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Edu
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SSE_ME_Matematica_9A_001a002.indd 1 19/04/2018 10:54
ISBN: 978-85-7797-887-8
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e
Lei no 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Impresso no Brasil
As palavras destacadas de amarelo ao longo do livro sofreram
modificações com o novo Acordo Ortográfico.
Matemática
9o ano do Ensino Fundamental
Marcelo Bhaskara
Editor
Lécio Cordeiro
Revisão de texto
Departamento Editorial
Projeto gráfico, editoração eletrônica,
iconografia, infografia e ilustrações
Allegro Digital
Capa
Gabriella Correia/Nathália Sacchelli/
Sophia karla
Foto: Peshkova/shutterstock.com
Direção de Arte
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Assessoria pedagógica
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Rubem Uchôa
Ricardo Jorge Ribeiro dos Anjos
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Fizeram-se todos os esforços para localizar os detentores dos
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edições futuras, terá prazer em incluir quaisquer créditos faltantes.
Para fins didáticos, os textos contidos neste livro receberam,
sempre que oportuno e sem prejudicar seu sentido original,
uma nova pontuação.
O conteúdo deste livro está adequado à proposta
da BNCC, conforme a Resolução nº 2, de 22 de
dezembro de 2017, do Ministério da Educação.
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III
O conhecimento matemático é necessário para todos os alunos
da Educação Básica, seja por sua grande aplicação na sociedade
contemporânea, seja pelas suas potencialidades na formação de ci-
dadãos críticos, cientes de suas responsabilidades sociais.
A Matemática não se restringe apenas à quantificação de fe-
nômenos determinísticos – contagem, medição de objetos, gran-
dezas – e das técnicas de cálculo com os números e com as
grandezas, pois também estuda a incerteza proveniente de fenô-
menos de caráter aleatório. A Matemática cria sistemas abstratos,
que organizam e inter-relacionam fenômenos do espaço, do mo-
vimento, das formas e dos números, associados ou não a fenôme-
nos do mundo físico. Esses sistemas contêm ideias e objetos que
são fundamentais para a compreensão de fenômenos, a constru-
ção de representações significativas e argumentações consisten-
tes nos mais variados contextos.
Apesar de a Matemática ser, por excelência, uma ciência hipo-
tético-dedutiva, porque suas demonstrações se apoiam sobre um
sistema de axiomas e postulados, é de fundamental importância
também considerar o papel heurístico das experimentações na
aprendizagem da Matemática.
No Ensino Fundamental, essa área, por meio da articulação
de seus diversos campos – Aritmética, Álgebra, Geometria, Esta-
tística e Probabilidade, precisa garantir que os alunos relacionem
observações empíricas do mundo real a representações (tabelas,
figuras e esquemas) e associem essas representações a uma ativi-
dade matemática (conceitos e propriedades), fazendo induções e
conjecturas. Assim, espera-se que eles desenvolvam a capacida-
de de identificar oportunidades de utilização da matemática para
resolver problemas, aplicando conceitos, procedimentos e resul-
tados para obter soluções e interpretá-las segundo os contextos
das situações. A dedução de algumas propriedades e a verifica-
ção de conjecturas, a partir de outras, podem ser estimuladas, so-
bretudo ao final do Ensino Fundamental.
O Ensino Fundamental deve ter compromisso com o desen-
volvimento do letramento matemático1, definido como as com-
petências e habilidades de raciocinar, representar, comunicar e
argumentar matematicamente, de modo a favorecer o estabeleci-
mento de conjecturas, a formulação e a resolução de problemas
em uma variedade de contextos, utilizando conceitos, procedi-
mentos, fatos e ferramentas matemáticas. É também o letramen-
to matemático que assegura aos alunos reconhecer que os co-
nhecimentos matemáticos são fundamentais para a compreensão
e a atuação no mundo e perceber o caráter de jogo intelectual da
A área de Matemática
matemática, como aspecto que favorece o desenvolvimento do
raciocínio lógico e crítico, estimula a investigação e pode ser pra-
zeroso (fruição).
O desenvolvimento dessas habilidades está intrinsecamente
relacionado a algumas formas de organização da aprendizagem
matemática, com base na análise de situações da vida cotidiana,
de outras áreas do conhecimento e da própria Matemática. Os
processos matemáticos de resolução de problemas, de investi-
gação, de desenvolvimento de projetos e da modelagem podem
ser citados como formas privilegiadas da atividade matemática,
motivo pelo qual são, ao mesmo tempo, objeto e estratégia para
a aprendizagem ao longo de todo o Ensino Fundamental. Esses
processos de aprendizagem são potencialmente ricos para o de-
senvolvimento de competências fundamentais para o letramento
matemático (raciocínio, representação, comunicação e argumen-
tação) e para o desenvolvimento do pensamento computacional.
Considerando esses pressupostos, e em articulação com as
competências gerais da BNCC, a área de Matemática e, por con-
sequência, o componente curricular de Matemática devem garan-
tir aos alunos o desenvolvimento de competências específicas.
1 Segundo a Matriz do Pisa 2012, o “letramento matemático é a capacidade
individual de formular, empregar e interpretar a matemática em uma variedade
de contextos. Isso inclui raciocinar matematicamente e utilizar conceitos,
procedimentos, fatos e ferramentas matemáticas para descrever, explicar e
predizer fenômenos. Isso auxilia os indivíduos a reconhecer o papel que a
matemática exerce no mundo e para que cidadãos construtivos, engajados e
reflexivos possam fazer julgamentos bem fundamentados e tomar as decisões
necessárias.”. Disponível em:
<http://download. inep.gov.br/acoes_internacionais/pisa/marcos_
referenciais/2013/matriz_avaliacao_matematica.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2017.
Competências específicas
de Matemática para o
Ensino Fundamental
1. Reconhecer que a Matemática é uma ciência humana, fruto das necessidades e preocupações de diferentes
culturas, em diferentes momentos históricos, e é uma ciên-
cia viva, que contribui para solucionar problemas científicos
e tecnológicos e para alicerçar descobertas e construções,
inclusive com impactos no mundo do trabalho.
2. Desenvolver o raciocínio lógico, o espírito de investi-gação e a capacidade de produzir argumentos con-
vincentes, recorrendo aos conhecimentos matemáticos
para compreender e atuar no mundo.
3. Compreender as relações entre conceitos e procedi-mentos dos diferentes campos da Matemática (Arit-
mética, Álgebra, Geometria, Estatística e Probabilidade)
e de outras áreas do conhecimento, sentindo segurança
quanto à própria capacidade de construir e aplicar conheci-
mentos matemáticos, desenvolvendo a autoestima e a per-
severança na busca de soluções.
4. Fazer observações sistemáticas de aspectos quantita-tivos e qualitativos presentes nas práticas sociais e cul-
turais, de modo a investigar, organizar, representar e comu-
nicar informações relevantes, para interpretá-las e avaliá-las
crítica e eticamente, produzindo argumentos convincentes.
5. Utilizar processos e ferramentas matemáticas, inclu-sive tecnologias digitais disponíveis, para modelar e
DADOS
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IV
Matemática
Com base nos recentes documentos curriculares brasileiros, a
BNCC leva em conta que os diferentes campos que compõem a
Matemática reúnem um conjunto de ideias fundamentais que pro-
duzem articulações entre eles: equivalência, ordem, proporcionali-
dade, interdependência, representação,variação e aproximação. Es-
sas ideias fundamentais são importantes para o desenvolvimento do
pensamento matemático dos alunos e devem se converter, na esco-
la, em objetos de conhecimento. A proporcionalidade, por exemplo,
deve estar presente no estudo de: operações com os números na-
turais; representação fracionária dos números racionais; áreas; fun-
ções; probabilidade etc. Além disso, essa noção também se eviden-
cia em muitas ações cotidianas e de outras áreas do conhecimento,
como vendas e trocas mercantis, balanços químicos, representações
gráficas etc.
Nessa direção, a BNCC propõe cinco unidades temáticas, cor-
relacionadas, que orientam a formulação de habilidades a ser desen-
volvidas ao longo do Ensino Fundamental. Cada uma delas pode re-
ceber ênfase diferente, a depender do ano de escolarização.
A unidade temática Números tem como finalidade desenvolver
o pensamento numérico, que implica o conhecimento de maneiras
de quantificar atributos de objetos e de julgar e interpretar argumen-
tos baseados em quantidades. No processo da construção da noção
de número, os alunos precisam desenvolver, entre outras, as ideias
de aproximação, proporcionalidade, equivalência e ordem, noções
fundamentais da Matemática. Para essa construção, é importante
propor, por meio de situações significativas, sucessivas ampliações
dos campos numéricos. No estudo desses campos numéricos, de-
vem ser enfatizados registros, usos, significados e operações.
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, a expectativa em relação
a essa temática é de que os alunos resolvam problemas com núme-
ros naturais e números racionais cuja representação decimal é fini-
ta, envolvendo diferentes significados das operações, argumentem
e justifiquem os procedimentos utilizados para a resolução e avaliem
a plausibilidade dos resultados encontrados. No tocante aos cálcu-
los, espera-se que os alunos desenvolvam diferentes estratégias para
a obtenção dos resultados, sobretudo por estimativa e cálculo men-
tal, além de algoritmos e uso de calculadoras.
Nessa fase espera-se também o desenvolvimento de habilidades
no que se refere à leitura, escrita e ordenação de números naturais e
números racionais por meio da identificação e compreensão de ca-
racterísticas do sistema de numeração decimal, sobretudo o valor
posicional dos algarismos. Na perspectiva de que os alunos aprofun-
dem a noção de número, é importante colocá-los diante de tarefas,
como as que envolvem medições, nas quais os números naturais não
são suficientes para resolvê-las, indicando a necessidade dos núme-
ros racionais tanto na representação decimal quanto na fracionária.
Com referência ao Ensino Fundamental – Anos Finais, a expecta-
tiva é a de que os alunos resolvam problemas com números naturais,
inteiros e racionais, envolvendo as operações fundamentais, com seus
diferentes significados, e utilizando estratégias diversas, com com-
preensão dos processos neles envolvidos. Para que aprofundem a
noção de número, é importante colocá-los diante de problemas, so-
bretudo os geométricos, nos quais os números racionais não são sufi-
cientes para resolvê-los, de modo que eles reconheçam a necessidade
de outros números: os irracionais. Os alunos devem dominar também
o cálculo de porcentagem, porcentagem de porcentagem, juros, des-
contos e acréscimos, incluindo o uso de tecnologias digitais.
No tocante a esse tema, espera-se que saibam reconhecer, com-
parar e ordenar números reais, com apoio da relação desses nú-
meros com pontos na reta numérica. Cabe ainda destacar que o
desenvolvimento do pensamento numérico não se completa, evi-
dentemente, apenas com objetos de estudos descritos na unidade
Números. Esse pensamento é ampliado e aprofundado quando se
discutem situações que envolvem conteúdos das demais unidades
temáticas: Álgebra, Geometria, Grandezas e medidas e Probabilida-
de e estatística.
Outro aspecto a ser considerado nessa unidade temática é o es-
tudo de conceitos básicos de economia e finanças, visando à edu-
cação financeira dos alunos. Assim, podem ser discutidos assuntos
como taxas de juros, inflação, aplicações financeiras (rentabilidade
e liquidez de um investimento) e impostos. Essa unidade temática
favorece um estudo interdisciplinar envolvendo as dimensões cultu-
rais, sociais, políticas e psicológicas, além da econômica, sobre as
questões do consumo, trabalho e dinheiro. É possível, por exemplo,
desenvolver um projeto com a História, visando ao estudo do dinhei-
ro e sua função na sociedade, da relação entre dinheiro e tempo,
dos impostos em sociedades diversas, do consumo em diferentes
momentos históricos, incluindo estratégias atuais de marketing. Es-
sas questões, além de promover o desenvolvimento de competên-
cias pessoais e sociais dos alunos, podem se constituir em excelentes
contextos para as aplicações dos conceitos da Matemática Financei-
ra e também proporcionar contextos para ampliar e aprofundar es-
ses conceitos.
resolver problemas cotidianos, sociais e de outras áreas de
conhecimento, validando estratégias e resultados.
6. Enfrentar situações-problema em múltiplos contextos, incluindo-se situações imaginadas, não diretamente
relacionadas com o aspecto prático-utilitário, expressar suas
respostas e sintetizar conclusões, utilizando diferentes regis-
tros e linguagens (gráficos, tabelas, esquemas, além de texto
escrito na língua materna e outras linguagens para descrever
algoritmos, como fluxogramas, e dados).
7. Desenvolver e/ou discutir projetos que abordem, so-bretudo, questões de urgência social, com base em
princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários,
valorizando a diversidade de opiniões de indivíduos e de
grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza.
8. Interagir com seus pares de forma cooperativa, traba-lhando coletivamente no planejamento e desenvolvi-
mento de pesquisas para responder a questionamentos e
na busca de soluções para problemas, de modo a identifi-
car aspectos consensuais ou não na discussão de uma de-
terminada questão, respeitando o modo de pensar dos co-
legas e aprendendo com eles.
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V
A unidade temática Álgebra, por sua vez, tem como finalidade o
desenvolvimento de um tipo especial de pensamento — pensamen-
to algébrico — que é essencial para utilizar modelos matemáticos na
compreensão, representação e análise de relações quantitativas de
grandezas e, também, de situações e estruturas matemáticas, fazen-
do uso de letras e outros símbolos. Para esse desenvolvimento, é ne-
cessário que os alunos identifiquem regularidades e padrões de se-
quências numéricas e não numéricas, estabeleçam leis matemáticas
que expressem a relação de interdependência entre grandezas em
diferentes contextos, bem como criar, interpretar e transitar entre as
diversas representações gráficas e simbólicas, para resolver proble-
mas por meio de equações e inequações, com compreensão dos
procedimentos utilizados. As ideias matemáticas fundamentais vin-
culadas a essa unidade são: equivalência, variação, interdependência
e proporcionalidade. Em síntese, essa unidade temática deve enfati-
zar o desenvolvimento de uma linguagem, o estabelecimento de ge-
neralizações, a análise da interdependência de grandezas e a resolu-
ção de problemas por meio de equações ou inequações.
Nessa perspectiva, é imprescindível que algumas dimensões do
trabalho com a álgebra estejam presentes nos processos de ensino
e aprendizagem desde o Ensino Fundamental – Anos Iniciais, como
as ideias de regularidade, generalização de padrões e propriedades
da igualdade. No entanto, nessa fase, não se propõe o uso de le-
tras para expressar regularidades, por mais simples que sejam. A re-
lação dessa unidade temática com a de Números é bastante eviden-
te no trabalho com sequências (recursivas e repetitivas), seja na ação
de completar uma sequência com elementos ausentes, seja na cons-
trução de sequências segundo umadeterminada regra de formação.
A relação de equivalência pode ter seu início com atividades sim-
ples, envolvendo a igualdade, como reconhecer que se 2 + 3 = 5 e 5
= 4 + 1, então 2 + 3 = 4 + 1. Atividades como essa contribuem para
a compreensão de que o sinal de igualdade não é apenas a indica-
ção de uma operação a ser feita. A noção intuitiva de função pode
ser explorada por meio da resolução de problemas envolvendo a va-
riação proporcional direta entre duas grandezas (sem utilizar a regra
de três), como: “Se com duas medidas de suco concentrado eu ob-
tenho três litros de refresco, quantas medidas desse suco concentra-
do eu preciso para ter doze litros de refresco?”.
No Ensino Fundamental – Anos Finais, os estudos de Álgebra re-
tomam, aprofundam e ampliam o que foi trabalhado no Ensino Fun-
damental – Anos Iniciais. Nessa fase, os alunos devem compreender
os diferentes significados das variáveis numéricas em uma expres-
são, estabelecer uma generalização de uma propriedade, investigar
a regularidade de uma sequência numérica, indicar um valor desco-
nhecido em uma sentença algébrica e estabelecer a variação entre
duas grandezas. É necessário, portanto, que os alunos estabeleçam
conexões entre variável e função e entre incógnita e equação. As téc-
nicas de resolução de equações e inequações, inclusive no plano car-
tesiano, devem ser desenvolvidas como uma maneira de representar
e resolver determinados tipos de problema, e não como objetos de
estudo em si mesmos.
Outro aspecto a ser considerado é que a aprendizagem de Álge-
bra, como também aquelas relacionadas a outros campos da Mate-
mática (Números, Geometria e Probabilidade e estatística), podem
contribuir para o desenvolvimento do pensamento computacional
dos alunos, tendo em vista que eles precisam ser capazes de tradu-
zir uma situação dada em outras linguagens, como transformar situa-
ções-problema, apresentadas em língua materna, em fórmulas, ta-
belas e gráficos e vice-versa.
Associado ao pensamento computacional, cumpre salientar a
importância dos algoritmos e de seus fluxogramas, que podem ser
objetos de estudo nas aulas de Matemática. Um algoritmo é uma se-
quência finita de procedimentos que permite resolver um determi-
nado problema. Assim, o algoritmo é a decomposição de um proce-
dimento complexo em suas partes mais simples, relacionando-as e
ordenando-as, e pode ser representado graficamente por um fluxo-
grama. A linguagem algorítmica tem pontos em comum com a lin-
guagem algébrica, sobretudo em relação ao conceito de variável.
Outra habilidade relativa à álgebra que mantém estreita relação com
o pensamento computacional é a identificação de padrões para se
estabelecer generalizações, propriedades e algoritmos.
A Geometria envolve o estudo de um amplo conjunto de con-
ceitos e procedimentos necessários para resolver problemas do
mundo físico e de diferentes áreas do conhecimento. Assim, nessa
unidade temática, estudar posição e deslocamentos no espaço, for-
mas e relações entre elementos de figuras planas e espaciais pode
desenvolver o pensamento geométrico dos alunos. Esse pensamen-
to é necessário para investigar propriedades, fazer conjecturas e pro-
duzir argumentos geométricos convincentes. É importante, também,
considerar o aspecto funcional que deve estar presente no estudo
da Geometria: as transformações geométricas, sobretudo as sime-
trias. As ideias matemáticas fundamentais associadas a essa temática
são, principalmente, construção, representação e interdependência.
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, espera-se que os alunos
identifiquem e estabeleçam pontos de referência para a localização
e o deslocamento de objetos, construam representações de espa-
ços conhecidos e estimem distâncias, usando, como suporte, mapas
(em papel, tablets ou smartphones), croquis e outras representações.
Em relação às formas, espera-se que os alunos indiquem caracterís-
ticas das formas geométricas tridimensionais e bidimensionais, as-
sociem figuras espaciais a suas planificações e vice-versa. Espera-se,
também, que nomeiem e comparem polígonos, por meio de pro-
priedades relativas aos lados, vértices e ângulos. O estudo das sime-
trias deve ser iniciado por meio da manipulação de representações
de figuras geométricas planas em quadriculados ou no plano carte-
siano, e com recurso de softwares de geometria dinâmica.
No Ensino Fundamental – Anos Finais, o ensino de Geometria
precisa ser visto como consolidação e ampliação das aprendizagens
realizadas. Nessa etapa, devem ser enfatizadas também as tarefas
que analisam e produzem transformações e ampliações/reduções
de figuras geométricas planas, identificando seus elementos varian-
tes e invariantes, de modo a desenvolver os conceitos de congruên-
cia e semelhança. Esses conceitos devem ter destaque nessa fase do
Ensino Fundamental, de modo que os alunos sejam capazes de re-
conhecer as condições necessárias e suficientes para obter triângu-
los congruentes ou semelhantes e que saibam aplicar esse conhe-
cimento para realizar demonstrações simples, contribuindo para a
formação de um tipo de raciocínio importante para a Matemática,
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VI
o raciocínio hipotético-dedutivo. Outro ponto a ser destacado é a
aproximação da Álgebra com a Geometria, desde o início do estu-
do do plano cartesiano, por meio da geometria analítica. As ativida-
des envolvendo a ideia de coordenadas, já iniciadas no Ensino Fun-
damental – Anos Iniciais, podem ser ampliadas para o contexto das
representações no plano cartesiano, como a representação de siste-
mas de equações do 1º grau, articulando, para isso, conhecimentos
decorrentes da ampliação dos conjuntos numéricos e de suas repre-
sentações na reta numérica.
Assim, a Geometria não pode ficar reduzida a mera aplicação de
fórmulas de cálculo de área e de volume nem a aplicações numéricas
imediatas de teoremas sobre relações de proporcionalidade em si-
tuações relativas a feixes de retas paralelas cortadas por retas secan-
tes ou do teorema de Pitágoras. A equivalência de áreas, por exem-
plo, já praticada há milhares de anos pelos mesopotâmios e gregos
antigos sem utilizar fórmulas, permite transformar qualquer região
poligonal plana em um quadrado com mesma área (é o que os gre-
gos chamavam “fazer a quadratura de uma figura”). Isso permite, in-
clusive, resolver geometricamente problemas que podem ser tradu-
zidos por uma equação do 2º grau.
As medidas quantificam grandezas do mundo físico e são fun-
damentais para a compreensão da realidade. Assim, a unidade te-
mática Grandezas e medidas, ao propor o estudo das medidas e
das relações entre elas — ou seja, das relações métricas —, favo-
rece a integração da Matemática a outras áreas de conhecimento,
como Ciências (densidade, grandezas e escalas do Sistema Solar,
energia elétrica etc.) ou Geografia (coordenadas geográficas, densi-
dade demográfica, escalas de mapas e guias etc.). Essa unidade te-
mática contribui ainda para a consolidação e ampliação da noção de
número, a aplicação de noções geométricas e a construção do pen-
samento algébrico.
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, a expectativa é que os
alunos reconheçam que medir é comparar uma grandeza com uma
unidade e expressar o resultado da comparação por meio de um
número. Além disso, devem resolver problemas oriundos de situa-
ções cotidianas que envolvem grandezas como comprimento, mas-
sa, tempo, temperatura, área (de triângulos e retângulos) e capacida-
de e volume (de sólidos formados por blocos retangulares), sem uso
de fórmulas, recorrendo, quando necessário, a transformações entre
unidades de medida padronizadas mais usuais. Espera-se, também,
que resolvam problemas sobre situações de compra e venda e de-
senvolvam, por exemplo, atitudes éticas e responsáveis em relação
ao consumo. Sugere-se que esse processo seja iniciado utilizando,
preferencialmente, unidades não convencionais para fazer as com-
paraçõese medições, o que dá sentido à ação de medir, evitando a
ênfase em procedimentos de transformação de unidades convencio-
nais. No entanto, é preciso considerar o contexto em que a escola se
encontra: em escolas de regiões agrícolas, por exemplo, as medidas
agrárias podem merecer maior atenção em sala de aula.
No Ensino Fundamental – Anos Finais, a expectativa é a de que
os alunos reconheçam comprimento, área, volume e abertura de ân-
gulo como grandezas associadas a figuras geométricas e que consi-
gam resolver problemas envolvendo essas grandezas com o uso de
unidades de medida padronizadas mais usuais. Além disso, espera-
-se que estabeleçam e utilizem relações entre essas grandezas e en-
tre elas e grandezas não geométricas, para estudar grandezas deri-
vadas como densidade, velocidade, energia, potência, entre outras.
Nessa fase da escolaridade, os alunos devem determinar expressões
de cálculo de áreas de quadriláteros, triângulos e círculos, e as de vo-
lumes de prismas e de cilindros. Outro ponto a ser destacado refere-
-se à introdução de medidas de capacidade de armazenamento de
computadores como grandeza associada a demandas da sociedade
moderna. Nesse caso, é importante destacar o fato de que os prefi-
xos utilizados para byte (quilo, mega, giga) não estão associados ao
sistema de numeração decimal, de base 10, pois um quilobyte, por
exemplo, corresponde a 1.024 bytes, e não a 1.000 bytes.
A incerteza e o tratamento de dados são estudados na unida-
de temática Probabilidade e estatística. Ela propõe a abordagem
de conceitos, fatos e procedimentos presentes em muitas situações-
-problema da vida cotidiana, das ciências e da tecnologia. Assim, to-
dos os cidadãos precisam desenvolver habilidades para coletar, or-
ganizar, representar, interpretar e analisar dados em uma variedade
de contextos, de maneira a fazer julgamentos bem fundamentados e
tomar as decisões adequadas. Isso inclui raciocinar e utilizar concei-
tos, representações e índices estatísticos para descrever, explicar e
predizer fenômenos.
Merece destaque o uso de tecnologias — como calculadoras,
para avaliar e comparar resultados, e planilhas eletrônicas, que aju-
dam na construção de gráficos e nos cálculos das medidas de ten-
dência central. A consulta a páginas de institutos de pesquisa —
como a do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
— pode oferecer contextos potencialmente ricos não apenas para
aprender conceitos e procedimentos estatísticos, mas também para
utilizá-los com o intuito de compreender a realidade.
No que concerne ao estudo de noções de probabilidade, a fina-
lidade, no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, é promover a com-
preensão de que nem todos os fenômenos são determinísticos. Para
isso, o início da proposta de trabalho com probabilidade está centra-
do no desenvolvimento da noção de aleatoriedade, de modo que os
alunos compreendam que há eventos certos, eventos impossíveis e
eventos prováveis. É muito comum que pessoas julguem impossíveis
eventos que nunca viram acontecer. Nessa fase, é importante que os
alunos verbalizem, em eventos que envolvem o acaso, os resultados
que poderiam ter acontecido em oposição ao que realmente acon-
teceu, iniciando a construção do espaço amostral. No Ensino Fun-
damental – Anos Finais, o estudo deve ser ampliado e aprofunda-
do, por meio de atividades nas quais os alunos façam experimentos
aleatórios e simulações para confrontar os resultados obtidos com a
probabilidade teórica — probabilidade frequentista. A progressão
dos conhecimentos se faz pelo aprimoramento da capacidade de
enumeração dos elementos do espaço amostral, que está associada,
também, aos problemas de contagem.
Com relação à estatística, os primeiros passos envolvem o tra-
balho com a coleta e a organização de dados de uma pesquisa de
interesse dos alunos. O planejamento de como fazer a pesquisa
ajuda a compreender o papel da estatística no cotidiano dos alu-
nos. Assim, a leitura, a interpretação e a construção de tabelas e
gráficos têm papel fundamental, bem como a forma de produção
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VII
de texto escrito para a comunicação de dados, pois é preciso com-
preender que o texto deve sintetizar ou justificar as conclusões. No
Ensino Fundamental – Anos Finais, a expectativa é que os alunos
saibam planejar e construir relatórios de pesquisas estatísticas des-
critivas, incluindo medidas de tendência central e construção de ta-
belas e diversos tipos de gráfico. Esse planejamento inclui a defi-
nição de questões relevantes e da população a ser pesquisada, a
decisão sobre a necessidade ou não de usar amostra e, quando for
o caso, a seleção de seus elementos por meio de uma adequada
técnica de amostragem.
Cumpre destacar que os critérios de organização das habili-
dades na BNCC (com a explicitação dos objetos de conhecimen-
to aos quais se relacionam e do agrupamento desses objetos em
unidades temáticas) expressam um arranjo possível (dentre ou-
tros). Portanto, os agrupamentos propostos não devem ser to-
mados como modelo obrigatório para o desenho dos currículos.
Essa divisão em unidades temáticas serve tão somente para facili-
tar a compreensão dos conjuntos de habilidades e de como eles
se inter-relacionam. Na elaboração dos currículos e das propostas
pedagógicas, devem ser enfatizadas as articulações das habilida-
des com as de outras áreas do conhecimento, entre as unidades
temáticas e no interior de cada uma delas.
Na definição das habilidades, a progressão ano a ano se ba-
seia na compreensão e utilização de novas ferramentas e também
na complexidade das situações-problema propostas, cuja resolu-
ção exige a execução de mais etapas ou noções de unidades te-
máticas distintas. Os problemas de contagem, por exemplo, devem,
inicialmente, estar restritos àqueles cujas soluções podem ser obti-
das pela descrição de todos os casos possíveis, mediante a utiliza-
ção de esquemas ou diagramas, e, posteriormente, àqueles cuja re-
solução depende da aplicação dos princípios multiplicativo e aditivo
e do princípio da casa dos pombos. Outro exemplo é o da resolução
de problemas envolvendo as operações fundamentais, utilizando ou
não a linguagem algébrica.
