RETROCESSO
Disponibilidade financeira do Estado em concretizar
os direitos sociais.
Segundo o STF, a reserva do possível não pode ser
obstáculo à concretização do mínimo existencial.
Conjunto de situações materiais indispensáveis à
existência humana digna. Não é apenas “sobreviver”
mas ter uma vida digna. É a proteção Social mínima.
Proteção Social sempre deve melhorar.
Concretização dos Direitos Sociais
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 56
DIREITOS INDIVIDUAIS DOS 
TRABALHADORES ART. 7°
FIXADO EM LEI
NACIONALMENTE 
UNIFICADO
PERIÓDICREAJUS
TESOS – PODEM 
SER FEITOS POR 
DECRETO
VEDADA SUA 
VINCULAÇÃO 
PARA QUALQUER 
FIM
SALÁRIO MÍNIMO 
ART 7° IV
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 57
DIREITOS INDIVIDUAIS DOS 
TRABALHADORES ART. 7°
IRREDUTIBILIDADE DO 
SALÁRIO ART 7° VI
NUNCA INFERIOR AO MÍNIMO
CONVENÇÃO OU ACORDO 
COLETIVO
SALVO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 58
DIREITOS INDIVIDUAIS DOS 
TRABALHADORES ART. 7°
GARANTIA DO SALÁRIO 
ART 7° VII
NUNCA INFERIOR AO 
MÍNIMO
PARTE FIXA + REMUNERAÇÃO VARIÁVEL > SALÁRIO MÍNIMO
*Não viola a CH/88 o estabelecimento de remuneração inferior ao salário mínimo para 
as praças prestadoras de serviço militar inicial. Súmula Vinculante n° 06.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 59
DIREITOS INDIVIDUAIS DOS 
TRABALHADORES ART. 7°
AVISO PRÉVIO 7° XXI
30 
dias
Mínimo
3 dias por ano
de serviço
90 dias no
máximo
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 60
DIREITOS INDIVIDUAIS DOS 
TRABALHADORES ART. 7°
LICENÇA À GESTANTE / LICENÇA PATERNIDADE 7° XVIII/XIX
GESTANTE PATERNIDADE
REGRA = 120 DIAS REGRA = 5 DIAS (ADCT)
EXCEÇÃO = + 60 DIAS 
EMPRESA CIDADÃ
EXCEÇÃO = + 15 DIAS 
EMPRESA CIDADÃ
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 61
DIREITOS INDIVIDUAIS DOS 
TRABALHADORES ART. 7°
TRABALHO NOTURNO, PERIGOSO OU INSALUBRE ART.7° XXXIII
16 anos14 anos 18 anos
MENOR 
APRENDIZ
EXCETO:
1 – NOTURNO;
2 – PERIGOSO;
3 – INSALUBRE.
QUALQUER 
TRABALHO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 62
DIREITOS COLETIVOS DOS 
TRABALHADORES ART. 8°
É LIVRE A ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL OU SINDICAL, OBSERVANDO O SEGUINTE:
VI – É OBRIGATÓRIA A PARTICIPAÇÃO DOS SINDICATOS NAS 
NEGOCIAÇÕES COLETIVAS DO TRABALHOII – É VEDADO A CRIAÇÃO DE MAIS DE UMA
ORGANIZAÇÃO SINDICAL, NÃO PODENDO SER INFERIOR
À ÁREA DE UM MUNICÍPIO
III – AO SINDICATO CABE DEFESA DOS DIREITOS E
INTERESSES COLETIVOS E INDIVIDUAIS, INCLUSIVE
JUDICIAIS E ADMINISTRATIVOS
IV – ASSEMBLÉIA GERAL FIXARÁ CONTRIBUIÇÃO
V – NINGUÉM SERÁ OBRIGADO A FILIAR-SE OU A MANTER-
SE FILIADO A SINDICATO
I – É VEDADO AO PODER PÚBLICO A INTERFERÊNCIA E A
INTERVENÇÃO
VII – APOSENTADO FILIADO TEM DIREITO A VOTAR E SER 
VOTADO NAS ORGANIZAÇÕES SINDICAIS
VIII – É VEDADO A DISPENSA DE EMPREGADO
SINDICALIZADO A PARTIR DO REGISTRO DA CANDIDATURA
A CARGO DE DIREÇÃO OU REPRESENTAÇÃO SINDICAL, E SE
ELEITO, ATÉ 1 ANO APÓS O FINAL DO MANDATO, AINDA
QUE SUPLENTE, SALVO SE COMETER FALTA GRAVE.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 63 DIREITO DE GREVE ART.9°
A LEI DEFINIRÁ:
SERVIÇOS OU 
ATIVIDADES 
ESSENCIAIS;
ATENDIMENTO DAS 
NECESSIDADES 
INADIÁVEIS DA 
COMUNIDADE
A LEI DISPORÁ:
PARALISAÇÃO PARCIAL;
• MANTER 30% NO MÍNIMO.
• AVISO NO MÍNIMO 72 HORAS
PARALISAÇÃO TOTAL;
• AVISAR MÍNIMO 48 HORAS
• VEDADO: LOCK OUT
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 64 ART.10°É ASSEGURADA A 
PARTICIPAÇÃO
TRABALHADORES
EMPREGADOS
E
NOS COLEGIADOS 
DOS ÓRGÃOS 
PÚBLICOS EM QUE 
SEUS INTERESSES
DISCUSSÃO
DELIBERAÇÃO
E
SEJAM OBJETO DE
PROFISSIONAIS
PREVIDENCIÁRIOS
OU
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 65 ART.11°
Empresas com 
mais de 200 
empregados
Assegurada a 
eleição
1 representante
Finalidade 
exclusiva
Promover o 
entendimento 
direto com 
empregadores
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 66 NACIONALIDADE
IUS SOLI (LOCAL DO 
NASCIMENTO)
É A REGRA
NASCEU NO 
BRASIL É 
BRASILEIRO
SALVO SE OS PAIS 
FOREM ESTRANGEIROS 
A SERVIÇO DO SEU 
PAÍS
IUS SANGUINI (FILIAÇÃO)
É A EXCEÇÃO
NÃO PRECISA TER 
NASCIDO NO BRASIL, 
MAS PAI E/OU MÃE 
SÃO BRASILEIROS A 
SERVIÇO DE SEU 
PAÍS
NASCEU FORA DO BRASIL, 
E OS PAIS NÃO ESTÃO À 
SERVIÇO DO BRASIL, 
PORÉM:
- FORAM REGISTRADOS EM 
REPARTIÇÃO BRASILEIRA 
COMPETENTE;
- VIERAM A RESIDIR NO BRASIL E 
OPTOU A QUALQUER TEMPO, 
DEPOIS DE ATINGIDO A 
MAIORIDADE, PELA 
NACIONALIDADE BRASILEIRA
02
01
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 67 NACIONALIDADE
NASCIDOS NA RFB, AINDA QUE DE
PAIS ESTRANGEIROS , DESDE QUE
ESTES NÃO ESTEJAM A SERVIÇO
DO SEU PAÍS.
NATOS
NASCIDOS NO ESTRANGEIRO, DE
PAI OU MÃE BRASILEIRA, ONDE
QUALQUER UM DELES ESTEJA A
SERVIÇO DA RFB
NATOS
NASCIDOS NO ESTRANGEIRO, DE PAI OU
MÃE BRASILEIRA, DESDE QUE SEJAM
REGISTRADOS EM REPARTIÇÃO
BRASILEIRA COMPETENTE OU VENHAM
RESIDIR NA RFB E OPTEM, EM QUALQUER
TEMPO, DEPOIS DE ATINGIDA MAIORIDADE,
PELA NACIONALIDADE BRASILEIRA
NATOS
NA FORMA DA LEI, ADQUIRAM A
NACIONALIDADE BRASILEIRA,
EXIGIDO AOS ORIGINÁRIOS DE
PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA
APENAS RESIDÊNCIA POR 1 ANO
ININTERRUPTO E IDONEIDADE
MORAL
NATURALIZADOS
ESTRANGEIROS DE QUALQUER
NACIONALIDADE RESIDENTES
NA RFB HÁ MAIS DE 15 ANOS
ININTERRUPTOS E SEM
CONDENAÇÃO PENAL, DESDE
QUE REQUEIRAM A
NACIONALIDADE BRASILEIRA.
NATURALIZADOS
AOS PORTUGUESES COM
RESIDÊNCIA PERMANENTE NO PAÍS,
SERÃO ATRIBUÍDOS OS DIREITOS
INERENTES AO BRASILEIRO
(NATURALIZADO), SALVO OS
PREVISTOS NA CF/88.
PORTUQUESES EQUIPARADOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 68 PERDA DA NACIONALIDADE
SE NATURALIZADO
Perde por sentença judicial
CASO PRATIQUE ATIVIDADE NOCIVA
AO INTERESSE NACIONAL
SE NATO OU NATURALIZADO
SALVO SE DE FORMA ORIGINÁRIA OU
POR CONDIÇÃO PARA PERMANECER
NO PAÍS OU EXERCER DIREITOS
CIVIS
Perde ao adquirir outra nacionalidade
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 69
CARGOS PRIVATIVOS DE 
BRASILEIROS NATOS
M
W O T
M
MINISTRO DO STF
P3
PRESIDENTE E VICE 
DA RFB
C
CARREIRA 
DIPLOMÁTICA
O
OFICIAL DAS FORÇAS 
ARMADAS
P3 C O M
M
MINISTRO DO 
ESTADO DE DEFESA
PRESIDENTE DA CD
PRESIDENTE DO SF
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 70
EXTRADIÇÃO DE BRASILEIROS 
NATOS E NATURALIZADOS
NATOS
NÃO PODE SER 
EXTRADITADO. 
NATURALIZADOS
PODE SER 
EXTRADITADO POR:
1 – CRIME COMUM (ANTES DA
NATURALIZAÇÃO);
2 – TRÁFICO ILÍCITO.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 71 DIREITOS POLÍTICOS
16 
anos
18 
anos
70 
anos
FACULTATIVO FACULTATIVOOBRIGATÓRIO
CAPACIDADE ELEITORAL ATIVA
TAMBÉM É 
FACULTATIVO PARA 
OS ANALFABETOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 72 DIREITOS POLÍTICOS
SÃO INALISTÁVEIS
ESTRANGEIROS CONSCRITOS –
ENQUANTO 
ESTIVEREM NO 
SERVIÇO MILITAR 
OBRIGATÓRIO
*TANTO ANALFABETO QUANTO 
INALISTÁVEIS SÃO INELEGÍVEIS
INELEGIBILIDADE RELATIVA
MOTIVOS 
FUNCIONAIS
REFLEXA
CONDIÇÃO 
MILITAR
REELEIÇÃO – UM ÚNICO 
PERÍODO SUBSEQUENTE
DESIMCOMPATIBILIZAÇÃO – 6 
MESES ANTES DAS ELEIÇÕES 
(CHEFES DO PODER 
EXECUTIVO SE CANDIDATAR 
PARA OUTRO CARGO)
AFETA A ELEGIBILIDADE DE 
TERCEIROS
APLICA-SE AO CÔNJUGE E 
PARENTES (ATÉ 2° GRAU) DO 
CHEFE DO PODER EXECUTIVO, 
SALVO SE JÁ TITULAR DE 
MANDATO ELETIVO E 
CANDIDATO A REELEIÇÃO
MILITAR ALISTÁVEL É 
ELEGÍVEL SEGUINDO AS 
CONDIÇÕES:
MENOS DE 10 ANOS DE 
SERVIÇO DEVERÁ AFASTAR-SE 
DA ATIVIDADE
MAIS DE 10 ANOS DE SERVIÇO 
SERÁ AGREGADO PELA 
AUTORIDADE SUPERIORE SE 
ELEITO PASSARÁ PARA 
INATIVIDADE
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 73 DIREITOS POLÍTICOS
CAPACIDADE ELEITORAL PASSIVA
A
B
C
D
E
NATO OU NATURALIZADO
NACIONALIDADE BRASILEIRA
A
B
C
D
E
PLENO EXERCÍCIO DOS DIREITOS POLÍTICOS
ALISTAMENTO ELEITORAL
NÃO PRECISA COINCINDIR COM DOMÍNIO CIVIL
DOMINIO ELEITORAL NA CIRCUNSCRIÇÃO
FILIAÇÃO PARTIDÁRIA
F F IDADE MÍNIMA DE:
35 anos –
presidente/vice-
presidente/senador;
30 anos –
governador e vice-
governador;
21 anos –
deputado federal/ 
deputado estadual ou 
distrital/ prefeito/ vice-
prefeito e juiz de paz;
18 anos -
Vereador
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 74 DIREITOS POLÍTICOS
PLEBISCITO X REFERENDO E 
INICIATIVA POPULAR
A
B
C
D
E
F
NORMA É 
ELABORADA
PLEBISCITO REFERENDO
CONSULTA FEITA AO POVO
ANTES DA CRIAÇÃO DE UMA
LEI OU ATO ADMINISTRATIVO
CONSULTA FEITA AO POVO
DEPOIS DA CRIAÇÃO DE UMA
LEI OU ATO ADMINISTRATIVO
INICIATIVA POPULAR
COMPETÊNCIA LEGISLATIVA
PARA DAR INÍCIO A UM
PROJETO DE LEI.
