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COMBO
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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Olá concurseiro, muito obrigado por adquirir este material com SUPER DICAS para o concurso da PRF!!!
O ESQUEMATIZEI é um material que foi elaborado de concurseiro para concurseiro com base em
anos de estudos para concursos públicos. Seu principal objetivo é ajudar o concurseiro na reta final
para salvar alguns pontos na hora da prova com foco em revisões das matérias por meio de dicas
esquematizadas dos tópicos mais relevantes.
• Dica para uso no smartphone/tablet:
• Dica para impressão:
Os esquemas foram elaborados para a utilização em smartphones e
tablets para que possam ser MEMORIZZADOS a todo momento.
Outra alternativa é a impressão em “paisagem” 4 por folha. O
recomendado é imprimir frente e verso e depois recortar. Ideal para
MEMORIZZAR em ônibus, viagens, intervalo do trabalho e etc.
Direitos autorais by www.memorizzando.com
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SUMÁRIO
PORTUGUÊS...........................................................................................................................................................PÁG. 4
ÉTICA......................................................................................................................................................................PÁG. 55
RACIOCÍNIO LÓGICO MATEMÁTICO........................................................................................................................PÁG. 87
INFORMÁTICA.........................................................................................................................................................PÁG. 107
FÍSICA......................................................................................................................................................................PÁG. 138
HISTÓRIA DA PRF.....................................................................................................................................................PÁG. 156
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF..............................................................................................................................PÁG. 188
LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO......................................................................................................................................PÁG. 314
DIREITO ADMINISTRATIVO......................................................................................................................................PÁG. 376
DIREITO CONSTITUCIONAL......................................................................................................................................PÁG. 472
DIREITO PENAL........................................................................................................................................................PÁG. 595
DIREITO PROCESSUAL PENAL..................................................................................................................................PÁG. 652
LEGISLAÇÃO ESPECIAL.............................................................................................................................................PÁG. 739
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PORTUGUÊS
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 01 Interpretação e Compreensão de textos
COMPREENSÃO
de texto
INTERPRETAÇÃO
de texto
Análise do que
realmente está
escrito no texto
(coleta de dados)
Consiste em
saber o que se
infere (conclui) do
que está escrito.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 02 Interpretação e Compreensão de textos PRINCIPAIS ERROS NO ENTENDIMENTO DE UM TEXTO
EXTRAPOLAÇÃO
- Examinador
inventa aspectos
(na assertiva) que
não estão contidos
no texto;
- É o erro mais
comum em
interpretação de
texto
RESTRIÇÃO
- Supressão de
informação
essencial para o
texto;
- A assertiva omite
parte do que foi
dito ou restringe a
um universo
menor
ACRÉSCIMO DE
OPNIÃO
- O autor parafraseia
parte do texto, mas
acrescenta um
pouco de sua
própria opinião;
- O erro está em
colocar uma
opinião na
assertiva que não
está no texto
CONTRADIÇÃO
- A assertiva terá
sentido inverso ao do
texto;
- Normalmente o
examinador fará uma
paráfrase muito
semelhante, mas com
vocábulo que fará o
sentido ficar inverso
do texto
TANGENCIAMENTO AO
TEMA
- O examinador cria
uma assertiva que
aparentemente se
relaciona ao tema,
mas fala de outro
assunto,
remotamente
correlato;
- Quando há uma fuga
ao tema;
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 03 Interpretação e Compreensão de textos TIPOLOGIA TEXTUAL
Era uma
vez ....
_______
_______
______
_______
_______
______
_______
_______
______
NARRAÇÃO - CARACTERÍSTICAS
Narrador conta um fato, real ou fictício
Há relação de anterioridade e posterioridade
Tempo verbal predominante é verbo no
PASSADO
Gêneros – conto, fábula, crônica, romance,
novela, depoimento, piada , relato, etc.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 04 Interpretação e Compreensão de textos TIPOLOGIA TEXTUAL
“A casa
espacial era
rodeada por
um grande
terreno que
tinha relva
transparente
e palmeiras
gigantes e no
centro do
terreno havia
um buraco
de onde eles
tiravam o
petróleo”.
DESCRIÇÃO - CARACTERÍSTICAS
Texto no qual se faz um retrato por escrito de
um lugar, uma pessoa, um animal ou um objeto.
Utiliza-se muito o adjetivo.
*Não há relação de anterioridade e
posterioridade.
Gêneros – Cardápio, Folheto Turístico, Anúncio,
Classificado, etc.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 05 Interpretação e Compreensão de textos TIPOLOGIA TEXTUAL
DISSERTAÇÃO - CARACTERÍSTICAS
Texto por meio do qual se desenvolve, explica-
se ou discorre sobre determinado assunto.
Pode ser expositivo ou argumentativo.
Expõe opinião sobre determinado assunto ou
tema
Defesa de um ponto de vista.
Introdução....
_______
_______
______
_______
_______
______
Desenv....
Conclusão...
_______
_______
______
_______
_______
______
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 06 Interpretação e Compreensão de textos TIPOLOGIA TEXTUAL
TEXTO INJUNTIVO - CARACTERÍSTICAS
O autor indica como realizar uma ação,
aconselha, impõe, instrui o interlocutor
Também chamado de texto instrucional
A linguagem dos textos injuntivos é simples e
objetiva
Verbos no imperativo
“tome duas
capsulas por
dia”
“aperte a
tecla
amarela”
“Misture todos
os
ingredientes”
_______
_______
______
_______
_______
______
_______
_______
______
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 07 CRASE CRASE
à
7 CASOS QUE NÃO
DEVE USAR CRASE
1
2
3
4
5
6
7
ANTES DE PALAVRA MASCULINA EX: JOÃO COMPROU O CARRO A PRAZO
ANTES DE ARTIGO INDEFINIDO EX: ASSISTIMOS A UMA BOA PARTIDA DE FUTEBOL
ANTES DE VERBO NO INFINITIVO EX: ESTOU DISPOSTO A LUTAR
ANTES DE PRONOMES PESSOAIS, INDEFINIDOS OU DEMONSTRATIVOS EX: NÃO CONTAREI NADA A ELA
QUANDO ANTES DO “A” EXISTIR PREPOSIÇÃO
EX: NÃO FAÇO COMPRA DESDE A
SEMANA PASSADA
QUANDO “A” ESTÁ NO
SINGULAR E PALAVRA
SEGUINTE NO PLURAL
EX: NA VERDADE, AS
HISTÓRIAS DE BRUXASPERTENCIAM A FANTASIAS
INFANTIS
EX: NA VERDADE, AS
HISTÓRIAS DE BRUXAS
PERTENCIAM ÀS FANTASIAS
INFANTIS
ANTES DE EXPRESSÃO DE TRATAMENTO EX: DEDICO ESSE LIVRO A VOSSA EXCELÊNCIA
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 08 CRASE CRASE
à
6 CASOS QUE DEVE
USAR CRASE
OBRIGATÓRIO
1
2
3
4
5
6
ANTES DE PALAVRA FEMININA. SE O TERMO
REGENTE PEDIR PREPOSIÇÃO USA-SE A CRASE
INDICAÇÃO DE HORAS EX: ACORDEI ÀS 7 HORAS DA MANHÃ
EM LOCUÇÕES ADVERBIAIS, PREPOSITIVAS E
CONJUNTIVAS COM A PRESENÇA DE PALAVRAS
FEMININAS EX: À TARDE, À NOITE, ETC
DIANTE DE NOME DE LUGAR, QUANDO EXISTIR
A CONTRAÇÃO DA PREPOSIÇÃO DE + ARTIGO
DEFINIDO “A”, “DA”
EX1: VOU À ARGENTINA (VOLTAREI
DA ARGENTINA)
ANTES DE PRONOMES RELATIVOS A QUAL E AS
QUAIS. SEMPRE QUE O VERBO QUE REGE ESSES
PRNOMES EXIGIR PREPOSIÇÃO “A”
EX: ELE DISSE À IRMÃ QUE ESTAVA COM SONO
DIANTE DE PRONOMES DEMONSTRATIVOS
AQUELE (S), AQUELA (S), AQUILO. SEMPRE QUE
O TERMO REGENTE EXIGIR PREPOSIÇÃO “A”
EX2: VOU A SALVADOR (VOLTAREI D2
SALVADOR, NÃO TEM CRASE)
EX: REFIRO ME ÀQUELA MULHER
EX: ESSA É MINHA TERRA À QUAL
DEDICO ESTA VITÓRIA
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 09 CRASE CRASE
à
3 CASOS DE CRASE
FACULTATIVO
1 2 3
ANTES DE NOMES
PRÓPRIOS
FEMININOS
ANTES DE PRONOME
POSSESSIVO
FEMININO
DEPOIS DA
PREPOSIÇÃO ATÉ.
Contei a Laura o que
havia ocorrido na noite
passada;
Contei à Laura o que
havia ocorrido na noite
passada.
Cedi o lugar a minha
avó;
Cedi o lugar à minha
avó.
Fui até a praia;
Fui até à praia..
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 10 ACENTUAÇÃO ACENTUAÇÃO
ACENTUAÇÃO
Proparoxítona
Todas são acentuadas
Paroxítona
TERMINADAS EM:
• L N R X PS I US
• UM UNS Ã ÃS ÃO ÃOS EI
• DITONGO CRESCENTE
(SV+V)
Oxítona
TERMINADAS EM:
• A(S) E(S) O(S) EM ENS
Monossílabos
Tônicos
• A(S) E(S) O(S)
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 11 ACENTUAÇÃO ACENTUAÇÃO
ACENTUAÇÃO
ÉU, ÉI, ÓI
• Continuam sendo acentuadas as
oxítonas.
Ex : Céu, dói, chapéu
• Desapareceram para paroxítonas.
Ex : boia, paranoico, heroico
Após a
reforma EE OO
• Não tem mais acento
Ex : Voo, Enjoo, Creem, Leem
Verbos Ter e Vir
Ele tem – 3° Pessoa Singular sem
acento
Eles têm – 3° Pessoa Plural com
acento
Derivados de ter e vir.
Ele contém – 3° Pessoa Singular
(agudo)
Eles contêm – 3° Pessoa Plural
(Circunflexo)
HIATOS I e U
• Levam acento se tiverem
sozinhos na sílaba.
Ex : Saída, saúde, miúdo, aí, Araújo
• Não levam acento se vierem
depois de um ditongo.
Ex: Baiuca, bocaiuva, cauila, feiura,
Sauipe
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 12 PONTUAÇÃO VÍRGULA – USO PROIBIDO
,
É PROIBIDO A SEPARAÇÃO POR VÍRGULA DE TERMOS DE ORAÇÃO QUE POSSUEM RELAÇÃO SINTÁTICA.
SUJEITO E VERBO
VERBO E SEU
COMPLEMENTO
COMPLEMENTO E
ADJUNTO
PREDICATIVO DO SEU
SUJEITO OU DO OBJETO
NOME DO SEU
COMPLEMENTO OU
ADJUNTO ADNOMINAL
CONJUNÇÃO
SUBORDINADA DO
RESTANTE DA ORAÇÃO
QUE ELA INICIA
Princípio Geral – Ordem Direta: SUVECA
SUJEITO + VERBO + COMPLEMENTO + ADJUNTOS
PORTANTO, NÃO SEPARAR: ,
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 13 PONTUAÇÃO VÍRGULA
Princípio Geral – Ordem Direta: SUVECA
SUJEITO + VERBO + COMPLEMENTO + ADJUNTOS
“QUALQUER TERMO QUE VIER ENTRE OS TERMOS DA ORDEM DIRETA DEVERÁ ESTAR ENTRE VÍRGULAS”
“MEU PROFESSOR , SEM PENSAR MUITO , ENTREGOU , DE FORMA GRATUITA , AS APOSTILAS AOS ALUNOS , QUE ERAM ESFORÇADOS ,
NESTA SEMANA.
SUJEITO VERBO VTDI COMPLEMENTO – OD E OI
ADJUNTO ADVERBIAL
“MEU PROFESSOR ENTREGOU AS APOSTILAS AOS ALUNOS NESTA SEMANA.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 14 PONTUAÇÃO VÍRGULA – USO OBRIGATÓRIO
USA-SE A SEPARAÇÃO POR VÍRGULA QUANDO:
1 - SEPARAR O VOCATIVO
2 - SEPARAR O APOSTO
3 - SEPARAR O ADJUNTO
ADVERBIAL ANTECIPADO
OU INTERCALADO
4 – SEPARAR ELEMENTOS DE
UMA ENUMERAÇÃO
5 – ISOLAR EXPRESSÕES DE
CARÁTER EXPLICATIVO OU
CORRETIVO
6 – SEPARAR CONJUNÇÕES
INTERCALADAS
7 – DESTACAR PLEONASMO
ANTECIPADO AO VERBO
8 – ISOLAR NOME DE UM
LUGAR
9 – MARCAR A OMISSÃO DE
UM TERMO
“Meu amor, ajuda-me nessa
tarefa”
“Ricardo, o melhor aluno da
turma, passou no concurso”
“Lá no sertão, as noites são
escuras e perigosas”
* Se o adjunto adverbia é de curta
duração (até 3 palavras) o uso da
vírgula é facultativo.
“Estamos contratando engenheiros,
administradores, economistas”.
“Os alunos, por exemplo, não
estudam no feriado”.
“Estudamos bastante, logo,
merecermos passar”
“As flores, eu as entreguei
hoje”
“Lucas ficou alegre; eu,
triste”.
“Rio de Janeiro, 03 de
dezembro de 2018”.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 15 PONTUAÇÃO VÍRGULA – USO OBRIGATÓRIO
USA-SE A SEPARAÇÃO POR VÍRGULA EM ORAÇÕES QUANDO:
1 - SEPARAR ORAÇÕES INTERCALADAS.
2 - SEPARAR ORAÇÕES SUBORDINADAS
ADVERBIAIS
3 – SEPARAR ORAÇÕES SUBORDINADAS
ADJETIVAS EXPLICATIVAS
4 – SEPARAR ORAÇÕES COORDENADAS
SINDÉTICAS E ASSINDEÉTICAS
“Começaremos, assim que chegarem os
funcionários, a trabalhar”.
“Júnior, que é um ótimo aluno, passou no
concurso”.
“Quando voltei, lembrei que precisava ir ao banco”
“Estudou muito, mas não passou no concurso”.
5 – SEPARAR ORAÇÕES SUBSTANTIVAS
ANTEPOSTAS À PRINCIPAL
“Quem inventou a roda, todos queriam descobrir”.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 16 PONTUAÇÃO VÍRGULA – USO FACULTATIVO
1 – ORAÇÃO ADVERBIAL NA ORDEM DIRETA.
2 – ADJUNTO ADVERBIAL CURTA EXTENSÃO
3 – ORAÇÃO SUBSTANTIVA COM FUNÇÃO
DE SUJEITO
4 – INVERSÃO DE TERMOS
“Tal medida deve melhorar o estado do campo, se
parar de chover”
“Ontem à noite, nós saímos para jantar”.
“Quem lê, sabe mais”.
“O mercado interno, a medida econômica deve
melhorar”.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 17 ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS EXPLICATIVAS X RESTRITIVAS
Orações
Subordinadas
ADJETIVAS
**DICA**
SUBSTITUIR POR O QUAL, A QUAL, OS QUAIS,
AS QUAIS
INTRODUZIDAS POR PRONOME RELATIVO
QUE
EXPLICATIVAS
EX: O cliente, que apresentou o documento, foi ressarcido.
CLIENTE O QUAL (P.R.)
ORAÇÃO PRINCIPAL ORAÇÃO SUB. ADJETIVA EXPLICATIVA
RESTRITIVA
ONDE
QUAL
CUJA
Sem vírgula
EX: O cliente que apresentou o documento foi ressarcido.
CLIENTE O QUAL (P.R.)
ORAÇÃO PRINCIPAL ORAÇÃO SUB. ADJETIVA RESTRITIVA
QUEM
Com vírgula
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 18 ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS X ADJETIVAS
QUE
SUBSTITUIR
POR ISSO
SUBSTITUIR POR
O QUAL, A QUAL
SUBSTANTIVA ADJETIVA
EX: O cliente, que apresentou o
documento, foi ressarcido.
EX: Foi ótimo que ele tenha vindo
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 19 ORAÇÕES COORDENADAS CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
CONCLUSIVAS
- LOGO
- ENTÃO
- PORTANTO
- POR CONSEGUINTE
- ASSIM
- DE MODO QUE
- POIS (DEPOIS DO
VERBO)
EXPLICATIVAS
- PORQUE
- QUE
- POIS (ANTES DO
VERBO)
ADVERSATIVAS
- MAS
- PORÉM
- CONTUDO
- TODAVIA
- NO ENTANTO
- ENTRETANTO
- NÃO OBSTANTE
ALTERNATIVAS
- OU...OU
- ORA...ORA
- QUER...QUER
ADITIVAS
- E
- NEM- NÃO SÓ
- MAS TAMBÉM
- MAS AINDA
ORAÇÕES COORDENADAS SÃO ORAÇÕES INDEPENDENTES UMA DA OUTRA.
EX: ESTUDEI, PORTANTO
PASSEI
IDEIA DE CONCLUSÃO
IDEIA DE ALTERNÂNCIA
OU EXCLUSÃO
IDEIA DE SOMA/ADIÇÃOIDEIA DE
ADVERSIDADE/CONTRASTE
IDEIA DE EXPLICAÇÃO
EX: ESTUDE, PORQUE
O CONCURSO ESTÁ
CHEGANDO
EX: ESTUDEI, PORÉM
AINDA NÃO PASSEI
EX: ELA ORA ESTUDA,
ORA TRABALHA
EX: ELE NÃO SÓ ESTUDA,
COMO TRABALHA
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 20 ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS 9 TIPOS
COMPARATIVA – Comparação
Ex: Como, que (precedido de “mais”, de
“menos” , de “tão”)
BIZU – TROCAR COMO POR IGUAL A.
CAUSAIS – Cause, Motivo, Razão
Ex: Por que, porquanto, posto que, visto
que, já que, uma vez que, como, e etc.
*Como só da ideia de causa se a oração
adverbial estiver antes da oração principal
CONFORMATIVA – Ideia de
conformidade
Ex: Conforme, segundo, consoante, como.
CONDICIONAIS – Condição ou
hipótese.
Ex: Se, caso, exceto se, a menos que,
salvo se, contanto que, desde que
CONSECUTIVA – Consequência
Ex: Que(precedido de termo que indica
intensidade, tão, tal, tanto, etc)
CONCESSIVA – Contrário as
expectativas
Ex: Embora, conquanto, ainda que, se
bem que, mesmo que, apesar de que.
FINAIS – Finalidade, Objetivo,
Propósito
Ex: A fim de que, para que, que...
PROPORCIONAIS – Proporção
Ex: À medida que, ao passo que, à
proporção que...
TEMPORAIS – Tempo
Ex: Quando, enquanto, assim que, desde
que, antes que, sempre que...
ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS – ORAÇÃO PRINCIPAL + ORAÇÃO DEPENDENTE
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 21 ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 7 TIPOS
ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS
**DICA**
OBSERVAR A ORAÇÃO PRINCIPAL E
VER O QUE A ORAÇÃO
SUBORDINADA É DELA
Duas orações separadas por
uma conjunção integrante
QUE SE
*Se der para substituir por ISSO, é conjunção integrante
SUBJETIVA – SUJEITO da principal
EX: Foi ótimo que ele tenha vindo
ISSOO QUE É QUE FOI ÓTIMO?
ORAÇÃO PRINCIPAL ORAÇÃO SUB. SUBS. SUBJETIVA
COMPLETIVA NOMINAL – COMPLEMENTO
NOMINAL da principal
EX: Eu tenho medo de que eles mintam pra mim
MEDO DE QUE?
ORAÇÃO PRINCIPAL
ORAÇÃO SUB. SUBS.
COMPLETIVA NOMINAL
ISSO
PREDICATIVA – PREDICATIVA DO SUJEITO
da principal
EX: A verdade é que ele virá bem cedo
ORAÇÃO PRINCIPAL ORAÇÃO SUB. SUBS. PREDICATIVA
DO SUJEITO
TEM VERBO DE LIGAÇÃO ISSO
AGENTE DA PASSIVA – tem quer ter uma
voz na passiva
EX: As crianças foram examinadas por quem apareceu lá
ORAÇÃO PRINCIPAL AGENTE DA PASSIVA
OBJETIVA DIRETA – OBJETO DIRETO da
principal
ORAÇÃO PRINCIPAL
ORAÇÃO SUB. SUBS. OBJETIVA
DIRETA
NOS DISSE O QUE? ISSO
EX: Ele nos disse que não poderia manter o preço
OBJETIVA INDIRETA – OBJETO
INDIRETO da principal
EX: Não me interesso por que sejas eleito
ORAÇÃO PRINCIPAL ORAÇÃO SUB. SUBS.
OBJETIVA INDIRETA
INTERESSO POR? ISSO
APOSITIVA – APOSTO da principal
EX: Peço – lhes isto: que não me culpem injustamente
ORAÇÃO PRINCIPAL ORAÇÃO SUB. SUBS. APOSITIVA
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 22 ORAÇÕES SUBORDINADAS REDUZIDAS ORAÇÕES SUBORDINADAS REDUZIDAS
AO CHEGAR AO COLÉGIO, ELE CHOROU
INFINITIVO (R)
QUANDO CHEGAREM OS ALUNOS, COMEÇAREMOS.
Oração dependente
Oração dependente
Oração principal
Oração principal
GERÚNDIO (NDO)
CHEGANDO AO TRABALHO, O PATRÃO O CHAMOU
Oração dependente Oração principal
PARTICÍPIO (VO,
DO, GO, TO, SO)
FEITA A OBRA, OS TRABALHADORES FORAM
EMBORA.
TERMINADA A LIÇÃO , OS ALUNOS FORAM
EMBORA.
Oração dependente Oração principal
Oração dependente Oração principal
**DICA**
1 - NÃO APRESENTA CONJUNÇÕES.
2 – TEM DUAS ORAÇÕES (DOIS VERBOS).
3 – PRESENÇA DE VÍRGULA QUANDO INVERTIDA
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 23 ORAÇÕES SUBORDINADAS REDUZIDAS ORAÇÕES SUBORDINADAS REDUZIDAS
ELE DISSE QUE ESTAVA FELIZ
SUBSTANTIVA
ELE DIZ ESTAR FELIZ
Oração subordinada substantiva objetiva
direta desenvolvida
Oração subordinada substantiva objetiva
direta reduzida de INFINITIVO
ADVERBIAL
QUANDO TERMINAMOS A PROVA, FOMOS
EMBORA.
TERMINADA A PROVA, FOMOS EMBORA
Oração subordinada adverbial
temporal reduzida de PARTICÍPIO
Oração subordinada adverbial de tempo
ADJETIVA
VIMOS UMA SENHORA QUE COLHIA FLORES
VIMOS UMA SENHORA COLHENDO FLORES
Oração subordinada adjetiva restritiva
desenvolvida
Oração subordinada adjetiva reduzida
de GERÚNDIO
**DICA**
TODA ORAÇÃO COMPPOSTA COM CONJUNÇÃO
SERÁ DESENVOLVIDA.
TODA ORAÇÃO COMPOSTAS SEM CONJUNÇÃO
SERÁ REDUZIDA.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 24 DÍGRAFO
DÍGRAFO
CONJUNTO DE LETRAS QUE
REPRESENTAM UM ÚNICO SOM
Pode ser vogal ou consoante.
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 25 ADJUNTO NOMINAL X COMPLEMENTO NOMINAL
C.N
Agiram favoravelmente aos alunos
COMPLEMENTO NOMINAL ADJUNTO NOMINAL
Complementa:
1 – Substantivo (ABSTRATO)
2 – Adjetivo
3 - Advérbio
Complementa:
1 – Substantivo (CONCRETO OU ABSTRATO)
Termo é AgenteTermo é Paciente
Os homens são insensíveis ao sofrimento
Tenho medo do escuro
Tenho carro de madeira
Ouvi as críticas da populaçãoOuvi as críticas aos políticos
Advérbio C.N
C.N
C.N
Adjetivo
Subst. Abstrato
Subst. Abstrato
Termo Paciente
A.A
A.A
Subst. Concreto
Subst. Abstrato Termo Agente
ADJUNTO NOMINAL X COMPLEMENTO NOMINAL
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 26
M
ET
Á
FO
R
A SENTIDO
FIGURADO
CONOTATIVO
COMPARAÇÃO
SEM O “COMO”
Esta criança é um toro.
Maria é um anjo de pessoa
Minha vida era um palco iluminado
Amor é fogo que arde sem se ver
Figuras de linguagem METÁFORA
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 27 Figuras de linguagem COMPARAÇÃO OU SÍMILE
C
O
M
PA
R
A
Ç
Ã
O
O
U
S
ÍM
IL
E
TEM O
CONECTIVO
PARECIDO COM A
METÁFORA
TEM O “COMO”
Ela é bonita como uma flor
Este lutador tem postura semelhante
aos deuses nórdicos.
Ele é alto como você
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 28 Figuras de linguagem METONÍMEA
M
ET
O
N
ÍM
EA USO DE UM NOME NO
LUGAR DE OUTRO
SUBSTITUIÇÃO DE
PALAVRAS DA MESMA
FAMÍLIA
“SUBSTITUIR”
O bronze (sino) repicava na torre da igreja
Vivo do suor (trabalho) do meu rosto
Ele ficou sem teto (casa)
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 29 Figuras de linguagem CATACRESE
C
A
TA
C
R
ES
E
FALTA DE UM
TERMO ADEQUADO
O poema está no pé da página
Sentou no braço da poltrona
Eu vou pegar o ônibus
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 30 Figuras de linguagem SINESTESIA
SI
N
ES
TE
SI
A
SENTIDO HUMANO
TEM QUE TER NO
MÍNIMO DOIS SENTIDOS
COMBINAÇÃO
SENSORIAL
Este perfume tem um cheiro doce
Uma melodia azul tomou conta da sala
Olfato + paladar
Audição + visão
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 31 Figuras de linguagem SILEPSE
SI
LE
P
SE
CONCORDA COM A IDEIA
E NÃO COM A PALAVRA
Os brasileiros choramos a derrota da seleção
São Paulo é poluída
Concorda com a cidade e não com São Paulo
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MEMORIZZE 32 Figuras de linguagem ELIPSE
EL
IP
SE
TERMO ESCONDIDO MAS
QUE FICA SUBENTENDIDO
Sobre a mesa, apenas quatro alunos.
Não sei se vamos ao parque hoje.
HÁ
EU
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 33 Figuras de linguagem ZEUGMA
ZE
U
G
M
A
PALAVRA JÁ
MENCIONADA NA FRASE
Eu gosto de bolo; Maria, de leite.
Tenho dois carros: Um para o trabalho
e outro para passeio
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 34 Figuras de linguagem PLEONASMO
P
LE
O
N
A
SM
O
REPETIÇÃO
DESNECESSÁRIA -
REDUNDÂNCIA
Vi o acidente com os meus próprios olhos
Ele teve uma hemorragia de sangue
Suba para cima para conversarmos
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H
IP
ÉR
B
AT
O
INVERSÃO DOS
TERMOS DA ORAÇÃO
Nada pode a máquina inventar
Dança, à noite, o casal de namorados no clube
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 35 Figuras de linguagem HIPÉRBATO
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A
N
A
C
O
LU
TO A expressão não tem
função sintática
Normalmente um
vocativo
Uma parte que pode ser
descartada na oração
Não irei, meu querido professor
Nosso amor, tudo não passou de frenesi efêmero
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 36 Figuras de linguagem ANACOLUTO
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A
N
TÍ
TE
SE
Antônimo Durante o dia as pessoas trabalham, a noite dormem
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 37 Figuras de linguagem ANTÍTESE
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PA
R
A
D
O
XO
Contradição entre
as ideias
O homem vivia só na multidão
O homem rico não tinha dinheiro
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 38 Figuras de linguagem PARADOXO
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IR
O
N
IA
/
A
N
TÍ
FR
A
SE
Dizer o contrário do
que pretende dizer
Meu marido é um anjo, só me traiu 3 vezes
Você foi sutil como um elefante
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 39 Figuras de linguagem IRONIA/ANTÍFRASE
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EU
FE
M
IS
M
O
SUAVIZAR
DIMINUI O IMPACTO
DA NOTÍCIA RUIM
Foi bom, pelo menos ele descansou
Você faltou com a verdade
Ele é desprovido de beleza
Enriqueceu de forma ilícita
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 40 Figuras de linguagem EUFEMISMO
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P
R
O
SO
P
O
P
EI
A
AÇÕES DE SERES HUMANOS
A SERES NÃO HUMANOS
O vento beija meus cabelos
As árvores dançam
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 41 Figuras de linguagem PROSOPOPEIA
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H
IP
ÉR
B
O
LE
Ideia de exagero Fazia quase um século que não nos
encontrávamos
PORTUGUÊS
MEMORIZZE 42 Figuras de linguagem HIPÉRBOLE
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 43 Redação Oficial
Redação
oficial
Poder público
redige
Atos
Normativos
Comunicações
O particular NÃO
emite redação
oficial
COMUNICADOR
(ÓRGÃO PÚBLICO)
RECEPTOR (ÓRGÃO
PARTICULAR)
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 44 Redação Oficial Redação oficial deve ser caracterizada por:
IMPESSOALIDADE
- De quem
comunica;
- De quem recebe a
comunicação;
- Do próprio assunto
tratado.
PADRÃO CULTO
- Observam as
regras da
gramática formal;
- Não existe o
padrão oficial de
linguagem e sim o
padrão culto de
linguagem.
FORMALIDADE
- Uso correto dos
pronomes de
tratamento;
- Correta
diagramação de
texto;
- Uso de papeis
uniformes para o
texto definido.
CONCISÃO
- Ser direto, objetivo.
- “Economia linguística
CLAREZA
- Inteligibilidade;
- Ambiguidade
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 45 Redação Oficial Pronomes de Tratamento
Pronomes de Tratamento – Apontam para a segunda pessoa, mas concordam com a terceira.
Ex: Vossa Excelência nomeará seu assessor (nomeareis ; vosso)
Vossa Excelência Vossa Senhoria Vossa Santidade
Presidente da República/ Ministros de Estado/
Governadores e Vice-Governadores de Estado e do
Distrito Federal/ Oficiais-Generais das Forças Armadas/
Embaixadores/ Secretários de Estado dos Governos
Estaduais/ Prefeitos Municipais/ Secretários-Executivos
de Ministérios/ Deputados Federais e Senadores/
Deputados Estaduais e Distritais/ Ministros do Tribunal de
Contas da União/ Conselheiros dos Tribunais de Contas
Estaduais/ Presidentes das Câmaras Legislativas
Municipais/ Ministros dos Tribunais Superiores/ Membros de
Tribunais/ Juízes/ Auditores da Justiça Militar.
Demais autoridades e particulares
Vocativo - CHEFES DO PODER
(exe;leg;jud.)
Vocativo - Demais autoridades.
Ex: EXCELENTÍSSIMO SENHOR Presidente
da República
Ex: SENHOR Senador
Vocativo – Demais
autoridades e
particulares
Ex: SENHOR Fulano de tal
Vocativo – PAPA
Dirigido ao PAPA
Ex: SANTÍSSIMO Padre
Vossa
Magnificência
Dirigido ao Reitor
Vocativo – Reitor
Ex: MAGNÍFICO Reitor
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 46 Redação Oficial Pronomes de Tratamento - Abreviaturas
Tratamento Abreviatura
Cargo/
Função
Vocativo Endereçamento
Vossa
santidade
Não há. Para o papa sempre
na forma por extenso
Papa Santíssimo
Padre
Ao Santíssimo Padre;
Ou
A sua Santidade o
Papa
Nome
Endereço
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 47 Redação Oficial Pronomes de Tratamento – Uso Proibido
ILUSTRÍSSIMO DIGNÍSSIMO DOUTOR
Deve usar
apenas senhor
Dignidade já é
pressuposto da
função pública
Doutorado é
título
acadêmico
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 48 Redação Oficial FECHOS
RESPEITOSAMENTE ATENCIOSAMENTE
Autoridades Inferiores para
Superiores
Autoridades Superiores para
Autoridades de mesma hierarquia
ou de hierarquia inferior
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 49 Redação Oficial TIPOS DE DOCUMENTOS
OFÍCIO
AVISO
MEMORANDO
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
MENSAGEM
TELEGRAMA
CORREIO ELETRÔNICO
FAX
OFÍCIO – ENVIADO PARA ÓRGÃO PÚBLICO OU PARTICULAR
AVISO – MINISTROS DE ESTADO PARA AUTORIDADES DE MESMA HIERARQUIA
MEMORANDO – UNIDADES ADMINISTRATIVA DE MESMO ÓRGAO
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS – MINISTRO DE ESTADO PARA PRESIDENTE DA
REPÚBLICA
MENSAGEM – COMUNICAÇÃO ENTRE CHEFES DOS PODERES
TELEGRAMA – COMUNICAÇÃO POR TELEGRAFIA, TELEX E ETC
CORREIO ELETRÔNICO – BAIXO CUSTO E CELERIDADE (PRINCIPAL FORMA DE
COMUNICAÇÃO
FAX – TRANSMISSÃO DE MENSAGENS URGENTES E PARA ENVIO ANTECIPADO
DE DOCUMENTOS, QUANDO NÃO HÁ COMO ENVIAR POR MEIO ELETRÔNICO
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PORTUGUÊS
MEMORIZZE 50 Redação Oficial IDENTIFICAÇÃO DO SIGNATÁRIO
EXCEÇÃO
PRESIDENTE DA REPÚBLICA NÃO NECESSITA DE
NOME E CARGO
ASSINATURA EM PÁGINA ISOLADA DO EXPEDIENTE
É PROIBIDA
REGRA: __________________________________
ESPAÇO PARA ASSINATURA
CARGO:
NOME:
MEMPRANDO - CARGO
AVISO – CARGO + VOCATIVO
OFÍCIO – CARGO + VOCATIVO + ENDEREÇO
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
ÉTICA x MORAL
ÉTICA MORAL
CARÁTERCOSTUME
CIÊNCIA E FILOSOFIA NORMATIVA
ESTUDO DA MORAL PRESCRIÇÃO DE CONDUTA
PERMANENTE TEMPORÁRIA
TEÓRICO PRÁTICO
UNIVERSAL CULTURAL
DIFERENÇAS ENTRE ÉTICA E MORAL
MEMORIZZE 01
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 02 ÉTICA x MORAL
Valor social que identifica,
qualifica e guia princípios
universais e crenças e ações
humanas. Trata-se de uma
disciplina da filosofia que
estuda a conduta humana.
Conjunto de regras
adquiridas através da cultura,
da educação, da tradição e
do cotidiano, e que orientam
o comportamento
humano dentro de uma
sociedade.
MORALÉTICA
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 03
Ética no serviço público
conduta dos
funcionários que
ocupam cargos
públicos
devem agir conforme
um padrão ético,
exibindo valores morais
como a boa fé e outros
princípios necessários
para uma vida saudável
no seio da sociedade.
ÉTICA
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 04
*Dignidade
*Decoro
*Zelo
*Eficácia
*Consciência
dos princípios
morais
São primados
maiores que
devem nortear o
servidor público
Seja no exercício
do cargo ou
função, ou fora
dele
ÉTICA
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 05
O servidor público não poderá jamais
desprezar o elemento ético de sua
conduta
Não terá que decidir somente entre o
legal e o ilegal, o justo e o injusto, o
conveniente e o inconveniente, o
oportuno e o inoportuno
Mas principalmente entre o honesto e o
desonesto
ÉTICA
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 06
A moralidade da
Administração Pública não
se limita à distinção entre o bem e
o mal, devendo ser acrescida da
ideia de que o fim é sempre o
bem comum.
O equilíbrio entre a legalidade
e a finalidade, na conduta do
servidor público, é que poderá
consolidar a moralidade do ato
administrativo.
ÉTICA
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 07
A função pública se integra
na vida particular do
servidor público.
Assim, os fatos e atos
verificados na conduta do
dia-a-dia em sua vida
privada poderão acrescer
ou diminuir o seu bom
conceito na vida funcional.
ÉTICA
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
• A publicidade de qualquer ato administrativo
constitui requisito de eficácia e moralidade,
ensejando sua omissão comprometimento ético
contra o bem comum, imputável a quem a negar.
• Salvo os casos de:
1 - Segurança nacional;
2 - Investigações policiais;
3 - Interesse superior do Estado e da
Administração Pública.
MEMORIZZE 08 ÉTICA
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 09
Toda pessoa
tem direito à
verdade. O
servidor não
pode omiti-la
ou falseá-la.
Ainda que
contrária aos
interesses da
própria
pessoa
interessada
ou da
Administração
Pública.
ÉTICA
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 10
A cortesia, a boa vontade, o cuidado e
o tempo dedicados ao serviço público
caracterizam o esforço pela disciplina.
Tratar mal uma pessoa
que paga seus tributos
direta ou indiretamente
significa causar-lhe dano
moral.
Da mesma forma, causar
dano a qualquer bem
pertencente ao patrimônio
público, deteriorando-o, por
descuido ou má vontade.
ÉTICA
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 11
Servidor
Público
Deixar qualquer pessoa à espera de solução;
Permitir a formação de longas filas;
Ou qualquer outra espécie de atraso na prestação
do serviço;
Não caracteriza apenas atitude contra a ética ou ato
de desumanidade, mas principalmente grave dano
moral aos usuários dos serviços públicos.
ÉTICA
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
ÉTICA MEMORIZZE 12
Toda ausência
injustificada do servidor
de seu local de trabalho é
fator de desmoralização do
serviço público, o que
quase sempre conduz à
desordem nas relações
humanas.
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 13
São deveres
fundamentais
do servidor
público:
ser probo
justo
reto
leal
Demonstrando
toda a integridade
do seu caráter,
escolhendo
sempre, quando
estiver diante de
duas opções, a
melhor e a
mais vantajosa
para o bem
comum.
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 14
Ter respeito à
hierarquia.
Porém sem nenhum
temor de representar
contra qualquer
comprometimento
indevido da estrutura
em que se funda o
Poder Estatal.
São deveres fundamentais do servidor público
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 15
São deveres fundamentais do servidor público
Zelar, no exercício do direito de greve,
pelas exigências específicas da defesa
da vida e da segurança coletiva
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 16
São deveres fundamentais do servidor público
Comunicar imediatamente
a seus superiores todo e
qualquer ato ou fato contrário ao
interesse público, exigindo as
providências cabíveis.
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 17
São deveres fundamentais do servidor público
Participar dos movimentos
e estudos que se
relacionem com a melhoria
do exercício de suas
funções, tendo por escopo
a realização do bem
comum.
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 18
São deveres fundamentais do servidor público
Apresentar-se ao
trabalho com
vestimentas adequadas
ao exercício da função.
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
DEVERES FUNDAMENTAIS DO SERVIDORMEMORIZZE 19
São deveres fundamentais do servidor público
Abster-se, de forma absoluta,
de exercer sua função, poder
ou autoridade com finalidade
estranha ao interesse público,
mesmo que observando as
formalidades legais e não
cometendo qualquer violação
expressa à lei.
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 20
É vedado ao servidor público
VEDADO
o uso do cargo ou função
facilidades
amizades
tempo
posição
influências
Para obter
qualquer
favorecimento,
apenas para si.
VEDADO AO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 21
É vedado ao servidor público
Ser, em função de seu espírito
de solidariedade, conivente
com erro ou infração a este
Código de Ética ou ao Código
de Ética de sua profissão.
VEDADO AO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 22É vedado ao servidor público
Deixar de utilizar os avanços
técnicos e científicos ao seu
alcance ou do seu
conhecimento para
atendimento do seu mister.
VEDADO AO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 23
É vedado ao servidor público
Permitir que perseguições,
simpatias, antipatias, caprichos,
paixões ou interesses de ordem
pessoal interfiram no trato com o
público, com os jurisdicionados
administrativos ou com colegas
hierarquicamente superiores ou
inferiores.
VEDADO AO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 24
É vedado ao servidor público
Pleitear, solicitar, provocar,
sugerir ou receber qualquer
tipo de ajuda financeira,
gratificação, prêmio, comissão,
doação ou vantagem de
qualquer espécie, para si e
familiares, para o cumprimento
da sua missão ou para
influenciar outro servidor para o
mesmo fim.
VEDADO AO SERVIDOR
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 25
É vedado ao servidor público
Desviar servidor público para
atendimento a interesse
particular.
VEDADO AO SERVIDOR
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 26
É vedado ao servidor público
Retirar da repartição pública,
sem estar legalmente
autorizado, qualquer
documento, livro ou bem
pertencente ao patrimônio
público.
VEDADO AO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
MEMORIZZE 27
É vedado ao servidor público
Fazer uso de informações
privilegiadas obtidas no âmbito
interno de seu serviço, em
benefício próprio, de parentes,
de amigos ou de terceiros.
VEDADO AO SERVIDOR
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
VEDADO AO SERVIDORMEMORIZZE 28
É vedado ao servidor público
É vedado ao servidor público:
apresentar-se embriagado no
serviço ou fora dele
habitualmente.
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
COMISSÃO DE ÉTICAMEMORIZZE 29
Comissão de Ética
Incumbe fornecer, aos
organismos encarregados da
execução do quadro de carreira
dos servidores, os registros
sobre sua conduta ética, para o
efeito de instruir e fundamentar
promoções e para todos os
demais procedimentos próprios
da carreira do servidor público.
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
COMISSÃO DE ÉTICAMEMORIZZE 30
Comissão de Ética
A pena aplicável ao servidor
público pela Comissão de Ética
é a de censura e sua
fundamentação constará do
respectivo parecer, assinado
por todos os seus integrantes,
com ciência do faltoso.
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
SERVIDOR PÚBLICOMEMORIZZE 31
Para fins de
apuração
do
comprometi
mento ético,
entende-se
por servidor
público
todo aquele
que, por
força de lei,
contrato ou
de qualquer
ato jurídico
preste
serviços de
natureza
permanente,
temporária ou
excepcional,
ainda que
sem
retribuição
financeira
desde que ligado
direta ou
indiretamente a
qualquer órgão do
poder estatal,
como as
autarquias, as
fundações
públicas, as
entidades
paraestatais, as
empresas públicas
e as sociedades
de economia
mista, ou em
qualquer setor
onde prevaleça o
interesse do
Estado.
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RACIOCÍNIO LÓGICO MATEMÁTICO
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 01 Função do 1° grau
y = ax + b
Coeficiente
angular
Coeficiente
Linear
b – é o ponto que a reta corta no eixo y
a – é a inclinação da reta
a = tg ∝ =
∆y
∆x
=
y2 − y1
x2 − x1
y2
y1
X1 X2
.
.
.b
∝
∝
a - Positivo a - Negativo
b .
∝ ∝
b.
b - Negativob - Positivo
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 02 Função do 2° grau
a > 0
a < 0
𝑥 =
−𝑏 ± 𝑏2 − 4𝑎𝑐
2𝑎
𝑓 𝑥 = 𝑎𝑥2 + 𝑏𝑥 + 𝑐 ∆ = 𝑏2 − 4𝑎𝑐
𝑋𝑣 =
− 𝑏
2𝑎
𝑌𝑣 =
−∆
4𝑎
SOMA DAS RAÍZES
PRODUTO DAS RAÍZES
X1 + X2
X1 X X2
−𝑏
𝑎
𝑐
𝑎
=
=
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 03 Função Exponencial
Seja um número real a (a > 0 e a ≠ 1), denomina-se função exponencial de
base a a função f : R → R*+ definida por 𝑓 𝑥 = 𝑎
𝑥
a . .
0 1
x
𝑓 𝑥 = 2𝑥
y = 3𝑥
𝑓 𝑥 = (3
1)𝑥
𝑓 𝑥 = (0,6)𝑥
𝑓 𝑥 = (−5)𝑥
𝑓 𝑥 = 1𝑥
Exemplos: São funções exponenciais?
SIM
SIM
SIM
SIM
NÃO
NÃO
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 04 Função Exponencial
A base a da função exponencial 𝑓 𝑥 = 𝑎𝑥 é um número a > 0 e a ≠ 1
0 1
a
a > 0
x y
𝑓 𝑥 = 2𝑥
-2
-1
0
1
2
0,25
0,5
1
2
4
. .
.
.
.
x
y
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 05 Função Exponencial
A base a da função exponencial 𝑓 𝑥 = 𝑎𝑥 é um número a > 0 e a ≠ 1
0 1
a
0 < a < 1
x y
-2
-1
0
1
4
2
1
0,5
.
. .
.
.
x
y
𝑓 𝑥 = (2
1)𝑥
2 0,25
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 06 Função Exponencial Propriedades Exponenciais
𝑎𝑛 = 𝑎 . 𝑎. 𝑎... 𝑎
𝑎0 = 1
𝑎1 = 𝑎
natural
a ≠ 0
23= 2 . 2 . 2 = 8
𝑎𝑚 . 𝑎𝑛 = 𝑎𝑚+𝑛
X2 . X3 = X5
𝑎𝑚
𝑎𝑛
= 𝑎𝑚−𝑛
X5 / X2 = X3
𝑎−𝑛 =
1
𝑎𝑛
2-3 = 1 / 23
𝑎/𝑏 𝑛 = 𝑎𝑛 / 𝑎𝑛
(3/2 )2 = 32 / 22
𝑎. 𝑏 𝑛 = 𝑎𝑛 . 𝑎𝑛
(2X )2 = 22 . X2
(𝑎𝑚 )n = 𝑎𝑚.𝑛
(X5 )2 = X10
𝑎/𝑏 − 𝑛 = 𝑏/𝑎 𝑛
(3/2 )-2 = (2/3 )2
𝑎𝑛
𝑚 = 𝑛 𝑎𝑚
3 4/5 =
4
3 5
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 07 Função Logarítmica Propriedades Logarítmicas
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 08 Razão e ProporçãoTaxas de variação de grandezas
RAZÃO
PROPORÇÃO
𝑎
𝑏
b ≠ 0
𝑎
𝑏
𝑐
𝑑
𝑘= =
É uma igualdade
de razões
Ex: Numa festa, a razão entre o número de homens e mulheres é ½. Determine:
A – O número de mulheres na festa se o número de homens fosse 13.
B – O número de homens e mulheres na festa sabendo que o total de pessoas era 48
A -
1
2
13
𝑥
=
B -
𝑥 = 26
𝐻
𝑀
= 48
32 mulheres
16 homens
1
2
=
𝑀 = 2𝐻
𝑀 + 𝐻 = 48
2H+𝐻 = 48
3𝐻 = 48
𝐻 = 16
𝑀 = 2.16
𝑀 = 32
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 09 Taxas de variação de grandezas Regra de três simples
EXEMPLO PORCOS DIAS
ANTES 100 30
DEPOIS 120 X
30
𝑥
120
100
=
120𝑥 = 100 . 30
𝑥 = 3000/120
𝑥 = 25 𝑑𝑖𝑎𝑠
2 grandezas
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 10 Taxas de variação de grandezas Regra de três Composta
EXEMPLO IMPRESSORAS HORAS/DIAS DIAS
ANTES 2 8 5
DEPOIS 4 10 X
5
𝑥
4
2
=
40𝑥 = 16 . 5
𝑥 = 80/40
𝑥 = 2 𝑑𝑖𝑎𝑠
3 grandezas
Sempre fazer a análise de
proporcionalidade de acordo
com a colunada variável
10
8
.
1 – mais impressoras = menos
dias
2 – mais h/d = menos dias
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 11 Porcentagem Porcentagem
𝑃𝑜𝑟𝑐𝑒𝑛𝑡𝑎𝑔𝑒𝑚 =
𝐼𝑛𝑡𝑒𝑟𝑒𝑠𝑠𝑒
𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙
x 100%
“Porcentagem é o valor obtido ao aplicarmos uma taxa percentual a um determinado valor”
𝐸𝑥𝑒𝑚𝑝𝑙𝑜 − 𝐶𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑟 10 % 𝑑𝑒 300
𝐸𝑥𝑒𝑚𝑝𝑙𝑜 − 𝐶𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑟 10 % 𝑑𝑒 200 𝑘𝑔
“De” significa multiplicação, portanto
25% de 200 = 25% x 200
Aumentar um valor em x% = multiplica-lo por (1 + x%)
Diminuir um valor em x% = multiplica-lo por (1 - x%)
𝐴𝑢𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 30% 𝑑𝑒 200
= 200 . 1 + 0,30
= 200 . 1,30
= 260
𝐷𝑖𝑚𝑖𝑛𝑢𝑎 30% 𝑑𝑒 200
= 200 . 1 − 0,30
= 200 . 0,70
= 140
35%=
35
100
x 0,35Taxa
percentual
Taxa
unitária
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 12 Regularidades e padrões em sequência Sequências Numéricas. Progressão
aritmética e progressão geométrica
PROGRESSÃO ARITMÉTICA PROGRESSÃO GEOMÉTRICA
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 13 Regularidades e padrões em sequência Sequências Numéricas. Progressão
aritmética e progressão geométrica
PROGRESSÃO ARITMÉTICA
A) B) C)
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 14 Regularidades e padrões em sequência Sequências Numéricas. Progressão
aritmética e progressão geométrica
PROGRESSÃO ARITMÉTICA
A)
B) C)
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 15 Regularidades e padrões em sequência Sequências Numéricas. Progressão
aritmética e progressão geométrica
PROGRESSÃO GEOMÉTRICA
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 16 Regularidades e padrões em sequência Sequências Numéricas. Progressão
aritmética e progressão geométrica
PROGRESSÃO GEOMÉTRICA
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 17 Noções básicas de contagem e probabilidade Combinações, Arranjos e Permutações
1 - Fatorial
𝑛! = 𝑛 𝑛 − 1 𝑛 − 2 … .