Matemática no Ensino
Fundamental – anos
finais: unidades temáticas,
objetos de conhecimento e
habilidades
Para o desenvolvimento das habilidades previstas para o
Ensino Fundamental – Anos Finais, é imprescindível levar em
conta as experiências e os conhecimentos matemáticos já vi-
venciados pelos alunos, criando situações nas quais possam fa-
zer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qua-
litativos da realidade, estabelecendo inter-relações entre eles
e desenvolvendo ideias mais complexas. Essas situações pre-
cisam articular múltiplos aspectos dos diferentes conteúdos,
visando ao desenvolvimento das ideias fundamentais da ma-
temática, como equivalência, ordem, proporcionalidade, varia-
ção e interdependência.
Da mesma forma que na fase anterior, a aprendizagem em Ma-
temática no Ensino Fundamental – Anos Finais também está in-
trinsecamente relacionada à apreensão de significados dos obje-
tos matemáticos. Esses significados resultam das conexões que os
alunos estabelecem entre os objetos e seu cotidiano, entre eles e
os diferentes temas matemáticos e, por fim, entre eles e os demais
componentes curriculares. Nessa fase, precisa ser destacada a im-
portância da comunicação em linguagem matemática com o uso
da linguagem simbólica, da representação e da argumentação.
Além dos diferentes recursos didáticos e materiais, como
malhas quadriculadas, ábacos, jogos, calculadoras, planilhas
eletrônicas e softwares de geometria dinâmica, é importante
incluir a história da Matemática como recurso que pode des-
pertar interesse e representar um contexto significativo para
aprender e ensinar Matemática. Entretanto, esses recursos e
materiais precisam estar integrados a situações que propiciem
areflexão, contribuindo para a sistematização e a formalização
dos conceitos matemáticos.
A leitura dos objetos de conhecimento e das habilidades es-
senciais de cada ano nas cinco unidades temáticas permite uma
visão das possíveis articulações entre as habilidades indicadas
para as diferentes temáticas. Entretanto, recomenda-se que se
faça também uma leitura (vertical) de cada unidade temática, do
6º ao 9º ano, com a finalidade de identificar como foi estabele-
cida a progressão das habilidades. Essa maneira é conveniente
para comparar as habilidades de um dado tema a ser efetivadas
em um dado ano escolar com as aprendizagens propostas em
anos anteriores também para reconhecer em que medida elas se
articulam com as indicadas para os anos posteriores, tendo em
vista que as noções matemáticas são retomadas ano a ano, com
ampliação e aprofundamento crescentes.
Cumpre também considerar que, para a aprendizagem
de certo conceito ou procedimento, é fundamental haver um
contexto significativo para os alunos, não necessariamente do
cotidiano, mas também de outras áreas do conhecimento e
da própria história da Matemática. No entanto, é necessário
que eles desenvolvam a capacidade de abstrair o contexto,
apreendendo relações e significados, para aplicá-los em ou-
tros contextos. Para favorecer essa abstração, é importante
que os alunos reelaborem os problemas propostos após os te-
rem resolvido. Por esse motivo, nas diversas habilidades rela-
tivas à resolução de problemas, consta também a elaboração
de problemas. Assim, pretende-se que os alunos formulem
novos problemas, baseando-se na reflexão e no questiona-
mento sobre o que ocorreria se alguma condição fosse mo-
dificada ou se algum dado fosse acrescentado ou retirado do
problema proposto.
Além disso, nessa fase final do Ensino Fundamental, é impor-
tante iniciar os alunos, gradativamente, na compreensão, análise
e avaliação da argumentação matemática. Isso envolve a leitura
de textos matemáticos e o desenvolvimento do senso crítico em
relação à argumentação neles utilizada.
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VIII
Unidades temáticas Objetos de conhecimento Habilidades
Números
Sistema de numeração decimal: características,
leitura, escrita e comparação de números naturais e de números racionais representados na for-
ma decimal
(EF06MA01) Comparar, ordenar, ler e escrever números naturais e números racionais cuja representação decimal é finita, fazendo
uso da reta numérica.
(EF06MA02) Reconhecer o sistema de numeração decimal, como o que prevaleceu no mundo ocidental, e destacar semelhanças e
diferenças com outros sistemas, de modo a sistematizar suas principais características (base, valor posicional e função do zero), utili-
zando, inclusive, a composição e decomposição de números naturais e números racionais em sua representação decimal.
Operações (adição, subtração, multiplicação,
divisão e potenciação) com números naturais
Divisão euclidiana
(EF06MA03) Resolver e elaborar problemas que envolvam cálculos (mentais ou escritos, exatos ou aproximados) com números natu-
rais, por meio de estratégias variadas, com compreensão dos processos neles envolvidos com e sem uso de calculadora.
Fluxograma para determinar a paridade de um número natural
Múltiplos e divisores de um número natural
Números primos e compostos
(EF06MA04) Construir algoritmo em linguagem natural e representá-lo por fluxograma que indique a resolução de um problema
simples (por exemplo, se um número natural qualquer é par).
(EF06MA05) Classificar números naturais em primos e compostos, estabelecer relações entre números, expressas pelos termos “é
múltiplo de”, “é divisor de”, “é fator de”, e estabelecer, por meio de investigações, critérios de divisibilidade por 2, 3, 4, 5, 6, 8, 9,
10, 100 e 1000.
(EF06MA06) Resolver e elaborar problemas que envolvam as ideias de múltiplo e de divisor.
Frações: significados (parte/todo, quociente),
equivalência, comparação, adição e subtração; cálculo da fração de um número natural; adição e
subtração de frações
(EF06MA07) Compreender, comparar e ordenar frações associadas às ideias de partes de inteiros e resultado de divisão, identifican-
do frações equivalentes.
(EF06MA08) Reconhecer que os números racionais positivos podem ser expressos nas formas fracionária e decimal, estabelecer re-
lações entre essas representações, passando de uma representação para outra, e relacioná-los a pontos na reta numérica.
(EF06MA09) Resolver e elaborar problemas que envolvam o cálculo da fração de uma quantidade e cujo resultado seja um número
natural, com e sem uso de calculadora.
(EF06MA10) Resolver e elaborar problemas que envolvam adição ou subtração com números racionais positivos na representação
fracionária.
Operações (adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação) com números racionais
(EF06MA11) Resolver e elaborar problemas com números racionais positivos na representação decimal, envolvendo as quatro ope-
rações fundamentais e a potenciação, por meio de estratégias diversas, utilizando estimativas e arredondamentos para verificar a ra-
zoabilidade de respostas, com e sem uso de calculadora.
Aproximação de números para múltiplos de potências de 10 (EF06MA12) Fazer estimativas de quantidades e aproximar números para múltiplos da potência de 10 mais próxima.
Cálculo de porcentagens por meio de estratégias diversas, sem fazer uso da “regra de três”
(EF06MA13) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, com base na ideia de proporcionalidade, sem fazer uso
da “regra de três”, utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, em contextos de educação financeira, entre outros.
Algébra
Propriedades da igualdade
(EF06MA14) Reconhecer que a relação de igualdade matemática não se altera ao adicionar, subtrair, multiplicar ou dividir os seus
dois membros por um mesmo número e utilizar essa noção para determinar valores desconhecidos na resolução de problemas.
Problemas que tratam da partição de um todo em duas partes desiguais, envolvendo razões entre
as partes e entre uma das partes e o todo
(EF06MA15) Resolver e elaborar problemas que envolvam a partilha de uma quantidade em duas partes desiguais, envolvendo rela-
ções aditivas e multiplicativas, bem como a razão entre as partes e entre uma das partes e o todo.
Geometria
Plano cartesiano: associação dos vértices de um polígono a pares ordenados
(EF06MA16) Associar pares ordenados de números a pontos do plano cartesiano do 1º quadrante, em situações como a localização
dos vértices de um polígono.
Prismas e pirâmides: planificações e relações entre seus elementos (vértices, faces e arestas)
(EF06MA17) Quantificar e estabelecer relações entre o número de vértices, faces e arestas de prismas e pirâmides, em função do seu
polígono da base, para resolver problemas e desenvolver a percepção espacial.
Polígonos: classificações quanto ao número de vértices, às medidas de lados e ângulos e ao para-
lelismo e perpendicularismo dos lados
(EF06MA18) Reconhecer, nomear e comparar polígonos, considerando lados, vértices e ângulos, e classificá-los em regulares e não
regulares, tanto em suas representações no plano como em faces de poliedros.
(EF06MA19) Identificar características dos triângulos e classificá-los em relação às medidas dos lados e dos ângulos.
(EF06MA20) Identificar características dos quadriláteros, classificá-los em relação a lados e a ângulos e reconhecer a inclusão e a
intersecção de classes entre eles.
Matemática 6º ano
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IX
Unidades temáticas Objetos de conhecimento Habilidades
Números
Sistema de numeração decimal: características,
leitura, escrita e comparação de números naturais e de números racionais representados na for-
ma decimal
(EF06MA01) Comparar, ordenar, ler e escrever números naturais e números racionais cuja representação decimal é finita, fazendo
uso da reta numérica.
(EF06MA02) Reconhecero sistema de numeração decimal, como o que prevaleceu no mundo ocidental, e destacar semelhanças e
diferenças com outros sistemas, de modo a sistematizar suas principais características (base, valor posicional e função do zero), utili-
zando, inclusive, a composição e decomposição de números naturais e números racionais em sua representação decimal.
Operações (adição, subtração, multiplicação,
divisão e potenciação) com números naturais
Divisão euclidiana
(EF06MA03) Resolver e elaborar problemas que envolvam cálculos (mentais ou escritos, exatos ou aproximados) com números natu-
rais, por meio de estratégias variadas, com compreensão dos processos neles envolvidos com e sem uso de calculadora.
Fluxograma para determinar a paridade de um número natural
Múltiplos e divisores de um número natural
Números primos e compostos
(EF06MA04) Construir algoritmo em linguagem natural e representá-lo por fluxograma que indique a resolução de um problema
simples (por exemplo, se um número natural qualquer é par).
(EF06MA05) Classificar números naturais em primos e compostos, estabelecer relações entre números, expressas pelos termos “é
múltiplo de”, “é divisor de”, “é fator de”, e estabelecer, por meio de investigações, critérios de divisibilidade por 2, 3, 4, 5, 6, 8, 9,
10, 100 e 1000.
(EF06MA06) Resolver e elaborar problemas que envolvam as ideias de múltiplo e de divisor.
Frações: significados (parte/todo, quociente),
equivalência, comparação, adição e subtração; cálculo da fração de um número natural; adição e
subtração de frações
(EF06MA07) Compreender, comparar e ordenar frações associadas às ideias de partes de inteiros e resultado de divisão, identifican-
do frações equivalentes.
(EF06MA08) Reconhecer que os números racionais positivos podem ser expressos nas formas fracionária e decimal, estabelecer re-
lações entre essas representações, passando de uma representação para outra, e relacioná-los a pontos na reta numérica.
(EF06MA09) Resolver e elaborar problemas que envolvam o cálculo da fração de uma quantidade e cujo resultado seja um número
natural, com e sem uso de calculadora.
(EF06MA10) Resolver e elaborar problemas que envolvam adição ou subtração com números racionais positivos na representação
fracionária.
Operações (adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação) com números racionais
(EF06MA11) Resolver e elaborar problemas com números racionais positivos na representação decimal, envolvendo as quatro ope-
rações fundamentais e a potenciação, por meio de estratégias diversas, utilizando estimativas e arredondamentos para verificar a ra-
zoabilidade de respostas, com e sem uso de calculadora.
Aproximação de números para múltiplos de potências de 10 (EF06MA12) Fazer estimativas de quantidades e aproximar números para múltiplos da potência de 10 mais próxima.
Cálculo de porcentagens por meio de estratégias diversas, sem fazer uso da “regra de três”
(EF06MA13) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, com base na ideia de proporcionalidade, sem fazer uso
da “regra de três”, utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, em contextos de educação financeira, entre outros.
Algébra
Propriedades da igualdade
(EF06MA14) Reconhecer que a relação de igualdade matemática não se altera ao adicionar, subtrair, multiplicar ou dividir os seus
dois membros por um mesmo número e utilizar essa noção para determinar valores desconhecidos na resolução de problemas.
Problemas que tratam da partição de um todo em duas partes desiguais, envolvendo razões entre
as partes e entre uma das partes e o todo
(EF06MA15) Resolver e elaborar problemas que envolvam a partilha de uma quantidade em duas partes desiguais, envolvendo rela-
ções aditivas e multiplicativas, bem como a razão entre as partes e entre uma das partes e o todo.
Geometria
Plano cartesiano: associação dos vértices de um polígono a pares ordenados
(EF06MA16) Associar pares ordenados de números a pontos do plano cartesiano do 1º quadrante, em situações como a localização
dos vértices de um polígono.
Prismas e pirâmides: planificações e relações entre seus elementos (vértices, faces e arestas)
(EF06MA17) Quantificar e estabelecer relações entre o número de vértices, faces e arestas de prismas e pirâmides, em função do seu
polígono da base, para resolver problemas e desenvolver a percepção espacial.
Polígonos: classificações quanto ao número de vértices, às medidas de lados e ângulos e ao para-
lelismo e perpendicularismo dos lados
(EF06MA18) Reconhecer, nomear e comparar polígonos, considerando lados, vértices e ângulos, e classificá-los em regulares e não
regulares, tanto em suas representações no plano como em faces de poliedros.
(EF06MA19) Identificar características dos triângulos e classificá-los em relação às medidas dos lados e dos ângulos.
(EF06MA20) Identificar características dos quadriláteros, classificá-los em relação a lados e a ângulos e reconhecer a inclusão e a
intersecção de classes entre eles.
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X
Matemática 7º ano
Unidades temáticas Objetos de conhecimento Habilidades
Números
Múltiplos e divisores de um número natural
(EF07MA01) Resolver e elaborar problemas com números naturais, envolvendo as noções de divisor e de múltiplo, podendo incluir
máximo divisor comum ou mínimo múltiplo comum, por meio de estratégias diversas, sem a aplicação de algoritmos.
Cálculo de porcentagens e de acréscimos e decréscimos simples
(EF07MA02) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, como os que lidam com acréscimos e decréscimos simples,
utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, no contexto de educação financeira, entre outros.
Números inteiros: usos, história, ordenação, associação com pontos da reta numérica e operações
(EF07MA03) Comparar e ordenar números inteiros em diferentes contextos, incluindo o histórico, associá-los a pontos da reta numé-
rica e utilizá-los em situações que envolvam adição e subtração.
(EF07MA04) Resolver e elaborar problemas que envolvam operações com números inteiros.
Fração e seus significados: como parte de inteiros, resultado da divisão, razão e operador
(EF07MA05) Resolver um mesmo problema utilizando diferentes algoritmos.
(EF07MA06) Reconhecer que as resoluções de um grupo de problemas que têm a mesma estrutura podem ser obtidas utilizando os
mesmos procedimentos.
(EF07MA07) Representar por meio de um fluxograma os passos utilizados para resolver um grupo de problemas.
(EF07MA08) Comparar e ordenar frações associadas às ideias de partes de inteiros, resultado da divisão, razão e operador.
(EF07MA09) Utilizar, na resolução de problemas, a associação entre razão e fração, como a fração 2/3 para expressar a razão de duas
partes de uma grandeza para três partes da mesma ou três partes de outra grandeza.
Números racionais na representação fracionária e na decimal: usos, ordenação e associação com
pontos da reta numérica e operações
(EF07MA10) Comparar e ordenar números racionais em diferentes contextos e associá-los a pontos da reta numérica.
(EF07MA11) Compreender e utilizar a multiplicação e a divisão de números racionais, a relação entre elas e suas propriedades
operatórias.
(EF07MA12) Resolver e elaborar problemas que envolvam as operações com números racionais.
Construção de figuras semelhantes: ampliação e redução de figuras planas em malhas quadriculadas
(EF06MA21) Construir figuras planas semelhantes em situações de ampliação e de redução, com o uso de malhas quadriculadas, pla-
no cartesiano ou tecnologias digitais.
Construção de retas paralelas e perpendiculares, fazendo uso de réguas, esquadros e softwares
(EF06MA22) Utilizar instrumentos, como réguas e esquadros, ou softwares para representações de retas paralelas e perpendiculares
e construção de quadriláteros, entre outros.
(EF06MA23) Construir algoritmo para resolver situações passo a passo (como na construção de dobraduras ou na indicação de des-
locamentode um objeto no plano segundo pontos de referência e distâncias fornecidas etc.).
Grandezas e medidas
Problemas sobre medidas envolvendo grandezas como comprimento, massa, tempo, temperatu-
ra, área, capacidade e volume
(EF06MA24) Resolver e elaborar problemas que envolvam as grandezas comprimento, massa, tempo, temperatura, área (triângulos
e retângulos), capacidade e volume (sólidos formados por blocos retangulares), sem uso de fórmulas, inseridos, sempre que possível,
em contextos oriundos de situações reais e/ou relacionadas às outras áreas do conhecimento.
Ângulos: noção, usos e medida
(EF06MA25) Reconhecer a abertura do ângulo como grandeza associada às figuras geométricas.
(EF06MA26) Resolver problemas que envolvam a noção de ângulo em diferentes contextos e em situações reais, como ângulo de
visão.
(EF06MA27) Determinar medidas da abertura de ângulos, por meio de transferidor e/ou tecnologias digitais.
Plantas baixas e vistas aéreas (EF06MA28) Interpretar, descrever e desenhar plantas baixas simples de residências e vistas aéreas.
Perímetro de um quadrado como grandeza proporcional à medida do lado
(EF06MA29) Analisar e descrever mudanças que ocorrem no perímetro e na área de um quadrado ao se ampliarem ou reduzirem, igual-
mente, as medidas de seus lados, para compreender que o perímetro é proporcional à medida do lado, o que não ocorre com a área.
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XI
Unidades temáticas Objetos de conhecimento Habilidades
Números
Múltiplos e divisores de um número natural
(EF07MA01) Resolver e elaborar problemas com números naturais, envolvendo as noções de divisor e de múltiplo, podendo incluir
máximo divisor comum ou mínimo múltiplo comum, por meio de estratégias diversas, sem a aplicação de algoritmos.
Cálculo de porcentagens e de acréscimos e decréscimos simples
(EF07MA02) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, como os que lidam com acréscimos e decréscimos simples,
utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, no contexto de educação financeira, entre outros.
Números inteiros: usos, história, ordenação, associação com pontos da reta numérica e operações
(EF07MA03) Comparar e ordenar números inteiros em diferentes contextos, incluindo o histórico, associá-los a pontos da reta numé-
rica e utilizá-los em situações que envolvam adição e subtração.
(EF07MA04) Resolver e elaborar problemas que envolvam operações com números inteiros.
Fração e seus significados: como parte de inteiros, resultado da divisão, razão e operador
(EF07MA05) Resolver um mesmo problema utilizando diferentes algoritmos.
(EF07MA06) Reconhecer que as resoluções de um grupo de problemas que têm a mesma estrutura podem ser obtidas utilizando os
mesmos procedimentos.
(EF07MA07) Representar por meio de um fluxograma os passos utilizados para resolver um grupo de problemas.
(EF07MA08) Comparar e ordenar frações associadas às ideias de partes de inteiros, resultado da divisão, razão e operador.
(EF07MA09) Utilizar, na resolução de problemas, a associação entre razão e fração, como a fração 2/3 para expressar a razão de duas
partes de uma grandeza para três partes da mesma ou três partes de outra grandeza.
Números racionais na representação fracionária e na decimal: usos, ordenação e associação com
pontos da reta numérica e operações
(EF07MA10) Comparar e ordenar números racionais em diferentes contextos e associá-los a pontos da reta numérica.
(EF07MA11) Compreender e utilizar a multiplicação e a divisão de números racionais, a relação entre elas e suas propriedades
operatórias.
(EF07MA12) Resolver e elaborar problemas que envolvam as operações com números racionais.
Construção de figuras semelhantes: ampliação e redução de figuras planas em malhas quadriculadas
(EF06MA21) Construir figuras planas semelhantes em situações de ampliação e de redução, com o uso de malhas quadriculadas, pla-
no cartesiano ou tecnologias digitais.
Construção de retas paralelas e perpendiculares, fazendo uso de réguas, esquadros e softwares
(EF06MA22) Utilizar instrumentos, como réguas e esquadros, ou softwares para representações de retas paralelas e perpendiculares
e construção de quadriláteros, entre outros.
(EF06MA23) Construir algoritmo para resolver situações passo a passo (como na construção de dobraduras ou na indicação de des-
locamento de um objeto no plano segundo pontos de referência e distâncias fornecidas etc.).
Grandezas e medidas
Problemas sobre medidas envolvendo grandezas como comprimento, massa, tempo, temperatu-
ra, área, capacidade e volume
(EF06MA24) Resolver e elaborar problemas que envolvam as grandezas comprimento, massa, tempo, temperatura, área (triângulos
e retângulos), capacidade e volume (sólidos formados por blocos retangulares), sem uso de fórmulas, inseridos, sempre que possível,
em contextos oriundos de situações reais e/ou relacionadas às outras áreas do conhecimento.
Ângulos: noção, usos e medida
(EF06MA25) Reconhecer a abertura do ângulo como grandeza associada às figuras geométricas.
(EF06MA26) Resolver problemas que envolvam a noção de ângulo em diferentes contextos e em situações reais, como ângulo de
visão.
(EF06MA27) Determinar medidas da abertura de ângulos, por meio de transferidor e/ou tecnologias digitais.
Plantas baixas e vistas aéreas (EF06MA28) Interpretar, descrever e desenhar plantas baixas simples de residências e vistas aéreas.
Perímetro de um quadrado como grandeza proporcional à medida do lado
(EF06MA29) Analisar e descrever mudanças que ocorrem no perímetro e na área de um quadrado ao se ampliarem ou reduzirem, igual-
mente, as medidas de seus lados, para compreender que o perímetro é proporcional à medida do lado, o que não ocorre com a área.
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XII
Probabilidade e estatística
Cálculo de probabilidade como a razão entre o número de resultados favoráveis e o total de resul-
tados possíveis em um espaço amostral equiprovável
Cálculo de probabilidade por meio de muitas repetições de um experimento (frequências de ocor-
rências e probabilidade frequentista)
(EF06MA30) Calcular a probabilidade de um evento aleatório, expressando-a por número racional (forma fracionária, decimal e per-
centual) e comparar esse número com a probabilidade obtida por meio de experimentos sucessivos.
Leitura e interpretação de tabelas e gráficos (de colunas ou barras simples ou múltiplas) referentes
a variáveis categóricas e variáveis numéricas
(EF06MA31) Identificar as variáveis e suas frequências e os elementos constitutivos (título, eixos, legendas, fontes e datas) em dife-
rentes tipos de gráfico.
(EF06MA32) Interpretar e resolver situações que envolvam dados de pesquisas sobre contextos ambientais, sustentabilidade, trân-
sito, consumo responsável, entre outros, apresentadas pela mídia em tabelas e em diferentes tipos de gráficos e redigir textos escri-
tos com o objetivo de sintetizar conclusões.
Coleta de dados, organização e registro
Construção de diferentes tipos de gráficos para representá-los e interpretação das informações
(EF06MA33) Planejar e coletar dados de pesquisa referente a práticas sociais escolhidas pelos alunos e fazer uso de planilhas eletrôni-
cas para registro, representação e interpretação das informações, em tabelas, vários tipos de gráficos e texto.
Diferentes tipos de representação de informações: gráficos e fluxogramas
(EF06MA34) Interpretar e desenvolver fluxogramas simples, identificando as relações entre os objetos representados (por exemplo, po-
sição de cidades considerando as estradas que as unem, hierarquia dos funcionários de uma empresa etc.).
Álgebra
Linguagem algébrica: variável e incógnita
(EF07MA13) Compreender a ideia de variável, representada por letra ou símbolo, para expressar relação entre duas grandezas, di-
ferenciando-a da ideia de incógnita.
(EF07MA14) Classificar sequências em recursivas e não recursivas, reconhecendo que o conceito de recursãoestá presente não ape-
nas na matemática, mas também nas artes e na literatura.
(EF07MA15) Utilizar a simbologia algébrica para expressar regularidades encontradas em sequências numéricas.
Equivalência de expressões algébricas: identificação da regularidade de uma sequência numérica
(EF07MA16) Reconhecer se duas expressões algébricas obtidas para descrever a regularidade de uma mesma sequência numérica
são ou não equivalentes.
Problemas envolvendo grandezas diretamente
proporcionais e grandezas inversamente
proporcionais
(EF07MA17) Resolver e elaborar problemas que envolvam variação de proporcionalidade direta e de proporcionalidade inversa en-
tre duas grandezas, utilizando sentença algébrica para expressar a relação entre elas.
Equações polinomiais do 1º grau
(EF07MA18) Resolver e elaborar problemas que possam ser representados por equações polinomiais de 1º grau, redutíveis à forma
ax + b = c, fazendo uso das propriedades da igualdade.
Geometria
Transformações geométricas de polígonos no plano cartesiano: multiplicação das coordenadas
por um número inteiro e obtenção de simétricos em relação aos eixos e à origem
(EF07MA19) Realizar transformações de polígonos representados no plano cartesiano, decorrentes da multiplicação das coordena-
das de seus vértices por um número inteiro.
(EF07MA20) Reconhecer e representar, no plano cartesiano, o simétrico de figuras em relação aos eixos e à origem.
Simetrias de translação, rotação e reflexão
(EF07MA21) Reconhecer e construir figuras obtidas por simetrias de translação, rotação e reflexão, usando instrumentos de dese-
nho ou softwares de geometria dinâmica e vincular esse estudo a representações planas de obras de arte, elementos arquitetônicos,
entre outros.
A circunferência como lugar geométrico
(EF07MA22) Construir circunferências, utilizando compasso, reconhecê-las como lugar geométrico e utilizá-las para fazer composi-
ções artísticas e resolver problemas que envolvam objetos equidistantes.
Relações entre os ângulos formados por retas paralelas intersectadas por uma transversal (EF07MA23) Verificar relações entre os ângulos formados por retas paralelas cortadas por uma transversal, com e sem uso de soft-
wares de geometria dinâmica.
Triângulos: construção, condição de existência e soma das medidas dos ângulos internos
(EF07MA24) Construir triângulos, usando régua e compasso, reconhecer a condição de existência do triângulo quanto à medida dos
lados e verificar que a soma das medidas dos ângulos internos de um triângulo é 180°.
(EF07MA25) Reconhecer a rigidez geométrica dos triângulos e suas aplicações, como na construção de estruturas arquitetônicas (te-
lhados, estruturas metálicas e outras) ou nas artes plásticas.
(EF07MA26) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a construção de um triângulo qualquer, conhe-
cidas as medidas dos três lados.
Polígonos regulares: quadrado e triângulo equilátero
(EF07MA27) Calcular medidas de ângulos internos de polígonos regulares, sem o uso de fórmulas, e estabelecer relações entre ân-
gulos internos e externos de polígonos, preferencialmente vinculadas à construção de mosaicos e de ladrilhamentos.
(EF07MA28) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a construção de um polígono regular (como
quadrado e triângulo equilátero), conhecida a medida de seu lado.
Grandezas e medidas Problemas envolvendo medições
(EF07MA29) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de grandezas inseridos em contextos oriundos de situações co-
tidianas ou de outras áreas do conhecimento, reconhecendo que toda medida empírica é aproximada.