1% DO ELEITORADO NACIONAL
PELO MENOS 5 ESTADOS
MÍNIMO DE 0,3% DOS 
ELEITORES POR ESTADO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 75 DIREITOS POLÍTICOS
Perda e Suspensão de 
Direitos Políticos
I
II
III
IVV
Cancelamento da Naturalização -
Perda
Incapacidade Civil Absoluta -
Suspensão
Condenação Criminal Transitada 
em Julgado - Suspensão
Recusa de cumprir obrigação a todos 
imposta ou prestação alternativa - Perda
Improbidade administrativa – Suspensão
*Perda do cargo e Suspensão dos direitos 
políticos
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 76
TERRITÓRIO
POVO
GOVERNO 
SOBERANOEl
e
m
e
n
to
s
 C
o
n
s
ti
tu
ti
v
o
s
 d
o
 E
s
ta
d
o
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 77
CLASSIFICAÇÃO DOS ESTADOS
UNITÁRIO
Territorialmente 
Centralizado
FEDERAL
Territorialmente 
Descentralizado
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 78 CARACTERÍSTICA DA FEDERAÇÃO
AUTONOMIA POLÍTICA
Autolegislação; Autogoverno; Auto-
organização; Autoadministração.
INDISSOBILIDADE DO 
VÍNCULO FEDERATIVO
(Não há direito de secessão)
NACIONALIDADE ÚNICA
CONSTITUIÇÃO FEDERAL
MECANISMO DE 
INTERVENÇÃO FEDERAL
TRIBUNAL FEDERATIVO
VEDAÇÕESFEDERATIVAS
CLAUSULA PÉTREA
1
2
3
4
5
6
7
8
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 79 CARACTERÍSTICA DO 
FEDERALISMO BRASILEIRO
FEDERAÇÃO É 
CLÁUSULA PÉTREA
NÃO HÁ DIREITO 
DE SECESSÃO
FEDERALISMO 
CENTRÍFUGO
FEDERALISMO 
ASSIMÉTRICO
SOBERANIA É 
ATRIBUTO DA REP. 
FEDERATIVA DO 
BRASIL
FEDERALISMO DE 
3° GRAU
União é autônoma
Cooperativo
Desagregação
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 80 ORGANIZAÇÃO DO ESTADO
União
Estados
Municípios
Distrito Federal
ENTES FEDERATIVOS
Entidade Híbrida
1°
2°
3°
É A CAPITAL FEDERAL
BRASÍLIA
NÃO SÃO ENTES 
FEDERATIVOS;
ATUALMENTE NÃO 
EXISTEM;
PODEM VIR A SER 
CRIADOS POR LEI 
COMPLEMENTAR;
NÃO POSSUEM 
AUTONOMIA POLÍTICA
TERRITÓRIOS 
FEDERAIS
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 81 CRIAÇÃO DE NOVOS ESTADOS
ETAPAS FORMAS
PLEBISCITO COM POPULAÇÃO INTERESSADA
CARÁTER TERMINATIVO – SE OPTAR PELO “NÃO” SERÁ 
ARQVUIVADO. SE “SIM VAI PARA PRÓXIMA ETAPA
OITIVA DAS AL’S ENVOLVIDAS
CARÁTER OPINATIVO APENAS
2
APROVAÇÃO DE LEI COMPLEMENTAR
CONGRESSO QUE EFETIVAMENTE DECIDE A CRIAÇÃO.
MAIORIA ABSOLUTA;
SANÇÃO DO PR;
CN DEVE OUVIR PREVIAMENTE AS ASS. LEG.
3
3
1
4
FUSÃO OU 
INCORPORAÇÃO 
ENTRE SI
A B C
SUBDIVISÃO CBA
DESMEMBRAMENTO
FORMAÇÃO
BAA
DESMEMBRAMENTO
ANEXAÇÃO A B A B
ESTADO 
ORIGINAIS 
CONTINUAM 
EXISTINDO 
COM 
ALTERAÇÃO 
EM SEUS 
TERRITÓRIOS
ESTADOS 
ORIGINAIS 
DEIXAM DE 
EXISTIR
ESTADOS 
ORIGINAIS 
DEIXAM DE 
EXISTIR
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 82 CRIAÇÃO DE NOVOS MUNICÍPIOS
ETAPAS FORMAS
DIVULGAÇÃO DOS ESTUDOS DE VIABILIDADE 
MUNICIPAL
VEM ANTES DO PLEBISCITO
PLEBISCITO
CONSULTAR TODOS OS ELEITORES DIRETAMENTE 
INTERESSADOS
2
APROVAÇÃO DE LEI ESTADUAL
NA RESPECTIVA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
3
2
3
1
4
CRIAÇÃO
INCORPORAÇÃO
FUSÃO
DESMEMBRAMENTO
POR LEI ESTADUAL
DESDE QUE
DENTRO DO PERÍODO 
DETERMINADO POR 
LEI COMPLEMENTAR
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 83 BENS DA UNIÃO
ROL EXEMPLIFICATIVO
I
II
II
III
IV
V
VI
VII
VIII
IX
X
XI
Os que bens atuais e que vierem 
a ser atribuídos
As terras devolutas indispensáveis à 
defesa das fronteiras
Lagos, rios e quaisquer correntes de 
água em terrenos de seu domínio
Ilhas fluviais e lacustres nas zonas limítrofes com outros 
países. As praias marítimas; ilhas oceânicas e as costeiras, 
excluídas com sede em municípios
Recursos naturais da plataforma continental e 
da zona econômica exclusiva
O mar territorial
Terrenos da marinha e os acrescidos
´Potenciais de energia hidráulica
´Recursos minerais, inclusive 
os do subsolo
As cavidades naturais subterrâneas e os 
sítios arqueológicos e pré-históricos
As terras tradicionalmente ocupadas 
pelos índios
*Assegurado aos Estados, DF e municípios bem como órgãos da adm. Direta da União, participação
no resultado da exploração de petróleo ou gás natural, recursos hídricos e de outros recursos
minerais.
*A faixa de até 150 km d largura ao longo das fronteiras terrestres, é considerada fundamental para
defesa do território nacional.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 84 REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS
Exclusiva Privativa Comum Concorrência
Art.21 Art.22 Art.23 Art.24
Administrar Legislar Administrar Legislar
Indelegável Delegável – Lei 
complementar
U/E/DF/M U/E/DF
Vogais Consoantes Com Município Sem Município
Verbo Infinitivo *CAPACETE de PM Verbo Infinitivo *PUFETO
*CAPACETE de PM – Civil, Agrário, Processual, Aeronáutico, Comercial, Eleitoral, Trabalho, Espacial,
Penal, Marítimo
*PUFETO – Penitenciário, Urbanístico, Financeiro, Econômico, Tributário, Orçamento
COMPETÊNCIA DA UNIÃO TODOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 85
REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS –
PREDOMINÂNCIA DOS INTERESSES
NACIONAL (DIRETRIZES, NORMAS GERAIS
* = COMPETÊNCIA RESIDUAL OU REMANESCENTE
ENTE FEDERATIVO INTERESSE
*ESTADOS
**MUNICÍPIOS
**DISTRITO FEDERAL
**UNIÃO
REGIONAL
LOCAL
REGIONAL + LOCAL
** = COMPETÊNCIA EXPRESSA OU ENUMERADA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 86 COMPETÊNCIAS DA UNIÃO
Art. 21 – Compete a União: Exclusiva, Administrativa, Indelegável, Vogal, Verbo Infinitivo.
I - manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais;
II - declarar a guerra e celebrar a paz;
III - assegurar a defesa nacional;
IV - permitir, nos casos previstos em lei complementar, que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele 
permaneçam temporariamente;
V - decretar o estado de sítio, o estado de defesa e a intervenção federal;
VI - autorizar e fiscalizar a produção e o comércio de material bélico;
VII - emitir moeda;
VIII - administrar as reservas cambiais do País e fiscalizar as operações de natureza financeira, especialmente as de crédito, 
câmbio e capitalização, bem como as de seguros e de previdência privada;
IX - elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordenação do território e de desenvolvimento econômico e social;
X - manter o serviço postal e o correio aéreo nacional;
XI - explorar, diretamente ou mediante autorização, concessão ou permissão, os serviços de telecomunicações, nos termos da lei, 
que disporá sobre a organização dos serviços, a criação de um órgão regulador e outros aspectos institucionais; (Redação dada
pela Emenda Constitucional nº 8, de 15/08/95:)
Bizu - Sempre verbos para competência exclusiva da União, predominância de interesse nacional
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 87 COMPETÊNCIAS DA UNIÃO
Art. 21 – Compete a União: Exclusiva, Administrativa, Indelegável, Vogal, Verbo Infinitivo.
XII - explorar, diretamente ou mediante autorização, concessão ou permissão:
a) os serviços de radiodifusão sonora, e de sons e imagens; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 8, de 15/08/95:)
b) os serviços e instalações de energia elétrica e o aproveitamento energético dos cursos de água, em articulação com os Estados
onde se situam os potenciais hidro energéticos;
c) a navegação aérea, aeroespacial e a infraestrutura aeroportuária;
d) os serviços de transporte ferroviário e aquaviário entre portos brasileiros e fronteiras nacionais, ou que transponham os limites de 
Estado ou Território;
e) os serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros;
f) os portos marítimos, fluviais e lacustres;
XIII - organizar e manter o Poder Judiciário, o Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios e a Defensoria Pública dos 
Territórios; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 69, de 2012) (Produção de efeito)
XIV - organizar e manter a polícia civil, a polícia militar e o corpo de bombeiros militar do Distrito Federal, bem como prestar 
assistência financeira ao Distrito Federal para a execuçãode serviços públicos, por meio de fundo próprio; (Redação dada pela 
Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
Bizu - Sempre verbos para competência exclusiva da União, predominância de interesse nacional
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 88 COMPETÊNCIAS DA UNIÃO
Art. 21 – Compete a União: Exclusiva, Administrativa, Indelegável, Vogal, Verbo Infinitivo.