0! = 1
1! = 1
2 - Permutação
𝑃 𝑛 = 𝑛!
Comum em problemas de
anagramas
Calcular n° de formas de distribuir
“n” elementos em “n” posições.
Exemplo: Formar uma fila com 5
pessoas – P(5) = 5!
3 - Arranjo
𝐴 𝑛,𝑚 =
𝑛!
𝑛 − 𝑚 !
Preencher “m” posições tendo
“n” elementos disponíveis.
Exemplo: Preencher 3 cadeiras
no cinema tendo 5 pessoas
disponíveis – A (5,3)
4 - Combinação
𝐶 𝑛,𝑚 =
𝑛!
𝑚! 𝑛 −𝑚 !
Formar grupos de “m”
elementos a partir d “n”
elementos disponíveis.
Exemplo: Formar equipes
/comissões/ grupos de 3 a
partir de 5 colegas de trabalho
– C (5,3)
Permutação com repetição
Permutar “n” elementos em “n”
posições, em um local sem
referência espacial.
Exemplo: Calcular anagramas de
ARARA - P (5; 3 e 2)
𝑃 𝑛 ;𝑚 𝑒 𝑝 = 𝑛! / (m!.p!)
Arranjo com repetição
𝐴 𝑛,𝑚 = 𝑛𝑚
Preencher “m” posições tendo
“n” elementos disponíveis,
podendo repetir os elementos.
Exemplo: Pintar 4 faixas de uma
bandeira com 3 cores
disponíveis, podendo repeti-las –
A (3,4)
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 18 Noções básicas de contagem e probabilidade PROBABILIDADE
𝑃𝑟𝑜𝑏𝑎𝑏𝑖𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 =
𝑛° 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑠𝑜𝑠 𝑓𝑎𝑣𝑜𝑟á𝑣𝑒𝑖𝑠
𝑛° 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑠𝑜𝑠 𝑝𝑜𝑠𝑠í𝑣𝑒𝑖𝑠
Probabilidade pode ser escrita em forma de
fração, porcentagem ou número decimal
Exemplo: Lançamento de um dado – Espaço
amostral {1,2,3,4,5,6} ; Evento {2,3,5}
𝑃 =
3
6
=
1
2
= 50% = 0,5
Evento Complementar
Dois ou mais eventos são
complementares quando, juntos,
formam o espaço amostral.
𝑃 𝐸𝐶 = 1 − 𝑝(𝐸)
Probabilidade Condicional
Probabilidade de ocorrer um
evento A, sendo que um outro
evento B já aconteceu
𝑃 𝐴/𝐵 =
𝑃(𝐴 ∩ 𝐵)
𝑃(𝐵)
União de Eventos
São eventos mutuamente exclusivos?
Sim
Não
𝑃 𝐴 ∪ 𝐵 = 𝑃 𝐴 + 𝑃(𝐵)
𝑃 𝐴 ∪ 𝐵 = 𝑃 𝐴 + 𝑃 𝐵 − 𝑃(𝐴 ∩ 𝐵)
Interseção de eventos
São eventos independentes?
Sim
𝑃(𝐴 ∩ 𝐵) = 𝑃 𝐴 . 𝑃(𝐵)
Sim
𝑃(𝐴 ∩ 𝐵) = 𝑃 𝐴 . 𝑃
𝐵
𝐴
= 𝑃 𝐵 . 𝑃(
𝐴
𝐵
)
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RAC. LOG. MATEMÁTICO
MEMORIZZE 19 Noções básicas de teoria dos conjuntos Teoria dos conjuntos
U
Fórmula União dos Conjuntos
N 𝐴 ∪ 𝐵 ∪ 𝐶 = 𝑁 𝐴 + 𝑁 𝐵 + 𝑁 𝐶 − 𝑁(𝐴 ∩ 𝐵) − 𝑁(𝐴 ∩ 𝐶) - 𝑁(𝐵 ∩ 𝐶) + N(A ∩ 𝐵 ∩ 𝐶)
A ∩ B
A ∩ C B ∩ C
A ∩ B ∩
C
A B
C
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INFORMÁTICA
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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INFORMÁTICA
Conceito de Internet e IntranetMEMORIZZE 01 INTERNET X INTRANET
Rede mundial de computadores,
composta por todos os computadores
do mundo ligados em rede
INTERNET
Rede Pública
Qualquer pessoa
tem acesso
Rede Privada
Intranet - Conjunto de computadores da Internet com as
mesmas características da
Internet, isoladas da rede mundial. Comum em empresas e
órgãos públicos.
Rede Restrita
INTRANET
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INFORMÁTICA
Conceito de Internet e IntranetMEMORIZZE 02 TIPOS DE PROTOCOLO
HTTP - HyperText
Transfer Protocol, ou
Protocolo de Transferência de
Hipertexto
Transfere o conteúdo das
páginas web para
navegadores (BROWSERS)
PORTA 80
HTTPS - HyperText
Transfer Protocol Secure.
Implementação do HTTP
com uma camada de
segurança;
Utiliza o protocolo SSL/TLS;
Utilizado em endereços
WEB que trafegam
informações sensíveis
(senhas, dados bancários
etc.)
PORTA 443
FTP – File Transfer
Protocol, ou Protocolo de
Transferência de Arquivos
Utilizado exclusivamente
para transferência de dados
pela WEB;
Porta 20 para transferência
de arquivos;
Porta 21 para controle da
sessão.
PORTAS 20 e 21
SMTP – Simple Mail
Transfer Protocol, ou
Protocolo Simples de
Transferência de Correio;
“SUA MENSAGEM TA
PARTINDO”.
Responsável apenas pelo
envio de email.
PORTA 25
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INFORMÁTICA
Conceito de Internet e IntranetMEMORIZZE 03 TIPOS DE PROTOCOLO
POP3 - Post Office
Protocol Version 3
Utilizado para o
recebimento de mensagens
de email;
Transfere a mensagem
armazenada no servidor de
email para a máquina do
usuário
PORTA 110
IMAP - Internet Message
Access Protocol
Protocolo de acesso a mensagem da
Internet;
Protocolo mais utilizado dentre os
WEBMAILS modernos;
Principal diferença é que a mensagem
pode ser lida sem transferi-la do
servidor que se encontra.
PORTA 143
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INFORMÁTICA
Conceito de Internet e IntranetMEMORIZZE 04 DNS
DNS – DOMAIN NAME SYSTEM
“É UM SISTEMA DE NOMES DE DOMÍNIO – CONVERTE NOMES DE ENDEREÇOS EM ENDEREÇOS IP”
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INFORMÁTICA
Conceito de Internet e IntranetMEMORIZZE 05 PRINCIPAIS TECLAS DE ATALHOS PARA NAVEGADORES
JANELA GUIA PÁGINA
CTRL + N NOVA JANELA
ALT + F4 FECHAR JANELA
SHIFT +
BOTÃO
ESQ. DO
MOUSE
ABRIR LINK EM
NOVA JANELA
F11 TELA CHEIA
CTRL + T NOVA GUIA
CTRL + W FECHAR GUIA
CTRL +
BOTÃO
ESQ. DO
MOUSE
ABRIR LINK EM
NOVA GUIA
ALT + HOME ABRE PÁG. INICIAL
CTRL + P IMPRIMIR
F5 ATUALIZARCTRL + H ABRE O HISTÓRICO
CTRL + D ADD AOS FAVORITOS
CTRL + F OU
F3
ABRE CAIXA DE
PESQUISA
CTRL + F
LOCALIZAR
CONTEÚDO NA PÁG.
CTRL + J DOWNLOADS
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PROTEÇÃO ALTIMALWARE
FILTRAGEM ACTIVEX
INFORMÁTICA
Ferramentas e aplicativos MEMORIZZE 06 INTERNET EXPLORER – PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
FILTRO SMARTSCREEN
PROTEÇÃO ANTIPHISHING
REPUTAÇÃO DE APLICATIVO
PROTEÇÃO CONTRA RASTREAMENTO
MODO DE EXIBIÇÃO DE COMPATIBILIDADE
Defende o computador de ameaças
Filtra ameaças de sites impostores destinados a adquirir
informações pessoais
Remove todos os avisos desnecessários e mostra avisos
importantes para downloads de alto risco
Para ajudar a impedir que softwares potencialmente
perigosos se infiltrem no computador
O navegador envia por padrão uma mensagem “DO NOT
TRACK” aos sites visitados para evitar rastreamento.
Permite bloquear controles ActiveX e complementos do
navegador WEB. Impossibilita que sítios forneçam conteúdos
sem o consentimento do usuário
Ao ativar o modo de compatibilidade, o usuário ajuda a corrigir
problemas de exibição do site.
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MODO OFF-LINE
SOFTWARE OPENSOURCE
VERSÕES
INFORMÁTICA
Ferramentas e aplicativos MEMORIZZE 07 MOZILLA FIREFOX – PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
FIREFOX SINC
O código fonte é público
Permite que todos os dados de navegação sejam armazenados
nos servidores MOZILLA, com isso poderá ser compartilhado em
todos os dispositivos que também estejam sincronizados
Possui versões para Windows, Linux, Mac OS, iOS e Android
O SYNC pode ser ativado pelo botão do menu ou pelo item FERRAMENTAS, na barra de menus,
ou na aba SYNC, nas opções do FIREFOX
OPÇÕES
O modo off-line navega apenas por sites que foram acessados no
histórico e que possuem conteúdo armazenado no computador.
Fica disponível no item FERRAMENTAS, na barra de MENUS.
Mostra todas as possibilidades e limitações do FIREFOX
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GERENCIADOR DE SENHAS
SINCRONIZAÇÃO
NAVEGADOR LÍDER
INFORMÁTICA
Ferramentas e aplicativos MEMORIZZE 08 GOOGLE CHROME – PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
SANDBOX(CAIXA DE AREIA)
Realizada por meio de uma conta do GMAIL.
O Chrome cria, quando em execução, uma sandbox de modo que
nenhum processo em execução no navegador tenha acesso
direto a recursos sensíveis do computador
Navegador líder do mercado.
É o desenho de uma chave entre o zoom e a estrela.
BOTÃO MENU
Fora da barra de endereços é o único
botão existente. Nele tem a opção
CONFIGURAÇÕES que é o item que
mostra todas as possibilidades e
limitações do Chrome.
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 09 REDE DE COMPUTADORES - CONCEITO
Conexão de 2 ou mais computadores que
permitem o compartilhamento de recursos
e troca de informações entre as máquinas.
Meio físico que conecta dois computadores
– ENLACE DE COMUNICAÇÃO
computadores – são chamados de NÓS
Enlace simples entre um par de nós –
ENLACE PONTO A PONTO
Enlace com mais de um par de nós –
ENLACE MULTIPONTO
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 10 LAN X MAN X WAN
SÃO CLASSIFICADOS DE ACORDO COM A LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA
LAN MAN WAN
Local Area Network – Rede de
alcance local – Ex : Residências,
praças de alimentação e etc.
Metropolitan Area Network – Rede
de alcance metropolitano - Ex:
cidade ou região ou região
metropolitana
Wide Area Network – Rede de
alcance extenso – Ex: País,
continente e etc.
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 11 TOPOLOGIA BÁSICA DE REDES
PONTO - A - PONTO
União de 2 computadores por um meio de transmissão qualquer
Cabo de rede ETHERNET – CROSS OVER
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 12 TOPOLOGIA BÁSICA DE REDES
BARRAMENTO
Todos os computadores são ligados em um mesmo barramento físico de dados.
Quando um dispositivo transmitir um sinal, toda a rede fica ocupada.
Facilidade de instalação e menor
quantidade de cabeamento (baixo
custo)
O acréscimo de novos pontos à rede
afeta diretamente a performance da
rede
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 13 TOPOLOGIA BÁSICA DE REDES
ANEL
Dispositivos conectados em série, formando um circuito fechado (anel).
Os dados são transmitidos de nó em nó até o destino.
Lida bem com acréscimo de novos
usuários na rede, sem impactos
significativos na rede
Basta apenas a falha em nó ou então
em um cabeamento e toda a rede fica
fora do ar
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 14 TOPOLOGIA BÁSICA DE REDES
ESTRELA
A topologia em estrela utiliza cabos de par trançado e um concentrador como ponto
central da rede.
Se um dos cabos, uma das portas do
concentrador ou uma das placas de rede
estiver com problemas, apenas o nó ligado ao
componente defeituoso ficará fora de rede.
O concentrador se encarrega de retransmitir todos os
dados para a estação de destino
Como desvantagem, o concentrador é o ponto
vulnerável da rede
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 15 TOPOLOGIA BÁSICA DE REDES
ÁRVORE
A topologia em árvore é uma série de barras interconectadas
Existe uma barra central onde outros ramos menores se conectam.
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INFORMÁTICA
Rede de computadoresMEMORIZZE 16 TOPOLOGIA BÁSICA DE REDES
FULL MESHED
Todos os dispositivos replicam informações a todos
Rede altamente confiável e altamente redundante
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 17 Fundamentos da Segurança da Informação
CONFIDENCIALIDADE INTEGRIDADE DISPONIBILIDADE AUTENTICIDADE
Acesso a informação
somente por pessoas
autorizadas
Exatidão e
completeza da
informação e dos
métodos de
processamento
Garantia que os
usuários
obtenham acesso
à informação
sempre que
necessário
Garante que a
informação ou o
usuário é
autêntico
C I D A
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 18 Fundamentos da Segurança da Informação
NÃO REPÚDIO
Não é possível negar
uma operação ou serviço
que modificou ou criou
uma informação
LEGALIDADE
Garante a legalidade
jurídica da informação
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 19 MALWARE
MALWARE – “É um termo abreviado para malicious software. Esse software é criado
com o objetivo de obter acesso ou danificar um computador, sem o conhecimento
do proprietário”.
TIPOS DE MALWARE
MALWARE
VÍRUS
SPYWARE
KEYLOGGERS
WORMS ROOTKITS
ADWARE
TROJAN
OUTROS
DICA – NEM TODO
MALWARE É VÍRUS MAS
TODO VÍRUS É UM
MALWARE
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 20 VÍRUS
VÍRUS SIMPLES – AO SER EXECUTADO,
INFLIGE DANOS E SE ANEXA A OUTRO
ARQUIVO, PARA SER REPLICADO. NÃO SE
MODIFICA
VÍRUS ENCRIPTADO – EMBARALHA
SE O VÍRUS PARA QUE ESTE NÃO
SEJA DETECTADO
VÍRUS DE MACRO – ROTINAS
MALICIOSAS EM UM DOCUMENTO.VINCULAM SUAS MACROS A
MODELOS DE DOCUMENTOS E A
OUTROS ARQUIVOS DE MODO QUE
EXECUTE AS INSTRUÇÕES DO VÍRUS
VÍRUS DE SCRIPT – RECEBIDO AO ACESSAR
UMA PÁGINA DA WEB OU POR E-MAIL, PODE
SER AUTOMATICAMENTE EXECUTADO,
DEPENDENDO DA CONFIGURAÇÃO DO
BROWSER OU DO LEITOR DE E-MAILS.
VÍRUS PROPAGADO POR E-MAIL – TENTA
INDUZIR O USUÁRIO A EXECUTÁ-LO.
VÍRUS STEALTH – SÃO VÍRUS
INVISÍVEIS, UM DOS MAIS COMPLEXOS
DA ATUALIDADE, CUJA PRINCIPAL
CARACTERÍSTICA É A INTELIGÊNCIA.
ELES CONSEGUEM SE AUTO
REMOVEREM DA MEMÓRIA
TEMPORARIAMENTE DURANTE A
VARREDURA DE PROGRAMAS DE
ANTIVÍRUS
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 21 WORM
PROGRAMAS AUTORREPLICANTES, QUE PASSAM
DE UM SISTEMA A OUTRO.
NÃO NECESSITAM DE UTILIZAR UM HOSPEDEIRO
PODEM CAUSAR DANOS SEM ATIVAÇÃO DO
USUÁRIO
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 22 VÍRUS X WORM
VÍRUS
PROGRAMA OU PARTE DE
UM PROGRAMA DE
COMPUTADOR
INSERE CÓPIAS DE SI
MESMO, SE TORNANDO
PARTE DE OUTROS
PROGRAMAS
DEPENDE DA EXECUÇÃO DO
PROGRAMA OU ARQUIVO
HOSPEDEIRO PARA SER
ATIVADO
WORMS
PROGRAMA
PROPAGA-SE
AUTOMATICAMENTE PELAS
REDES
(AUTORREPLICANTE)
EXECUÇÃO DIRETA DE
SUAS CÓPIAS OU PELA
EXPLORAÇÃO AUTOMÁTICA
DE VULNERABILIDADES EM
PROGRAMAS INSTALADOS
EM COMPUTADORES
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 23 SPYWARE
PROGRAMA QUE ESPIONA ATIVIDADES DE UM SISTEMA E ENVIA A TERCEIROS. PODEM SER KEYLOGGERS, SCREENLOGGERS OU ADWARES
ADWARES
MOSTRAM
PROPAGANDAS
PARA O USUÁRIO
KEYLOGGERS
CAPTURA O QUE O
USUÁRIO DIGITA
SCREENLOGGERS
REGISTRA OS
MOVIMENTOS DE
MOUSE DE UM
USUÁRIO
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 24 BACKDOOR
PROGRAMA QUE MANTÉM PORTAS ABERTAS
PARA UM INVASOR
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 25 PHISHING
TIPO DE FRAUDE NO QUAL UM GOLPISTA TENTA OBTER DADOS PESSOAIS E FINANCEIROS.
NORMALMENTE FICAM DISFARÇADOS DE INSTITUIÇÕES CONHECIDAS PARA OBTEREM DADOS PESSOAIS.
GOLPISTA ENVIA E-MAIL
PARA VÍTIMA
GOLPISTA VÍTIMA
VÍTIMA CLICA NO E-
MAIL E VAI PARA
WEBSITE IMPOSTOR
WEBSITE IMPOSTOR
IMPOSTOR COLETA
DADOS DA VÍTIMA
WEBSITE VERDADEIRO
GOLPISTA UTILIZA
DADOS DA VÍTIMA
PARA ACESSAR AO
WEBSITE VERDADEIRO
E COMETER A FRAUDE
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 26 ENGENHARIA SOCIAL
PRÁTICAS UTILIZADAS PARA OBTER ACESSO A INFORMAÇÕES POR MEIO DA ENGANAÇÃO OU
EXPLORAÇÃO DA CONFIANÇA DAS PESSOAS.
É UM MÉTODO DE ATAQUE, ONDE ALGUÉM FAZ USO DA
PERSUASÃO, MUITAS VEZES ABUSANDO DA INGENUIDADE
OU CONFIANÇA DO USUÁRIO, PARA OBTER INFORMAÇÕES
QUE PODEM SER UTILIZADAS PARA TER ACESSO NÃO
AUTORIZADO A COMPUTADORES OU INFORMAÇÕES
A DIFERENÇA PARA O FISHING É QUE NESTE NÃO TEM
CONHECIMENTO TÉCNICO UTILIZADO.
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 27 RANSOMWARE
RANSOM = SEQUESTRO
É UM TIPO DE CÓDIGO MALICIOSO QUE
TORNA OS DADOS ARMAZENADOS
INACESSÍVEIS EM UM EQUIPAMENTO. O
IMPOSTOR EXIGE UM PAGAMENTO DE
RESGATE PARA RESTABELECER O ACESSO AO
USUÁRIO.
É UM ATAQUE MODERNO
GERALMENTE UTILIZAM A CRIPTOGRAFIA
PARA BLOQUEAR O ACESSO
UTILIZA O BITCOIN COMO PAGAMENTO
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 28 TROJAN - CAVALO DE TROIA
PROGRAMAS IMPOSTORES, QUE SE PASSAM POR UM PROGRAMA
DESEJÁVEL.
EXECUTAM MAIS FUNÇÕES ALÉM DAQUELAS QUA
APARENTEMENTE O PROGRAMA FOI PROJETADO
CONTÉM CÓDIGOS MALICIOSO QUE QUANDO ATIVADOS, CAUSAM
A PERDA OU ATÉ MESMO O ROUBO DE DADOS
NÃO SE REPLICAM
ASSIM COMO NA HISTÓRIA DA GUERRA ENTRE GREGOS E TROIANOS O
CAVALO DE TROIA APARENTEMENTE SE COMPORTA COMO UM
“PRESENTE” MAS POR DENTRO VEM COM OS CÓDIGOS MALICIOSOS
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 29 PROTEÇÃO – Antivírus
PREVINIR
DETECTAR
ELIMINAR
VÍRUS
CASO SEJA ENCONTRADO ALGUM VÍRUS, ESTE SERÁ
COLOCADO EM QUARENTENA (ISOLA O VÍRUS), OU SERÁ
EXCLUÍDO COMPLETAMENTE.
PRINCIPAL DIFERENÇA ENTRE ANTIVÍRUS PAGOS E
GRATUITOS É QUE AS VERSÕES PAGAS OFERECEM
PROTEÇÕES EXTRAS .
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INFORMÁTICA
Conceitos de proteção e segurançaMEMORIZZE 30 PROTEÇÃO – Firewall
MONITORA O TRÁFEGO DE REDE
PERMITE OU BLOQUEIA TRÁFEGOS
ESPECÍFICOS
PODE SER SOFTWARE/HARDWARE,
ONDE A UNIÃO DOS DOIS É
CONHECIDA COMO “APPLIANCE”.
“PAREDE” de filtro da internet
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FÍSICA
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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FÍSICA
Cinemática escalar, cinemática vetorialMEMORIZZE 01 VELOCIDADE MÉDIA
3,6
3,6
Km/h m/s
MOVIMENTO RETRÓGRADO MOVIMENTO PROGRESSIVO
0
TRAJETÓRIA
∆𝑆 < 0 ∆𝑆 > 0
“Velocidade média é a razão entre a distância
percorrida por um corpo e o tempo gasto
para percorrê-la”.
“Sinal de velocidade negativo significa
movimento contrário a trajetória”
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FÍSICA
Cinemática escalar, cinemática vetorialMEMORIZZE 02 MOVIMENTO UNIFORME (M.U.)
“Movimento Uniforme a velocidade do corpo
é constante e diferente de 0”.
SORVETE
0
TRAJETÓRIA
AB
SE UM CORPO ESTIVER EM SENTIDO OPOSTO, UMA DAS
VELOCIDADES DEVERÁ SER NEGATIVA.
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FÍSICA
Cinemática escalar, cinemática vetorialMEMORIZZE 03 MOVIMENTO UNIFORME VARIADO (M.U.V.)
“Movimento Uniforme Variado a velocidade
do corpo sofre alteração. Temos uma nova
grandeza física - ACELERAÇÃO (a).
“Aceleração é a razão entre a
variação da velocidade e a
intervalo de tempo”
VOVÔ E VOVÓ A TOA
Velocidade – m/s
Tempo – s
a – m/s2
SORVETÃO
VOVÔ FICOU COM VOVÓ
+ 2 AMIGAS SENHORAS
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FÍSICA
MEMORIZZE 04 LEIS DE NEWTON
“FORÇA RESULTANTE É O SOMATÓRIO DE TODAS AS FORÇAS APLICADAS”
F1
F2
F3
F4
FR
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FÍSICA
MEMORIZZE 05 LEIS DE NEWTON – 1° LEI DE NEWTONPRINCÍPIO DA INÉRCIA – 1° LEI DE NEWTON
Um corpo em movimento tende a permanecer em movimento e um corpo em repouso tende a
permanecer em repouso.
ÔNIBUS PARADO EM RELAÇÃO A TERRA ÔNIBUS PARTE BRUSCAMENTE
Se a soma das forças atuantes sobre um corpo for nula, FR = 0, o corpo se manterá por inércia.
O passageiro de trás não estava segurando no apoio, portanto FR = 0, com isso devido ao princípio da inércia
permanece em seu estado de repouso em relação a terra
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FÍSICA
MEMORIZZE 06 LEIS DE NEWTON – 2° LEI DE NEWTONPRINCÍPIO DA INÉRCIA – 2° LEI DE NEWTON
“Se a força resultante não for nula, o corpo sofrerá uma aceleração que vai alterar sua
velocidade”
De acordo com a 2° lei de Newton, a força resultante é igual o produto da massa pela
aceleração
FORÇA = 40 N FORÇA = 40 N
PESO = 20 KG PESO = 10 KG
ACELERAÇÃO = 2 m/s2 ACELERAÇÃO = 4 m/s2
Ao aplicar uma força em um corpo, o movimento éalterado mas não de mesma forma, pois
corpos com menor massa possuem menor aceleração
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FÍSICA
MEMORIZZE 07 LEIS DE NEWTON – 3° LEI DE NEWTONAÇÃO E REAÇÃO – 3° LEI DE NEWTON
“Quando um corpo exerce uma força sobre outro, simultaneamente este outro reage sobre o primeiro aplicando-lhe uma força de
mesma intensidade, mesma direção, mas sentido contrário”
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FÍSICA
MEMORIZZE 08 TRABALHOTrabalho
τ = F.d FORÇA FORÇA
DISTÂNCIA
TRABALHO MOTOR
FORÇA FORÇA
DISTÂNCIA
τ = -F.d
TRABALHO RESISTENTE
“Trabalho é uma medida da energia transferida pela aplicação de uma força ao longo de um deslocamento”.
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FÍSICA
MEMORIZZE 09 TRABALHOTrabalho
“Trabalho é uma medida da energia transferida pela aplicação de uma força ao longo de um deslocamento”.
τ = F.d.cos 𝜃
FORÇA FORÇA
DISTÂNCIA
𝜃 𝜃
FORÇA NORMAL
FORÇA PESO
fat𝑓𝑎𝑡 = μ . N
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FÍSICA
MEMORIZZE 10 POTÊNCIAPOTÊNCIA
“Potência mede a rapidez com que se realiza um trabalho”.
τ – Joules
T – Segundos
P – J/s = W (Watt)
Como d/t = V
Potmed= 𝑭. 𝑽
FORÇA FORÇA
DISTÂNCIA
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FÍSICA
MEMORIZZE 11 ENERGIA CINÉTICAEnergia cinética, potencial e atrito
“É a energia ligada ao movimento dos corpos. Resulta da transferência de energia do sistema que põe o
corpo em movimento.
“O trabalho total realizado sobre um corpo que se
desloca entre os pontos A e B é igual à variação da
energia cinética entre esses dois pontos.”
ENERGIA
POTENCIAL
ENERGIA CINÉTICA
h
v
Tem altura – energia potencial
Tem velocidade – energia cinética
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FÍSICA
MEMORIZZE 12 ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONALEnergia cinética, potencial e atrito
“Energia potencial gravitacional é a energia que o corpo possui devido a atração gravitacional da Terra”.
“Desta forma, a energia potencial gravitacional depende da posição do corpo em relação a um nível de referência”.
ENERGIA
POTENCIAL
ENERGIA CINÉTICA
h
v
Tem altura – energia potencial
Tem velocidade – energia cinética
𝐸𝑃𝐺 = m.g.h
𝐸𝑃𝐺 = m.g.h
𝐸𝑐 = (m.v
2)/2
𝐸𝑃𝐺 = m.g.h = 0
Referencial
h1
h2
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FÍSICA
MEMORIZZE 13 ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL X
ENERGIA CINÉTICA
Energia cinética, potencial e atrito
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FÍSICA
MEMORIZZE 14
ENERGIA MECÂNICA
Energia cinética, potencial e atrito
ENERGIA MECÂNICA = ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL + ENERGIA CINÉTICA + ENERGIA POTENCIAL ELÁSTICA
ENERGIA
MECÂNICA
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FÍSICA
MEMORIZZE 15
ATRITO – Grandeza adimensional
Energia cinética, potencial e atrito
ATRITO ESTÁTICO ATRITO DINÂMICO
FORÇA
fat
CORPO EM REPOUSO
𝑓𝑎𝑡𝑚á𝑥 = μe . N
𝐹𝑜𝑟ç𝑎 𝑛𝑜𝑟𝑚𝑎𝑙 = Peso
FORÇA
fat
ACELERAÇÃO
𝑓𝑎𝑡 = μd . N
𝐹𝑜𝑟ç𝑎 𝑛𝑜𝑟𝑚𝑎𝑙 = Peso
CORPO JÁ EM MOVIMENTO
FORÇA NORMAL
PESO = m.g
*IMINÊNCIA DE
MOVIMENTO – CORPO ESTÁ
QUASE ENTRANDO EM
MOVIMENTO (fat (máx.).
FORÇA NORMAL
PESO = m.g
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FÍSICA
MEMORIZZE 16 CONSERVAÇÃO DE ENERGIAConservação de energia
EM UM SISTEMA CONSERVATIVO A ENERGIA INICIAL É IGUAL A ENERGIA FINAL
*sem atrito – conservação de energia não considera o atrito.
Etotal A = Etotal B
Ec A + Epg A + Epel A = Ec B + Epg B + Epel BPARTE DO
REPOUSO
Epg A = Ec B
m.g.h = m.vb2/2
(10.5).2 = vb2
Vb = 10m/s
Fazer da mesma forma para VC - Etotal A = Etotal C
m.g.h = m.Vc2/2 + m.g.h
10.5 = Vc2/2 + 10.4
Vc = 20 m/s
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FÍSICA
MEMORIZZE 17 IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO
FORÇA
Δt
IMPULSO = FORÇA X INTERVALO DE TEMPO
“Impulso e força tem a mesma direção e
sentido”.
IMPULSO = N.s
Área é igual ao
impulso em um
gráfico F x t
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 01 HISTÓRIA
24 de Julho 1928
Polícia Rodoviária
Federal (PRF) foi
criada pelo
presidente
Washington Luís
Através do Decreto
nº 18.323
Definia as regras de
trânsito à época,
com a denominação
inicial de “Polícia
de Estradas”.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 02 HISTÓRIA
Antônio Félix
Filho, o
“Turquinho”
(1°patrulheiro
rodoviário
federal)
Chamado pelo
administrador
Natal Crosato, a
mando do
engenheiro-chefe
da Comissão de
Estradas de
Rodagem, Yeddo
Fiúza, para
organizar os
serviços de
vigilância das
rodovias Rio-
Petrópolis, Rio-
São Paulo e
União Indústria.
Recebeu a
missão de zelar
pela segurança
das rodovias
federais e foi
nomeado
Inspetor de
Tráfego, contava
com cerca de
450 “vigias” da
Comissão de
Estradas de
Rodagem
(CER).
1935, Yeddo Fiúza
indicou Carlos
Rocha Miranda
para organizar a
estrutura da Polícia
das Estradas,
auxiliado por
Turquinho. Juntos
criaram, no dia 23
de julho de 1935, o
primeiro quadro de
policiais da hoje
Polícia Rodoviária
Federal,
denominados, a
época, “Inspetores
de Tráfego
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 03 HISTÓRIA
Antônio Felix Filho ficou com a
plaqueta nº 1. Ele foi incumbido de
chefiar uma equipe com 13
componentes e, ainda, ficou responsável
pelo primeiro posto de fiscalização da
Polícia Rodoviária Federal, que foi
construído na estrada Rio-Petrópolis,
numa localidade denominada
Castanhinha.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 04 HISTÓRIA
Até meados de
1939, o Sistema
Rodoviário incluía
apenas as rodovias
Rio-Petrópolis Rio-São Paulo Rio-Bahia União Indústria
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 05 HISTÓRIA
• Somente em 1943,
no estado do Paraná,
foi criado um Núcleo
da Polícia das
Estradas.
• Objetivo de exercer o
policiamento de
trânsito em rodovias
em construção
naquele estado.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 06 HISTÓRIA
Passo importante
para o exercício
das atividades da
Polícia das
Estradas.
Transformação da
Comissão Nacional de
Estradas de Rodagem
no Departamento
Nacional de Estradas de
Rodagem – DNER,
conforme a Lei nº 467
de 31 de julho de 1937.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 07 HISTÓRIA
Decreto-Lei nº 2.994 de
28 de janeiro de 1941
Criação do primeiro
Código Nacional de
Trânsito
Setembro de 1941
Emenda no Código
Nacional de Trânsito
que criou o CONTRAN
e os CETRANS
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 08 HOSTÓRIA
Decreto 8.463
(Lei Joppert)
27 de
dezembro de
1945
Reorganizou o
Departamento Nacional
de Estradas de Rodagem
(DNER)
O nome “Polícia
Rodoviária
Federal” foi
sugerido pelo
engenheiro Ciro
Soares de Almeida
Nasceu a
denominação de
PolíciaRodoviária
Federal
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 09 HISTÓRIA
5 de setembro de 1947
Polícia Rodoviária Federal criou o Grupo de Motociclistas com a missão de
realizar o batedor do presidente (Harry S. Truman ) dos EUA , que veio a cidade de
Petrópolis
A Polícia Rodoviária Federal recebeu
25 motocicletas da marca Harley
Davidson
E o restante foi distribuído para vários
estados brasileiros
Ao término da missão, 10
motocicletas ficaram no RJ
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 10 HISTÓRIA
A PRF era
supervisionada pela
Divisão de
Conservação,
Pavimentação e
Tráfego – DCPT –
do DNER.
Em 12 de dezembro
de 1957, com a
assinatura do
Decreto nº 42.799, a
PRF passou a fazer
parte da Divisão de
Trânsito
Desligou-se,
assim, do DCPT e
concentrou seu
comando na área
central do DNER
Até Dezembro de 1957
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 11 HISTÓRIA
O Departamento Nacional de Estradas
de Rodagens adotou para os seus
funcionários a CLT, e a primeira
turma a ser contratada neste
regime foi a de 1965
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 12 HISTÓRIA
Foi assinado o Decreto Lei nº
512, regulando a Poli ́tica
Nacional de Viação
Rodoviária, fixando diretrizes
para a reorganização do
Departamento Nacional de
Estradas de Rodagem.
21 de março de 1969
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 13 HISTÓRIA
Assinatura do Decreto nº 74.606, que
dispôs sobre a estrutura básica do
Departamento Nacional de Estradas de
Rodagem, foi criada a Diretoria de
Trânsito e, integrada a ela, a
Divisão de Poli ́cia Rodoviária
Federal.
24 de setembro de 1974
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 14 HISTÓRIA
50 anos após sua fundação, a PRF recebeu
as primeiras policiais em seus quadros.
No concurso realizado naquele ano, com
vagas distribuídas para todo Brasil, 5
mulheres foram aprovadas.
1978
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 15 HISTÓRIA
Com o advento da Constituição de 1988, a
Poli ́cia Rodoviária Federal foi
institucionalizada e integrada ao
Sistema Nacional de Segurança Pública.
Inserida no Art. 144, no Título V – Da Defesa do
Estado e das Instituições Democráticas, Capítulo
III – Da Segurança Pública, a PRF ganha
definitivamente o status de instituição
permanente de Estado, atuando no
policiamento e na fiscalização de rodovias e de
áreas de interesse da União.
1988
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 16 HISTÓRIA
Por meio da Lei nº 8.028, de 12 de abril de 1990, e do Decreto no 11, de
18/01/91, a Poli ́cia Rodoviária Federal passou a integrar a
estrutura organizacional do Ministério da Justiça como Departamento
de Polícia Rodoviária Federal.
Posteriormente, o Departamento de Polícia Rodoviária Federal,
através do Decreto nº 761, de 19/02/93, passou a integrar a
estrutura regimental da Secretaria de Trânsito do
Ministério da Justiça.
Posteriormente, através do Decreto nº 1.796, de 24/01/96, o
DPRF passou a integrar a estrutura regimental da Secretaria
de Planejamento de Ações Nacionais de Segurança
Pública do Ministério da Justiça.
Em 3 de outubro de 1995, a Polícia Rodoviária Federal tem suas
atribuições definidas com a publicação do Decreto nº 1.655, o
qual possui validade e dita as competências até os dias de hoje.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 17 HISTÓRIA
No ano de 2018, por ordem do presidente
da república, Michel Temer, foi instituído o
Ministério Extraordinário da
Segurança Pública, logo deixando o
status de extraordinário e se tornando
Ministério da Seguranc ̧a Pública, o
qual arrastou para sua estrutura
organizacional os órgãos de segurança
pública que antes estavam subordinados
ao Ministério da Justiça, dentre os quais, a
Polícia Rodoviária Federal.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 18 GRANDES EVENTOS ESPORTIVOS
Os grandes eventos
esportivos no Brasil
exigiram alta
performance das
instituições de segurança
pública
Pan-americanos e Parapan-
americanos
2007
Copa das Confederações
2012
Jornada Mundial da Juventude
2012
Copa Fifa de Futebol
2014
Jogos Olímpicos e Paralímpicos
2016
Primeiro desafio
em um grande evento
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 19 GRANDES EVENTOS ESPORTIVOS
A PRF destacou-se nas escoltas
• dos Chefes de Estado
• das Delegações de atletas
• da Tocha Olímpica
• das competições de rua
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 20 ATUALIDADE
A PRF exerce forte presença na
prevenção e repressão ao crime,
especialmente no combate ao
Roubo e
Furto de
veículos e
cargas
Tráfico de
drogas e
armas
Contrabando
e
Descaminho
Sonegação
fiscal
Exploração
sexual de
crianças e
adolescentes
Tráfico de
pessoas
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 21 ATUALIDADE
E mantém relacionamento estreito com instituições de segurança da Espanha e Portugal,
além de ser membro da International Association of Chiefs of Police (IACP – América
Latina) e da UNECE (Economic Commission for Europe).
PRF assinou acordos
de cooperação com duas
organizações
internacionais que são
referências no segmento
de segurança pública
Immigration and Customs
Enforcement (ICE)
Drug Enforcement Agency
(DEA)
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 22 TECNOLOGIA
Tudo isso para
aumentar a
eficiência dos
resultados
institucionais
Aplicativos de
acesso a câmeras
de monitoramento
Informações
sobre pessoas e
veículos com
restrições judiciais
Mapas de
localização das
viaturas mais
próximas Sinalizadores de
tráfego
automatizados
Inteligência
policial
OBS: Os recursos tecnológicos são variados, com destaque para softwares de big data.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 23 TRÂNSITO
Fiscalização de trânsito é a
principal atividade exercida
pela PRF
Mais de 70 mil
quilômetros de
rodovias federais
Responsável pela
fluidez e organização
do tráfego e pela
segurança de
veículos e usuários
da 4ª maior malha
viária do planeta
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 24 TRÂNSITO
• Cinema Rodovia ́rio
Onde o profissional de transporte de cargas e
passageiros é convidado para uma rodada de
palestras e vídeos sobre o trânsito.
• Fetran
É um festival temático infantil sobre trânsito,
aproximando as futuras gerações do tema
trânsito de uma forma leve e lúdica.
Dois grandes programas muito bem aceitos pelo público:
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 25 CAPACITAÇÃO
Foi criado um novo
Regimento Interno para
a PRF, estruturando o
ensino como atribuição
do Núcleo de Normas e
Capacitação na sede
do DPRF e nas
Superintendências dos
Setoresde Legislação
de Pessoal
Foi realizado o primeiro
Curso de Formação de
Instrutores (CFI) com
gestão da própria
instituição, fato que
alavancou a
multiplicação do ensino
na instituição
A PRF deu início a uma
nova etapa em sua
produção de
conhecimento, criando
um local exclusivo para
ações de capacitação.
A criação da Academia
Nacional da PRF
(ANPRF)
1999 2004 2012
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 26 AÇÃO ESPECIALIZADA
Exigem Especialização
Policiamento especializado
Choque
Cinotecnia
Fiscalização de produtos
perigosos
Conjunto de técnicas
para criação e treino
de cães.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 27 AÇÃO ESPECIALIZADA
Na PRF, o Comando de Operações
Especializadas é a unidade
responsável por subsidiar a
Coordenação-Geral de
Operações – CGO, produzindo
análise criminal e propondo diretrizes
para o policiamento ostensivo rodoviário
e especializado na prevenção e
enfrentamento ao crime, planejando,
fomentando e supervisionando essas
atividades.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 28 ÁREAS ESPECIALIZADAS
Escolta Batedor Motopoli-
ciamento
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 29 ÁREAS ESPECIALIZADAS
Operações de em controle de
distúrbios – é uma atividade na qual
o policial deve utilizar ferramentas
psicomotoras e cognitivas em
situações complexas, que forçam a
tomadas de decisão rápidas e
assertivas, em meio a cenários
conflituosos, sob demasiado estresse.
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 30 ÁREAS ESPECIALIZADAS
GRUPO DE
RESPOSTA
RÁPIDO
(GRR)
Foco em ocorrências
criminais complexas,
em todo o Brasil
Situado em Brasília e
subordinado ao
Comando de
Operações
Especializadas da PRF
(COE).
Seu acionamento é
pautado na resposta
rápida a situações
especiais, operações de
grande sensibilidade,
relevância e urgência
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HISTÓRIA DA PRF
MEMORIZZE 31
ÁREAS ESPECIALIZADAS
Policiamento
com cães
Locais de
fiscalização são
bem
diversificados.
Operações
aéreas
A Divisão de
Operações
Aéreas (DOA) da
PRF foi
estabelecida em
junho de 1999.
Atendimento
pré-hospitalar
Pronta resposta a
urgências e
emergências a
acidentados, fora
do ambiente
hospitalar.
Perícia
Implantada em
2013.
ÁREAS ESPECIALIZADAS
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
TRÂNSITO
Considera-se trânsito a
utilização das vias por
pessoas, veículos e
animais, isolados ou em
grupos, conduzidos ou
não, para fins de
circulação, parada,
estacionamento e
operação de carga ou
descarga.
O trânsito, em
condições seguras, é
um direito de todos e dever
dos órgãos e entidades
componentes do Sistema
Nacional de Trânsito, a
estes cabendo, no âmbito
das respectivas
competências, adotar as
medidas destinadas a
assegurar esse direito.
Os órgãos e entidades
componentes do Sistema
Nacional de Trânsito
respondem, no âmbito das
respectivas competências,
objetivamente, por danos
causados aos cidadãos em
virtude de ação, omissão ou
erro na execução e
manutenção de programas,
projetos e serviços que
garantam o exercício do direito
do trânsito seguro.
MEMORIZZE 01
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
PRIORIDADES
DEFESA DA VIDA
PRESERVAÇÃO DA
SAÚDE
PRESERVAÇÃO DO
MEIO AMBIENTE
OBJETIVOS BÁSICOS
I - estabelecer diretrizes da Política Nacional de
Trânsito, com vistas à segurança, à fluidez, ao
conforto, à defesa ambiental e à educação para o
trânsito, e fiscalizar seu cumprimento;
II - fixar, mediante normas e procedimentos, a
padronização de critérios técnicos, financeiros e
administrativos para a execução das atividades de
trânsito;
III - estabelecer a sistemática de fluxos permanentes de
informações entre os seus diversos órgãos e entidades,
a fim de facilitar o processo decisório e a integração do
Sistema.
MEMORIZZE 02
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
TIPOS DE VIAS
VIAS TERRESTRES URBANAS E RURAIS
RUAS
AVENIDAS
CAMINHOS
PASSAGENS
LOGRADOUROS
ESTRADAS
RODOVIAS
PRAIAS ABERTAS A
CIRCULAÇÃO
VIAS INTERNAS DE
CONDOMÍNIOS
CONSTITUÍDOS POR
UNIDADES
AUTÔNOMAS
VIAS E ÁREAS DE
ESTCIONAMENTO DE
ESTABELECIMENTOS
PRIVADOS DE USO
COLETIVO
MANTIDAS
PELO PODER
PÚBLICO
MANTIDAS
POR
PARTICULARES
MEMORIZZE 03
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VIAS TERRESTRES RURAIS
VIAS TERRESTRES RURAIS
Tipos
de via
Características
Rodovias
Vias rurais
pavimentadas
Estradas
Vias rurais não
pavimentadas
MEMORIZZE 04
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VIAS TERRESTRES RURAIS - RODOVIA
LIMITE DE VELOCIDADE NAS VIAS NÃO SINALIZADAS
RODOVIA DE
PISTA DUPLA
110
km/h
90 km/h
RODOVIA DE
PISTA
SIMPLES
100
km/h
90 km/h
PARA AUTOMÓVEIS,
CAMIONETAS E
MOTOCICLETAS
PARA OS DEMAIS
VEÍCULOS
PARA AUTOMÓVEIS,
CAMIONETAS E
MOTOCICLETAS
PARA OS DEMAIS
VEÍCULOS
ATENÇÃO: O órgão ou entidade de trânsito ou rodoviário com circunscrição sobre a via poderá regulamentar,
por meio de sinalização, velocidades superiores ou inferiores a essas estabelecidas acima.
MEMORIZZE 05
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VIAS TERRESTRES RURAIS - ESTRADA
ESTRADAS
60 km/hPARA TODOS
OS VEÍCULOS
LIMITE DE VELOCIDADE NAS VIAS NÃO SINALIZADAS
ATENÇÃO: O órgão ou entidade de trânsito ou rodoviário com circunscrição sobre a via poderá regulamentar,
por meio de sinalização, velocidades superiores ou inferiores a essas estabelecidas acima.
MEMORIZZE 06
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VIAS TERRESTRES URBANAS
VIAS TERRESTRES URBANAS
Tipos
de via
Limite de Velocidade nas vias
não sinalizadas
Características
Trânsito
Rápido
80 km/h
Não há semáforos, cruzamento
ou retornos.
Arterial 60 km/h
Há semáforos e cruzamentos,
liga bairros.
Coletora 40 km/h
Há semáforos e cruzamentos,
dentro do bairro.
Local 30 km/h
Não há semáforos, mas há
cruzamento. Destinada apenas
ao acesso local ou a áreas
restritas.
MEMORIZZE 07
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VELOCIDADE MÍNIMA
VELOCIDADE
MÍNIMA
VELOCIDADE
MÁXIMA
NÃO PODERÁ SER INFERIOR Á
ATENÇÃO
A velocidade mínima não poderá ser inferior à metade da velocidade máxima estabelecida, respeitadas as condições
operacionais de trânsito e da via. Ou seja, se as condições da via estiverem adversas (temporal, engarrafamento), você
poderá circular com velocidade inferior a mínima.
MEMORIZZE 08
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITOCONJUNTO
DE ÓRGÃO E
ENTIDADES
DA:
FINALIDADE:
UNIÃO, ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E
MUNICÍPIOS
O EXERCÍCIO DAS ATIVIDADES DE PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO,
NORMATIZAÇÃO, PESQUISA, REGISTRO E LICENCIAMENTO DE
VEÍCULOS, FOMRAÇÃO, HABILITAÇÃO E RECICLAGEM DE
CONDUTORES, EDUCAÇÃO, ENGENHARIA, OPERAÇÃO DO SISTEMA
VIÁRIO, POLICIAMENTO, FISCALIZAÇÃO, JULGAMENTO DE INFRAÇÕES
E DE RECURSOS E APLICAÇÃO DE PENALIDADES.
MEMORIZZE 09
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
O Presidente
da República
Designará o ministério
ou órgão da
Presidência
responsável pela
coordenação máxima
do Sistema Nacional
de Trânsito
ao qual estará
vinculado o
CONTRAN e
subordinado o
DENATRAN
Atualmente MINISTÉRIO
DAS CIDADES
MEMORIZZE 10
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO - COMPOSIÇÃO
COMPÕE
O SNT
CONTRAN
Os órgãos e
entidades executivos
de trânsito da União,
dos Estados, do
Distrito Federal e dos
Municípios
Os órgãos e entidades
executivos rodoviários da
União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos
Municípios
JARI
As Polícias Militares dos
Estados e do Distrito
Federal
PRF
CONTRANDIFE
CETRAN
MEMORIZZE 11
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO - COMPOSIÇÃO
CONTRAN
Conselho
Nacional de
Trânsito
Órgão
(colegiado)
normativo e
consultivo em
âmbito
Nacional
vinculado ao
Ministério das
Cidades
Sede no Distrito
Federal e
presidido pelo
dirigente do
DENATRAN
CONTRANDIFE
Conselho de
Trânsito do
Distrito
Federal
Órgão
colegiado com
prerrogativas
semelhantes ao
CONTRAN só
que em âmbito
do Distrito
Federal
Presidente
nomeado pelo
Governador do
Distrito Federal
CETRAN
Conselho
Estaduais de
Trânsito
Órgãos
colegiados com
prerrogativas
semelhantes ao
CONTRAN só
que em âmbito
Estadual
Presidentes
nomeados
pelos
respectivos
Governadores
do Estado
JARI
Juntas
Administrativas
de Recursos e
Infrações
Órgãos
colegiados
responsáveis
pelo julgamento
dos recursos
interpostos
contra
penalidades por
eles impostas.