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XIII
Probabilidade e estatística
Cálculo de probabilidade como a razão entre o número de resultados favoráveis e o total de resul-
tados possíveis em um espaço amostral equiprovável
Cálculo de probabilidade por meio de muitas repetições de um experimento (frequências de ocor-
rências e probabilidade frequentista)
(EF06MA30) Calcular a probabilidade de um evento aleatório, expressando-a por número racional (forma fracionária, decimal e per-
centual) e comparar esse número com a probabilidade obtida por meio de experimentos sucessivos.
Leitura e interpretação de tabelas e gráficos (de colunas ou barras simples ou múltiplas) referentes
a variáveis categóricas e variáveis numéricas
(EF06MA31) Identificar as variáveis e suas frequências e os elementos constitutivos (título, eixos, legendas, fontes e datas) em dife-
rentes tipos de gráfico.
(EF06MA32) Interpretar e resolver situações que envolvam dados de pesquisas sobre contextos ambientais, sustentabilidade, trân-
sito, consumo responsável, entre outros, apresentadas pela mídia em tabelas e em diferentes tipos de gráficos e redigir textos escri-
tos com o objetivo de sintetizar conclusões.
Coleta de dados, organização e registro
Construção de diferentes tipos de gráficos para representá-los e interpretação das informações
(EF06MA33) Planejar e coletar dados de pesquisa referente a práticas sociais escolhidas pelos alunos e fazer uso de planilhas eletrôni-
cas para registro, representação e interpretação das informações, em tabelas, vários tipos de gráficos e texto.
Diferentes tipos de representação de informações: gráficos e fluxogramas
(EF06MA34) Interpretar e desenvolver fluxogramas simples, identificando as relações entre os objetos representados (por exemplo, po-
sição de cidades considerando as estradas que as unem, hierarquia dos funcionários de uma empresa etc.).
Álgebra
Linguagem algébrica: variável e incógnita
(EF07MA13) Compreender a ideia de variável, representada por letra ou símbolo, para expressar relação entre duas grandezas, di-
ferenciando-a da ideia de incógnita.
(EF07MA14) Classificar sequências em recursivas e não recursivas, reconhecendo que o conceito de recursão está presente não ape-
nas na matemática, mas também nas artes e na literatura.
(EF07MA15) Utilizar a simbologia algébrica para expressar regularidades encontradas em sequências numéricas.
Equivalência de expressões algébricas: identificação da regularidade de uma sequência numérica
(EF07MA16) Reconhecer se duas expressões algébricas obtidas para descrever a regularidade de uma mesma sequência numérica
são ou não equivalentes.
Problemas envolvendo grandezas diretamente
proporcionais e grandezas inversamente
proporcionais
(EF07MA17) Resolver e elaborar problemas que envolvam variação de proporcionalidade direta e de proporcionalidade inversa en-
tre duas grandezas, utilizando sentença algébrica para expressar a relação entre elas.
Equações polinomiais do 1º grau
(EF07MA18) Resolver e elaborar problemas que possam ser representados por equações polinomiais de 1º grau, redutíveis à forma
ax + b = c, fazendo uso das propriedades da igualdade.
Geometria
Transformações geométricas de polígonos no plano cartesiano: multiplicação das coordenadas
por um número inteiro e obtenção de simétricos em relação aos eixos e à origem
(EF07MA19) Realizar transformações de polígonos representados no plano cartesiano, decorrentes da multiplicação das coordena-
das de seus vértices por um número inteiro.
(EF07MA20) Reconhecer e representar, no plano cartesiano, o simétrico de figuras em relação aos eixos e à origem.
Simetrias de translação, rotação e reflexão
(EF07MA21) Reconhecer e construir figuras obtidas por simetrias de translação, rotação e reflexão, usando instrumentos de dese-
nho ou softwares de geometria dinâmica e vincular esse estudo a representações planas de obras de arte, elementos arquitetônicos,
entre outros.
A circunferência como lugar geométrico
(EF07MA22) Construir circunferências, utilizando compasso, reconhecê-las como lugar geométrico e utilizá-las para fazer composi-
ções artísticas e resolver problemas que envolvam objetos equidistantes.
Relações entre os ângulos formados por retas paralelas intersectadas por uma transversal (EF07MA23) Verificar relações entre os ângulos formadospor retas paralelas cortadas por uma transversal, com e sem uso de soft-
wares de geometria dinâmica.
Triângulos: construção, condição de existência e soma das medidas dos ângulos internos
(EF07MA24) Construir triângulos, usando régua e compasso, reconhecer a condição de existência do triângulo quanto à medida dos
lados e verificar que a soma das medidas dos ângulos internos de um triângulo é 180°.
(EF07MA25) Reconhecer a rigidez geométrica dos triângulos e suas aplicações, como na construção de estruturas arquitetônicas (te-
lhados, estruturas metálicas e outras) ou nas artes plásticas.
(EF07MA26) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a construção de um triângulo qualquer, conhe-
cidas as medidas dos três lados.
Polígonos regulares: quadrado e triângulo equilátero
(EF07MA27) Calcular medidas de ângulos internos de polígonos regulares, sem o uso de fórmulas, e estabelecer relações entre ân-
gulos internos e externos de polígonos, preferencialmente vinculadas à construção de mosaicos e de ladrilhamentos.
(EF07MA28) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a construção de um polígono regular (como
quadrado e triângulo equilátero), conhecida a medida de seu lado.
Grandezas e medidas Problemas envolvendo medições
(EF07MA29) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de grandezas inseridos em contextos oriundos de situações co-
tidianas ou de outras áreas do conhecimento, reconhecendo que toda medida empírica é aproximada.
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XIV
Matemática 8º ano
Unidades temáticas Objetos de conhecimento Habilidades
Números
Notação científica
(EF08MA01) Efetuar cálculos com potências de expoentes inteiros e aplicar esse conhecimento na representação de números em
notação científica.
Potenciação e radiciação
(EF08MA02) Resolver e elaborar problemas usando a relação entre potenciação e radiciação, para representar uma raiz como po-
tência de expoente fracionário.
O princípio multiplicativo da contagem (EF08MA03) Resolver e elaborar problemas de contagem cuja resolução envolva a aplicação do princípio multiplicativo.
Porcentagens (EF08MA04) Resolver e elaborar problemas, envolvendo cálculo de porcentagens, incluindo o uso de tecnologias digitais.
Dízimas periódicas: fração geratriz (EF08MA05) Reconhecer e utilizar procedimentos para a obtenção de uma fração geratriz para uma dízima periódica.
Álgebra
Valor numérico de expressões algébricas
(EF08MA06) Resolver e elaborar problemas que envolvam cálculo do valor numérico de expressões algébricas, utilizando as proprie-
dades das operações.
Associação de uma equação linear de 1º grau a uma reta no plano cartesiano (EF08MA07) Associar uma equação linear de 1º grau com duas incógnitas a uma reta no plano cartesiano.
Sistema de equações polinomiais de 1º grau: resolução algébrica e representação no plano
cartesiano
(EF08MA08) Resolver e elaborar problemas relacionados ao seu contexto próximo, que possam ser representados por sistemas de
equações de 1º grau com duas incógnitas e interpretá-los, utilizando, inclusive, o plano cartesiano como recurso.
Equação polinomial de 2º grau do tipo ax2 = b
(EF08MA09) Resolver e elaborar, com e sem uso de tecnologias, problemas que possam ser representados por equações polino-
miais de 2º grau do tipo ax2 = b.
Sequências recursivas e não recursivas
(EF08MA10) Identificar a regularidade de uma sequência numérica ou figural não recursiva e construir um algoritmo por meio de um
fluxograma que permita indicar os números ou as figuras seguintes.
(EF08MA11) Identificar a regularidade de uma sequência numérica recursiva e construir um algoritmo por meio de um fluxograma
que permita indicar os números seguintes.
Variação de grandezas: diretamente proporcionais, inversamente proporcionais ou não
proporcionais
(EF08MA12) Identificar a natureza da variação de duas grandezas, diretamente, inversamente proporcionais ou não proporcionais,
expressando a relação existente por meio de sentença algébrica e representá-la no plano cartesiano.
(EF08MA13) Resolver e elaborar problemas que envolvam grandezas diretamente ou inversamente proporcionais, por meio de es-
tratégias variadas.
Cálculo de volume de blocos retangulares, utilizando unidades de medida convencionais mais
usuais
(EF07MA30) Resolver e elaborar problemas de cálculo de medida do volume de blocos retangulares, envolvendo as unidades usuais
(metro cúbico, decímetro cúbico e centímetro cúbico).
Equivalência de área de figuras planas: cálculo de áreas de figuras que podem ser decompostas
por outras, cujas áreas podem ser facilmente determinadas como triângulos e quadriláteros
(EF07MA31) Estabelecer expressões de cálculo de área de triângulos e de quadriláteros.
(EF07MA32) Resolver e elaborar problemas de cálculo de medida de área de figuras planas que podem ser decompostas por qua-
drados, retângulos e/ou triângulos, utilizando a equivalência entre áreas.
Medida do comprimento da circunferência
(EF07MA33) Estabelecer o número p como a razão entre a medida de uma circunferência e seu diâmetro, para compreender e resol-
ver problemas, inclusive os de natureza histórica.
Probabilidade e estatística
Experimentos aleatórios: espaço amostral e estimativa de probabilidade por meio de frequência
de ocorrências
(EF07MA34) Planejar e realizar experimentos aleatórios ou simulações que envolvem cálculo de probabilidades ou estimativas por
meio de frequência de ocorrências.
Estatística: média e amplitude de um conjunto de dados
(EF07MA35) Compreender, em contextos significativos, o significado de média estatística como indicador da tendência de uma pes-
quisa, calcular seu valor e relacioná-lo, intuitivamente, com a amplitude do conjunto de dados.
Pesquisa amostral e pesquisa censitária
Planejamento de pesquisa, coleta e organização dos dados, construção de tabelas e gráficos e in-
terpretação das informações
(EF07MA36) Planejar e realizar pesquisa envolvendo tema da realidade social, identificando a necessidade de ser censitária ou de
usar amostra, e interpretar os dados para comunicá-los por meio de relatório escrito, tabelas e gráficos, com o apoio de planilhas
eletrônicas.
Gráficos de setores: interpretação, pertinência e construção para representar conjunto de dados
(EF07MA37) Interpretar e analisar dados apresentados em gráfico de setores divulgados pela mídia e compreender quando é pos-
sível ou conveniente sua utilização.
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XV
Unidades temáticas Objetos de conhecimento Habilidades
Números
Notação científica
(EF08MA01) Efetuar cálculos com potências de expoentes inteiros e aplicar esse conhecimento na representação de números em
notação científica.
Potenciação e radiciação
(EF08MA02) Resolver e elaborar problemas usando a relação entre potenciação e radiciação, para representar uma raiz como po-
tência de expoente fracionário.
O princípio multiplicativo da contagem (EF08MA03) Resolver e elaborar problemas de contagem cuja resolução envolva a aplicação do princípio multiplicativo.
Porcentagens (EF08MA04) Resolver e elaborar problemas, envolvendo cálculo de porcentagens, incluindo o uso de tecnologias digitais.
Dízimas periódicas: fração geratriz (EF08MA05) Reconhecer e utilizar procedimentos para a obtenção de uma fração geratriz para uma dízima periódica.
Álgebra
Valor numérico de expressões algébricas
(EF08MA06) Resolver e elaborar problemas que envolvam cálculo do valor numérico de expressões algébricas, utilizando as proprie-
dades das operações.
Associação de uma equação linear de 1º grau a uma reta no plano cartesiano (EF08MA07) Associar uma equação linear de 1º grau com duas incógnitas a uma reta no plano cartesiano.
Sistema de equações polinomiais de 1º grau: resolução algébrica e representação no plano
cartesiano
(EF08MA08) Resolver e elaborar problemas relacionados ao seu contexto próximo, que possam ser representados porsistemas de
equações de 1º grau com duas incógnitas e interpretá-los, utilizando, inclusive, o plano cartesiano como recurso.
Equação polinomial de 2º grau do tipo ax2 = b
(EF08MA09) Resolver e elaborar, com e sem uso de tecnologias, problemas que possam ser representados por equações polino-
miais de 2º grau do tipo ax2 = b.
Sequências recursivas e não recursivas
(EF08MA10) Identificar a regularidade de uma sequência numérica ou figural não recursiva e construir um algoritmo por meio de um
fluxograma que permita indicar os números ou as figuras seguintes.
(EF08MA11) Identificar a regularidade de uma sequência numérica recursiva e construir um algoritmo por meio de um fluxograma
que permita indicar os números seguintes.
Variação de grandezas: diretamente proporcionais, inversamente proporcionais ou não
proporcionais
(EF08MA12) Identificar a natureza da variação de duas grandezas, diretamente, inversamente proporcionais ou não proporcionais,
expressando a relação existente por meio de sentença algébrica e representá-la no plano cartesiano.
(EF08MA13) Resolver e elaborar problemas que envolvam grandezas diretamente ou inversamente proporcionais, por meio de es-
tratégias variadas.
Cálculo de volume de blocos retangulares, utilizando unidades de medida convencionais mais
usuais
(EF07MA30) Resolver e elaborar problemas de cálculo de medida do volume de blocos retangulares, envolvendo as unidades usuais
(metro cúbico, decímetro cúbico e centímetro cúbico).
Equivalência de área de figuras planas: cálculo de áreas de figuras que podem ser decompostas
por outras, cujas áreas podem ser facilmente determinadas como triângulos e quadriláteros
(EF07MA31) Estabelecer expressões de cálculo de área de triângulos e de quadriláteros.
(EF07MA32) Resolver e elaborar problemas de cálculo de medida de área de figuras planas que podem ser decompostas por qua-
drados, retângulos e/ou triângulos, utilizando a equivalência entre áreas.
Medida do comprimento da circunferência
(EF07MA33) Estabelecer o número p como a razão entre a medida de uma circunferência e seu diâmetro, para compreender e resol-
ver problemas, inclusive os de natureza histórica.
Probabilidade e estatística
Experimentos aleatórios: espaço amostral e estimativa de probabilidade por meio de frequência
de ocorrências
(EF07MA34) Planejar e realizar experimentos aleatórios ou simulações que envolvem cálculo de probabilidades ou estimativas por
meio de frequência de ocorrências.
Estatística: média e amplitude de um conjunto de dados
(EF07MA35) Compreender, em contextos significativos, o significado de média estatística como indicador da tendência de uma pes-
quisa, calcular seu valor e relacioná-lo, intuitivamente, com a amplitude do conjunto de dados.
Pesquisa amostral e pesquisa censitária
Planejamento de pesquisa, coleta e organização dos dados, construção de tabelas e gráficos e in-
terpretação das informações
(EF07MA36) Planejar e realizar pesquisa envolvendo tema da realidade social, identificando a necessidade de ser censitária ou de
usar amostra, e interpretar os dados para comunicá-los por meio de relatório escrito, tabelas e gráficos, com o apoio de planilhas
eletrônicas.
Gráficos de setores: interpretação, pertinência e construção para representar conjunto de dados
(EF07MA37) Interpretar e analisar dados apresentados em gráfico de setores divulgados pela mídia e compreender quando é pos-
sível ou conveniente sua utilização.
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XVI
Geometria
Congruência de triângulos e demonstrações de propriedades de quadriláteros (EF08MA14) Demonstrar propriedades de quadriláteros por meio da identificação da congruência de triângulos.
Construções geométricas: ângulos de 90°, 60°, 45° e 30° e polígonos regulares
(EF08MA15) Construir, utilizando instrumentos de desenho ou softwares de geometria dinâmica, mediatriz, bissetriz, ângulos de 90°,
60°, 45° e 30° e polígonos regulares.
(EF08MA16) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a construção de um hexágono regular de qual-
quer área, a partir da medida do ângulo central e da utilização de esquadros e compasso.
Mediatriz e bissetriz como lugares geométricos: construção e problemas (EF08MA17) Aplicar os conceitos de mediatriz e bissetriz como lugares geométricos na resolução de problemas.
Transformações geométricas: simetrias de translação, reflexão e rotação
(EF08MA18) Reconhecer e construir figuras obtidas por composições de transformações geométricas (translação, reflexão e rota-
ção), com o uso de instrumentos de desenho ou de softwares de geometria dinâmica.
Grandezas e medidas
Área de figuras planas
Área do círculo e comprimento de sua circunferência
(EF08MA19) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de área de figuras geométricas, utilizando expressões de cálcu-
lo de área (quadriláteros, triângulos e círculos), em situações como determinar medida de terrenos.
Volume de cilindro reto
Medidas de capacidade
(EF08MA20) Reconhecer a relação entre um litro e um decímetro cúbico e a relação entre litro e metro cúbico, para resolver proble-
mas de cálculo de capacidade de recipientes.
(EF08MA21) Resolver e elaborar problemas que envolvam o cálculo do volume de recipiente cujo formato é o de um bloco retangular.
Probabilidade e estatística
Princípio multiplicativo da contagem
Soma das probabilidades de todos os elementos de um espaço amostral
(EF08MA22) Calcular a probabilidade de eventos, com base na construção do espaço amostral, utilizando o princípio multiplicativo,
e reconhecer que a soma das probabilidades de todos os elementos do espaço amostral é igual a 1.
Gráficos de barras, colunas, linhas ou setores e seus elementos constitutivos e adequação para
determinado conjunto de dados
(EF08MA23) Avaliar a adequação de diferentes tipos de gráficos para representar um conjunto de dados de uma pesquisa.
Organização dos dados de uma variável contínua em classes
(EF08MA24) Classificar as frequências de uma variável contínua de uma pesquisa em classes, de modo que resumam os dados de ma-
neira adequada para a tomada de decisões.
Medidas de tendência central e de dispersão
(EF08MA25) Obter os valores de medidas de tendência central de uma pesquisa estatística (média, moda e mediana) com a com-
preensão de seus significados e relacioná-los com a dispersão de dados, indicada pela amplitude.
Pesquisas censitária ou amostral
Planejamento e execução de pesquisa amostral
(EF08MA26) Selecionar razões, de diferentes naturezas (física, ética ou econômica), que justificam a realização de pesquisas amos-
trais e não censitárias, e reconhecer que a seleção da amostra pode ser feita de diferentes maneiras (amostra casual simples, siste-
mática e estratificada).
(EF08MA27) Planejar e executar pesquisa amostral, selecionando uma técnica de amostragem adequada, e escrever relatório que
contenha os gráficos apropriados para representar os conjuntos de dados, destacando aspectos como as medidas de tendência cen-
tral, a amplitude e as conclusões.
Matemática 9º ano
Unidades temáticas Objetos de conhecimento Habilidades
Números
Necessidade dos números reais para medir qualquer segmento de reta
Números irracionais: reconhecimento e localização de alguns na reta numérica
(EF09MA01) Reconhecer que, uma vez fixada uma unidade de comprimento, existem segmentos de reta cujo comprimento não é
expresso por número racional (como as medidas de diagonais de um polígono e alturas de um triângulo, quando se toma a medida
de cada lado como unidade).
(EF09MA02) Reconhecer um número irracional como um número real cuja representação decimal é infinita e não periódica, e esti-
mar a localização de alguns deles na reta numérica.
Potências com expoentes negativos e fracionários (EF09MA03) Efetuar cálculos com números reais, inclusive potências com expoentes fracionários.
Números reais: notação científica e problemas (EF09MA04) Resolver e elaborar problemas com números reais, inclusiveem notação científica, envolvendo diferentes operações.
Porcentagens: problemas que envolvem cálculo de percentuais sucessivos
(EF09MA05) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, com a ideia de aplicação de percentuais sucessivos e a de-
terminação das taxas percentuais, preferencialmente com o uso de tecnologias digitais, no contexto da educação financeira.
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XVII
Geometria
Congruência de triângulos e demonstrações de propriedades de quadriláteros (EF08MA14) Demonstrar propriedades de quadriláteros por meio da identificação da congruência de triângulos.
Construções geométricas: ângulos de 90°, 60°, 45° e 30° e polígonos regulares
(EF08MA15) Construir, utilizando instrumentos de desenho ou softwares de geometria dinâmica, mediatriz, bissetriz, ângulos de 90°,
60°, 45° e 30° e polígonos regulares.
(EF08MA16) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a construção de um hexágono regular de qual-
quer área, a partir da medida do ângulo central e da utilização de esquadros e compasso.
Mediatriz e bissetriz como lugares geométricos: construção e problemas (EF08MA17) Aplicar os conceitos de mediatriz e bissetriz como lugares geométricos na resolução de problemas.
Transformações geométricas: simetrias de translação, reflexão e rotação
(EF08MA18) Reconhecer e construir figuras obtidas por composições de transformações geométricas (translação, reflexão e rota-
ção), com o uso de instrumentos de desenho ou de softwares de geometria dinâmica.
Grandezas e medidas
Área de figuras planas
Área do círculo e comprimento de sua circunferência
(EF08MA19) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de área de figuras geométricas, utilizando expressões de cálcu-
lo de área (quadriláteros, triângulos e círculos), em situações como determinar medida de terrenos.
Volume de cilindro reto
Medidas de capacidade
(EF08MA20) Reconhecer a relação entre um litro e um decímetro cúbico e a relação entre litro e metro cúbico, para resolver proble-
mas de cálculo de capacidade de recipientes.
(EF08MA21) Resolver e elaborar problemas que envolvam o cálculo do volume de recipiente cujo formato é o de um bloco retangular.
Probabilidade e estatística
Princípio multiplicativo da contagem
Soma das probabilidades de todos os elementos de um espaço amostral
(EF08MA22) Calcular a probabilidade de eventos, com base na construção do espaço amostral, utilizando o princípio multiplicativo,
e reconhecer que a soma das probabilidades de todos os elementos do espaço amostral é igual a 1.
Gráficos de barras, colunas, linhas ou setores e seus elementos constitutivos e adequação para
determinado conjunto de dados
(EF08MA23) Avaliar a adequação de diferentes tipos de gráficos para representar um conjunto de dados de uma pesquisa.
Organização dos dados de uma variável contínua em classes
(EF08MA24) Classificar as frequências de uma variável contínua de uma pesquisa em classes, de modo que resumam os dados de ma-
neira adequada para a tomada de decisões.
Medidas de tendência central e de dispersão
(EF08MA25) Obter os valores de medidas de tendência central de uma pesquisa estatística (média, moda e mediana) com a com-
preensão de seus significados e relacioná-los com a dispersão de dados, indicada pela amplitude.
Pesquisas censitária ou amostral
Planejamento e execução de pesquisa amostral
(EF08MA26) Selecionar razões, de diferentes naturezas (física, ética ou econômica), que justificam a realização de pesquisas amos-
trais e não censitárias, e reconhecer que a seleção da amostra pode ser feita de diferentes maneiras (amostra casual simples, siste-
mática e estratificada).
(EF08MA27) Planejar e executar pesquisa amostral, selecionando uma técnica de amostragem adequada, e escrever relatório que
contenha os gráficos apropriados para representar os conjuntos de dados, destacando aspectos como as medidas de tendência cen-
tral, a amplitude e as conclusões.
Unidades temáticas Objetos de conhecimento Habilidades
Números
Necessidade dos números reais para medir qualquer segmento de reta
Números irracionais: reconhecimento e localização de alguns na reta numérica
(EF09MA01) Reconhecer que, uma vez fixada uma unidade de comprimento, existem segmentos de reta cujo comprimento não é
expresso por número racional (como as medidas de diagonais de um polígono e alturas de um triângulo, quando se toma a medida
de cada lado como unidade).
(EF09MA02) Reconhecer um número irracional como um número real cuja representação decimal é infinita e não periódica, e esti-
mar a localização de alguns deles na reta numérica.
Potências com expoentes negativos e fracionários (EF09MA03) Efetuar cálculos com números reais, inclusive potências com expoentes fracionários.
Números reais: notação científica e problemas (EF09MA04) Resolver e elaborar problemas com números reais, inclusive em notação científica, envolvendo diferentes operações.
Porcentagens: problemas que envolvem cálculo de percentuais sucessivos
(EF09MA05) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, com a ideia de aplicação de percentuais sucessivos e a de-
terminação das taxas percentuais, preferencialmente com o uso de tecnologias digitais, no contexto da educação financeira.
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XVIII
Álgebra
Funções: representações numérica, algébrica e gráfica
(EF09MA06) Compreender as funções como relações de dependência unívoca entre duas variáveis e suas representações numérica,
algébrica e gráfica e utilizar esse conceito para analisar situações que envolvam relações funcionais entre duas variáveis.
Razão entre grandezas de espécies diferentes
(EF09MA07) Resolver problemas que envolvam a razão entre duas grandezas de espécies diferentes, como velocidade e densida-
de demográfica.
Grandezas diretamente proporcionais e grandezas inversamente proporcionais
(EF09MA08) Resolver e elaborar problemas que envolvam relações de proporcionalidade direta e inversa entre duas ou mais grande-
zas, inclusive escalas, divisão em partes proporcionais e taxa de variação, em contextos socioculturais, ambientais e de outras áreas.
Expressões algébricas: fatoração e produtos notáveis
Resolução de equações polinomiais do 2º grau por meio de fatorações
(EF09MA09) Compreender os processos de fatoração de expressões algébricas, com base em suas relações com os produtos notá-
veis, para resolver e elaborar problemas que possam ser representados por equações polinomiais do 2º grau.
Geometria
Demonstrações de relações entre os ângulos formados por retas paralelas intersectadas por
uma transversal
(EF09MA10) Demonstrar relações simples entre os ângulos formados por retas paralelas cortadas por uma transversal.
Relações entre arcos e ângulos na circunferência de um círculo
(EF09MA11) Resolver problemas por meio do estabelecimento de relações entre arcos, ângulos centrais e ângulos inscritos na
circunferência, fazendo uso, inclusive, de softwares de geometria dinâmica.
Semelhança de triângulos (EF09MA12) Reconhecer as condições necessárias e suficientes para que dois triângulos sejam semelhantes.
Relações métricas no triângulo retângulo
Teorema de Pitágoras: verificações experimentais e demonstração
Retas paralelas cortadas por transversais: teoremas de proporcionalidade e verificações
experimentais
(EF09MA13) Demonstrar relações métricas do triângulo retângulo, entre elas o teorema de Pitágoras, utilizando, inclusive, a seme-
lhança de triângulos.
(EF09MA14) Resolver e elaborar problemas de aplicação do teorema de Pitágoras ou das relações de proporcionalidade envolven-
do retas paralelas cortadas por secantes.
Polígonos regulares
(EF09MA15) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a construção de um polígono regular cuja me-
dida do lado é conhecida, utilizando régua e compasso, como também softwares.
Distância entre pontos no plano cartesiano
(EF09MA16) Determinaro ponto médio de um segmento de reta e a distância entre dois pontos quaisquer, dadas as coordenadas des-
ses pontos no plano cartesiano, sem o uso de fórmulas, e utilizar esse conhecimento para calcular, por exemplo, medidas de perímetros
e áreas de figuras planas construídas no plano.
Vistas ortogonais de figuras espaciais (EF09MA17) Reconhecer vistas ortogonais de figuras espaciais e aplicar esse conhecimento para desenhar objetos em perspectiva.
Grandezas e medidas
Unidades de medida para medir distâncias muito grandes e muito pequenas
Unidades de medida utilizadas na informática
(EF09MA18) Reconhecer e empregar unidades usadas para expressar medidas muito grandes ou muito pequenas, tais como distân-
cia entre planetas e sistemas solares, tamanho de vírus ou de células, capacidade de armazenamento de computadores, entre outros.
Volume de prismas e cilindros
(EF09MA19) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de volumes de prismas e de cilindros retos, inclusive com uso de
expressões de cálculo, em situações cotidianas.
Probabilidade e estatística
Análise de probabilidade de eventos aleatórios: eventos dependentes e independentes
(EF09MA20) Reconhecer, em experimentos aleatórios, eventos independentes e dependentes e calcular a probabilidade de sua
ocorrência, nos dois casos.