XV - organizar e manter os serviços oficiais de estatística, geografia, geologia e cartografia de âmbito nacional;
XVI - exercer a classificação, para efeito indicativo, de diversões públicas e de programas de rádio e televisão;
XVII - conceder anistia;
XVIII - planejar e promover a defesa permanente contra as calamidades públicas, especialmente as secas e as inundações;
XIX - instituir sistema nacional de gerenciamento de recursos hídricos e definir critérios de outorga de direitos de seu uso; 
XX - instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano, inclusive habitação, saneamento básico e transportes urbanos;
XXI - estabelecer princípios e diretrizes para o sistema nacional de viação;
XXII - executar os serviços de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras; 
XXIII - explorar os serviços e instalações nucleares de qualquer natureza e exercer monopólio estatal sobre a pesquisa, a lavra, o 
enriquecimento e reprocessamento, a industrialização e o comércio de minérios nucleares e seus derivados, atendidos os seguintes
princípios e condições:
a) toda atividade nuclear em território nacional somente será admitida para fins pacíficos e mediante aprovação do Congresso Nacional;
b) sob regime de permissão, são autorizadas a comercialização e a utilização de radioisótopos para a pesquisa e usos médicos, agrícolas e industriais; 
c) sob regime de permissão, são autorizadas a produção, comercialização e utilização de radioisótopos de meia-vida igual ou
inferior a duas horas; 
d) a responsabilidade civil por danos nucleares independe da existência de culpa; 
XXIV - organizar, manter e executar a inspeção do trabalho;
XXV - estabelecer as áreas e as condições para o exercício da atividade de garimpagem, em forma associativa.
Bizu - Sempre verbos para competência exclusiva da União, predominância de interesse nacional
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 89 COMPETÊNCIAS DA UNIÃO
Art. 22 – Compete Privativamente a União Legislar sobre:
I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho;
II - desapropriação;
III - requisições civis e militares, em caso de iminente perigo e em tempo de guerra;
IV - águas, energia, informática, telecomunicações e radiodifusão;
V - serviço postal;
VI - sistema monetário e de medidas, títulos e garantias dos metais;
VII - política de crédito, câmbio, seguros e transferência de valores;
VIII - comércio exterior e interestadual;
IX - diretrizes da política nacional de transportes;
X - regime dos portos, navegação lacustre, fluvial, marítima, aérea e aeroespacial;
XI - trânsito e transporte;
XII - jazidas, minas, outros recursos minerais e metalurgia;
XIII - nacionalidade, cidadania e naturalização;
XIV - populações indígenas;
XV - emigração e imigração, entrada, extradição e expulsão de
estrangeiros;
XVI - organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões;
Bizu - Sem verbos para competência Privativa da União, predominância de interesse nacional. (Delegável)
CAPACETE de PM
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 90 COMPETÊNCIAS DA UNIÃO
Art. 22 – Compete Privativamente a União Legislar sobre:
XVII - organização judiciária, do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios e da Defensoria Pública dos Territórios, bem como 
organização administrativa destes; 
XVIII - sistema estatístico, sistema cartográfico e de geologia nacionais;
XIX - sistemas de poupança, captação e garantia da poupança popular;
XX - sistemas de consórcios e sorteios;
XXI - normas gerais de organização, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobilização das polícias militares e corpos de 
bombeiros militares;
XXII - competência da polícia federal e das polícias rodoviária e ferroviária federais;
XXIII - seguridade social;
XXIV - diretrizes e bases da educação nacional;
XXV - registros públicos;
XXVI - atividades nucleares de qualquer natureza;
XXVII – normas gerais de licitação e contratação, em todas as modalidades, para as administrações públicas diretas, autárquicas e 
fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, obedecido o disposto no art. 37, XXI, e para as empresas públicas e 
sociedades de economia mista, nos termos do art. 173, § 1°, III; 
XXVIII - defesa territorial, defesa aeroespacial, defesa marítima, defesa civil e mobilização nacional;
XXIX - propaganda comercial.
Parágrafo único. Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas 
neste artigo.
Bizu - Sem verbos para competência Privativa da União, predominância de interesse nacional. (Delegável)
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 91 COMPETÊNCIA COMUM U/E/DF/M
Art. 23 – É competência comum U/E/DF/M
I - zelar pela guarda da Constituição, das leis e das instituições democráticas e conservar o patrimônio público;
II - cuidar da saúde e assistência pública, da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência;
III - proteger os documentos, as obras e outros bens de valor histórico, artístico e cultural, os monumentos, as paisagens naturais 
notáveis e os sítios arqueológicos;
IV - impedir a evasão, a destruição e a descaracterização de obras de arte e de outros bens de valor histórico, artístico ou cultural;
V - proporcionar os meios de acesso à cultura, à educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação;
VI - proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas;
VII - preservar as florestas, a fauna e a flora;
VIII - fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar;
IX - promover programas de construção de moradias e a melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico;
X - combater as causas da pobreza e os fatores de marginalização, promovendo a integração social dos setores desfavorecidos;
XI - registrar, acompanhar e fiscalizar as concessões de direitos de pesquisa e exploração de recursos hídricos e minerais em seus 
territórios;
XII - estabelecer e implantar política de educação para a segurança do trânsito.
Parágrafo único. Leis complementares fixarão normas para a cooperação entre a União e os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios, tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem estar em âmbito nacional. 
Bizu – Verbos no Infinitivo, Competências Administrativas, com Município
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 92 COMPETÊNCIA CONCORRENTE U/E/DF
Art. 24 – Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:
I - direito tributário, financeiro, penitenciário, econômico e urbanístico;
II - orçamento;
III - juntas comerciais;
IV - custas dos serviços forenses;
V - produção e consumo;
VI - florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do
solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição;
VII - proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico;VIII - responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e 
paisagístico;
IX - educação, cultura, ensino, desporto, ciência, tecnologia, pesquisa,
desenvolvimento e inovação; 
X - criação, funcionamento e processo do juizado de pequenas causas;
XI - procedimentos em matéria processual;
XII - previdência social, proteção e defesa da saúde;
XIII - assistência jurídica e Defensoria pública;
XIV - proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência;
XV - proteção à infância e à juventude;
Bizu – Sem Verbos no Infinitivo, Competências Legislativas, Sem Município
TRI –FI – PENIT – EC – UR
Se gravar esse mnemônico como competências 
concorrentes o que sobrou são competências 
privativas da união
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 93 COMPETÊNCIA CONCORRENTE U/E/DF
Art. 24 – Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:
XVI - organização, garantias, direitos e deveres das polícias civis.
§1º No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se -á a estabelecer normas gerais.
§2º A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados.
§3º Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a 
suas peculiaridades.
§4º A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual, no que lhe for contrário.
Bizu – Sem Verbos no Infinitivo, Competências Legislativas, Sem Município
Se não existir Lei Federal sobre 
normas gerais – Estados exercerão 
competência legislativa plena
Caso lei federal sobreponha 
posteriormente, a eficácia da lei 
estadual será suspensa no que lhe 
for contrária.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 94 COMPETÊNCIA DO ESTADO
O ESTADO POSSUI SOMENTE 2 COMPETÊNCIAS EXPRESSAS
COMPETÊNCIA 1
1) Explorar diretamente ou 
mediante concessão, os 
serviços locais de gás 
canalizado
- Vedada a edição de Medida 
Provisória 
COMPETÊNCIA 2
2) Instituir, mediante lei 
complementar, regiões 
metropolitanas, 
aglomerações urbanas e 
microrregiões
*ESTADO TEM AINDA AS COMPETÊNCIAS RESIDUAIS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 95 BENS DOS ESTADOS
ÁGUAS, 
RESSALVADAS AS 
DECORRENTES 
DE OBRAS DA 
UNIÃO
ILHAS
OCEÂNICAS E 
COSTEREIRAS
ILHAS FLUVIAIS E 
LACUSTRES
TERRAS 
DEVOLUTAS NÃO 
COMPREENDIDAS 
ENTRE AS DA 
UNIÃO
BENS DO 
ESTADO
NATUREZA 
RESIDUAL
QUANDO NÃO 
FOREM DA UNIÃO, 
DF OU MUNICÍPIOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 96
DEPUTADOS À ASSEMBLEIA 
LEGISLATIVA
1° REGRA 2° REGRA
ESTADOS COM ATÉ 12 DEP. FEDERAIS
ASSEMB. LEG. = 3 X N° DE DEP.
FEDERAIS.
ESTADOS COM +12 DEP. FEDERAIS
ASSEMBL. LEG. = N° DEP. FEDERAIS +
24
EX: Assembleia legislativa do AC tem
8 dep. Federais, portanto 3 x 8 = 24
dep. Estaduais.
EX: Assembleia legislativa de MG
tem 53 dep. Federais, portanto 53 +
24 = 77 dep. estaduais
Teto salário dos Deputados Estaduais é de 75% do 
salário dos Deputados Federais
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 97 DOS MUNICÍPIOS
NÃO TEM CONSTITUIÇÃO., 
REGE-SE POR LEI 
ORGÂNICA.
*DF TAMBÉM É LEI ORGÂNICA
LEIS ORGÂNICAS SÃO 
VOTADAS EM 1° TURNO – 2/3
TEMPO MÍNIMO DE 10 DIAS 
PARA:
APROVADA EM 2°TURNO 2/3
NÃO EXISTE VETO OU 
SNÇÃO DE LEI ORGÂNICA
LEI ORGÂNICA DOS MUNICÍPIOS E DF = DDD – DOIS TURNOS, DEZ DIAS E DOIS TERÇOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 98 Poder Legislativo
3 Senadores por 
ESTADO/DF com 
2 suplentes (81 
Senadores + 
Suplentes);
SENADO FEDERAL CÂMARA DOS DEPUTADOS
Representantes 
dos estados/DF
Representantes 
do povo
Mandato de 8 anos.
Eleição será feita de 4 em 4 
anos, alternativamente 1/3 
e 2/3 dos membros do sf.
Eleição se dará pelo 
sistema majoritário;
*território federal não 
elege senadores
Cada Estado/DF contará 
com 513 Dep. federais:
Mínimo = 8 deputados;
Máximo = 70 deputados;
Território federal = 4 
deputados.
Mandato de 4 anos.
Eleição de 4 em 4 anos.
Eleição se dará no 
sistema proporcional
Número de 
deputados e a 
representação 
por Estado/DF 
será 
proporcional a 
população, 
definidos em 
LC.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 99 Poder Legislativo SISTEMA LEGISLATIVO
SENADO FEDERAL CÂMARA DOS DEPUTADOS
Sistema Legislativo Federal é BICAMERAL
Sistemas Legislativos Estaduais e Municipais são unicamerais
Representantes dos Estados/DF
Sistema Majoritário
Representantes do Povo
Sistema Proporcional
Legislatura – Duração 4 anos.
Deputados – 1 legislatura.
Senadores – 2 legislaturas
Sessão Legislativa – Reunião 
anual do CN.