Regimento
próprio, apoio
administrativo e
financeiro do
órgão ou entidade
junto ao qual
funcionem
DENATRAN
Departamento
Nacional de
trânsito
Órgão máximo
executivo da
União
Tem vínculo de
subordinação
ao Ministério
das Cidades
MEMORIZZE 12
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
DENATRAN
Estabelecer
procedimentos sobre a
aprendizagem e habilitação
de condutores de veículos, a
expedição de documentos de
condutores, de registro e
licenciamento de veículos.
Expedir a Permissão para
Dirigir, a Carteira Nacional de
Habilitação, os Certificados
de Registro e o de
Licenciamento Anual
mediante delegação aos
órgãos executivos dos
Estados e do Distrito Federal.
Organizar e manter o
Registro Nacional de
Carteiras de Habilitação –
RENACH.
Organizar e manter o
Registro Nacional de
Veículos Automotores –
RENAVAM.
Organizar a estatística
geral de trânsito no território
nacional, definindo os dados
a serem fornecidos pelos
demais órgãos e promover
sua divulgação.
Estabelecer modelo
padrão de coleta de
informações sobre as
ocorrências de acidentes de
trânsito e as estatísticas do
trânsito.
Restar suporte técnico,
jurídico, administrativo e
financeiro ao CONTRAN.
Organizar e manter o
Registro Nacional de
Infrações de Trânsito
Expedir a permissão
internacional para conduzir
veículo e o certificado de
passagem nas alfândegas
mediante delegação aos
órgãos executivos dos
Estados e do Distrito Federal
(DETRAN) ou a entidade
habilitada para esse fim pelo
poder público federal;
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DO DENATRAN
MEMORIZZE 13
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CONTRAN
COMPOSIÇÃO
DO CONTRAN
da Ciência e Tecnologia;
da Educação e do Desporto
do Exército
do Meio Ambiente e da Amazônia Legal
dos Transportes;
do ministério ou órgão coordenador máximo do Sistema Nacional de
Trânsito (MINISTÉRIO DAS CIDADES)
da Saúde
da Justiça
do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)
REPRESENTANTES DOS MINISTÉRIOS:MEMORIZZE 14
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CONTRAN
Estabelecer as
normas
regulamentares
referidas neste Código e
as diretrizes da Política
Nacional de Trânsito.
coordenar os órgãos
do Sistema Nacional de
Trânsito, objetivando a
integração de suas
atividades.
estabelecer as
diretrizes do regimento
das JARI.
Zelar pela uniformidade e
cumprimento das normas
contidas neste Código e
nas resoluções
complementares.
estabelecer e
normatizar os
procedimentos para a
aplicação das multas por
infrações, a arrecadação
e o repasse dos valores
arrecadados.
responder às
consultas que lhe forem
formuladas, relativas à
aplicação da legislação
de trânsito.normatizar os
procedimentos sobre a
aprendizagem, habilitação,
expedição de documentos
de condutores, e registro e
licenciamento de veículos.
normatizar o processo
de formação do candidato
à obtenção da Carteira
Nacional de Habilitação,
estabelecendo seu
conteúdo didático-
pedagógico, carga horária,
avaliações, exames,
execução e fiscalização.
aprovar,
complementar ou
alterar os dispositivos de
sinalização e os dispositivos
e equipamentos de trânsito.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DO CONTRAN
dirimir conflitos sobre
circunscrição e
competência de trânsito
no âmbito da União, dos
Estados e do Distrito
Federal.
MEMORIZZE 15
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CÂMARAS TEMÁTICAS
As Câmaras Temáticas são órgãos técnicos
vinculados e criados pelo CONTRAN
Objetivo: estudar e oferecer sugestões e
embasamento técnico sobre assuntos
específicos para decisões daquele colegiado
Cada Câmara é constituída por especialistas representantes de órgãos e
entidades executivos da União, dos Estados, ou do Distrito Federal e dos
Municípios, em igual número, pertencentes ao Sistema Nacional de
Trânsito, além de especialistas representantes dos diversos segmentos
da sociedade relacionados com o trânsito
MEMORIZZE 16
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CETRANs E CONTRANDIFE
Elaborar normas no
âmbito das respectivas
competências.
Julgar os recursos
interpostos contra
decisões:
a) das JARI;
b) dos órgãos e
entidades
executivos
estaduais, nos casos
de inaptidão
permanente constatados
nos exames de
aptidão física,
mental ou
psicológica.
Responder a
consultas relativas à
aplicação da legislação
e dos procedimentos
normativos de trânsito.
Estimular e orientar
a execução de
campanhas educativas
de trânsito.
Acompanhar e
coordenar as
atividades de
administração,
educação, engenharia,
fiscalização,
policiamento ostensivo
de trânsito, formação de
condutores, registro e
licenciamento de
veículos, articulandoos
órgãos do Sistema no
Estado, reportando-se
ao CONTRAN.
Dirimir conflitos sobre
circunscrição e
competência de trânsito
no âmbito dos
Municípios.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DOS CETRANs E
CONTRANDIFE
MEMORIZZE 17
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ÓRGÃO EXECUTIVO
ÓRGÃO
EXECUTIVO
RODOVIÁRIO DE
TRÂNSITO
No âmbito da União o órgão
máximo é o DNIT (Departamento
Nacional de Infraestrutura de
Transportes) que é vinculado ao
Ministério dos Transportes
ÓRGÃO
EXECUTIVO DE
TRÂNSITO
Mais conhecido
como os
DETRANs dos
Estados e do
Distrito Federal
MEMORIZZE 18
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ÓRGÃO EXECUTIVO RODOVIÁRIO DE TRÂNSITO
Planejar, projetar,
regulamentar e
operar o trânsito de
veículos, de pedestres e de
animais, e promover o
desenvolvimento da
circulação e da segurança
de ciclistas.
Implantar, manter e
operar o sistema de
sinalização, os dispositivos
e os equipamentos de
controle viário.
Estabelecer, em
conjunto com os órgãos de
policiamento ostensivo de
trânsito, as respectivas
diretrizes para o
policiamento ostensivo de
trânsito.
Executar a fiscalização
de trânsito, autuar, aplicar
as penalidades de
advertência, por escrito, e
ainda as multas e medidas
administrativas cabíveis,
notificando os infratores e
arrecadando as multas que
aplicar.
Fiscalizar o
cumprimento da norma
contida no art. 95,
aplicando as penalidades e
arrecadando as multas
nele previstas.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DO ÓRGÃO
EXECUTIVO RODOVIÁRIO DE TRÂNSITO
Vistoriar veículos que
necessitem de autorização
especial para transitar e
estabelecer os requisitos
técnicos a serem
observados para a
circulação desses veículos.
MEMORIZZE 19
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ÓRGÃOS EXECUTIVOS DE TRÂNSITO DOS ESTADOS E DO DF
Realizar, fiscalizar e
controlar o processo
de formação,
aperfeiçoamento,
reciclagem e
suspensão de
condutores, expedir e
cassar Licença de
Aprendizagem,
Permissão para Dirigir
e Carteira Nacional de
Habilitação,
mediante
delegação do órgão
federal competente
Vistoriar, inspecionar
quanto às condições de
segurança veicular,
registrar, emplacar, selar a
placa, e licenciar veículos,
expedindo o Certificado de
Registro e o
Licenciamento Anual,
mediante delegação do
órgão federal competente
(DENATRAN).
Estabelecer, em
conjunto com as Polícias
Militares, as diretrizes
para o policiamento
ostensivo de trânsito.
executar a fiscalização
de trânsito, autuar e
aplicar as medidas
administrativas cabíveis
pelas infrações previstas
neste Código,
excetuadas aquelas
relacionadas nos incisos
VI e VIII do art. 24, no
exercício regular do
Poder de Polícia de
Trânsito.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS EXECUTIVOS DE
TRÂNSITO DOS ESTADOS E DO DF (DETRAN)
Aplicar as penalidades
por infrações previstas
neste Código, com
exceção daquelas
relacionadas nos
incisos VII e VIII do
art. 24, notificando os
infratores e arrecadando
as multas que aplicar.
Comunicar ao órgão executivo de trânsito da União a
suspensão e a cassação do direito de dirigir e o
recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação.
MEMORIZZE 20
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ÓRGÃOS EXECUTIVOS DE TRÂNSITO DOS MUNICÍPIOS
Executar a fiscalização de trânsito em vias terrestres, edificações de uso público e
edificações privadas de uso coletivo, autuar e aplicar as medidas administrativas
cabíveis e as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de
circulação, estacionamento e parada previstas neste Código, no exercício regular do poder de
polícia de trânsito, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar, exercendo
iguais atribuições no âmbito de edificações privadas de uso coletivo, somente para infrações de
uso de vagas reservadas em estacionamentos.
Aplicar as penalidades de
advertência por escrito e
multa, por infrações de
circulação, estacionamento e
parada previstas neste
Código, notificando os
infratores e arrecadando as
multas que aplicar.
Implantar, manter e
operar sistema de
estacionamento rotativo pago
nas vias.
Fiscalizar, autuar e
aplicar as penalidades e
medidas administrativas
cabíveis relativas a infrações
por excesso de peso,
dimensões e lotação dos
veículos, bem como notificar e
arrecadar as multas que
aplicar.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS EXECUTIVOS DE
TRÂNSITO DOS MUNICÍPIOS
Planejar e implantar
medidas para redução da
circulação de veículos e
reorientação do tráfego, com o
objetivo de diminuir a emissão
global de poluentes.
Registrar e licenciar, na
forma da legislação, veículos
de tração e propulsão
humana e de tração animal,
fiscalizando, autuando,
aplicando penalidades e
arrecadando multas
decorrentes de infrações.
Conceder autorização para
conduzir veículos de
propulsão humana e de
tração animal.
MEMORIZZE 21
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
JARI
Julgar os recursos
interpostos pelos
infratores.
Solicitar aos órgãos e
entidades executivos de
trânsito e executivos
rodoviários informações
complementares
relativas aos recursos,
objetivando uma melhor
análise da situação
recorrida.
Encaminhar aos
órgãos e entidades
executivos de trânsito e
executivos rodoviários
informações sobre
problemas observados
nas autuações e
apontados em recursos,
e que se repitam
sistematicamente.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DA JARI
MEMORIZZE 22
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PRF
Cumprir e fazer
cumprir a legislação e
as normas de trânsito,
no âmbito de suas
atribuições.
Aplicar e arrecadar
as multas impostas
por infrações de trânsito,
as medidas
administrativas
decorrentes e os valores
provenientes de estada
e remoção de veículos,
objetos, animais e
escolta de veículos de
cargas
superdimensionadas ou
perigosas.
Coletar dados
estatísticos e elaborar
estudos sobre acidentes
de trânsito e suas
causas, adotando ou
indicando medidas
operacionais preventivas
e encaminhando-os ao
órgão rodoviário federal.
Efetuar levantamento
dos locais de acidentes
de trânsito e dos
serviços de
atendimento, socorro e
salvamento de vítimas.
Credenciar os
serviços de escolta,
fiscalizar e adotar
medidas de segurança
relativas aos serviços de
remoção de veículos,
escolta e transporte de
carga indivisível.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DA PRF
Realizar o
patrulhamento
ostensivo, executando
operações relacionadas
com a segurança
pública, com o objetivo
de preservar a ordem,
incolumidade das
pessoas, o patrimônio
da União e o de
terceiros.
Implementar as
medidas da Política
Nacional de Segurança
e Educação de Trânsito.
MEMORIZZE 23
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PRF
Promover e participar de
projetos e programas de educação
e segurança, de acordo com as
diretrizes estabelecidas pelo
CONTRAN.
Integrar-se a outros órgãos e
entidades do Sistema Nacional de
Trânsito para fins de arrecadaçãoe compensação de multas
impostas na área de sua
competência, com vistas à
unificação do licenciamento, à
simplificação e à celeridade das
transferências de veículos e de
prontuários de condutores de uma
para outra unidade da Federação.
Fiscalizar o nível de
emissão de poluentes e
ruído produzidos pelos
veículos automotores ou
pela sua carga, além de dar
apoio, quando solicitado, às
ações específicas dos
órgãos ambientais.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DA PRF
Assegurar a livre circulação nas
rodovias federais, podendo solicitar
ao órgão rodoviário a adoção de
medidas emergenciais, e zelar pelo
cumprimento das normas legais
relativas ao direito de vizinhança,
promovendo a interdição de
construções e instalações não
autorizadas.
MEMORIZZE 24
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
POLÍCIAS MILITARES DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL
POLÍCIA MILITAR COMO AGENTE FISCALIZADOR
DE TRÂNSITO
Executar a fiscalização de trânsito, quando e
conforme convênio firmado, como
agente do órgão ou entidade executivos de
trânsito ou executivos rodoviários,
concomitantemente com os demais agentes
credenciados.
MEMORIZZE 25
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PORTOS
CONVÊNIO COM OS PORTOS
A autoridade portuária
ou a entidade
concessionária de
porto organizado
poderá celebrar
convênios com os
órgãos que compõe o
SNT, com a
interveniência dos
Municípios e Estados,
juridicamente
interessados, para o
fim específico de
facilitar a autuação por
descumprimento da
legislação de trânsito.
O Convênio valerá para toda a área física do porto organizado
MEMORIZZE 26
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PEDESTRES
É assegurada ao pedestre a utilização de:
Vias Urbanas
Passeios ou passagens
circulação pela pista de rolamento será feita com
prioridade sobre os veículos, pelos bordos da
pista, em fila única
quando não houver passeios ou não for possível a
utilização destes
exceto em locais proibidos pela sinalização e nas
situações em que a segurança ficar comprometida
Vias Rurais
Acostamentos
Circulação pela pista de rolamento, será feita com
prioridade sobre os veículos, pelos bordos da pista,
em fila única, em sentido contrário ao deslocamento
de veículos
quando não houver acostamento ou não for
possível a utilização dele
exceto em locais proibidos pela sinalização e nas
situações em que a segurança ficar comprometida
ATENÇÃO: O ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos e
deveres.
MEMORIZZE 27
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
OBS: O condutor deverá, a todo momento, TER DOMÍNIO DE SEU VEÍCULO, dirigindo-o com atenção e
cuidados indispensáveis à segurança do trânsito.
Antes de colocar o
veículo em circulação
nas vias públicas, o
condutor deverá:
verificar a existência e
as boas condições de
funcionamento dos
equipamentos de uso
obrigatório
assegurar-se da
existência de
combustível suficiente
para chegar ao local de
destino
MEMORIZZE 28
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas
à circulação obedecerá às seguintes normas:
2 - O condutor deverá guardar distância de segurança
lateral e frontal entre o seu e os demais veículos, bem como em
relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a
velocidade e as condições do local, da circulação, do veículo e as
condições climáticas;
1 - A circulação far-se-á pelo lado direito da via, admitindo-se as
exceções devidamente sinalizadas;
MEMORIZZE 29
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
3 - Quando veículos, transitando por fluxos que se cruzem, se aproximarem de local não
sinalizado, terá preferência de passagem:
3.1- no caso de apenas um fluxo ser
proveniente de rodovia, aquele que estiver
circulando por ela;
3.2- no caso de rotatória, aquele que estiver
circulando por ela;
3.3- nos demais casos, o que vier pela direita do
condutor.
MEMORIZZE 30
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
4 - Quando uma pista de rolamento comportar várias faixas de circulação no
mesmo sentido são as da direita destinadas ao deslocamento dos veículos
mais lentos e de maior porte; quando não houver faixa especial a
eles destinada, será as da esquerda, destinadas à ultrapassagem e ao
deslocamento dos veículos de maior velocidade;
5 - O trânsito de veículos sobre passeios, calçadas e nos acostamentos,
só poderá ocorrer para que se adentre ou se saia dos imóveis ou
áreas especiais de estacionamento;
6 - Os veículos precedidos de batedores terão prioridade de
passagem, respeitadas as demais normas de circulação;
MEMORIZZE 31
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
7 - os veículos destinados a:
* socorro de incêndio e salvamento;
* os de polícia;
* os de fiscalização e operação de trânsito; e
* as ambulâncias,
Além de prioridade de trânsito, gozam de livre circulação, estacionamento e
parada, quando em serviço de urgência e devidamente identificados por
dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitente,
observadas as seguintes disposições:
a) quando os dispositivos estiverem acionados, indicando a proximidade dos veículos, todos os
condutores deverão deixar livre a passagem pela faixa da esquerda, indo para a direita da via e
parando, se necessário;
b) os pedestres, ao ouvir o alarme sonoro, deverão aguardar no passeio, só atravessando a via
quando o veículo já tiver passado pelo local;
c) o uso de dispositivos de alarme sonoro e de iluminação vermelha intermitente só poderá ocorrer
quando da efetiva prestação de serviço de urgência;
d) a prioridade de passagem na Via e no cruzamento deverá se dar com velocidade reduzida e com
os devidos cuidados de segurança, obedecidas as demais normas deste código;
MEMORIZZE 32
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
8 - Os veículos prestadores de serviços de utilidade pública,
quando em atendimento na via, gozam de livre parada e
estacionamento no local da prestação de serviço, desde que
devidamente sinalizados.
9 - A ultrapassagem de outro veículo em movimento
deverá ser feita pela esquerda, obedecida a
sinalização regulamentar e as demais normas
estabelecidas neste código, exceto quando o veículo
a ser ultrapassado estiver sinalizando o propósito de
entrar à esquerda;
MEMORIZZE 33
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
10.1 - nenhum
condutor que
venha atrás haja
começado uma
manobra para
ultrapassá-lo;
10.2 - quem o
precede na
mesma faixa de
trânsito não haja
indicado o
propósito de
ultrapassar um
terceiro;
10.3 - a faixa de
trânsito que vai tomar
esteja livre numa
extensão suficiente
para que sua
manobra não ponha
em perigo ou obstrua
o trânsito que venha
em sentido contrário;
10 - todo condutor deverá, antes de efetuar uma ultrapassagem, certificar-se de que:
MEMORIZZE34
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
11 - todo condutor ao efetuar a ultrapassagem deverá:
11.1 - indicar com antecedência a manobra pretendida, acionando a luz
indicadora de direção do veículo ou por meio de gesto convencional de
braço;
11.2 - afastar-se do usuário ou usuários aos quais ultrapassa, de tal forma
que deixe livre uma distância lateral de segurança;
11.3 - retomar, após a efetivação da manobra, a faixa de trânsito de
origem, acionando a luz indicadora de direção do veículo ou fazendo gesto
convencional de braço, adotando os cuidados necessários para não pôr
em perigo ou obstruir o trânsito dos veículos que ultrapassou;
MEMORIZZE 35
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ULTRAPASSAGEM
Todo condutor, ao
perceber que outro que
o segue tem o propósito
de ultrapassá-lo, deverá:
se estiver circulando pela
faixa da esquerda,
deslocar-se para a faixa
da direita, sem acelerar a
marcha;
se estiver circulando
pelas demais faixas,
manter-se naquela na
qual está circulando, sem
acelerar a marcha.
OBS: Os veículos mais lentos, quando em fila, deverão manter distância suficiente entre si para permitir que
veículos que os ultrapassem possam se intercalar na fila com segurança.
MEMORIZZE 36
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ULTRAPASSAGEM
O condutor que tenha o propósito de
ultrapassar um veículo de transporte
coletivo que esteja parado,
efetuando embarque ou desembarque
de passageiros, deverá reduzir a
velocidade, dirigindo com atenção
redobrada ou parar o veículo com
vistas à segurança dos pedestres.
O condutor não poderá ultrapassar
veículos em vias com duplo sentido
de direção e pista única, nos trechos
em curvas e em aclives sem
visibilidade suficiente, nas
passagens de nível, nas pontes e
viadutos e nas travessias de
pedestres, exceto quando houver
sinalização permitindo a
ultrapassagem.
MEMORIZZE 37
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
ULTRAPASSAGEM
Nas interseções e
suas
proximidades, o
condutor não
poderá efetuar
ultrapassagem.
MEMORIZZE 38
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
OPERAÇÃO DE RETORNO
Nas vias providas de
acostamento, a conversão à
esquerda e a operação de retorno
deverão ser feitas nos locais
apropriados e, onde estes não
existirem, o condutor deverá
aguardar no acostamento, à
direita, para cruzar a pista com
segurança.
MEMORIZZE 39
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
FAROL
O uso de luzes em
veículo obedecerá às
seguintes
determinações:
O condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando
luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis
providos de iluminação pública e nas rodovias;
Nas vias não iluminadas o condutor deve usar luz alta,
exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo;
A troca de luz baixa e alta, de forma intermitente e por curto
período de tempo, com o objetivo de advertir outros motoristas, só
poderá ser utilizada para indicar a intenção de ultrapassar o veículo
que segue à frente ou para indicar a existência de risco à
segurança para os veículos que circulam no sentido contrário;
O condutor manterá acesas pelo menos as luzes de
posição do veículo quando sob chuva forte, neblina
ou cerração;
continua...
MEMORIZZE 40
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
FAROL
O uso de luzes
em veículo
obedecerá às
seguintes
determinações:
O condutor utilizará o pisca-alerta nas seguintes
situações:
em imobilizações
ou situações de
emergência;
quando a
regulamentação
da via assim o
determinar;
Durante a noite, em circulação, o condutor
manterá acesa a luz de placa;
O condutor manterá acesas, à noite, as luzes de
posição quando o veículo estiver parado para
fins de embarque ou desembarque de
passageiros e carga ou descarga de mercadorias.
MEMORIZZE 41
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
BUZINA
USO DE BUZINA, desde que em
toque breve, nas seguintes
situações:
• para fazer as advertências necessárias a fim
de evitar acidente;
• fora das áreas urbanas, quando for
conveniente advertir a um condutor que se
tem o propósito de ultrapassá-lo.
ATENÇÃO: uso de buzinas PROIBIDO entre às 22:00 e às 06:00 em toda e
qualquer situação.
MEMORIZZE 42
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CICLOMOTORES
Devem ser conduzidos pela
direita da pista de rolamento,
preferencialmente:
No centro da faixa mais
à direita ou no bordo
direito da pista sempre
que não houver
acostamento ou faixa
própria a eles
destinada.
Proibido sua
circulação
Nas vias de
trânsito
rápido.
Sobre as
calçadas das
vias urbanas.
CICLOMOTORES
MEMORIZZE 43
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
TRANSPORTE DE CRIANÇAS
TRANSPORTE DE
CRIANÇAS
Devem ser
transportadas
nos bancos
traseiros
Idade inferior a
10 anos
salvo exceções
regulamentadas
pelo CONTRAN
MEMORIZZE 44
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
REGRA DE DESCANSO
Dentro de
cada 6
horas na
condução
de veículo
Facultado o
seu
fracionamento
e o tempo de
direção
30
minutos
para
descanso
Desde que não
ultrapassadas 5
horas e meia
contínuas no
exercício da condução
Motoristas de transporte rodoviário DE CARGA
MEMORIZZE 45
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
REGRA DE DESCANSO
Dentro de
cada 4
horas na
condução
de veículo
Facultado o
seu
fracionamento
e o tempo de
direção
30
minutos
para
descanso
Motoristas de transporte rodoviário COLETIVO DE
PASSAGEIROS
MEMORIZZE 46
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
REGRA DE DESCANSO
Obrigatório
dentro do
período de
24 horas
podendo ser
fracionadas,
usufruídas no
veículo
Mínimo de
11 horas
de
descanso
Primeiro período de
08 horas
ininterruptas de
descanso
Motoristas de transporte rodoviário DE CARGA e
COLETIVO DE PASSAGEIROS
ATENÇÃO: O condutor somente iniciará uma viagem após o cumprimento integral do intervalo de descanso
acima previsto.
MEMORIZZE 47
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
REGRA DE DESCANSO
Em situações excepcionais de
inobservância justificada do tempo de
direção, devidamente registradas, o tempo
de direção poderá ser elevado pelo
período necessário para que o condutor, o
veículo e a carga cheguem a um lugar que
ofereça a segurança e o atendimento
demandados, desde que não haja
comprometimento da segurança
rodoviária.
Motoristas de transporte rodoviário DE CARGA e
COLETIVO DE PASSAGEIROS
MEMORIZZE 48
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
TRAÇÃO
AUTOMOTOR ELÉTRICO
DE PROPULSÃO
HUMANA
REBOQUE OU
SEMIRREBOQUE
TRAÇÃO ANIMAL
MEMORIZZE 49
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.comLEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
ESPÉCIE
DE
PASSAGEIROS
DE CARGA MISTO DE TRAÇÃO
DE
COMPETIÇÃO
ESPECIAL DE COLEÇÃO
MEMORIZZE 50
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
CATEGORIA
OFICIAL
DE REPRESENTAÇÃO
DIPLOMÁTICA,
DEREPARTIÇÕES
CONSULARES DE
CARREIRA OU
ORGANISMOS
INTERNACIONAIS
PARTICULAR DE ALUGUEL
DE
APRENDIZAGEM
MEMORIZZE 51
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
Somente poderá transitar pelas vias terrestres o
veículo cujo peso e dimensões atenderem aos
limites estabelecidos pelo CONTRAN.
O excesso de peso será aferido por
equipamento de pesagem ou pela verificação de
documento fiscal e será tolerado um
percentual sobre os limites de peso bruto total e
peso bruto transmitido por eixo de veículos à
superfície das vias, quando aferido por equipamento
tudo conforme estabelecer o CONTRAN.
VEÍCULOS EXCEPCIONAIS
continua...
MEMORIZZE 52
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
O veículo ou combinação de veículos utilizado no
transporte de carga indivisível, que não se enquadre
nos limites de peso e dimensões estabelecidos
pelo CONTRAN, poderá ser concedida, pela autoridade
com circunscrição sobre a via, AUTORIZAÇÃO
ESPECIAL DE TRÂNSITO - AET, com prazo certo,
válida para cada viagem, atendidas as medidas de
segurança consideradas necessárias.
VEÍCULOS EXCEPCIONAIS
EXCEÇÕES AOS LIMITES DE PESO E DIMENSÕES
continua...
MEMORIZZE 53
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
VEÍCULOS EXCEPCIONAIS
PAU-DE-ARARA
OBS: A autorização não poderá exceder a 12 meses, prazo a partir do qual a autoridade
pública responsável deverá implantar o serviço regular de transporte coletivo de passageiros, em
conformidade com a legislação pertinente e com os dispositivos do CTB.
Onde não houver linha regular de ônibus,
a autoridade com circunscrição sobre a via poderá
autorizar, a título precário, o transporte de
passageiros em veículo de carga ou misto, desde
que obedecidas as condições de segurança
estabelecidas pelo CTB e pelo Contran.
MEMORIZZE 54
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
SEGURANÇA DOS VEÍCULOS
É VEDADO, NAS ÁREAS
ENVIDRAÇADRAS DO
VEÍCULO EM
MOVIMENTO O USO DE:
CORTINAS
PERSIANAS FECHADAS
SIMILARES
SALVO nos que possuam espelhos retrovisores
em ambos os lados;
MEMORIZZE 55
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VEÍCULOS LICENCIADOS NO EXTERIOR
As repartições aduaneiras e os órgãos de controle de
fronteira comunicarão diretamente ao RENAVAM a entrada e
saída temporária ou definitiva de veículos
Os veículos licenciados no exterior não poderão
sair do território nacional sem o prévio
pagamento ou o depósito, judicial ou
administrativo, dos valores correspondentes às
infrações de trânsito cometidas e ao ressarcimento
de danos que tiverem causado ao patrimônio
público ou de particulares, independentemente
da fase do processo administrativo ou judicial
envolvendo a questão.
Os veículos que saírem do
território nacional sem o
cumprimento do disposto citado
acima e que posteriormente forem
flagrados tentando ingressar
ou já em circulação no
território nacional serão
retidos até a regularização da
situação.
MEMORIZZE 56
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRV - Certificado de Registro de Veículo
Casos em que o
proprietário deverá
obrigatoriamente
expedir um novo
CRV
Transferência de
Propriedade
(Prazo 30 DIAS)
Mudança de
Domicílio ou
Residência do
Proprietário
Mudança de
Categoria do
Veículo
Alteração das
Características do
Veículo
MEMORIZZE 57
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
REGISTRO DE VEÍCULOS
CRV
Certificado de
Registro do Veículo
Porte não
obrigatório
CLA
Certificado de
Licenciamento
Anual
Porte
obrigatório
ATENÇÃO: * CLA = CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento Anual)
* O porte do CLA será dispensado quando, no momento da fiscalização, for possível
ter acesso ao devido sistema informatizado para verificar se o veículo está licenciado.
MEMORIZZE 58
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
DOCUMENTOS
ATENÇÃO: apenas ORIGINAL
Documentos de
porte obrigatório
ACC = Autorização p/
conduzir ciclomotor
PPD = Permissão para
dirigir
CNH = Carteira
nacional de habilitação
CLA = CRLV
Certificado de registro e
licenciamento anual
OU
OU
E
MEMORIZZE 59
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
VEÍCULOS OFICIAIS
Os veículos de propriedade da União, dos Estados e do Distrito
Federal, devidamente registrados e licenciados, somente quando
estritamente usados em serviço reservado de caráter policial,
poderão usar placas particulares, obedecidos os critérios e
limites estabelecidos pela legislação que regulamenta o uso de
veículo oficial.
MEMORIZZE 60
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CONDUTOR VEÍCULOS ESCOLARES
Condutor de
veículo
destinado à
condução de
escolares
Ter idade superior a 21
anos
Apresentar, certidão
negativa do registro de
distribuição criminal
relativamente aos crimes
de homicídio, roubo,
estupro e corrupção
de menores, renovável
a cada 5 anos, junto ao
órgão responsável pela
respectiva concessão ou
autorização
Não ter cometido nenhuma
infração grave ou
gravíssima, ou ser
reincidente em infrações
médias durante os doze
últimos meses
Ser aprovado em curso
especializado, nos
termos da regulamentação
do CONTRAN
Ser habilitado na
categoria D
MEMORIZZE 61
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
Habilitação para conduzir veículo automotor e elétrico
será apurada por meio de exames que deverão ser realizados junto ao órgão ou entidade
executivos do Estado ou do Distrito Federal, do domicílio ou residência do candidato, ou
na sede estadual ou distrital do próprio órgão, devendo o condutor preencher os
seguintes requisitos
I - ser penalmente imputável;
II - saber ler e escrever;
III - possuir Carteira de Identidade ou equivalente.
ATENÇÃO: Veículos automotores, elétricos e ciclomotores regulamentados pelo CONTRAN.
Veículos de propulsão humana e de tração animal ficará a cargo dos Municípios.
MEMORIZZE 62
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
Categoria A
• condutor de veículo motorizado de 2 ou 3 rodas,
com ou sem carro lateral.
• Os veículos de 2 ou 3 rodas são dispensados da
placa dianteira.
• É proibido o transporte de combustíveis,
produtos inflamáveis ou tóxicos e de galões
nos veículos de que trata este artigo, com exceção
do gás de cozinha e de galões contendo água
mineral, desde que com o auxílio de side-car, nos
termos de regulamentação do Contran.
MEMORIZZE 63
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
CategoriaB
• condutor de veículo motorizado, não abrangido pela categoria
A, cujo peso bruto total não exceda a 3.500 kg e cuja
lotação não exceda a 8 lugares, excluído o do
motorista.
• Autorizados a conduzir espécie motor-casa, cujo peso
não exceda a 6.000 kg ou cuja lotação não exceda
a 8 lugares, excluído o do motorista.
• O trator de roda e os equipamentos automotores
destinados a executar trabalhos agrícolas poderão ser
conduzidos em via pública também por condutor habilitado
na categoria B
MEMORIZZE 64
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
Categoria C
• condutor de veículo motorizado utilizado em transporte de
carga, cujo peso bruto total exceda a 3.500 kg.
• Para habilitar-se na categoria C, o condutor deverá estar
habilitado no mínimo há 1 ano na categoria B e não ter
cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser
reincidente em infrações médias, durante os últimos 12
meses.
• Submeter-se a exames toxicológicos para a habilitação
e renovação da Carteira Nacional de Habilitação.
ATENÇÃO: O trator de roda, o trator de esteira, o trator misto ou o equipamento automotor destinado à
movimentação de cargas ou execução de trabalho agrícola, de terraplenagem, de construção ou de pavimentação só
podem ser conduzidos na via pública por condutor habilitado nas categorias C, D ou E.
MEMORIZZE 65
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
Categoria D
• condutor de veículo motorizado
utilizado no transporte de
passageiros, cuja lotação
exceda a 8 lugares,
excluído o do motorista.
• Submeter-se a exames
toxicológicos para a
habilitação e renovação
da Carteira Nacional de
Habilitação.
Categoria E
• condutor de combinação de
veículos em que a unidade
tratora se enquadre nas categorias
B, C ou D e cuja unidade
acoplada, reboque, semirreboque,
trailer ou articulada tenha 6.000 kg
ou mais de peso bruto total, ou
cuja lotação exceda a 8 lugares.
• Submeter-se a exames
toxicológicos para a
habilitação e renovação da
Carteira Nacional de Habilitação.
ATENÇÃO: O trator de roda, o trator de esteira, o trator misto ou o equipamento automotor destinado à
movimentação de cargas ou execução de trabalho agrícola, de terraplenagem, de construção ou de
pavimentação só podem ser conduzidos na via pública por condutor habilitado nas categorias C, D ou E.
MEMORIZZE 66
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
Para habilitar-se nas categorias:
* D e E; ou
* veículo de transporte
coletivo de passageiros;
* de escolares;
* de emergência; ou
* de produto perigoso.
Preencher os seguintes requisitos:
* ser maior de 21 anos;
* estar habilitado:
a) no mínimo há 2 anos na B, ou
no mínimo há 1 ano na C, quando
pretender habilitar-se na D; e
b) no mínimo há 1 ano na C,
quando pretender habilitar-se na E;
* não ter cometido nenhuma
infração grave ou gravíssima ou ser
reincidente em infrações médias
durante os últimos 12 meses;
* ser aprovado em curso
especializado e em curso de
treinamento de prática veicular em
situação de risco, nos termos da
normatização do CONTRAN.
Ambulâncias
Além dos requisitos
anteriores, para conduzir
ambulâncias, o candidato
deverá comprovar
treinamento especializado e
reciclagem em cursos
específicos a cada 5 (cinco)
anos, nos termos da
normatização do Contran.
MEMORIZZE 67
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
de aptidão
física e
mental;
escrito, sobre
legislação de
trânsito;
de noções de
primeiros
socorros,
conforme
regulamentação
do CONTRAN;
de direção
veicular.
HABILITAÇÃO
exames realizados na seguinte ordem:
MEMORIZZE 68
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
APTIDÃO FÍSICA E MENTAL
RENOVAÇÃO
condutores até os
65 anos
a cada 5 anos
condutores com
mais de 65 anos
a cada 3 anos
ATENÇÃO: Quando houver indícios de deficiência física, mental, ou de progressividade de doença
que possa diminuir a capacidade para conduzir o veículo, o prazo poderá ser diminuído por
proposta do perito examinador. continua...
MEMORIZZE 69
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
HABILITAÇÃO
APTIDÃO FÍSICA E MENTAL
RENOVAÇÃO
Exerce atividade remunerada Faz sempre que renovar
Não exerce atividade remunerada Apenas no exame referente à primeira
habilitação
ATENÇÃO: O condutor que exerce atividade remunerada ao veículo terá essa informação incluída na sua
Carteira Nacional de Habilitação, conforme especificações do Conselho Nacional de Trânsito – Contran.
MEMORIZZE 70
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
EXAME TOXICOLÓGICO
EXAME TOXICOLÓGICO
Habilitação e renovação da CNH para as categorias C, D e E.
Buscará aferir o consumo de substâncias psicoativas que,
comprovadamente, comprometam a capacidade de direção e
deverá ter janela de detecção mínima de 90 dias, nos termos das
normas do Contran
CNH com validade de
5 anos
Exame a cada 2 anos e
6 meses
CNH com validade de
3 anos
Exame a cada 1 ano e
6 meses
continua...
MEMORIZZE 71
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
EXAME TOXICOLÓGICO
EXAME TOXICOLÓGICO
É garantido o direito de contraprova e de recurso
administrativo no caso de resultado positivo
A reprovação terá como consequência a suspensão do direito de
dirigir pelo período de 3 meses, condicionado o levantamento da
suspensão ao resultado negativo em novo exame, e vedada a
aplicação de outras penalidades, ainda que acessórias
O resultado do exame somente será divulgado para o interessado
e não poderá ser utilizado para fins estranhos.
MEMORIZZE 72
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
AGENTE DE
TRÂNSITO
AUTORIDADE
DE TRÂNSITO
Aplicar
penalidades
(Ex: MULTA)
Lavra o
Auto de
Infração
AGENTE
DA PRF
DIRETOR DO
DETRAN
MEMORIZZE 73
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
AS PENALIDADES PODEM SER
IMPOSTAS A QUEM?
condutor
proprietário do veículo
embarcador
transportador
MEMORIZZE 74
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
INFRATOR
Não sendo imediata a identificação do
infrator
o principal condutor ou o proprietário
do veículo
terá 15 dias de prazo, após a
notificação da autuação, para
apresentá-lo
ao fim do qual, não o fazendo
será considerado responsável pela
infração o principal condutor ou, em
sua ausência, o proprietário do veículo
IDENTIFICAÇÃO DO
INFRATOR
MEMORIZZE 75
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PRINCIPAL CONDUTOR
O proprietário poderá indicar ao órgão executivo de trânsito o principal
condutor do veículo, o qual, após aceitar a indicação, terá seu nome inscrito
em campo próprio do cadastro do veículo no Renavam.
O principal condutor
será excluído do
Renavam:
quando houver transferência
de propriedade do veículo
mediante requerimento próprio
ou do proprietário do veículo
- a partir da indicação de outro
principal condutor
MEMORIZZE 76
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.comLEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
RESPONSABILIDADE DA INFRAÇÃO
Ao PROPRIETÁRIO caberá sempre a
responsabilidade pela infração referente à
prévia regularização e preenchimento das
formalidades e condições exigidas para o
trânsito do veículo na via terrestre, conservação
e inalterabilidade de suas características,
componentes, agregados, habilitação legal e
compatível de seus condutores, quando esta for
exigida, e outras disposições que deva
observar.
Ao CONDUTOR caberá a responsabilidade
pelas infrações decorrentes de atos praticados
na direção do veículo.
RESPONSABILIDADE
MEMORIZZE 77
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
RESPONSABILIDADE DA INFRAÇÃO
O EMBARCADOR é responsável pela
infração relativa ao transporte de carga com
excesso de peso nos eixos ou no peso bruto
total, quando simultaneamente for o único
remetente da carga e o peso declarado na nota
fiscal, fatura ou manifesto for inferior àquele
aferido.
O TRANSPORTADOR é o responsável
pela infração relativa ao transporte de carga
com excesso de peso nos eixos ou quando a
carga proveniente de mais de um embarcador
ultrapassar o peso bruto total.
O TRANSPORTADOR e o EMBARCADOR são
solidariamente responsáveis pela infração relativa
ao excesso de peso bruto total, se o peso declarado na
nota fiscal, fatura ou manifesto for superior ao limite legal.
RESPONSABILIDADE
MEMORIZZE 78
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
PENALIDADES
Advertência
por escrito
Multa
Suspensão do
direito de dirigir
Cassação da
CNH
Cassação da
Permissão para
dirigir
Frequência
obrigatória em
curso de
reciclagem
ATENÇÃO: A penalidade de APREENSÃO de veículo foi REVOGADA.
Não existe Penalidade automática, é assegurado amplo direito de defesa.
MEMORIZZE 79
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
MULTA
NATUREZA DA
INFRAÇÃO
PONTOS VALOR
GRAVÍSSIMA 7 R$ 293,47
GRAVE 5 R$ 195,23
MÉDIA 4 R$ 130,16
LEVE 3 R$ 88,38
continua...
MEMORIZZE 80
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
Ao condutor identificado no ato da infração será atribuída pontuação
pelas infrações de sua responsabilidade, excetuando-se aquelas
praticadas por PASSAGEIROS:
Usuários do serviço de transporte
rodoviário de passageiros em
viagens de longa distância
transitando em rodovias com a
utilização de ônibus, em linhas
regulares intermunicipal,
interestadual, internacional; e
Em viagem de longa distância por
fretamento e turismo ou de
qualquer modalidade, excetuadas
as situações regulamentadas pelo
CONTRAN a teor do art. 65 do
CTB.
MULTA
ATENÇÃO: A pessoa jurídica será penalizada duas vezes caso não identifique o condutor infrator.
MEMORIZZE 81
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
ADVERTÊNCIA POR
ESCRITO
Em infração
de natureza
leve ou média,
passível de
ser punida
com multa
Não pode ser
reincidente o
infrator, na
mesma
infração, nos
últimos 12
meses
A autoridade,
considerando
o prontuário
do infrator,
entender esta
providência
como mais
educativa
E =
ATENÇÃO: Não implicará em registro de pontuação no prontuário do infrator.
MEMORIZZE 82
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
Sempre que o infrator atingir a
contagem de 20 pontos no
período de 12 meses.
Por transgressão às normas
estabelecidas no CTB, cujas
infrações preveem, de forma
específica, a penalidade de
suspensão do direito de dirigir.
2
continua...
ATENÇÃO: O processo de suspensão do direito de dirigir referente à infrações que preveem tal penalidade
deverá ser instaurado concomitantemente com o processo de aplicação da penalidade de multa.
MEMORIZZE 83
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
continua...
Atingiu a
contagem de
20 pontos no
período de 12
meses
6 meses a
1 ano
Reincidente
no período de
12 meses
8 meses a
2 anos
OBS: A imposição da penalidade elimina os 20 pontos para fins de contagem subsequente e após
cumprida a suspensão e o curso de reciclagem, a CNH será devolvida imediatamente.
Quando se atinge 20 pontos
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
MEMORIZZE 84
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
continua...
SEM prazo
fixo
COM
prazo fixo
Por infração que prevê a penalidade
12 meses
3
2 a 8 meses
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
17
OBS: Após cumprida a suspensão e o curso de reciclagem, a CNH será devolvida imediatamente.
Arts. 170, 173, 174,
175,
176-I a V, 191, 210,
218-III e
244-I a V
Art. 165 – Dirigir sob a influência
de álcool ou drogas;
Art. 165-A – Recusar o teste de
embriaguez;
Art. 253-A – Usar qualquer
veículo p/ interromper, restringir ou
perturbar a circulação da via sem
autorização.
MEMORIZZE 85
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
continua...
Por infração que prevê a penalidade
SEM prazo fixo
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
Art. 170 - Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via
pública, ou os demais veículos.
Art. 173 - Disputar corrida.
Art. 174 - Promover na via competição, eventos ou
deles participar como condutor, sem permissão.
Art. 175 - Utilizar-se de veículo, em via pública, para
demonstrar ou exibir manobra perigosa.
Art. 191 - Forçar passagem entre veículos
que, transitando em sentidos opostos.
Art. 210 - Transpor, sem autorização, bloqueio
viário policial.
218-III - Transitar em velocidade superior à
máxima permitida, quando a velocidade for
superior à máxima em mais de 50%.
MEMORIZZE 86
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
Por infração que prevê a penalidade
SEM prazo fixo
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
Art. 176 - Deixar o condutor envolvido em acidente com vítima:
I - de prestar ou providenciar socorro à vítima, podendo fazê-lo;
II - de adotar providências, podendo fazê-lo, no sentido de evitar
perigo para o trânsito no local;
III - de preservar o local, de forma a facilitar os trabalhos da
polícia e da perícia;
IV - de adotar providências para remover o veículo do local,
quando determinadas por policial ou agente da autoridade de
trânsito;
V - de identificar-se ao policial e de lhe prestar informações
necessárias à confecção do boletim de ocorrência.
Art. 244 - Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor:
I - sem usar capacete de segurança com viseira ou
óculos de proteção e vestuário de acordo com as normas
e especificações aprovadas pelo CONTRAN;
II - transportando passageiro sem o capacete de
segurança, na forma estabelecida no inciso anterior, ou
fora do assento suplementar colocado atrás do condutor
ou em carro lateral;
III - fazendo malabarismo ou equilibrando-se apenas em
uma roda;
IV - com os faróis apagados;
V - transportando criança menor de sete anos ou que não
tenha, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua
própria segurança. continua...
MEMORIZZE 87
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADEScontinua...
Cometeu
infração com
penalidade de
suspensão do
direito de
dirigir
SEM prazo
fixo
2 a 8
meses
Reincidente no
período de 12
meses
COM(1) e SEM(2)
prazo fixo
8 a 18
meses
Por infração que prevê a penalidade
OBS: (1) EXCETO (Art. 165 – Dirigir sob a influência de álcool ou drogas) sua reincidência em 12 meses gera cassação da CNH.
(2) EXCETO (Art. 173 – Disputar corrida. Art. 174 – Promover na via competição, eventos ou deles participar como condutor, sem
permissão. Art. 175 – Utilizar-se de veículo, em via pública, para demonstrar ou exibir manobra perigosa.)
suas reincidências em 12 meses geram cassação da CNH.
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
MEMORIZZE 88
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
CURSO DE RECICLAGEM
SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
ATENÇÃO: A pessoa jurídica concessionária ou permissionária de serviço público tem o direito de ser informada dos
pontos atribuídos aos motoristas que integrem seu quadro funcional, exercendo atividade remunerada ao volante.
O condutor C, D ou
E que exerce atividade
remunerada em
veículo atingir 14
pontos, no período de
1 ano.
Poderá optar por
participar de curso
preventivo de
reciclagem.
Após cumprido o
curso, terá eliminado
os pontos que lhe
tiverem sido
atribuídos.
Se optar pelo curso, não poderá
fazer nova opção no período de 12
meses.
MEMORIZZE 89
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
continua...
CASSAÇÃO DA CNH
Quando condenado judicialmente por
delito de trânsito, observado o disposto no art.
160 - O condutor condenado por delito de trânsito
deverá ser submetido a novos exames para que
possa voltar a dirigir, de acordo com as normas
estabelecidas pelo CONTRAN, independentemente
do reconhecimento da prescrição, em face da pena
concretizada na sentença.
Quando, suspenso o direito de dirigir, o infrator
conduzir qualquer veículo;1
2
MEMORIZZE 90
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
continua...
CASSAÇÃO DA CNH
No caso de reincidência, no prazo de 12 meses, das infrações:
3
Art. 162 III – Dirigir com CNH ou Permissão para Dirigir
de categoria diferente.
Art. 163 – Entregar a direção do veículo a pessoa que
não possa conduzir o veículo.
Art. 164 – Permitir que pessoa que não possa conduzir o
veículo tome posse e passe a conduzi-lo na via.
Art. 165 – Dirigir sob a influência de álcool ou drogas.
Art. 173 – Disputar corrida.
Art. 174 – Promover na via competição, eventos ou deles
participar como condutor, sem permissão.
Art. 175 – Utilizar-se de veículo, em via pública, para
demonstrar ou exibir manobra perigosa.
MEMORIZZE 91
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
CASSAÇÃO DA CNH
Decorridos 2
anos da
cassação da
CNH
O infrator
poderá requerer
sua reabilitação,
submetendo-se
a todos os
exames
necessários à
habilitação, na
forma
estabelecida
pelo CONTRAN
ATENÇÃO: O infrator terá que cumprir o curso de reciclagem e terá também que começar todo um novo processo de
habilitação como se fosse a primeira vez, sendo preservado a data da primeira habilitação.
MEMORIZZE 92
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
PERMISSÃO
PARA
DIRIGIR
validade
de 1 ano
CNH será
conferida ao
condutor no
término de 1
ano.
Desde que o mesmo
não tenha cometido
nenhuma infração de
natureza grave ou
gravíssima ou seja
reincidente em
infração média.
Se a permissão para
dirigir for cassada, obriga
o candidato a reiniciar
todo o processo de
habilitação.
CASSAÇÃO DA PERMISSÃO PARA DIRIGIR
Licença precária
continua...
MEMORIZZE 93
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PENALIDADES
CURSO DE RECICLAGEM
Submetido ao
CURSO DE
RECICLAGEM
quando
Condenado
judicialmente por
delito de trânsito
Sendo contumaz,
for necessário à sua
reeducação
Cassação ou
Suspensão do
direito de dirigir
(Penalidade
Acessória)
Se envolver em
acidente grave para
o qual haja
contribuído,
independentemente
de processo judicial
A qualquer tempo, se
for constatado que o
condutor está
colocando em risco a
segurança do trânsito
Em outras
situações a
serem definidas
pelo Contran
MEMORIZZE 94
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
A ordem, o consentimento, a fiscalização, as medidas administrativas e
coercitivas adotadas pelas autoridades de trânsito e seus agentes terão por
objetivo prioritário a proteção à vida e à incolumidade física da
pessoa.