Análise de gráficos divulgados pela mídia: elementos que podem induzir a erros de leitura ou
de interpretação
(EF09MA21) Analisar e identificar, em gráficos divulgados pela mídia, os elementos que podem induzir, às vezes propositadamen-
te, erros de leitura, como escalas inapropriadas, legendas não explicitadas corretamente, omissão de informações importantes (fon-
tes e datas), entre outros.
Leitura, interpretação e representação de dados de pesquisa expressos em tabelas de dupla
entrada, gráficos de colunas simples e agrupadas, gráficos de barras e de setores e gráficos
pictóricos
(EF09MA22) Escolher e construir o gráfico mais adequado (colunas, setores, linhas), com ou sem uso de planilhas eletrônicas, para
apresentar um determinado conjunto de dados, destacando aspectos como as medidas de tendência central.
Planejamento e execução de pesquisa amostral e apresentação de relatório
(EF09MA23) Planejar e executar pesquisa amostral envolvendo tema da realidade social e comunicar os resultados por meio de re-
latório contendo avaliação de medidas de tendência central e da amplitude, tabelas e gráficos adequados, construídos com o apoio
de planilhas eletrônicas.
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XIX
Álgebra
Funções: representações numérica, algébrica e gráfica
(EF09MA06) Compreender as funções como relações de dependência unívoca entre duas variáveis e suas representações numérica,
algébrica e gráfica e utilizar esse conceito para analisar situações que envolvam relações funcionais entre duas variáveis.
Razão entre grandezas de espécies diferentes
(EF09MA07) Resolver problemas que envolvam a razão entre duas grandezas de espécies diferentes, como velocidade e densida-
de demográfica.
Grandezas diretamente proporcionais e grandezas inversamente proporcionais
(EF09MA08) Resolver e elaborar problemas que envolvam relações de proporcionalidade direta e inversa entre duas ou mais grande-
zas, inclusive escalas, divisão em partes proporcionais e taxa de variação, em contextos socioculturais, ambientais e de outras áreas.
Expressões algébricas: fatoração e produtos notáveis
Resolução de equações polinomiais do 2º grau por meio de fatorações
(EF09MA09) Compreender os processos de fatoração de expressões algébricas, com base em suas relações com os produtos notá-
veis, para resolver e elaborar problemas que possam ser representados por equações polinomiais do 2º grau.
Geometria
Demonstrações de relações entre os ângulos formados por retas paralelas intersectadas por
uma transversal
(EF09MA10) Demonstrar relações simples entre os ângulos formados por retas paralelas cortadas por uma transversal.
Relações entre arcos e ângulos na circunferência de um círculo
(EF09MA11) Resolver problemas por meio do estabelecimento de relações entre arcos, ângulos centrais e ângulos inscritos na
circunferência, fazendo uso, inclusive, de softwares de geometria dinâmica.
Semelhança de triângulos (EF09MA12) Reconhecer as condições necessárias e suficientes para que dois triângulos sejam semelhantes.
Relações métricas no triângulo retângulo
Teorema de Pitágoras: verificações experimentais e demonstração
Retas paralelas cortadas por transversais: teoremas de proporcionalidade e verificações
experimentais
(EF09MA13) Demonstrar relações métricas do triângulo retângulo, entre elas o teorema de Pitágoras, utilizando, inclusive, a seme-
lhança de triângulos.
(EF09MA14) Resolver e elaborar problemas de aplicação do teorema de Pitágoras ou das relações de proporcionalidade envolven-
do retas paralelas cortadas por secantes.
Polígonos regulares
(EF09MA15) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a construção de um polígono regular cuja me-
dida do lado é conhecida, utilizando régua e compasso, como também softwares.
Distância entre pontos no plano cartesiano
(EF09MA16) Determinar o ponto médio de um segmento de reta e a distância entre dois pontos quaisquer, dadas as coordenadas des-
ses pontos no plano cartesiano, sem o uso de fórmulas, e utilizar esse conhecimento para calcular, por exemplo, medidas de perímetros
e áreas de figuras planas construídas no plano.
Vistas ortogonais de figuras espaciais (EF09MA17) Reconhecer vistas ortogonais de figuras espaciais e aplicar esse conhecimento para desenhar objetos em perspectiva.
Grandezas e medidas
Unidades de medida para medir distâncias muito grandes e muito pequenas
Unidades de medida utilizadas na informática
(EF09MA18) Reconhecer e empregar unidades usadas para expressar medidas muito grandes ou muito pequenas, tais como distân-
cia entre planetas e sistemas solares, tamanho de vírus ou de células, capacidade de armazenamento de computadores, entre outros.
Volume de prismas e cilindros
(EF09MA19) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de volumes de prismas e de cilindros retos, inclusive com uso de
expressões de cálculo, em situações cotidianas.
Probabilidade e estatística
Análise de probabilidade de eventos aleatórios: eventos dependentes e independentes
(EF09MA20) Reconhecer, em experimentos aleatórios, eventos independentes e dependentes e calcular a probabilidade de sua
ocorrência, nos dois casos.
Análise de gráficos divulgados pela mídia: elementos que podem induzir a erros de leitura ou
de interpretação
(EF09MA21) Analisar e identificar, em gráficos divulgados pela mídia, os elementos que podem induzir, às vezes propositadamen-
te, erros de leitura, como escalas inapropriadas, legendas não explicitadas corretamente, omissão de informações importantes (fon-
tes e datas), entre outros.
Leitura, interpretação e representação de dados de pesquisa expressos em tabelas de dupla
entrada, gráficos de colunas simples e agrupadas, gráficos de barras e de setores e gráficos
pictóricos
(EF09MA22) Escolher e construir o gráfico mais adequado (colunas, setores, linhas), com ou sem uso de planilhas eletrônicas, para
apresentar um determinado conjunto de dados, destacando aspectos como as medidas de tendência central.
Planejamento e execução de pesquisa amostral e apresentação de relatório
(EF09MA23) Planejar e executar pesquisa amostral envolvendo tema da realidade social e comunicar os resultados por meio de re-
latório contendo avaliação de medidas de tendência central e da amplitude, tabelas e gráficos adequados, construídos com o apoio
de planilhas eletrônicas.
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Sumário
CAPÍTULO 1
Sistema de numeração decimal ...............6
Números ...................................................... 8
A escola de Pitágoras .................................. 8
O surgimento dos números ........................10
CAPÍTULO 1
Os números irracionais .................................. 6
Os números irracionais ....................................... 8
Representação na reta numérica ........................ 8
Operações com irracionais ................................. 9
Problemas envolvendo os números irracionais .. 11
Atividades .......................................................... 12
Para analisar ....................................................... 14
Refletindo sobre o texto .................................... 14
Resgatando a história ......................................... 15
Amplie o conhecimento ..................................... 15
Aprimorando conceitos ...................................... 16
Praticando mais .................................................. 17
CAPÍTULO 2
Os números reais ........................................... 22
Os números reais ................................................ 24
Atividades .......................................................... 24
Os números reais para medir os segmentos de
reta ..................................................................... 25
Potências com expoentes negativos e
fracionários ......................................................... 26
Notação científica .............................................. 29
Unidades de medidas muito grandes e muito
pequenas ............................................................ 30
Unidades de medidas utilizadas na informática .... 30
Operações com números reais .......................... 32
Problemas envolvendo os números reais ........... 38
Atividades .......................................................... 40
Para analisar ....................................................... 42
Refletindo sobre o texto .................................... 42
Resgatando a história ......................................... 43
Amplie o conhecimento ..................................... 43
Aprimorando conceitos ...................................... 44
Praticando mais .................................................. 45
CAPÍTULO 3
Porcentagens e Juros .................................... 52
A matemática financeira ..................................... 54
Porcentagens ..................................................... 54
Porcentuais sucessivos ....................................... 56
Problemas envolvendo porcentagens ................ 58
Atividades .......................................................... 59
Juros ................................................................... 60
Termos utilizados para determinação de juros ....61
Regras para determinar os juros simples e suas
partes envolvidas ............................................... 61
Juros compostos ................................................ 62
Atividades .......................................................... 64
Para analisar ....................................................... 65
Refletindo sobre o texto .................................... 65
Fator de multiplicação ....................................... 66
Resgatando a história ......................................... 66
Amplie o conhecimento ..................................... 67
Aprimorando conceitos ...................................... 69
Praticando mais .................................................. 70
CAPÍTULO 4
Equações polinomiais do 2º grau................... 78
Resolução de equações por meio de fatoração 80
Sistema e equações do 2º grau ......................... 82
Problemas envolvendo equações polinomiais
do 2º grau .......................................................... 83
Equações do 2º grau disfarçadas ....................... 84
Inequações do 2º grau ....................................... 87
Atividades .......................................................... 88
Para analisar ....................................................... 90
Refletindo sobre o texto .................................... 91
Resgatando a história ......................................... 91
Amplie o conhecimento ..................................... 91
Aprimorando conceitos ...................................... 92
Praticando mais .................................................. 93
CAPÍTULO 5
Funções ......................................................... 100
Função ................................................................ 100
Domínio, contradomínio e imagem de uma
função ................................................................. 102
Lei de formação e valor numérico de uma
função ................................................................. 103
Construção gráfica de uma função .................... 104
Determinação do domínio de uma função ........ 105
Determinando o domínio e a imagem através
do gráfico da função y = f(x) .............................. 106
Atividades .......................................................... 106
A função polinomial do 1º grau ......................... 109
Os segmentos de retas vertical e horizontal no
plano cartesiano ................................................. 109
Zero ou raiz da função polinomial do 1º grau .... 110
O gráfico da função polinomial do 1º grau ........ 110
Caso especial de função polinomial do
1º grau ................................................................ 112
Determinando a equação da reta que passa pelos
dois pontos da função f(x) = ax + b ................... 113
Atividades .......................................................... 114
Função polinomial do 2º grau ............................ 116
Representação gráfica das funções polinomias
do 2º grau .......................................................... 116
Construindo o gráfico de uma função polinomial
do 2º grau .......................................................... 117
Zeros ou raízes da função polinomial do
2º grau ................................................................ 118
Coordenadas do vértice de uma função
polinomial do 2º grau ......................................... 119
Determinando as coordenadas do vértice de uma
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função polinomial do 2° grau ............................. 120
Valor máximo e valor mínimo de uma função
polinomial do 2º grau ......................................... 121
Estudo dos sinais de uma função polinomial
do 2º grau .......................................................... 121
Atividades .......................................................... 125
Para analisar ....................................................... 126
Refletindo sobre o texto .................................... 127
Resgatando a história ......................................... 127
Amplie o conhecimento ..................................... 128
Refletindo sobre o texto .................................... 128
Aprimoramdo conceitos ..................................... 129
Praticando mais .................................................. 130
CAPÍTULO 6
Razão entre grandezas .................................. 138
Razão e proporção ............................................. 140
Escalas – O real e o reduzido ............................. 140
Feixe de retas paralelas e uma reta transversal .....141
Semelhança de figuras ....................................... 142
Polígonos semelhantes ...................................... 142
Semelhança de triângulos .................................. 144
Linhas homólogas ............................................... 145
Teorema fundamental da semelhança de
triângulos ............................................................ 145
Consequência da semelhança de triângulos ..... 146
Atividades .......................................................... 147
Para analisar ....................................................... 149
Refletindo sobre o texto .................................... 149
Resgatando a história ......................................... 149
Amplie o conhecimento .....................................150
Refletindo sobre o texto .................................... 150
Aprimorando conceitos ...................................... 151
Praticando mais .................................................. 152
CAPÍTULO 7
Produtos notáveis.......................................... 162
Técnicas dos produtos notáveis ......................... 164
Produtos notáveis especiais ............................... 166
Fatoração de produtos notáveis ........................ 167
Atividades .......................................................... 171
Resgatando a história ......................................... 173
Para analisar ....................................................... 174
Refletindo sobre o texto .................................... 174
Amplie o conhecimento ..................................... 175
Aprimorando conceitos ...................................... 176
Praticando mais .................................................. 177
CAPÍTULO 8
Ângulos e triângulos ...................................... 182
Ângulos .............................................................. 184
Relação entre ângulos ........................................ 184
Atividades .......................................................... 188
Propriedades dos ângulos ................................. 189
Relações entre ângulos e arcos numa
circunferência ..................................................... 190
A graduação em radianos .................................. 191
Relação entre graus e radianos .......................... 191
Relações entre ângulos no triângulo .................. 192
Atividades .......................................................... 193
Ângulo inscrito ................................................... 195
Medidas de ângulos cujos vértices não pertencem
à circunferência .................................................. 195
Distância entre dois pontos no plano
cartesiano ........................................................... 197
Atividades ......................................................... 199
Para analisar ....................................................... 201
Refletindo sobre o texto .................................... 202
Resgatando a história ......................................... 202
Amplie o conhecimento ..................................... 203
Aprimorando conceitos ...................................... 203
Praticando mais .................................................. 204
CAPÍTULO 9
FIguras espaciais ........................................... 212
Vistas ortogonais ................................................ 214
Objetos de perspectiva ...................................... 215
Construindo objetos segundo a perspectiva
cavalera .............................................................. 215
Construindo objetos segundo a perspectiva
axométrica .......................................................... 217
Volume das figuras espaciais .............................. 220
Atividades .......................................................... 222
Para analisar ....................................................... 223
Refletindo sobre o texto .................................... 224
Resgatando a história ......................................... 224
Amplie o conhecimento ..................................... 224
Aprimorando conceitos ...................................... 225
Praticando mais .................................................. 226
CAPÍTULO 10
Probabilidade e estatística ............................ 236
Probabilidade ..................................................... 238
Experimentos aleatórios .................................... 238
Espaço amostral ................................................. 238
Atividades .......................................................... 239
Tipos de gráfico: barra, segmentos, setores e
pictóricos ............................................................ 240
Leitura e interpretação de gráficos e tabelas .... 243
As tabelas ........................................................... 244
Formulação de relatório de pesquisa amostral ... 245
Atividades .......................................................... 247
Para analisar ....................................................... 249
Refletindo sobre o texto .................................... 249
Resgatando a história ......................................... 250
Amplie o conhecimento ..................................... 250
Aprimorando conceitos ...................................... 251
Praticando mais ................................................. 252
Caderno de respostas ........................................ 266
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ME_Matemática_Contextualizada_9A_01.indd 5 22/07/2018 14:59:50
• Veremos neste capítulo a representação
ímpar de um número pertencente ao
conjunto dos irracionais.
• Compreenderemos o correto
posicionamento de um número irracional
na reta numérica.
• Aprenderemos as operações envolvendo
os números irracionais.
• Finalmente, interpretaremos e
desenvolveremos problemas envolvendo
esse conjunto numérico.
Foi em Metaponto, cidade localizada no
Golfo de Tarento, na atual Itália, que nas-
ceu Hipaso de Metaponto. Ele fez a des-
coberta dos números irracionais.
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Os números irracionais
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P
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• Veremos neste capítulo a representação
ímpar de um número pertencente ao
conjunto dos irracionais.
• Compreenderemos o correto
posicionamento de um número irracional
na reta numérica.
• Aprenderemos as operações envolvendo
os números irracionais.
• Finalmente, interpretaremos e
desenvolveremos problemas envolvendo
esse conjunto numérico.
Foi em Metaponto, cidade localizada no
Golfo de Tarento, na atual Itália, que nas-
ceu Hipaso de Metaponto. Ele fez a des-
coberta dos números irracionais.
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Os números irracionais
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8
Conteúdos
conceituais
• Apresentação dos números irracio-
nais;
• Representação dos irracionais na re-
ta numérica;
• Operações com números irracionais;
• Problemas envolvendo números irra-
cionais.
BNCC
• Números irracionais: reconhecimen-
to e localização dos números irracio-
nais na reta numérica.
Habilidades trabalhadas no
capítulo
(EF09MA02) Reconhecer um número
irracional como um número real cuja
representação decimal é infinita e não
periódica, e estimar a localização de
alguns deles na reta numérica.
Anotações
Passando novamente a reta numérica, comprovaremos as posições anteriormente apresentadas.
–2 0–1 1 2
1,42...
1,73...
Questão resolvida
Utilize o plano cartesiano apresentado a seguir e localize na reta numérica do eixo das abscissas
(x) o número pí (p) e o número de Neper (l).
Solução:
Utilizando as formas decimais desses dois números solicitados, vamos indicar suas posições no
plano a seguir.
p = 3, 141592...
l = 2, 7182818...
Os números acima são aproximadamente: 3,14 e 2,71.
–3 –1 10
1
2
3
y
–1
–2
–3
3
x
2–2
3,14
2,71
Operações com irracionais
Vamos verificar agora, como se comportam os números irracionais quando trabalhados nas ope-
rações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Adição e subtração envolvendo os irracionais
Temos a condição de adicionar ou subtrair números irracionais na sua forma com radicais, se e
somente se, os radicandos forem de mesmo valor. Lembre-se que radicando é o algarismo que se
encontra dentro do índice da raíz e índice é o símbolo .
Exemplo:
9CAPÍTULO 1 I Os númerosirracionais
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Os números irracionais
Existem números decimais não exatos infinitos que não possuem período, ou seja, números que
após a vírgula não possuem algarismos repetidos.
São exemplos os números:
I. 1, 414213562...
II. 1, 7320508...
III. 3, 141592...
IV. 2, 7182818...
V. 0,14285...
Esses números acima podem ainda ser representados por outros algarismos.
Observe:
I. 2
II. 3
III. p Número pí
IV. l Número de Neper.
Essas representações numéricas apresentam exemplos de números irracionais em suas formas
distintas.
Afirma-se isso, pois:
I. 2 = 1, 414213562...
II. 3 = 1, 7320508...
III. p = 3, 141592...
IV. l = 2, 7182818...
Classifica-se como número irracional todo número cuja representação decimal é infinita e não
periódica. Esse número pertence ao conjunto dos números irracionais (I).
Representação na reta numérica
Na reta numérica, o modo prático para indicar um número irracional é transformar esse número
no seu formato decimal.
Vamos acompanhar os exemplos a seguir:
− ≅ − − ≅ −
≅ ≅
3 1 73 2 1 41
3 1 73 2 1 41
, ... , ...
, ... , ...
Temos na reta numérica acima, os seguintes números irracionais: − −3 2 3 2, , , . Transforman-
do esse em números decimais temos:
0 1 2–1–2 − 2− 3 32
8 CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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9
Leitura complementar
O surgimento dos
números irracionais
O filosofo grego Hipassus de Me-
taponto é creditado na História como
a primeira pessoa a provar a existên-
cia de números irracionais. Seu méto-
do envolveu o uso da técnica de con-
tradição, na qual assumiu que “raiz de
2” é um número racional. Ele, então,
continuou mostrando que nenhum nú-
mero racional poderia existir. Portanto
tinha de ser algo diferente.
A razão por ele ter escolhido “raiz
de 2” para seus cálculos é dupla. Em
primeiro lugar, é a técnica mais fácil
para provar a existêcia de números ir-
racionais. Em segundo lugar, tem um
grande significado para os pitagóricos.
Ele assumiu primeiro que “raiz de
2” é um número racional. Visto que
cada número racional pode ser ex-
presso como uma razão, então, de
acordo com sua suposição, a “raiz de
2” poderia ser expressa como razão,
p
q
, que é uma relação. Onde p e q
são inteiros e não têm qualquer fato-
res comuns, exceto o número 1, que é
como definimos a forma mais baixa de
representação de um número racional.
Em seguida, Hípaso afirmou que,
se q não for zero, ele poderia ser mul-
tiplicado em ambos os lados. Se am-
bos os lados forem elevados ao qua-
drado: 2q2 = p2.
Sabemos que quadrados de nú-
meros ímpares sempre dão um núme-
ro ímpar, enquanto que o quadrdao
de um número par sempre dá um nú-
mero par. Se q é um número inteiro, p
também teria de ser um número intei-
ro, uma vez que é igual a 2 vezes q2.
Assim, poderia ser substituído por 2x,
onde x é qualquer inteiro, e 2x é sem-
pre o mesmo.
Sobre a substituição p com 2x na
equação, obtemos 2t2 = 4 x 2, ou q2
= 2 x 2. Isto implica que q é também
um número inteiro, uma vez que é 2
vezes x2.
Curiosamente, a condição inicial
era que p e q não poderiam ter quais-
quer fatores comuns. No entanto, ao
utilizarmos a álgebra simples, parece
que chegamos à conclusão de que p e
q são mesmo números inteiros. Se fos-
sem uniformes, teriam sempre 2 como
um fator comum, o que contradiz nos-
sa condição.
Fonte: https://www.dicasecuriosidades.
net/2017/02/como-os-numeros-irracionais-
foram.html. Adaptado.
Anotações
Passando novamente a reta numérica, comprovaremos as posições anteriormente apresentadas.
–2 0–1 1 2
1,42...
1,73...
Questão resolvida
Utilize o plano cartesiano apresentado a seguir e localize na reta numérica do eixo das abscissas
(x) o número pí (p) e o número de Neper (l).
Solução:
Utilizando as formas decimais desses dois números solicitados, vamos indicar suas posições no
plano a seguir.
p = 3, 141592...
l = 2, 7182818...
Os números acima são aproximadamente: 3,14 e 2,71.
–3 –1 10
1
2
3
y
–1
–2
–3
3
x
2–2
3,14
2,71
Operações com irracionais
Vamos verificar agora, como se comportam os números irracionais quando trabalhados nas ope-
rações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Adição e subtração envolvendo os irracionais
Temos a condição de adicionar ou subtrair números irracionais na sua forma com radicais, se e
somente se, os radicandos forem de mesmo valor. Lembre-se que radicando é o algarismo que se
encontra dentro do índice da raíz e índice é o símbolo .
Exemplo:
9CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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Os números irracionais
Existem números decimais não exatos infinitos que não possuem período, ou seja, números que
após a vírgula não possuem algarismos repetidos.
São exemplos os números:
I. 1, 414213562...
II. 1, 7320508...
III. 3, 141592...
IV. 2, 7182818...
V. 0,14285...
Esses números acima podem ainda ser representados por outros algarismos.
Observe:
I. 2
II. 3
III. p Número pí
IV. l Número de Neper.
Essas representações numéricas apresentam exemplos de números irracionais em suas formas
distintas.
Afirma-se isso, pois:
I. 2 = 1, 414213562...
II. 3 = 1, 7320508...
III. p = 3, 141592...
IV. l = 2, 7182818...
Classifica-se como número irracional todo número cuja representação decimal é infinita e não
periódica. Esse número pertence ao conjunto dos números irracionais (I).
Representação na reta numérica
Na reta numérica, o modo prático para indicar um número irracional é transformar esse número
no seu formato decimal.
Vamos acompanhar os exemplos a seguir:
− ≅ − − ≅ −
≅ ≅
3 1 73 2 1 41
3 1 73 2 1 41
, ... , ...
, ... , ...
Temos na reta numérica acima, os seguintes números irracionais: − −3 2 3 2, , , . Transforman-
do esse em números decimais temos:
0 1 2–1–2 − 2− 3 32
8 CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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10
Leitura complementar
Histórico do número pi
Apesar de ser a 16ª letra do alfabe-
to grego, os gregos antigos não uti-
lizavam a letra pi (π) para designar a
relação entre o perímetro e o diâme-
tro de uma circunferência. A histó-
ria fascinante do π começou há apro-
ximadamente, 4.000 anos, apesar de
os matemáticos só começarem a uti-
lizar símbolos para designar π cerca
de 2.000 anos depois dos trabalhos de
Arquimedes (BOYER, 1996). O símbo-
lo usado atualmente tem uma história
com menos de 250 anos.
É importante focar que, na histó-
ria do π, um dos passos fundamentais
consistiu em adquirir consciência da
constância da razão entre o perímetro
e o diâmetro de qualquer círculo, pois
sem esse entendimento nunca se teria
calculado o valor de π. Inúmeros po-
vos andaram a sua procura mesmo an-
tes que chegassem a ter consciência
matemática.
O valor 3 foi usado durante muito
tempo em certas civilizações por mo-
tivos religiosos e culturais, como a dos
egípcios e a dos babilônios, que já ob-
tinham conhecimentos sobre outras
determinações. Arquimedes de Sira-
cusa (287–212 a.C.) pôs mãos à obra
com expedientes novos, muito profun-
dos. Sabia que π não era racionalmen-
te determinável, ou, ao menos, o sus-
peitava (BOYER, 1996).
Assim sendo, propôs-se descobrir
um processo para a determinação de
π, o Método de Arquimedes, com
a precisão que se desejasse. Arqui-
medes de Siracusa, matemático, físi-
co, engenheiro, inventor e astrônomo
grego, utilizou processos geométricos
complicados, mas gerais, que deram
limites inferiores e superiores para π.
Também utilizou alguns polígonos re-
gulares, com um número crescente de
lados, até chegar ao polígono de 96 la-
dos, pelo qual obteve uma aproxima-
çãode π, que é 3,1410 < π < 3,1428.
No entanto, o matemático chi-
nês Yang Hui (263 d.C.) descobriu, por
meio de polígonos regulares inscritos e
circunscritos, que 3,1401 < π < 3,1427.
Dois séculos mais tarde, o matemáti-
co e astrônomo chinês Tsu Chung-Chi
(430–501 d.C.) chegou a um valor de π
extraordinariamente preciso, conside-
rada a época em que foi calculado. O
π de Tsu Chung-Chi, em nossa nota-
ção decimal, oscilaria entre 3,1415926
e 3,1415927 (Blatner, 2001).
Na Itália, no século XIII, o Papa Ino-
cêncio III governava os estados ponti-
fícios desde 1198 e, em 1212, conse-
guiu proclamar o seu pupilo Frederico
II, nomeado “stupor mundi” (o espan-
to do mundo), rei da Germânia, que era
neto de Frederico I, Frederico Barba
Roxa. Conhecedor de todas as línguas
que se falavam na capital do seu reino
da Sicília: francês, italiano, latim, grego
e árabe, assimilou o essencial de três
civilizações universais (a clássica, a cris-
tã, e a oriental), e fez da sua corte, em
Palermo, um centro de cultura numa
espécie de Academia das Ciências.
Em Nápoles, fundou a primeira univer-
2
3
3
3
2 3
9
2 3
3
× = =
II)
4
2 3
=
Solucionando, temos:
4
2 3
2 3
2 3
8 3
4 9
8 3
4 3
8 3
12
× = = =
.
Problemas envolvendo os números irracionais
Como para apresentar objetos no cotidiano que possam ser quantificados com números irracio-
nais é uma tarefa difícil, os problemas propostos envolvendo esses números são apresentados de
modo algébrico.
Onde fica por nossa tarefa apenas a execução das operações apresentadas nos problemas propostos.
Exemplo:
Luiz e José são dois alunos de uma mesma turma de 9º ano e estão estudando a resolução de
operações envolvendo números irracionais.
Houve uma disputa na sala entre eles, se tratava de escolher, em um sorteio, uma questão e
resolvê-la corretamente.
Luiz escolheu a divisão
3
2
=. Já José escolheu no sorteio a multiplicação 2 3 3× =. Caso eles
solucionem corretamente e, em seguida,o resultado da divisão de Luiz seja dividido pelo resultado
da multiplicação de José, que resposta final será obtida?
Solução:
Para a questão de Luiz temos:
3
2
3
2
2
2
3 2
4
3 2
2
= × = =
Para a questão de José temos:
2 3 3 2 9 2 3 6× = = × =
Dividindo o resultado obtido por Luiz pelo de José temos:
3 2
2
6
3 2
2
1
6
3 2
12
= × =
Finalmente, simplificando 3 e também 12 por 3, encontraremos a resposta final.
3 2
12
3 3 2
12 3
2
4
=
÷
÷
=
Temos os algarismos 8 e 12 que são múltiplos de 4. Assim, deve-se simplificar
esses algarismos, dividindo os mesmos por 4.
8 3
12
8 4 3
12 4
2 3
3
=
÷
÷
=
11CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
Matematica_Contextualizada_9ºano_01.indd 11 20/06/2018 18:02:47
I. 2 2 2 2+ = .
II. 3 5 1 5 4 5+ = .
III. 3 7 7 2 7− =
IV. − − = −5 3 2 3 7 3
Mas, e quando os radicando não forem de mesmo valor?