1° - 02 de Fev – 17 de Jul
2° - 01 de Ago – 22 de Dez
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 100 Poder Legislativo TEORIA DAS MAIORIAS
QUÓRUM DE 
PRESENÇA
QUÓRUM 
DELIBERATIVO
MAIORIA SIMPLES 
(RELATIVA);
1° NÚMERO 
INTEIRO SUPERIOR 
À METADE DOS 
PRESENTES A UMA 
VOTAÇÃO
MAIORIA ABSOLUTA
1° NÚMERO 
INTEIRO SUPERIOR 
À METADE DOS 
MEMBROS DE UM 
ÓRGÃO
ESSA É A REGRA, SEGUNDO ART. 47 DA CF/88, MAS PODE HAVER DISPOSIÇÃO CONSTITUCIONAL DIZENDO OUTRO QUÓRUM 
PARA DETERMINADA MATÉRIA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 101 Poder Executivo IMPEDIMENTO X VACÂNCIA
IMPEDIMENTO
PRESIDENTE
AFASTAMENTO 
TEMPORÁRIO
SUBSTITUIÇÃO
VACÂNCIA
PRESIDENTE
AFASTAMENTO 
DEFINITIVO
SUCESSÃO
HIPÓTESES DE 
VACÂNCIA:
1 – Não comparecimento
em 10 dias da data da
posse;
2 – Morte/Renúncia;
3 - Condenação por crime
comum ou por crime de
responsabilidade;
4 - Ausência do país por
mais de 15 dias sem
autorização do CN.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 102 Poder Executivo DUPLA VACÂNCIA (presidente e vice)
VAGANDO OS CARGOS 
DE PRESIDENTE E VICE-
PRESIDENTE
Primeiros 
2 anos
(da abertura da 
última vaga)
Últimos 2 
anos
(da abertura da 
última vaga)
ELEIÇÃO 
(direta) em 90 
dias
ELEIÇÃO 
(indireta) em 
30 dias
Eleitos deverão 
completar o período de 
seus antecessores.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 103 Poder Executivo
SUCESSÃO DE PRESIDENTE EM CASO DE DUPLA 
VACÂNCIA
3
1
2
PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS
PRESIDENTE DO SENADO
PRESIDENTE DO STF
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 104 Poder Executivo REGRAS DA ELEIÇÃO DE PRESIDENTE
1° TURNO
Ocorre no 1°
domingo de 
outubro
Vence quem 
tiver maioria 
absoluta dos 
votos
Não são 
computados 
brancos e nulos
2° TURNO
Ocorre no 
último domingo 
de outubro
Concorrem os 2 mais 
votados, salvo um deles 
desista, faleça ou tenha 
algum impedimento legal.
Se um deles estiver 
impedidode disputar o 2°
turno, chama-se o 
terceiro mais bem votado 
do 1° turno. Para vencer 
basta maioria simples
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 105 Poder Executivo CHEFE DE ESTADO X CHEFE DE GOVERNO
CHEFE DE ESTADO
Presidente da República representa 
o ESTADO brasileiro em suas 
relações internacionais (âmbito 
externo) e também é o representante 
moral perante o povo (âmbito 
interno).
CHEFE DE GOVERNO
Presidente da República é o 
responsável por chefiar o governo, 
ou seja, direção das políticas 
públicas e da administração no 
âmbito interno.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 106 Poder Executivo JULGAMENTO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
CRIME COMUM CRIME DE RESPONSABILIDADE
QUEM JULGA? STF SENADO FEDERAL (2/3 OU 54 SEM.)
AUTORIZAÇÃO CÂMARA DOS DEP. (2/3 OU 342 DEP.) CÂMARA DOS DEP. (2/3 OU 342 DEP.)
SUSPENSÃO 180 DIAS DA DENÚNCIA NO STF 
(QUEIXA CRIME)
180 DIAS DA INSTAURAÇÃO DO 
PROCESSO NO SENADO
DECORRIDO PRAZO SEM 
JULGAMENTO
CESSARÁ O AFASTAMENTO CESSARÁ O AFASTAMENTO
*O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, NA VIGÊNCIA DO SEU MANDATO, NÃO PODE SER RESPONSABILIZADO POR ATOS 
ESTRANHOS AO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES
*ENQUANTO NÃO SOBREVIER SENTENÇA CONDENATÓRIA, NAS INFRAÇÕES COMUNS, O PRESIDENTE DA REPÚBLICA 
NÃO ESTARÁ SUJEITO A PRISÃO.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 107 Poder Executivo JULGAMENTO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
DENÚNCIA OU 
QUEIXA-CRIME
STF
CÂMARA 
DOS DEP.
STF
RECEBIMENTO 
DA DENÚNCIA
AFASTAMENTO 
DO PRESIDENTE
2/3 OU 342 DEP.
AUTORIZAR
ATÉ 180 DIASCRIME COMUM
CRIME DE RESPONSABILIDADE
DENÚNCIA 
POPULAR
CÂMARA 
DOS DEP.
JULGAMENTO 
PELO SENADO 
FEDERAL
AFASTAMENTO 
DO PRESIDENTE
2/3 OU 342 DEP.
SENADO 
FEDERAL
MAIORIA 
SIMPLES P/ 
INSTAURAR 
PROCESSO ATÉ 180 DIAS 2/3 OU 54 SEN. 1 – PERDA DO 
CARGO;
2 – INABILITAÇÃO 
POR 8 ANOS
SE CONDENADO
* NÃO CABE RECURSO CONTRA O MÉRITO DA DECISÃO DO SENADO FEDERAL
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 108 Poder Judiciário ÓRGÃOS DO PODER JUDICIÁRIO
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF
SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA - STJ
TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO - TST
TRIBUNAIS REGIONAIS FEDERAIS E JUÍZES FEDERAIS
TRIBUNAIS E JUÍZES DO TRABALHO
3
4
5
1
2
TRIBUNAIS E JUÍZES ELEITORAIS6
TRIBUNAIS E JUÍZES MILITARES7
TRIBUNAIS E JUÍZES DOS ESTADOS E DO DF E 
TERRITÓRIOS8
CNJ – CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA 
É ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO, NÃO 
EXERCE JURISDIÇÃO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 109 Poder Judiciário NÚMERO DE MEMBROS
STF – Somos Time de Futebol 11
STJ – Somos Todos Jesus 33
TST – Trinta Sem Três 27
TSE – Todos SEte 7
STM – Somos Trinta pela Metade 15
TRF;TRT;TSE No mínimo 7
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 110 Poder Judiciário GARANTIAS FUNCIONAIS
VITALICIEDADE
IRREDUTIBILIDADE DE 
SUBSÍDIOS
INAMOVIBILIDADE
Perda do cargo somente 
por decisão judicial 
transitada em julgado;
Vitaliciedade é adquirida 
no 1° grau após 2 anos de 
exercício
Juiz não pode ser 
removido de ofício, exceto 
(interesse público( por 
decisão da maioria 
absoluta do tribunal/CNJ;
Proteção do valor Nominal
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 111 Poder Judiciário VEDAÇÕES DOS MAGISTRADOS
I – Exercer, ainda que em disponibilidade, outro cargo ou função, salvo 
UMA DE MAGISTÉRIO
II – Receber, a qualquer título ou pretexto, custas ou participação em 
processo.
III – Dedicar-se à atividade político-partidária 
IV – Dedicar-se à atividade político-partidária 
V – Exercer advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou, antes de 
decorrido 3 ANOS do afastamento do cargo por aposentadoria ou 
exoneração. “QUARENTENA 3 ANOS”
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 112 Poder Judiciário QUINTO CONSTITUCIONAL
4/5
80%
1/5
20%
QUINTO CONSTITUCIONAL
 4/5 1/5
1/5 DOS LUGARES DO 
TRF’s e dos TJ’s será 
composto de:
1 - Membros do MP, com 
mais de 10 anos de 
carreira;
2 – Advogados de notório 
saber jurídico e de 
reputação ilibada, com 
mais de 10 anos de 
efetiva atividade 
profissional
LISTA SÊXTUPLA feita 
pelos órgãos
Recebido as indicações (da lista sêxtupla) 
tribunal formará lista tríplice, e enviará ao 
poder executivo, que nos 20 dias 
subsequentes, escolherá um de seus 
integrantes para nomeação.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 113 Poder Judiciário SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
COMPOSIÇÃO
11 MINISTROS:
- Entre 35 e 65 anos.
- Brasileiros natos.
- Notável saber jurídico e 
reputação ilibada
NOMEAÇÃO
1 - PRESIDENTE DA REPÚBLICA 
INDICA;
2 - SENADO APROVA (MAIORIA 
ABSOLUTA);
3 - PRESIDENTE DA REPÚBLICA 
NOMEIA.
ESTRUTURA 
INTERNA
PLENÁRIO
2 TURNOS - CADA TURMA 
COM 5 MINISTROS
COMPETÊNCIAS
Competência originária – CF/88 
art. 102 I
Competência recursal –recurso 
ordinário CF/88 Art. 102 II
Competência recursal – recurso 
extraordinário CF/88 Art. 102 III
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 114 Funções Essenciais à Justiça FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA
MINISTÉRIO 
PÚBLICO 
(autônomo)
ADVOCACIA 
PÚBLICA (integra o 
poder executivo)
DEFENSORIA 
PÚBLICA 
(autônomo)
ADVOCACIA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 115 Funções Essenciais à Justiça MINISTÉRIO PÚBLICO 
INSTITUIÇÃO 
PERMANENTE, 
AUTÔNOMA E 
INDEPENDENTE
DEFESA DA ORDEM 
JURÍDICA
DEFESA DO REGIME 
DEMOCRÁTICO
DEFESA DOS INTERESSES 
SOCIAIS E INDIVIDUAIS 
INDISPONÍVEIS
Incumbências 
do MP
PRINCÍPIOS
INSTITUCIONAIS DO MP
UNIDADE – ÚNICO ÓRGÃO
INDIVISIBILIDADE – MEMBROS PODERÃO 
SER SUBSTITUÍDOS UNS PELOS OUTROS
INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL – NÃO 
EXISTE VINCULAÇÃO DOS ÓRGÃOS DO 
MP A PRONUNCIAMENTOS PROCESSUAIS 
ANTERIORES DE OUTROS MEMBROS QUE 
O ANTECEDERAM
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 116 Funções Essenciais à Justiça ESTRUTURA DO MINISTÉRIO PÚBLICO 
MPF
Ministério 
Público
Federal
MPU
Ministério Público da União
MPE
Ministério Público Estadual
MINISTÉRIO PÚBLICO
MPT
Ministério 
Público
Do Trabalho
MPM
Ministério 
Público
Militar
MPDFT
Ministério 
Público DF e 
Territórios
26 Ministérios 
Públicos 
Estaduais
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 117 Funções Essenciais à Justiça MINISTÉRIO PÚBLICO
IN
G
R
ES
SO
 N
A
 C
A
R
R
EI
R
A
PROVAS E TÍTULOS
PARTICIPAÇÃO NA 
OAB
3 ANOS DE 
ATIVIDADE JURÍDICA
GARANTIAS FUNCIONAIS
VITALICIEDADE INAMOVIBILIDADE IRREDUTIBILIDADE 
DOS SUBSÍDEOS
2 ANOS DE 
EFETIVO 
EXERCÍCIO
NÃO É POSSÍVEL 
REMOÇÃO DE 
OFÍCIO
PROTEÇÃO AO 
VALOR NOMINAL
SALVO INTERESSE 
PÚBLICO POR MAIORIA 
ABSOLUTA DE ÓRGÃO 
COLEGIADO 
COMPETENTE DO MP, 
COM AMPLA DEFESA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 118 Funções Essenciais à Justiça VEDAÇÕES AO MINISTÉRIO PÚBLICOI – Receber, a qualquer título e sob qualquer pretexto, 
honorários, percentagens ou custas processuais
II – Exercer a advocacia; “após aposentadoria/exoneração, 
quarentena de 3 anos para saída”
III – Participar de sociedade comercial, na forma da lei;
IV – Exercer, ainda que em disponibilidade, qualquer 
outra função pública, salvo uma de magistério;
V – Exercer atividade político-partidária;
VI – Receber, a qualquer título ou pretexto, auxílios ou 
contribuições de pessoas físicas, entidades públicas ou 
privadas, ressalvadas as exceções previstas em lei. 