Podem ser aplicadas sem a necessidade de prévio processo administrativo.
As medidas administrativas não elidem a aplicação das penalidades
impostas por infrações estabelecidas no CTB, possuindo caráter
complementar a estas.
MEMORIZZE 95
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
Transbordo do excesso de carga
Remoção do Veículo
Retenção do Veículo
Recolhimento da Carteira Nacional de
Habilitação
Recolhimento da Permissão para Dirigir
Recolhimento do Certificado de Registro
Recolhimento do Certificado de Licenciamento
Anual
Realização de teste de dosagem de alcoolemia ou perícia de substância entorpecente ou que determine
dependência física ou psíquica
Recolhimento de animais que se encontrem soltos nas vias e na faixa de domínio das vias de circulação,
restituindo-os aos seus proprietários, após o pagamento de multas e encargos devidos
Realização de exames de aptidão física, mental, de legislação, de prática de primeiros socorros e de
direção veicular.
MEMORIZZE 96
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
RETENÇÃO DO VEÍCULO
Quando a irregularidade puder ser sanada no local da infração, o veículo será liberado tão logo seja
regularizada a situação.
Não sendo possível sanar a falha no local da infração, o veículo, desde que ofereça condições de
segurança para circulação, poderá ser liberado e entregue a condutor regularmente habilitado, mediante
recolhimento do Certificado de Licenciamento Anual, contra apresentação de recibo, assinalando-se
prazo razoável ao condutor para regularizar a situação, para o que se considerará, desde logo,
notificado.
O Certificado de Licenciamento Anual será devolvido ao condutor no órgão ou entidade aplicadores das
medidas administrativas, tão logo o veículo seja apresentado à autoridade devidamente regularizado
Não se apresentando condutor habilitado no local da infração, o veículo será removido a depósito
A critério do agente, não se dará a retenção imediata, quando se tratar de veículo de transporte
coletivo transportando passageiros ou veículo transportando produto perigoso ou perecível, desde que
ofereça condições de segurança para circulação em via pública.
MEMORIZZE 97
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
REMOÇÃO DO VEÍCULO
O veículo será removido, nos casos previstos do CTB, para o depósito fixado pelo órgão ou
entidade competente, com circunscrição sobre a via.
A restituição do veículo removido só ocorrerá mediante préviopagamento de multas, taxas
e despesas com remoção e estada, além de outros encargos previstos na legislação específica.
A liberação do veículo removido é condicionada ao reparo de qualquer componente ou
equipamento obrigatório que não esteja em perfeito estado de funcionamento.
Não caberá remoção nos casos em que a irregularidade puder ser sanada no local da
infração.
MEMORIZZE 98
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
REMOÇÃO DO VEÍCULO
Caso o proprietário ou o condutor não esteja presente no momento da
remoção do veículo, a autoridade de trânsito, no prazo de 10 dias contado da data da
remoção, deverá expedir ao proprietário a notificação, por remessa postal ou por
outro meio tecnológico hábil que assegure a sua ciência, e, caso reste frustrada, a
notificação poderá ser feita por edital.
A notificação devolvida por desatualização do endereço do proprietário do veículo ou por
recusa desse de recebê-la será considerada recebida para todos os efeitos.
Em caso de veículo licenciado no exterior, a notificação será feita por edital.
MEMORIZZE 99
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
REMOÇÃO DO VEÍCULO
O pagamento das despesas de remoção e estada será correspondente ao
período integral, contado em dias, em que efetivamente o veículo
permanecer em depósito, limitado ao prazo de 6 meses.
No caso de o proprietário do veículo objeto do recolhimento
comprovar, administrativa ou judicialmente, que o recolhimento
foi indevido ou que houve abuso no período de retenção em depósito, é da
responsabilidade do ente público a devolução das quantias pagas,
segundo os mesmos critérios da devolução de multas indevidas
MEMORIZZE 100
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
RECOLHIMENTO DA CNH E DA PPD
ou
Dar-se-á mediante recibo,
além dos casos previstos
no CTB, quando houver
suspeita de:
Inautenticidade
Adulteração
Se comprovado, estará cometendo
crime do código penal art. 304 e o agente
dará imediatamente voz de prisão .
MEMORIZZE 101
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
RECOLHIMENTO DO CRV
Dar-se-á mediante
recibo, além dos casos
previstos no CTB,
quando:
Houver suspeita de
inautenticidade ou
adulteração;
Se, alienado o veículo, não for
transferida sua propriedade no
prazo de 30 dias.
Atenção: CRV não é de porte obrigatório.
MEMORIZZE 102
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDA ADMINISTRATIVA
O recolhimento
dar-se-á mediante
recibo, além dos
casos previstos no
CTB, quando:
Houver suspeita de inautenticidade ou adulteração.
Se o prazo de licenciamento estiver vencido.
No caso de retenção do veículo, se a irregularidade não puder ser sanada no
local.
Deixar o responsável de promover a baixa do registro de veículo
irrecuperável ou definitivamente desmontado.
RECOLHIMENTO DO CRLV
ATENÇÃO: Toda vez que o veículo for removido, o CRLV será recolhido.
MEMORIZZE 103
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDA ADMINISTRATIVA
TRANSBORDO DO EXCESSO DE CARGA
. ➢
O Transbordo da carga
com peso excedente é
condição para que o
veículo possa prosseguir
viagem e será efetuado a
expensas do
proprietário do veículo,
sem prejuízo da multa
aplicável.
Não sendo possível
atender ao
transbordo, o veículo
será recolhido ao
depósito, sendo liberado
após sanada a
irregularidade e pagas as
despesas de remoção e
estada.
MEMORIZZE 104
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
MEDIDA ADMINISTRATIVA
TESTE DE DOSAGEM DE ALCOOLEMIA (BAFÔMETRO) OU PERÍCIA
DE SUBSTÂNCIA ENTORPECENTE OU QUE DETERMINE
DEPENDÊNCIA FÍSICA OU PSÍQUICA
O condutor de veículo
automotor envolvido em
acidente de trânsito ou
que for alvo de
fiscalização de trânsito
poderá ser submetido a:
TESTE, EXAME CLÍNICO,
PERÍCIA ou OUTRO
PROCEDIMENTO
Que por meios técnicos ou
científicos, na forma
disciplinada pelo Contran,
permita certificar influência de
álcool ou outra substância
psicoativa que determine
dependência.
MEMORIZZE 105
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
ATENÇÃO: A notificação devolvida por desatualização do endereço do proprietário do veículo será
considerada válida para todos os efeitos.
Notificação a pessoal
de missões diplomáticas, de repartições consulares de
carreira e de representações de organismos
internacionais e de seus integrantes
será remetida ao Ministério das Relações
Exteriores para as providências cabíveis e cobrança
dos valores, no caso de multa.
MEMORIZZE 106
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
O pagamento da multa
poderá ser efetuado até
a data do vencimento
expressa na notificação,
por 80% do seu valor.
Caso o infrator opte pelo sistema de
notificação eletrônica, se disponível,
conforme regulamentação do CONTRAN,
e opte por não apresentar defesa prévia
nem recurso, reconhecendo o
cometimento da infração, poderá efetuar
o pagamento da multa por 60% do seu
valor, em qualquer fase do processo, até
o vencimento da multa.
ATENÇÃO: O recolhimento do valor da multa não implica renúncia ao questionamento
administrativo, que pode ser realizado a qualquer momento, respeitado o disposto acima a direita.
MEMORIZZE 107
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
RECEBE A
NOTIFICAÇÃO DA
PENALIDADE
INTERPÕE
RECURSO À
AUTORIDADE DE
TRÂNSITO QUE
IMPÔS A
PENALIDADE
AUTORIDADE DE
TRÂNSITO REMETE
RECURSO À JARI
DECISÃO DA JARI
A JARI ACATA OU
NÃO O SEU
RECURSO – 2ª
INSTÂNCIA
RECURSO EM 1ª INSTÂNCIA
30 DIAS
30 DIAS
10 DIAS
ATENÇÃO: Não é necessário o pagamento para o entrar com recurso.
O recurso não terá efeito suspensivo.
MEMORIZZE 108
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
RECURSO EM 2ª INSTÂNCIA
(ÂMBITO ESTADUAL, DISTRITAL E MUNICIPAL)
ATENÇÃO: Não é necessário o pagamento para o entrar com o 2º recurso também.
DECISÃO DA
JARI
A FAVOR
PROCESSO
ARQUIDADO
AUTORIDADE QUE
IMPÔS A
PENALIDADE
RECORRE
CONTRA
CETRAN
CONTRANDIFE
Estados e
Municípios
Distrito
Federal
30 DIAS
30 DIAS
MEMORIZZE 109
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
RECURSO EM 2ª INSTÂNCIA
(ÂMBITO DA UNIÃO)
DECISÃO DA JARI
A FAVOR
PROCESSO
ARQUIDADO
AUTORIDADE QUE
IMPÔS A
PENALIDADE
RECORRE
CONTRA
SUSPENSÃO DO DIREITO DE
DIRIGIR + DE 6 MESES;
CASSAÇÃO DA CNH;
INFRAÇÃO GRAVÍSSIMA
CONTRAN
PARA AS DEMAIS
PENALIDADES
MESMA JARI OU
COLEGIADO
ESPECIAL
30 DIAS
30 DIAS
MEMORIZZE 110
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
O pagamento da multa imposta pela autoridade de
trânsito não configura aceitação da penalidade nem
convalida eventual vício existente no ato
administrativo,uma vez que o próprio Código de
Trânsito Brasileiro exige o seu pagamento para a
interposição de recurso administrativo e prevê a
devolução do valor no caso de ser julgada
improcedente a penalidade.
ATENÇÃO
MEMORIZZE 111
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
PROCESSO ADMINISTRATIVO DE MULTA
Implicam encerramento da instância administrativa
de julgamento de infrações e penalidades:
O julgamento do
recurso de que tratam
os arts. 288 e 289
(1° e 2° instâncias)
A não interposição do
recurso no prazo legal
O pagamento da multa,
com reconhecimento da
infração e requerimento
de encerramento do
processo na fase em
que se encontra, sem
apresentação de defesa
ou recurso
MEMORIZZE 112
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
OBS: *A penalidade não se inicia enquanto o sentenciado, por efeito de condenação penal, estiver recolhido a
estabelecimento prisional.
*Apesar de poder ser aplicada isolada ou cumulativamente, não pode ser aplicada como pena principal.
Penalidade de
suspensão ou de
proibição de se obter
a permissão ou a
habilitação
PRAZO
2 MESES A 5 ANOS
Transitada em julgado
a sentença
condenatória, o réu
será intimado a
entregar à autoridade
judiciária em 48 horas
a PPD ou a CNH.
MEMORIZZE 113
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
,
Réu reincidente na
prática de crime previsto no
CTB
o juiz aplicará a penalidade
de suspensão da permissão
ou habilitação para dirigir
veículo automotor, sem
prejuízo das demais
sanções penais cabíveis.
MEMORIZZE 114
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, Circunstâncias que sempre agravam as
penalidades
Com Permissão para Dirigir ou Carteira de
Habilitação de categoria diferente da do veículo
Utilizando veículo em que tenham sido adulterados equipamentos ou características que afetem a
sua segurança ou o seu funcionamento de acordo com os limites de velocidade prescritos nas
especificações do fabricante
Sobre faixa de trânsito temporária ou
permanentemente destinada a pedestres
Sem possuir Permissão para Dirigir ou Carteira
de Habilitação
Utilizando o veículo sem placas, com placas
falsas ou adulteradas
Com dano potencial para duas ou mais
pessoas ou com grande risco de grave dano
patrimonial a terceiros
Quando a sua profissão ou atividade exigir
cuidados especiais com o transporte de
passageiros ou de carga
MEMORIZZE 115
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
,
Aumentativas
de penas
não possuir Permissão para Dirigir ou
Carteira de Habilitação
praticá-lo em faixa de pedestres ou na
calçada
deixar de prestar socorro, quando
possível fazê-lo sem risco pessoal, à
vítima do acidente
no exercício de sua profissão ou
atividade, estiver conduzindo veículo de
transporte de passageiros
OBS: Ao condutor de veículo, nos casos de acidentes de trânsito de que resulte vítima, não se imporá a prisão
em flagrante, nem se exigirá fiança, se prestar pronto e integral socorro àquela.
Aplicada apenas nos crimes de
Homicídio Culposo e Lesão
Corporal Culposa
MEMORIZZE 116
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
exceto se o agente
estiver:
I - sob a influência de álcool ou
qualquer outra substância psicoativa
que determine dependência;
II - participando, em via pública, de
corrida, disputa ou competição
automobilística, de exibição ou
demonstração de perícia em manobra
de veículo automotor, não autorizada
pela autoridade competente;
III - transitando em velocidade
superior à máxima permitida para a
via em 50 km/h.
CRIMES DE TRÂNSITO
,
Benefícios no
Crime de
Lesão
Corporal
Culposa
Composição Civil
de Danos
Transação Penal
Ação Penal Pública
Condicionada à
Representação
OBS: Deverá ser instaurado inquérito policial para a
investigação da infração penal, mesmo o processo
ocorrendo no Juizado Especial Criminal.
MEMORIZZE 117
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, Crime de Omissão de
Socorro
Incide nas penas o condutor do veículo, ainda
que a sua omissão seja suprida por terceiros
ou que se trate de vítima com morte
instantânea ou com ferimentos leves.
O condutor responderá pelo crime mesmo
que ocorra a morte instantânea da vítima ou
tenha apenas ferimentos leves.
MEMORIZZE 118
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
,
Crime de
Embriaguez
ao Volante
Crime de
perigo em
abstrato
A verificação poderá ser
obtida mediante teste
de alcoolemia ou
toxicológico, exame
clínico, perícia, vídeo,
prova testemunhal ou
outros meios de prova
em direito admitidos,
observado o direito à
contraprova
Concentração igual ou
superior a 6 decigramas
de álcool por litro de
sangue ou igual ou
superior a 0,3 miligrama
de álcool por litro de ar
alveolar; ou
Sinais que indiquem, na
forma disciplinada pelo
Contran, alteração da
capacidade psicomotora
MEMORIZZE 119
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
, INFRAÇÃO X CRIME
EXAME DE SANGUE
Qualquer concentração INFRAÇÃO
Igual ou superior de 6 dg/l
(decigramas de álcool por litro de sangue)
INFRAÇÃO + CRIME
BAFÔMETRO
Até 0,049 mg/l NÃO PUNÍVEL
De 0,05 a 0,33 mg/l INFRAÇÃO
Igual ou superior de 0,34 mg/l
(miligrama de álcool por litro de ar alveolar)
INFRAÇÃO + CRIME
MEMORIZZE 120
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
,
Crime de Violação a
Suspensão
Nas mesmas penas
incorre o condenado
que deixa de entregar,
no prazo de 48 horas, a
Permissão para Dirigir
ou a Carteira de
Habilitação.
MEMORIZZE 121
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
,
CRIME DE RACHA
Participar, na direção de veículo
automotor, em via pública, de
não autorizada pela
autoridade
competente,
gerando situação de
risco à incolumidade
pública ou privada
corrida, disputa ou competição
automobilística ou ainda de
exibição ou demonstração de
perícia em manobra de veículo
automotor
MEMORIZZE 122
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
,
CRIME DE RACHA
QUALIFICADORAS (Praticado CULPOSAMENTE)
Se da prática do crime resultar LESÃO CORPORAL DE
NATUREZA GRAVE, e as circunstâncias demonstrarem
que o agente não quis o resultado nem assumiu o risco
de produzi-lo.
Se da prática do crime resultar MORTE, e as
circunstâncias demonstrarem que o agente não quis o
resultado nem assumiu o risco de produzi-lo.
MEMORIZZE 123
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
,
Dirigir veículo
automotor
em via
pública
sem a devida
Permissão para
Dirigir ou
Habilitação ou,
ainda, se
cassado o direito
de dirigir
gerando
perigo de
dano
OBS: Não haverá qualquer punição criminal ao condutor inabilitado
que conduz o veículo de maneiranormal, sem colocar em risco os
outros usuários da via (neste caso, caberá apenas a sanção
administrativa, pelo cometimento da infração de trânsito).
CRIME DE DIRIGIR SEM PERMISSÃO,
HABILITAÇÃO OU CASSADO
MEMORIZZE 124
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LEGISLAÇÃO RELATIVA AO DPRF
CRIMES DE TRÂNSITO
,
Trafegar em
velocidade
incompatível com a
segurança nas
proximidades de
escolas
onde haja grande movimentação
ou concentração de pessoas
logradouros estreitos
estações de embarque e
desembarque de passageiros
hospitaisOBS: Crime de perigo em CONCRETO
MEMORIZZE 125
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RESOLUÇÕES DO CONTRAM
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 01 Resolução 04/1998
Dispõe sobre o trânsito de veículos novos, nacionais ou importados, antes do registro e
do licenciamento e de veículos usados incompletos, nacionais ou importados, antes da
transferência.
Art. 1º. Permitir o transporte de cargas e pessoas em veículos novos, antes do
registro e licenciamento, adquiridos por pessoas físicas e jurídicas, por entidades
públicas e privadas e os destinados aos concessionários para comercialização,
desde que portem a "autorização especial“.
CARACTERÍSTICA DA
AUTORIZAÇÃO ESPECIAL
VÁLIDA APENAS PARA O DESLOCAMENTO DO MUNICÍPIO DE
DESTINO
VALIDADE DE 15 DIAS DA DATA DE EMISSÃO, PRORROGÁVEL POR
IGUAL PERÍODO POR MOTIVO DE FORÇA MAIOR
SERÁ IMPRESSA EM 3 VIAS. 2 SERÃO COLADAS, UMA NO VIDRO
DIANTEIRO E OUTRA NO VIDRO TRASEIRO. A TERCEIRA FICARÁ
ARQUIVADA NA REPARTIÇÃO DE TRÂNSITO EXPEDIDORA
A PERMISSÃO ESTENDE-SE AOS VEÍCULOS INACABADOS
(CHASSIS), DO PÁTIO DO FABRICANTE OU DO CONCESSIONÁRIO
ATÉ O LOCAL DA INDÚSTRIA ENCARROÇADORA.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 02 Resolução 04/1998
Dispõe sobre o trânsito de veículos novos, nacionais ou importados, antes do registro e
do licenciamento e de veículos usados incompletos, nacionais ou importados, antes da
transferência.
TRANSPORTE CARREGADO
CARGA E PESSOAS
CARGA E PESSOAS
(REMUNERADO)
CARGA E PESSOAS (NÃO
REMUNERADO)
PROPRIETÁRIO VEM
CONDUZINDO O VEÍCULO ATÉ O
MUNICÍPIO DE DESTINO
OBRIGATÓRIA A AUTORIZAÇÃO
ESPECIAL. VALIDADE DE 15
DIAS, PRORROGÁVEL
ADQUIRIDO POR AUTÔNOMOS E
EMPRESAS QUE PRESTAM
SERVIÇO DE TRANSPORTE DE
CARGA E PASSAGEIROS
PODERÃO EFETUAR SERVIÇOS
REMUNERADOS PARA OS
QUAIS ESTÃO AUTORIZADOS.
VEÍCULOS A SEREM
LICENCIADOS NAS
CATEGORIAS PARTICULAR E
OFICIAL
SOMENTE PODERÃO
TRANSPORTAR CARGAS E
PESSOAS QUE TENHAM
VÍNCULO EMPREGATÍCIO COM
OS MESMOS.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 03 Resolução 04/1998
Dispõe sobre o trânsito de veículos novos, nacionais ou importados, antes do registro e
do licenciamento e de veículos usados incompletos, nacionais ou importados, antes da
transferência.
TRANSPORTE DE CARROS NOVOS DESCARREGADOS
VEÍCULOS QUE SAEM DE FÁBRICAS E MONTADORAS DENTRO DE CEGONHAS OU
NAVIOS E SÃO TRANSPORTADOS PARA OS MUNICÍPIOS DE DESTINO
OS VEÍCULOS
NOVOS COM NF
DE COMPRA E
VENDA OU
DOCUMENTO
ALFANDEGÁRIO
PODERÃO
TRANSITAR NAS
SEGUINTES
SITUAÇÕES.
I - do pátio da fábrica, da
indústria encarroçadora ou
concessionária e do Posto
Alfandegário, ao órgão de
trânsito do município de destino,
nos quinze dias consecutivos à
data do carimbo de saída do
veículo, constante da nota fiscal
ou documento alfandegário
correspondente;
REGIÃO NORTE O PRAZO ACIMA
SERÁ DE 30 DIAS
II - do pátio da
fábrica, da indústria
encarroçadora ou
concessionária, ao
local onde vai ser
embarcado como
carga,
por qualquer meio de
transporte;
III - do local de
descarga às
concessionária
s ou indústrias
encarroçadora;
IV - de um a outro
estabelecimento da
mesma montadora,
encarroçadora ou
concessionária ou
pessoa jurídica
interligada.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 04 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
1 - PARA-CHOQUES DIANTEIRO E TRASEIRO 2 – PROTETORES DAS RODAS TRASEIRAS
DOS CAMINHÕES
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 05 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
3 – ESPELHOS RETROVISORES, INTERNO E EXTERNO 4 – LIMPADOR DE PARA BRISAS
5 – LAVADOR DE PARA BRISA 6 – PALA INTERNA DE PROTEÇÃO CONTRA O SOL (PARA
SOL ) PARA O CONDUTOR
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 06 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
7 – FARÓIS PRINCIPAIS DIANTEIROS DE COR BRANCA OU
AMARELA
8 – LUZES DE POSIÇÃO DIANTEIRAS (FAROLETES) DE
COR BRANCA OU AMARELA
9 – LANTERNAS DE POSIÇÃO TRASEIRAS DE COR
VERMELHA
10 – LANTERNAS DE FREIO DE COR VERMELHA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 07 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
11 – LANTERNAS INDICADORAS DE DIREÇÃO,
DIANTEIRAS DE COR ÂMBAR E TRASEIRAS DE COR
ÂMBAR OU VERMELHA.
12 – LANTERNA DE MARCHA A RÉ, DE COR BRANCA
13 – RETRORREFLECTORES (CATADIÓPTRICO)
TRASEIROS, DE COR VERMELHA
14 – LANTERNA DE ILUMINAÇÃO DA PLACA TRASEIRA,
DE COR BRANCA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 08 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
15 – VELOCÍMETRO 16 – BUZINA
17 – FREIOS DE ESTACIONAMENTO E DE SERVIÇO COM
COMANDOS INDEPENDENTES
18 – PNEUS QUE OFEREÇAM CONDIÇÕES MÍNIMAS DE
SEGURANÇA
FREIO DE ESTACIONAMENTO - “FREIO DE MÃO”
FREIO DE SERVIÇO - “FREIO MECÂNICO DO VEÍCULO”
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 09 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
19 – DISPOSITIVO DE SINALIZAÇÃO LUMINOSA OU REFLETORA
DE EMERGÊNCIA, INDEPENDENTE DO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO
DO VEÍCULO;
20 – EXTINTOR DE INCÊNDIO *** não é mais obrigatório e
sim facultativo***
***21 – REGISTRADOR INSTANTÂNEO E INALTERÁVEL DE
VELOCIDADE E TEMPO, NOS VEÍCULOS DE TRANSPORTE E
CONDUÇÃO DE ESCOLARES, NOS DE TRANSPORTE DE
PASSAGEIROS COM MAIS DE DEZ LUGARES E NOS DE CARGA COM
CAPACIDADE MÁXIMA DE TRAÇÃO SUPERIOR A 19T; (vai cair este)
22 – PNEUS QUE OFEREÇAM CONDIÇÕES MÍNIMAS DE
SEGURANÇA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 10 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
23 – CINTO DE SEGURANÇA PARA TODOS OS OCUPANTES DO
VEÍCULO
24 – DISPOSITIVO DESTINADO AO CONTROLE DE RUÍDO
DE MOTOR, NAQUELES DOTADOS DE MOTOR A
COMBUSTÃO
25 – RODA SOBRESSALENTE, COMPREENDENDO O ARO E O PNEU,
COM OU SEM CÂMERA DE AR, CONFORME O CASO
26 – MACACO, COMPATÍVEL COM O PESO E CARGA DO
VEÍCULO
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 11 Resolução 14/1998 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
SÃO EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES E ÔNIBUS ELÉTRICOS
27 – CHAVE DE RODA 28 – CHAVE DE FENDA OU OUTRA FERRAMENTA
APROPRIADA PARA A REMOÇÃO DE CALOTAS
29 LANTERNAS DELIMITADORAS E LANTERNAS
LATERAIS NOS VEÍCULOS DE CARGA, QUANDO SUAS
DIMENSÕES ASSIM O EXIGIREM
30 – CINTO DE SEGURANÇA PARA A ÁRVORE DE
TRANSMISSÃO EM VEÍCULOS DE TRANSPORTE
COLETIVO E CARGA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 12 Resolução 24/1998
Estabelece o critério de identificação de veículos, a que se
refere o art. 114 do Código de Trânsito Brasileiro.
O VEÍCULO SERÁ IDENTIFICADO OBRIGATORIAMENTE POR CARACTERES GRAVADOS NO CHASSI OU NO MONOBLOCO
A GRAVAÇÃO SERÁ FEITA PELO FABRICANTE OU MONTADOR, DE MODO A IDENTIFICAR: VEÍCULO, FABRICANTE,
CARACTERÍSTICAS E ANO DE FABRICAÇÃO.
CHASSI – PARTE RÍGIDA DO VEÍCULO,
ONDE É COLOCADA A CARROCERIA
MONOBLOCO – PARTE INTEIRIÇA DO
VEÍCULO
VEÍCULOS AUTOMOTORES – OBRIGATÓRIO EM PELO MENOS 01 DOS DOIS LUGARES;
REBOQUE OU SEMIRREBOQUE – OBRIGATÓRIO NOS 02 LUGARES.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 13 Resolução 24/1998
Estabelece o critério de identificação de veículos, a que se
refere o art. 114 do Código de Trânsito Brasileiro.
VIN – É O SISTEMA INTERNACIONAL DE CODIFICAÇÃO DA IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO
ALÉM DA GRAVAÇÃO NO CHASSI OU MONOBLOCO OS VEÍCULOS SERÃO IDENTIFICADOS COM OS CARACTERES VIS
(NÚMERO SEQUENCIAL DE PRODUÇÃO) POR GRAVAÇÃO, COM PROFUNDIDADE MÍNIMA DE 0,2 mm EM CHAPAS OU
PLAQUETA COLADA, SOLDADA OU REBITADA, DESTRUTÍVEL QUANDO FEITA SUA REMOÇÃO.
O VIS PODERÁ FICARÁ LOCALIZADO EM UMS DOS SEGUINTES
COMPARTIMENTOS E COMPONENTES
A IDENTIFICAÇÃO DO VIS PODERÁ SER FEITA TAMBÉM POR ETIQUETA AUTOCOLANTE (TAMBÉM DESTRUTÍVEL)
1 – COLUNA DA PORTA DIANTEIRA LATERAL DIREITA;
2 – COMPARTIMENTO DO MOTOR;
3 – 01 DOS PARA BRISAS E 01 DOS VIDROS TRASEIROS, QUANDO
EXISTENTES;
4 – PELO MENOS DOIS 02 DE CADA LADO DO VEÍCULO, QUANDO
EXISTENTES, EXCETUADOS OS QUEBRA-VENTOS.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 14 Resolução 231 / 2007 Estabelece o sistema de placas de identificação de veículos.
A IDENTIFICAÇÃO EXTERNA DO VEÍCULO DEVERÁ SER FEITA POR MEIO DE
PLACAS DIANTEIRA E TRASEIRA
DIANTEIRA
TRASEIRA
A PLACA TRASEIRA É LACRADA EM SUA ESTRUTURA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 15 Resolução 231 / 2007 Estabelece o sistema de placas de identificação de veículos.
CARACTERÍSTICAS DAS PLACAS
07 CARACTERES ALFANUMÉRICOS
PRIMEIRO GRUPO COMPOSTO POR
03, RESULTANTE DE ARRANJO DE
26 LETRAS TOMADAS 3 A 3
SEGUNDO GRUPO COMPOSTO POR 04,
RESULTANTE DO ARRANJO COM REPETIÇÃO DE
10 ALGARISMOS, TOMADOS 4 A 4
A PLACA DEVERÁ CONTER
TAMBÉM GRAVADOS EM
TARJETAS REMOVÍVEIS A
ELAS FIXADAS:
- SIGLA DA UNIDADE DA
FEDERAÇÃO;
- NOME DO MUNICÍPIO DE
REGISTRO DO VEÍCULO
“VEÍCULOS OFICIAIS, DE REPRESENTAÇÃO,
DOS PERTENCENTES ÀS MISSÕES
DIPLOMÁTICAS, DAS REPARTIÇÕES
CONSULARES, DOS ORGANISMOS
INTERNACIONAIS, FUNCIONÁRIOS
ESTRANGEIROS, PERITOS ESTRANGEIROS
DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL FORAM
EXCEPCIONADAS A ESTA REGRA”.
DIMENSÕES
400 mm x 130 mm
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 16 Resolução 231 / 2007 Estabelece o sistema de placas de identificação de veículos.
AS PLACAS SÃO CONFECCIONADAS POR FABRICANTES
CREDENCIADOS PELO DETRAN DE CADA UF E DO
DF
É OBRIGATÓRIA A GRAVAÇÃO DO REGISTRO DO FABRICANTE EM
SUPERFÍCIE PLANA DA PLACA E DA TARJETA, DE MODO A NÃO SER
OBSTRUÍDA SUA VISÃO QUANDO AFIXADAS NOS VEÍCULOS DE MODO QUE
POSSA RESPONSABILIZAR AQUELE QUE COMETER FRAUDE
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 17 Resolução 231 / 2007 Estabelece o sistema de placas de identificação de veículos.
OS VEÍCULOS DE DUAS OU TRÊS RODAS DO TIPO MOTOCICLETA, MOTONETA, CICLOMOTOR E TRICICLO FICAM OBRIGADOS A
UTILIZAR PLACA TRASEIRA DE IDENTIFICAÇÃO COM PELÍCULA REFLETIVA CONFORME FIGURA:
***RESOLUÇÃO 372/11 ESTABELECEU A
OBRIGATORIEDADE DO USO DA PLACA E TARJETA
REFLETIVA PARA TODOS OS OUTROS VEÍCULOS ***
2007
2011
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 18 Resolução 231 / 2007 Estabelece o sistema de placas de identificação de veículos.
TABELA COM AS CORES DAS PLACAS PARTICULAR
ALUGUEL
EXPERIÊNCIA/FABRICANTE
APRENDIZAGEM
COLEÇÃO
OFICIAL
-MISSÃO DIPLOMÁTICA
-CORPO CONSULAR
-ORGANISMO INTERNACIONAL
-CORPO DIPLOMÁTICO
-ORGANISMO
CONSULAR/INTERNACIONAL
-COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
REPRESENTAÇÃO
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 19 Resolução 32 / 1998
Estabelece modelos de placas para veículos de
representação, de acordo com o art. 115, § 3° do Código de
Trânsito Brasileiro.
Art. 1º Ficam aprovados os modelos de placa constantes do Anexo à presente Resolução, para
veículos de representação dos Presidentes dos Tribunais Federais, dos Governadores, Prefeitos,
Secretários Estaduais e Municipais, dos Presidentes das Assembleias Legislativas e das
Câmaras Municipais, dos Presidentes dos Tribunais Estaduais e do Distrito Federal, e do
respectivo chefe do Ministério Público e ainda dos Oficiais Generais das Forças Armadas.
OS VEÍCULOS DE
REPRESENTAÇÃO
DEVERÃO ESTAR
REGISTRADOS
JUNTO AO
RENAVAM
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 20 Resolução 32 / 1998
Estabelece modelos de placas para veículos de
representação, de acordo com o art. 115, § 3° do Código de
Trânsito Brasileiro.
PARTICULAR
ALUGUEL
EXPERIÊNCIA/FABRICANTE
APRENDIZAGEM
COLECIONADOR
REPRESENTAÇÃOREPRESENTAÇÃO DIPLOMÁTICA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 21 Resolução 36 / 1998
Estabelece a forma de sinalização de advertência para os
veículos que, em situação de emergência, estiverem
imobilizados no leito viário, conforme o art. 46 do Código
de Trânsito Brasileiro.
Art.1º O condutor deverá acionar de imediato as luzes de
advertência (pisca-alerta) providenciando a colocação do
triângulo de sinalização ou equipamento similar à distância mínima
de 30 metros da parte traseira do veículo.
TRIÂNGULO DEVERÁ
SER INSTALADO
PERPENDICULARMENTE
AO EIXO DA VIA, E EM
BOA VISIBILIDADE
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 22 Resolução 110 / 1999
Fixa o calendário para renovação do Licenciamento Anual
de Veículos e revoga a Resolução CONTRAN no 95/99.
Art. 1o Os órgãos executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal estabelecerão
prazos para renovação do Licenciamento Anual dos Veículos registrados sob sua
circunscrição, de acordo com o algarismo final da placa de identificação, respeitados os
limitesfixados na tabela a seguir:
Quando o veículo se encontrar fora da unidade
da federação em que estiver registrado, deverão
adotar os prazos estabelecidos nesta Resolução.
**CADA ESTADO PODERÁ ESTABELECER SEUS
PRAZOS, RESPEITANDO OS LIMITES MÁXIMOS
TA TABELA DA RESOLUÇÃO 110/1999**
Agente de trânsito ou o PRF deverá usar esta
tabela como referência se o veículo estiver em
estado diferente ao que foi registrado.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 23 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
AS MODIFICAÇÕES NOS VEÍCULOS
DEVEM SER PRECEDIDAS DE
AUTORIZAÇÃO DA AUTORIDADE
RESPONSÁVEL PELO REGISTRO E
LICENCIAMENTO
SE CONDUZIR VEÍCULO COM A COR OU
CARACTERÍSTICA ALTERADA
INFRAÇÃO GRAVE
MULTA
RETENÇÃO DO
VEÍCULO PARA
REGULARIZAÇÃO
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 24 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
Art. 4º Quando houver
modificação exigir-se-á
realização de inspeção de
segurança veicular para
emissão do Certificado de
Segurança Veicular –
CSV, conforme
regulamentação
específica do INMETRO,
expedido por Instituição
Técnica Licenciada pelo
DENATRAN, respeitadas
as disposições
constantes na tabela do
Anexo desta Resolução.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 25 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
Parágrafo único: O número do Certificado de Segurança Veicular –
CSV, deve ser registrado no campo das observações do Certificado
de Registro de Veículos – CRV e do Certificado de Registro e
Licenciamento de Veículos – CRLV, enquanto que as modificações
devem ser registradas nos campos específicos e, quando estes não
existirem, no campo das observações do CRV/CRLV
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 26 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
O uso do GÁS NATURAL VEICULAR (GNV) como
combustível, é permitido somente para fins
automotivos e é vedado o seu uso em
CICLOMOTORES, MOTONETAS, MOTOCICLETAS
E TRICICLOS
§1º Os componentes do sistema devem estar
certificados no âmbito do Sistema Brasileiro de
Avaliação da Conformidade, conforme
regulamentação específica do Instituto Nacional de
Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial –
INMETRO.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 27 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
SERÁ EXIGIDO DE
QUEM UTILIZA
GNV:
I - Certificado de Segurança Veicular – CSV expedido por Instituição
Técnica Licenciada pelo DENATRAN e acreditada pelo INMETRO,
conforme regulamentação específica, onde conste a identificação do
instalador registrado pelo INMETRO, que executou o serviço.
II – O Certificado Ambiental para uso de Gás Natural em Veículos Automotores –
CAGN, expedido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos
Naturais Renováveis – IBAMA, ou aposição do número do mesmo no CSV.
§ 3º Anualmente, para o licenciamento dos veículos que utilizam o Gás Natural
Veicular como combustível será exigida a apresentação de novo Certificado de
Segurança Veicular – CSV
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 28 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
MODIFICAÇÕES PROIBIDAS
I - A utilização de rodas/pneus
que ultrapassem os limites
externos dos para-lamas do
veículo;
II - O aumento ou
diminuição do diâmetro
externo do conjunto
pneu/roda;
III – A substituição do chassi
ou monobloco de veículo por
outro chassi ou monobloco,
nos casos de modificação,
furto/roubo ou sinistro de
veículos, com exceção de
sinistros em motocicletas e
assemelhados
IV – A alteração das
características originais das
molas do veículo, inclusão,
exclusão ou modificação de
dispositivos da suspensão.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 29 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
MODIFICAÇÕES PROIBIDAS
**A adaptação em 4° eixo em caminhão,
salvo quando se tratar de eixo direcional
ou auto direcional**
**A instalação de fonte luminosa de gás
(FARÓIS XENOM), exceto se dispositivo fizer a
substituição originalmente**
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 30 Resolução 292 / 2008
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts.
98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras
providências.
MODIFICAÇÕES PROIBIDAS
Art. 14 Serão consideradas alterações de
cor aquelas realizadas através de pintura
ou adesivamento em área superior a 50%
do veículo, excluídas as áreas
envidraçadas.
Parágrafo único: será atribuída a cor fantasia
quando for impossível distinguir uma cor
predominante no veículo.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 31 Resolução 253 / 2007 Dispõe sobre o uso de medidores de transmitância luminosa.
Art. 1º A medição da transmitância luminosa
das áreas envidraçadas de veículos deverá ser
efetuada por meio de instrumento denominado
Medidor de Transmitância Luminosa. .
Parágrafo Único Medidor de transmitância
luminosa é o instrumento de medição
destinado a medir, em valores percentuais, a
transmitância luminosa de vidros, películas,
filmes e outros materiais simples ou
compostos.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 32 Resolução 253 / 2007 Dispõe sobre o uso de medidores de transmitância luminosa.
Art. 3º A autoridade executiva de trânsito ou
seus agentes somente efetuará o registro da
autuação quando a medição constatada no
instrumento for inferior a:
I – 26% nos casos em que o limite permitido
para a área envidraçada for 28%
II – 65% nos casos em que o limite permitido
para a área envidraçada for 70%
III – 70% nos casos em que o limite permitido
para a área envidraçada for 75%
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 33 Resolução 253 / 2007 Dispõe sobre o uso de medidores de transmitância luminosa.
Art. 4º O auto de infração e a notificação da autuação,
além do disposto no Código de Trânsito Brasileiro, e na
legislação complementar, deverão conter, expressas em
termos percentuais, a transmitância luminosa:
I – medida peloinstrumento;
II – considerada para efeito da aplicação da penalidade;
III – permitida para a área envidraçada fiscalizada.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 34 Resolução 253 / 2007 Dispõe sobre o uso de medidores de transmitância luminosa.
Art. 5º Quando o medidor de transmitância luminosa for dotado de dispositivo impressor, o
registro impresso deverá conter os seguintes dados:
I – data e hora;
II – placa do veículo;
III – transmitância medida pelo instrumento;
IV – área envidraçada fiscalizada;
V – identificação do instrumento;
VI – identificação do agente.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 35 Resolução 453 / 2013 Disciplina o uso de capacete para condutor e passageiro de
motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados
e quadriciclos motorizados.
Art. 2º Para fiscalização do cumprimento desta Resolução, as autoridades de trânsito ou
seus agentes devem observar:
I - Se o capacete motociclístico utilizado é certificado pelo INMETRO;
II - Se o capacete motociclístico está devidamente afixado à cabeça;
III - A aposição de dispositivo retrorrefletivo de segurança nas partes laterais e traseira do
capacete motociclístico, conforme especificado no item I do Anexo;
IV - A existência do selo de identificação da conformidade do INMETRO, ou etiqueta interna
com a logomarca do INMETRO, especificada na norma NBR7471, podendo esta ser afixada no
sistema de retenção;
V - O estado geral do capacete, buscando avarias ou danos que identifiquem a sua
inadequação para o uso;
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 36 Resolução 453 / 2013 Disciplina o uso de capacete para condutor e passageiro de
motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados
e quadriciclos motorizados.
Art. 3º O condutor e o passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado
e quadriciclo motorizado, para circular na via pública, deverão utilizar capacete com
viseira, ou na ausência desta, óculos de proteção, em boas condições de uso.
Fica proibido o uso de óculos
de sol, óculos corretivos ou de
segurança do trabalho (EPI) de
forma singular, em substituição
aos óculos de proteção.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 37 Resolução 453 / 2013 Disciplina o uso de capacete para condutor e passageiro de
motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados
e quadriciclos motorizados.
§ 4º No período noturno, é obrigatório o uso de viseira no padrão cristal.
§ 5º É proibida a aposição de película na viseira do capacete e nos óculos de proteção.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 38 Resolução 453 / 2013 Disciplina o uso de capacete para condutor e passageiro de
motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados
e quadriciclos motorizados.
ACESSÓRIOS PODEM, OU NÃO, FAZER PARTE DE UM CAPACETE CERTIFICADO, COMO
PALAS, QUEIXEIRAS REMOVÍVEIS, SOBREVISEIRAS E MÁSCARAS.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 39 Resolução 471 / 2013 Regulamenta a fiscalização de trânsito por intermédio de
videomonitoramento em estradas e rodovias, nos termos
do § 2º do artigo 280 do Código de Trânsito Brasileiro.
Art. 2º A autoridade ou o agente da autoridade de trânsito, exercendo a fiscalização remota
por meio de sistemas de videomonitoramento, poderão autuar condutores e veículos, cujas
infrações por descumprimento das normas gerais de circulação e conduta tenham sido
detectadas “online” por esses sistemas.
Art. 3º A fiscalização de trânsito mediante sistema de
videomonitoramento somente poderá ser realizada nas vias
que estejam devidamente sinalizadas para esse fim.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 40 Resolução 508 / 2014 Dispõe sobre os requisitos de segurança para a circulação,
a título precário, de veículo de carga ou misto transportando
passageiros no compartimento de cargas.
Art. 5º Além das exigências estabelecidas nos demais artigos desta Resolução, para o
transporte de passageiros em veículos de carga ou misto, é vedado:
I. transportar passageiros com idade inferior a 10 anos;
II. transportar passageiros em pé;
III. transportar cargas no mesmo ambiente dos passageiros;
IV. utilizar veículos de carga tipo basculante e boiadeiro;
V. utilizar combinação de veículos.
VI. transportar passageiros nas partes externas.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 41 Resolução 508 / 2014 Dispõe sobre os requisitos de segurança para a circulação,
a título precário, de veículo de carga ou misto transportando
passageiros no compartimento de cargas.
Art. 6º Para a circulação de veículos, o condutor deve estar habilitado:
I. na categoria B, se o transporte for realizado em veículo cujo peso bruto total não exceda a três mil e
quinhentos quilogramas e cuja lotação não exceda a oito lugares, excluído o do condutor;
II. na categoria C, se o transporte for realizado em
veículo cujo peso bruto total exceda a três mil e
quinhentos quilogramas;
III. na categoria D e ter o curso especializado para o
transporte coletivo de passageiros, se o transporte
for realizado em veículo cuja lotação exceda a oito
lugares, excluído o do condutor;
Parágrafo único. Para determinação da lotação de
que tratam os incisos deste artigo deverá ser
considerada, além da lotação do compartimento de
passageiros, a lotação do compartimento de carga
após a adaptação.
MOTOS E
TRICICLOS
CARROS DE
PASSEIO
VEÍCULOS
DE CARGA
< 3.500 KG
LOTAÇÃO >
8 LUGARES
UNIDADE
ACOPLADA
ACIMA DE 6
TON
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 42 Resolução 14 / 2014 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
ITENS OBRIGATÓRIOS
ESPELHOS RETROVISORES, DE AMBOS LADOS
FAROL DIANTEIRO, DE COR BRANCA OU AMARELA
LANTERNA, DE COR VERMELHA, NA PARTE TRASEIRA
VELOCÍMETRO
BUZINA
DISPOSITIVO DESTINADO AO CONTROLE DE RUÍDO DO MOTOR
PNEUS QUE OFEREÇAM CONDIÇÕES MÍNIMAS DE SEGURANÇA
LANTERNA DE FREIO, DE COR VERMELHA
INDICADORES LUMINOSOS DE MUDANÇA DE DIREÇÃO, DIANTEIRO E TRASEIRO
ILUMINAÇÃO DE PLACA TRASEIRA
PROTETOR DE RODAS TRASEIRAS
CICLOMOTORES
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 43 Resolução 14 / 2014 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
ITENS OBRIGATÓRIOS
ESPELHOS RETROVISORES, DE AMBOS LADOS
FAROL DIANTEIRO, DE COR BRANCA OU AMARELA
LANTERNA, DE COR VERMELHA, NA PARTE TRASEIRA
VELOCÍMETRO
BUZINA
DISPOSITIVO DESTINADO AO CONTROLE DE RUÍDO DO MOTOR,
DIMENSIONADO PARA MANTER A TEMPERATURA DE SUA SUPERFÍCIE
EXTERNA EM NÍVEL TÉRMICO ADEQUADO AO USO SEGURO DO VEÍCULO
PELOS OCUPANTES...
PNEUS QUE OFEREÇAM CONDIÇÕES MÍNIMAS DE SEGURANÇA
LANTERNA DE FREIO, DE COR VERMELHA
INDICADORES LUMINOSOS DE MUDANÇA DE DIREÇÃO, DIANTEIRO E TRASEIRO
ILUMINAÇÃO DE PLACA TRASEIRA
PROTETOR DE RODAS TRASEIRAS
MOTONETA TRICICLO
MOTOCICLETA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 44 Resolução 14 / 2014 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
veículos em circulação e dá outras providências.
ITENS OBRIGATÓRIOS
ESPELHOS RETROVISORES, DE AMBOS LADOSFAROL DIANTEIRO, DE COR BRANCA OU AMARELA
LANTERNA, DE COR VERMELHA, NA PARTE TRASEIRA
VELOCÍMETRO
BUZINA
DISPOSITIVO DESTINADO AO CONTROLE DE RUÍDO DO MOTOR
PNEUS QUE OFEREÇAM CONDIÇÕES MÍNIMAS DE SEGURANÇA
LANTERNA DE FREIO, DE COR VERMELHA
INDICADORES LUMINOSOS DE MUDANÇA DE DIREÇÃO, DIANTEIRO E TRASEIRO
ILUMINAÇÃO DE PLACA TRASEIRA
PROTETOR DE RODAS TRASEIRAS
QUADRICICLO
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 45 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, para aplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Art. 3º A confirmação da alteração da capacidade psicomotora em razão da influência de
álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência dar-se-á por meio de,
pelo menos, um dos seguintes procedimentos a serem realizados no condutor de veículo
automotor:
I – exame de sangue;
II – exames realizados por laboratórios especializados, indicados
pelo órgão ou entidade de trânsito competente ou pela Polícia
Judiciária, em caso de consumo de outras substâncias psicoativas
que determinem dependência;
III – teste em aparelho destinado à medição do teor alcoólico no ar
alveolar (etilômetro);
IV – verificação dos sinais que indiquem a alteração da
capacidade psicomotora do condutor.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 46 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, para aplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
§ 1º Além do disposto nos incisos deste artigo, também poderão ser utilizados prova
testemunhal, imagem, vídeo ou qualquer outro meio de prova em direito admitido.
§ 2º Nos procedimentos de fiscalização deve-
se priorizar a utilização do teste com
etilômetro.
§ 3° Se o condutor apresentar sinais de
alteração da capacidade psicomotora na
forma do art. 5º ou haja comprovação dessa
situação por meio do teste de etilômetro e
houver encaminhamento do condutor para a
realização do exame de sangue ou exame
clínico, não será necessário aguardar o
resultado desses exames para fins de
autuação administrativa.
PRIORIDADE
MEIO ADMITIDO
COMO PROVA
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 47 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, para aplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
O ETILÔMETRO
✓ Deve ser aprovado pelo INMETRO
✓ Deve ser aprovado em 4
verificações metrológicas.
1 – Verificação inicial
2 – Verificação eventual
3 – Verificação em serviço
3 – Verificação anual
Parágrafo único. Do resultado do etilômetro (medição realizada) deverá ser
descontada margem de tolerância, que será o erro máximo admissível, conforme
legislação metrológica, de acordo com a “Tabela de Valores Referenciais para
Etilômetro” constante no Anexo I.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 48 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, para aplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Dos Sinais de Alteração da Capacidade Psicomotora
Art. 5º Os sinais de alteração da capacidade psicomotora poderão ser verificados por:
I – exame clínico com laudo conclusivo e firmado por médico perito; ou
II – constatação, pelo agente da Autoridade de Trânsito, dos sinais de alteração da capacidade psicomotora nos termos do
Anexo II.
§ 1º Para confirmação da alteração da capacidade psicomotora pelo agente da
Autoridade de Trânsito, deverá ser considerado não somente um sinal, mas um
conjunto de sinais que comprovem a situação do condutor.