Nesses casos não podemos adicionar os subtrair os números apresentados.
Exemplo:
I. − −5 3 2 7 Não há como efetuar a subtração!
II. 4 3 2 7+ Não há como efetuar a adição!
Lembre-se que isso ocorre, pois estamos
adicionando, na verdade, os seguintes nú-
meros: 1 2 1 2 2 2+ =
Multiplicação envolvendo os irracionais
É possível calcular o produto entre dois ou mais números irracionais, efetuando suas partes loca-
lizadas nas mesmas posições, sem a necessidade de que essas possuam o mesmo algarismo.
Temos ainda, após a multiplicação, que fatorar o radicando encontrado ou extrair a raiz, quando
possível, desse radicando.
Exemplo:
4 3 2 4 6× = Esse é o nosso produto pois, não existe fatores semelhantes na fa-toração do algarismo 6.
4 2 3 2 12 4 12 2 24× = = × = Extraímos a 4 2= e então finalizamos a operação. 24 é o nosso produto.
3 2 2 5 5 2 3 2 5 2 5 2 30 20× × = × × × × × =( ) ( ) Fatorando 20 teremos 22 . 5
Continue acompanhando:
30 2 5 30 4 5 30 4 5 30 2 5 60 5² ⋅ = ⋅ = × × = × =
Divisão envolvendo os irracionais
Inicialmente vamos relembrá-lo de que toda fração é também uma divisão. Isso é importante
para que possamos mencionar que uma fração não pode possuir no seu denominador algarismo
composto por raiz.
Mas, o que fazer quando isso ocorre?
E como isso ocorre?
Isso irá ocorrer exatamente na divisão envolvendo os números irracionais. Quanto ao que fazer,
nós teremos que efetuar uma operação classificada como racionalização de denominadores. Só
assim, conseguiremos o quociente da operação.
Exemplo:
I)
2
3
=Temos aqui uma divisão onde no denominador existe um número irracional.
Para racionalizar e assim resolver essa divisão, deve-se: multiplicar a fração existente por uma
outra fração, onde o numerador e também o denominador, tenham o irracional da fração original.
10 CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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11
sidade subsidiada pelo Estado (SILVEI-
RA, 2001). Partiu do valor de Arquime-
des 22/7, a que denominou de inexato
e, conhecendo o valor 377/120 calcula-
do por Ptolomeu, calculou um valor a
que chamou de exato (π = 355/113 =
3,1415929).
A época do Renascimento trouxe
um novo mundo matemático. Entre
os primeiros efeitos desse “renascer”,
está a necessidade de encontrar uma
fórmula para o π. Descobriu-se então
a definição não geométrica de π e do
papel não geométrico deste valor. As-
sim se chegou à descoberta das repre-
sentações de π por séries infinitas.
O matemático inglês William
Shanks usou a fórmula de Machin para
calcular π até as 707 casas decimais,
das quais só 527 estavam corretas, pu-
blicando o resultado do seu trabalho
em 1873.
Em 1949 um computador foi usa-
do para calcular π até 2.000 casas de-
cimais. Em 1961, foi possível encontrar,
por meio da computação, a aproxima-
ção de π utilizando 100.265 casas de-
cimais. Mais tarde, em 1967, aproxi-
mou-se até às 500.000 casas decimais
(ANDRADE, 1999).
Recentemente, David Harold Bai-
ley, Peter Borwein e Simon Plouf-
fe contabilizaram 10 bilhões de casas
decimais para π, usando uma fórmu-
la que apresenta cada casa decimal do
π individualmente, para cada n esco-
lhido. O conhecimento de um número
cada vez maior de dígitos de π pode
trazer grandes avanços na área tecno-
lógica, principalmente na construção
de novos computadores, pois o cálcu-
lo de seu valor é usado para testes de
software e hardware, nos quais uma di-
ferença em um de seus algarismos in-
dica falha em suas arquiteturas (AN-
DRADE, 1999).
É importante salientar, ainda, que o
símbolo π foi usado pela primeira vez,
no seu significado atual, por William
Jones, em 1706, no seu livro Synop-
sis palmariorum matheseos. Contudo,
nesse mesmo livro, o autor utiliza π em
diferentes acepções. Alguns autores
inferem que o fato de ter utilizado o
símbolo π foi a maior contribuição de
Jones para a Matemática (LIMA, 1985).
O primeiro grande matemático a
utilizar π foi Leonhard Euler, mas ain-
da não se sabe se Euler teve ou não
contato com o trabalho de Jones. Em
1736, Euler começa a utilizar π, e len-
tamente outros matemáticos também
começaram a utilizá-lo. No seu livro
Introductio in analysin infinitorum, de
1748, a utilização do símbolo torna-se
sistemática (LIMA, 1985).
SANTOS, Gilvaneide. Número π: histórico,
sua irracionalidade e transcedência. Brasília:
UcB. Disponível em: https://repositorio.ucb.br/
jspui/bitstream/10869/1877/1/Gilvaneide%20
Lucena%20dos%20Santos.pdf. Adaptado.
Anotações
2
3
3
3
2 3
9
2 3
3
× = =
II)
4
2 3
=
Solucionando, temos:
4
2 3
2 3
2 3
8 3
4 9
8 3
4 3
8 3
12
× = = =
.
Problemas envolvendo os números irracionais
Como para apresentar objetos no cotidiano que possam ser quantificados com números irracio-
nais é uma tarefa difícil, os problemas propostos envolvendo esses números são apresentados de
modo algébrico.
Onde fica por nossa tarefa apenas a execução das operações apresentadas nos problemas propostos.
Exemplo:
Luiz e José são dois alunos de uma mesma turma de 9º ano e estão estudandoa resolução de
operações envolvendo números irracionais.
Houve uma disputa na sala entre eles, se tratava de escolher, em um sorteio, uma questão e
resolvê-la corretamente.
Luiz escolheu a divisão
3
2
=. Já José escolheu no sorteio a multiplicação 2 3 3× =. Caso eles
solucionem corretamente e, em seguida,o resultado da divisão de Luiz seja dividido pelo resultado
da multiplicação de José, que resposta final será obtida?
Solução:
Para a questão de Luiz temos:
3
2
3
2
2
2
3 2
4
3 2
2
= × = =
Para a questão de José temos:
2 3 3 2 9 2 3 6× = = × =
Dividindo o resultado obtido por Luiz pelo de José temos:
3 2
2
6
3 2
2
1
6
3 2
12
= × =
Finalmente, simplificando 3 e também 12 por 3, encontraremos a resposta final.
3 2
12
3 3 2
12 3
2
4
=
÷
÷
=
Temos os algarismos 8 e 12 que são múltiplos de 4. Assim, deve-se simplificar
esses algarismos, dividindo os mesmos por 4.
8 3
12
8 4 3
12 4
2 3
3
=
÷
÷
=
11CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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I. 2 2 2 2+ = .
II. 3 5 1 5 4 5+ = .
III. 3 7 7 2 7− =
IV. − − = −5 3 2 3 7 3
Mas, e quando os radicando não forem de mesmo valor?
Nesses casos não podemos adicionar os subtrair os números apresentados.
Exemplo:
I. − −5 3 2 7 Não há como efetuar a subtração!
II. 4 3 2 7+ Não há como efetuar a adição!
Lembre-se que isso ocorre, pois estamos
adicionando, na verdade, os seguintes nú-
meros: 1 2 1 2 2 2+ =
Multiplicação envolvendo os irracionais
É possível calcular o produto entre dois ou mais números irracionais, efetuando suas partes loca-
lizadas nas mesmas posições, sem a necessidade de que essas possuam o mesmo algarismo.
Temos ainda, após a multiplicação, que fatorar o radicando encontrado ou extrair a raiz, quando
possível, desse radicando.
Exemplo:
4 3 2 4 6× = Esse é o nosso produto pois, não existe fatores semelhantes na fa-toração do algarismo 6.
4 2 3 2 12 4 12 2 24× = = × = Extraímos a 4 2= e então finalizamos a operação. 24 é o nosso produto.
3 2 2 5 5 2 3 2 5 2 5 2 30 20× × = × × × × × =( ) ( ) Fatorando 20 teremos 22 . 5
Continue acompanhando:
30 2 5 30 4 5 30 4 5 30 2 5 60 5² ⋅ = ⋅ = × × = × =
Divisão envolvendo os irracionais
Inicialmente vamos relembrá-lo de que toda fração é também uma divisão. Isso é importante
para que possamos mencionar que uma fração não pode possuir no seu denominador algarismo
composto por raiz.
Mas, o que fazer quando isso ocorre?
E como isso ocorre?
Isso irá ocorrer exatamente na divisão envolvendo os números irracionais. Quanto ao que fazer,
nós teremos que efetuar uma operação classificada como racionalização de denominadores. Só
assim, conseguiremos o quociente da operação.
Exemplo:
I)
2
3
=Temos aqui uma divisão onde no denominador existe um número irracional.
Para racionalizar e assim resolver essa divisão, deve-se: multiplicar a fração existente por uma
outra fração, onde o numerador e também o denominador, tenham o irracional da fração original.
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12
6. Qual dos números apresentados abaixo não
é um irracional?
a. 5 .
b. 11 .
c. 67 .
d. X 625 .
e. 53 .
5. Qual dos números abaixo é claramente um
número irracional?
a. 5,2323232323…
b. 0,561561561…
c. 2,91919191…
d. 0,1111111111…
e. X 1,112233445566…
8. Solucione as adições e subtrações envolven-
do os irracionais.
a. 2 3 5 3+ = 7 3
9. Determine os produtos das operações envol-
vendo os irracionais e quando possível simplifi-
que o radicando.
a. 3 2 5× =
b. 2 2 3 2 3 5× × =
c. 4 2 3 3 3× × =
2 15
18 20 18 2 5 36 5= ⋅ =
12 18 12 3 2 36 2= ⋅ =
10. Resolva as divisões, racionalizando sempre
que necessário.
a.
3 2
3
=
b.
4 2
5
=
c.
3
2
=
d.
5 2
7
=
e.
4 2
2 3
=
6
4 10
5
6
2
5 14
7
2 6
3
7. (Proeb) O valor de 7 é um número irracio-
nal. Esse valor está localizado na reta numérica
entre os números naturais...
a. 1 e 2.
b. 2 e 3.
c. 3 e 4.
d. 4 e 5.
e. 5 e 6.
nessa reta numérica. Supondo que ela marque
corretamente a sequência, leia com atenção as
afirmações e marque a alternativa correta.
I. Todos os três pontos localizam-se entre os
números 1 e 2.
II. Um desses pontos localiza-se entre os núme-
ros 2 e 3.
III. Dois desses pontos localizam-se entre os nú-
meros 1 e 2.
a. Apenas a alternativa I está correta.
b. As alternativas I e II estão corretas.
c. As alternativas I e III estão corretas.
d. X As alternativas II e III estão corretas.
e. Todas as alternativas estão corretas.
b. 4 2 2− =
c. 5 5 2 3 2 5 4 3− + + =
d. − + − =2 7 6 2 3 7
3 2
7 5 2 3+
6 2 5 7−
X
11. Dada a região retangular expressa pela figu-
ra, determine:
a. o perímetro.
24 cm.
b. a área.
31 cm2.
6 5+( ) cm
6 5−( ) cm
13CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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Concluímos que se Luiz e José solucionarem corretamente suas operações e, em seguida, dividi-
rem os resultados, a resposta final obtida será,
2
4
.
Você sabia?
O número de Napier também é conhecido como número de Euler?
O matemático escocês John Napier por volta do ano 1618, fez a primeira referência a constante
matemática que estamos mencionando.
A constante ℓ tem valor infinito e não periódico igual a 2, 7182818...
Em homenagem ao matemático suíço Leonard Euler essa constante é amplamente conhecida
como o número de Euler.
Além de número de Napier e número de Euler, a constante apresentada ainda recebe outras
classificações, são elas: constante de Néper, número de Neper, número neperiano e também núme-
ro exponencial.
Todas essas classificações falam da mesma constante matemática. Portanto, fique de olho bem
aberto e compreenda que essas classificações estão todas corretas, porém o nome de maior divul-
gação para esse número irracional é o número de Euler.
Atividades
1. Pesquise e descubra a maior representação
decimal do número de Neper.
e = 2,7182818284590452353602874... .
2. (PMSC) Leia as afirmações a seguir:
I. Os números naturais são aqueles inteiros não
positivos mais o zero.
II. Os números irracionais são aqueles que re-
presentam dízimas periódicas.
III. Os números reais representam a soma dos
números racionais com os irracionais.
Assinale a alternativa correta:
a. Somente a afirmação II está correta.
b. X Somente a afirmação III está correta.
c. Somente a afirmação I está correta.
d. Somente as afirmações II e III estão corretas.
4. Ana Célia possui uma reta numérica já com
três pontos graduados. Ela necessita indicar cor-
retamente a localização dos pontos 2 3 5, e
3. Pedro, Eduarda, João e Mariana escolheram
num livro de matemática de 9º ano, questões
sobre operações com números irracionais. Cada
um resolverá uma única questão, que estão
Aluno Operação Resultado
Pedro 2 3 2+ = 4 2 5 6= ,
Eduarda 3 2
3
= 2
João 3 2 5 2− = –2,82...
Mariana 2 2× = 2
Resposta: A operação que terá valor menor é a
de João –2,82...
apresentadas no quadro abaixo. Desejamos sa-
ber qual das operações terá, aproximadamente,
o menor valor.
X
12 CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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6. Qual dos números apresentados abaixo não
é um irracional?
a. 5 .
b. 11 .
c. 67 .
d. X 625 .
e. 53 .
5. Qual dos números abaixo é claramente um
número irracional?
a. 5,2323232323…
b. 0,561561561…
c. 2,91919191…
d. 0,1111111111…
e. X 1,112233445566…
8. Solucione as adições e subtrações envolven-
do os irracionais.
a. 2 3 5 3+ = 7 3
9. Determine os produtos das operações envol-
vendo os irracionais e quando possível simplifi-
que o radicando.
a. 3 2 5× =
b. 2 2 3 2 3 5× × =
c. 4 2 3 3 3× × =
2 15
18 20 18 2 5 36 5= ⋅ =
12 18 12 3 2 36 2= ⋅ =
10. Resolva as divisões,racionalizando sempre
que necessário.
a.
3 2
3
=
b.
4 2
5
=
c.
3
2
=
d.
5 2
7
=
e.
4 2
2 3
=
6
4 10
5
6
2
5 14
7
2 6
3
7. (Proeb) O valor de 7 é um número irracio-
nal. Esse valor está localizado na reta numérica
entre os números naturais...
a. 1 e 2.
b. 2 e 3.
c. 3 e 4.
d. 4 e 5.
e. 5 e 6.
nessa reta numérica. Supondo que ela marque
corretamente a sequência, leia com atenção as
afirmações e marque a alternativa correta.
I. Todos os três pontos localizam-se entre os
números 1 e 2.
II. Um desses pontos localiza-se entre os núme-
ros 2 e 3.
III. Dois desses pontos localizam-se entre os nú-
meros 1 e 2.
a. Apenas a alternativa I está correta.
b. As alternativas I e II estão corretas.
c. As alternativas I e III estão corretas.
d. X As alternativas II e III estão corretas.
e. Todas as alternativas estão corretas.
b. 4 2 2− =
c. 5 5 2 3 2 5 4 3− + + =
d. − + − =2 7 6 2 3 7
3 2
7 5 2 3+
6 2 5 7−
X
11. Dada a região retangular expressa pela figu-
ra, determine:
a. o perímetro.
24 cm.
b. a área.
31 cm2.
6 5+( ) cm
6 5−( ) cm
13CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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Concluímos que se Luiz e José solucionarem corretamente suas operações e, em seguida, dividi-
rem os resultados, a resposta final obtida será,
2
4
.
Você sabia?
O número de Napier também é conhecido como número de Euler?
O matemático escocês John Napier por volta do ano 1618, fez a primeira referência a constante
matemática que estamos mencionando.
A constante ℓ tem valor infinito e não periódico igual a 2, 7182818...
Em homenagem ao matemático suíço Leonard Euler essa constante é amplamente conhecida
como o número de Euler.
Além de número de Napier e número de Euler, a constante apresentada ainda recebe outras
classificações, são elas: constante de Néper, número de Neper, número neperiano e também núme-
ro exponencial.
Todas essas classificações falam da mesma constante matemática. Portanto, fique de olho bem
aberto e compreenda que essas classificações estão todas corretas, porém o nome de maior divul-
gação para esse número irracional é o número de Euler.
Atividades
1. Pesquise e descubra a maior representação
decimal do número de Neper.
e = 2,7182818284590452353602874... .
2. (PMSC) Leia as afirmações a seguir:
I. Os números naturais são aqueles inteiros não
positivos mais o zero.
II. Os números irracionais são aqueles que re-
presentam dízimas periódicas.
III. Os números reais representam a soma dos
números racionais com os irracionais.
Assinale a alternativa correta:
a. Somente a afirmação II está correta.
b. X Somente a afirmação III está correta.
c. Somente a afirmação I está correta.
d. Somente as afirmações II e III estão corretas.
4. Ana Célia possui uma reta numérica já com
três pontos graduados. Ela necessita indicar cor-
retamente a localização dos pontos 2 3 5, e
3. Pedro, Eduarda, João e Mariana escolheram
num livro de matemática de 9º ano, questões
sobre operações com números irracionais. Cada
um resolverá uma única questão, que estão
Aluno Operação Resultado
Pedro 2 3 2+ = 4 2 5 6= ,
Eduarda 3 2
3
= 2
João 3 2 5 2− = –2,82...
Mariana 2 2× = 2
Resposta: A operação que terá valor menor é a
de João –2,82...
apresentadas no quadro abaixo. Desejamos sa-
ber qual das operações terá, aproximadamente,
o menor valor.
X
12 CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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14
2. Escolha algarismos e comprove as quatro operações relacionando racionais e irracionais, ao tér-
mino verifique se o resultado dessas operações é mesmo um número irracional.
Sugestão de resposta:
a.
b.
3 3 3 1 73205080 4 73205080
3 2 3 1 41421356 4
+ = + =
× = × =
, ... , ...
, ... ,, ...
, ...
, ...
24264068
5
2
2 236067977
2
1 118033988c. = =
Resgatando a história
A divergência entre Pitágoras e Hipaso
Pitágoras era o líder de uma sociedade de estudiosos na Grécia Antiga. Os pitagóricos
eram respeitados e considerados por todos os gregos do mundo antigo como homens do
saber.
Entre seus membros, um deles merece nossa menção especial. Trata-se de Hipaso de
Metaponto, esse pitagórico nasceu em torno do ano 500 a.C., nas proximidades do golfo
de Tarento.
Foi Hipaso quem primeiro comprovou
a existência dos números irracionais. Isso
aconteceu num instante em que Pitágoras
e seus seguidores, com exceção de Hipaso,
pensavam que os números racionais conti-
nham toda a geometria.
Surge então o cálculo da hipotenusa do
triângulo retângulo com medida de catetos
igual a uma unidade.
Após o desenvolvimento do cálculo por
Hipaso, apareceu um número ou medida
até então desconhecida. Tal medida repre-
sentava um número irracional, Pitágoras não
aceitou tal descoberta, ficou furioso e Hipa-
so, por sua vez, quebrou o silêncio, o que não era comum aos pitagóricos. Como conse-
quência, isso lhe custou a vida.
Não se tem registros de como realmente se deu a morte de Hipaso, o que se descobriu,
muito tempo depois, é que ele tinha razão.
A prova clara disso são os números irracionais que nos são apresentados hoje.
Amplie o conhecimento
O número de ouro
Possuindo incontáveis aplicações, o número fí (phi) é representado no alfabeto grego
pelo símbolo φ; Considerando dois pontos A e B, localizados nas extremidades opostas de
um segmento de reta, tomando ainda um ponto X dividindo AB numa razão áurea, se X
pertence ao segmento AB temos a relação de que AX
XB
= =
+
=φ
1 5
2
1 61803398, ...
ho
m
b
re
/S
hu
tt
er
st
o
ck
.c
o
m
15CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
Matematica_Contextualizada_9ºano_01.indd 15 20/06/2018 18:02:51
Para analisar:
Identificando os irracionais
Desejamos identificar outros números pertencentes ao conjunto dos irracionais.
Mas, como isso será possível?
Os números irracionais podem ser obtidos por meio da expressão p , onde p necessaria-
mente deve ser um número primo e positivo. Lembre-se que classificamos um número como
sendo primo, se e somente se, esse número possuir apenas dois divisores, o número 1 e o
próprio número p, que estaremos a analisar.
Veja a seguir, a tabela com os números primos, existentes entre os números 1 e 100.
2 3 4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
41 42 43 44 45 46 47 48 49 50
51 52 53 54 55 56 57 58 59 60
61 62 63 64 65 66 67 68 69 70
71 72 73 74 75 76 77 78 79 80
81 82 83 84 85 86 87 88 89 90
91 92 93 94 95 96 97 98 99 100
Outra maneira eficiente de identificar números pertencentes ao conjunto dos irracionais
é fazer uso do fato de que, se ∝(mu) é um número irracional e ρ (rô) é um número racional
diferente de zero, então são válidas as seguintes relações:
µ ρ+ = irracional
µ ρ⋅ = irracional
µ
ρ
= irracional
ρ
µ
= irracional
Conferindo as relações, temos, por exemplo: 2 2 5 3
2
3
3
5
+ , , , .
Confie e faça o teste você mesmo com alguns algarismos, diferentes dos aqui apresenta-
dos, para comprovar essas duas regras.
Refletindo sobre o texto
1. Escolha no quadro dos números primos, 3 desses algarismos destacados em salmão e com o
auxílio de uma calculadora, comprove e registre se o resultado de suas raízes quadradas é mesmo
um número irracional.
Sugestão de resposta: 37 6 082762530 61 7 810249675 97 9 848857801= = =, ... , ... , ...
14 CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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15
2. Escolha algarismos e comprove as quatro operações relacionando racionais e irracionais, ao tér-
mino verifique se o resultado dessas operações é mesmo um número irracional.
Sugestão de resposta:
a.
b.
3 3 3 1 73205080 4 73205080
3 2 3 1 41421356 4
+ = + =
× = × =
, ... , ...
, ... ,, ...
, ...
, ...
24264068
5
2
2 236067977
2
1118033988c. = =
Resgatando a história
A divergência entre Pitágoras e Hipaso
Pitágoras era o líder de uma sociedade de estudiosos na Grécia Antiga. Os pitagóricos
eram respeitados e considerados por todos os gregos do mundo antigo como homens do
saber.
Entre seus membros, um deles merece nossa menção especial. Trata-se de Hipaso de
Metaponto, esse pitagórico nasceu em torno do ano 500 a.C., nas proximidades do golfo
de Tarento.
Foi Hipaso quem primeiro comprovou
a existência dos números irracionais. Isso
aconteceu num instante em que Pitágoras
e seus seguidores, com exceção de Hipaso,
pensavam que os números racionais conti-
nham toda a geometria.
Surge então o cálculo da hipotenusa do
triângulo retângulo com medida de catetos
igual a uma unidade.
Após o desenvolvimento do cálculo por
Hipaso, apareceu um número ou medida
até então desconhecida. Tal medida repre-
sentava um número irracional, Pitágoras não
aceitou tal descoberta, ficou furioso e Hipa-
so, por sua vez, quebrou o silêncio, o que não era comum aos pitagóricos. Como conse-
quência, isso lhe custou a vida.
Não se tem registros de como realmente se deu a morte de Hipaso, o que se descobriu,
muito tempo depois, é que ele tinha razão.
A prova clara disso são os números irracionais que nos são apresentados hoje.
Amplie o conhecimento
O número de ouro
Possuindo incontáveis aplicações, o número fí (phi) é representado no alfabeto grego
pelo símbolo φ; Considerando dois pontos A e B, localizados nas extremidades opostas de
um segmento de reta, tomando ainda um ponto X dividindo AB numa razão áurea, se X
pertence ao segmento AB temos a relação de que AX
XB
= =
+
=φ
1 5
2
1 61803398, ...
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b
re
/S
hu
tt
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ck
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15CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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Para analisar:
Identificando os irracionais
Desejamos identificar outros números pertencentes ao conjunto dos irracionais.
Mas, como isso será possível?
Os números irracionais podem ser obtidos por meio da expressão p , onde p necessaria-
mente deve ser um número primo e positivo. Lembre-se que classificamos um número como
sendo primo, se e somente se, esse número possuir apenas dois divisores, o número 1 e o
próprio número p, que estaremos a analisar.
Veja a seguir, a tabela com os números primos, existentes entre os números 1 e 100.
2 3 4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
41 42 43 44 45 46 47 48 49 50
51 52 53 54 55 56 57 58 59 60
61 62 63 64 65 66 67 68 69 70
71 72 73 74 75 76 77 78 79 80
81 82 83 84 85 86 87 88 89 90
91 92 93 94 95 96 97 98 99 100
Outra maneira eficiente de identificar números pertencentes ao conjunto dos irracionais
é fazer uso do fato de que, se ∝(mu) é um número irracional e ρ (rô) é um número racional
diferente de zero, então são válidas as seguintes relações:
µ ρ+ = irracional
µ ρ⋅ = irracional
µ
ρ
= irracional
ρ
µ
= irracional
Conferindo as relações, temos, por exemplo: 2 2 5 3
2
3
3
5
+ , , , .
Confie e faça o teste você mesmo com alguns algarismos, diferentes dos aqui apresenta-
dos, para comprovar essas duas regras.
Refletindo sobre o texto
1. Escolha no quadro dos números primos, 3 desses algarismos destacados em salmão e com o
auxílio de uma calculadora, comprove e registre se o resultado de suas raízes quadradas é mesmo
um número irracional.
Sugestão de resposta: 37 6 082762530 61 7 810249675 97 9 848857801= = =, ... , ... , ...
14 CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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16
7. Observe a tabela com atenção e determine
quais os irracionais apresentados.
25 36 64
41 43 225
100 1 024. 144
Praticando mais
1. Quantos números inteiros pertencem ao in-
tervalo entre os irracionais 2 e 11?
a. Um número.
b. X Dois números.
c. Três números.
d. Quatro números.
2. Na sequência numérica 2
5
2
50
2
3, , e
quantos são irracionais?
a. 1.
b. 2.
c. 3.
d. X todos são irracionais.
3. (UFF – Adaptada) O resultado da operação en-
tre os irracionais π − 2 vale aproximadamente:
a. 2,12.
b. 1,12.
c. 1,53.
d. X 1,73.
e. 2,22.
4. Analise com atenção as afirmações abaixo e
marque a alternativa correta.
I. O produto de qualquer número inteiro não
nulo por um número irracional qualquer é um
número irracional.
II. O quadrado de qualquer número irracional é
também um número irracional.
III. Toda fração que possua no numerador um
número racional tem como quociente tam-
bém um número racional.
a. Apenas alternativa I está correta.
b. Apenas alternativa II está correta.
c. Apenas alternativa III está correta.
d. As alternativas I e II estão corretas.
e. X As alternativas I e III estão corretas.
5. Sejam os números x, y, z e w apresentados a
seguir: x = 3 , y = 6 , z = 12 e w = 24. Qual
6. Das alternativas apresentadas, marque a úni-
ca que não resulta em um número irracional.
a. X 0 0083 ,
b. 0 4,
c. 324
d.
10
π
8. Complete a tabela abaixo na sequência cor-
reta, sabendo que essa possui apenas números
irracionais na forma de raiz quadrada.
2 3 5
6 7 8
10 11 12
das expressões abaixo, utilizando os racionais e
irracionais, apresenta como resultado um núme-
ro natural?
a. X y . w – x . z
b. x . w + y . z
c. x . y (w – z)
d. x . z (y + w)
9. Analise com atenção as afirmações e marque
a opção correta.