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 119 Funções Essenciais à Justiça ADVOCACIA PÚBLICA
OBJETIVO
AUTONOMIA
VINCULAÇÃO
Defender o Poder Público 
em juízo (nos 3 poderes) e 
prestar consultoria jurídica 
ao executivo
Vinculada ao executivo
Administrativa Parcial
Legislativo e Judiciário 
podem criar órgãos de 
consultoria
(AGU)Representar a União 
Judicial e Extrajudicial
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 120 Funções Essenciais à Justiça ADVOCACIA PÚBLICA
ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
LIVRE NOMEAÇÃO DO PRESIDENTE
CIDADÃOS
MAIORES DE 35 ANOS
NOTÁVEL SABER JURÍDICO
REPUTAÇÃO ILIBADA
ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO 
POR LEI COMPLEMENTAR
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 121 Funções Essenciais à Justiça DEFENSORIA PÚBLICA
INSTITUIÇÃO 
PERMANENTE
ESSENCIAL À FUNÇÃO 
JURISDICIONAL DO 
ESTADO
INCUMBÊNCIA DO 
DPU
1 – Orientação jurídica;
2 – Promoção dos direitos
humanos;
3 – Defesa judicial e
extrajudicial dos direitos
individuais e coletivos, de
forma integral e gratuita,
aos necessitados
PRINCÍPIOS 
INSTITUCIONAIS DA DPU
1 – UNIDADE;
2 – INDIVISIBILIDADE;
3 – INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL
INGRESSO NA CARREIRA
CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E 
TÍTULOS;
GARANTIAS DOS 
DEFENSORES
INAMOVIBILIDADE E 
IRREDUTIBILIDADE DOS SUBSÍDEOS
Não podem exercer advocacia 
fora das atribuições 
institucionais
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 122 Funções Essenciais à Justiça ADVOCACIA PRIVADA
ADVOGADO É INDISPENSÁVEL À 
ADM. DA JUSTIÇA
EXCEÇÕES:
1 – HABEAS CORPUS;
2 – JUIZADOS ESPECIAIS;
ADVOGADO É INVIOLÁVEL POR ATOS 
E MANIFESTAÇÕES NO EXERCÍCIO 
DA PROFISSÃO
SALVO:
1 – CALÚNIA;
2 –DESACATO;
3 – EXCESSOS QUE 
COMETER;
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DIREITO PENAL
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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DIREITO PENAL
PRINCÍPIO DA LEGALIDADEMEMORIZZE 1
Reserva 
legal 
Anterioridade 
da lei penal
LEGALIDADE
Reserva legal = Somente Lei em 
sentido formal estrito (Lei 
Ordinária) pode definir condutas 
criminosas e estabelecer sanções 
penais.
Anterioridade da lei penal Só 
se aplica aos fatos praticados 
após sua vigência.
Não há crime sem lei anterior que o defina (Preceito Primário), 
nem pena sem prévia cominação legal (Preceito Secundário)
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO TEMPO MEMORIZZE 2
Comete o Crime
Lei X (+ gravosa)
Pena 4 a 8 anos
Surge nova lei
Lei Y (+ benéfica)
Pena 2 a 4 anos
1999 2004 2009
Lei 
Retroage
Julgado
Resultado = Lei Y revogou a Lei X.
Aplica a Lei Y que é mais favorável ao 
réu.
REGRA: Irretroatividade da Lei.
EXCEÇÃO: Retroatividade para beneficiar o réu.
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO TEMPO MEMORIZZE 3
Comete o Crime
Lei Y (+ benéfica)
Pena 2 a 4 anos
Surge nova lei
Lei X (+ gravosa)
Pena 4 a 8 anos
1999 2004 2009
Ultra-Atividade
Julgado
Resultado = Lei X revogou a Lei Y.
Aplica a Lei Y que é mais favorável ao 
réu, mesmo estando revogada.
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO TEMPO MEMORIZZE 4
Comete o Crime
Lei Y 
Pena 4 a 8 anos
Surge nova lei
Lei X faz com que a 
Lei Y deixe de ser 
crime
1999 2004Retroage
Resultado = Lei X revoga a Lei Y. Ocorre a abolição do crime.
Cessam a execução e todos os efeitos penais, mas não os efeitos civis da condenação.
ABOLITIO CRIMINIS – ABOLIÇÃO DO CRIME
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO TEMPO MEMORIZZE 5
Lei Excepcional ou Lei 
Temporária está vigente.
Fato X é considerado crime.
Abril junho
Ultra-Atividade
Quem cometeu crime no período de 
vigência da Lei, será julgado mesmo quando 
o Fato X não for considerado mais crime.
Lei Excepcional ou Lei Temporária não está 
mais vigente. 
Fato X deixa de ser considerado crime.
LEI EXCEPCIONAL E LEI TEMPORÁRIA
OBS: Lei Excepcional – Tem prazo, mas não é definido.
Lei Temporária – Tem prazo p/ começar e terminar.
Comete o Crime
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO TEMPO MEMORIZZE 6
SEQUESTRO
Janeiro Julho
Atenção: Sumula 711 do STF: "A lei penal mais grave aplica-se ao crime continuado e permanente, se a sua 
vigência é anterior à cessação da continuidade ou da permanência". Exemplo: Sequestro, o crime se consuma a 
todo instante em que houver a privação de liberdade da vítima.
CRIME PERMANENTE
Aplica-se a Lei do momento que cessou a conduta do infrator.
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO ESPAÇO - TERRITORIALIDADEMEMORIZZE 7
Para os efeitos penais, consideram-se 
como extensão do território nacional 
as embarcações e aeronaves 
brasileiras, de natureza 
pública ou a serviço do 
governo brasileiro onde quer 
que se encontrem
as aeronaves e as embarcações 
brasileiras, mercantes ou de 
propriedade privada, que se 
achem, respectivamente, no 
espaço aéreo correspondente ou 
em alto-mar
É também aplicável a lei brasileira aos crimes praticados a bordo de 
aeronaves ou embarcações estrangeiras de propriedade privada, 
achando-se aquelas em pouso no território nacional ou em voo no espaço 
aéreo correspondente, e estas em porto ou mar territorial do Brasil.
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO ESPAÇO - EXTRATERRITORIALIDADEMEMORIZZE 8
Ficam sujeitos à lei brasileira, embora 
cometidos no estrangeiro, os crimes: 
contra a vida ou a 
liberdade do 
Presidente da 
República
contra o patrimônio ou a 
fé pública da União, do 
Distrito Federal, de 
Estado, de Território, de 
Município, de empresa 
pública, sociedade de 
economia mista, 
autarquia ou fundação 
instituída pelo Poder 
Público
contra a 
administração 
pública, por quem 
está a seu serviço
de genocídio, 
quando o agente 
for brasileiro ou 
domiciliado no 
Brasil
INCONDICIONADA = o agente é punido segundo a lei brasileira, ainda que absolvido ou condenado no 
estrangeiro
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO ESPAÇO - EXTRATERRITORIALIDADEMEMORIZZE 9
Ficam sujeitos à lei brasileira, embora 
cometidos no estrangeiro, os crimes: 
que, por tratado 
ou convenção, o 
Brasil se obrigou a 
reprimir
praticados por 
brasileiro
praticados em 
aeronaves ou 
embarcações 
brasileiras, 
mercantes ou de 
propriedade 
privada, quando em 
território 
estrangeiro e aí não 
sejam julgados.
CONDICIONADA
A aplicação da lei brasileira depende 
do concurso das seguintes 
condições:
a) entrar o agente no território 
nacional; b) ser ofato punível 
também no país em que foi praticado; 
c) estar o crime incluído entre 
aqueles pelos quais a lei brasileira 
autoriza a extradição
d) não ter sido o agente absolvido no 
estrangeiro ou não ter aí cumprido a 
pena; 
e) não ter sido o agente perdoado no 
estrangeiro ou, por outro motivo, não 
estar extinta a punibilidade, segundo 
a lei mais favorável.
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DIREITO PENAL
PRINCÍPIO INSIGNIFICÂNCIAMEMORIZZE 10
PRINCÍPIO DA 
INSIGNIFICÂNCIA
Reduzido grau de 
reprovabilidade do 
comportamento
Lesão jurídica inexpressiva
Conduta minimamente ofensiva
Ausência de periculosidade social 
da ação
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DIREITO PENAL
PRINCÍPIO INSIGNIFICÂNCIA X PEQUENO VALORMEMORIZZE 11
PRINCÍPIO INSIGNIFICÂNCIA PEQUENO VALOR
É aquela que, por ser tão 
inexpressiva, sequer merece a 
proteção do direito penal.
A perda pode ser suportada sem 
maiores dificuldade pela maioria das 
pessoas. 
Não comete qualquer delito Aquela que não ultrapassa um salário 
mínimo ao tempo da conduta.
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DIREITO PENAL
TEORIA QUANTO AO TEMPO E LUGAR DO CRIME
LUTA
Lugar 
Ubiquidade
Tempo
Atividade
A carta chegando ao Brasil ou 
não, ambos os lugares são 
competentes p/ processar e 
julgar o crime.
“A” não irá responde pelo crime, 
pois era inimputável à época da 
infração penal. 
MEMORIZZE 12
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DIREITO PENAL
ELEMENTO SUBJETIVO
DOLO QUER O RESULTADO
CULPA
IMPRUDÊNCIA
IMPERÍCIA
NEGLIGÊNCIA
APRESSADO
DESPREPARADO
RELAXADO
MEMORIZZE 13
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DIREITO PENAL
ELEMENTO SUBJETIVO
CONSCIÊNCIA VONTADE
DOLO DIRETO Prevê o Resultado Quer o resultado
DOLO EVENTUAL Prevê o Resultado Não quer, mas assume o 
risco
CULPA CONSCIENTE Prevê o Resultado Não quer, não assume o 
risco e pensa poder evitar
CULPA INCONSCIENTE Não prevê o Resultado Não quer e não aceita o 
resultado
MEMORIZZE 14
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DIREITO PENAL
DISTINÇÃO ENTRE CRIMESMEMORIZZE 15
• Caracteriza pela produção de um 
resultado naturalístico, ou seja, é 
necessária a ocorrência de um 
resultado para sua consumação.
• Ex.: Homicídio
CRIME 
MATERIAL
• Sua consumação independe da 
existência de um resultado, ainda 
que este venha a acontecer.
• Ex.: Extorsão
CRIME 
FORMAL
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DIREITO PENAL
DISTINÇÃO ENTRE CRIMESMEMORIZZE 16
• Não produz um resultado concreto, 
por isso não se pune o resultado, 
mas sim a conduta.
• Ex.: Porte ilegal de arma
CRIME 
MERA 
CONDUTA
• É aquele cujo momento da 
consumação se prolonga no tempo 
por vontade do agente.
• Ex.: Sequestro
CRIME 
PERMANENTE
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DIREITO PENAL
INTER-CRIMINIS
Não se pune a preparação,
salvo crime Autônomo.
1°
COGITAÇÃO
2°
PREPARAÇÃO
3°
EXECUÇÃO
4°
CONSUMAÇÃO
O crime se torna punível.
CAMINHO DO CRIME
MEMORIZZE 17
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DIREITO PENAL
CRIME TENTADO
TENTATIVA
PERFEITA
(ACABADA)
IMPERFEITA
(INACABADA)
CRUENTA
(VERMELHA)
INCRUENTA
(BRANCA)
INCRUENTA
(BRANCA)
CRUENTA
(VERMELHA)
Atirou todas as balas do revólver 
acertando a vítima, mas não morreu.
Atirou todas as balas do revólver e 
errou todas.
Não conseguiu atirar todas as balas, 
acertou apenas uma na perna, mas 
acabou sendo impedido por alguém.
Não conseguiu atirar todas as balas, 
as duas que atirou errou o alvo e 
acabou sendo impedido por alguém.