§ 2º Os sinais de alteração da capacidade psicomotora de que trata o inciso II
deverão ser descritos no auto de infração ou em termo específico que contenha
as informações mínimas indicadas no Anexo II, o qual deverá acompanhar o auto
de infração.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 49 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, para aplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
DA INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA
Art. 6º A infração prevista no art. 165 do CTB será caracterizada por:
I – exame de sangue que apresente qualquer concentração de álcool por litro de sangue;
II – teste de etilômetro com medição realizada igual ou superior a 0,05 miligrama de álcool por litro de ar alveolar
expirado (0,05 mg/L), descontado o erro máximo admissível nos termos da “Tabela de Valores Referenciais para
Etilômetro” constante no Anexo I;
III – sinais de alteração da capacidade psicomotora obtidos na forma do art. 5º.
Parágrafo único. Serão aplicadas as penalidades e medidas
administrativas previstas no art. 165 do CTB ao condutor que
recusar a se submeter a qualquer um dos procedimentos
previstos no art. 3º, sem prejuízo da incidência do crime
previsto no art. 306 do CTB caso o condutor apresente os
sinais de alteração da capacidade psicomotora.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 50 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, para aplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
DO CRIME
Art. 7º O crime previsto no art. 306 do CTB será caracterizado por qualquer um dos
procedimentos abaixo:
I – exame de sangue que apresente resultado igual ou superior a 6 (seis) decigramas de álcool por litro
de sangue (6 dg/L);
II - teste de etilômetro com medição realizada igual ou superior a 0,34 miligrama de álcool por litro de
ar alveolar expirado (0,34 mg/L), descontado o erro máximo admissível nos termos da “Tabela de
Valores Referenciais para Etilômetro” constante no Anexo I;
III – exames realizados por laboratórios especializados, indicados pelo órgão ou entidade de
trânsito competente ou pela Polícia Judiciária, em caso de consumo de outras substâncias
psicoativas que determinem dependência;
IV – sinais de alteração da capacidade psicomotora obtido na forma do art. 5º.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 51 Resolução 432 / 2013
Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes
na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância psicoativa que determine
dependência, paraaplicação do disposto nos arts. 165, 276, 277 e 306 da Lei nº 9.503, de 23 de
setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
DAS MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
Art. 9° O veículo será retido até a apresentação de condutor habilitado, que também será
submetido à fiscalização.
Parágrafo único. Caso não se apresente condutor habilitado ou o agente verifique que ele não está em condições de dirigir, o veículo será
recolhido ao depósito do órgão ou entidade responsável pela fiscalização, mediante recibo.
Art. 10. O documento de habilitação será recolhido pelo agente, mediante recibo, e ficará
sob custódia do órgão ou entidade de trânsito responsável pela autuação até que o
condutor comprove que não está com a capacidade psicomotora alterada, nos termos
desta Resolução.
§ 1º Caso o condutor não compareça ao órgão ou entidade de trânsito responsável pela autuação no prazo de 5 (cinco) dias da data do
cometimento da infração, o documento será encaminhado ao órgão executivo de trânsito responsável pelo seu registro, onde o condutor deverá
buscar seu documento.
§ 2º A informação de que trata o § 1º deverá constar no recibo de recolhimento do documento de habilitação.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 52 Resolução 205/2006
Dispõe sobre os documentos de porte obrigatório e dá outras
providências.
Art. 1º. Os documentos de porte obrigatório do condutor do veículo são:
• Autorização para conduzir ciclomotor (ACC);
• Permissão para dirigir (PPD); ou
• Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Para o condutor
• Certificado de registro e licenciamento anual (CRLV)Para o veículo
Os órgãos executivos de trânsito deverão expedir vias
originais do Certificado de Registro e Licenciamento Anual
– CRLV
Desde que solicitadas pelo proprietário do veículo
A via deverá constar o seu número de ordem,
respeitada a cronologia de sua expedição.
Infração: leve
Penalidade: multa
Medida administrativa: retenção do
veículo até a apresentação do
documento.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 53 Resolução 258/2007
Regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código Trânsito Brasileiro, fixa
metodologia de aferição de peso de veículos, estabelece percentuais de
tolerância e dá outras providências.
Art. 1º. (...) o comprimento total é aquele medido do ponto mais avançado da sua extremidade dianteira ao ponto mais
avançado da sua extremidade traseira, inclusos todos os acessórios para os quais não esteja prevista uma exceção.
limpador de para-
brisas e dispositivos
de lavagem do para-
brisas;
placas dianteiras e
traseiras;
dispositivos e olhais
de fixação e
amarração da carga,
lonas e encerados
luzes;
espelhos retrovisores
ou outros dispositivos
similares;
tubos de admissão de
ar;
batentes;
degraus e estribos de
acesso;
borrachas;
plataformas elevatórias, rampas de
acesso, e outros equipamentos
semelhantes, em ordem de marcha,
desde que não constituam saliência
superior a 200mm;
dispositivos de engate
do veiculo a motor.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 54 Resolução 258/2007
Regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código Trânsito Brasileiro, fixa
metodologia de aferição de peso de veículos, estabelece percentuais de
tolerância e dá outras providências.
A medição do comprimento dos veículos do tipo guindaste
devera tomar como base, a ponta da lança e o suporte dos
contrapesos.
P
ro
ib
id
o
t
ra
n
si
ta
r • com peso bruto total (PBT) ou com
peso bruto total combinado (PBTC)
com peso por eixo, superior ao fixado
pelo fabricante;
• ultrapassar a capacidade máxima de
tração (CMT) da unidade tratora.
• A fiscalização do peso deve ser feita por
equipamento de pesagem (balança rodoviária)
ou, na impossibilidade, pela verificação de
documento fiscal.
• Obrigatória a presença da autoridade ou do
agente da autoridade no local de aferição.
• Os equipamentos utilizados na pesagem devem
ter seu modelo aprovado pelo INMETRO, de
acordo com a legislação metrológica em vigor.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 55 Resolução 258/2007
Balança rodoviária
• Tolerância máxima: 5% sobre os limites de pesos regulamentares para o
peso bruto total e peso bruto total combinado
• Multa sobre parcela excedente quando ocorrer excesso de peso em algum
dos eixos. A carga deverá ser remanejada ou ser efetuado transbordo, para
que os excessos por eixo sejam eliminados. O veículo somente poderá
prosseguir viagem depois de sanar a irregularidade.
• Multa sobre peso excedente quando ocorrer excesso de peso (observado a
tolerância de 5%). O veículo para prosseguir viagem deve efetuar o
transbordo e sanar as irregularidades.
• Nos casos em que não for dispensado o remanejamento ou transbordo da
carga o veículo deverá ser recolhido ao depósito, sendo liberado somente
após sanada a irregularidade e pagas todas as despesas de remoção e
estada.
• A critério do agente, observadas as condições de segurança, poderá ser
dispensado o remanejamento ou transbordo de produtos perigosos, produtos
perecíveis, cargas vivas e passageiros.
Na fiscalização de peso dos veículos
Nota Fiscal, Conhecimento ou Manifesto
de carga
• Poderá ser feita em qualquer tempo ou
local, não sendo admitida qualquer
tolerância sobre o peso declarado.
Independentemente da natureza da carga, o veículo
poderá prosseguir viagem sem remanejamento ou
transbordo, desde que os excessos aferidos sejam
simultaneamente inferiores a 5% do limite para cada
tipo de eixo:
Excesso de
peso
Tipo de eixo
300 kg No eixo direcional
500 kg No eixo isolado
850 kg Por conjuntos de eixos em tandem duplo
1275 kg No conjunto de eixos em tandem triplo
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 56 Resolução 258/2007
Infração: média
(R$130,16)
Penalidade: multa
acrescida a cada
duzentos quilogramas
ou fração de excesso
de peso apurado
Medida Administrativa:
retenção do veículo e
transbordo da carga
excedente.
Regras para
cálculo da
multa
𝑀𝑈𝐿𝑇𝐴 = 130,16 +
𝐸𝑥𝑐𝑒𝑠𝑠𝑜 𝑎𝑝𝑢𝑟𝑎𝑑𝑜
200
× 𝐹𝑎𝑡𝑜𝑟 𝑚𝑢𝑙𝑡𝑖𝑝𝑙𝑖𝑐𝑎𝑡𝑖𝑣𝑜
Peso excedente Fator Multiplicativo
Até 600kg R$ 5,32
600 a 800kg R$ 10,64
800 a 1000kg R$ 21,28
1000 a 3000kg R$ 31,92
3000 a 5000kg R$ 42,56
Acima de 5000kg R$ 53,20
Regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código Trânsito Brasileiro, fixa
metodologia de aferição de peso de veículos, estabelece percentuais de
tolerância e dá outras providências.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 57 Resolução 258/2007
Penalidade: Multa
Medida Administrativa:
Retenção do Veículo
para Transbordo da
carga.
Infração pelo
excesso de
capacidade
máxima de tração
Peso excedente à CMT Natureza da infração Fator Multiplicativo
Até 600kg Média R$ 130,16
601 a 1000kg Grave R$ 195,23
Acima de 1000kg Gravíssima R$ 293,47*
*Aplicados a cada 500kg ou fração de excesso de peso apurado
Regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código Trânsito Brasileiro, fixa
metodologia de aferição de peso de veículos, estabelece percentuais de
tolerância e dá outras providências.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 58 Resolução 277/2008
Dispõe sobre o transporte de menores de 10 anos e a utilização do dispositivo de
retenção para o transporte de crianças em veículos.
Art.1º.Para transitar em veículos automotores, os menores de dez
anos deverão ser transportados nos bancos traseiros usando
individualmente cinto de segurança ou sistema de retenção equivalente
de acordo com a idade da criança.
1 – As crianças com até um
ano de idade deverão utilizar,
obrigatoriamente, o
dispositivo de retenção
denominado “bebê conforto ou
conversível”
2 – As crianças com idade
superior a um ano e inferior ou
igual a quatro anos deverão
utilizar, obrigatoriamente, o
dispositivo de retenção
denominado “cadeirinha”.
3 – As crianças com idade
superior a quatro anos e
inferior ou igual a sete anos e
meio deverão utilizar o
dispositivo de retenção
denominado “assento de
elevação”.
4 – As crianças com idade
superior a sete anos e meio e
inferior ou igual a dez anos
deverão utilizar o cinto de
segurança do veículo.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 59 Resolução 277/2008
Dispositivo de retenção para crianças é o
conjunto de elementos que contém uma
combinação de tiras com fechos de
travamento, dispositivo de ajuste, partes
de fixação
Não se aplicam aos veículos de transporte
coletivo, aos de aluguel, aos de transporte
autônomo de passageiro (táxi), aos
veículos escolares* e aos demais veículos
com peso bruto total superior a 3,5t.
Resolução nº 541/2015 CONTRAN – Todo veículo utilizado no transporte
escolar, independentemente de sua classificação, categoria e do peso bruto
total – PBT do veículo, deverá utilizar o dispositivo de retenção adequado para
o transporte de crianças com até 7 anos e meio de idade (suspensa pela
Resolução nº 630/2016).
Os manuais dos veículos automotores,
em geral, deverão conter informações
a respeito dos cuidados no transporte
de crianças, da necessidade de
dispositivos de retenção e da
importância de seu uso.
Dispõe sobre o transporte de menores de 10 anos e a utilização do dispositivo de
retenção para o transporte de crianças em veículos.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 60 Resolução 277/2008
I – É vedado o transporte de crianças com até 7 anos e meio de idade, em dispositivo de
retenção posicionado em sentido contrário ao da marcha do veículo;
II – É permitido o transporte de crianças com até 7 anos e meio de idade, em
dispositivo de retenção posicionado no sentido de marcha do veículo, desde que não
possua bandeja, ou acessório equivalente, incorporado ao dispositivo de retenção;
III - Salvo instruções específicas do fabricante do veículo, o banco do passageiro
dotado de airbag deverá ser ajustado em sua última posição de recuo, quando ocorrer
o transporte de crianças neste banco.
Nos veículos equipados com airbag, para o passageiro do banco dianteiro, o
transporte de crianças com até 10 anos neste banco, poderá ser realizado
desde que utilizado o dispositivo de retenção adequado ao seu peso e altura:
Dispõe sobre o transporte de menores de 10 anos e a utilização do dispositivo de
retenção para o transporte de crianças em veículos.
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LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
MEMORIZZE 61 Resolução 277/2008 Infração: gravíssima
Penalidade: multa
Medida administrativa: retenção do
veículo até que a regularidade seja
sanada
Excepcionalmente, nos veículos dotados exclusivamente
de banco dianteiro, o transporte de crianças com até 10
anos de idade poderá ser realizado neste banco,
utilizando-se sempre o dispositivo de retenção adequado
ao peso e altura da criança.
Na hipótese de a quantidade de crianças menor que 10
anos exceder a capacidade de lotação do banco
traseiro, será admitido o transporte daquela de maior
estatura no banco dianteiro, utilizando o cinto de
segurança do veículo ou dispositivo de retenção
adequado ao seu peso e altura.
Resolução CONTRAN nº 100/2010 – o transporte de criança
com idade inferior a 10 anos poderá ser realizado no banco
dianteiro do veículo:
• Quando o veículo for dotado exclusivamente deste
banco;
• Quando a quantidade de crianças com esta idade
exceder a lotação do banco traseiro;
• Quando o veículo for fabricado de cintos de dois pontos
no bancos traseiros (as crianças de 4 anos a 7 anos e
meio poderão ser transportadas utilizando cinto de
segurança de dois pontos sem o assento de elevação).
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
PODERES FUNÇÃO TÍPICA FUNÇÃO ATÍPICA
EXECUTIVO ADMINISTRAR LEGISLAR
LEGISLATIVO LEGISLAR + FISCALIZAR ADMINISTRAR + JULGAR
JUDICIÁRIO JULGAR ADMINISTRAR + LEGISLAR
MEMORIZZE 01 TRIPARTIÇÃO DOS PODERES
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 02 COMPARATIVO ADM. INDIRETA
AUTARQUIAS
FUNDAÇÃO
PÚBLICA
EMPRESA
PÚBLICA
SOCIEDADE DE
ECONOMIA MISTA
CRIAÇÃO E EXTINÇÃO POR
LEI
REGIME JURÍDICO DE DIREITO
PÚBLICO
CAPITAL PÚBLICO
DESCENTRALIZADO
BENS INPENHORÁVEIS
ESTATUTÁRIOS
ATIVIDADES TÍPICAS DO
ESTADO
CRIAÇÃO E EXTINÇÃO POR
LEI (DIREITO PÚBLICO)
AUTORIZADA POR LEI
(DIREITO PRIVADO)
REGIME JURÍDICO DE DIREITO
PÚBLICO OU DIREITO
PRIVADO
EXECUTA SERVIÇOS DE
INTERESSE DO ESTADO
ESTATUTÁRIOS
BENS INPENHORÁVEIS
AUTORIZADA POR LEI +
REGISTRO
AUTORIZADA POR LEI +
REGISTRO
REGIME JURÍDICO DE DIREITO
PRIVADO
CAPITAL PÚBLICO EXCLUSIVO
DO PODER PÚBLICO
BENS PENHORÁVEIS
CELETISTAS (CLT)
EXERCE ATIVIDADE
ECONÔMICA
REGIME JURÍDICO DE DIREITO
PRIVADO
CAPITAL 50% + 1 FORMA DE
S/A
BENS PENHORÁVEIS
CELETISTAS (CLT)
EXERCE ATIVIDADE
ECONÔMICA
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 03 PODER DISCRICIONÁRIO
Prerrogativa para
praticar atos
discricionários
Admite juízo do
mérito administrativo
(conveniência e
oportunidade)
Margem de escolha
restrita aos limites da
lei
Controle judicial
apenas CO FI FO
(competência,
finalidade e forma)
Revogação atos
inoportunos e
inconvenientes
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 04PODER HIERÁRQUIVO
Relação de
Coordenação e
Subordinação
Dar ordens, fiscalizar,
controlar, aplicar sanções,
delegar e avocar
competências
Somente sanções disciplinares a servidores;
Não há hierarquia entre diferentes pessoas
jurídicas;
Delegação pode ocorrer fora da estrutura
hierárquica, já avocação, não pode
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 05PODER DISCIPLINAR
Aplicar
sanções a
servidores
que
cometem
infrações
Admite a gradação
e escolha da
penalidade
(discricionariedade)
Aplicar
sanções a
Particulares
com vínculo
contratual
Não se confunde
com poder punitivo
do estado
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 06 PODER REGULAMENTAR
Poder
Executivo
edita decretos
Decreto de execução – Dar fiel execução às
leis administrativas; não pode ser delegado.
Atos de caráter geral e abstrato.
Decreto autônomo – Não necessita de lei
prévia; apenas para organizar Adm. Pública;
Pode ser delegado.
Congresso Nacional pode sustar atos
normativos que exorbitem do poder
regulamentar
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 07 PODER DE POLÍCIA
RESTRINGIR, CONDICIONAL, LIMITARATIVIDADES
PRIVADAS
PODER DE POLÍCIA PREVENTIVO – ANUÊNCIA
PRÉVIA PARA ATIVIDADES PARTICULARES. EX:
ALVARÁS, CARTEIRAS, DECLARAÇÕES E ETC.
PODER DE POLÍCIA REPRESSIVO – SANÇÕES
ADMINISTRATIVAS A PARTICULARES. EX: TAXAS
LICENÇA = ATO VINCULADO
AUTORIZAÇÃO = DISCRICIONÁRIO E
PRECÁRIO
PODER DE POLÍCIA ORIGINÁRIO = ADM. DIRETA
PODER DE POLÍCIA DELEGADO = ADM. INDIRETA
(SÓ ENTIDADES DE DIREITO PÚBLICO)
DELEGAÇÃO DO PODER DE POLÍCIA À ADM.
INDIRETA DE DIREITO PRIVADO É PROIBIDA PELO
STF E AUTORIZADA PELO STJ
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 08PODER DE POLÍCIA
POLÍCIA ADMINISTRATIVA POLÍCIA JUDICIÁRIA
Caráter PREVENTIVO Caráter REPRESSIVO
Incide em infrações administrativas. Incide nas infrações de natureza Penal.
Exercida sobre atividades privadas, bens
ou direitos.
Incide diretamente sobre as pessoas.
Diversos órgãos administrativos de
caráter fiscalizador.
Exercido por corporações especializadas
(Polícias civil, federal e militar)
PODER DE POLÍCIA SENTIDO AMPLO Atividade legislativa + atividade
administrativa
PODER DE POLÍCIA SENTIDO ESTRITO Apenas atividades administrativas
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 09 PODER DE POLÍCIA
ORDEM DE
POLÍCIA
CONSENTIMENTO
DE POLÍCIA
FISCALIZAÇÃO
DE POLÍCIA
SANÇÃO DE
POLÍCIA
PRESCRIÇÃO
DA AÇÃO
PUNITIVA
PRECEITO LEGAL
NEM SEMPRE SERÁ
NECESSÁRIO
VERIFICAÇÃO DOS
CUMPRIMENTOS
DAS ORDENS
MULTAS;
INTERDIÇÃO;
SUSPENSÃO;
PRESCREVE EM 5
ANOS
SÃO DELEGÁVEIS APENAS ATOS
DE CONSENTIMENTO E
FISCALIZAÇÃO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 10 PODER DE POLÍCIA
A
TR
IB
U
TO
S
AUTOEXECUTORIEDADE
COERCIBILIDADE
DISCRICIONARIDADE
ATOS IMEDIATOS E
DIRETAMENTE
EXECUTADOS
INDEPENDENTE DE
PRÉVIA AUTORIZAÇÃO
JUDICIAL
RAZOÁVEL LIBERDADE
DE ATUAÇÃO
ABUSO
DE
PODER
EXCESSO DE
PODER – VÍCIO
DE
COMPETÊNCIA
DESVIO DE
PODER – VÍCIO
DE FINALIDADE
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 11 PODER DE POLÍCIA
PODER DISCIPLINAR PODER DE POLÍCIA
Punir infrações funcionais de seus
servidores (vínculo funcional com
a administração)
Punir infrações administrativas de
particulares com vínculo geral
com a administração. Ex: multa
de trânsito
Punir infrações administrativas de
particulares com vínculo
específico com a administração.
Ex: contrato
SANÇÕES
ADMINISTRATIVAS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 12 ATOS ADMINISTRATIVOS
DECLARAÇÃO
UNILATERAL
EXERCÍCIO DA
FUNÇÃO
ADMINISTRATIVA
REALIZADO POR
AGENTE PÚBLICO,
INCLUSIVE
PARTICULARES EM
COLABORAÇÃO
REGIDO PELO DIREITO
PÚBLICO
PRODUZ EFEITOS
JURÍDICOS IMEDIATOS
SUJEITO AO
CONTROLE JUDICIAL
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 13 ATOS ADMINISTRATIVOS
ELEMENTOS
COMPETÊNCIA MOTIVOFINALIDADE FORMA OBJETO
PODER ATRIBUÍDO.
IRRENUNCIÁVEL,INDERROGÁVEL,
IMPRORROGÁVEL,INTRASFERÍVEL,
IMPRESCRITÍVEL.
REGRA GERAL É A POSSIBILIDADE
DE DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIA.
EXCEÇÃO – ATOS DE CARÁTER
NORMATIVO; DECISÃO DE
RECURSOS ADMINISTRATIVOS;
COMPETÊNCIA EXCLUSIVA
DECORRE DO PRINCÍPIO DA
IMPESSOALIDADE
REQUISITO ESSENCIAL
PARA VALIDADE DO ATO
FINALIDADE É SEMPRE
VINCULADO
EFEITO JURÍDICO MEDIATO
DESVIO DE FINALIDADE –
VÍCIO INSANÁVEL – ATO
DEVE SER ANULADO
FUNDAMENTOS DO ATO
E DE DIREITO QUE
JUSTIFICAM A PRÁTICA
DO ATO
MOTIVO É DIFERENTE
DE MOTIVAÇÃO
MOTIVAÇÃO É
OBRIGATÓRIA SE
HOUVER NORMA LEGAL
VÍCIOS DE MOTIVO –
INSANÁVEL – DEVE SER
ANULADO
MODO DE EXTERIORIZAÇÃO
DOS ATOS
REGRA É A FORMA ESCRITA
VÍCIO DE FORMA – QUANDO
FOR ESSENCIAL
FORMALMENTE SERÁ
INSANÁVEL E DEVERÁ SER
ANULADO E QUANDO NÃO
ESSENCIAL SERÁ SANÁVEL E
DEVERÁ SER CONVALIDADO
EFEITOS JURÍDICOS
IMEDIATOS DO ATO
CONTEÚDO DO ATO
VÍCIOS DO OBJETO –
INSANÁVEL ATO DEVE
SER ANULADO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 14 ATOS ADMINISTRATIVOS
VINCULAÇÃO E DISCRICIONARIDADE
COMPETÊNCIA
FINALIDADE
FORMA
MOTIVO
OBJETO
DISCRICIONÁRIOS
VINCULADOS
*NÃO EXISTE ATO TOTALMENTE DISCRICIONÁRIO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 15 ATOS ADMINISTRATIVOS
ATRIBUTOS
P
A
T
I
PRESUNÇÃO DE LEGITIMIDADE
AUTOEXECUTORIEDADE
TIPICIDADE
IMPERATIVIDADE
LEGITIMIDADE = ATO CONFORME LEI.
VERACIDADE = FATOS ALEGADOS SÃO VERDADEIROS.
PRESENTE EM TODOS OS ATOS.
ATO EXECUTADO SEM NECESSIDADE DE INTERVENÇÃO JUDICIAL.
EXIGIBILIDADE = COERÇÃO INDIRETA.
EXECUTORIEDADE = COERÇÃO DIRETA.
PRESENTE APENAS EM VIRTUDE DE LEI OU PARA MEDIDA URGENTE.
CADA ESPÉCIE DE ATO REQUER DEVIDA PREVISÃO LEGAL.
IMPEDE PRÁTICA DE ATOS SEM PREVISÃO LEGAL
IMPOSIÇÃO DE RESTRIÇÕES SEM NECESSIDADE DE CONCORDÂNCIA.
DECORRE DO PODER EXTROVERSO.
PRESENTE APENAS NOS ATOS QUE IMPÕEM OBRIGAÇÕES OU
RESTRIÇÕES.
NÃO ESTÁ PRESENTE EM ATOS ENUNCIATIVOS E NOS ATOS QUE
CONFEREM DIREITOS.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 16 ATOS ADMINISTRATIVOS
ESPÉCIES DE ATOS ADMINISTRATIVOS
PUNITIVOS ORDINÁTÓRIOS NEGOCIAIS ENUNCIATIVOS NORMATIVOS
SANÇÕES ADMINISTRATIVAS ATOS COM EFEITOS INTERNOS VONTADE DA ADM.
COINCIDE COM INTERESSE
DO ADMINISTRADO
ATESTAM OU CERTIFICAM
SITUAÇÕES PREEXISTENTES
EFEITOS GERAIS E
ABSTRATOS
PODEM SER ORDEM INTERNA
(SERVIDORES PÚBLICOS)
VISAM DISCIPLINAR O
FUNCIONAMENTO DA
ADMINISTRAÇÃO
ANUÊNCIA PRÉVIA DA
ADMINISTRAÇÃO.
EX:
CERTIDÃO;ATESTADO;PARECE
R;APOSTILA – C.A.P.A
NÃO PODEM INOVAR O
ORDENAMENTO JURÍDICO
PODEM SER ORDEM
EXTERNA (PARTICULARES)
POSSUEM FUNDAMENTO NO PODER
HIERÁRQUICO
NÃO EXISTE
IMPERATIVIDADE,
COERCIBILIDADE OU
AUTOEXECUTORIEDADE.
EX:
REGULAMENTOS;PORTARIAS;
CIRCULARES;INSTRUÇÕES
ADMINISTRATIVAS
INFERIORES AOS ATOS
NORMATIVOS
EX: PORTARIAS DE DELEGAÇÃO DE
COMPETÊNCIA, CIRCULARES
INTERNAS, ORDENS DE SERVIÇO.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 17 ATOS ADMINISTRATIVOS
LICENÇA X AUTORIZAÇÃO X PERMISSÃO
LICENÇA
VINCULADO E
DEFINITIVO
NÃO PODE SER
REVOGADA (REGRA)
PODE GERAR DIREITO
A INDENIZAÇÃO AO
PARTICULAR
AUTORIZAÇÃO
DISCRICIONÁRIO E
PRECÁRIO
PODE SER REVOGADA
SEM A NECESSIDADE
DE PAGAR
INDENIZAÇÃO
(REGRA)
PERMISSÃO
DISCRICIONÁRIO E
PRECÁRIO
FORMALIZADA POR
CONTRATO DE
ADESÃO, PRECEDIDO
DE LICITAÇÃO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 18 ATOS ADMINISTRATIVOS
EXTINÇÃO E CONVALIDAÇÃO DE ATOS ADMINISTRATIVOS
REVOGAÇÃO ANULAÇÃO CONVALIDAÇÃO
CONTROLE MÉRITO (SEM VÍCIO) LEGALIDADE E LEGITIMIDADE (VÍCIOS
INSANÁVEIS)
LEGALIDADE E LEGITIMIDADE (VÍCIOS
SANÁVEIS)
COMPETÊNCIA ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO E JUDICIÁRIO ADMINISTRAÇÃO
DESFAZIMENTO ATO DISCRICIONÁRIO ATO VINCULADO – VÍCIO INSANÁVEL
ATO DISCRICIONÁRIO – VÍCIO SANÁVEL
ATO DISCRICIONÁRIO – PODE-SE
OPTAR PELA ANULAÇÃO DO ATO
EFICÁCIA EX NUNC (NÃO
RETROAGE)
EX TUNC (RETROAGE) EX TUNC (RETROAGE)
CONVALIDA – FO CO NÃO CONVALIDA – 0 F I M
FORMA ; COMPETÊNCIA OBJETO ; FINALIDADE ; MOTIVOTransaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 19 AGENTES PÚBLICOS
AGENTES
POLÍTICOS
AGENTES
ADMINISTRATIVOS
AGENTES
CREDENCIADOS
AGENTES DE
FATO
AGENTES
HONORÍFICOS
AGENTES
DELEGADOS
CHEFES DO
EXECUTIVO,
MINISTROS,
SECRETÁRIOS,
MEMBROS DO
LEGISLATIVO,
JUÍZES,
MEMBROS DO MP
E DO TCU.
EXERCEM ATIVIDADES
ADMINISTRATIVAS.
EX: SERVIDORES
PÚBLICOS,
EMPREGADOS
PÚBLICOS E AGENTES
TEMPORÁRIOS.
PRESTAM SERVIÇOES
RELEVANTES.
EX: MESÁRIOS E JURI
PARTICULARES QUE
ATUAM EM
COLABORAÇÃO COM O
PODER PÚBLICO.
EX: TABELIÃO,
LEILOEIRO.
REPRESENTAM A
ADM. EM
ATIVIDADES
ESPECÍFICAS
INVESTIDOS EM
FUNÇÃO PÚBLICA DE
FORMA EMERGENCIAL
(NECESSÁRIOS) OU
IRREGULAR
(PUTATIVOS). SEUS
ATOS DEVEM SER
CONVALIDADOS.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 20 AGENTES PÚBLICOS
CARGOS PÚBLICOS X EMPREGOS PÚBLICOS
CARGOS PÚBLICOS EMPREGOS PÚBLICOS
PROVIMENTO EFETIVO OU EM
COMISSÃO.
SERVIDOR PÚBLICO.
REGIME JURÍDICO ESTATUTÁRIO.
DIREITO PÚBLICO (ADM. DIRETA,
AUTARQUIAS E FUNDAÇÕES
PÚBLICAS
PROVIMENTO MEDIANTE
CONCURSO PÚBLICO
EMPREGADOS PÚBLICOS
REGIME JURÍDICO CELETISTA.
DIREITO PRIVADO (EMPRESAS
PÚBLICAS, S.E.M., FUNDAÇÕES
DE DIREITO PRIVADO.
CARGOS EM COMISSÃO –
QUALQUER PESSOA
FUNÇÕES DE CONFIANÇA
– SOMENTE SERVIDORES
EFETIVOS
DIREÇÃO CHEFIA
ASSESSORAMENTO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 21 AGENTES PÚBLICOS
•BRASILEIROS
•ESTRANGEIROS
PODEM
PARTICIPAR
•PROVAS
•PROVAS E TÍTULOS
•EXCEÇÕES – CARGOS EM COMISSÃO,
TEMPORÁRIOS,
PODE SER
•ATÉ 2 ANOS
•PRORROGÁVEL UMA VEZ POR IGUAL
PERÍODO
PRAZO DE
VALIDADE
• SÓ POR LEIRESTRIÇÕES
• ATÉ 20% PARA PORTADORES DE
DEFICIÊNCIA. (MÍNIMO DE 5%);
• 20% PARA NEGROS.
COTAS
• REGRA – NÃO PODE
• EXCEÇÃO - GESTANTES
REMARCAÇÃO
DE PROVAS DE
APTIDÃO
FÍSICA
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 22 AGENTES PÚBLICOS
G
R
EV
E
EFICÁCIA LIMITADA
NÃO
MILITARES/SEGURANÇA
PÚBLICA (STF)
APLICA-SE A LEI DE GREVE
DOS TRABALHADORES
PRIVADOS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 23 AGENTES PÚBLICOS
SISTEMA REMUNERATÓRIO DOS AGENTES PÚBLICOS
SUBSÍDIO
DOS
MINISTROS
DO STF
EXECUTIVO
LEGISLATIVO
JUDICIÁRIO
ESFERA FEDERAL
SUBSÍDIO
DO
PREFEITO
EXECUTIVO
LEGISLATIVO
JUDICIÁRIO
ESFERA MUNICIPAL
ESFERA ESTADUAL
EXECUTIVO SUBSIDIO DO
GOVERNADOR
LEGISLATIVO SUBS. DOS DEP.
ESTADUAIS E
DISTRITAIS
MEMBROS DO
JUDICIÁRIO
SUB. DOS
MINISTROS DO STF
SERVIDORES DO
JUDICIÁRIO
SUB.
DESEMBARGADOR
DO TJ, LIMITADO A
90,25% DO SUB DO
STF
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 24 AGENTES PÚBLICOS
ACUMULAÇÃO DE CARGOS
NA ATIVA
NA
APOSENTADORIA
NÃO PODE
EM REGRA
NÃO PODE
2 CARGOS DE PROFESSOR
1 CARGO DE PROFESSOR + CARGO
TÉCNICO OU CIENTÍFICO
2 CARGOS OU EMPREGOS NA ÁREA
DA SAÚDE
CARGOS ACUMULÁVEIS
CARGOS ELETIVOS
CARGOS EM COMISSÃO
EX
C
EÇ
Ã
O
EX
C
EÇ
Ã
O
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 25 AGENTES PÚBLICOS
MODALIDADES DE APOSENTADORIA
INVALIDEZ PERMANENTE –
PROVENTOS PROPORCIONAIS
EXCETO: DOENÇA GRAVE,
CONTAGIOSA OU INCURÁVEL
COMPULSÓRIA – 75 ANOS –
PROVENTOS PROPORCIONAIS
VOLUNTÁRIA – 10 ANOS DE
EFETIVO EXERCÍCIO E 5 ANOS
NO CARGO
POR
IDADE
HOMEM – 65
ANOS
MULHER – 60
ANOSPROVENTOS PROPORCIONAIS
ESPECIAIS
PROFESSOR – INFANTIL,FUNDAMENTAL E
MÉDIO – TEMPO REDUZIDO EM 5 ANOS
PORTADORES DE
DEFICIÊNCIA,ATIVIDADES DE RISCO OU
CONDIÇÕES ESPECIAIS NORMAS DO RGPS
MILITARES – REGIME EM LEI PRÓPRIA
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 26 LEI 8112/1990
NOMEAÇÃO
PROMOÇÃO
READAPTAÇÃO
REINTEGRAÇÃO
REVERSÃO
RECONDUÇÃO
APROVEITAMENTO
PROVIMENTO
ORIGINÁRIO
PROVIMENTO
DERIVADO
FORMAS DE PROVIMENTO PRINCIPAL CARACTERÍSTICA
NOMEAÇÃO CARÁTER EFETIVO (CONCURSO
PÚBLICO) OU COMISSÃO (LIVRE
NOMEAÇÃO E LIVRE EXONERAÇÃO).
PROMOÇÃO CARGO SUPERIOR NA CARREIRA.
PROVIMENTO VERTICAL.
READAPTAÇÃO LIMITAÇÃO DA CAPACIDADE FÍSICA E
MENTAL. APENAS SERVIDOR EFETIVO.
REINTEGRAÇÃO INJUSTAMENTE DEMITIDO
REVERSÃO RETORNO DO SERVIDOR
APOSENTADO.
RECONDUÇÃO VOLTA AO CARGO POR NÃO
APROVAÇÃO NO ESTÁGIO
PROBATÓRIO DE OUTRO CARGO, OU
REINTEGRAÇÃO DO ANTERIOR
OCUPANTE.
APROVEITAMENTO RETORNO DO SERVIDOR EM
DISPONIBILIDADE.
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 27 LEI 8112/1990
NOMEAÇÃO
POSSE
30 DIAS
EXERCÍCIO
15 DIAS
INVESTIDURA OCORRE COM A POSSE;
SÓ HÁ POSSE NO PROVIMENTO ORIGINÁRIO;
PRAZO DE 30 DIAS IMPRORROGÁVEIS.
PRAZO DE 15 DIAS, A PARTIR DA POSSE;
CASO SERVIDOR NÃO ENTRE EM EXERCÍCIO,
SERÁ EXONERADO.
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 28 LEI 8112/1990
ESTÁGIO PROBATÓRIO
PRAZO – 3 ANOS
AVALIADOS EM:
-ASSIDUIDADE
-CAPACIDADE DE
INICIATIVA
-DISCIPLINA
-PRODUTIVIDADE
-RESPONSABILIDADE DO
SERVIDOR.
A CA DI PRO RE
SERVIDOR EM
ESTÁGIO NÃO
PODERÁ TIRAR
LICENÇA;
-MANDATO CLASSISTA
-CAPACITAÇÃO
-TRATAR DE ASSUNTOS
PARTICULARES
MC CA TRA
EM CASO DE
REPROVAÇÃO NO
ESTÁGIO
PROBATÓRIO;
- SE ESTÁVEL, SERÁ
RECONDUZIDO AO
CARGO ANTERIOR.
- SE NÃO ESTÁVEL,
SERÁ EXONERADO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 29 LEI 8112/1990
EXONERAÇÃO DEMISSÃO PROMOÇÃO READAPTAÇÃO
APOSENTADORIA
POSSE EM
OUTRO CARGO
INACUMULÁVEL
FALECIMENTO
FORMAS DE VACÂNCIA
* PROMOÇÃO E READAPTAÇÃO SÃO FORMAS DE PROVIMENTO E VACÂNCIA
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 30 LEI 8112/1990 REMOÇÃO X REDISTRIBUIÇÃO
REMOÇÃO –
DESLOCAMENTO
DO SERVIDOR
REDISTRIBUIÇÃO –
DESLOCAMENTO
DO CARGO
SEMPRE DE OFÍCIO
DE OFÍCIO A PEDIDO
NO INTERESSE DA
ADMINISTRAÇÃO –
DÁ DIREITO A
AJUDA DE CUSTO
A CRITÉRIO DA
ADMINISTRAÇÃO
INDEPENDENTE
DO INTERESSE DA
ADMINISTRAÇÃO
PARA ACOMPANHAR
CÔNJUGE OU
COMPANHEIRO
DESLOCADO PELA
ADM.
POR MOTIVO DE
SAÚDE DO
SERVIDOR,COMPAN
HEIRO OU
DEPENDENTE
CONCURSO DE
REMOÇÃO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 31 LEI 8666/93
FI
N
A
LI
D
A
D
ES
E
O
B
JE
TI
V
O
S
ISONOMIA
PROPOSTA MAIS
VANTAJOSA
DESENVOLVIMENTO
NACIONAL SUSTENTÁVEL
PRINCÍPIOS EXPRESSOS PRINCÍPIOS IMPLÍCITOS
LEGALIDADE COMPETITIVIDADE
IMPESSOALIDADE PROCEDIMENTO FORMAL
MORALIDADE SIGILO DAS PROPOSTAS
IGUALDADE ADJUDICAÇÃO COMPULSÓRIA
PUBLICIDADE EFICIÊNCIA
PROBIDADE ADMINISTRATIVA OUTROS
VINCULAÇÃO AO INSTRUMENTO
CONVOCATÓRIO
JULGAMENTO OBJETIVO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 32 LEI 8666/93
CONCORRÊNCIA
TOMADA DE
PREÇOS
CONVITE
OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA.
ACIMA – R$ 3.300.000,00
COMPRAS E OUTROS SERVIÇOS.
ACIMA – R$ 1.430.000,00
OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA.
ATÉ – R$ 3.300.000,00COMPRAS E OUTROS SERVIÇOS.
ATÉ – R$ 1.430.000,00
COMPRAS E OUTROS SERVIÇOS.
ATÉ – R$ 176.000,00
OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA.
ATÉ – R$ 330.000,00
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 33 LEI 8666/93
CONCORRÊNCIA
TOMADA DE
PREÇOS
CONVITE
CONCURSO LEILÃO
MODALIDADES DE LICITAÇÃO
TRABALHO TÉCNICO,
CIENTÍFICO OU
ARTÍSTICO
ALIENAÇÃO
(VENDAS) DE BENS.
EM REGRA, DEFINIDOS PELO VALOR
VEDADO:
1 – CRIAÇÃO DE NOVAS
MODALIDADES.
2 – COMBINAÇÃO DAS
MODALIDADES EXISTENTES.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 34 LEI 8666/93 MODALIDADE TIPO PRAZO
CONCURSO
CONCORRÊNCIA
CONCORRÊNCIA
TOMADA DE PREÇOS
TOMADA DE PREÇOS
LEILÃO
CONVITE
PREGÃO
• MELHOR TÉCNICA;
• TÉCNICA E PREÇO;
• EMPREITADA INTEGRAL.
• OUTROS CASOS
• OUTROS CASOS
• MELHOR TÉCNICA;
• TÉCNICA E PREÇO;
45 DIAS
30 DIAS
15 DIAS
5 DIAS
ÚTEIS
8 DIAS
ÚTEIS
P
R
A
Z
O
S
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 35 LEI 8666/93
PREGÃO
CONSULTA
OUTRAS
LEIS
RDC
LEI 10.520/02 – BENS E
SERVIÇOS COMUNS
LEI 9.472/97 – AGÊNCIAS
REGULADORAS
LEI 12.462/11 – SITUAÇÕES
ESPECÍFICAS (PAC,
SUS, ESTABELECIMENTOS
PENAIS, ETC.)
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 36 LEI 8666/93 INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO
PRODUTOR OU
VENDEDOR EXCLUSIVO
• SÓ HÁ UMA PESSOA PARA
FORNECER O PRODUTOR OU
SERVIÇO;
• VEDADA PREFERÊNCIA DE MARCA;
• COMPROVAÇÃO MEDIANTE
ATESTADO.
SERVIÇOS TÉCNICOS
PROFISSIONAIS
ESPECIALIZADOS
• SERVIÇO TÉCNICO
ESPECIALIZADO;
• NATUREZA SINGULAR DO
SERVIÇO;
• NOTÓRIA ESPECIALIZAÇÃO DO
CONTRATADO;
• VEDADA PUBLICIDADE E
DIVULGAÇÃO.
CONTRATAÇÃO DE
ARTISTAS/QUALQUER
SETOR ARTÍSTICO
• PODE SER CONTRATADO
DIRETAMENTE OU PELO
PRODUTOR EXCLUSIVO;
• TEM QUER SER CONSAGRADO
PELA CRÍTICA ESPECIALIZADA OU
PELO PÚBLICO EM GERAL.
• Rol exemplificativo – pode ter outros
• Inviabilidade de concorrência/competitividade
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• Rol Taxativo
PODE SER DISPENSADA OU NÃO, FICA A
CRITÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO
1 - Em razão do pequeno valor – 10 % de 330.000,00 para obras
e serviços de engenharia e 10% de R$ 176.000,00 de outros
serviços e compras.
2 - Em razão da situação – em guerra ou grave perturbação da
ordem, emergência ou de calamidade pública, licitação
deserta, licitação fracassada, etc.
Não apareceu ninguém Ninguém atendeu as exigências
da licitação
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 37 LEI 8666/93 DISPENSA DE LICITAÇÃO
Art. 24 – Lei 8.666/93 – 35 incisos
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*TODA LICITAÇÃO DISPENSADA É DE ALIENAÇÃO DE BENS, MAS NEM
TODA ALIENAÇÃO DE BENS É DISPENSADA.
DISPENSADA
BENS MÓVEIS
• INTERESSE PÚBLICO.
• AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA.
• AVALIAÇÃO PRÉVIA.
BENS IMÓVEIS
• INTERESSE PÚBLICO.
• AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA.
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 38 LEI 8666/93
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 39 LEI 8666/93
1 – PRODUZIDOS NO
PAÍS
2 – EMPRESAS
BRASILEIRAS
3 – INVISTAM EM
PESQUISA E
DESENVOLVIMENTO
TECNOLÓGICO NO
PAÍS
4 – RESERVA DE
VAGAS +
ACESSIBILIDADE
5 - SORTEIO
CRITÉRIOS DE DESEMPATE
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 40 LEI 8666/93
DISPENSA (DISPENSÁVEL) INEXIGIBILIDADE
Art. 24 LEI 8666/93 Art. 25 LEI 8666/93
Rol Taxativo Rol Exemplificativo
Licitação é possível, mas pode ser
inconveniente ao interesse público
A realização da licitação é
impossível por inviabilidade de
competição
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 41 LEI 8666/93
LICITAÇÃO
DESERTA (ART.
24 V)
LICITAÇÃO
FRACASSADA
(ART. 24 VII)
NÃO APARECEM
INTERESSADOS
DISPENSA DE
LICITAÇÃO
TODAS AS
PROPOSTAS DE
PREÇO SÃO
DESCLASSIFICADAS
TODOS OS
LICITANTES SÃO
INABILITADOS
PRAZO 8 DIAS ÚTEIS
OU 3 DIAS ÚTEIS
CONVITE
PRAZO 8 DIAS ÚTEIS
OU 3 DIAS ÚTEIS
CONVITE
DISPENSA DE
LICITAÇÃO
LICITAÇÃO DESERTA X LICITAÇÃO FRACASSADA
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 42 LEI 8666/93
CONCORRÊNCIA
CONFORME VALOR:
INDEPENDENTE DO VALOR
OBRAS E SERV. DE
ENGENHARIA +
R$3,3MILHÕES
COMPRAS E DEMAIS
SERVIÇOS + R$ 1,43
MILHÕES
COMPRAS E ALIENAÇÃO DE BENS IMÓVEIS – EXCETO
ADQUIRIDO POR PROCESSO JUDICIAL OU DAÇÃO EM
PAGAMENTO – ADMITIDO CONCORRÊNCIA OU LEILÃO
ALIENAÇÃO DE BENS MÓVEIS ACIMA DE R$ 1,43 MILHÃO
CONCESSÃO DIREITO REAL DE USO
CONCESSÃO DE SERVIÇO PÚBLICO
REGISTRO DE PREÇOS (ADMITE PREGÃO TAMBÉM)
PARCERIA PÚBLICO - PRIVADA
LICITAÇÃO INTERNACIONAL
QUALQUER
INTERESSADO
QUEM PARTICIPA?
REQUISITOS:
APRESENTAR
DOCUMENTOS ATÉ A
FASE INICIAL DE
HAB. PRELIMINAR
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 43 LEI 8666/93
TOMADA DE PREÇOS
INTERESSADOS
CADASTRADOS OU
QUE ATENDEREM
ÀS CONDIÇÕES
PARA
CADASTRAMENTO
INDEPENDENTE DO VALOR
ATÉ 3° DIA
ANTERIOR;
OBERVADA A
QUALIFICAÇÃO
QUEM PARTICIPA?
QUANTO AO VALOR
OBRAS E SERV. DE
ENGENHARIA ATÉ
R$3,3MILHÕES
COMPRAS E DEMAIS
SERVIÇOS ATÉ R$
1,43 MILHÕES
LICITAÇÕES INTERNACIONAIS:
1 – CADASTRO INTERNACIONAL DE FORNECEDORES.
2 – OBSERVAR OS LIMITES DA MODALIDADE.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 44 LEI 8666/93
CONVITE
MÍNIMO DE 3
CONVIDADOS (CARTA
CONVITE – 5 DIAS
ÚTEIS):
CADASTRADOS;
NÃO CADASTRADOS;
;
INDEPENDENTE DO VALOR
OUTROS CADASTRADOS
QUE MANIFESTEM
INTERESSE EM 24 HORAS
QUEM PARTICIPA?
QUANTO AO VALOR
OBRAS E SERV. DE
ENGENHARIA ATÉ
R$330 mil
COMPRAS E DEMAIS
SERVIÇOS ATÉ R$
176 mil
LICITAÇÕES INTERNACIONAIS:
1 - NÃO HOUVER FORNECEDOR NO BRASIL;
2 – OBSERVAR OS LIMITES DA MODALIDADE.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 45 LEI 8666/93
CONVITE
TOMADA
DE
PREÇOS
CONCORRÊNCIA
*QUEM PODE MAIS, PODE MENOS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 46 LEI 8666/93
CONVITE
ANULAÇÃO X REVOGAÇÃO
ANULAÇÃO REVOGAÇÃO
RAZÕES DE ILEGALIDADE JUÍZO DE CONVENIÊNCIA E OPORTUNIDADE (2
HIPÓTESES).
PODE OCORRER APÓS ASSINATURA DO CONTRATO 1 – FATO SUPERVINIENTE (COMPROVADO)
PRECEDIDADE DE CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA 2 – ADJUDICÁRIO NÃO COMPARECE PARA ASSINAR O
CONTRATO.
É POSSÍVEL ANULAR TODO O PROCEDIMENTO OU
APENAS DETERMINADO ATO
NÃO PODE SER FEITO APÓS ASSINATURA DE
CONTRATO.
NÃO GARANTE INDENIZAÇÃO, EXCETO O QUE JÁ
TIVER EXECUTADO E OUTROS PREJUÍZOS
COMPROVADOS (SE A EMPRESA FOR CULPADA NÃO
PRECISA INDENIZAR).
REVOGAÇÃO É SEMPRE TOTAL, NUNCA PARCIAL.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 47 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
CARACTERÍSTICAS EXPLICAÇÃO
I - COMUTATIVO GERA DIREITOS E DEVERES PARA AMBAS AS PARTES.
II - CONSENSUAL DEVE EXISTIR CONSENSO
III – CONTRATO DE ADESÃO CLÁUSULAS FIXADAS UNILATERALMENTE PELA ADM.
IV - ONEROSO EM REGRA, NÃO ADMITE-SE FORMA GRATUITA
V - SINALAGMÁTICO AS OBRIGAÇÕESDAS PARTES SÃO RECÍPROCAS
VI – PERSONALÍSSIMO (INTUITU PERSONAE) SUBCONTRATAÇÃO PARCIAL APENAS SE HOUVER PREVISÃO NO EDITAL
E NO CONTRATO.