I. O número 8 não é um número irracional.
II. O número 16 não é um número irracional.
III. O número 121 é um número irracional.
41 43e
17CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
Matematica_Contextualizada_9ºano_01.indd 17 20/06/2018 18:02:53
Aprimorando conceitos
Essa relação nos apresenta mais um número decimal infinito não periódico pertencente
ao conjunto dos números irracionais.
IV. Quais os dois modos principais para verificar se um número pertence ao conjunto dos
irracionais?
I. O que é um número irracional?
É um número decimal infinito que não possui período.
II. Qual o modo prático para identificar a posição de um número irracional na reta numérica?
O modo prático consiste em transformar esse número na sua forma decimal e só então
localizá-lo na reta.
III. Aponte a denominação correta: número de Napier ou de Euler? Explique.
As duas classificações estão corretas, uma vez que Napier fez uma homenagem a Leonard
Euler. Mas foi Napier, o primeiro a apresentar a constante pertencente aos irracionais.
V. Quem estava certo Pitágoras ou Hipaso? Explique.
Hipaso estava correto, existiam números ainda não descobertos na época. Esses números
hoje são os classificados como irracionais.
VI. Qual a principal relação que nos dá como resultado o número de ouro?
A relação é dada por AX
XB
= =
+
=φ
1 5
2
1 61803398, ... onde a letra grega fí (ou phi) é o nosso nú-
mero de ouro.
Podem ser obtidos por meio da expressão p , onde p necessariamente deve ser um nú-
mero primo e positivo. Ou ainda, pelas relações entre dois números um racional e o outro
irracional, apresentadas abaixo.
µ ρ+ = irracional.
µ ρ⋅ = irracional.
µ
ρ
= irracional.
ρ
µ
= irracional.
16 CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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17
7. Observe a tabela com atenção e determine
quais os irracionais apresentados.
25 36 64
41 43 225
100 1 024. 144
Praticando mais
1. Quantos números inteiros pertencem ao in-
tervalo entre os irracionais 2 e 11?
a. Um número.
b. X Dois números.
c. Três números.
d. Quatro números.
2. Na sequência numérica 2
5
2
50
2
3, , e
quantos são irracionais?
a. 1.
b. 2.
c. 3.
d. X todos são irracionais.
3. (UFF – Adaptada) O resultado da operação en-
tre os irracionais π − 2 vale aproximadamente:
a. 2,12.
b. 1,12.
c. 1,53.
d. X 1,73.
e. 2,22.
4. Analise com atenção as afirmaçõesabaixo e
marque a alternativa correta.
I. O produto de qualquer número inteiro não
nulo por um número irracional qualquer é um
número irracional.
II. O quadrado de qualquer número irracional é
também um número irracional.
III. Toda fração que possua no numerador um
número racional tem como quociente tam-
bém um número racional.
a. Apenas alternativa I está correta.
b. Apenas alternativa II está correta.
c. Apenas alternativa III está correta.
d. As alternativas I e II estão corretas.
e. X As alternativas I e III estão corretas.
5. Sejam os números x, y, z e w apresentados a
seguir: x = 3 , y = 6 , z = 12 e w = 24. Qual
6. Das alternativas apresentadas, marque a úni-
ca que não resulta em um número irracional.
a. X 0 0083 ,
b. 0 4,
c. 324
d.
10
π
8. Complete a tabela abaixo na sequência cor-
reta, sabendo que essa possui apenas números
irracionais na forma de raiz quadrada.
2 3 5
6 7 8
10 11 12
das expressões abaixo, utilizando os racionais e
irracionais, apresenta como resultado um núme-
ro natural?
a. X y . w – x . z
b. x . w + y . z
c. x . y (w – z)
d. x . z (y + w)
9. Analise com atenção as afirmações e marque
a opção correta.
I. O número 8 não é um número irracional.
II. O número 16 não é um número irracional.
III. O número 121 é um número irracional.
41 43e
17CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
Matematica_Contextualizada_9ºano_01.indd 17 20/06/2018 18:02:53
Aprimorando conceitos
Essa relação nos apresenta mais um número decimal infinito não periódico pertencente
ao conjunto dos números irracionais.
IV. Quais os dois modos principais para verificar se um número pertence ao conjunto dos
irracionais?
I. O que é um número irracional?
É um número decimal infinito que não possui período.
II. Qual o modo prático para identificar a posição de um número irracional na reta numérica?
O modo prático consiste em transformar esse número na sua forma decimal e só então
localizá-lo na reta.
III. Aponte a denominação correta: número de Napier ou de Euler? Explique.
As duas classificações estão corretas, uma vez que Napier fez uma homenagem a Leonard
Euler. Mas foi Napier, o primeiro a apresentar a constante pertencente aos irracionais.
V. Quem estava certo Pitágoras ou Hipaso? Explique.
Hipaso estava correto, existiam números ainda não descobertos na época. Esses números
hoje são os classificados como irracionais.
VI. Qual a principal relação que nos dá como resultado o número de ouro?
A relação é dada por AX
XB
= =
+
=φ
1 5
2
1 61803398, ... onde a letra grega fí (ou phi) é o nosso nú-
mero de ouro.
Podem ser obtidos por meio da expressão p , onde p necessariamente deve ser um nú-
mero primo e positivo. Ou ainda, pelas relações entre dois números um racional e o outro
irracional, apresentadas abaixo.
µ ρ+ = irracional.
µ ρ⋅ = irracional.
µ
ρ
= irracional.
ρ
µ
= irracional.
16 CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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18
17. (SAEP – Adaptada) Adriana mediu o compri-
mento de um lápis e encontrou 9,84 cm, como
medida aproximada. Essa medida equivale apro-
ximadamente a:
a. 73.
b. 79.
c. 83.
d. X 97.
18. A professora de matemática propôs como
exercício a expressão 2 3 6 4× + . Os alunos
que resolveram corretamente a expressão en-
contraram como resultado:
a. 6 2 1+ .
b. X 6 2 2+ .
c. 3 3 1+ .
d. 3 3 2+ .
19. Solucionando a expressão:
2
5
6
5
, temos
como resultado:
a.
1
2
.
b. X
1
3
.
c.
1
4
.
d.
1
5
.
20. Classifique as afirmações em verdadeiras (V)
ou falsas (F).
I. O número −1é irracional.
II. O número 3 não é irracional.
III. O número 2 3 não é irracional.
a. V, V, V.
b. V, V, F.
c. F, V, V.
d. X F, F, F.
21. Uma torre de 40 metros de altura é susten-
tada por dois cabos de aço que estão a 35 me-
tros da base da torre, conforme mostra a figura
abaixo. Quantos metros de cabo de aço foram
necessários para essa sustentação?
35 cm 35 cm
40
m
22. Simplifique a expressão:
A= −( ) + +( )3 3 3 32 2 .
4 3.
23. O valor da expressão
81 49
81 49
+
−
:
a. não é um número inteiro.
b. é um número irracional.
c. X é um número real.
d. não é um número racional.
a. X 10 113( ) cm.
b. 11 13( ) cm.
c. 12 13( ) cm.
d. 13 13( ) cm.
e. 14 13( ) cm.
24. (UFSM) O valor da expressão
60 000 0 00009
0 0002
3
. ,
,
×
é:
a. 3 × 10³.
b. 3 × 102
c. X 3 ×101.
d. 9 × 103.
e. 27 × 10³.
19CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
Matematica_Contextualizada_9ºano_01.indd 19 20/06/2018 18:02:56
10. Observe a reta numérica abaixo e informe
quais os irracionais indicados pelas setas.
a. 2 3e .
b. 3 5e .
c. 5 6e .
d. X 6 7e .
e. 7 8e .
0 1 2 3
11. (Prova Brasil) O número irracional 7 está
compreendido entre os números:
a. X 2 e 3.
b. 13 e 15.
c. 3 e 4.
d. 6 e 8.
14. (SAEB) Sabendo que cada quadrado da fi-
gura abaixo tem 1 cm de lado. O perímetro e
a área, respectivamente, da figura hachurada é:
a. 6 4 2+ cm e 5 cm².
b. X 4 4 2+ cm e 4 cm².
c. 8 4 2+ cm e 4 cm².
d. 10 4 2+ cm e 6 cm².
16. (SAEB – Adaptada) Desenvolvendo a ex-
pressão ( ) ( )2 3 2 3+ × + , vamos obter:
a. 5.
b. 5.
c. X 5 2 6+ .
d. 5 12+ .
13. O número 2 3 , quando dividido em quatro
partes, resulta no número:
a. 3 .
b. 1,73...
c. X
3
2
.
d. Todas as alternativas estão incorretas.
15. (SAEB – Adaptada) Uma caixa-d’água com
a forma de um paralelepípedo, mede 2 m de
comprimento por 3 3 m de largura e 3 m de
altura. A figura abaixo ilustra essa caixa. Consi-
dere 3 =1,7.
O volume da caixa-d’água, em m³, é:
a. 8,0.
b. 11,0.
c. 16,0.
d. X 18,0.
3 3 m
3 m
2 m
12. Vamos provar, pela decomposição em fato-
res primos dos radicandos, qual dos números
abaixo é um número irracional.
a. 1253 .
b. 225 .
c. 169 .
d. 643 .
e. X 8 .
a. Apenas a afirmação I está correta.
b. X Apenas a afirmação II está correta.
c. Apenas a afirmação III está correta.
d. As afirmações I e II estão corretas.
e. As afirmações I e III estão corretas.
18 CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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19
17. (SAEP – Adaptada) Adriana mediu o compri-
mento de um lápis e encontrou 9,84 cm, como
medida aproximada. Essa medida equivale apro-
ximadamente a:
a. 73.
b. 79.
c. 83.
d. X 97.
18. A professora de matemática propôs como
exercício a expressão 2 3 6 4× + . Os alunos
que resolveram corretamente a expressão en-
contraram como resultado:
a. 6 2 1+ .
b. X 6 2 2+ .
c. 3 3 1+ .
d. 3 3 2+ .
19. Solucionando a expressão:
2
5
6
5
, temos
como resultado:
a.
1
2
.
b. X
1
3
.
c.
1
4
.
d.
1
5
.
20. Classifique as afirmações em verdadeiras (V)
ou falsas (F).
I. O número −1é irracional.
II. O número 3 não é irracional.
III. O número 2 3 não é irracional.
a. V, V, V.
b. V, V, F.
c. F, V, V.
d. X F, F, F.
21. Uma torre de 40 metros de altura é susten-
tada por dois cabos de aço que estão a 35 me-
tros da base da torre, conforme mostra a figura
abaixo. Quantos metros de cabo de aço foram
necessários para essa sustentação?
35 cm 35 cm
40
m
22. Simplifique a expressão:
A= −( ) + +( )3 3 3 32 2 .
4 3.
23. O valor da expressão
81 49
81 49
+
−
:
a. não é um número inteiro.
b. é um número irracional.
c. X é um número real.
d. não é um número racional.
a. X 10 113( ) cm.
b. 11 13( ) cm.
c. 12 13( ) cm.
d. 13 13( ) cm.
e. 14 13( ) cm.
24. (UFSM) O valor da expressão
60 000 0 00009
0 0002
3
. ,
,
×
é:
a. 3 × 10³.
b. 3 × 102
c. X 3 ×101.
d. 9 × 103.
e. 27 × 10³.
19CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
Matematica_Contextualizada_9ºano_01.indd 19 20/06/2018 18:02:56
10. Observe a reta numérica abaixo e informe
quaisos irracionais indicados pelas setas.
a. 2 3e .
b. 3 5e .
c. 5 6e .
d. X 6 7e .
e. 7 8e .
0 1 2 3
11. (Prova Brasil) O número irracional 7 está
compreendido entre os números:
a. X 2 e 3.
b. 13 e 15.
c. 3 e 4.
d. 6 e 8.
14. (SAEB) Sabendo que cada quadrado da fi-
gura abaixo tem 1 cm de lado. O perímetro e
a área, respectivamente, da figura hachurada é:
a. 6 4 2+ cm e 5 cm².
b. X 4 4 2+ cm e 4 cm².
c. 8 4 2+ cm e 4 cm².
d. 10 4 2+ cm e 6 cm².
16. (SAEB – Adaptada) Desenvolvendo a ex-
pressão ( ) ( )2 3 2 3+ × + , vamos obter:
a. 5.
b. 5.
c. X 5 2 6+ .
d. 5 12+ .
13. O número 2 3 , quando dividido em quatro
partes, resulta no número:
a. 3 .
b. 1,73...
c. X
3
2
.
d. Todas as alternativas estão incorretas.
15. (SAEB – Adaptada) Uma caixa-d’água com
a forma de um paralelepípedo, mede 2 m de
comprimento por 3 3 m de largura e 3 m de
altura. A figura abaixo ilustra essa caixa. Consi-
dere 3 =1,7.
O volume da caixa-d’água, em m³, é:
a. 8,0.
b. 11,0.
c. 16,0.
d. X 18,0.
3 3 m
3 m
2 m
12. Vamos provar, pela decomposição em fato-
res primos dos radicandos, qual dos números
abaixo é um número irracional.
a. 1253 .
b. 225 .
c. 169 .
d. 643 .
e. X 8 .
a. Apenas a afirmação I está correta.
b. X Apenas a afirmação II está correta.
c. Apenas a afirmação III está correta.
d. As afirmações I e II estão corretas.
e. As afirmações I e III estão corretas.
18 CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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20
Espaço para cálculos
21CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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32. Qual o valor da expressão − + =5 9 2 169 ?
a. 13
b. 12
c. X 11
d. 9
e. 6
25. Calcule:
a. 25 27 813 4+ + =
b. 64 64 643 6+ − + =
11
6
26. Efetue:
a. 3 5 5 6 5+ − =
b. 5 3 2 3 2 3 35 5 5 5+ − + =
c. − + + − =4 5 2 5 43 3
d. 2 3 2 3 3 3 3 35 5− + + =
e. 50 18 8+ − =
f. 2 27 5 12− =
g. 4 63 7− =
h. 12 75 108+ + =
−2 5
6 35
− +8 3 53
5 3 35 +
6 2
−4 3
11 7
13 3
27. Encontre o perímetro das figuras, cujas me-
didas de seus lados são dadas numa mesma
unidade de medida de comprimento.
a.
a.
b.
b.
2 3
3 3
32
18
10 3
9 2
29. Calcule a área e o perímetro das figuras,
cujas medidas indicadas são dadas numa mes-
ma unidade de medida de comprimento.
8
3
1 2+
2 2
2
3 2
1,5 1,5
Área –
Perímetro –
Área –
Perímetro –
3 6+
2 3 1 2+ +( )
5
3 5 2+
28. Calcule o valor das expressões:
a. 18 98 200 2 2 8+ +( ) ÷ +( ) =
b. 10 27 10 3 10 3+( ) ÷ =
c. 20 10 10 18 2 2+( ) ÷ =
30.Calcule as potências com radicais:
a. 15
2( ) =
b. 3 7
2( ) =
c. 7 3
2
+( ) =
d. 3 7
2
−( ) =
15
63
10 2 21+
16 6 7−
31. Calcule o valor da expressão A = + +x x4 2 2
para x = 3 .
14.
5
4
5 5 3( )+
20 CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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21
• Identificar números irracionais e re-
presentá-los na reta numérica.
• Resolver operações e problemas
com números irracionais.
• Identificar os números irracionais
mais conhecidos.
Objetivos alcançados
Anotações
Espaço para cálculos
21CAPÍTULO 1 I Os números irracionais
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32. Qual o valor da expressão − + =5 9 2 169 ?
a. 13
b. 12
c. X 11
d. 9
e. 6
25. Calcule:
a. 25 27 813 4+ + =
b. 64 64 643 6+ − + =
11
6
26. Efetue:
a. 3 5 5 6 5+ − =
b. 5 3 2 3 2 3 35 5 5 5+ − + =
c. − + + − =4 5 2 5 43 3
d. 2 3 2 3 3 3 3 35 5− + + =
e. 50 18 8+ − =
f. 2 27 5 12− =
g. 4 63 7− =
h. 12 75 108+ + =
−2 5
6 35
− +8 3 53
5 3 35 +
6 2
−4 3
11 7
13 3
27. Encontre o perímetro das figuras, cujas me-
didas de seus lados são dadas numa mesma
unidade de medida de comprimento.
a.
a.
b.
b.
2 3
3 3
32
18
10 3
9 2
29. Calcule a área e o perímetro das figuras,
cujas medidas indicadas são dadas numa mes-
ma unidade de medida de comprimento.
8
3
1 2+
2 2
2
3 2
1,5 1,5
Área –
Perímetro –
Área –
Perímetro –
3 6+
2 3 1 2+ +( )
5
3 5 2+
28. Calcule o valor das expressões:
a. 18 98 200 2 2 8+ +( ) ÷ +( ) =
b. 10 27 10 3 10 3+( ) ÷ =
c. 20 10 10 18 2 2+( ) ÷ =
30.Calcule as potências com radicais:
a. 15
2( ) =
b. 3 7
2( ) =
c. 7 3
2
+( ) =
d. 3 7
2
−( ) =
15
63
10 2 21+
16 6 7−
31. Calcule o valor da expressão A = + +x x4 2 2
para x = 3 .
14.
5
4
5 5 3( )+
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• Neste capítulo reconheceremos as diversas
representações de um número pertencente
ao conjunto dos números reais;
• Localizaremos algumas dessas
representações na reta numérica;
• Solucionaremos operações envolvendo
números reais, principalmente na forma de
potências com expoentes fracionários e
também de notações científicas.
• Finalmente, aprenderemos a trabalhar com
unidades de medidas muito grandes e
também muito pequenas, padronizando as
operações em que esses tipos de medidas
estejam envolvidas.
Pirâmides de Gizé ao fundo, na cidade do
Cairo, Egito. Foram os egípcios que des-
cobriram o conceito de números reais.
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Os números reais
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• Neste capítulo reconheceremos as diversas
representações de um número pertencente
ao conjunto dos números reais;
• Localizaremos algumas dessas
representações na reta numérica;
• Solucionaremos operações envolvendo
números reais, principalmente na forma de
potências com expoentes fracionários e
também de notações científicas.
• Finalmente, aprenderemos a trabalhar com
unidades de medidas muito grandes e
também muito pequenas, padronizando as
operações em que esses tipos de medidas
estejam envolvidas.
Pirâmides de Gizé ao fundo, na cidade do
Cairo, Egito. Foram os egípcios que des-
cobriram o conceito de números reais.
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24
Conteúdos
conceituais
• Apresentação dos números reais;
• Representação dos números reais na
reta numérica;
• Operações com potências de ex-
poentes negativos ou fracionários;
• Identificar e aplicar a notação cien-
tífica;
• Operações com números reais;
• Problemas envolvendo números reais.
BNCC
• Necessidade dos números reais pa-
ra medir qualquer segmento de reta.
• Potências com expoentes negativos
e fracionários.
• Números reais: notação científica e
problemas.
Habilidades trabalhadas no
capítulo
(EF09MA02) Reconhecer um número
irracional como um número real cuja
representação decimal é infinita e não
periódica, e estimar a localização de
alguns deles na reta numérica.
(EF09MA03) Efetuar cálculos com nú-
meros reais, inclusive potências com
expoentes fracionários.
(EF09MA04) Resolver e elaborar pro-
blemas com números reais, inclusive
em notação científica, envolvendo di-
ferentes operações.
Anotações
2. Classifique cada afirmação como verdadeira
(V) ou falsa (F). E prove, algebricamente, sua res-
posta.
a. V A multiplicação de dois números irracio-
nais pode resultar em um número racional.
c. F Todo número inteiro é também um nú-
mero natural.
d. F Todo número na forma decimal e periódi-
ca é pertencente apenasao conjunto dos
números irracionais.
b. F A soma de dois números racionais é sem-
pre um número irracional.
2 2 4 2× = = ±
1
2
3
2
4
2
2+ = =
–1, –3,...são exemplos de inteiros que
não são naturais.
1
3
0 333
2
9
0 222= → =, ... , ... são exemplos
de decimais periódicos que pertencem aos
racionais.
Os números reais para medir os segmentos de reta
É necessário compreender que há segmentos de reta que possuem comprimento não apresen-
tados através de um número racional.
Como isso é possível?
Se não posso graduar o segmento por meio de um número racional, como graduar ou apresentar
a medida de tal segmento?
Acompanhe conosco as soluções dos problemas que consistem na graduação do segmento
desconhecido nos triângulos apresentados abaixo.
1º caso:
Utilizaremos a aplicação do teorema fundamental da trigonometria, mais conhecido como Teore-
ma de Pitágoras. Mais adiante neste mesmo capítulo, daremos maiores detalhes desse tema.
Temos ao lado um triângulo retângulo do tipo
isósceles, pois dois de seus segmentos (lados) pos-
suem a mesma medida de 1 centímetro. O seg-
mento desconhecido é o maior desse triângulo e
segundo o teorema de Pitágoras, temos a seguinte
relação matemática a solucionar:
S² ² ²= +1 1
O quadrado do segmento desconhecido, por
ser o segmento maior, é igual à soma dos quadra-
dos dos dois segmentos menores.
1 cm
1 cm
S
25CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 25 20/06/2018 18:03:42
Os números reais
Iremos iniciar nosso capítulo afirmando que todos os números apresentados a você até aqui,
sejam eles naturais, inteiros, fracionários, decimais, etc. fazem parte do conjunto dos números reais.
Para uma melhor explicação e compreensão, observe o diagrama abaixo:
Esse diagrama apresenta todos os nossos conjuntos numéricos e a relação entre eles. O conjunto
numérico que estudaremos agora, é na verdade um agrupamento de tudo, referente a conjuntos
numéricos, até aqui estudado.
Analisando o diagrama, podemos confirmar as seguintes proposições:
Todo número pertencente ao conjunto dos números naturais (N) é também um número perten-
cente ao conjunto dos números inteiros (Z).
Todo número pertencente ao conjunto dos números inteiros (Z) é também pertencente ao
conjunto dos números racionais (Q).
Todo número pertencente ao conjunto dos números irracionais (I) é um elemento distinto em
relação aos elementos dos conjuntos dos naturais, inteiros e racionais.
Finalmente, todos os elementos pertencentes aos conjuntos dos naturais, inteiros, racionais e
também irracionais pertencem ao conjunto dos números reais (R).
Atividades
1. Classifique a que conjuntos numéricos os ele-
mentos apresentados abaixo pertencem.
a. 2,13131313…
Conjunto dos números racionais.
c. 1.423
Conjunto dos números racionais.
e.
2
2
Conjunto dos números irracionais.
b. 15,2
Conjunto dos números racionais.
d.
1
2
Conjunto dos números racionais.
R
Q
Z
NI
24 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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25
2. Classifique cada afirmação como verdadeira
(V) ou falsa (F). E prove, algebricamente, sua res-
posta.
a. V A multiplicação de dois números irracio-
nais pode resultar em um número racional.
c. F Todo número inteiro é também um nú-
mero natural.
d. F Todo número na forma decimal e periódi-
ca é pertencente apenas ao conjunto dos
números irracionais.
b. F A soma de dois números racionais é sem-
pre um número irracional.
2 2 4 2× = = ±
1
2
3
2
4
2
2+ = =
–1, –3,...são exemplos de inteiros que
não são naturais.
1
3
0 333
2
9
0 222= → =, ... , ... são exemplos
de decimais periódicos que pertencem aos
racionais.
Os números reais para medir os segmentos de reta
É necessário compreender que há segmentos de reta que possuem comprimento não apresen-
tados através de um número racional.
Como isso é possível?
Se não posso graduar o segmento por meio de um número racional, como graduar ou apresentar
a medida de tal segmento?
Acompanhe conosco as soluções dos problemas que consistem na graduação do segmento
desconhecido nos triângulos apresentados abaixo.
1º caso:
Utilizaremos a aplicação do teorema fundamental da trigonometria, mais conhecido como Teore-
ma de Pitágoras. Mais adiante neste mesmo capítulo, daremos maiores detalhes desse tema.
Temos ao lado um triângulo retângulo do tipo
isósceles, pois dois de seus segmentos (lados) pos-
suem a mesma medida de 1 centímetro. O seg-
mento desconhecido é o maior desse triângulo e
segundo o teorema de Pitágoras, temos a seguinte
relação matemática a solucionar:
S² ² ²= +1 1
O quadrado do segmento desconhecido, por
ser o segmento maior, é igual à soma dos quadra-
dos dos dois segmentos menores.
1 cm
1 cm
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25CAPÍTULO 2 I Os números reais
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Os números reais
Iremos iniciar nosso capítulo afirmando que todos os números apresentados a você até aqui,
sejam eles naturais, inteiros, fracionários, decimais, etc. fazem parte do conjunto dos números reais.
Para uma melhor explicação e compreensão, observe o diagrama abaixo:
Esse diagrama apresenta todos os nossos conjuntos numéricos e a relação entre eles. O conjunto
numérico que estudaremos agora, é na verdade um agrupamento de tudo, referente a conjuntos
numéricos, até aqui estudado.
Analisando o diagrama, podemos confirmar as seguintes proposições:
Todo número pertencente ao conjunto dos números naturais (N) é também um número perten-
cente ao conjunto dos números inteiros (Z).
Todo número pertencente ao conjunto dos números inteiros (Z) é também pertencente ao
conjunto dos números racionais (Q).
Todo número pertencente ao conjunto dos números irracionais (I) é um elemento distinto em
relação aos elementos dos conjuntos dos naturais, inteiros e racionais.
Finalmente, todos os elementos pertencentes aos conjuntos dos naturais, inteiros, racionais e
também irracionais pertencem ao conjunto dos números reais (R).
Atividades
1. Classifique a que conjuntos numéricos os ele-
mentos apresentados abaixo pertencem.
a. 2,13131313…
Conjunto dos números racionais.
c. 1.423
Conjunto dos números racionais.
e.
2
2
Conjunto dos números irracionais.
b. 15,2
Conjunto dos números racionais.
d.
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2
Conjunto dos números racionais.
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26
Divisão de potências de mesmo expoente: Nesse caso, devemos dividir as bases (a de cima
pela de baixo) e depois repetirmos o expoente. Lembre-se que só podemos dividir as bases se o
número de cima for divisível pelo número de baixo, caso as bases não sejam divisíveis, você deve
manter a fração e então resolver as potências normalmente, ou seja, resolva a potência de cima e
depois resolva a potência de baixo.
Exemplo:
6
2
6
2
3 9
2
2
2
=
= =²
Vamos agora solucionar potências com expoentes negativos e também potências com expoen-
tes fracionários. Acompanhe os exemplos com atenção.
Potência com base elevada a zero: Todo número elevado a zero é igual a 1, com exceção do
zero.
Exemplos:
3 1
21 761 1
0
0
=
=.
Potência de um produto: Quando temos uma multiplicação elevada a um expoente podemos
dizer que cada membro dessa multiplicação está elevado a esse mesmo expoente.
Exemplo:
( )4 2 4 2 4 4 4 2 2 2 5123 3 3× = × = ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ =
Multiplicação de potências de mesma base: Quando temos potências de mesma base sen-
do multiplicadas entre si, devemos repetir a base dessas potências e somar todos os expoentes de
cada potência, chegando a uma nova potência que poderá ser resolvida por alguma das proprieda-
des citadas anteriormente.
Exemplo:
( ) ( ) ( )3 3 3 3 3 7292 1 3 2 1 3 6⋅ ⋅ = = =+ +
( ) ( ) ( )2 2 2 2 3 12 1 3 2 1 3 0⋅ ⋅ = = =−+ −
Divisão de potências de mesma base: Quando temos potências de mesma base sendo di-
vidas entre si, devemos repetir a base dessas potências e subtrair o expoente do numerador pelo
denominador.
Exemplo:
3
3
3 3 27
5
5 2
²
³= = =−
Potência de uma potência: Pode acontecer de em alguma questão, existir uma potência ele-
vada a um expoente. A esse caso chamamos de potência de uma potência e para resolver, basta
mantermos a base e depois multiplicarmos os expoentes para acharmos a nova potência equivalente.