MEMORIZZE 18
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DIREITO PENAL
CRIME TENTADOMEMORIZZE 19
NÃO 
ADMITEM 
TENTATIVA
Contravenções penais
Crimes culposos
Crimes omissivos próprios
Crimes preterdolosos
Crimes unissubsistentes
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DIREITO PENAL
DESISTÊNCIA VOLUNTÁRIA E ARREPENDIMENTO EFICAZ
DESISTÊNCIA VOLUNTÁRIA
INTERROMPE voluntariamente
sua ação e não termina a 
execução.
“A” responde por Lesão Corporal. 
(Atos já praticados)
1°
COGITAÇÃO
2°
PREPARAÇÃO
3°
EXECUÇÃO
4°
CONSUMAÇÃO
ARREPENDIMENTO EFICAZ
TERMINA o ato de execução, mas 
evita voluntariamente que o 
resultado se produza, com uma 
nova conduta.
“A” responde por Lesão Corporal. 
(Atos já praticados)
“A” quer matar “B”
MEMORIZZE 20
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DIREITO PENAL
ARREPENDIMENTO 
POSTERIOR
SEM VIOLÊNCIA 
OU 
GRAVE AMEAÇA
REPARO DO DANO
OU
RESTITUÍDA A COISA
ATÉ O RECEBIMENTO DA 
DENÚNCIA OU QUEIXA
APÓS A 
CONSUMAÇÃO
PENA 
REDUZIDA DE 
1/3 A 2/3
ATO VOLUNTÁRIO 
DO AGENTE
ARREPENDIMENTO POSTERIORMEMORIZZE 21
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DIREITO PENAL
CRIME IMPOSSÍVEL
CRIME 
IMPOSSÍVEL
INEFICÁCIA ABSOLUTA DO MEIO
IMPROBIDADE ABSOLUTA DO OBJETO 
MATERIAL
Tentar matar alguém com arma de 
brinquedo.
Assassinar quem já está morto.
MEMORIZZE 22
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DIREITO PENAL
CRIME PRETERDOLOSOMEMORIZZE 23
Exemplo: Lesão Corporal seguida de morte.
Há dolo no 
fato 
antecedente 
Culpa no 
consequente
CRIME 
PRETERDOLOSO
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DIREITO PENAL
ERRO DO TIPO E ERRO DE PROIBIÇÃO
ERRO DO TIPO
ERRO DE 
PROIBIÇÃO
ERRO SOBRE OS DADOS 
DO CRIME
ESCUSÁVEL 
(DESCUPÁVEL) = 
EXCLUI A TIPICIDADE
INESCUSÁVEL 
(INDESCUPÁVEL) = 
PUNIÇÃO SE PREVISTO 
EM LEI 
ERRO SOBRE O 
CONHECIMENTO DA LEI
ESCUSÁVEL 
(DESCUPÁVEL) = 
ISENTO DE PENA
INESCUSÁVEL 
(INDESCUPÁVEL) = 
DIMINUIÇÃO DA PENA
MEMORIZZE 24
ERRO SOBRE A 
PESSOA
ERRO ACIDENTAL
NÃO ISENTA PENA
NÃO SE CONSIDERA AS 
CONDIÇÕES OU QUALIDADES 
DA VÍTIMA, SENÃO AS DA 
PESSOA CONTRA QUEM O 
AGENTE QUERIA PRATICAR O 
CRIME
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DIREITO PENAL
ESTADO DE NECESSIDADE E LEGÍTIMA DEFESA
ESTADO DE NECESSIDADE LEGÍTIMA DEFESA
Situação de perigo Situação de agressão injusta
Perigo atual Perigo atual ou iminente
Perigo pode vir de humano ou não Perigo pode vir apenas de humano
Pode contra 3° inocente Apenas contra o agressor
Conflito entre bem Jurídicos Repulsa contra uma agressão injusta
MEMORIZZE 25
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 26 TEORIA DO CRIME
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DIREITO PENAL
CONCURSO DE PESSOA
CONCURSO DE 
PESSOAS
PLURALIDADE DE AGENTES E DE 
CONDUTAS
IDENTIDADE DE INFRAÇÃO
Mais de um agente envolvido no crime.
Todos os agentes devem ter praticado a mesma 
infração penal, todos responderão pelo mesmo 
crime.
RELEVÂNCIA CAUSAL DA CONDUTA
LIAME SUBJETIVO
A conduta deve ter efetivamente 
contribuído para o resultado e para a 
prática do crime, este deve ao menos ter 
sido tentado.
Desejo em participar do crime, pelo menos 
1 deve saber do outro. Não é necessário 
prévio ajuste.
REQUISITOS
MEMORIZZE 27
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DIREITO PENAL
CONCURSO DE PESSOA - TEORIASMEMORIZZE 28
TEORIA MONISTA, 
UNITÁRIA OU 
IGUALITÁRIA
Autores e partícipes 
responderão por um 
só crime na medida de 
sua culpabilidade. 
(REGRA)TEORIA 
PLURALISTA OU 
PLURALÍSTICA
A pluralidade de 
agentes corresponde 
um real concurso de 
ações distintas e, por 
conseguinte, uma 
pluralidade de delitos. 
Cada agente envolvido 
comete um crime 
próprio, autônomo.
(EXCEÇÃO)
TEORIA DUALISTA 
OU DUALÍSTICA
As condutas delituosas 
praticadas em concurso 
existem dois crimes: um 
para aqueles que realizam 
o verbo, a atividade 
principal (autores) e outro 
para aqueles que 
desenvolvem uma 
atividade secundária no 
evento delituoso 
(partícipes).
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DIREITO PENAL
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Contra a vida
HOMICÍDIO PRIVILEGIADO
MEMORIZZE 29
Se o agente comete o 
crime impelido por:
Motivo de relevante valor 
SOCIAL
Motivo de relevante 
valor MORAL
Sob o domínio de VIOLENTA 
EMOÇÃO, logo em seguida a 
injusta provocação da vítima. 
O juiz pode 
reduzir a pena 
de 1/6 a 1/3
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DIREITO PENAL
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Contra a vida
HOMICÍDIO CULPOSO
MEMORIZZE 30
•
Ex.: Deixar de verificar as condições do carro antes de 
uma viagem.
Negligência
•
Ex.: Motorista profissional que não conhece as leis de 
segurança. 
Imperícia
•
Ex.: Dirigir acima da velocidade regulamentada da via.Imprudência
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DIREITO PENAL
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Contra a vida
HOMICÍDIO CULPOSO
MEMORIZZE 31
Aumento de Pena (de 
1/3)
O crime resulta da 
inobservância de regra 
técnica de profissão, arte 
ou ofício
Se o agente deixa de 
prestar imediato 
socorro a vítima
Não procura diminuir 
as consequências do 
seu ato
Foge para evitar 
prisão em flagrante
OBS: Sendo doloso o homicídio, a pena é aumentada de 1/3 se o crime é praticado contra pessoa menor de 
14 ou maior de 60 anos. 
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DIREITO PENAL
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Contra a vida
HOMICÍDIO CULPOSO
MEMORIZZE 32
PERDÃO JUDICIAL
O juiz poderá deixar 
de aplicar a pena, se 
as consequências da 
infração atingirem o 
próprio agente de 
forma tão grave que a 
sanção penal se torne 
desnecessária.
Ato unilateral, não 
precisa ser aceito pelo 
agente
O Homicídio precisa 
ser Culposo
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DIREITO PENAL
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Das Lesões CorporaisMEMORIZZE 33
LESÃO CORPORAL LEVE LESÃO CORPORAL GRAVE LESÃO CORPORAL GRAVÍSSIMA
Gravidade verificada através de 
um processo de exclusão, isto é, 
não englobada pela grave ou 
gravíssima.
Incapacidade para as ocupações 
habituais, por mais de 30 
dias
Incapacidade permanente 
para o trabalho
- Perigo de vida Enfermidade incurável
-
Debilidade permanente 
de membro, sentido ou função
Perda ou inutilização do 
membro, sentido ou função
-
Diminuição ou 
enfraquecimento da 
capacidade funcional
Deformidade permanente
- Aceleração de parto Aborto
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 34
Lesão 
Corporal 
Seguida de 
Morte 
Forma 
qualificada
Crime 
preterdoloso 
O agente não 
quis o 
resultado, nem 
assumiu o risco 
de produzi-lo
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Das Lesões Corporais
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DIREITO PENAL
LESÃO CORPORAL PRIVILEGIADA
MEMORIZZE 35
Se o agente comete o 
crime impelido por:
Motivo de relevante valor 
SOCIAL
Motivo de relevante 
valor MORAL
Sob o domínio de VIOLENTA 
EMOÇÃO, logo em seguida a 
injusta provocação da vítima. 
O juiz pode 
reduzir a pena 
de 1/6 a 1/3
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Das Lesões Corporais
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 36
LESÃO CORPORAL
O juiz, não sendo graves as lesões, pode ainda 
substituir a pena de detenção pela de multa:
Se ocorre qualquer das hipóteses 
da Lesão Corporal Privilegiada
Se as lesões são recíprocas
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Das Lesões Corporais
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DIREITO PENAL
LESÃO CORPORAL CULPOSA
MEMORIZZE 37
Aumento de Pena (de 
1/3)
O crime resulta da 
inobservância de regra 
técnica de profissão, arte 
ou ofício
Se o agente deixa de 
prestar imediato 
socorro a vítima
Não procura diminuir 
as consequências do 
seu ato
Foge para evitar 
prisão em flagrante
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Das Lesões Corporais
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 38 DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Da Periclitação da Vida e da Saúde 
Deixar de 
prestar 
assistência, 
quando 
possível fazê-
lo sem risco 
pessoal
À criança abandonada ou 
extraviada
À pessoa inválida ou ferida
Ao desamparo ou em grave e 
iminente perigo
OMISSÃO DE SOCORRO
OU
OU
Não pedir, 
nesses casos, o 
socorro da 
autoridade 
pública
OU
OBS: A pena é aumentada de metade, se da omissão resulta lesão corporal de natureza grave, e triplicada, se resulta a 
morte. 
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 39
OMISSÃO DE SOCORRO
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Da Periclitação da Vida e da Saúde 
LEI CONDUTA TÍPICA
Responde pelo Art. 304 da Lei 9.503/97 
do CTB
Pessoa que se envolveu em acidente de 
trânsito na direção de veículo automotor 
e não prestou socorro à vítima.
Responde pelo Art. 135 do Código Penal Pessoa que não se envolveu no acidente 
de trânsito e deixou de prestar socorro à 
vítima.
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 40 DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Da Periclitação da Vida e da Saúde 
• Também conhecido como crimes omissivos 
puros ou simples.
• É o crime que se perfaz pela simples 
abstenção do agente, independentemente 
de um resultado posterior, como acontece 
no crime de omissão de socorro previsto no 
artigo 135 do Código Penal.
CRIME 
OMISSIVO 
PRÓPRIO
• Também conhecido como crimes 
comissivos por omissão ou omissivos 
qualificados.
• É aquele em que uma omissão inicial do 
agente dá causa a um resultado posterior, 
o qual o agente tinha o dever jurídico de 
agir p/ evitar o resultado. (Garantidor)
CRIME 
OMISSIVO 
IMPRÓPRIO
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 41
ROUBO PRÓPRIO
DOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO–Do Roubo 
Subtrair coisa móvel alheia, 
para si ou para outrem
Mediante grave ameaça ou 
violência a pessoa
Ou depois de havê-la, por 
qualquer meio, reduzido à 
impossibilidade de resistência
ROUBO IMPRÓPRIO
,, 
Logo depois de subtraída a 
coisa
Emprega violência contra 
pessoa ou grave ameaça
A fim de assegurar a 
impunidade do crime ou a 
detenção da coisa para si ou 
para terceiro
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 42 DOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO–Do Roubo 
AUMENTO DE PENA DE 1/3 ATÉ A 1/2
Se a violência ou ameaça é exercida com emprego de arma
Se há o concurso de duas ou mais pessoas
Se a vítima está em serviço de transporte de valores e o agente conhece 
tal circunstância
Se a subtração for de veículo automotor que venha a ser transportado 
para outro Estado ou para o exterior
Se o agente mantém a vítima em seu poder, restringindo sua liberdade
OBS: Porte simulado, arma de brinquedo e arma desmuniciada não há aumentativo de pena. 