VII - FORMAL INSTRUMENTO FORMAL DE CONTRATO É OBRIGATÓRIO. (É POSSÍVEL
CONTRATO VERBAL PARA PEQUENAS COMPRAS).
VIII – EXISTÊNCIA DE CLÁUSULAS EXORBITANTES PRERROGATIVAS DA ADM. PÚBLICA. PODEM REPRESENTAR UMA
VANTAGEM (PRERROGATIVA) OU UMA RESTRIÇÃO À ADMINISTRAÇÃO
OU AO CONTRATADO.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 48 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
ALTERAÇÃO
UNILATERLA
RESCISÃO
UNILATERAL
FISCALIZAÇÃO
APLICAÇÃO DE
SANÇÕES
OCUPAÇÃO
PROVISÓRIA
(SERVIÇOS
ESSENCIAIS).
EXIGÊNCIA DE
GARANTIA
RESTRIÇÃO À OPOSIÇÃO
DA EXCEÇÃO DO
CONTRATO NÃO
CUMPRIDO
EXIGÊNCIA DE MEDIDAS
DE COMPENSAÇÃO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 49 LEI 8666/93
QUALITATIVAS –
MODIFICAÇÃO DO
PROJETO OU
ESPECIFICAÇÕES
QUANTITATIVA –
MODIFICAÇÃO DO
VALOR CONTRATUAL
CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
ALTERAÇÃO UNILATERAL
ACRÉSCIMOS
REGRA = 25%
REFORMA
EDIFÍCIO/EQUIPAMENTO = 50%
SUPRESSÕES
REGRA = 25%
*ADMITE-SE SUPRESSÃO
MAIOR POR ACORDO ENTRE
AS PARTES
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 50 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
ALTERAÇÃO BILATERAL
(ACORDO ENTRE AS PARTES)
SUBSTITUIÇÃO DA
GARANTIA DE
EXECUÇÃO
REGIME DE
EXECUÇÃO/MODO DE
FORNECIMENTO
MODIFICAÇÃO DA
FORMA DE
PAGAMENTO
MANUTENÇÃO DO
EQUILÍBRIO
ECONÔMICO-
FINANCEIRO (TEORIA
DA IMPREVISÃO).
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 51 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
RESCISÃO UNILATERAL
INADIMPLÊNCIA DO CONTRATADO,
COM OU SEM CULPA
INTERESSE PÚBLICO
CASO FORTUITO E FORÇA MAIOR
CULPA DA ADMINISTRAÇÃO (NÃO É
CLÁUSULA EXORBITANTE).
RESCISÃO UNILATERAL
ÉLA ADMINISTRAÇÃO
AMIGÁVEL – DESDE QUE HAJ
CONVENIÊNCIA PARA
ADMINISTRAÇÃO
JUDICIAL – NOS TERMOS DA
LEGISLAÇÃO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 52 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
APLICAÇÃO DE SANÇÕES
ADVERTÊNCIA
MULTA
SUSPENSÃO TEMPORÁRIA –
POR ATÉ 2 ANOS
DECLARAÇÃO DE INIDONEIDADE PARA
LICITAR OU CONTRATAR COM A ADM. – NO
MÍNIMO APÓS 2 ANOS. DEFESA FINAL EM
10 DIAS, DEFESA PRÉVIA EM 5 DIAS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 53 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
EXIGÊNCIA DE GARANTIA
PODERÁ ser exigida garantia
de 5% do valor do contrato
(10% se grande vulto).
Deve haver previsão
expressa no instrumento
convocatório
Modalidades de Garantias:
1 – caução em dinheiro ou
em títulos da dívida pública.
2 – seguro – garantia.
3 – fiança bancária.
Não se confunde com a
GARANTIA DA PROPOSTA de
1%
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 54 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
FISCALIZAÇÃO PELA ADMINISTRAÇÃO
REPRESENTANTE
DESIGNADO,
REALIZARÁ:
•FISCALIZAÇÃO
•ACOMPANHAMENTO
PERMITIDO A
CONTRATAÇÃO DE
TERCEIROS PARA:
•FISCALIZAÇÃO
•ACOMPANHAMENTO
CONTRATADO
DEVERÁ MANTER:
•PREPOSTO, NO
LOCAL DA OBRA OU
DO SERVIÇO
• IRÁ REPRESENTAR O
RESPONSÁVEL NA
EXECUÇÃO DO
CONTRATO.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 55 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
OCUPAÇÃO TEMPORÁRIA
GARANTE
CONTINUIDADE
NOS SERVIÇOS
ESSENCIAIS
FUNCIONA
COMO MEDIDA
CAUTELAR
FUNCIONA
APÓS RESCISÃO
DO CONTRATO
INCIDE SOBRE
BENS MÓVEIS,
IMÓVEIS,
PESSOAL E
SERVIÇOS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 56 LEI 8666/93 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
RESTRIÇÕES À OPOSIÇÃO DA EXCEÇÃO
DO CONTRATO NÃO CUMPRIDO
Art.78
Somente após 90 dias,
contratado pode
demandar rescisão ou
paralisar execução do
contrato
Em caso da calamidade pública, grave
perturbação da ordem interna ou
guerra, o particular não poderá opor a
exceção do contrato mesmo diante de
atraso de pagamento superior a 90 dias.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 57 LEI 8666/93 DURAÇÃO DOS CONTRATOS
PRAZO NÃO PODE SER
INDETERMINADO.
EM REGRA O PRAZO É
RESTRITO AOS
CRÉDITOS
ORÇAMENTÁRIOS
(MESMO EXERCÍCIO).
1 - PROJETOS INCLUÍDOS NO PPA – MÁXIMO 4 ANOS.
2 – SERVIÇOS DE EXECUÇÃO CONTINUADA – ATÉ 60 MESES E
EXCEPCIONALMENTE MAIS 12 MESES.
3 – ALUGUEL DE EQUIPAMENTOS E PROGRAMAS DE
INFORMÁTICA – ATÉ 48 MESES.
4 – SEGURANÇA NACIONAL E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
(LICITAÇÃO DISPENSÁVEL) – ATÉ 120 MESES.
REGRA EXCEÇÃO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 58 LEI 8666/93 RESPONSABILIDADE PELOS
ENCARGOS DO CONTRATO
FISCAIS COMERCIAIS TRABALHISTAS
DA EMPRESA
CONTRATADA
SOLIDÁRIA COM A
ADMINISTRAÇÃO PREVIDENCIÁRIOS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 59 LEI 8666/93 TEORIA DA IMPREVISÃO
FATO DO PRÍNCIPE
Ato geral do governo, não relacionado diretamente
com o contrato, proíbe ou encarece a execução
FATO
DAADMINISTRAÇÃO
FORÇA MAIOR
CASO FORTUITO
INTERFERÊNCIAS
IMPREVISTAS
Ato da adm. Diretamente ligado ao contrato, que
dificulta ou impede sua execução.
Evento humano – greve ou rebelião
Evento da natureza - inundação
Fatos descobertos após o início da execução.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 60 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
Adm. Federal direta e
indireta
Órgãos dos poderes leg.,
jud., MP, TC, quando
exercerem função adm.
De forma subsidiária =
Estados, DF e Municípios que
não possuem leis próprias.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 61 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
PRINCÍPIOS
EXPRESSOS IMPLÍCITOS
LEGALIDADE
FINALIDADE
MOTIVAÇÃO
RAZOABILIDADE
PROPORCIONALIDADE
MORALIDADE
EFICIÊNCIA
CONTRADITÓRIO E
AMPLA DEFESA
SEGURANÇA JURÍDICA
INTERESSE PÚBLICO
OFICIALIDADE
INFORMALISMO
INSTRUMENTALIDADE
DAS FORMAS
VERDADE MATERIAL
GRATUIDADE
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 62 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
DIREITOS X DEVERES
1 - Ser tratado com
respeito;
2 - Executar atos
processuais com
facilidade.
Ter ciência dos
atos processuais
e obter cópias
Apresentar
alegações e
documentos
antes da decisão
Advogado é
facultativo
Expor os fatos
conforme a verdade
Proceder com
lealdade,
urbanidade e boa-fé
Não agir de modo
temerário
Prestar Informações
que lhe forem
solicitadas e
colaborar para
esclarecer os fatos
DIREITOS DEVERES
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 63 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
IMPEDIMENTO X SUSPEIÇÃO
SITUAÇÕES
OBJETIVAS
INTERESSE DIRETO
OU INDIRETO NA
MATÉRIA
PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO
COMO PERITO, TESTEMUNHA OU
REPRESENTANTE (SERVIDOR,
CÔNJUGE E PARENTE ATÉ 3°
GRAU).
DEVE SER DECLARADO PELO PRÓPRIO
SERVIDOR (OBRIGATÓRIO).
SE NÃO FIZER SOFRERÁ A PUNIÇÃO DE
FALTA GRAVE.
SITUAÇÕESSUBJETIVA
AMIZADE ÍNTIMA
OU INIMIZADE
NOTÓRIA
PODE SER ARGUIDA PELO
PRÓPRIO SERVIDOR OU
POR OUTROS
INTERESSADOS.
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 64 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
FORMA X TEMPO X LUGARLUGAR
PREFERENCIALMENTE NA
SEDE DO ÓRGÃO.
TEMPO
DIAS ÚTEIS;
PRAZO 5 DIAS
PODE SER
DILATADO ATÉ O
DOBRO
HORÁRIO NORMAL
DE
FUNCIONAMENTO
ATOS INICIADOS
PODEM SER
CONCLUÍDOS
DEPOIS DO
HORÁRIO
FORMA
POR ESCRITO;
ASSINATURA
AUTORIDADE
RESPONSÁVEL
EM VERNÁCULO;
RECONHECIMENTO
DE FIRMA;
AUTENTICAÇÃO
DE DOCUMENTOS.
DATA E LOCAL
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 65 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
DA COMUNICAÇÃO DOS ATOS
COMPETÊNCIA OBJETO FORMA PRAZO
ÓRGÃO DE TRAMITAÇÃO
DO PROCESSO
DAR CIÊNCIA DA DECISÃO
DETERMINAR DILIGÊNCIAS
IDENTIFICAÇÃO DO
INTIMADO E DO
ÓRGÃO/ENTIDADE.
FINALIDADE
DATA, HORA E LOCAL
COMPARECIMENTO
PESSOAL/REPRESET.
CONTINUIDADE SEM
APRESENTAÇÃO
FATOS E FUNDAMENTOS
LEGAIS PERTINENTES
ANTECENDENCIA MÍNIMA
3 DIAS ÚTEIS
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 66 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
INSTRUÇÃO
INADMISSIBILIDADE DE PROVAS ILÍCITAS VEDAÇÃO
ARQUIVAMENTO DO PROCESSO DOCUMENTOS NECESSÁRIOS
OITIVA DO ÓRGÃO CONSULTIVO PRAZO DO PARECER (15 DIAS – PRORROGÁVEL)
PARECER OBRIGATÓRIO VINCULANTE SUSPENSÃO
PARECER OBRIGATÓRIO NÃO VINCULANTE PROSSEGUIMENTO
MANIFESTAÇÃO APÓS INSTRUÇÃO PRAZO MÁXIMO DE 10 DIAS (SALVO OUTRO PRAZO
LEGAL)
ACESSO A DOCUMENTOS E PROVAS RESSALVADOS OS DOC. SIGILOSOS
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 67 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
DECISÃO/EXTINÇÃO
PRAZO 30 DIAS (PRORROGAÇÃO MOTIVADA)
MOTIVAÇÃO ALIUNDE DEVE SER EXPLÍCITA, CLARA E CONGRUENTE
EFEITO DA DESISTÊNCIA/RENÚNCIA NÃO PREJUDICA O PROSSEGUIMENTO DO PROCESSO,
SE A ADMINISTRAÇÃO CONSIDERAR QUE O INTERESSE
PÚBLICO ASSIM O EXIGE.
EXTINÇÃO FINALIDADE EXAURIDA/DECISÃO IMPOSSÍVEL OU
INÚTIL.
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 68 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
RECURSO ADMINISTRATIVO X REVISÃO
INDEPENDENTE DE
CAUÇÃO
EM REGRA, NÃO POSSUI
EFEITO SUSPENSIVO, MAS
PODERÁ SER CONCEDIDO
EM CASO DE PREJUÍZO.
EM REGRA, TRAMITARÁ EM 3
INSTÂNCIAS. INÍCIO NA QUE PROFERIU
A DECISÃO, QUE PODERÁ
RECONSIDERAR OU ENCAMINHAR O
RECURSO PARA AUTORIDADE
SUPERIOR.
PODE OCORRER O REFORMATIO IN PEJUS.
DE PUNIÇÃO
APLICADA AO
INTERESSADO
QDO HOUVER
FATO NOVO NÃO
ANALISADO
ORIGINALMENTE
A QUALQUER TEMPO
NÃO ACEITA O REFORMATIO IN
PEJUS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 69 LEI 9784/99 – Processo Administrativo PRAZOS
ATO PRAZO
PARA TODOS OS ATOS, INEXISTINDO DISPOSIÇÃO ESPECÍFICA 5 DIAS,SALVO FORÇA MAIOR, PRORROGÁVEIS POR IGUAL PERÍODO.
INTIMAÇÃO PARA COMPARECIMENTO MÍNIMO 3 DIAS ÚTEIS
INTIMAÇÃO DOS INTERESSADOS DE PROVA OU DILIGÊNCIA
ORDENADA
MÍNIMO DE 3 DIAS ÚTEIS
EMISSÃO DE PARECER DE ÓRGÃO CONSULTIVO 15 DIAS, SALVO NORMA ESPECIAL OU COMPROVADA NECESSIDADE
DE MAIOR PRAZO
MANIFESTAÇÃO DO INTERESSADO APÓS ENCERRADA A INSTRUÇÃO 10 DIAS, SALVO DETERMINAÇÃO LEGAL
DECISÃO APÓS INSTRUÇÃO ATÉ 30 DIAS, PRORROGÁVEIS, SE JUSTIFICADO.
RECONSIDERAÇÃO PELA AUTORIDADE QUE PROFERIU A DECISÃO 5 DIAS, SE NÃO RECONSIDERAR, ENCAMINHARÁ À AUTORIDADE
SUPERIOR
INTERPOSIÇÃO DE RECURSO 10 DIAS, CONTADOS A PARTIR DA CIÊNCIA OU DIVULGAÇÃO OFICIAL
DA DECISÃO RECORRIDA
DECISÃO DE RECURSO ATÉ 30 DIAS, CONTADOS DO RECEBIMENTO DOS AUTOS,
PRORROGÁVEIS, SE JUSTIFICADO.
INTIMAÇÃO DOS DEMAIS INTERESSADOS NO RECURSO 5 DIAS ÚTEIS PARA APRESENTAÇÃO DE ALEGAÇÕES
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 70 LEI 9784/99 – Processo Administrativo
PESSOAS COM DIREITO À
PRIORIDADE DE TRAMITAÇÃO
IDADE IGUAL OU
SUPERIOR A 60 ANOS
PORTADORES DE DOENÇA
FÍSICA OU MENTAL
PORTADORES DE DOENÇA
GRAVE
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 71 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
SUSPENSÃO DOS
DIREITOS POLÍTICOS
PERDA DA FUNÇÃO
PÚBLICA
RESSARCIMENTO AO
ERÁRIO
INDISPONIBILIDADE
DOS BENS (MEDIDA
CAUTELAR)
PREVISÃO
CONSTITUCIONAL
art. 37, § 4°
ATOS DE IMPROBIDADE
ADM. IMPLICARÃO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 72 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
SANÇÕES NA LEI DE IMP. ADM.
ADMINISTRATIVAS CIVIL POLÍTICA PENAL
PERDA DA FUNÇÃO PÚBLICA;
PROIBIÇÃO DE CONTRATAR
COM O PODER PÚBLICO;
PROIBIÇÃO DE RECEBER
BENEFÍCIOS FISCAIS E
CREDITÍCIOS.
RESSARCIMENTO AO ERÁRIO;
PERDA DOS BENS E VALORES
ACRESCIDOS ILICITAMENTE
AO PATRIMÔNIO;
MULTA CIVIL.
SUSPENSÃO DOS
DIREITOS POLÍTICOS NÃO PREVÊ
SANÇÕES PENAIS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 73 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
SUJEITOS ATIVOS X SUJEITOS PASSIVOS
SUJEITOS ATIVOS
AGENTE
PÚBLICO – COM
OU SEM
REMUNERAÇÃO
TERCEIRO, QUE
INDUZA OU
CONCORRA
PARA A
PRÁTICA DE
ATO DE
IMPROBIDADE
SUJEITOS PASSIVOS
ADM. DIRETA,
INDIRETA OU
FUNCIONAL
EMPRESA
INCORPORADA
AO
PATRIMÔNIO
PÚBLICO
ENTIDADE
PRIVADA CUJO
ERÁRIO
PARTICIPE
COM MAIS DE
50% DO
PATRIMÔNIO
OU DA
RECEITA
ANUAL
EMPRESA
PRIVADA QUE
RECEBA
SUBVENÇÃO,
BENEFÍCIO OU
INCENTIVO,
FISCAL OU
CREDITÍCIO,
DE ÓRGÃO
PÚBLICO.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 74 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
ROL
EXEMPLIFICATIVO
EXIGE-SE O DOLO
SÃO OS ATOS
COM AS MAIORES
PENAS
VANTAGEM
PATRIMONIAL
INDEVIDA OU
VANTAGENS
PESSOAIS
Exemplos – receber/perceber/adquirir/incorporar/aceitar/ etc.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 75 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
ROL
EXEMPLIFICATIVO
EXIGE-SE O DOLO
OU CULPA
SÃO OS ATOS
COM AS PENAS
MÉDIAS
NÃO HÁ
AUFERIMENTO DE
VANTAGENS
PESSOAIS, MAS
SIM PREJUÍZO AO
ERÁRIO Exemplos – facilitar/permitir/doar/sem observar
normas/frustrar licitude de processo seletivo ou de
licitação / etc.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 76 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
ROL
EXEMPLIFICATIVO
EXIGE-SE O DOLO
SÃO OS ATOS
COM AS PENAS
MAIS BRANDAS
AÇÃO OU
OMISSÃO QUE
VIOLE DEVERES
DE
HONESTIDADE,
IMPARCIALIDADE,
LEGALIDADE,LEA
LDADE
Exemplos – fuga de competência/revelar/retardar/deixar de
(ato de ofício)/quebra de sigilo/negar publicidade/ frustrar
licitude de concurso público
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 77 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
Exemplo – Conceder
EXIGE-SE O DOLO
DO SUJEITO ATIVO
UMA ÚNICA AÇÃO
OU OMISSÃO DO
AGENTE PÚBLICO
ALÍQUOTA MPINIMA DE 2%
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 78 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
ENRIQUECIMENTO
ILÍCITOPREJUÍZO AO
ERÁRIO
CONCESSÃO DE
BENEFÍCIO ILEGAIS
ATOS CONTRA
PRINCÍPIOS
RESSARCIMENTO AO ERÁRIO SIM SIM - SIM
PERDA DA FUNÇÃO PÚBLICA SIM SIM SIM SIM
SUSPENSÃO DOS DIREITOS
PÚBLICOS
8 a 10 anos 5 a 8 anos 5 a 8 anos 3 a 5 anos
PERDA DOS BENS ACRESCIDOS
ILICITAMENTE
Deve ser aplicado Pode ser
aplicado
- -
MULTA CIVIL Até 3 x o valor do
acréscimo do EI
Até 2x do valor do
dano
Até 3 x o valor do
benefício
Até 100 x o valor da
remuneração recebida
pelo agente.
PROIBIÇÃO DE CONTRATAR
COM O PODER PÚBLICO OU
RECEBER BENEFÍCIOS FISCAIS
Por 10 anos Por 5 anos - Por 3 anos
Atos de improbidade
Sanções
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 79 LEI 8429/92 – Improbidade Administrativa
PRAZO INÍCIO DA CONTAGEM CARACTERÍSTICA
5 ANOS APÓS O TÉRMINO DO MANDATO CARGO EM COMISSÃO OU FUNÇÃO DE CONFIANÇA
PRESCRIÇÃO PREVISTA
EM LEI ESPECÍFICA
- CARGO EFETIVO OU EMPREGO
5 ANOS DATA DA PRESTAÇÃO DE CONTAS ENTIDADES PRIVADAS BENEFICIÁRIAS DE RECURSOS PÚBLICOS
OU CUJO PATRIMÔNIO OU RECEITA ANUAL O PODER PÚBLICO
CONTRIBUA COM MENOS DE 50%
IMPRESCRITÍVEIS - AÇÕES CIVIS DE RESSARCIMENTO AO ERÁRIO, DECORRENTES DE
ATOS DE IMP. DOLOSOS.
PRESCRITÍVEIS - AÇÕES CIVIS DE RESSARCIMENTO AO ERÁRIO, DECORRENTES DE
ATOS DE IMP. CULPOSOS.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 80 Responsabilidade Civil do Estado
TEORIAS
TEORIA DA
IRRERSPONSABILIDADE
Estado não pode ser
responsabilizado
(nunca existiu no
Brasil).
RESPONSABILIDADE
SUBJETIVA
A responsabilidade do Estado
depende da comprovação de culpa.
1 – teoria da culpa comum ou
civilista.
2 – Teoria da culpa administrativa
RESPONSABILIDADE
OBJETIVA
A responsabilidade do Estado
independe da comprovação de
culpa. Basta existir dano, fato do
serviço e o nexo causal.
1 – teoria do risco administrativo.
2 – Teoria do risco integral.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 81 Responsabilidade Civil do Estado
TEORIA RESPONSABILIDADE POR
CULPA ADMINISTRATIVA
DANO + NEXO
CAUSAL + FALHA NO
SERVIÇO PÚBLICO.
RESPONSABILIDADE
SUBJETIVA
ÔNUS DA PROVA
CABE AO
PARTICULAR QUE
SOFREU O DANO.
ADOTADA NO
BRASIL,EM CASOS
DECORRENTES DE
OMISSÃO DO
ESTADO.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 82 Responsabilidade Civil do Estado
TEORIA DO RISCO ADMINISTRATIVO
DANO + NEXO
CAUSAL
RESPONSABILIDADE
OBJETIVA
INDEPENDE DE
FALTA AO SERVIÇO
OU CULPA DO
AGENTE.
ADOTADA NO
BRASIL,EM CASOS
DECORRENTES DE
ATUAÇÃO DO
ESTADO.
CULPA
EXCLUSIVA DA
VÍTIMA
FORÇA MAIOR OU
CASO FORTUITO
CULPA
EXCLUSIVA DE
TERCEIRO
EXCEÇÕES;
EXCLUDENTES.
O ônus da prova é
da administração.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 83 Responsabilidade Civil do Estado
RESPONSABILIDADE DO ESTADO X
DO AGENTE
OBJETIVA
ESTADO RESPONDE
PELOS DANOS
CAUSADOS POR
SEUS AGENTES.
INDEPENDE DE
CULPA
SUBJETIVA
AGENTE
RESPONDE AO
ESTADO
AÇÃO
REGRESSIVA
SÓ SE AGIR
COM DOLO
OU CULPA
RESPONSABILIDADE DO ESTADO RESPONSABILIDADE DO AGENTE
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 84 Responsabilidade Civil do Estado
RESPONSABILIDADE DO ESTADO
POR AÇÃO OU OMISSÃO
AÇÃO
OMISSÃO
RESPONSABILIDADE
OBJETIVA
RESPONSABILIDADE
SUBJETIVA
TEORIA DA CULPA
ADMINISTRATIVA
TEORIA DO RISCO
ADMINISTRATIVO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 85 Responsabilidade Civil do Estado
PRESCRIÇÃO
Ação de
indenização 5 anos
Ação
Regressiva Imprescritível
Depende de
condenação (trânsito
em julgado);
Transmite-se aos
sucessores, até o limite
da herança.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 86 Responsabilidade Civil do Estado
SUICÍDIO DE
DETENTO
RESPONSABILIDADE
OBJETIVA DO
ESTADO
NÃO ADMITE-SE
EXCLUSÃO DA
RESPONSABILIDADE
POR CULPA
EXCLUSIVA DA
VÍTIMA
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 87 Responsabilidade Civil do Estado
CONCESSIONÁRIAS
DE SERVIÇO
PÚBLICO
RESPONDEM
OBJETIVAMENTE
POR SEUS
AGENTES A
TERCEIROS
USUÁRIOS OU NÃO
USUÁRIOS DO
SERVIÇO
PRESTADO.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 88 Responsabilidade Civil do Estado
PESSOAS SOB A
GUARDA DO
ESTADO
ESTADO
RESPONDE
OBJETIVAMENTE
MODALIDADE
RISCO
ADMINISTRATIVO
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 89 Responsabilidade Civil do Estado
RESPONSABILIDADE CIVIL DOS
NOTÁRIOS (TABELIÃES)
SUBJETIVA
SÓ
RESPONDEM
EM CASO DE
DOLO OU
CULPA
AÇÃO DE
REPARAÇÃO
PRESCREVE
EM 3 ANOS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 90 Princípios da administração pública
EXPRESSOS IMPLÍCITOS
MORALIDADE
LEGALIDADE
IMPESSOALIDADE
PUBLICIDADE
EFICIÊNCIA
RAZOABILIDADE
PROPORCIONALIDADE
SEGURANÇA JURÍDICA
AMPLA DEFESA
SUPREMACIA DO
INTERESSE PÚBLICO
CF, art. 37
AUTOTUTELA
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 91 Princípios da administração pública
LEGALIDADE
ADMINISTRAÇÃO SÓ PODE
AGIR SEGUNDO A LEI
PARA A ADMINISTRAÇÃO -
RESTRIÇÃO DE VONTADE
PARA O PARTICULAR -
AUTONOMIA DE VONTADE.
LEGALIDADE – AGIR
CONFORME A LEI.
LEGITIMIDADE –
OBSERVAR TAMBÉM OS
DEMAIS PRINCÍPIOS.
RESTRIÇÕES À
LEGALIDADE – ESTADO DE
DEFESA, ESTADO DE SÍTIO
E MEDIDAS PRIVSÓRIAS
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 92 Princípios da administração pública
IMPESSOALIDADE
ATOS DEVEM SER
PRATICADOS COM O
INTERESSE PÚBLICO, E
NÃO INTERESSES
PESSOAIS.
PROÍBE NOME, SÍMBOLOS
OU IMAGENS QUE
CARACTERIZEM
PROMOÇÃO PESSOAL OU
DE PARTIDO.
ATO PODE SER ANULADO,
POR DESVIO DE
FINALIDADE
3 ASPECTOS:
ISONOMIA;
FINALIDADE PÚBLICA;
NÃO PROMOÇÃO PESSOAL.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 93 Princípios da administração pública
NECESSIDADE DE
ATUAÇÃO ÉTICA DOS
AGENTES PÚBLICOS
ASPECTO VINCULADO;
PERMITE A ANULAÇÃO
DOS ATOS
ADMINISTRATIVOS.
NEPOTISMO:
NÃO NECESSITA DE LEI
FORMAL; NÃO SE APLICA A
AGENTES POLÍTICOS
CONCEITO
INDETERMINADO, MAS
PASSÍVEL DE SER
EXTRAÍDO DO
ORDENAMENTO JURÍDICO.
MORALIDADE
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE 94 Princípios da administração pública
TRANSPARÊNCIA DOS ATOS.
PERMITE DO CONTROLE DA
LEGALIDADE E DA
MORALIDADE DOS ATOS.
RESTRIÇÕES À
PUBLICIDADE;
1 – SEGURANÇA DA SOCIEDADE
E DO ESTADO.
2 – PROTEÇÃO À INTIMIDADE OU
AO INTERESSE SOCIAL
SEGUNDO STF É PERMITIDO
A DIVULGAÇÃO DO NOME,
DO CARGO E DA
REMUNERAÇÃO DOS
SERVIDORES PÚBLICO, MAS
NÃO CPF, IDENTIDADE E
ENDEREÇO
PUBLICIDADE
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DIREITO ADMINISTRATIVO
MEMORIZZE95 Princípios da administração pública
EFICIÊNCIA
ATIVIDADES DEVEM SER
EXERCIDAS COM PRESTEZA,
PERFEIÇÃO E RENDIMENTO
FUNCIONAL.
PRINCÍPIO LIGADO À
REFORMA DO ESTADO.
POSSUI 2 FOCOS:
1 – CONDUTA DO AGENTE
PÚBLICO;
2 – ORGANIZAÇÃO INTERNA DA
ADMINISTRAÇÃO.
NÃO PODE SE SOBREPOR AO
PRINCÍPIO DA LEGALIDADE.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZANDO CONCURSOS
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
I - FUNDAMENTOS
II – SEPARAÇÃO DOS
PODERES
III – OBJETIVOS FUNDAMENTAIS
IV – PRINCÍPIOS INTERNACIONAIS
DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 01
SO CI DI VA PLU
LEGISLATIVO,
EXECUTIVO E
JUDICIÁRIO
COM GA ERRA PRO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 02
FUNDAMENTOS
SO
CI
DI
VA
PLU
SOBERANIA
CIDADANIA
DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA
VALORES SOCIAIS DO TRABALHO
E DA LIVRE INICIATIVA
PLURALISMO POLÍTICO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 03
OBJETIVOS FUNDAMENTAIS
CON GA
ERRA PRO
I – CONSTRUIR UMA SOCIEDADE LIVRE, JUSTA E SOLIDÁRIA
II – GARANTIR O DESENVOLVIMENTO NACIONAL
III – ERRADICAR A POBREZA E A MARGINALIZAÇÃO E
REDUZIR AS DESIGUALDADES SOCIAIS E REGIONAIS
IV – PROMOVER O BEM DE TODOS, SEM PRECONCEITOS DE
ORIGEM, RAÇA, SEXO, COR, IDADE E QUAISQUER OUTRAS
FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 04
OBJETIVO DO BRASIL NO
PLANO INTERNACIONAL
VI – DEFEZA DA PAZ
II – PREVALÊNCIA DOS DIREITOS HUMANOS
III – AUTODETERMINAÇÃO DOS POVOS
IV – NÃO INTERVENÇÃO
V – IGUALDADE ENTRE OS ESTADOS
I – INDEPENDÊNCIA NACIONAL
VII – SOLUÇÃO PACÍFICA DOS CONFLITOS
VIII – REPÚDIO AO TERRORISMO E AO
RACISMO
IX – COOPERAÇÃO ENTRE OS POVOS PARA
O PROGRESSO DA HUMANIDADE
X – CONCESSÃO DE ASILO POLÍTICO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 05
CLASSIFICAÇÃO DA REPÚBLICA
FEDERATIVA DO BRASIL
REPÚBLICAFORMA DE GOVERNO
FORMA DE ESTADO
REGIME DE GOVERNO OU
POLÍTICO
SISTEMA DE GOVERNO
FEDERAÇÃO
DEMOCRACIA
PRESIDENCIALISMO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 06
MONARQUIA X REPÚBLICA
M
O
N
A
R
Q
U
IA
VITALICIEDADE
HEREDITARIEDADE
IRRESPONSABILIDADE
R
EP
Ú
B
LI
C
A TEMPORARIEDADE
DOS MANDATOS
ELETIVIDADE DOS
CARGOS POLÍTICOS
PRESTAÇÃO DE
CONTAS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 07
CHEFE DE ESTADO X CHEFE DE GOVERNO
ÂMBITO EXTERNO
REPRESENTANTE
DO ESTADO
MEMBRO DO
PODER EXECUTIVO
ÂMBITO INTERNO
CHEFIAR O
GOVERNO
DIREÇÃO DAS
POLÍTICAS PÚBLICAS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 08
PIRÂMIDE DE KELSEN
CF, E.C., TRATADOS INTERNACIONAIS SOBRE DIREITOS
HUMANOS APROVADOS COMO E.C.
OUTROS TRATADOS INTERNACIONAIS SOBRE DIREITOS
HUMANOS (SUPRALEGAL)
L.C , L.O , L.D , MEDIDAS PROVISÓRIAS, DECRETOS LEG. ,
RESOLUÇÕES LEG. , TRATADOS INTERNACIONAIS EM
GERAL , E DECRETOS AUTÔNOMOS
NORMAS INFRALEGAIS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Princípios FundamentaisMEMORIZZE 09
APLICABILIDADE DAS NORMAS
CONSTITUCIONAIS
EFICÁCIA PLENA
AUTOAPLICÁVEIS
NÃO
RESTRINGÍVEIS
APLICABILIDA
DE DIRETA,
IMEDIATA E
INTEGRAL
EFICÁCIA CONTIDA
AUTOAPLICÁVEIS RESTRINGÍVEIS
APLICABILIDADE
DIRETA,
IMEDIATA E
POSSÍVELMENTE
NÃO INTEGRAL
EFICÁCIA LIMITADA
NÃO
AUTOAPLICÁVEIS
APLICABILIDADE
INDIRETA, MEDIATA E
REDUZIDA
LEI VEM PARA
RESTRINGIR
LEI VEM PARA
REGULAMENTAR
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 10
DIREITOS X GARANTIAS FUNDAMENTAIS
LIBERDADES
POSITIVAS.
BENS E
VANTAGENS
CONFERIDOS
PELA NORMA.
FACULDADE DE
AGIR, EXERCER,
FAZER OU
DEIXAR DE
FAZER ALGO
BENS
PROTEGIDOS
PELA CF
LIBERDADES
NEGATIVAS
ASSEGURAM O
GOZO DOS
DIREITOS
INSTRUMENTOS
QUE
ASSEGURAM O
EXERCÍCIO DOS
DIREITOS
FORMAS DE
PROTEÇÃO DOS
DIREITOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 11
DIREITOS FUNDAMENTAIS
1 – DIREITOS E DEVERES
INDIVIDUAIS E
COLETIVOS (CF/88 ART.
5°)
2 – DIREITOS SOCIAIS
(CF/88 ART. 6° AO 11°)
3 – DIREITOS DA
NACIONALIDADE (CF/88
ART. 12° E ART. 13°)
4 – DIREITOS POLÍTICOS
(CF/88 ART. 14° AO 16°)
5 – DIREITOS RELATIVOS
À EXISTÊNCIA E
FUNCIONAMENTO DOS
PARTIDOS
POLÍTICOS(CF/88 ART.
17°)
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 12
DIMENSÕES DOS DIREITOS
FUNDAMENTAIS
1° DIMENSÃO
2° DIMENSÃO
3° DIMENSÃO
4° DIMENSÃO
5° DIMENSÃO
LIBERDADE – DIREITOS CIVIS E POLÍTICOS
IGUALDADE – DIREITOS SOCIAIS,
ECONÔMICOS E CULTURAIS
SOLIDARIEDADE (FRATERNIDADE) –
DIREITOS COLETIVOS E DIFUSOS
DEMOCRACIA DIRETA/BIOTECNOLOGIA E
PATRIMÔNIO GENÉTICO
DIREITO À PAZ, DIREITOS VIRTUAIS OU
CIBERNÉTICOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 13
TRATADOS E CONVENÇÕES
INTERNACIONAIS
STATUS DE LEI ORDINÁRIA
CASO SEJA UM TRATADO QUE NÃO VERSE SOBRE
DIREITOS HUMANOS.
REGRA
EXCEÇÃO 1
EXCEÇÃO 2
STATUS SUPRA LEGAL
STATUS CONSTITUCIONAL
CASO SEJA UM TRATADO SOBRE DIREITO HUMANOS, NÃO
VOTADO PELO RITO DE EMENDAS CONSTITUCIONAIS.
CASO SEJA UM TRATADO SOBRE DIREITO HUMANOS,
VOTADO PELO RITO DAS EMENDAS CONSTITUCIONAIS.
-3/5 dos votos;
-em 2 turnos de votação;
-em cada casa.
EMENDAS CONSTITUCIONAIS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 14
ART 5°
TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI
1 - BRASILEIROS
2 – TODOS OS ESTRANGEIROS EM SOLO
BRASILEIRO, SOBRE AS LEIS BRASILEIRAS
ISONOMIA FORMAL – TODOS
PODERÃO IGUALMENTE BUSCAR
OS DIREITOS EXPRESSOS NA
LEI;
ISONOMIA MATERIAL – TRATAR
DESIGUALMENTE OS DESIGUAIS
PARA REDUZIR AS
DESIGUALDADES.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 15
ART 5°
DIREITO DE OPINIÃO
LIVRE A MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO
VEDADO O ANONIMATO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 16
ART 5° - PRINCÍPIO DA LEGALIDADE
PARA O
CIDADÃO
PARTICULAR
PODE FAZER
TUDO QUE A LEI
NÃO PROIBA
PARA O
ADMINISTRADOR
PÚBLICO
SÓ PODE FAZER
AQUILO QUE A
LEI AUTORIZE OU
PERMITA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 17
ART 5° - LIBERDADE DE CRENÇA RELIGIOSA
É inviolável
Liberdade de
crença
É assegurado o
livre exercício dos
cultos religiosos
É garantido, na forma da
lei, a proteção aoslocais
de culto.
Nos termos da lei
É assegurado prestação
de assistência religiosa
nas entidades civis e
militares de internação
coletiva
Exemplos de internação coletiva:
Hotel, Presídio, Quartel, Hospital e
etc.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 18
ART 5° - ESCUSA DE CONSCIÊNCIA
Art. 5° VIII
Ninguém será
privado de direitos
Crença religiosa
Convicção
filosófica ou
política
Eximir-se
obrigação legal a
todos imposta
Recusar-se a
cumprir prestação
alternativa
OU E
PERDA DOS
DIREITOS
PPOLÍTICOS
RECUSAR-SE A OBRIGAÇÃO LEGAL
RECUSAR-SE A PRESTAÇÃO ALTERNATIVA
E
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 19 ART 5° - INVIOLABILIDADE DO DOMICÍLIO
Art. 5° XI
REGRA
O DOMICÍLIO É
INVIOLÁVEL. NÃO PODE
PENETRAR SEM
CONSENTIMENTO DO
MORADOR
EXCEÇÕES
FLAGRANTE DE
DELITO
DESASTRE
PRESTAR
SOCORRO
DETERMINAÇÃO
JUDICIAL
A
Q
U
A
L
Q
U
E
R
H
O
R
A
D
U
R
A
N
T
E
O
D
IA
EXCEÇÕES
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 20 ART 5° - SIGILO DE CORRESPONDÊNCIA E
DE COMUNICAÇÃO
Art. 5° XII
É
I
N
V
IO
L
Á
V
E
L
SIGILO DA
CORRESPONDÊNCIA
SIGILO DAS
COMUNICAÇÕES
TELEGRÁFICAS
SIGILO DE DADOS
SIGILO DAS
COMUNICAÇÕES
TELEFÔNICAS
SOMENTE POR
ORDEM JUDICIAL NAS
HIPÓTESES DE:
INVESTIGAÇÃO
CRIMINAL
INSTRUÇÃO
PROCESSUAL PENAL
1
2
*COMO NÃO EXISTE DIREITO ABSOLUTO, TODOS OS SIGILOS PODEM SER
INVIOLADOS APESAR DE SOMENTE ESTAR EXPRESSO A QUEBRA DO SIGILO
DAS COMUNICAÇÕES TELEFÔNICAS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 21
QUEBRA DE SIGILO TELEFÔNICO X INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA
QUEBRA DE SIGILO TELEFÔNICO
CPI’s
PODER JUDICIÁRIO
QUEBRA DE SIGILO TELEFÔNICO
PODER JUDICIÁRIO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 22
INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA X ESCUTA TELEFÔNICA X GRAVAÇÃO TELEFÔNICA
INTERCEPTAÇÃO GRAVAÇÃOESCUTA
Uma terceira pessoa tem
acesso ao conteúdo da
conversa;
Interlocutores não sabem
Um terceiro faz a escuta e
um dos interlocutores
sabe da escuta;
O próprio interlocutor faz a
gravação;
Não existe uma terceira
pessoa.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 23 DIREITO DE REUNIÃO
DIREITO DE
REUNIÃO,
REQUISITOS:
2
3
4
PACIFICAMENTE
SEM ARMAS
NÃO FRUSTE OUTRA REUNIÃO
ANTERIORMENTE CONVOCADA
PARA O LOCAL
AVISE AUTORIDADE COMPETENTE
* Não é necessário autorização,
basta simples aviso
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 24 DIREITO DE ASSOCIAÇÃO
3
4
5
1
2
Somente para fins LÍCITOS, VEDADO a associação PARAMILITAR
É VEDADO INTERFERÊNCIA ESTATAL, não precisa de autorização para criar uma associação
Ninguém poderá ser COMPELIDO (FORÇADO) a associar-se ou a permanecer associado
Se EXPRESSAMENTE AUTORIZADAS, as associações podem representar seus filiados judicial ou
extrajudicialmente
Associações podem ser COMPULSORIAMENTE DISSOLVIDAS por decisão judicial TRANSITADA EM
JULGADO;
Associações podem ter ATIVIDADES SUSPENSAS por DECISÃO JUDICIAL SIMPLES
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DIREITO
DE
PROPRIEDADE
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 25 DIREITO DE PROPRIEDADE
É garantido o direito de propriedade
A propriedade atenderá sua função social
Desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou por
interesse social, mediante justa e prévia indenização em
dinheiro, ressalvados os casos previstos na CF
Em caso de iminente perigo público, autoridade poderá
usar de propriedade particular, assegurado indenização
ulterior, se houver dano
A pequena propriedade rural, desde que trabalhada pela
família, não será objeto de penhora para pagamentos de
débitos decorrentes de sua atividade produtiva
Art. 5°
XXII
Art. 5°
XXIII
Art. 5°
XXIV
Art. 5°
XXV
Art. 5°
XXVI
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 26 DIREITO DE PROPRIEDADE
INDENIZAÇÃO – JUSTA, PRÉVIA E EM DINHEIRO
DESAPROPRIAÇÃO POR NECESSIDADE OU UTILIDADE
PÚBLICA OU INTERESSE SOCIAL
DESAPROPRIAÇÃO DE SOLO URBANO, NÃO EDIFICADO
OU SUB-UTILIZADO.
DESAPROPRIAÇÃO POR INTERESSE SOCIAL PARA FINS
DA REFORMA AGRÁRIA
EXPROPRIAÇÃO DA PROPRIEDADE URBANA OU RURAL,
SEM DIREITO A QUALQUER INDENIZAÇÃO
INDENIZAÇÃO – TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA COM
PRAZO DE RESGATE DE ATÉ 10 ANOS
INDENIZAÇÃO – JUSTA, PRÉVIA EM TÍTULOS DA DÍVIDA
AGRÁRIA RESGATÁVEIS EM ATÉ 20 ANOS.
CULTIVO ILEGAL DE PLANTAS PSICOTRÓPICAS OU
TRABALHO ESCRAVO
REQUISIÇÃO ADMINISTRATIVA DA PROPRIEDADE
CASO DE IMINENTE PERIGO PÚBLICO; INDENIZAÇÃO
ULTERIOR, SOMENTE SE HOUVER DANO À PROPRIEDADE
3
4
5
1
2
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 27
PROPRIEDADE INDUSTRIAL X DIREITO
AUTORAL
LEI
ASSEGURARÁ
AUTORES DE
INVENTOS
INDUSTRIAIS
PRIVILÉGIO
TEMPORÁRIO
DIREITO
EXCLUSIVO DE
UTILIZAÇÃO
PRIVILÉGIO
VITALÍCIO
PODERÁ SER
TRANSMITIDO
AOS HERDEIROS,
PELO TEMPO
QUE A LEI FIXAR
PROPRIEDADE INDUSTRIAL DIREITO AUTORAL
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 28 DIREITO A INFORMAÇÃO
Interesse
particular;
ou
Interesse
político ou
geral.
Ressalvadas
aquelas cujo
sigilo seja
imprescindível
à segurança
da sociedade
ou do estado.
Divulgação
da
Remuneração
de servidores
é de interesse
coletivo/geral
e por isso
constitucional
O remédio
para proteção
ao direito à
informação é
o MANDATO
DE
SEGURANÇA.
Todos têm direito a
receber informações
exceção Jurisprudência
relevante
Remédio
Constitucional
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 29
DIREITO DE PETIÇÃO X DIREITO DE OBTER
CERTIDÕES
Todos têm direito a
receber informações
AOS PODERES PÚBLICOS
▪ Em defesa de direitos;
▪ Contra ilegalidades;
▪ Contra abuso de poder.
EM REPARTIÇÕES
PÚBLICAS
▪ Para defesa dos
direitos;
▪ Para esclarecimentos
de interesse pessoal.
DIREITO DE PETIÇÃO DIREITO DE OBTER CERTIDÕES
INDEPENDENTE
DO PAGAMENTO
DE TAXAS
INDEPENDENTE
DO PAGAMENTO
DE TAXAS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 30
PRINCÍPIO DA INAFASTABILIDADE
JURISDICIONAL – ACESSO À JUSTIÇA
Todos têm direito a
receber informações
Lei não excluirá
da apreciação do
poder judiciário
LESÃO
AMEAÇA
A DIREITO
EXCEÇÃO
EXCEÇÕES À
INAFASTABILIDADE
DO JUDICIÁRIO
HABEAS DATA
CONTROVÉRSIAS DESPORTIVAS
RECLAMAÇÃOCONSTITUCIONAL3
1
2
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 31 TRIBUNAL DE JURI
A plenitude da defesa
Sigilo de votações
Soberania dos veredictos
Competência para o julgamento
dos crimes dolosos contra a vida
PRERROGATIVAS
DO JURI
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 32 CRIMES
➢ Racismo;
➢ Ação de grupos armados, civis
ou militares.
➢ Tortura;
➢ Tráfico ilícito de entorpecentes
e drogas afins;
➢ Terrorismo;
➢ Crimes Hediondos
INAFIANÇÁVEL E
IMPRESCRITÍVEL
INAFIANÇÁVEL E
INSUSCETÍVEIS DE
GRAÇA OU ANISTIA
3TH
R
AGA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 33 PENAS
INAFIANÇAVEL E
IMPRESCRITÍVEL
INAFIANÇAVEL E
INSUSCETÍVEIS DE
GRAÇA OU ANISTIA
3TH
R
AGA
MULTA;
PERDA DOS BENS;
PRESTAÇÃO SOCIAL
ALTERNATIVA;
SUSPENSÃO OU
INTERDIÇÃO DE
DIREITOS;
PRIVAÇÃO OU
RESTRIÇÃO DA
LIBERDADE.
CRUÉIS;
TRABALHOS
FORÇADOS;
CARÁTER PERPÉTUO;
BANIMENTO;
MORTE ( EXCEÇÃO
GUERRA DECLARADA).
➢ A PENA PODE SER DE: ➢ A PENA NÃO PODE SER DE:
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NÃO PODEM SER EXTRADITADOS
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 34 EXTRADIÇÃO
3TH
R
AGA
MULTA;
PERDA DOS BENS;
PRESTAÇÃO SOCIAL
ALTERNATIVA;
TRABALHOS
FORÇADOS;
CARÁTER PERPÉTUO;
BANIMENTO;
MORTE ( EXCEÇÃO
GUERRA DECLARADA).
BRASILEIRO
NATO
BRASILEIRO
NATURALIZADO
PODEM SER EXTRADITADOS
CRIME COMUM
(ANTES DA
NATURALIZAÇÃO)
TRÁFICO ILÍCITO DE
ENTORPECENTES E
DROGAS AFINS
(ANTES/DEPOIS DA
NATURALIZAÇÃO)
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 35 EXTRADIÇÃO
3TH
R
AGA
MULTA;
PERDA DOS BENS;
PRESTAÇÃO SOCIAL
ALTERNATIVA;
TRABALHOS
FORÇADOS;
CARÁTER PERPÉTUO;
BANIMENTO;
MORTE ( EXCEÇÃO
GUERRA DECLARADA).
NÃO SERÁ
EXTRADITADO
ESTRANGEIRO
CRIME
POLÍTICO
POR:
CRIME DE
OPINIÃO
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 36 DIREITO A LIBERDADE
3TH
R
AGA
MULTA;
CARÁTER PERPÉTUO;
BANIMENTO;
MORTE ( EXCEÇÃO
GUERRA DECLARADA).
NINGUÉM
SERÁ PRESO
SENÃO
FLAGRANTE DELITO
ORDEM ESCRITA E FUNDAMENTADA DE AUTORIDADE
JUDICIÁRIA COMPETENTE.
SALVO NOS CASOS DE TRANSGRESSÃO MILITAR OU
CRIME PROPRIAMENTE MILITAR3
1
2
QUANDO LEI ADMITIR A LIBERDADE PROVISÓRIA, COM
OU SEM FIANÇA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 37 DIREITO DOS PRESOS
R
AGA
MORTE ( EXCEÇÃO
GUERRA DECLARADA).
A prisão e o local serão comunicados imediatamente ao
juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele
indicada.