Exemplo:
3 3 59 0495 10² .( ) = =
Potências com expoentes negativos: Quando uma potência possuir expoente negativo, para
solucioná-la devemos inverter a posição entre numerador e denominador, que são a base da po-
27CAPÍTULO 2 I Os números reais
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Solucionando, temos:
S
S
S
² ² ²
²
= +
= +
=
1 1
1 1
2 cm
Perceba que temos como resultado da medida um número irracional. Se um número é irracional,
ele não pode ser racional sob nenhuma condição. Porém, esse número é um membro do conjunto
dos números reais. No triângulo aparecem dois segmentos graduados com números racionais e
um terceiro graduado com número irracional e os três lados ou segmentos estão graduados com
números reais.
2º caso:
Vamos agora verificar a graduação ou medição de outro segmento de reta em outra situação
apresentada.
O triângulo a seguir possui medida de área igual a 2 3 cm2, sua base possui medida de 4 cm.
Deseja-se descobrir a medida da altura desse triângulo mencionado.
4 cm
h
Vamos manipular a expressão que determina a área
desse triângulo, para só após definir a altura do triângulo.
Acompanhe.
A
b h
=
×
2
Para isolar a incógnita (h) que representa a altura do triân-
gulo, temos:
A b h h
A
b
× = × → =
×
2
2
Substituindo os valores e determinando a medida da altura, temos:
h h h=
×
→ = → =
2 3 2
4
4 3
4
3 cm
Nesse caso, vemos a graduação de um segmento de reta com um número real. Esse número
pertence também ao conjunto dos irracionais e não ao conjunto dos racionais.
Potências com expoentes negativos e fracionários
Sabemos que potência é uma multiplicação de fatores iguais. Vimos em anos anteriores que o
estudo das potências possui aplicações de propriedades específicas.
Vamos aqui inicialmente recordar essas aplicações e, em seguida, prosseguir com a aplicação de
expoentes negativos e também fracionários.
Potência de base 1: Toda potência de base “1” elevada a qualquer expoente possui como
resultado o próprio valor 1.
Exemplos:
1² = 1 ∙ 1 = 1
1¹² = 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 = 1
26 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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27
Divisão de potências de mesmo expoente: Nesse caso, devemos dividir as bases (a de cima
pela de baixo) e depois repetirmos o expoente. Lembre-se que só podemos dividir as bases se o
número de cima for divisível pelo número de baixo, caso as bases não sejam divisíveis, você deve
manter a fração e então resolver as potências normalmente, ou seja, resolva a potência de cima e
depois resolva a potência de baixo.
Exemplo:
6
2
6
2
3 9
2
2
2
=
= =²
Vamos agora solucionar potências com expoentes negativos e também potências com expoen-
tes fracionários. Acompanhe os exemplos com atenção.
Potência com base elevada a zero: Todo número elevado a zero é igual a 1, com exceção do
zero.
Exemplos:
3 1
21 761 1
0
0
=
=.
Potência de um produto: Quando temos uma multiplicação elevada a um expoente podemos
dizer que cada membro dessa multiplicação está elevado a esse mesmo expoente.
Exemplo:
( )4 2 4 2 4 4 4 2 2 2 5123 3 3× = × = ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ =
Multiplicação de potências de mesma base: Quando temos potências de mesma base sen-
do multiplicadas entre si, devemos repetir a base dessas potências e somar todos os expoentes de
cada potência, chegando a uma nova potência que poderá ser resolvida por alguma das proprieda-
des citadas anteriormente.
Exemplo:
( ) ( ) ( )3 3 3 3 3 7292 1 3 2 1 3 6⋅ ⋅ = = =+ +
( ) ( ) ( )2 2 2 2 3 12 1 3 2 1 3 0⋅ ⋅ = = =− + −
Divisão de potências de mesma base: Quando temos potências de mesma base sendo di-
vidas entre si, devemos repetir a base dessas potências e subtrair o expoente do numerador pelo
denominador.
Exemplo:
3
3
3 3 27
5
5 2
²
³= = =−
Potência de uma potência: Pode acontecer de em alguma questão, existir uma potência ele-
vada a um expoente. A esse caso chamamos de potência de uma potência e para resolver, basta
mantermos a base e depois multiplicarmos os expoentes para acharmos a nova potência equivalente.
Exemplo:
3 3 59 0495 10² .( ) = =
Potências com expoentes negativos: Quando uma potência possuir expoente negativo, para
solucioná-la devemos inverter a posição entre numerador e denominador, que são a base da po-
27CAPÍTULO 2 I Os números reais
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Solucionando, temos:
S
S
S
² ² ²
²
= +
= +
=
1 1
1 1
2 cm
Perceba que temos como resultado da medida um número irracional. Se um número é irracional,
ele não pode ser racional sob nenhuma condição. Porém, esse número é um membro do conjunto
dos números reais. No triângulo aparecem dois segmentos graduados com números racionais e
um terceiro graduado com número irracional e os três lados ou segmentos estão graduados com
números reais.
2º caso:
Vamos agora verificar a graduação ou medição de outro segmento de reta em outra situação
apresentada.
O triângulo a seguir possui medida de área igual a 2 3 cm2, sua base possui medida de 4 cm.
Deseja-se descobrir a medida da altura desse triângulo mencionado.
4 cm
h
Vamos manipular a expressão que determina a área
desse triângulo, para só após definir a altura do triângulo.
Acompanhe.
A
b h
=
×
2
Para isolar a incógnita (h) que representa a altura do triân-
gulo, temos:
A b h h
A
b
× = × → =
×
2
2
Substituindo os valores e determinando a medida da altura, temos:
h h h=
×
→ = → =
2 3 2
4
4 3
4
3 cm
Nesse caso, vemos a graduação de um segmento de reta com um número real. Esse número
pertence também ao conjunto dos irracionais e não ao conjunto dos racionais.
Potências com expoentes negativos e fracionários
Sabemos que potência é uma multiplicação de fatores iguais. Vimos em anos anteriores que o
estudo das potências possui aplicações de propriedades específicas.
Vamos aqui inicialmente recordar essas aplicações e, em seguida, prosseguir com a aplicação de
expoentes negativos e também fracionários.
Potência de base 1: Toda potência de base “1” elevada a qualquer expoente possui como
resultado o próprio valor 1.
Exemplos:
1² = 1 ∙ 1 = 1
1¹² = 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 ∙ 1 = 1
26 CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 26 20/06/2018 18:03:42
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28
Existem ainda os casos onde o expoente é um número decimal. Nesses casos, deve-se transfor-
mar o número decimal em fração e proceder conforme já observado até aqui.
Os exemplos a seguir finalizam essa parte, apresentando os casos agora citados.
d. 16 16 16 16 40 5
5
10
1
2 12, = = = = ±
e. 2 2 2 1 07170 1
1
10 10, ,= = ≅
Notação científica
Classificam-se como notação científica representações simplificadas de números reais muito ex-
tensos ou também ínfimos como potências de base dez no estudo das ciências.
Temos então a seguinte representação, a . 10n onde o termo a é classificado como mantissa e n
é chamado de expoente ou ainda ordem de grandeza.
Como encontrar a mantissa e a ordem de grandeza?
Vamos dividir em duas partes, inicialmente determinaremos como encontrar a mantissa e, logo
após, determinaremos como encontrar a ordem de grandeza.
São exemplos de números reais e suas respectivas notações científicas:
0,0002 = 2 . 10–4
21.000.000= 2,1 . 107
Encontrando a mantissa
A mantissa ou o coeficiente é encontrado ao posicionar a vírgula à direita do primeiro algarismo
significativo ou diferente de zero. Esse deslocamento da vírgula deve ser feito a partir de divisões
ou multiplicações por potências de base dez.
Como notação científica, a mantissa do número 0,00012 é 1,2. Isso se dá, pois o primeiro algaris-
mo significativo é o um (1). A mantissa do número 4.253.535 é 4,253535, pois o primeiro algarismo
significativo é o quatro (4).
Finalmente, a mantissa, ou coeficiente, do número 0,000000005 é 5. Isso se dá, pois 5,0 = 5.
Encontrando a ordem de grandeza
Para determinar a ordem de grandeza de um número real, trabalhamos com o deslocamento da
vírgula.
Quando a vírgula for deslocada para a direita, a ordem de grandeza será negativa e igual ao
número de casas decimais que a vírgula foi deslocada.
Quando a vírgula for deslocada para a esquerda, a ordem de grandeza será positiva e igual ao
número de casas decimais que a vírgula foi deslocada.
São exemplos de transformação de números reais em notação científica:
260.000.000.000 = 2,6 . 1011
Note que deslocamos a vírgula para a esquerda onze
casas decimais. Vale ainda destacar que, quando um nú-
mero não apresentar a vírgula, essa encontra-se no final,
ou seja, após o algarismo das unidades. No exemplo
que apresentamos, observe como se apresenta a vírgula:
260.000.000.000,
O conceito de notação científica é o seguinte: a a Kk⋅ ↔ ≤ < ∴ ∈10 1 10 Z
29CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 29 20/06/2018 18:03:44
tência. Ao inverter a base da potência, esse expoente tem seu sinal trocado, ficando assim positivo.
Acompanhe cada caso com atenção:
a. 3
1
3
1
3 3
1
9
2
2
− = =
×
= b.
3
2
2
3
2
27
3−
= =
³
c.
3
2
2
3
2
3
8
27
3 3
=
= =
− ³
³
d. 0 25
0 25
1
1
0 25
1
0 0625
10 000
625
162
2
2,
,
, ,
.−
−
= = = = =
e. 1 2
1
1 2
1
1 728
1 000
1 728
0 5787033 3, , ,
.
.
,− = = = ≅ f. ( , )
, , ,
,− = −
= − = = =
−2 5
1
2 5
1
2 5
1
6 25
100
625
0 162
2 2
2
g. − = − = = =−2 5
1
2 5
1
6 25
100
625
0 162 2, , ,
,
Potências com expoentes fracionários: As potências que possuem expoentes fracionários
transformam-se em radiciações. A particularidade vale para o expoente que seu numerador torna-
-se expoente do radicando e o seu denominador torna-se índice da radiciação. Assim, vale a seguin-
te relação para esses casos.
Para todo número real a e um número inteiro positivo n (n ≥ 2), define-se:
a an n
1
→ ¹
Vamos agora verificar algumas aplicações desse tipo de potenciação.
a. ( )− = − = − = −8 8 8 2
1
3 13 3
Provando: ( ) ( ) ( ) .− × − × − = −2 2 2 8
b. 16 16 4 096 64
3
2 2 2= = =³ .
Provando: 64 64 4 096× = . .
Outra solução: 16 16 2 2 2 2 64
3
2 2 4 32 122
12
2 6= = = = = =³ ( )
É válido destacar que no exemplo b resolução modo 2, nós fatoramos o radicando existente,
aplicamos a propriedade de potência de potência e voltamos a proposição inicial, onde temos uma
potência de expoente fracionário.
Só que dessa vez, podemos efetuar a divisão entre numerador e denominador de uma potência.
Finalmente efetuamos a potenciação simples e obtemos o mesmo resultado da resolução pelo
modo 1.
Vamos continuar apresentando mais alguns exemplos dessas potenciações.
c. 8
1
8
1
8
1
2
0 5
1
3
1
3
3
−
= = = = ,
Outra solução: 8
1
8
1
2
1
2
1
2
1
2
0 5
1
3
1
3 3
1
3
3
3
−
= = = = = =
( )
„
,
28 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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29
Existem ainda os casos onde o expoente é um número decimal. Nesses casos, deve-se transfor-
mar o número decimal em fração e proceder conforme já observado até aqui.
Os exemplos a seguir finalizam essa parte, apresentando os casos agora citados.
d. 16 16 16 16 40 5
5
10
1
2 12, = = = = ±
e. 2 2 2 1 07170 1
1
10 10, ,= = ≅
Notação científica
Classificam-se como notação científica representações simplificadas de números reais muito ex-
tensos ou também ínfimos como potências de base dez no estudo das ciências.
Temos então a seguinte representação, a . 10n onde o termo a é classificado como mantissa e n
é chamado de expoente ou ainda ordem de grandeza.
Como encontrar a mantissa e a ordem de grandeza?
Vamos dividir em duas partes, inicialmente determinaremos como encontrar a mantissa e, logo
após, determinaremos como encontrar a ordem de grandeza.
São exemplos de números reais e suas respectivas notações científicas:
0,0002 = 2 . 10–4
21.000.000 = 2,1 . 107
Encontrando a mantissa
A mantissa ou o coeficiente é encontrado ao posicionar a vírgula à direita do primeiro algarismo
significativo ou diferente de zero. Esse deslocamento da vírgula deve ser feito a partir de divisões
ou multiplicações por potências de base dez.
Como notação científica, a mantissa do número 0,00012 é 1,2. Isso se dá, pois o primeiro algaris-
mo significativo é o um (1). A mantissa do número 4.253.535 é 4,253535, pois o primeiro algarismo
significativo é o quatro (4).
Finalmente, a mantissa, ou coeficiente, do número 0,000000005 é 5. Isso se dá, pois 5,0 = 5.
Encontrando a ordem de grandeza
Para determinar a ordem de grandeza de um número real, trabalhamos com o deslocamento da
vírgula.
Quando a vírgula for deslocada para a direita, a ordem de grandeza será negativa e igual ao
número de casas decimais que a vírgula foi deslocada.
Quando a vírgula for deslocada para a esquerda, a ordem de grandeza será positiva e igual ao
número de casas decimais que a vírgula foi deslocada.
São exemplos de transformação de números reais em notação científica:
260.000.000.000 = 2,6 . 1011
Note que deslocamos a vírgula para a esquerda onze
casas decimais. Vale ainda destacar que, quando um nú-
mero não apresentar a vírgula, essa encontra-se no final,
ou seja, após o algarismo das unidades. No exemplo
que apresentamos, observe como se apresenta a vírgula:
260.000.000.000,
O conceito de notação científica é o seguinte: a a Kk⋅ ↔ ≤ < ∴ ∈10 1 10 Z
29CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 29 20/06/2018 18:03:44
tência. Ao inverter a base da potência, esse expoente tem seu sinal trocado, ficando assim positivo.
Acompanhe cada caso com atenção:
a. 3
1
3
1
3 3
1
9
2
2
− = =
×
= b.
3
2
2
3
2
27
3−
= =
³
c.
3
2
2
3
2
3
8
27
3 3
=
= =
− ³
³
d. 0 25
0 25
1
1
0 25
1
0 0625
10 000
625
162
2
2,
,
, ,
.−
−
= = = = =
e. 1 2
1
1 2
1
1 728
1 000
1 728
0 5787033 3, , ,
.
.
,− = = = ≅ f. ( , )
, , ,
,− = −
= − = = =
−2 5
1
2 5
1
2 5
1
6 25
100
625
0 162
2 2
2
g. − = − = = =−2 5
1
2 5
1
6 25
100
625
0 162 2, , ,
,
Potências com expoentes fracionários: As potências que possuem expoentes fracionários
transformam-se em radiciações. A particularidade vale para o expoente que seu numerador torna-
-se expoente do radicando e o seu denominador torna-se índice da radiciação. Assim, vale a seguin-
te relação para esses casos.
Para todo número real a e um número inteiro positivo n (n ≥ 2), define-se:
a an n
1
→ ¹
Vamos agora verificar algumas aplicações desse tipo de potenciação.
a. ( )− = − = − = −8 8 8 2
1
3 13 3
Provando: ( ) ( ) ( ) .− × − × − = −2 2 2 8
b. 16 16 4 096 64
3
2 2 2= = =³ .
Provando: 64 64 4 096× = . .
Outra solução: 16 16 2 2 2 2 64
3
2 2 4 32 122
12
2 6= = = = = =³ ( )
É válido destacar que no exemplo b resolução modo 2, nós fatoramos o radicando existente,
aplicamos a propriedade de potência de potência e voltamos a proposição inicial, onde temos uma
potência de expoente fracionário.
Só que dessa vez, podemos efetuar a divisão entre numerador e denominador de uma potência.
Finalmente efetuamos a potenciação simples e obtemos o mesmo resultado da resolução pelo
modo 1.
Vamos continuar apresentando mais alguns exemplos dessas potenciações.c. 8
1
8
1
8
1
2
0 5
1
3
1
3
3
−
= = = = ,
Outra solução: 8
1
8
1
2
1
2
1
2
1
2
0 5
1
3
1
3 3
1
3
3
3
−
= = = = = =
( )
„
,
28 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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30
Byte (B)
1 byte = 8 bits (2³ bits).
Quilobyte (KB)
1.024 bytes = 8.192 bits
Megabyte (MB)
1.024 KB = 1.048.576 (220) bytes = 8.388.608 bits
Gigabyte (GB)
1.024 MB = 1.048.576 KB = 1.073.741.824 (230) bytes = 8.589.934.592 bits
Terabyte (TB)
1.024 GB = 1.048.576 MB = 1.073.741.824 KB = 1.099.511.627.776 (240) bytes =
8.796.093.022.208 bits
Petabyte (PB)
1.024 TB = 1.048.576 GB = 1.073.741.824 MB = 1.099.511.627.776 KB =
1.125.899.906.842.624 (250) bytes = 9.007.199.254.740.992 bits
Exabyte (EB)
1.024 PB = 1.048.576 TB = 1.073.741.824 GB = 1.099.511.627.776 MB =
1.125.899.906.842.624 KB = 1.152.921.504.606.846.976 (260) bytes = 9.223.372.036.854.775.808 bits
Zettabyte (ZB)
1.024 EB = 1.048.576 PB = 1.073.741.824 TB = 1.099.511.627.776 GB = 1.125.899.906.842.624
MB = 1.152.921.504.606.846.976 KB = 1.180.591.620.717.411.303.424 (270) bytes =
9.444.732.965.739.290.427.392 bits
Yottabyte (YB)
1.024 ZB = 1.048.576 EB = 1.073.741.824 PB = 1.099.511.627.776 TB = 1.125.899.906.842.624 GB
= 1.152.921.504.606.846.976 MB = 1.180.591.620.717.411.303.424 KB =
1.208.925.819.614.629.174.706.176 (280) bytes = 9.671.406.556.917.033.397.649.408 bits
Como estamos apresentando as transformações e aplicações em notação científica, a tabela a
seguir nos dá essa relação com as referentes potências de base 10.
b Byte 100
Kb Kilobyte 103
Mb Megabyte 106
Gb Gigabyte 109
Tb Terabyte 1012
Pb Petabyte 1015
Eb Exabyte 1018
Zb Zettabyte 1021
Yb Yottabyte 1024
p
ho
tk
a/
Sh
ut
te
rs
to
ck
.c
o
m
31CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 31 20/06/2018 18:03:44
0,00000000000032 = 3,2 . 10–13
Note que deslocamos a vírgula para a direita treze
casas decimais.
Unidades de medidas muito grandes e muito pequenas
Unidades de medidas são utilizadas para gra-
duar, principalmente, distâncias entre dois marcos
pré-estabelecidos ou para determinar o valor das
dimensões de certo objeto.
Em alguns momentos são necessárias gradua-
ções muito pequeninas e nessas horas, recorremos
quase sempre às notações científicas para expres-
sá-las.
Exemplo:
Um micro-organismo é analisado com o auxílio
de um microscópio e após algumas medições, o
pesquisador afirma que esse tem 3,2 micrômetros
de comprimento.
Um micrômetro (m) é uma unidade de medida
utilizada para mensurar corpos muito pequenos, só
observados com o auxílio de um microscópio.
Um micrômetro vale 1 × 10–6 mm ou em outras
palavras, a milésima parte do milímetro.
Transformando a medida do comprimento desse micro-organismo mencionado em notação
científica, temos:
3,2m ou 1 × 10–6 mm
Para graduar dimensões enormes, também utilizamos a notação científica, com a intenção de
padronizar e diminuir cálculos que se tornariam muito extensos se fossem utilizados os números
reais na sua forma original.
Exemplo:
Certo rapaz, apaixonado por astronomia, deseja saber qual a distância entre o planeta Terra e o Sol.
Para esse tipo de problema temos a unidade astronômica (UA) que vale aproximadamente
150.000.000 Km, essa unidade é a distância média entre a Terra e o Sol. Seria infinitamente difícil
solucionar problemas envolvendo esse valor, assim, transformando esse número real em notação
científica, facilitamos essas operações além de simplificarmos o número apresentado. Observe.
150.000.000 km = 1,5 . 108 km
Unidades de medidas utilizadas na informática
Um bit, ou dígito binário (Binary Digit), é a menor unidade de informação que pode ser armaze-
nada ou transmitida entre computadores. Esse bit pode assumir apenas dois valores 0 ou 1.
Mas a unidade de medida padrão utilizada na informática é o byte. O byte é um conjunto de 8
bits, daí a outra nomenclatura de octeto atribuída ao byte.
A seguir ,temos as relações de quantidades em ordem crescentes dos múltiplos do byte utiliza-
dos na informática, observe com atenção.
Jo
se
L
ui
s
C
ar
ra
sc
o
sa
/S
hu
tt
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st
o
ck
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o
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30 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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31
Byte (B)
1 byte = 8 bits (2³ bits).
Quilobyte (KB)
1.024 bytes = 8.192 bits
Megabyte (MB)
1.024 KB = 1.048.576 (220) bytes = 8.388.608 bits
Gigabyte (GB)
1.024 MB = 1.048.576 KB = 1.073.741.824 (230) bytes = 8.589.934.592 bits
Terabyte (TB)
1.024 GB = 1.048.576 MB = 1.073.741.824 KB = 1.099.511.627.776 (240) bytes =
8.796.093.022.208 bits
Petabyte (PB)
1.024 TB = 1.048.576 GB = 1.073.741.824 MB = 1.099.511.627.776 KB =
1.125.899.906.842.624 (250) bytes = 9.007.199.254.740.992 bits
Exabyte (EB)
1.024 PB = 1.048.576 TB = 1.073.741.824 GB = 1.099.511.627.776 MB =
1.125.899.906.842.624 KB = 1.152.921.504.606.846.976 (260) bytes = 9.223.372.036.854.775.808 bits
Zettabyte (ZB)
1.024 EB = 1.048.576 PB = 1.073.741.824 TB = 1.099.511.627.776 GB = 1.125.899.906.842.624
MB = 1.152.921.504.606.846.976 KB = 1.180.591.620.717.411.303.424 (270) bytes =
9.444.732.965.739.290.427.392 bits
Yottabyte (YB)
1.024 ZB = 1.048.576 EB = 1.073.741.824 PB = 1.099.511.627.776 TB = 1.125.899.906.842.624 GB
= 1.152.921.504.606.846.976 MB = 1.180.591.620.717.411.303.424 KB =
1.208.925.819.614.629.174.706.176 (280) bytes = 9.671.406.556.917.033.397.649.408 bits
Como estamos apresentando as transformações e aplicações em notação científica, a tabela a
seguir nos dá essa relação com as referentes potências de base 10.
b Byte 100
Kb Kilobyte 103
Mb Megabyte 106
Gb Gigabyte 109
Tb Terabyte 1012
Pb Petabyte 1015
Eb Exabyte 1018
Zb Zettabyte 1021
Yb Yottabyte 1024
p
ho
tk
a/
Sh
ut
te
rs
to
ck
.c
o
m
31CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 31 20/06/2018 18:03:44
0,00000000000032 = 3,2 . 10–13
Note que deslocamos a vírgula para a direita treze
casas decimais.
Unidades de medidas muito grandes e muito pequenas
Unidades de medidas são utilizadas para gra-
duar, principalmente, distâncias entre dois marcos
pré-estabelecidos ou para determinar o valor das
dimensões de certo objeto.
Em alguns momentos são necessárias gradua-
ções muito pequeninas e nessas horas, recorremos
quase sempre às notações científicas para expres-
sá-las.
Exemplo:
Um micro-organismo é analisado com o auxílio
de um microscópio e após algumas medições, o
pesquisador afirma que esse tem 3,2 micrômetros
de comprimento.
Um micrômetro (m) é uma unidade de medida
utilizada para mensurar corpos muito pequenos, só
observados com o auxílio de um microscópio.
Um micrômetro vale 1 × 10–6 mm ou em outras
palavras, a milésima parte do milímetro.
Transformando a medida do comprimento desse micro-organismo mencionado em notação
científica, temos:
3,2m ou 1 × 10–6 mm
Para graduar dimensões enormes, também utilizamos a notação científica, com a intenção de
padronizar e diminuir cálculos que se tornariam muito extensos se fossem utilizados os números
reais na sua forma original.
Exemplo:
Certo rapaz, apaixonado por astronomia, deseja saber qual a distância entre o planeta Terra e o Sol.
Para esse tipo de problema temos a unidade astronômica (UA) que vale aproximadamente
150.000.000 Km, essa unidade é a distância média entre a Terra e o Sol. Seria infinitamente difícil
solucionar problemas envolvendo esse valor, assim, transformando esse número real em notação
científica, facilitamos essas operações além de simplificarmos o número apresentado. Observe.
150.000.000 km = 1,5 . 108 km
Unidades de medidas utilizadas na informática
Um bit, ou dígito binário (Binary Digit), é a menor unidade de informação que pode ser armaze-
nada ou transmitida entre computadores. Esse bit podeassumir apenas dois valores 0 ou 1.
Mas a unidade de medida padrão utilizada na informática é o byte. O byte é um conjunto de 8
bits, daí a outra nomenclatura de octeto atribuída ao byte.
A seguir ,temos as relações de quantidades em ordem crescentes dos múltiplos do byte utiliza-
dos na informática, observe com atenção.
Jo
se
L
ui
s
C
ar
ra
sc
o
sa
/S
hu
tt
er
st
o
ck
.c
o
m
30 CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 30 20/06/2018 18:03:44
ME_Matemática_Contextualizada_9A_02.indd 31 22/07/2018 14:59:11
32
Acompanhe o passo a passo e observe como solucionar esse tipo de adição.
Vamos solucionar a seguinte adição,
1
2
2
3
1
4
+ + =
1º passo:
Será necessário igualar os denominadores pelo processo de cálculo do mínimo múltiplo comum
(M.M.C.) entre os que foram apresentados. Esse número será o novo denominador comum.
2 3 4 2
1 3 2 2
1 3 1 3
2 2 3 12
, ,
, ,
, ,
⋅ ⋅ =
2º passo:
Após encontrar os denominadores iguais, devemos determinar os novos numeradores, que de-
verão ser adicionados. Para isso, podemos dividir o novo denominador pelo antigo e multiplicar o
resultado dessa divisão pelo numerador antigo, observe.
1
2
2
3
1
4
12 12 12
+ + =
+ + =
As operações são:
12 2 6 1 6
12 3 4 2 8
12 4 3 1 3
÷ = × =
÷ = × =
÷ = × =
Logo: 6, 8 e 3 serão nossos novos numeradores.
3º passo:
Adicionar os numeradores e solucionar a questão.
6
12
8
12
3
12
17
12
+ + =
d. Forma contendo radicais.
2 2 3 2 5 2
5 3 6 3 11 3
+ =
+ =
Nessa forma, se os números possuírem radicandos diferentes, não é possível adicionar os mesmos.
Exemplos:
a. 2 3 3+ = ?
b. 2 6+ = ?
Porém, existem casos onde a fatoração do radicando é possível, assim só após essa transforma-
ção podemos adicionar os números.
33CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 33 20/06/2018 18:03:45
Questão resolvida
A capacidade de armazenamento expressa no PC de Lúcio é de 3,2 Tb. Lúcio, intrigado, deseja
saber quantos bytes representa essa capacidade de armazenamento.
Solução:
1 1 10
3 2 3 2 10
12
12
Tb bytes
Tb bytes
= ⋅ →
= ⋅, ,
Expressando essa quantidade em um número real, tem-se: 3.200.000.000.000 bytes.