ROUBO
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 43
ROUBOQUALIFICADO
DOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO–Do Roubo 
Se da violência 
resulta lesão 
corporal grave
Se resulta 
morte
(LATROCÍNIO)
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 44 DOS CRIMES CONTRA A FÉ PÚBLICA - Falsificação de Documento Particular 
Falsificação de 
Documento 
Particular 
Indispensável à 
realização de exame 
pericial
A aparência do 
documento é falsa, 
mas os dados podem 
ser verdadeiros
Se a pessoa que utilizar o 
documento falsificado ou 
modificado for o mesmo 
que o falsificou, 
responderá pelo crime de 
uso de documento 
particular falsificado 
Não configura crime a 
modificação ou a 
falsificação evidente, por 
absoluta impropriedade 
do objeto
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 45 DOS CRIMES CONTRA A FÉ PÚBLICA - Falsidade Ideológica 
Falsidade 
Ideológica 
É dispensável à realização de 
exame pericial, pois o 
documento é verdadeiro, o 
conteúdo que é falso
Para configurar o crime, o 
agente deve agir com a intenção 
de prejudicar direito, criar 
obrigação ou alterar a verdade 
sobre fato juridicamente 
relevante 
O documento é 
verdadeiro, mas o 
conteúdo é falso
Se o agente é funcionário público, e comete 
o crime prevalecendo-se do cargo, ou se a 
falsificação ou alteração é de assentamento 
de registro civil, aumenta-se a pena de 
sexta parte
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 46 DOS CRIMES CONTRA A FÉ PÚBLICA - Uso de Documento Falso 
Uso de 
Documento 
Falso 
Para que o 
crime ocorra é 
necessário o 
uso do 
documento
Crime 
Acessório e 
Remetido
O agente deve 
apresentar o 
documento de 
forma espontânea 
ou quando for 
solicitado
Não configura 
crime se a 
falsidade for 
evidente 
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 47 DOS CRIMES CONTRA A FÉ PÚBLICA – Adulteração de chassi ou de sinal identificador de veículo 
automotor
OBS: (Aumentativo de Pena 1/3) Se o agente comete o crime no exercício da função pública ou em razão dela. 
Adulterar; ou
Remarcar número de chassi; ou 
Qualquer sinal identificador de veículo automotor, de seu componente ou equipamento.
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 48 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Concussão
EXIGIR, para si 
ou para outrem
direta ou 
indiretamente
ainda que fora 
da função ou 
antes de assumi-
la, mas em razão 
dela
vantagem 
indevida
É crime formal, basta exigir;
A consumação ocorre com a exigência da vantagem indevida, independente de receber ou não;
É crime próprio (tem que ser funcionário público), mas aceita coautoria ou participação do particular, 
desde que tenha conhecimento da função pública que o agente ocupa;
A conduta do particular(vítima) que entrega a vantagem indevida exigida é atípica. 
CONCUSSÃO
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 49
SOLICITAR
ou RECEBER, 
para si ou para 
outrem
direta ou 
indiretamente
ainda que fora 
da função ou 
antes de assumi-
la, mas em razão 
dela
vantagem 
indevida ou 
aceitar promessa 
de tal vantagem
A pena é aumentada de 1/3, se, em consequência da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou 
deixa de praticar qualquer ato de ofício ou o pratica infringindo dever funcional; 
Exceção a teoria unitária ou monista no concurso de pessoas (agente público responde por corrupção 
passiva – solicita, recebe ou aceita) e (particular responde por corrupção ativa – oferece ou promete);
É crime formal, basta solicitar, ou receber ou aceitar promessa de recebimento;
CORRUPÇÃO PASSIVA PRIVILEGIADA - Se o funcionário pratica, deixa de praticar ou retarda ato de ofício, 
com infração de dever funcional, cedendo a pedido ou influência de outrem.
CORRUPÇÃO PASSIVA
DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Corrupção Passiva
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 50
OFERECER ou 
PROMOTER
vantagem indevida a 
funcionário público
para determiná-lo a 
praticar, omitir ou 
retardar
ato de ofício
A pena é aumentada de 1/3, se, em razão da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou omite 
ato de ofício, ou o pratica infringindo dever funcional;
É crime formal, basta oferecer ou prometer, independente da aceitação; 
CORRUPÇÃO ATIVA
DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Corrupção Ativa
Exceção a teoria unitária ou monista no concurso de pessoas (agente público responde por corrupção 
passiva – recebe ou aceita) e (particular responde por corrupção ativa – oferece ou promete);
Vantagem indevida não engloba apenas dinheiro.
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 51 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Facilitação de Contrabando ou Descaminho
FACILITAÇÃO DE CONTRABANDO 
OU DESCAMINHO
CONTRABANDO DESCAMINHO
Importação ou exportação de mercadoria
cuja a venda é PROIBIDA no país.
Importação ou exportação de mercadoria 
LEGALMENTE PERMITIDA no país, 
porém, sem passar pelos trâmites 
burocrático-tributários devidos.
Não admite modalidade culposa.
Crime próprio (Funcionário público 
que tenha competência legal).
Crime Formal.
Exceção a teoria unitária ou monista no concurso de pessoas 
– Se o funcionário público tem competência legal (responde 
por facilitação) e o particular (responde por contrabando ou 
descaminho).
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 52 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Prevaricação
PREVARICAÇÃO
Retardar ou deixar 
de praticar 
(omissivo), 
indevidamente, ato de 
ofício
ou praticá-lo
(comissivo) contra 
disposição expressa de 
lei
para satisfazer interesse 
ou SENTIMENTO 
PESSOAL
Crime de ação múltipla;
Crime próprio (Funcionário público);
Crime Formal;
Admite Tentativa apenas no ato comissivo.
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 53 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Condescendência Criminosa 
CONDESCENDÊNCIA CRIMINOSA
Deixar o funcionário, por 
indulgência
de responsabilizar 
subordinado que 
cometeu infração no 
exercício do cargo 
ou, quando lhe falte 
competência, não 
levar o fato ao 
conhecimento da 
autoridade 
competente.
Crime omissivo próprio;
Crime próprio (Funcionário público – superior hierárquico);
Indulgência = misericórdia, clemência;
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 54 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Peculato
PECULATO
PECULATO 
APROPRIAÇÃO
APROPRIAR-SE o funcionário público de dinheiro, 
valor ou qualquer outro bem móvel, PÚBLICO ou 
PARTICULAR, de que tem a posse em razão do cargo
PECULATO DESVIO
DESVIÁ-LO, em proveito próprio ou alheio dinheiro, valor 
ou qualquer outro bem móvel, PÚBLICO ou PARTICULAR, de 
que tem a posse em razão do cargo
PECULATO FURTO
Embora não tendo a posse do dinheiro, valor ou bem, o 
SUBTRAI, ou concorre para que seja subtraído, em 
proveito próprio ou alheio, valendo-se de facilidade que lhe 
proporciona a qualidade de funcionário
PECULATO MEDIANTE 
ERRO DE OUTREM
Apropriar-se de dinheiro ou qualquer utilidade que, no 
exercício do cargo, recebeu por ERRO DE OUTREM
PECULATO CULPOSO
Se o funcionário concorre 
CULPOSAMENTE para 
o crime de outrem
A reparação do dano, se precede à 
sentença irrecorrível, extingue a 
punibilidade; se lhe é posterior, reduz 
de metadea pena imposta.
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 55 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - Dos Crimes Praticados por Particular Contra a 
Administração em Geral 
• Opor-se à execução de ato legal, 
MEDIANTE violência ou ameaça a 
funcionário competente para executá-lo ou a 
quem lhe esteja prestando auxílio
RESISTÊNCIA 
ATIVA
• Opor-se à execução de ato legal SEM o 
emprego de violência ou ameaça 
ao funcionário público competente ou a quem 
esteja lhe prestando auxílio
RESISTÊNCIA 
PASSIVA
OBS: Desobediência = Resistência Passiva
Desobedecer a ordem legal de funcionário público. (Sem emprego de violência ou ameaça)
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 56 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - Dos Crimes Praticados por Particular Contra a 
Administração em Geral 
DESACATO
Crime Formal
A ofensa é 
proferida em razão 
da função pública 
Se consuma no momento 
em que o funcionário 
público é ofendido
Não é necessário 
que terceiros 
presenciem a ofensa
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DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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DIREITO PROCESSUAL PENAL
INQUÉRITO POLICIAL
INQUÉRITO 
POLICIAL
Informal
Não tem forma pré-
definida
Discricionário
Presidido pela autoridade policial
(Delegado da Civil ou Federal)
Procedimento Administrativo
Inquisitório/Inquisitivo
Sigiloso
Escrito
Valor Probatório Relativo
MEMORIZZE 01
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INQUÉRITO POLICIAL
PRAZOS PARA CONCLUSÃO DO INQUÉRITO POLICIAL
PRESO SOLTO
Regra Geral do CPP 10 dias 30 dias + “n” vezes
Crimes contra Economia Popular 10 dias 10 dias
Inquérito Policia Federal 15 + 15 dias 30 dias + “n” vezes
Inquérito Policia Militar 20 dias 40 + 20 dias
Lei de Drogas 30 + 30 dias 90 + 90 dias
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 02
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INQUÉRITO POLICIAL
Obrigatório ou 
Indisponível 
(para o Delegado)
Dispensável 
(para o MP) 
INQUÉRITO POLICIAL
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 03
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INQUÉRITO POLICIAL
FINALIDADE DO 
INQUÉRITO POLICIAL
Colher Elementos de 
informação
Propor Ação Penal
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 04
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NOTITIA CRIMINIS
Conhecimento pela autoridade 
policial de fato delituoso.
NOTITIA CRIMINIS
Cognição Imediata ou espontânea 
Por meio de suas atividades rotineiras, 
sejam elas atinentes a seu cargo ou 
pessoais.
Cognição Mediata 
Através de pessoas envolvidas com o 
crime ou com a persecução penal 
(Vítima, MP, Juiz e até mesmo o ofensor).
Cognição Coercitiva/obrigatória Por meio da prisão em flagrante.
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 05
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DELATIO
Delatio Criminis Delatio Apócrifa ou Inqualificada
3° estranho ao crime ou à persecução penal 
quem faz esta comunicação.
Conhecida como “denúncia anônima”.
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 06
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INSTAURAÇÃO DO IP
AÇÃO PENAL PÚBLICA 
INCONDICIONADA
AÇÃO PENAL PÚBLICA 
CONDICIONADA
AÇÃO PENAL PRIVADA
DE OFÍCIO
VIA REQUERIMENTO, REPRESENTAÇÃO OU REQUISIÇÃO DO 
MINISTRO DA JUSTIÇA, MAS DEPENDE DE MANIFESTAÇÃO DO 
OFENDIDO OU DE SEU REPRESENTANTE LEGAL
POR REQUISIÇÃO DO MP OU DO JUIZ
POR REQUERIMENTO DO OFENDIDO OU DE SEU 
REPRESENTANTE LEGAL
INSTAURAÇÃO DO IP
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 07
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DILIGÊNCIAS
PRINCIPAIS DILIGÊNCIAS
Após conhecimento da 
infração a autoridade 
policial deverá:
Dirigir-se ao local,
preservar o estado e 
conservação das coisas, até 
a chegada dos peritos 
criminais;
Apreender os objetos após a 
liberação dos peritos;
Colher todas as provas que 
servirem para o 
esclarecimento do fato e 
suas circunstâncias;
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 08
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DILIGÊNCIAS
REPRODUÇÃO SIMULADA DOS FATOS
DESDE QUE NÃO CONTRARIE:
MORALIDADE ORDEM PÚBLICA
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 09
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REQUERIMENTO X REQUISIÇÃO
REQUERIMENTO X REQUISIÇÕES
DE DILIGÊNCIAS
VÍTIMA 
REQUEREM AO 
DELEGADO
DISCRICIONÁRIO
EXCEÇÃO: requerer a 
confecção de exame 
de corpo de delito.