Direito de silêncio (permanecer calado);
Assegurado assistência da família e de advogado.
O preso tem direito à identificação dos responsáveis por
sua prisão ou por seu interrogatório policial.
A prisão ilegal será imediatamente relaxada pela
autoridade judiciária.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 38 SV 25
R
AGA
MORTE ( EXCEÇÃO
GUERRA DECLARADA).
STF SUM.
VINCULANTE 25
ILÍCITA A PRISÃO DO
DEPOSITÁRIO INFIEL
SEGUNDO A CF
NÃO PODE
PRISÃO CIVIL
INADIMPLEMENTO INVOLUNTÁRIO E
INESCUSÁVEL DE OBRIGAÇÃO
ALIMENTÍCIA
DEPOSITÁRIO INFIEL
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 39 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
R
AGA
HABEAS
CORPUS
2
3
4
Motivo – violência ou coação da
liberdade de locomoção
Qualquer pessoa pode usar
Pode sofrer ação qualquer um
que use ilegalidade ou abuso de
poder
Modos de HC – PREVENTIVO;
REPRESSIVO.
São gratuitas as ações
de “habeas-corpus”
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 40 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
CARACTERÍSTICAS DO HABEAS CORPUS
Natureza
Penal
Procedimento
Especial
Ação Gratuita
Independe de
Advogado
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LEGITIMADOS ATIVOS
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 41 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
Legitimados Ativos X Legitimados Passivos
1) PESSOA FÍSICA / PESSOA
JURÍDICA (BRASILEIRA OU
ESTRANGERIA);
2) MINISTÉRIO PÚBLICO;
3) JUIZ PODE CONCEDER HC
DE OFÍCIO
LEGITIMADOS PASSIVOS
1) AUTORIDADE COATORA
(PÚBLICA OU PRIVADA)
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 42 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
MANDATO DE SEGURANÇA
Motivo – Proteger direito líquido e
certo, não amparado por HC ou HD.
Ilegalidade ou abuso de poder de
autoridade pública2
Modos – pode ser individual ou
coletivo3
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 43 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
MANDATO DE SEGURANÇA
CARACTERÍSTICAS DO MANDATO DE SEGURANÇA
Rito sumário
especial
Caráter residual
Direito líquido e
certo
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 44 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
MANDATO DE SEGURANÇA
QUEM PODE USAR
▪ QUALQUER PESSOA (PF OU PJ)
NACIONAIS OU ESTRANGEIRAS;
▪ ÓRGÃOS PÚBLICOS;
▪ MINISTÉRIO PÚBLICO;
▪ UNIVERSALIDADES.
QUEM PODE SOFRER A
AÇÃO
▪ AUTORIDADE PÚBLICA OU AGENTE
DE PJ NO EXERCÍCIO DE
ATRIBUIÇÕES DO PODER PÚBLICO.
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 45 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
MODOS DE MANDATO DE SEGURANÇA
INDIVIDUAL COLETIVO
1 - IMPETRADO EM NOME DE UMA
ÚNICA PESSOA;
1 - PARTIDO POLÍTICO COM
REPRESENTAÇÃO NO CN
2 – ORGANIZAÇÃO SINDICAL
IMPETRADO POR:
3 – ENTIDADE DE CLASSE
4 – ASSOCIAÇÃO LEGALMENTE
CONSTITUÍDA E EM FUNCIONAMENTO
HÁ PELO MENOS 1 ANO
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 46 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
NÃO CABE MANDATO DE SEGURANÇA
MS
1 – DECISÃO JUDICIAL DA QUAL CAIBA RECURSO COM
EFEITO SUSPENSIVO;
2 – DECISÃO JUDICIAL TRANSITADO EM JULGADO;
3 – ATO ADMINISTRATIVO DO QUAL CABE RECURSO COM
EFEITO SUSPENSIVO;
4 – DECISÕES JURISDICIONAIS DO STF;
5 – LEI EM TESE;
6 – ATO DE NATUREZA JURISDICIONAL COM EXCEÇÃO
DE DECISÃO EQUIVOCADA.
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 47 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
MANDATO DE INJUNÇÃO
1 – FALTA DE NORMA REGULAMENTADORA QUE
TORNAM INVIÁVEL O EXERCÍCIO:
• DIREITOS E LIBERDADES CONSTITUCIONAIS;
• DAS PRERROGATIVAS INERENTES À
NACIONALIDADE, SOBERANIA E CIDADANIA
2 – LEGITIMADOS ATIVOS;
PESSOA FÍSICA
PESSOA JURÍDICA
3 – É POSSÍVEL MANDATO DE INJUNÇÃO
COLETIVO
4 – NÃO É CABÍVEL LIMINAR EM MANDATO DE
INJUNÇÃOTransaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 48 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
NÃO CABE MANDATO DE INJUNÇÃO
MI
1 – SE JÁ HOUVER NORMA REGULAMENTADORA;
2 - FALTA DE NORMA REGULAMENTADORA DE DIREITO
INFRANCONSTITUCIONAL;
3 – FALTA DE NORMA REGULAMENTADORA DE MEDIDA
PROVISÓRIA;
4 - SE NÃO HOUVER OBRIGATORIEDADE DE
REGULAMENTAÇÃO DO DIREITO PREVISTO NA CF/88
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 49 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
MODOS DE MANDATO DE INJUNÇÃO
INDIVIDUAL COLETIVO
1 - IMPETRADO EM NOME DE UMA
ÚNICA PESSOA;
1 – NÃO ESTÁ PREVISTO NA CF/88,
MAS É ADMITIDO, DEVENDO CUMPRIR
OS MESMOS REQUISITOS DO MS
COLETIVO
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 50 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
HABEAS DATA
1
2
Motivo 1 – Conhecimento de informações relativas à
pessoa do impetrante (após pedir administrativamente
e ser negado);
Motivo 2 – Para retificar dados, caso não opte por fazer
de forma sigilosa;
Qualquer pessoa pode usar do HA. Entidades
governamentais ou não governamentais (com
registros ou banco de dados de caráter público),
podem sofrer a ação de HA.
3
São gratuitas as ações
de “habeas-data”
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 51 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
AÇÃO POPULAR
Qualquer cidadão pode propor
ação popular
Motivo – Para anular ato lesivo:
1 – ao patrimônio público
ou de entidade a qual o
Estado participe.
2 – à moralidade administrativa.
3 – ao meio ambiente.
4 – ao patrimônio histórico e
cultural
O autor da ação fica
isento das custas
judiciais e do ônus da
sucumbência, salvo
comprovada má fé
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Teoria geral dos direitos fundamentaisMEMORIZZE 52 REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS
Qualquer cidadão pode propor
ação popular
Motivo – Para anular ato lesivo:1 – ao patrimônio público
ou de entidade a qual o
Estado participe.
2 – à moralidade administrativa.
3 – ao meio ambiente.
4 – ao patrimônio histórico e
cultural
DIREITO LÍQUIDO E CERTOMANDADO DE SEGURANÇA
MANDADO DE INJUNÇÃO
HABEAS CORPUS
HABEAS DATA
OMISSÃO LEDISLATIVA
DIREITO DE LOCOMOÇÃO
DIREITO DE INFORMAÇÃO
PESSOAL
AÇÃO POPULAR ATO LESIVO
N
Ã
O
S
Ã
O
G
R
A
T
U
IT
O
S
S
Ã
O
G
R
A
T
U
IT
O
S
É GRATUITO, SALVO MÁ FÉ
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 53 DIREITOS SOCIAIS
2°
GERAÇÃO
Atuação
Positiva do
Estado
Normas de
eficácia
Limitada
NATUREZA
JURÍDICA
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 54 DIREITOS SOCIAIS
MNEMÔNICO – DILMAS SEM PTT*
São
Direito
Sociais
Assistência aos
D esamparados
I nfância
L azer
M oradia* E.C.26
A limentação*E.C.26
S egurança
S aúde
E ducação
Proteção à
Maternidade
P revidência Social
T rabalho
T ransporte* E.C.90
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 55
RESERVA DO
POSSÍVEL
MÍNIMO
EXISTENCIAL
VEDAÇÃO AO
RETROCESSO
Disponibilidade financeira do Estado em concretizar
os direitos sociais.
Segundo o STF, a reserva do possível não pode ser
obstáculo à concretização do mínimo existencial.
Conjunto de situações materiais indispensáveis à
existência humana digna. Não é apenas “sobreviver”
mas ter uma vida digna. É a proteção Social mínima.
Proteção Social sempre deve melhorar.
Concretização dos Direitos Sociais
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 56
DIREITOS INDIVIDUAIS DOS
TRABALHADORES ART. 7°
FIXADO EM LEI
NACIONALMENTE
UNIFICADO
PERIÓDICREAJUS
TESOS – PODEM
SER FEITOS POR
DECRETO
VEDADA SUA
VINCULAÇÃO
PARA QUALQUER
FIM
SALÁRIO MÍNIMO
ART 7° IV
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 57
DIREITOS INDIVIDUAIS DOS
TRABALHADORES ART. 7°
IRREDUTIBILIDADE DO
SALÁRIO ART 7° VI
NUNCA INFERIOR AO MÍNIMO
CONVENÇÃO OU ACORDO
COLETIVO
SALVO
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 58
DIREITOS INDIVIDUAIS DOS
TRABALHADORES ART. 7°
GARANTIA DO SALÁRIO
ART 7° VII
NUNCA INFERIOR AO
MÍNIMO
PARTE FIXA + REMUNERAÇÃO VARIÁVEL > SALÁRIO MÍNIMO
*Não viola a CH/88 o estabelecimento de remuneração inferior ao salário mínimo para
as praças prestadoras de serviço militar inicial. Súmula Vinculante n° 06.
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 59
DIREITOS INDIVIDUAIS DOS
TRABALHADORES ART. 7°
AVISO PRÉVIO 7° XXI
30
dias
Mínimo
3 dias por ano
de serviço
90 dias no
máximo
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 60
DIREITOS INDIVIDUAIS DOS
TRABALHADORES ART. 7°
LICENÇA À GESTANTE / LICENÇA PATERNIDADE 7° XVIII/XIX
GESTANTE PATERNIDADE
REGRA = 120 DIAS REGRA = 5 DIAS (ADCT)
EXCEÇÃO = + 60 DIAS
EMPRESA CIDADÃ
EXCEÇÃO = + 15 DIAS
EMPRESA CIDADÃ
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 61
DIREITOS INDIVIDUAIS DOS
TRABALHADORES ART. 7°
TRABALHO NOTURNO, PERIGOSO OU INSALUBRE ART.7° XXXIII
16 anos14 anos 18 anos
MENOR
APRENDIZ
EXCETO:
1 – NOTURNO;
2 – PERIGOSO;
3 – INSALUBRE.
QUALQUER
TRABALHO
Transaction: HP14015466236202 e-mail: leonardo.ten.eb@gmail.com
DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 62
DIREITOS COLETIVOS DOS
TRABALHADORES ART. 8°
É LIVRE A ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL OU SINDICAL, OBSERVANDO O SEGUINTE:
VI – É OBRIGATÓRIA A PARTICIPAÇÃO DOS SINDICATOS NAS
NEGOCIAÇÕES COLETIVAS DO TRABALHOII – É VEDADO A CRIAÇÃO DE MAIS DE UMA
ORGANIZAÇÃO SINDICAL, NÃO PODENDO SER INFERIOR
À ÁREA DE UM MUNICÍPIO
III – AO SINDICATO CABE DEFESA DOS DIREITOS E
INTERESSES COLETIVOS E INDIVIDUAIS, INCLUSIVE
JUDICIAIS E ADMINISTRATIVOS
IV – ASSEMBLÉIA GERAL FIXARÁ CONTRIBUIÇÃO
V – NINGUÉM SERÁ OBRIGADO A FILIAR-SE OU A MANTER-
SE FILIADO A SINDICATO
I – É VEDADO AO PODER PÚBLICO A INTERFERÊNCIA E A
INTERVENÇÃO
VII – APOSENTADO FILIADO TEM DIREITO A VOTAR E SER
VOTADO NAS ORGANIZAÇÕES SINDICAIS
VIII – É VEDADO A DISPENSA DE EMPREGADO
SINDICALIZADO A PARTIR DO REGISTRO DA CANDIDATURA
A CARGO DE DIREÇÃO OU REPRESENTAÇÃO SINDICAL, E SE
ELEITO, ATÉ 1 ANO APÓS O FINAL DO MANDATO, AINDA
QUE SUPLENTE, SALVO SE COMETER FALTA GRAVE.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 63 DIREITO DE GREVE ART.9°
A LEI DEFINIRÁ:
SERVIÇOS OU
ATIVIDADES
ESSENCIAIS;
ATENDIMENTO DAS
NECESSIDADES
INADIÁVEIS DA
COMUNIDADE
A LEI DISPORÁ:
PARALISAÇÃO PARCIAL;
• MANTER 30% NO MÍNIMO.
• AVISO NO MÍNIMO 72 HORAS
PARALISAÇÃO TOTAL;
• AVISAR MÍNIMO 48 HORAS
• VEDADO: LOCK OUT
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 64 ART.10°É ASSEGURADA A
PARTICIPAÇÃO
TRABALHADORES
EMPREGADOS
E
NOS COLEGIADOS
DOS ÓRGÃOS
PÚBLICOS EM QUE
SEUS INTERESSES
DISCUSSÃO
DELIBERAÇÃO
E
SEJAM OBJETO DE
PROFISSIONAIS
PREVIDENCIÁRIOS
OU
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos SociaisMEMORIZZE 65 ART.11°
Empresas com
mais de 200
empregados
Assegurada a
eleição
1 representante
Finalidade
exclusiva
Promover o
entendimento
direto com
empregadores
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 66 NACIONALIDADE
IUS SOLI (LOCAL DO
NASCIMENTO)
É A REGRA
NASCEU NO
BRASIL É
BRASILEIRO
SALVO SE OS PAIS
FOREM ESTRANGEIROS
A SERVIÇO DO SEU
PAÍS
IUS SANGUINI (FILIAÇÃO)
É A EXCEÇÃO
NÃO PRECISA TER
NASCIDO NO BRASIL,
MAS PAI E/OU MÃE
SÃO BRASILEIROS A
SERVIÇO DE SEU
PAÍS
NASCEU FORA DO BRASIL,
E OS PAIS NÃO ESTÃO À
SERVIÇO DO BRASIL,
PORÉM:
- FORAM REGISTRADOS EM
REPARTIÇÃO BRASILEIRA
COMPETENTE;
- VIERAM A RESIDIR NO BRASIL E
OPTOU A QUALQUER TEMPO,
DEPOIS DE ATINGIDO A
MAIORIDADE, PELA
NACIONALIDADE BRASILEIRA
02
01
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 67 NACIONALIDADE
NASCIDOS NA RFB, AINDA QUE DE
PAIS ESTRANGEIROS , DESDE QUE
ESTES NÃO ESTEJAM A SERVIÇO
DO SEU PAÍS.
NATOS
NASCIDOS NO ESTRANGEIRO, DE
PAI OU MÃE BRASILEIRA, ONDE
QUALQUER UM DELES ESTEJA A
SERVIÇO DA RFB
NATOS
NASCIDOS NO ESTRANGEIRO, DE PAI OU
MÃE BRASILEIRA, DESDE QUE SEJAM
REGISTRADOS EM REPARTIÇÃO
BRASILEIRA COMPETENTE OU VENHAM
RESIDIR NA RFB E OPTEM, EM QUALQUER
TEMPO, DEPOIS DE ATINGIDA MAIORIDADE,
PELA NACIONALIDADE BRASILEIRA
NATOS
NA FORMA DA LEI, ADQUIRAM A
NACIONALIDADE BRASILEIRA,
EXIGIDO AOS ORIGINÁRIOS DE
PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA
APENAS RESIDÊNCIA POR 1 ANO
ININTERRUPTO E IDONEIDADE
MORAL
NATURALIZADOS
ESTRANGEIROS DE QUALQUER
NACIONALIDADE RESIDENTES
NA RFB HÁ MAIS DE 15 ANOS
ININTERRUPTOS E SEM
CONDENAÇÃO PENAL, DESDE
QUE REQUEIRAM A
NACIONALIDADE BRASILEIRA.
NATURALIZADOS
AOS PORTUGUESES COM
RESIDÊNCIA PERMANENTE NO PAÍS,
SERÃO ATRIBUÍDOS OS DIREITOS
INERENTES AO BRASILEIRO
(NATURALIZADO), SALVO OS
PREVISTOS NA CF/88.
PORTUQUESES EQUIPARADOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 68 PERDA DA NACIONALIDADE
SE NATURALIZADO
Perde por sentença judicial
CASO PRATIQUE ATIVIDADE NOCIVA
AO INTERESSE NACIONAL
SE NATO OU NATURALIZADO
SALVO SE DE FORMA ORIGINÁRIA OU
POR CONDIÇÃO PARA PERMANECER
NO PAÍS OU EXERCER DIREITOS
CIVIS
Perde ao adquirir outra nacionalidade
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 69
CARGOS PRIVATIVOS DE
BRASILEIROS NATOS
M
W O T
M
MINISTRO DO STF
P3
PRESIDENTE E VICE
DA RFB
C
CARREIRA
DIPLOMÁTICA
O
OFICIAL DAS FORÇAS
ARMADAS
P3 C O M
M
MINISTRO DO
ESTADO DE DEFESA
PRESIDENTE DA CD
PRESIDENTE DO SF
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 70
EXTRADIÇÃO DE BRASILEIROS
NATOS E NATURALIZADOS
NATOS
NÃO PODE SER
EXTRADITADO.
NATURALIZADOS
PODE SER
EXTRADITADO POR:
1 – CRIME COMUM (ANTES DA
NATURALIZAÇÃO);
2 – TRÁFICO ILÍCITO.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 71 DIREITOS POLÍTICOS
16
anos
18
anos
70
anos
FACULTATIVO FACULTATIVOOBRIGATÓRIO
CAPACIDADE ELEITORAL ATIVA
TAMBÉM É
FACULTATIVO PARA
OS ANALFABETOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 72 DIREITOS POLÍTICOS
SÃO INALISTÁVEIS
ESTRANGEIROS CONSCRITOS –
ENQUANTO
ESTIVEREM NO
SERVIÇO MILITAR
OBRIGATÓRIO
*TANTO ANALFABETO QUANTO
INALISTÁVEIS SÃO INELEGÍVEIS
INELEGIBILIDADE RELATIVA
MOTIVOS
FUNCIONAIS
REFLEXA
CONDIÇÃO
MILITAR
REELEIÇÃO – UM ÚNICO
PERÍODO SUBSEQUENTE
DESIMCOMPATIBILIZAÇÃO – 6
MESES ANTES DAS ELEIÇÕES
(CHEFES DO PODER
EXECUTIVO SE CANDIDATAR
PARA OUTRO CARGO)
AFETA A ELEGIBILIDADE DE
TERCEIROS
APLICA-SE AO CÔNJUGE E
PARENTES (ATÉ 2° GRAU) DO
CHEFE DO PODER EXECUTIVO,
SALVO SE JÁ TITULAR DE
MANDATO ELETIVO E
CANDIDATO A REELEIÇÃO
MILITAR ALISTÁVEL É
ELEGÍVEL SEGUINDO AS
CONDIÇÕES:
MENOS DE 10 ANOS DE
SERVIÇO DEVERÁ AFASTAR-SE
DA ATIVIDADE
MAIS DE 10 ANOS DE SERVIÇO
SERÁ AGREGADO PELA
AUTORIDADE SUPERIORE SE
ELEITO PASSARÁ PARA
INATIVIDADE
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 73 DIREITOS POLÍTICOS
CAPACIDADE ELEITORAL PASSIVA
A
B
C
D
E
NATO OU NATURALIZADO
NACIONALIDADE BRASILEIRA
A
B
C
D
E
PLENO EXERCÍCIO DOS DIREITOS POLÍTICOS
ALISTAMENTO ELEITORAL
NÃO PRECISA COINCINDIR COM DOMÍNIO CIVIL
DOMINIO ELEITORAL NA CIRCUNSCRIÇÃO
FILIAÇÃO PARTIDÁRIA
F F IDADE MÍNIMA DE:
35 anos –
presidente/vice-
presidente/senador;
30 anos –
governador e vice-
governador;
21 anos –
deputado federal/
deputado estadual ou
distrital/ prefeito/ vice-
prefeito e juiz de paz;
18 anos -
Vereador
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 74 DIREITOS POLÍTICOS
PLEBISCITO X REFERENDO E
INICIATIVA POPULAR
A
B
C
D
E
F
NORMA É
ELABORADA
PLEBISCITO REFERENDO
CONSULTA FEITA AO POVO
ANTES DA CRIAÇÃO DE UMA
LEI OU ATO ADMINISTRATIVO
CONSULTA FEITA AO POVO
DEPOIS DA CRIAÇÃO DE UMA
LEI OU ATO ADMINISTRATIVO
INICIATIVA POPULAR
COMPETÊNCIA LEGISLATIVA
PARA DAR INÍCIO A UM
PROJETO DE LEI.
1% DO ELEITORADO NACIONAL
PELO MENOS 5 ESTADOS
MÍNIMO DE 0,3% DOS
ELEITORES POR ESTADO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Direitos FundamentaisMEMORIZZE 75 DIREITOS POLÍTICOS
Perda e Suspensão de
Direitos Políticos
I
II
III
IVV
Cancelamento da Naturalização -
Perda
Incapacidade Civil Absoluta -
Suspensão
Condenação Criminal Transitada
em Julgado - Suspensão
Recusa de cumprir obrigação a todos
imposta ou prestação alternativa - Perda
Improbidade administrativa – Suspensão
*Perda do cargo e Suspensão dos direitos
políticos
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 76
TERRITÓRIO
POVO
GOVERNO
SOBERANOEl
e
m
e
n
to
s
C
o
n
s
ti
tu
ti
v
o
s
d
o
E
s
ta
d
o
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 77
CLASSIFICAÇÃO DOS ESTADOS
UNITÁRIO
Territorialmente
Centralizado
FEDERAL
Territorialmente
Descentralizado
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 78 CARACTERÍSTICA DA FEDERAÇÃO
AUTONOMIA POLÍTICA
Autolegislação; Autogoverno; Auto-
organização; Autoadministração.
INDISSOBILIDADE DO
VÍNCULO FEDERATIVO
(Não há direito de secessão)
NACIONALIDADE ÚNICA
CONSTITUIÇÃO FEDERAL
MECANISMO DE
INTERVENÇÃO FEDERAL
TRIBUNAL FEDERATIVO
VEDAÇÕESFEDERATIVAS
CLAUSULA PÉTREA
1
2
3
4
5
6
7
8
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 79 CARACTERÍSTICA DO
FEDERALISMO BRASILEIRO
FEDERAÇÃO É
CLÁUSULA PÉTREA
NÃO HÁ DIREITO
DE SECESSÃO
FEDERALISMO
CENTRÍFUGO
FEDERALISMO
ASSIMÉTRICO
SOBERANIA É
ATRIBUTO DA REP.
FEDERATIVA DO
BRASIL
FEDERALISMO DE
3° GRAU
União é autônoma
Cooperativo
Desagregação
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 80 ORGANIZAÇÃO DO ESTADO
União
Estados
Municípios
Distrito Federal
ENTES FEDERATIVOS
Entidade Híbrida
1°
2°
3°
É A CAPITAL FEDERAL
BRASÍLIA
NÃO SÃO ENTES
FEDERATIVOS;
ATUALMENTE NÃO
EXISTEM;
PODEM VIR A SER
CRIADOS POR LEI
COMPLEMENTAR;
NÃO POSSUEM
AUTONOMIA POLÍTICA
TERRITÓRIOS
FEDERAIS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 81 CRIAÇÃO DE NOVOS ESTADOS
ETAPAS FORMAS
PLEBISCITO COM POPULAÇÃO INTERESSADA
CARÁTER TERMINATIVO – SE OPTAR PELO “NÃO” SERÁ
ARQVUIVADO. SE “SIM VAI PARA PRÓXIMA ETAPA
OITIVA DAS AL’S ENVOLVIDAS
CARÁTER OPINATIVO APENAS
2
APROVAÇÃO DE LEI COMPLEMENTAR
CONGRESSO QUE EFETIVAMENTE DECIDE A CRIAÇÃO.
MAIORIA ABSOLUTA;
SANÇÃO DO PR;
CN DEVE OUVIR PREVIAMENTE AS ASS. LEG.
3
3
1
4
FUSÃO OU
INCORPORAÇÃO
ENTRE SI
A B C
SUBDIVISÃO CBA
DESMEMBRAMENTO
FORMAÇÃO
BAA
DESMEMBRAMENTO
ANEXAÇÃO A B A B
ESTADO
ORIGINAIS
CONTINUAM
EXISTINDO
COM
ALTERAÇÃO
EM SEUS
TERRITÓRIOS
ESTADOS
ORIGINAIS
DEIXAM DE
EXISTIR
ESTADOS
ORIGINAIS
DEIXAM DE
EXISTIR
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 82 CRIAÇÃO DE NOVOS MUNICÍPIOS
ETAPAS FORMAS
DIVULGAÇÃO DOS ESTUDOS DE VIABILIDADE
MUNICIPAL
VEM ANTES DO PLEBISCITO
PLEBISCITO
CONSULTAR TODOS OS ELEITORES DIRETAMENTE
INTERESSADOS
2
APROVAÇÃO DE LEI ESTADUAL
NA RESPECTIVA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
3
2
3
1
4
CRIAÇÃO
INCORPORAÇÃO
FUSÃO
DESMEMBRAMENTO
POR LEI ESTADUAL
DESDE QUE
DENTRO DO PERÍODO
DETERMINADO POR
LEI COMPLEMENTAR
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 83 BENS DA UNIÃO
ROL EXEMPLIFICATIVO
I
II
II
III
IV
V
VI
VII
VIII
IX
X
XI
Os que bens atuais e que vierem
a ser atribuídos
As terras devolutas indispensáveis à
defesa das fronteiras
Lagos, rios e quaisquer correntes de
água em terrenos de seu domínio
Ilhas fluviais e lacustres nas zonas limítrofes com outros
países. As praias marítimas; ilhas oceânicas e as costeiras,
excluídas com sede em municípios
Recursos naturais da plataforma continental e
da zona econômica exclusiva
O mar territorial
Terrenos da marinha e os acrescidos
´Potenciais de energia hidráulica
´Recursos minerais, inclusive
os do subsolo
As cavidades naturais subterrâneas e os
sítios arqueológicos e pré-históricos
As terras tradicionalmente ocupadas
pelos índios
*Assegurado aos Estados, DF e municípios bem como órgãos da adm. Direta da União, participação
no resultado da exploração de petróleo ou gás natural, recursos hídricos e de outros recursos
minerais.
*A faixa de até 150 km d largura ao longo das fronteiras terrestres, é considerada fundamental para
defesa do território nacional.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 84 REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS
Exclusiva Privativa Comum Concorrência
Art.21 Art.22 Art.23 Art.24
Administrar Legislar Administrar Legislar
Indelegável Delegável – Lei
complementar
U/E/DF/M U/E/DF
Vogais Consoantes Com Município Sem Município
Verbo Infinitivo *CAPACETE de PM Verbo Infinitivo *PUFETO
*CAPACETE de PM – Civil, Agrário, Processual, Aeronáutico, Comercial, Eleitoral, Trabalho, Espacial,
Penal, Marítimo
*PUFETO – Penitenciário, Urbanístico, Financeiro, Econômico, Tributário, Orçamento
COMPETÊNCIA DA UNIÃO TODOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 85
REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS –
PREDOMINÂNCIA DOS INTERESSES
NACIONAL (DIRETRIZES, NORMAS GERAIS
* = COMPETÊNCIA RESIDUAL OU REMANESCENTE
ENTE FEDERATIVO INTERESSE
*ESTADOS
**MUNICÍPIOS
**DISTRITO FEDERAL
**UNIÃO
REGIONAL
LOCAL
REGIONAL + LOCAL
** = COMPETÊNCIA EXPRESSA OU ENUMERADA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 86 COMPETÊNCIAS DA UNIÃO
Art. 21 – Compete a União: Exclusiva, Administrativa, Indelegável, Vogal, Verbo Infinitivo.
I - manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais;
II - declarar a guerra e celebrar a paz;
III - assegurar a defesa nacional;
IV - permitir, nos casos previstos em lei complementar, que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele
permaneçam temporariamente;
V - decretar o estado de sítio, o estado de defesa e a intervenção federal;
VI - autorizar e fiscalizar a produção e o comércio de material bélico;
VII - emitir moeda;
VIII - administrar as reservas cambiais do País e fiscalizar as operações de natureza financeira, especialmente as de crédito,
câmbio e capitalização, bem como as de seguros e de previdência privada;
IX - elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordenação do território e de desenvolvimento econômico e social;
X - manter o serviço postal e o correio aéreo nacional;
XI - explorar, diretamente ou mediante autorização, concessão ou permissão, os serviços de telecomunicações, nos termos da lei,
que disporá sobre a organização dos serviços, a criação de um órgão regulador e outros aspectos institucionais; (Redação dada
pela Emenda Constitucional nº 8, de 15/08/95:)
Bizu - Sempre verbos para competência exclusiva da União, predominância de interesse nacional
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 87 COMPETÊNCIAS DA UNIÃO
Art. 21 – Compete a União: Exclusiva, Administrativa, Indelegável, Vogal, Verbo Infinitivo.
XII - explorar, diretamente ou mediante autorização, concessão ou permissão:
a) os serviços de radiodifusão sonora, e de sons e imagens; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 8, de 15/08/95:)
b) os serviços e instalações de energia elétrica e o aproveitamento energético dos cursos de água, em articulação com os Estados
onde se situam os potenciais hidro energéticos;
c) a navegação aérea, aeroespacial e a infraestrutura aeroportuária;
d) os serviços de transporte ferroviário e aquaviário entre portos brasileiros e fronteiras nacionais, ou que transponham os limites de
Estado ou Território;
e) os serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros;
f) os portos marítimos, fluviais e lacustres;
XIII - organizar e manter o Poder Judiciário, o Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios e a Defensoria Pública dos
Territórios; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 69, de 2012) (Produção de efeito)
XIV - organizar e manter a polícia civil, a polícia militar e o corpo de bombeiros militar do Distrito Federal, bem como prestar
assistência financeira ao Distrito Federal para a execuçãode serviços públicos, por meio de fundo próprio; (Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
Bizu - Sempre verbos para competência exclusiva da União, predominância de interesse nacional
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 88 COMPETÊNCIAS DA UNIÃO
Art. 21 – Compete a União: Exclusiva, Administrativa, Indelegável, Vogal, Verbo Infinitivo.
XV - organizar e manter os serviços oficiais de estatística, geografia, geologia e cartografia de âmbito nacional;
XVI - exercer a classificação, para efeito indicativo, de diversões públicas e de programas de rádio e televisão;
XVII - conceder anistia;
XVIII - planejar e promover a defesa permanente contra as calamidades públicas, especialmente as secas e as inundações;
XIX - instituir sistema nacional de gerenciamento de recursos hídricos e definir critérios de outorga de direitos de seu uso;
XX - instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano, inclusive habitação, saneamento básico e transportes urbanos;
XXI - estabelecer princípios e diretrizes para o sistema nacional de viação;
XXII - executar os serviços de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras;
XXIII - explorar os serviços e instalações nucleares de qualquer natureza e exercer monopólio estatal sobre a pesquisa, a lavra, o
enriquecimento e reprocessamento, a industrialização e o comércio de minérios nucleares e seus derivados, atendidos os seguintes
princípios e condições:
a) toda atividade nuclear em território nacional somente será admitida para fins pacíficos e mediante aprovação do Congresso Nacional;
b) sob regime de permissão, são autorizadas a comercialização e a utilização de radioisótopos para a pesquisa e usos médicos, agrícolas e industriais;
c) sob regime de permissão, são autorizadas a produção, comercialização e utilização de radioisótopos de meia-vida igual ou
inferior a duas horas;
d) a responsabilidade civil por danos nucleares independe da existência de culpa;
XXIV - organizar, manter e executar a inspeção do trabalho;
XXV - estabelecer as áreas e as condições para o exercício da atividade de garimpagem, em forma associativa.
Bizu - Sempre verbos para competência exclusiva da União, predominância de interesse nacional
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 89 COMPETÊNCIAS DA UNIÃO
Art. 22 – Compete Privativamente a União Legislar sobre:
I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho;
II - desapropriação;
III - requisições civis e militares, em caso de iminente perigo e em tempo de guerra;
IV - águas, energia, informática, telecomunicações e radiodifusão;
V - serviço postal;
VI - sistema monetário e de medidas, títulos e garantias dos metais;
VII - política de crédito, câmbio, seguros e transferência de valores;
VIII - comércio exterior e interestadual;
IX - diretrizes da política nacional de transportes;
X - regime dos portos, navegação lacustre, fluvial, marítima, aérea e aeroespacial;
XI - trânsito e transporte;
XII - jazidas, minas, outros recursos minerais e metalurgia;
XIII - nacionalidade, cidadania e naturalização;
XIV - populações indígenas;
XV - emigração e imigração, entrada, extradição e expulsão de
estrangeiros;
XVI - organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões;
Bizu - Sem verbos para competência Privativa da União, predominância de interesse nacional. (Delegável)
CAPACETE de PM
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 90 COMPETÊNCIAS DA UNIÃO
Art. 22 – Compete Privativamente a União Legislar sobre:
XVII - organização judiciária, do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios e da Defensoria Pública dos Territórios, bem como
organização administrativa destes;
XVIII - sistema estatístico, sistema cartográfico e de geologia nacionais;
XIX - sistemas de poupança, captação e garantia da poupança popular;
XX - sistemas de consórcios e sorteios;
XXI - normas gerais de organização, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobilização das polícias militares e corpos de
bombeiros militares;
XXII - competência da polícia federal e das polícias rodoviária e ferroviária federais;
XXIII - seguridade social;
XXIV - diretrizes e bases da educação nacional;
XXV - registros públicos;
XXVI - atividades nucleares de qualquer natureza;
XXVII – normas gerais de licitação e contratação, em todas as modalidades, para as administrações públicas diretas, autárquicas e
fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, obedecido o disposto no art. 37, XXI, e para as empresas públicas e
sociedades de economia mista, nos termos do art. 173, § 1°, III;
XXVIII - defesa territorial, defesa aeroespacial, defesa marítima, defesa civil e mobilização nacional;
XXIX - propaganda comercial.
Parágrafo único. Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas
neste artigo.
Bizu - Sem verbos para competência Privativa da União, predominância de interesse nacional. (Delegável)
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 91 COMPETÊNCIA COMUM U/E/DF/M
Art. 23 – É competência comum U/E/DF/M
I - zelar pela guarda da Constituição, das leis e das instituições democráticas e conservar o patrimônio público;
II - cuidar da saúde e assistência pública, da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência;
III - proteger os documentos, as obras e outros bens de valor histórico, artístico e cultural, os monumentos, as paisagens naturais
notáveis e os sítios arqueológicos;
IV - impedir a evasão, a destruição e a descaracterização de obras de arte e de outros bens de valor histórico, artístico ou cultural;
V - proporcionar os meios de acesso à cultura, à educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação;
VI - proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas;
VII - preservar as florestas, a fauna e a flora;
VIII - fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar;
IX - promover programas de construção de moradias e a melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico;
X - combater as causas da pobreza e os fatores de marginalização, promovendo a integração social dos setores desfavorecidos;
XI - registrar, acompanhar e fiscalizar as concessões de direitos de pesquisa e exploração de recursos hídricos e minerais em seus
territórios;
XII - estabelecer e implantar política de educação para a segurança do trânsito.
Parágrafo único. Leis complementares fixarão normas para a cooperação entre a União e os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios, tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem estar em âmbito nacional.
Bizu – Verbos no Infinitivo, Competências Administrativas, com Município
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 92 COMPETÊNCIA CONCORRENTE U/E/DF
Art. 24 – Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:
I - direito tributário, financeiro, penitenciário, econômico e urbanístico;
II - orçamento;
III - juntas comerciais;
IV - custas dos serviços forenses;
V - produção e consumo;
VI - florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do
solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição;
VII - proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico;VIII - responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e
paisagístico;
IX - educação, cultura, ensino, desporto, ciência, tecnologia, pesquisa,
desenvolvimento e inovação;
X - criação, funcionamento e processo do juizado de pequenas causas;
XI - procedimentos em matéria processual;
XII - previdência social, proteção e defesa da saúde;
XIII - assistência jurídica e Defensoria pública;
XIV - proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência;
XV - proteção à infância e à juventude;
Bizu – Sem Verbos no Infinitivo, Competências Legislativas, Sem Município
TRI –FI – PENIT – EC – UR
Se gravar esse mnemônico como competências
concorrentes o que sobrou são competências
privativas da união
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 93 COMPETÊNCIA CONCORRENTE U/E/DF
Art. 24 – Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:
XVI - organização, garantias, direitos e deveres das polícias civis.
§1º No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se -á a estabelecer normas gerais.
§2º A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados.
§3º Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a
suas peculiaridades.
§4º A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual, no que lhe for contrário.
Bizu – Sem Verbos no Infinitivo, Competências Legislativas, Sem Município
Se não existir Lei Federal sobre
normas gerais – Estados exercerão
competência legislativa plena
Caso lei federal sobreponha
posteriormente, a eficácia da lei
estadual será suspensa no que lhe
for contrária.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 94 COMPETÊNCIA DO ESTADO
O ESTADO POSSUI SOMENTE 2 COMPETÊNCIAS EXPRESSAS
COMPETÊNCIA 1
1) Explorar diretamente ou
mediante concessão, os
serviços locais de gás
canalizado
- Vedada a edição de Medida
Provisória
COMPETÊNCIA 2
2) Instituir, mediante lei
complementar, regiões
metropolitanas,
aglomerações urbanas e
microrregiões
*ESTADO TEM AINDA AS COMPETÊNCIAS RESIDUAIS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 95 BENS DOS ESTADOS
ÁGUAS,
RESSALVADAS AS
DECORRENTES
DE OBRAS DA
UNIÃO
ILHAS
OCEÂNICAS E
COSTEREIRAS
ILHAS FLUVIAIS E
LACUSTRES
TERRAS
DEVOLUTAS NÃO
COMPREENDIDAS
ENTRE AS DA
UNIÃO
BENS DO
ESTADO
NATUREZA
RESIDUAL
QUANDO NÃO
FOREM DA UNIÃO,
DF OU MUNICÍPIOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 96
DEPUTADOS À ASSEMBLEIA
LEGISLATIVA
1° REGRA 2° REGRA
ESTADOS COM ATÉ 12 DEP. FEDERAIS
ASSEMB. LEG. = 3 X N° DE DEP.
FEDERAIS.
ESTADOS COM +12 DEP. FEDERAIS
ASSEMBL. LEG. = N° DEP. FEDERAIS +
24
EX: Assembleia legislativa do AC tem
8 dep. Federais, portanto 3 x 8 = 24
dep. Estaduais.
EX: Assembleia legislativa de MG
tem 53 dep. Federais, portanto 53 +
24 = 77 dep. estaduais
Teto salário dos Deputados Estaduais é de 75% do
salário dos Deputados Federais
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DIREITO CONSTITUCIONAL
Organização político-administrativaMEMORIZZE 97 DOS MUNICÍPIOS
NÃO TEM CONSTITUIÇÃO.,
REGE-SE POR LEI
ORGÂNICA.
*DF TAMBÉM É LEI ORGÂNICA
LEIS ORGÂNICAS SÃO
VOTADAS EM 1° TURNO – 2/3
TEMPO MÍNIMO DE 10 DIAS
PARA:
APROVADA EM 2°TURNO 2/3
NÃO EXISTE VETO OU
SNÇÃO DE LEI ORGÂNICA
LEI ORGÂNICA DOS MUNICÍPIOS E DF = DDD – DOIS TURNOS, DEZ DIAS E DOIS TERÇOS
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 98 Poder Legislativo
3 Senadores por
ESTADO/DF com
2 suplentes (81
Senadores +
Suplentes);
SENADO FEDERAL CÂMARA DOS DEPUTADOS
Representantes
dos estados/DF
Representantes
do povo
Mandato de 8 anos.
Eleição será feita de 4 em 4
anos, alternativamente 1/3
e 2/3 dos membros do sf.
Eleição se dará pelo
sistema majoritário;
*território federal não
elege senadores
Cada Estado/DF contará
com 513 Dep. federais:
Mínimo = 8 deputados;
Máximo = 70 deputados;
Território federal = 4
deputados.
Mandato de 4 anos.
Eleição de 4 em 4 anos.
Eleição se dará no
sistema proporcional
Número de
deputados e a
representação
por Estado/DF
será
proporcional a
população,
definidos em
LC.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 99 Poder Legislativo SISTEMA LEGISLATIVO
SENADO FEDERAL CÂMARA DOS DEPUTADOS
Sistema Legislativo Federal é BICAMERAL
Sistemas Legislativos Estaduais e Municipais são unicamerais
Representantes dos Estados/DF
Sistema Majoritário
Representantes do Povo
Sistema Proporcional
Legislatura – Duração 4 anos.
Deputados – 1 legislatura.
Senadores – 2 legislaturas
Sessão Legislativa – Reunião
anual do CN.
1° - 02 de Fev – 17 de Jul
2° - 01 de Ago – 22 de Dez
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 100 Poder Legislativo TEORIA DAS MAIORIAS
QUÓRUM DE
PRESENÇA
QUÓRUM
DELIBERATIVO
MAIORIA SIMPLES
(RELATIVA);
1° NÚMERO
INTEIRO SUPERIOR
À METADE DOS
PRESENTES A UMA
VOTAÇÃO
MAIORIA ABSOLUTA
1° NÚMERO
INTEIRO SUPERIOR
À METADE DOS
MEMBROS DE UM
ÓRGÃO
ESSA É A REGRA, SEGUNDO ART. 47 DA CF/88, MAS PODE HAVER DISPOSIÇÃO CONSTITUCIONAL DIZENDO OUTRO QUÓRUM
PARA DETERMINADA MATÉRIA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 101 Poder Executivo IMPEDIMENTO X VACÂNCIA
IMPEDIMENTO
PRESIDENTE
AFASTAMENTO
TEMPORÁRIO
SUBSTITUIÇÃO
VACÂNCIA
PRESIDENTE
AFASTAMENTO
DEFINITIVO
SUCESSÃO
HIPÓTESES DE
VACÂNCIA:
1 – Não comparecimento
em 10 dias da data da
posse;
2 – Morte/Renúncia;
3 - Condenação por crime
comum ou por crime de
responsabilidade;
4 - Ausência do país por
mais de 15 dias sem
autorização do CN.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 102 Poder Executivo DUPLA VACÂNCIA (presidente e vice)
VAGANDO OS CARGOS
DE PRESIDENTE E VICE-
PRESIDENTE
Primeiros
2 anos
(da abertura da
última vaga)
Últimos 2
anos
(da abertura da
última vaga)
ELEIÇÃO
(direta) em 90
dias
ELEIÇÃO
(indireta) em
30 dias
Eleitos deverão
completar o período de
seus antecessores.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 103 Poder Executivo
SUCESSÃO DE PRESIDENTE EM CASO DE DUPLA
VACÂNCIA
3
1
2
PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS
PRESIDENTE DO SENADO
PRESIDENTE DO STF
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 104 Poder Executivo REGRAS DA ELEIÇÃO DE PRESIDENTE
1° TURNO
Ocorre no 1°
domingo de
outubro
Vence quem
tiver maioria
absoluta dos
votos
Não são
computados
brancos e nulos
2° TURNO
Ocorre no
último domingo
de outubro
Concorrem os 2 mais
votados, salvo um deles
desista, faleça ou tenha
algum impedimento legal.
Se um deles estiver
impedidode disputar o 2°
turno, chama-se o
terceiro mais bem votado
do 1° turno. Para vencer
basta maioria simples
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 105 Poder Executivo CHEFE DE ESTADO X CHEFE DE GOVERNO
CHEFE DE ESTADO
Presidente da República representa
o ESTADO brasileiro em suas
relações internacionais (âmbito
externo) e também é o representante
moral perante o povo (âmbito
interno).
CHEFE DE GOVERNO
Presidente da República é o
responsável por chefiar o governo,
ou seja, direção das políticas
públicas e da administração no
âmbito interno.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 106 Poder Executivo JULGAMENTO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
CRIME COMUM CRIME DE RESPONSABILIDADE
QUEM JULGA? STF SENADO FEDERAL (2/3 OU 54 SEM.)
AUTORIZAÇÃO CÂMARA DOS DEP. (2/3 OU 342 DEP.) CÂMARA DOS DEP. (2/3 OU 342 DEP.)
SUSPENSÃO 180 DIAS DA DENÚNCIA NO STF
(QUEIXA CRIME)
180 DIAS DA INSTAURAÇÃO DO
PROCESSO NO SENADO
DECORRIDO PRAZO SEM
JULGAMENTO
CESSARÁ O AFASTAMENTO CESSARÁ O AFASTAMENTO
*O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, NA VIGÊNCIA DO SEU MANDATO, NÃO PODE SER RESPONSABILIZADO POR ATOS
ESTRANHOS AO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES
*ENQUANTO NÃO SOBREVIER SENTENÇA CONDENATÓRIA, NAS INFRAÇÕES COMUNS, O PRESIDENTE DA REPÚBLICA
NÃO ESTARÁ SUJEITO A PRISÃO.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 107 Poder Executivo JULGAMENTO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
DENÚNCIA OU
QUEIXA-CRIME
STF
CÂMARA
DOS DEP.
STF
RECEBIMENTO
DA DENÚNCIA
AFASTAMENTO
DO PRESIDENTE
2/3 OU 342 DEP.
AUTORIZAR
ATÉ 180 DIASCRIME COMUM
CRIME DE RESPONSABILIDADE
DENÚNCIA
POPULAR
CÂMARA
DOS DEP.
JULGAMENTO
PELO SENADO
FEDERAL
AFASTAMENTO
DO PRESIDENTE
2/3 OU 342 DEP.
SENADO
FEDERAL
MAIORIA
SIMPLES P/
INSTAURAR
PROCESSO ATÉ 180 DIAS 2/3 OU 54 SEN. 1 – PERDA DO
CARGO;
2 – INABILITAÇÃO
POR 8 ANOS
SE CONDENADO
* NÃO CABE RECURSO CONTRA O MÉRITO DA DECISÃO DO SENADO FEDERAL
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 108 Poder Judiciário ÓRGÃOS DO PODER JUDICIÁRIO
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF
SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA - STJ
TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO - TST
TRIBUNAIS REGIONAIS FEDERAIS E JUÍZES FEDERAIS
TRIBUNAIS E JUÍZES DO TRABALHO
3
4
5
1
2
TRIBUNAIS E JUÍZES ELEITORAIS6
TRIBUNAIS E JUÍZES MILITARES7
TRIBUNAIS E JUÍZES DOS ESTADOS E DO DF E
TERRITÓRIOS8
CNJ – CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA
É ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO, NÃO
EXERCE JURISDIÇÃO
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 109 Poder Judiciário NÚMERO DE MEMBROS
STF – Somos Time de Futebol 11
STJ – Somos Todos Jesus 33
TST – Trinta Sem Três 27
TSE – Todos SEte 7
STM – Somos Trinta pela Metade 15
TRF;TRT;TSE No mínimo 7
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 110 Poder Judiciário GARANTIAS FUNCIONAIS
VITALICIEDADE
IRREDUTIBILIDADE DE
SUBSÍDIOS
INAMOVIBILIDADE
Perda do cargo somente
por decisão judicial
transitada em julgado;
Vitaliciedade é adquirida
no 1° grau após 2 anos de
exercício
Juiz não pode ser
removido de ofício, exceto
(interesse público( por
decisão da maioria
absoluta do tribunal/CNJ;
Proteção do valor Nominal
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 111 Poder Judiciário VEDAÇÕES DOS MAGISTRADOS
I – Exercer, ainda que em disponibilidade, outro cargo ou função, salvo
UMA DE MAGISTÉRIO
II – Receber, a qualquer título ou pretexto, custas ou participação em
processo.
III – Dedicar-se à atividade político-partidária
IV – Dedicar-se à atividade político-partidária
V – Exercer advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou, antes de
decorrido 3 ANOS do afastamento do cargo por aposentadoria ou
exoneração. “QUARENTENA 3 ANOS”
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 112 Poder Judiciário QUINTO CONSTITUCIONAL
4/5
80%
1/5
20%
QUINTO CONSTITUCIONAL
4/5 1/5
1/5 DOS LUGARES DO
TRF’s e dos TJ’s será
composto de:
1 - Membros do MP, com
mais de 10 anos de
carreira;
2 – Advogados de notório
saber jurídico e de
reputação ilibada, com
mais de 10 anos de
efetiva atividade
profissional
LISTA SÊXTUPLA feita
pelos órgãos
Recebido as indicações (da lista sêxtupla)
tribunal formará lista tríplice, e enviará ao
poder executivo, que nos 20 dias
subsequentes, escolherá um de seus
integrantes para nomeação.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 113 Poder Judiciário SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
COMPOSIÇÃO
11 MINISTROS:
- Entre 35 e 65 anos.