INVESTIGADO
MINISTÉRIO PÚBLICO REQUISITAM AO 
DELEGADO
OBRIGATÓRIO
JUIZ
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 10
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VÍCIOS DO INQUÉRITO POLICIAL
Ação Penal que se origina 
de IP, ainda que viciado, 
não é nula.
VÍCIOS E INDICIAMENTO
INDICIAMENTO
Mero juízo de probabilidade
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 11
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PROVA ELEMENTOS DE 
INFORMAÇÃO
Na Ação Penal No Inquérito Policial
Há contraditório e ampla 
defesa
Em regra: Não há contraditório 
e ampla defesa
Exceção: Provas no IP
• Provas cautelares
• Provas não repetíveis 
• Provas antecipadas
PROVA E ELEMENTOS DE CONVICÇÃO
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 12
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PROVA 
(SENTIDO ESTRITO)
PROVA 
(SENTIDO AMPLO)
PROVA (SOB O CRIVO DO 
CONTRADITÓRIO E DA AMPLA 
DEFESA)
PROVA EM SENTIDO ESTRITO
+
ELEMENTOS DE INFORMAÇÃO
PROVAS
ATENÇÃO
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 13
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ELEMENTOS DE INFORMAÇÃO
ELEMENTOS DE 
INFORMAÇÃO NO IP
Valor Probatório 
Relativo
Sozinhos, não pode 
fundamentar a 
decisão final do Juiz
Não há contraditório 
e ampla defesa
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 14
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PROVA NOMINADA PROVA INOMINADA
EXPRESSAMENTE PREVISTA NO 
CÓDIGO DE PROCESSO PENAL.
NÃO ESTÁ EXPRESSAMENTE 
PREVISTA NO CÓDIGO DE 
PROCESSO PENAL, MAS SÃO 
ACEITAS PELA RAZÃO DA 
LIBERDADE DE PROVAS.
EXEMPLO: PROVA 
TESTEMUNHAL
EXEMPLO: RECONHECIMENTO 
FOTOGRÁFICO
PROVAS
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 15
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ENCERRAMENTO DO IP
ENCERRAMENTO DO IP
Minucioso 
relatório
Sem juízo de valor 
(objetiva)
Peça 
descritiva
Não vincula 
o MP
Delegado
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 16
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DESTINO DO MINUCIOSO RELATÓRIO
Minucioso 
relatório
Requisitar ao 
Juiz a 
remessa à 
Delegacia 
para novas
diligências
Se houver 
justa causa, 
oferece 
denúncia
MP
requerer a 
remessa para 
outro órgão 
do MP 
(arquivament
o indireto)
Promover o 
arquivamento
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 17
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ARQUIVAMENTO
Só o MP promove o 
arquivamento ao 
Juiz.
Se discordar, 
remete os 
autos ao “Chefe 
do MP” 
(Procurador-
Geral)
Oferece ele mesmo a denúncia; ou 
Juiz faz o papel de fiscal do 
Princípio da Obrigatoriedade 
da Ação Penal Pública.
Requisita diligências para formar sua opinião; ou
Se concordar, 
determina o 
arquivamento.
Designa outro órgão do órgão do MP para fazê-lo; ou
Insisti no pedido de arquivamento.
DIREITO PROCESSUAL PENALMEMORIZZE 18
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ARQUIVAMENTO
Autoridade policial poderá 
proceder a novas pesquisas, 
se de outras provas tiver 
notícia.
Inquérito Policial 
arquivado
O MP só poderá propor Ação 
Penal diante da efetiva existência 
de novas provas. 
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 19
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AÇÃO PENAL
AÇÃO PENAL
Interesse de agir
Possibilidade jurídica do pedido Legitimidade das partes 
Justa causa
4 CONDIÇÕES A SEREM SATISFEITAS:
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 20
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TIPOS DE AÇÃO PENAL
AÇÃO PENAL PÚBLICA AÇÃO PENAL PRIVADA
PETIÇÃO INICIAL DENÚNCIA QUEIXA - CRIME
TITULAR DO DIREITO DE AÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO
VÍTIMA / REPRESENTANTE 
LEGAL
INTERESSE TUTELADO PÚBLICO/COLETIVO PRIVADO
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 21
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PRINCÍPIOS DA AÇÃO PENAL PÚBLICA
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 22
PRINCÍPIOS DA 
AÇÃO PENAL 
PÚBLICA
Da 
obrigatoriedade/leg
alidade
Da divisibilidade
Da autoritariedade
Da oficiosiodade
Da indisponibilidade
Da oficialidade
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PRINCÍPIOS DA AÇÃO PENAL PRIVADA
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 23
PRINCÍPIOS DA 
AÇÃO PENAL 
PRIVADA:
Da oportunidade/conveniência
Da disponibilidadeDa indivisibilidade
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SUBDIVISÃO DAS AÇÕES PENAIS
AÇÃO PENAL PÚBLICA
AÇÃO PENAL PÚBLICA 
INCONDICIONADA
INTERESSE PÚBLICO 
INDIFERENTE DA 
PARTICIPAÇÃO DA VÍTIMA
AÇÃO PENAL PÚBLICA 
CONDICIONADA
INTERESSE PÚBLICO 
DEPENDE DA PARTICIPAÇÃO 
DA VÍTIMA VIA 
REPRESENTAÇÃO
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MEMORIZZE 24
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SUBDIVISÃO DAS AÇÕES PENAIS
AÇÃO PENAL PRIVADA
EXCLUSIVAMENTE 
PRIVADA
VÍTIMA / 
REPRESENTANTE LEGAL
C.A.D.I . 
PODE INGRESSAR COM A 
AÇÃO
PERSONALÍSSIMA
APENAS A VÍTIMA
C.A.D.I . 
NÃO PODE INGRESSAR 
COM A AÇÃO
Cônjuge
Ascendente 
Descendente
Irmão
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MEMORIZZE 25
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PERDÃO DO OFENDIDO
PERDÃO DO 
OFENDIDO
Ato após o início 
da ação penal
Até o trânsito em 
julgado da sentença
Princípio da disponibilidade da 
ação penal privada
Ato bilateral,
depende da 
aceitação do réu 
Perdão concedido a um dos 
réus a todos se estende
Perdão concedido por um dos 
querelantes não implica perdão 
dos demais querelantes
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MEMORIZZE 26
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PEREMPÇÃO
PEREMPÇÃO
Querelante deixar 
de comparecer, sem 
motivo justificado
Querelante deixar de formular o 
pedido de condenação nas 
alegações finais
Querelante sendo pessoa 
jurídica, se extinguir sem 
deixar sucessor Querelante não comparecer em 
juízo, para prosseguir no processo, 
dentro do prazo de 60 dias
Querelante deixar de promover o 
andamento do processo durante 
30 dias seguidos
Perda de prosseguir no exercício da ação penal 
exclusivamente privada ou personalíssima 
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MEMORIZZE 27
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AÇÃO PENAL
Ação Penal no Crime Contra a Honra 
de Funcionário Público no Exercício da 
Função Pública
Deixa para que o MP o faça 
(mediante representação).
A vítima escolhe entre ela 
mesma propor a ação 
(mediante queixa) 
OU
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MEMORIZZE 28
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INDÍCIOS
PODEM 
CONDENAR
INDÍCIOS
PLÚRIMOS
TODOS 
INCRIMINADORES
CONCORDES
CONDIÇÕES:
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MEMORIZZE 29
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PRESUNÇÃO
PRESUNÇÃO
ABSOLUTA
Não admitem 
prova em 
contrário
RELATIVA
Admitem prova 
em sentido 
contrário
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MEMORIZZE 30
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PROVAR
NÃO É PRECISO 
PROVAR
DIREITO 
FEDERAL
FATOS 
AXIOMÁTICOS
FATOS 
NOTÓRICOS
EXCETO: ESTADO 
DE PESSOAS
PRESUNÇÕES
FATOS INÚTEIS
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MEMORIZZE 31
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DESTINATÁRIOS DA PROVA
DETINATÁRIOS DA PROVA
IMEDIATO MEDIATO
JUIZ AS PARTES DA AÇÃO PENAL
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MEMORIZZE 32
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SOBRE O JUIZ
JUIZ
SEM ÔNUS DA 
PROVA
INICIATIVA 
PROBATÓRIA
PRODUZ 
PROVAS DE 
OFÍCIO NAS 
SEGUINTES 
SITUAÇÕES:
Ordenar, mesmo antes de iniciada a 
ação penal, a produção antecipada de 
provas consideradas urgentes e 
relevantes, observando a necessidade, 
adequação e proporcionalidade da 
medida; 
Determinar, no curso da 
instrução, ou antes de proferir 
sentença, a realização de 
diligências para dirimir dúvida 
sobre ponto relevante.
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MEMORIZZE 33
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PROVA EMPRESTADA
PROVA 
EMPRESTADA
Processos que 
envolvam as 
mesmas partes 
Produzida sob o 
crivo do 
contraditório
Produzida em um 
processo e transferida 
documentalmente para 
outro
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MEMORIZZE 34
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SISTEMA DE VALORAÇÃO DA PROVA
SISTEMAS 
DE 
VALORAÇÃO 
DA PROVA
Sistema 
da íntima 
convicção 
do Juiz
Sistema do 
livre 
convencimento 
motivado 
Sistema da 
prova 
tarifada
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MEMORIZZE 35
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SISTEMA PROCESSUAIS
SISTEMA INQUISITÓRIO SISTEMA ACUSATÓRIO
Não há contraditório e ampla 
defesa.
Há contraditório e ampla defesa.
Não há separação das funções de 
acusar, defender e julgar.
Há separação das funções de 
acusar, defender e julgar.
Acusado é mero objeto de 
investigação.
Acusado é considerado um 
sujeito de direitos.
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MEMORIZZE 36
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PROVAS ILÍCITAS E ILEGÍTIMAS
PROVAS 
ILÍCITAS
Caracterizada pela 
violação à regra de direito 
material.
Ex: interceptação 
eletrônica não autorizada 
judicialmente.
PROVAS 
ILEGÍTIMAS
Caracteriza pela violação à 
regra de Direito Processual.
Sempre intraprocessual 
(ou endoprocessual)
Ex: interrogatório sem a 
presença de advogado.
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MEMORIZZE 37
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TEORIA DAS PROVAS
Teoria da Prova Ilícita 
por Derivação (Teoria 
do Fruto da Árvore 
Envenenada) 
São as provas 
derivadas das ilícitas.
Salvo quando não 
evidenciado o nexo de 
causalidade entre umas e 
outras, ou quando as 
derivadas puderem ser 
obtidas por uma fonte 
independente das 
primeiras.
Teoria da Prova 
Absolutamente 
Independente
São aquelas que por 
si só, seguindo os 
trâmites típicos e de 
praxe, próprios da 
investigação ou 
instrução criminal, 
seria capaz de 
conduzir ao fato 
objeto da prova.
Teoria da Descoberta 
Inevitável
É a prova derivada 
da ilícita que seria 
produzida de 
qualquer maneira, 
independentemente 
da prova ilícita 
originária.
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MEMORIZZE 38
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PROVAS ILÍCITAS
PROVAS 
ILÍCITAS

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