- Brasileiros natos.
- Notável saber jurídico e
reputação ilibada
NOMEAÇÃO
1 - PRESIDENTE DA REPÚBLICA
INDICA;
2 - SENADO APROVA (MAIORIA
ABSOLUTA);
3 - PRESIDENTE DA REPÚBLICA
NOMEIA.
ESTRUTURA
INTERNA
PLENÁRIO
2 TURNOS - CADA TURMA
COM 5 MINISTROS
COMPETÊNCIAS
Competência originária – CF/88
art. 102 I
Competência recursal –recurso
ordinário CF/88 Art. 102 II
Competência recursal – recurso
extraordinário CF/88 Art. 102 III
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 114 Funções Essenciais à Justiça FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA
MINISTÉRIO
PÚBLICO
(autônomo)
ADVOCACIA
PÚBLICA (integra o
poder executivo)
DEFENSORIA
PÚBLICA
(autônomo)
ADVOCACIA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 115 Funções Essenciais à Justiça MINISTÉRIO PÚBLICO
INSTITUIÇÃO
PERMANENTE,
AUTÔNOMA E
INDEPENDENTE
DEFESA DA ORDEM
JURÍDICA
DEFESA DO REGIME
DEMOCRÁTICO
DEFESA DOS INTERESSES
SOCIAIS E INDIVIDUAIS
INDISPONÍVEIS
Incumbências
do MP
PRINCÍPIOS
INSTITUCIONAIS DO MP
UNIDADE – ÚNICO ÓRGÃO
INDIVISIBILIDADE – MEMBROS PODERÃO
SER SUBSTITUÍDOS UNS PELOS OUTROS
INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL – NÃO
EXISTE VINCULAÇÃO DOS ÓRGÃOS DO
MP A PRONUNCIAMENTOS PROCESSUAIS
ANTERIORES DE OUTROS MEMBROS QUE
O ANTECEDERAM
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 116 Funções Essenciais à Justiça ESTRUTURA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
MPF
Ministério
Público
Federal
MPU
Ministério Público da União
MPE
Ministério Público Estadual
MINISTÉRIO PÚBLICO
MPT
Ministério
Público
Do Trabalho
MPM
Ministério
Público
Militar
MPDFT
Ministério
Público DF e
Territórios
26 Ministérios
Públicos
Estaduais
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 117 Funções Essenciais à Justiça MINISTÉRIO PÚBLICO
IN
G
R
ES
SO
N
A
C
A
R
R
EI
R
A
PROVAS E TÍTULOS
PARTICIPAÇÃO NA
OAB
3 ANOS DE
ATIVIDADE JURÍDICA
GARANTIAS FUNCIONAIS
VITALICIEDADE INAMOVIBILIDADE IRREDUTIBILIDADE
DOS SUBSÍDEOS
2 ANOS DE
EFETIVO
EXERCÍCIO
NÃO É POSSÍVEL
REMOÇÃO DE
OFÍCIO
PROTEÇÃO AO
VALOR NOMINAL
SALVO INTERESSE
PÚBLICO POR MAIORIA
ABSOLUTA DE ÓRGÃO
COLEGIADO
COMPETENTE DO MP,
COM AMPLA DEFESA
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 118 Funções Essenciais à Justiça VEDAÇÕES AO MINISTÉRIO PÚBLICOI – Receber, a qualquer título e sob qualquer pretexto,
honorários, percentagens ou custas processuais
II – Exercer a advocacia; “após aposentadoria/exoneração,
quarentena de 3 anos para saída”
III – Participar de sociedade comercial, na forma da lei;
IV – Exercer, ainda que em disponibilidade, qualquer
outra função pública, salvo uma de magistério;
V – Exercer atividade político-partidária;
VI – Receber, a qualquer título ou pretexto, auxílios ou
contribuições de pessoas físicas, entidades públicas ou
privadas, ressalvadas as exceções previstas em lei.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 119 Funções Essenciais à Justiça ADVOCACIA PÚBLICA
OBJETIVO
AUTONOMIA
VINCULAÇÃO
Defender o Poder Público
em juízo (nos 3 poderes) e
prestar consultoria jurídica
ao executivo
Vinculada ao executivo
Administrativa Parcial
Legislativo e Judiciário
podem criar órgãos de
consultoria
(AGU)Representar a União
Judicial e Extrajudicial
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 120 Funções Essenciais à Justiça ADVOCACIA PÚBLICA
ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
LIVRE NOMEAÇÃO DO PRESIDENTE
CIDADÃOS
MAIORES DE 35 ANOS
NOTÁVEL SABER JURÍDICO
REPUTAÇÃO ILIBADA
ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO
POR LEI COMPLEMENTAR
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 121 Funções Essenciais à Justiça DEFENSORIA PÚBLICA
INSTITUIÇÃO
PERMANENTE
ESSENCIAL À FUNÇÃO
JURISDICIONAL DO
ESTADO
INCUMBÊNCIA DO
DPU
1 – Orientação jurídica;
2 – Promoção dos direitos
humanos;
3 – Defesa judicial e
extrajudicial dos direitos
individuais e coletivos, de
forma integral e gratuita,
aos necessitados
PRINCÍPIOS
INSTITUCIONAIS DA DPU
1 – UNIDADE;
2 – INDIVISIBILIDADE;
3 – INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL
INGRESSO NA CARREIRA
CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E
TÍTULOS;
GARANTIAS DOS
DEFENSORES
INAMOVIBILIDADE E
IRREDUTIBILIDADE DOS SUBSÍDEOS
Não podem exercer advocacia
fora das atribuições
institucionais
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DIREITO CONSTITUCIONAL
MEMORIZZE 122 Funções Essenciais à Justiça ADVOCACIA PRIVADA
ADVOGADO É INDISPENSÁVEL À
ADM. DA JUSTIÇA
EXCEÇÕES:
1 – HABEAS CORPUS;
2 – JUIZADOS ESPECIAIS;
ADVOGADO É INVIOLÁVEL POR ATOS
E MANIFESTAÇÕES NO EXERCÍCIO
DA PROFISSÃO
SALVO:
1 – CALÚNIA;
2 –DESACATO;
3 – EXCESSOS QUE
COMETER;
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DIREITO PENAL
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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DIREITO PENAL
PRINCÍPIO DA LEGALIDADEMEMORIZZE 1
Reserva
legal
Anterioridade
da lei penal
LEGALIDADE
Reserva legal = Somente Lei em
sentido formal estrito (Lei
Ordinária) pode definir condutas
criminosas e estabelecer sanções
penais.
Anterioridade da lei penal Só
se aplica aos fatos praticados
após sua vigência.
Não há crime sem lei anterior que o defina (Preceito Primário),
nem pena sem prévia cominação legal (Preceito Secundário)
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO TEMPO MEMORIZZE 2
Comete o Crime
Lei X (+ gravosa)
Pena 4 a 8 anos
Surge nova lei
Lei Y (+ benéfica)
Pena 2 a 4 anos
1999 2004 2009
Lei
Retroage
Julgado
Resultado = Lei Y revogou a Lei X.
Aplica a Lei Y que é mais favorável ao
réu.
REGRA: Irretroatividade da Lei.
EXCEÇÃO: Retroatividade para beneficiar o réu.
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO TEMPO MEMORIZZE 3
Comete o Crime
Lei Y (+ benéfica)
Pena 2 a 4 anos
Surge nova lei
Lei X (+ gravosa)
Pena 4 a 8 anos
1999 2004 2009
Ultra-Atividade
Julgado
Resultado = Lei X revogou a Lei Y.
Aplica a Lei Y que é mais favorável ao
réu, mesmo estando revogada.
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO TEMPO MEMORIZZE 4
Comete o Crime
Lei Y
Pena 4 a 8 anos
Surge nova lei
Lei X faz com que a
Lei Y deixe de ser
crime
1999 2004Retroage
Resultado = Lei X revoga a Lei Y. Ocorre a abolição do crime.
Cessam a execução e todos os efeitos penais, mas não os efeitos civis da condenação.
ABOLITIO CRIMINIS – ABOLIÇÃO DO CRIME
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO TEMPO MEMORIZZE 5
Lei Excepcional ou Lei
Temporária está vigente.
Fato X é considerado crime.
Abril junho
Ultra-Atividade
Quem cometeu crime no período de
vigência da Lei, será julgado mesmo quando
o Fato X não for considerado mais crime.
Lei Excepcional ou Lei Temporária não está
mais vigente.
Fato X deixa de ser considerado crime.
LEI EXCEPCIONAL E LEI TEMPORÁRIA
OBS: Lei Excepcional – Tem prazo, mas não é definido.
Lei Temporária – Tem prazo p/ começar e terminar.
Comete o Crime
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO TEMPO MEMORIZZE 6
SEQUESTRO
Janeiro Julho
Atenção: Sumula 711 do STF: "A lei penal mais grave aplica-se ao crime continuado e permanente, se a sua
vigência é anterior à cessação da continuidade ou da permanência". Exemplo: Sequestro, o crime se consuma a
todo instante em que houver a privação de liberdade da vítima.
CRIME PERMANENTE
Aplica-se a Lei do momento que cessou a conduta do infrator.
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO ESPAÇO - TERRITORIALIDADEMEMORIZZE 7
Para os efeitos penais, consideram-se
como extensão do território nacional
as embarcações e aeronaves
brasileiras, de natureza
pública ou a serviço do
governo brasileiro onde quer
que se encontrem
as aeronaves e as embarcações
brasileiras, mercantes ou de
propriedade privada, que se
achem, respectivamente, no
espaço aéreo correspondente ou
em alto-mar
É também aplicável a lei brasileira aos crimes praticados a bordo de
aeronaves ou embarcações estrangeiras de propriedade privada,
achando-se aquelas em pouso no território nacional ou em voo no espaço
aéreo correspondente, e estas em porto ou mar territorial do Brasil.
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO ESPAÇO - EXTRATERRITORIALIDADEMEMORIZZE 8
Ficam sujeitos à lei brasileira, embora
cometidos no estrangeiro, os crimes:
contra a vida ou a
liberdade do
Presidente da
República
contra o patrimônio ou a
fé pública da União, do
Distrito Federal, de
Estado, de Território, de
Município, de empresa
pública, sociedade de
economia mista,
autarquia ou fundação
instituída pelo Poder
Público
contra a
administração
pública, por quem
está a seu serviço
de genocídio,
quando o agente
for brasileiro ou
domiciliado no
Brasil
INCONDICIONADA = o agente é punido segundo a lei brasileira, ainda que absolvido ou condenado no
estrangeiro
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DIREITO PENAL
LEI PENAL NO ESPAÇO - EXTRATERRITORIALIDADEMEMORIZZE 9
Ficam sujeitos à lei brasileira, embora
cometidos no estrangeiro, os crimes:
que, por tratado
ou convenção, o
Brasil se obrigou a
reprimir
praticados por
brasileiro
praticados em
aeronaves ou
embarcações
brasileiras,
mercantes ou de
propriedade
privada, quando em
território
estrangeiro e aí não
sejam julgados.
CONDICIONADA
A aplicação da lei brasileira depende
do concurso das seguintes
condições:
a) entrar o agente no território
nacional; b) ser ofato punível
também no país em que foi praticado;
c) estar o crime incluído entre
aqueles pelos quais a lei brasileira
autoriza a extradição
d) não ter sido o agente absolvido no
estrangeiro ou não ter aí cumprido a
pena;
e) não ter sido o agente perdoado no
estrangeiro ou, por outro motivo, não
estar extinta a punibilidade, segundo
a lei mais favorável.
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DIREITO PENAL
PRINCÍPIO INSIGNIFICÂNCIAMEMORIZZE 10
PRINCÍPIO DA
INSIGNIFICÂNCIA
Reduzido grau de
reprovabilidade do
comportamento
Lesão jurídica inexpressiva
Conduta minimamente ofensiva
Ausência de periculosidade social
da ação
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DIREITO PENAL
PRINCÍPIO INSIGNIFICÂNCIA X PEQUENO VALORMEMORIZZE 11
PRINCÍPIO INSIGNIFICÂNCIA PEQUENO VALOR
É aquela que, por ser tão
inexpressiva, sequer merece a
proteção do direito penal.
A perda pode ser suportada sem
maiores dificuldade pela maioria das
pessoas.
Não comete qualquer delito Aquela que não ultrapassa um salário
mínimo ao tempo da conduta.
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DIREITO PENAL
TEORIA QUANTO AO TEMPO E LUGAR DO CRIME
LUTA
Lugar
Ubiquidade
Tempo
Atividade
A carta chegando ao Brasil ou
não, ambos os lugares são
competentes p/ processar e
julgar o crime.
“A” não irá responde pelo crime,
pois era inimputável à época da
infração penal.
MEMORIZZE 12
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DIREITO PENAL
ELEMENTO SUBJETIVO
DOLO QUER O RESULTADO
CULPA
IMPRUDÊNCIA
IMPERÍCIA
NEGLIGÊNCIA
APRESSADO
DESPREPARADO
RELAXADO
MEMORIZZE 13
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DIREITO PENAL
ELEMENTO SUBJETIVO
CONSCIÊNCIA VONTADE
DOLO DIRETO Prevê o Resultado Quer o resultado
DOLO EVENTUAL Prevê o Resultado Não quer, mas assume o
risco
CULPA CONSCIENTE Prevê o Resultado Não quer, não assume o
risco e pensa poder evitar
CULPA INCONSCIENTE Não prevê o Resultado Não quer e não aceita o
resultado
MEMORIZZE 14
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DIREITO PENAL
DISTINÇÃO ENTRE CRIMESMEMORIZZE 15
• Caracteriza pela produção de um
resultado naturalístico, ou seja, é
necessária a ocorrência de um
resultado para sua consumação.
• Ex.: Homicídio
CRIME
MATERIAL
• Sua consumação independe da
existência de um resultado, ainda
que este venha a acontecer.
• Ex.: Extorsão
CRIME
FORMAL
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DIREITO PENAL
DISTINÇÃO ENTRE CRIMESMEMORIZZE 16
• Não produz um resultado concreto,
por isso não se pune o resultado,
mas sim a conduta.
• Ex.: Porte ilegal de arma
CRIME
MERA
CONDUTA
• É aquele cujo momento da
consumação se prolonga no tempo
por vontade do agente.
• Ex.: Sequestro
CRIME
PERMANENTE
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DIREITO PENAL
INTER-CRIMINIS
Não se pune a preparação,
salvo crime Autônomo.
1°
COGITAÇÃO
2°
PREPARAÇÃO
3°
EXECUÇÃO
4°
CONSUMAÇÃO
O crime se torna punível.
CAMINHO DO CRIME
MEMORIZZE 17
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DIREITO PENAL
CRIME TENTADO
TENTATIVA
PERFEITA
(ACABADA)
IMPERFEITA
(INACABADA)
CRUENTA
(VERMELHA)
INCRUENTA
(BRANCA)
INCRUENTA
(BRANCA)
CRUENTA
(VERMELHA)
Atirou todas as balas do revólver
acertando a vítima, mas não morreu.
Atirou todas as balas do revólver e
errou todas.
Não conseguiu atirar todas as balas,
acertou apenas uma na perna, mas
acabou sendo impedido por alguém.
Não conseguiu atirar todas as balas,
as duas que atirou errou o alvo e
acabou sendo impedido por alguém.
MEMORIZZE 18
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DIREITO PENAL
CRIME TENTADOMEMORIZZE 19
NÃO
ADMITEM
TENTATIVA
Contravenções penais
Crimes culposos
Crimes omissivos próprios
Crimes preterdolosos
Crimes unissubsistentes
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DIREITO PENAL
DESISTÊNCIA VOLUNTÁRIA E ARREPENDIMENTO EFICAZ
DESISTÊNCIA VOLUNTÁRIA
INTERROMPE voluntariamente
sua ação e não termina a
execução.
“A” responde por Lesão Corporal.
(Atos já praticados)
1°
COGITAÇÃO
2°
PREPARAÇÃO
3°
EXECUÇÃO
4°
CONSUMAÇÃO
ARREPENDIMENTO EFICAZ
TERMINA o ato de execução, mas
evita voluntariamente que o
resultado se produza, com uma
nova conduta.
“A” responde por Lesão Corporal.
(Atos já praticados)
“A” quer matar “B”
MEMORIZZE 20
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DIREITO PENAL
ARREPENDIMENTO
POSTERIOR
SEM VIOLÊNCIA
OU
GRAVE AMEAÇA
REPARO DO DANO
OU
RESTITUÍDA A COISA
ATÉ O RECEBIMENTO DA
DENÚNCIA OU QUEIXA
APÓS A
CONSUMAÇÃO
PENA
REDUZIDA DE
1/3 A 2/3
ATO VOLUNTÁRIO
DO AGENTE
ARREPENDIMENTO POSTERIORMEMORIZZE 21
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DIREITO PENAL
CRIME IMPOSSÍVEL
CRIME
IMPOSSÍVEL
INEFICÁCIA ABSOLUTA DO MEIO
IMPROBIDADE ABSOLUTA DO OBJETO
MATERIAL
Tentar matar alguém com arma de
brinquedo.
Assassinar quem já está morto.
MEMORIZZE 22
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DIREITO PENAL
CRIME PRETERDOLOSOMEMORIZZE 23
Exemplo: Lesão Corporal seguida de morte.
Há dolo no
fato
antecedente
Culpa no
consequente
CRIME
PRETERDOLOSO
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DIREITO PENAL
ERRO DO TIPO E ERRO DE PROIBIÇÃO
ERRO DO TIPO
ERRO DE
PROIBIÇÃO
ERRO SOBRE OS DADOS
DO CRIME
ESCUSÁVEL
(DESCUPÁVEL) =
EXCLUI A TIPICIDADE
INESCUSÁVEL
(INDESCUPÁVEL) =
PUNIÇÃO SE PREVISTO
EM LEI
ERRO SOBRE O
CONHECIMENTO DA LEI
ESCUSÁVEL
(DESCUPÁVEL) =
ISENTO DE PENA
INESCUSÁVEL
(INDESCUPÁVEL) =
DIMINUIÇÃO DA PENA
MEMORIZZE 24
ERRO SOBRE A
PESSOA
ERRO ACIDENTAL
NÃO ISENTA PENA
NÃO SE CONSIDERA AS
CONDIÇÕES OU QUALIDADES
DA VÍTIMA, SENÃO AS DA
PESSOA CONTRA QUEM O
AGENTE QUERIA PRATICAR O
CRIME
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DIREITO PENAL
ESTADO DE NECESSIDADE E LEGÍTIMA DEFESA
ESTADO DE NECESSIDADE LEGÍTIMA DEFESA
Situação de perigo Situação de agressão injusta
Perigo atual Perigo atual ou iminente
Perigo pode vir de humano ou não Perigo pode vir apenas de humano
Pode contra 3° inocente Apenas contra o agressor
Conflito entre bem Jurídicos Repulsa contra uma agressão injusta
MEMORIZZE 25
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 26 TEORIA DO CRIME
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DIREITO PENAL
CONCURSO DE PESSOA
CONCURSO DE
PESSOAS
PLURALIDADE DE AGENTES E DE
CONDUTAS
IDENTIDADE DE INFRAÇÃO
Mais de um agente envolvido no crime.
Todos os agentes devem ter praticado a mesma
infração penal, todos responderão pelo mesmo
crime.
RELEVÂNCIA CAUSAL DA CONDUTA
LIAME SUBJETIVO
A conduta deve ter efetivamente
contribuído para o resultado e para a
prática do crime, este deve ao menos ter
sido tentado.
Desejo em participar do crime, pelo menos
1 deve saber do outro. Não é necessário
prévio ajuste.
REQUISITOS
MEMORIZZE 27
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DIREITO PENAL
CONCURSO DE PESSOA - TEORIASMEMORIZZE 28
TEORIA MONISTA,
UNITÁRIA OU
IGUALITÁRIA
Autores e partícipes
responderão por um
só crime na medida de
sua culpabilidade.
(REGRA)TEORIA
PLURALISTA OU
PLURALÍSTICA
A pluralidade de
agentes corresponde
um real concurso de
ações distintas e, por
conseguinte, uma
pluralidade de delitos.
Cada agente envolvido
comete um crime
próprio, autônomo.
(EXCEÇÃO)
TEORIA DUALISTA
OU DUALÍSTICA
As condutas delituosas
praticadas em concurso
existem dois crimes: um
para aqueles que realizam
o verbo, a atividade
principal (autores) e outro
para aqueles que
desenvolvem uma
atividade secundária no
evento delituoso
(partícipes).
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DIREITO PENAL
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Contra a vida
HOMICÍDIO PRIVILEGIADO
MEMORIZZE 29
Se o agente comete o
crime impelido por:
Motivo de relevante valor
SOCIAL
Motivo de relevante
valor MORAL
Sob o domínio de VIOLENTA
EMOÇÃO, logo em seguida a
injusta provocação da vítima.
O juiz pode
reduzir a pena
de 1/6 a 1/3
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DIREITO PENAL
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Contra a vida
HOMICÍDIO CULPOSO
MEMORIZZE 30
•
Ex.: Deixar de verificar as condições do carro antes de
uma viagem.
Negligência
•
Ex.: Motorista profissional que não conhece as leis de
segurança.
Imperícia
•
Ex.: Dirigir acima da velocidade regulamentada da via.Imprudência
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DIREITO PENAL
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Contra a vida
HOMICÍDIO CULPOSO
MEMORIZZE 31
Aumento de Pena (de
1/3)
O crime resulta da
inobservância de regra
técnica de profissão, arte
ou ofício
Se o agente deixa de
prestar imediato
socorro a vítima
Não procura diminuir
as consequências do
seu ato
Foge para evitar
prisão em flagrante
OBS: Sendo doloso o homicídio, a pena é aumentada de 1/3 se o crime é praticado contra pessoa menor de
14 ou maior de 60 anos.
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DIREITO PENAL
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Contra a vida
HOMICÍDIO CULPOSO
MEMORIZZE 32
PERDÃO JUDICIAL
O juiz poderá deixar
de aplicar a pena, se
as consequências da
infração atingirem o
próprio agente de
forma tão grave que a
sanção penal se torne
desnecessária.
Ato unilateral, não
precisa ser aceito pelo
agente
O Homicídio precisa
ser Culposo
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DIREITO PENAL
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Das Lesões CorporaisMEMORIZZE 33
LESÃO CORPORAL LEVE LESÃO CORPORAL GRAVE LESÃO CORPORAL GRAVÍSSIMA
Gravidade verificada através de
um processo de exclusão, isto é,
não englobada pela grave ou
gravíssima.
Incapacidade para as ocupações
habituais, por mais de 30
dias
Incapacidade permanente
para o trabalho
- Perigo de vida Enfermidade incurável
-
Debilidade permanente
de membro, sentido ou função
Perda ou inutilização do
membro, sentido ou função
-
Diminuição ou
enfraquecimento da
capacidade funcional
Deformidade permanente
- Aceleração de parto Aborto
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 34
Lesão
Corporal
Seguida de
Morte
Forma
qualificada
Crime
preterdoloso
O agente não
quis o
resultado, nem
assumiu o risco
de produzi-lo
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Das Lesões Corporais
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DIREITO PENAL
LESÃO CORPORAL PRIVILEGIADA
MEMORIZZE 35
Se o agente comete o
crime impelido por:
Motivo de relevante valor
SOCIAL
Motivo de relevante
valor MORAL
Sob o domínio de VIOLENTA
EMOÇÃO, logo em seguida a
injusta provocação da vítima.
O juiz pode
reduzir a pena
de 1/6 a 1/3
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Das Lesões Corporais
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 36
LESÃO CORPORAL
O juiz, não sendo graves as lesões, pode ainda
substituir a pena de detenção pela de multa:
Se ocorre qualquer das hipóteses
da Lesão Corporal Privilegiada
Se as lesões são recíprocas
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Das Lesões Corporais
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DIREITO PENAL
LESÃO CORPORAL CULPOSA
MEMORIZZE 37
Aumento de Pena (de
1/3)
O crime resulta da
inobservância de regra
técnica de profissão, arte
ou ofício
Se o agente deixa de
prestar imediato
socorro a vítima
Não procura diminuir
as consequências do
seu ato
Foge para evitar
prisão em flagrante
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Das Lesões Corporais
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 38 DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Da Periclitação da Vida e da Saúde
Deixar de
prestar
assistência,
quando
possível fazê-
lo sem risco
pessoal
À criança abandonada ou
extraviada
À pessoa inválida ou ferida
Ao desamparo ou em grave e
iminente perigo
OMISSÃO DE SOCORRO
OU
OU
Não pedir,
nesses casos, o
socorro da
autoridade
pública
OU
OBS: A pena é aumentada de metade, se da omissão resulta lesão corporal de natureza grave, e triplicada, se resulta a
morte.
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 39
OMISSÃO DE SOCORRO
DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Da Periclitação da Vida e da Saúde
LEI CONDUTA TÍPICA
Responde pelo Art. 304 da Lei 9.503/97
do CTB
Pessoa que se envolveu em acidente de
trânsito na direção de veículo automotor
e não prestou socorro à vítima.
Responde pelo Art. 135 do Código Penal Pessoa que não se envolveu no acidente
de trânsito e deixou de prestar socorro à
vítima.
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 40 DOS CRIMES CONTRA A PESSOA – Da Periclitação da Vida e da Saúde
• Também conhecido como crimes omissivos
puros ou simples.
• É o crime que se perfaz pela simples
abstenção do agente, independentemente
de um resultado posterior, como acontece
no crime de omissão de socorro previsto no
artigo 135 do Código Penal.
CRIME
OMISSIVO
PRÓPRIO
• Também conhecido como crimes
comissivos por omissão ou omissivos
qualificados.
• É aquele em que uma omissão inicial do
agente dá causa a um resultado posterior,
o qual o agente tinha o dever jurídico de
agir p/ evitar o resultado. (Garantidor)
CRIME
OMISSIVO
IMPRÓPRIO
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 41
ROUBO PRÓPRIO
DOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO–Do Roubo
Subtrair coisa móvel alheia,
para si ou para outrem
Mediante grave ameaça ou
violência a pessoa
Ou depois de havê-la, por
qualquer meio, reduzido à
impossibilidade de resistência
ROUBO IMPRÓPRIO
,,
Logo depois de subtraída a
coisa
Emprega violência contra
pessoa ou grave ameaça
A fim de assegurar a
impunidade do crime ou a
detenção da coisa para si ou
para terceiro
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 42 DOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO–Do Roubo
AUMENTO DE PENA DE 1/3 ATÉ A 1/2
Se a violência ou ameaça é exercida com emprego de arma
Se há o concurso de duas ou mais pessoas
Se a vítima está em serviço de transporte de valores e o agente conhece
tal circunstância
Se a subtração for de veículo automotor que venha a ser transportado
para outro Estado ou para o exterior
Se o agente mantém a vítima em seu poder, restringindo sua liberdade
OBS: Porte simulado, arma de brinquedo e arma desmuniciada não há aumentativo de pena.
ROUBO
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 43
ROUBOQUALIFICADO
DOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO–Do Roubo
Se da violência
resulta lesão
corporal grave
Se resulta
morte
(LATROCÍNIO)
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 44 DOS CRIMES CONTRA A FÉ PÚBLICA - Falsificação de Documento Particular
Falsificação de
Documento
Particular
Indispensável à
realização de exame
pericial
A aparência do
documento é falsa,
mas os dados podem
ser verdadeiros
Se a pessoa que utilizar o
documento falsificado ou
modificado for o mesmo
que o falsificou,
responderá pelo crime de
uso de documento
particular falsificado
Não configura crime a
modificação ou a
falsificação evidente, por
absoluta impropriedade
do objeto
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 45 DOS CRIMES CONTRA A FÉ PÚBLICA - Falsidade Ideológica
Falsidade
Ideológica
É dispensável à realização de
exame pericial, pois o
documento é verdadeiro, o
conteúdo que é falso
Para configurar o crime, o
agente deve agir com a intenção
de prejudicar direito, criar
obrigação ou alterar a verdade
sobre fato juridicamente
relevante
O documento é
verdadeiro, mas o
conteúdo é falso
Se o agente é funcionário público, e comete
o crime prevalecendo-se do cargo, ou se a
falsificação ou alteração é de assentamento
de registro civil, aumenta-se a pena de
sexta parte
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 46 DOS CRIMES CONTRA A FÉ PÚBLICA - Uso de Documento Falso
Uso de
Documento
Falso
Para que o
crime ocorra é
necessário o
uso do
documento
Crime
Acessório e
Remetido
O agente deve
apresentar o
documento de
forma espontânea
ou quando for
solicitado
Não configura
crime se a
falsidade for
evidente
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 47 DOS CRIMES CONTRA A FÉ PÚBLICA – Adulteração de chassi ou de sinal identificador de veículo
automotor
OBS: (Aumentativo de Pena 1/3) Se o agente comete o crime no exercício da função pública ou em razão dela.
Adulterar; ou
Remarcar número de chassi; ou
Qualquer sinal identificador de veículo automotor, de seu componente ou equipamento.
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 48 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Concussão
EXIGIR, para si
ou para outrem
direta ou
indiretamente
ainda que fora
da função ou
antes de assumi-
la, mas em razão
dela
vantagem
indevida
É crime formal, basta exigir;
A consumação ocorre com a exigência da vantagem indevida, independente de receber ou não;
É crime próprio (tem que ser funcionário público), mas aceita coautoria ou participação do particular,
desde que tenha conhecimento da função pública que o agente ocupa;
A conduta do particular(vítima) que entrega a vantagem indevida exigida é atípica.
CONCUSSÃO
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 49
SOLICITAR
ou RECEBER,
para si ou para
outrem
direta ou
indiretamente
ainda que fora
da função ou
antes de assumi-
la, mas em razão
dela
vantagem
indevida ou
aceitar promessa
de tal vantagem
A pena é aumentada de 1/3, se, em consequência da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou
deixa de praticar qualquer ato de ofício ou o pratica infringindo dever funcional;
Exceção a teoria unitária ou monista no concurso de pessoas (agente público responde por corrupção
passiva – solicita, recebe ou aceita) e (particular responde por corrupção ativa – oferece ou promete);
É crime formal, basta solicitar, ou receber ou aceitar promessa de recebimento;
CORRUPÇÃO PASSIVA PRIVILEGIADA - Se o funcionário pratica, deixa de praticar ou retarda ato de ofício,
com infração de dever funcional, cedendo a pedido ou influência de outrem.
CORRUPÇÃO PASSIVA
DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Corrupção Passiva
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 50
OFERECER ou
PROMOTER
vantagem indevida a
funcionário público
para determiná-lo a
praticar, omitir ou
retardar
ato de ofício
A pena é aumentada de 1/3, se, em razão da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou omite
ato de ofício, ou o pratica infringindo dever funcional;
É crime formal, basta oferecer ou prometer, independente da aceitação;
CORRUPÇÃO ATIVA
DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Corrupção Ativa
Exceção a teoria unitária ou monista no concurso de pessoas (agente público responde por corrupção
passiva – recebe ou aceita) e (particular responde por corrupção ativa – oferece ou promete);
Vantagem indevida não engloba apenas dinheiro.
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 51 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Facilitação de Contrabando ou Descaminho
FACILITAÇÃO DE CONTRABANDO
OU DESCAMINHO
CONTRABANDO DESCAMINHO
Importação ou exportação de mercadoria
cuja a venda é PROIBIDA no país.
Importação ou exportação de mercadoria
LEGALMENTE PERMITIDA no país,
porém, sem passar pelos trâmites
burocrático-tributários devidos.
Não admite modalidade culposa.
Crime próprio (Funcionário público
que tenha competência legal).
Crime Formal.
Exceção a teoria unitária ou monista no concurso de pessoas
– Se o funcionário público tem competência legal (responde
por facilitação) e o particular (responde por contrabando ou
descaminho).
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 52 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Prevaricação
PREVARICAÇÃO
Retardar ou deixar
de praticar
(omissivo),
indevidamente, ato de
ofício
ou praticá-lo
(comissivo) contra
disposição expressa de
lei
para satisfazer interesse
ou SENTIMENTO
PESSOAL
Crime de ação múltipla;
Crime próprio (Funcionário público);
Crime Formal;
Admite Tentativa apenas no ato comissivo.
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 53 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Condescendência Criminosa
CONDESCENDÊNCIA CRIMINOSA
Deixar o funcionário, por
indulgência
de responsabilizar
subordinado que
cometeu infração no
exercício do cargo
ou, quando lhe falte
competência, não
levar o fato ao
conhecimento da
autoridade
competente.
Crime omissivo próprio;
Crime próprio (Funcionário público – superior hierárquico);
Indulgência = misericórdia, clemência;
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 54 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA– Peculato
PECULATO
PECULATO
APROPRIAÇÃO
APROPRIAR-SE o funcionário público de dinheiro,
valor ou qualquer outro bem móvel, PÚBLICO ou
PARTICULAR, de que tem a posse em razão do cargo
PECULATO DESVIO
DESVIÁ-LO, em proveito próprio ou alheio dinheiro, valor
ou qualquer outro bem móvel, PÚBLICO ou PARTICULAR, de
que tem a posse em razão do cargo
PECULATO FURTO
Embora não tendo a posse do dinheiro, valor ou bem, o
SUBTRAI, ou concorre para que seja subtraído, em
proveito próprio ou alheio, valendo-se de facilidade que lhe
proporciona a qualidade de funcionário
PECULATO MEDIANTE
ERRO DE OUTREM
Apropriar-se de dinheiro ou qualquer utilidade que, no
exercício do cargo, recebeu por ERRO DE OUTREM
PECULATO CULPOSO
Se o funcionário concorre
CULPOSAMENTE para
o crime de outrem
A reparação do dano, se precede à
sentença irrecorrível, extingue a
punibilidade; se lhe é posterior, reduz
de metadea pena imposta.
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 55 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - Dos Crimes Praticados por Particular Contra a
Administração em Geral
• Opor-se à execução de ato legal,
MEDIANTE violência ou ameaça a
funcionário competente para executá-lo ou a
quem lhe esteja prestando auxílio
RESISTÊNCIA
ATIVA
• Opor-se à execução de ato legal SEM o
emprego de violência ou ameaça
ao funcionário público competente ou a quem
esteja lhe prestando auxílio
RESISTÊNCIA
PASSIVA
OBS: Desobediência = Resistência Passiva
Desobedecer a ordem legal de funcionário público. (Sem emprego de violência ou ameaça)
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DIREITO PENAL
MEMORIZZE 56 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - Dos Crimes Praticados por Particular Contra a
Administração em Geral
DESACATO
Crime Formal
A ofensa é
proferida em razão
da função pública
Se consuma no momento
em que o funcionário
público é ofendido
Não é necessário
que terceiros
presenciem a ofensa
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DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZANDO CONCURSOS
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DIREITO PROCESSUAL PENAL
INQUÉRITO POLICIAL
INQUÉRITO
POLICIAL
Informal
Não tem forma pré-
definida
Discricionário
Presidido pela autoridade policial
(Delegado da Civil ou Federal)
Procedimento Administrativo
Inquisitório/Inquisitivo
Sigiloso
Escrito
Valor Probatório Relativo
MEMORIZZE 01
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INQUÉRITO POLICIAL
PRAZOS PARA CONCLUSÃO DO INQUÉRITO POLICIAL
PRESO SOLTO
Regra Geral do CPP 10 dias 30 dias + “n” vezes
Crimes contra Economia Popular 10 dias 10 dias
Inquérito Policia Federal 15 + 15 dias 30 dias + “n” vezes
Inquérito Policia Militar 20 dias 40 + 20 dias
Lei de Drogas 30 + 30 dias 90 + 90 dias
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MEMORIZZE 02
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INQUÉRITO POLICIAL
Obrigatório ou
Indisponível
(para o Delegado)
Dispensável
(para o MP)
INQUÉRITO POLICIAL
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MEMORIZZE 03
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INQUÉRITO POLICIAL
FINALIDADE DO
INQUÉRITO POLICIAL
Colher Elementos de
informação
Propor Ação Penal
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MEMORIZZE 04
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NOTITIA CRIMINIS
Conhecimento pela autoridade
policial de fato delituoso.
NOTITIA CRIMINIS
Cognição Imediata ou espontânea
Por meio de suas atividades rotineiras,
sejam elas atinentes a seu cargo ou
pessoais.
Cognição Mediata
Através de pessoas envolvidas com o
crime ou com a persecução penal
(Vítima, MP, Juiz e até mesmo o ofensor).
Cognição Coercitiva/obrigatória Por meio da prisão em flagrante.
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MEMORIZZE 05
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DELATIO
Delatio Criminis Delatio Apócrifa ou Inqualificada
3° estranho ao crime ou à persecução penal
quem faz esta comunicação.
Conhecida como “denúncia anônima”.
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MEMORIZZE 06
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INSTAURAÇÃO DO IP
AÇÃO PENAL PÚBLICA
INCONDICIONADA
AÇÃO PENAL PÚBLICA
CONDICIONADA
AÇÃO PENAL PRIVADA
DE OFÍCIO
VIA REQUERIMENTO, REPRESENTAÇÃO OU REQUISIÇÃO DO
MINISTRO DA JUSTIÇA, MAS DEPENDE DE MANIFESTAÇÃO DO
OFENDIDO OU DE SEU REPRESENTANTE LEGAL
POR REQUISIÇÃO DO MP OU DO JUIZ
POR REQUERIMENTO DO OFENDIDO OU DE SEU
REPRESENTANTE LEGAL
INSTAURAÇÃO DO IP
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MEMORIZZE 07
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DILIGÊNCIAS
PRINCIPAIS DILIGÊNCIAS
Após conhecimento da
infração a autoridade
policial deverá:
Dirigir-se ao local,
preservar o estado e
conservação das coisas, até
a chegada dos peritos
criminais;
Apreender os objetos após a
liberação dos peritos;
Colher todas as provas que
servirem para o
esclarecimento do fato e
suas circunstâncias;
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MEMORIZZE 08
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DILIGÊNCIAS
REPRODUÇÃO SIMULADA DOS FATOS
DESDE QUE NÃO CONTRARIE:
MORALIDADE ORDEM PÚBLICA
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MEMORIZZE 09
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REQUERIMENTO X REQUISIÇÃO
REQUERIMENTO X REQUISIÇÕES
DE DILIGÊNCIAS
VÍTIMA
REQUEREM AO
DELEGADO
DISCRICIONÁRIO
EXCEÇÃO: requerer a
confecção de exame
de corpo de delito.
INVESTIGADO
MINISTÉRIO PÚBLICO REQUISITAM AO
DELEGADO
OBRIGATÓRIO
JUIZ
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MEMORIZZE 10
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VÍCIOS DO INQUÉRITO POLICIAL
Ação Penal que se origina
de IP, ainda que viciado,
não é nula.
VÍCIOS E INDICIAMENTO
INDICIAMENTO
Mero juízo de probabilidade
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MEMORIZZE 11
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PROVA ELEMENTOS DE
INFORMAÇÃO
Na Ação Penal No Inquérito Policial
Há contraditório e ampla
defesa
Em regra: Não há contraditório
e ampla defesa
Exceção: Provas no IP
• Provas cautelares
• Provas não repetíveis
• Provas antecipadas
PROVA E ELEMENTOS DE CONVICÇÃO
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MEMORIZZE 12
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PROVA
(SENTIDO ESTRITO)
PROVA
(SENTIDO AMPLO)
PROVA (SOB O CRIVO DO
CONTRADITÓRIO E DA AMPLA
DEFESA)
PROVA EM SENTIDO ESTRITO
+
ELEMENTOS DE INFORMAÇÃO
PROVAS
ATENÇÃO
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MEMORIZZE 13
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ELEMENTOS DE INFORMAÇÃO
ELEMENTOS DE
INFORMAÇÃO NO IP
Valor Probatório
Relativo
Sozinhos, não pode
fundamentar a
decisão final do Juiz
Não há contraditório
e ampla defesa
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MEMORIZZE 14
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PROVA NOMINADA PROVA INOMINADA
EXPRESSAMENTE PREVISTA NO
CÓDIGO DE PROCESSO PENAL.
NÃO ESTÁ EXPRESSAMENTE
PREVISTA NO CÓDIGO DE
PROCESSO PENAL, MAS SÃO
ACEITAS PELA RAZÃO DA
LIBERDADE DE PROVAS.
EXEMPLO: PROVA
TESTEMUNHAL
EXEMPLO: RECONHECIMENTO
FOTOGRÁFICO
PROVAS
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MEMORIZZE 15
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ENCERRAMENTO DO IP
ENCERRAMENTO DO IP
Minucioso
relatório
Sem juízo de valor
(objetiva)
Peça
descritiva
Não vincula
o MP
Delegado
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MEMORIZZE 16
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DESTINO DO MINUCIOSO RELATÓRIO
Minucioso
relatório
Requisitar ao
Juiz a
remessa à
Delegacia
para novas
diligências
Se houver
justa causa,
oferece
denúncia
MP
requerer a
remessa para
outro órgão
do MP
(arquivament
o indireto)
Promover o
arquivamento
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 17
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ARQUIVAMENTO
Só o MP promove o
arquivamento ao
Juiz.
Se discordar,
remete os
autos ao “Chefe
do MP”
(Procurador-
Geral)
Oferece ele mesmo a denúncia; ou
Juiz faz o papel de fiscal do
Princípio da Obrigatoriedade
da Ação Penal Pública.
Requisita diligências para formar sua opinião; ou
Se concordar,
determina o
arquivamento.
Designa outro órgão do órgão do MP para fazê-lo; ou
Insisti no pedido de arquivamento.
DIREITO PROCESSUAL PENALMEMORIZZE 18
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ARQUIVAMENTO
Autoridade policial poderá
proceder a novas pesquisas,
se de outras provas tiver
notícia.
Inquérito Policial
arquivado
O MP só poderá propor Ação
Penal diante da efetiva existência
de novas provas.
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 19
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AÇÃO PENAL
AÇÃO PENAL
Interesse de agir
Possibilidade jurídica do pedido Legitimidade das partes
Justa causa
4 CONDIÇÕES A SEREM SATISFEITAS:
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MEMORIZZE 20
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TIPOS DE AÇÃO PENAL
AÇÃO PENAL PÚBLICA AÇÃO PENAL PRIVADA
PETIÇÃO INICIAL DENÚNCIA QUEIXA - CRIME
TITULAR DO DIREITO DE AÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO
VÍTIMA / REPRESENTANTE
LEGAL
INTERESSE TUTELADO PÚBLICO/COLETIVO PRIVADO
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 21
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PRINCÍPIOS DA AÇÃO PENAL PÚBLICA
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 22
PRINCÍPIOS DA
AÇÃO PENAL
PÚBLICA
Da
obrigatoriedade/leg
alidade
Da divisibilidade
Da autoritariedade
Da oficiosiodade
Da indisponibilidade
Da oficialidade
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PRINCÍPIOS DA AÇÃO PENAL PRIVADA
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 23
PRINCÍPIOS DA
AÇÃO PENAL
PRIVADA:
Da oportunidade/conveniência
Da disponibilidadeDa indivisibilidade
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SUBDIVISÃO DAS AÇÕES PENAIS
AÇÃO PENAL PÚBLICA
AÇÃO PENAL PÚBLICA
INCONDICIONADA
INTERESSE PÚBLICO
INDIFERENTE DA
PARTICIPAÇÃO DA VÍTIMA
AÇÃO PENAL PÚBLICA
CONDICIONADA
INTERESSE PÚBLICO
DEPENDE DA PARTICIPAÇÃO
DA VÍTIMA VIA
REPRESENTAÇÃO
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 24
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SUBDIVISÃO DAS AÇÕES PENAIS
AÇÃO PENAL PRIVADA
EXCLUSIVAMENTE
PRIVADA
VÍTIMA /
REPRESENTANTE LEGAL
C.A.D.I .
PODE INGRESSAR COM A
AÇÃO
PERSONALÍSSIMA
APENAS A VÍTIMA
C.A.D.I .
NÃO PODE INGRESSAR
COM A AÇÃO
Cônjuge
Ascendente
Descendente
Irmão
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 25
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PERDÃO DO OFENDIDO
PERDÃO DO
OFENDIDO
Ato após o início
da ação penal
Até o trânsito em
julgado da sentença
Princípio da disponibilidade da
ação penal privada
Ato bilateral,
depende da
aceitação do réu
Perdão concedido a um dos
réus a todos se estende
Perdão concedido por um dos
querelantes não implica perdão
dos demais querelantes
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 26
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PEREMPÇÃO
PEREMPÇÃO
Querelante deixar
de comparecer, sem
motivo justificado
Querelante deixar de formular o
pedido de condenação nas
alegações finais
Querelante sendo pessoa
jurídica, se extinguir sem
deixar sucessor Querelante não comparecer em
juízo, para prosseguir no processo,
dentro do prazo de 60 dias
Querelante deixar de promover o
andamento do processo durante
30 dias seguidos
Perda de prosseguir no exercício da ação penal
exclusivamente privada ou personalíssima
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 27
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AÇÃO PENAL
Ação Penal no Crime Contra a Honra
de Funcionário Público no Exercício da
Função Pública
Deixa para que o MP o faça
(mediante representação).
A vítima escolhe entre ela
mesma propor a ação
(mediante queixa)
OU
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 28
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INDÍCIOS
PODEM
CONDENAR
INDÍCIOS
PLÚRIMOS
TODOS
INCRIMINADORES
CONCORDES
CONDIÇÕES:
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 29
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PRESUNÇÃO
PRESUNÇÃO
ABSOLUTA
Não admitem
prova em
contrário
RELATIVA
Admitem prova
em sentido
contrário
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 30
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PROVAR
NÃO É PRECISO
PROVAR
DIREITO
FEDERAL
FATOS
AXIOMÁTICOS
FATOS
NOTÓRICOS
EXCETO: ESTADO
DE PESSOAS
PRESUNÇÕES
FATOS INÚTEIS
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 31
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DESTINATÁRIOS DA PROVA
DETINATÁRIOS DA PROVA
IMEDIATO MEDIATO
JUIZ AS PARTES DA AÇÃO PENAL
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 32
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SOBRE O JUIZ
JUIZ
SEM ÔNUS DA
PROVA
INICIATIVA
PROBATÓRIA
PRODUZ
PROVAS DE
OFÍCIO NAS
SEGUINTES
SITUAÇÕES:
Ordenar, mesmo antes de iniciada a
ação penal, a produção antecipada de
provas consideradas urgentes e
relevantes, observando a necessidade,
adequação e proporcionalidade da
medida;
Determinar, no curso da
instrução, ou antes de proferir
sentença, a realização de
diligências para dirimir dúvida
sobre ponto relevante.
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 33
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PROVA EMPRESTADA
PROVA
EMPRESTADA
Processos que
envolvam as
mesmas partes
Produzida sob o
crivo do
contraditório
Produzida em um
processo e transferida
documentalmente para
outro
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 34
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SISTEMA DE VALORAÇÃO DA PROVA
SISTEMAS
DE
VALORAÇÃO
DA PROVA
Sistema
da íntima
convicção
do Juiz
Sistema do
livre
convencimento
motivado
Sistema da
prova
tarifada
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 35
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SISTEMA PROCESSUAIS
SISTEMA INQUISITÓRIO SISTEMA ACUSATÓRIO
Não há contraditório e ampla
defesa.
Há contraditório e ampla defesa.
Não há separação das funções de
acusar, defender e julgar.
Há separação das funções de
acusar, defender e julgar.
Acusado é mero objeto de
investigação.
Acusado é considerado um
sujeito de direitos.
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 36
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PROVAS ILÍCITAS E ILEGÍTIMAS
PROVAS
ILÍCITAS
Caracterizada pela
violação à regra de direito
material.
Ex: interceptação
eletrônica não autorizada
judicialmente.
PROVAS
ILEGÍTIMAS
Caracteriza pela violação à
regra de Direito Processual.
Sempre intraprocessual
(ou endoprocessual)
Ex: interrogatório sem a
presença de advogado.
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 37
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TEORIA DAS PROVAS
Teoria da Prova Ilícita
por Derivação (Teoria
do Fruto da Árvore
Envenenada)
São as provas
derivadas das ilícitas.
Salvo quando não
evidenciado o nexo de
causalidade entre umas e
outras, ou quando as
derivadas puderem ser
obtidas por uma fonte
independente das
primeiras.
Teoria da Prova
Absolutamente
Independente
São aquelas que por
si só, seguindo os
trâmites típicos e de
praxe, próprios da
investigação ou
instrução criminal,
seria capaz de
conduzir ao fato
objeto da prova.
Teoria da Descoberta
Inevitável
É a prova derivada
da ilícita que seria
produzida de
qualquer maneira,
independentemente
da prova ilícita
originária.
DIREITO PROCESSUAL PENAL
MEMORIZZE 38
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PROVAS ILÍCITAS
PROVAS
ILÍCITAS