Operações com números reais
Diversos são os tipos de representações que indicam números reais. Temos números, por exem-
plo, compostos por frações, por radicais, decimais infinitos, decimais exatos, etc. Vamos agora re-
cordar as operações, envolvendo uma, duas ou mais operações, abarcando essas representações
de números reais:
Adição de números reais
a. Forma natural e ou inteira.
3 + 5 = 8
5 + 2 = 7
2 + 7 = 9
b. Forma decimal.
0,2 + 0,33 = 0,53
5,2 + 0,312 = 5,512
2,01 + 0,007 = 2,017
5 + 0,003 = 5,003
Aqui vale a observação de que, para adicionar números reais na forma decimal, faz-se necessário
colocarmos vírgula abaixo de vírgula, para só então adicionarmos os números.
c. Forma fracionária.
3
2
5
2
8
2
4
1
3
4
3
5
3
+ = =
+ =
Nessa forma só é possível adicionar os reais, se e somente se, os denominadores das frações
forem de mesmo valor.
Isso é necessário porque para essa operação de frações, só adicionamos os numeradores e re-
petimos os denominadores.
Mas, e quando esses denominadores possuírem valores distintos?
32 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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33
Acompanhe o passo a passo e observe como solucionar esse tipo de adição.
Vamos solucionar a seguinte adição,
1
2
2
3
1
4
+ + =
1º passo:
Será necessário igualar os denominadores pelo processo de cálculo do mínimo múltiplo comum
(M.M.C.) entre os que foram apresentados. Esse número será o novo denominador comum.
2 3 4 2
1 3 2 2
1 3 1 3
2 2 3 12
, ,
, ,
, ,
⋅ ⋅ =
2º passo:
Após encontrar os denominadores iguais, devemos determinar os novos numeradores, que de-
verão ser adicionados. Para isso, podemos dividir o novo denominador pelo antigo e multiplicar o
resultado dessa divisão pelo numerador antigo, observe.
1
2
2
3
1
4
12 12 12
+ + =
+ + =
As operações são:
12 2 6 1 6
12 3 4 2 8
12 4 3 1 3
÷ = × =
÷ = × =
÷ = × =
Logo: 6, 8 e 3 serão nossos novos numeradores.
3º passo:
Adicionar os numeradores e solucionar a questão.
6
12
8
12
3
12
17
12
+ + =
d. Forma contendo radicais.
2 2 3 2 5 2
5 3 6 3 11 3
+ =
+ =
Nessa forma, se os números possuírem radicandos diferentes, não é possível adicionar os mesmos.
Exemplos:
a. 2 3 3+ = ?
b. 2 6+ = ?
Porém, existem casos onde a fatoração do radicando é possível, assim só após essa transforma-
ção podemos adicionar os números.
33CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 33 20/06/2018 18:03:45
Questão resolvida
A capacidade de armazenamento expressa no PC de Lúcio é de 3,2 Tb. Lúcio, intrigado, deseja
saber quantos bytes representa essa capacidade de armazenamento.
Solução:
1 1 10
3 2 3 2 10
12
12
Tb bytes
Tb bytes
= ⋅ →
= ⋅, ,
Expressando essa quantidade em um número real, tem-se: 3.200.000.000.000 bytes.
Operações com números reais
Diversos são os tipos de representações que indicam números reais. Temos números, por exem-
plo, compostos por frações, por radicais, decimais infinitos, decimais exatos, etc. Vamos agora re-
cordar as operações, envolvendo uma, duas ou mais operações, abarcando essas representações
de números reais:
Adição de números reais
a. Forma natural e ou inteira.
3 + 5 = 8
5 + 2 = 7
2 + 7 = 9
b. Forma decimal.
0,2 + 0,33 = 0,53
5,2 + 0,312 = 5,512
2,01 + 0,007 = 2,017
5 + 0,003 = 5,003
Aqui vale a observação de que, para adicionar números reais na forma decimal, faz-se necessário
colocarmos vírgula abaixo de vírgula, para só então adicionarmos os números.
c. Forma fracionária.
3
2
5
2
8
2
4
1
3
4
3
5
3
+ = =
+ =
Nessa forma só é possível adicionar os reais, se e somente se, os denominadores das frações
forem de mesmo valor.
Isso é necessário porque para essa operação de frações, só adicionamos os numeradores e re-
petimos os denominadores.
Mas, e quando esses denominadores possuírem valores distintos?
32 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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34
Nossas operações agora são:
6 3 2 5 10
6 2 3 1 3
÷ = × =
÷ = × =
Finalmente substituímos e subtraímos os numeradores:
10
6
3
6
7
6
− =
d. Forma contendo radicais.
5 2 2 4 2
8 3 3 3 5 3
− =
− + = −
Se os números possuírem radicandos diferentes, não é possível adicionar os mesmos.
Exemplos:
2 5 3 2
3 5
− =
− =
?
?
Assim como na adição, existem casos onde a fatoração do radicando é possível. Logo, só após
essa transformação podemos adicionar os números.
Exemplo:
50 8− =
Fatorando 50 , temos 5 2 ; e fatorando 8 , temos 2 2 .
Agora sim, substituindo os números por suas formas fatoradas é possível subtrair os mesmos,
observe.
5 2 2 2 3 2− =
Multiplicação de números reais
a. Forma natural e ou inteira.
3 9 27
2 8 16
6 4 24
× =
× − = −
− × − =
( )
( ) ( )
Nesse formato, existe a seguinte particularidade:
Todas as vezes que multiplicarmos dois números de mesmo sinal, obteremos produto ou o resul-
tado de sinal positivo (+).
Todas as vezes que multiplicarmos dois números de sinais diferentes, obteremos produto ou
resultado de sinal negativo (–).
Resumindo a particularidade citada, teremos:
+ ++× =
- +-× =
+ --× =
- -+× =
35CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 35 20/06/2018 18:03:46
Exemplos:
3 2 8
3 12
+ =
+ =
Fatorando 8 , temos 2 2 ; e fatorando 12 , temos 2 3 .
Substituindo os números por suas respectivas fatorações, podemos finalmente efetuar as adições.
3 2 2 2 5 2
3 2 3 3 3
+ =
+ =
Subtração de números reais
Para os casos entre os reais envolvendo subtrações, deve-se manter as mesmas regras observa-
das nos casos envolvendoadições, que observamos anteriormente. Vamos a elas:
a. Forma natural e ou inteira.
9 – 3 = 6
5 – 12 = –7
É importante aqui afirmar que, quando o número de maior módulo possuir sinal negativo, a dife-
rença ou resultado dessa subtração, obrigatoriamente deverá possuir valor de sinal negativo. Como
apresentado acima no último caso.
b. Forma decimal.
0,9 – 3 = –2,1
2,5 – 1,2 = 1,3
3,1 – 0,003 = 3,097
Na subtração de números reais na forma decimal, faz-se necessário colocar vírgula abaixo de
vírgula, para só então calcular a diferença entre os números.
c. Forma fracionária.
5
2
1
2
4
2
2
1
3
8
3
7
3
− = =
− = −
Nos casos em que os denominadores possuem valores diferentes, deve-se proceder do mesmo
modo conforme observado nos casos de adição de frações, observados anteriormente.
Exemplo:
Vamos encontrar a diferença da expressão,
5
3
1
2
− =
O M.M.C. entre 3 e 2 é 6. Esse será nosso novo denominador.
5
3
1
2 6 6
− = −
34 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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35
Nossas operações agora são:
6 3 2 5 10
6 2 3 1 3
÷ = × =
÷ = × =
Finalmente substituímos e subtraímos os numeradores:
10
6
3
6
7
6
− =
d. Forma contendo radicais.
5 2 2 4 2
8 3 3 3 5 3
− =
− + = −
Se os números possuírem radicandos diferentes, não é possível adicionar os mesmos.
Exemplos:
2 5 3 2
3 5
− =
− =
?
?
Assim como na adição, existem casos onde a fatoração do radicando é possível. Logo, só após
essa transformação podemos adicionar os números.
Exemplo:
50 8− =
Fatorando 50 , temos 5 2 ; e fatorando 8 , temos 2 2 .
Agora sim, substituindo os números por suas formas fatoradas é possível subtrair os mesmos,
observe.
5 2 2 2 3 2− =
Multiplicação de números reais
a. Forma natural e ou inteira.
3 9 27
2 8 16
6 4 24
× =
× − = −
− × − =
( )
( ) ( )
Nesse formato, existe a seguinte particularidade:
Todas as vezes que multiplicarmos dois números de mesmo sinal, obteremos produto ou o resul-
tado de sinal positivo (+).
Todas as vezes que multiplicarmos dois números de sinais diferentes, obteremos produto ou
resultado de sinal negativo (–).
Resumindo a particularidade citada, teremos:
+ ++× =
- +-× =
+ --× =
- -+× =
35CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 35 20/06/2018 18:03:46
Exemplos:
3 2 8
3 12
+ =
+ =
Fatorando 8 , temos 2 2 ; e fatorando 12 , temos 2 3 .
Substituindo os números por suas respectivas fatorações, podemos finalmente efetuar as adições.
3 2 2 2 5 2
3 2 3 3 3
+ =
+ =
Subtração de números reais
Para os casos entre os reais envolvendo subtrações, deve-se manter as mesmas regras observa-
das nos casos envolvendo adições, que observamos anteriormente. Vamos a elas:
a. Forma natural e ou inteira.
9 – 3 = 6
5 – 12 = –7
É importante aqui afirmar que, quando o número de maior módulo possuir sinal negativo, a dife-
rença ou resultado dessa subtração, obrigatoriamente deverá possuir valor de sinal negativo. Como
apresentado acima no último caso.
b. Forma decimal.
0,9 – 3 = –2,1
2,5 – 1,2 = 1,3
3,1 – 0,003 = 3,097
Na subtração de números reais na forma decimal, faz-se necessário colocar vírgula abaixo de
vírgula, para só então calcular a diferença entre os números.
c. Forma fracionária.
5
2
1
2
4
2
2
1
3
8
3
7
3
− = =
− = −
Nos casos em que os denominadores possuem valores diferentes, deve-se proceder do mesmo
modo conforme observado nos casos de adição de frações, observados anteriormente.
Exemplo:
Vamos encontrar a diferença da expressão,
5
3
1
2
− =
O M.M.C. entre 3 e 2 é 6. Esse será nosso novo denominador.
5
3
1
2 6 6
− = −
34 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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36
+ ++÷ =
- +-÷ =
+ --÷ =
- -+÷ =
Resumindo, teremos:
b. Forma decimal.
0 234
0 2
1 17
2 463
1 3
1 89
7 22
0 4
18 05
,
,
,
,
,
,
,
,
,= ≅ =
Para os casos de divisão com números reais na forma decimal, antes de efetuar a divisão deve-
mos transformar esses números colocando a vírgula para o final dos mesmos e só então efetuare-
mos a divisão.
Vale ainda destacar que, isso ocorre caso não tenhamos o auxílio da calculadora. Para os exem-
plos acima, teríamos as seguintes transformações:
0 234
0 2
234
200
1 17
2 463
1 3
2463
13
1 89
7 22
0 4
722
4
18 05
,
,
,
,
,
,
,
,
,
= = = ≅
= =
c. Forma fracionária.
1
2
3
5
1
2
5
3
5
6
2
7
3
2
7
1
3
2
21
= × = = × =
Na divisão de reais na forma de fração devemos repetir a primeira fração e multiplicar pelo inver-
so da segunda fração.
d. Forma contendo radicais.
2
3
2
3
3
3
2 3
9
2 3
3
2 3
5
2 3
5
5
5
2 15
25
2 15
5
= × = =
= × = =
Aqui temos os casos de frações, que são divisões com radicais. Quando o radical aparecer no
denominador, para solucionar esses casos é necessário racionalizar a fração.
O método consiste na multiplicação da fração já existente pelo denominador da mesma, confor-
me apresentado nos dois exemplos.
37CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 37 20/06/2018 18:03:47
b. Forma decimal.
0,021 × 3,1 = 0,0651
Nos casos de multiplicação entre decimais, procedemos normalmente como já aprendido em
anos anteriores. O mais importante é a adição das casas decimais existentes à direita da vírgula.
No número 0,021 temos 3 casas decimais. Já no número 3,1 temos 1 casa decimal. Ao adicionar
essas casas decimais, obteremos a posição exata da vírgula no produto, conforme apresentado na
imagem abaixo.
0, 0 2 1
× 3, 1
0 0 2 1
+ 0 0 6 3
0, 0 6 5 1
c. Forma fracionária.
1
2
3
7
1 3
2 7
3
14
1
5
2
3
1 2
5 3
2
15
× =
×
×
=
× =
×
×
=
Para o uso de números reais na forma de fração, devemos multiplicar numerador com numerador
e denominador com denominador.
d. Forma contendo radicais.
3 2 6
5 2 4 2 5 4 2 2 20 4 20 2 40
× =
× = ×( ) ×( ) = = × =
Nos casos onde o produto pode ser fatorado, é necessário efetuar tal operação para obter a
forma mais simplificada desse referido produto.
Exemplo:
3 6 18 18 2 3 3 2× = → = ⋅ =²
Divisão de números reais
a. Forma natural e ou inteira.
6
2
3
14
2
7
24
3
8
8
4
2
=
−
= −
−
= −
−
−
=
Nesse formato, todas as vezes que dividirmos dois números de mesmo sinal, obteremos quo-
ciente ou o resultado de sinal positivo (+).
E todas as vezes que dividirmos dois números de sinais diferentes, obteremos quociente ou re-
sultado de sinal negativo (–).
36 CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 36 20/06/2018 18:03:46
ME_Matemática_Contextualizada_9A_02.indd 36 22/07/2018 14:59:23
37
+ ++÷ =
- +-÷ =
+ --÷ =
- -+÷ =
Resumindo, teremos:
b. Forma decimal.
0 234
0 2
1 17
2 463
1 3
1 89
7 22
0 4
18 05
,
,
,
,
,
,
,
,
,= ≅ =
Para os casos de divisão com números reais na forma decimal, antes de efetuar a divisão deve-
mos transformar esses números colocando a vírgula para o final dos mesmos e só então efetuare-
mos a divisão.
Vale ainda destacar que, isso ocorre caso não tenhamos o auxílio da calculadora. Para os exem-
plos acima, teríamos as seguintes transformações:
0 234
0 2
234
200
1 17
2 463
1 3
2463
13
1 89
7 22
0 4
722
4
18 05
,
,
,
,
,
,
,
,
,
= = = ≅
= =
c. Forma fracionária.
1
2
3
5
1
2
5
3
5
6
2
7
3
2
7
1
3
2
21
= × = = × =
Na divisão de reais na forma de fração devemos repetir a primeira fração e multiplicar pelo inver-
so da segunda fração.
d. Forma contendo radicais.
2
3
2
3
3
3
2 3
9
2 3
3
2 3
5
2 3
5
5
5
2 15
25
2 15
5
= × = =
= × = =
Aqui temos os casos de frações, que são divisões com radicais. Quando o radical aparecer no
denominador, para solucionar esses casos é necessário racionalizar a fração.
O método consiste na multiplicação da fração já existente pelo denominador da mesma, confor-
me apresentado nos dois exemplos.
37CAPÍTULO2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 37 20/06/2018 18:03:47
b. Forma decimal.
0,021 × 3,1 = 0,0651
Nos casos de multiplicação entre decimais, procedemos normalmente como já aprendido em
anos anteriores. O mais importante é a adição das casas decimais existentes à direita da vírgula.
No número 0,021 temos 3 casas decimais. Já no número 3,1 temos 1 casa decimal. Ao adicionar
essas casas decimais, obteremos a posição exata da vírgula no produto, conforme apresentado na
imagem abaixo.
0, 0 2 1
× 3, 1
0 0 2 1
+ 0 0 6 3
0, 0 6 5 1
c. Forma fracionária.
1
2
3
7
1 3
2 7
3
14
1
5
2
3
1 2
5 3
2
15
× =
×
×
=
× =
×
×
=
Para o uso de números reais na forma de fração, devemos multiplicar numerador com numerador
e denominador com denominador.
d. Forma contendo radicais.
3 2 6
5 2 4 2 5 4 2 2 20 4 20 2 40
× =
× = ×( ) ×( ) = = × =
Nos casos onde o produto pode ser fatorado, é necessário efetuar tal operação para obter a
forma mais simplificada desse referido produto.
Exemplo:
3 6 18 18 2 3 3 2× = → = ⋅ =²
Divisão de números reais
a. Forma natural e ou inteira.
6
2
3
14
2
7
24
3
8
8
4
2
=
−
= −
−
= −
−
−
=
Nesse formato, todas as vezes que dividirmos dois números de mesmo sinal, obteremos quo-
ciente ou o resultado de sinal positivo (+).
E todas as vezes que dividirmos dois números de sinais diferentes, obteremos quociente ou re-
sultado de sinal negativo (–).
36 CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 36 20/06/2018 18:03:46
ME_Matemática_Contextualizada_9A_02.indd 37 22/07/2018 14:59:25
38
2. (FCC) O valor da expressão ( , , )0 799 0 210
2
5
2 2− ÷ é:
a. 0,925.
b. 0,975.
c. 1,245.
d. 1,455.
e. X 1,495.
Esse problema envolve diversas operações envolvendo os reais, por esse motivo, o problema recebe
o nome expressão. Vamos acompanhar a resolução dessa expressão envolvendo os números reais.
0 638401 0 040401
2
5
0 598
2
5
598
1 000
2
5
598
1 000
5
2
2
, ,
,
.
.
.
−( ) ÷ =
÷ =
÷ =
× =
9990
2 000
1 495
.
,=
Para determinar a resposta da expressão, foi necessário solucionar diversas operações envolven-
do os números reais.
Você sabia?
Os números reais negativos na China antiga
No mundo antigo todas as nações por
questão de necessidade, introduziram o con-
ceito de número natural além de também de-
senvolver o sistema de contagem utilizando
esses números.
A seguir de forma natural, devido ao pró-
prio desenvolvimento da matemática, ocor-
reu a necessidade de outro tipo de simbolo-
gia numérica.
Assim, os números negativos apareceram
pela primeira vez na China Antiga. Os chineses
há algum tempo já utilizavam duas coleções de
barras para efetuar cálculos.
Uma barra de cor vermelha para números po-
sitivos e uma outra barra de cor preta para nú-
meros negativos. Porém, o interessante é que os
chineses sabiam da existência dos números ne-
gativos e faziam uso desses para operações no
seu dia a dia, mas não aceitavam a ideia de um
número negativo ser solução de uma equação.
Estranho isso, não é mesmo?
R
ep
ro
d
uç
ão
39CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 39 20/06/2018 18:03:48
Questão resolvida
Solucione cada um dos casos a seguir envolvendo os números reais.
a. 0,253 + 1,4 = b.
2
5
3
2
− =
c. 2 5 3 2× = d. 4 3
2
=
Resolvendo cada um dos casos envolvendo os números reais nas suas diversas formas de apre-
sentação, temos os seguintes desenvolvimentos.
c. 2 5 3 2 2 3 5 2 6 10× = × ×( ) =( )
d. 4 3
2
4 3
2
2
2
4 6
4
4 6
2
2 6= × = = =
0, 2 5 3
+ 1, 4
1, 6 5 3
a.
b. 2
5
3
2
4
10
15
10
11
10
− = − = −
Problemas envolvendo os números reais
Na parte que segue, vamos resolver problemas envolvendo os números reais nas suas diferentes
formas e envolvendo seus diferentes significados de operações.
Verifique cada caso apresentado e acompanhe as aplicações existentes nos mesmos.
1. (SAEP-Adaptada) João encheu o tanque do seu carro colocando 40 litros de álcool. Ele pagou R$
1,47 por cada litro. Quanto João gastou para encher o tanque de seu carro?
a. X R$ 58,80.
b. R$ 48,00.
c. R$ 41,47.
d. R$ 27,21.
Após a leitura, verifique que estamos tratando de um problema envolvendo a multiplicação de
números reais. Para solucionar, temos a seguinte expressão.
40 litros × R$ 1,47 = R$ 58,80
Chegamos assim à conclusão de que os 40 litros de álcool que encheram o tanque do carro do
João, custaram o total de R$ 58,80.
Perceba que escolhemos for-
mas de números reais diferentes
para a aplicação de cada uma
das alternativas ao lado.
38 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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39
2. (FCC) O valor da expressão ( , , )0 799 0 210
2
5
2 2− ÷ é:
a. 0,925.
b. 0,975.
c. 1,245.
d. 1,455.
e. X 1,495.
Esse problema envolve diversas operações envolvendo os reais, por esse motivo, o problema recebe
o nome expressão. Vamos acompanhar a resolução dessa expressão envolvendo os números reais.
0 638401 0 040401
2
5
0 598
2
5
598
1 000
2
5
598
1 000
5
2
2
, ,
,
.
.
.
−( ) ÷ =
÷ =
÷ =
× =
9990
2 000
1 495
.
,=
Para determinar a resposta da expressão, foi necessário solucionar diversas operações envolven-
do os números reais.
Você sabia?
Os números reais negativos na China antiga
No mundo antigo todas as nações por
questão de necessidade, introduziram o con-
ceito de número natural além de também de-
senvolver o sistema de contagem utilizando
esses números.
A seguir de forma natural, devido ao pró-
prio desenvolvimento da matemática, ocor-
reu a necessidade de outro tipo de simbolo-
gia numérica.
Assim, os números negativos apareceram
pela primeira vez na China Antiga. Os chineses
há algum tempo já utilizavam duas coleções de
barras para efetuar cálculos.
Uma barra de cor vermelha para números po-
sitivos e uma outra barra de cor preta para nú-
meros negativos. Porém, o interessante é que os
chineses sabiam da existência dos números ne-
gativos e faziam uso desses para operações no
seu dia a dia, mas não aceitavam a ideia de um
número negativo ser solução de uma equação.
Estranho isso, não é mesmo?
R
ep
ro
d
uç
ão
39CAPÍTULO 2 I Os números reais
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Questão resolvida
Solucione cada um dos casos a seguir envolvendo os números reais.
a. 0,253 + 1,4 = b.
2
5
3
2
− =
c. 2 5 3 2× = d. 4 3
2
=
Resolvendo cada um dos casos envolvendo os números reais nas suas diversas formas de apre-
sentação, temos os seguintes desenvolvimentos.
c. 2 5 3 2 2 3 5 2 6 10× = × ×( ) =( )
d. 4 3
2
4 3
2
2
2
4 6
4
4 6
2
2 6= × = = =
0, 2 5 3
+ 1, 4
1, 6 5 3
a.
b. 2
5
3
2
4
10
15
10
11
10
− = − = −
Problemas envolvendo os números reais
Na parte que segue, vamos resolver problemas envolvendo os números reais nas suas diferentes
formas e envolvendo seus diferentes significados de operações.
Verifique cada caso apresentado e acompanhe as aplicações existentes nos mesmos.
1. (SAEP-Adaptada) João encheu o tanque do seu carro colocando 40 litros de álcool. Ele pagou R$
1,47 por cada litro. Quanto João gastou para encher o tanque de seu carro?
a. X R$ 58,80.
b. R$ 48,00.
c. R$ 41,47.
d. R$ 27,21.
Após a leitura, verifique que estamos tratando de um problema envolvendo a multiplicação de
números reais. Para solucionar, temos a seguinte expressão.
40 litros × R$ 1,47 = R$ 58,80
Chegamos assim à conclusão de que os 40 litros de álcool que encheram o tanque do carro do
João, custaram o total de R$ 58,80.
Perceba que escolhemos for-
mas de números reais diferentes
para a aplicação de cada uma
das alternativas ao lado.
38 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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40
a. – – – – – –81 49 3 2 1
2 3+ =( ) ( )b. – – – ..1 1 1 6 5434 002 101 0( ) ( ) ( ) + =+ +
c.
2
3
5
2
5 2 3−
+ − ⋅ − =( ) ( )
d. 0 354 1 87 0 3452, , ,+ −( ) =
e. ( , , ) ,1 435 3 162 2 1+ × =
7. Solucione as expressões envolvendo os reais
abaixo.
–4.
6.544.
229
6
.
1,8788.
9,6537.
11. Solucione os casos apresentados abaixo:
a. O número 𝛔𝛔 é oposto do maior número in-
teiro de quatro algarismos diferentes. Qual é o
valor de 𝛔𝛔?
–9.876.
b. A distância entre dois números vale 320 uni-
dades. Quais são esses números, sabendo-se
que são números reais e opostos?
–160 e 160.
12. O valor da expressão
25 16
25 16
+
−
:
a. não é um número inteiro.
b. é um número irracional.
c. X é um número real.
d. não é um número racional.
13. O valor da expressão
− − + − −( ) −
( )
6 125
36
4
5 20 2 5.
é um número real. Esse número é também um…
a. número inteiro positivo.
b. número inteiro negativo.
c. número irracional.
d. X número racional fracionário.
8. A variável s representa o preço de uma saia
e b o preço de uma blusa. O preço pago pela
compra de Ana é representado pela expressão
3 . s + 4 . b. Sabendo que cada saia custa R$
63,00 e que cada blusa custa um terço do valor
pago pela saia, quanto Ana pagou?
R$ 273,00.
14. (OBM) A metade do número de 211 + 48 é:
a. 25 + 44.
b. 25 + 28.
c. 110 + 28.
d. X 215 + 45.
e. 29 + 47.
10. Numa padaria, uma lata de 200 g de acho-
colatado em pó CHOCOBOM custa R$ 3,00,
uma lata de 400 g custa R$ 5,00 e a de 800 g
custa R$ 9,00. Lara precisa de 1,2 kg de CHO-
9. Luca comprou uma revista por R$ 9,63 e deu
uma nota de R$ 10,00 para pagar. De quantas
maneiras ele pode receber o troco de 37 cen-
tavos em moedas, se as moedas disponíveis no
caixa são as de 1, 5, 10 e 25 centavos? Suponha
que há muitas moedas de cada tipo.
a. 10.
b. 12.
c. 15.
d. X 24.
e. 30.
COBOM para fazer um enorme bolo. Qual das
opções a seguir é a maneira mais econômica de
comprar 1,2 kg de CHOCOBOM nessa padaria?
a. 6 latas de 200 g.
b. X 1 lata de 400 g e 1 lata de 800 g.
c. 4 latas de 200 g e 1 lata de 400 g.
d. 2 latas de 200 g e 1 lata de 800 g.
e. 2 latas de 200 g e 2 latas de 400 g.
41CAPÍTULO 2 I Os números reais
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Atividades
1. Associe as colunas corretamente, identifi-
cando os conjuntos numéricos contidos entre
os reais e suas respectivas simbologias.
a. I
b. Z
c. N
d. Q
e. R
d Números racionais.
a Números irracionais.
e Números reais.
c Números naturais.
b Números inteiros.
2. Complemente corretamente as lacunas a
seguir, identificando se as expressões fazem re-
ferência aos números racionais ou aos números
irracionais.
a. Todos os números inteiros também são
números racionais .
b. Os números de representação decimal infini-
ta e não periódica são números irracionais .
c. Os números naturais são também números
racionais .
d. As raízes quadradas não exatas são números
irracionais .
e. As raízes exatas são números racionais .
f. Os números racionais podem ser
escritos em forma de fração.
5. Quais das sentenças abaixo são falsas? Justi-
fique suas respostas.
a. X − =81 9
b. X − − = −81 9
c. ( )− =4 162
d. − = −4 16²
e. ( )− =3 10
As alternativas falsas são “a” e “b”, pois não
existe solução no conjunto dos reais (R) para
“raízes quadradas” de números negativos.
3. Considerando x = (–1)1.003 e y = (–1)1.002, deter-
mine o valor das expressões a seguir:
a. x + y –
b. x – y –
(–1) + 1 = 0
(–1) – 1= –2
4. Um mergulhador profissional utilizando o es-
cafandro atingiu a profundidade de 12 metros
em algum lugar no Oceano Atlântico. Um se-
6. Solucionado a expressão
1
2
3
5
2
3
2 36 3+ − − −( ) ( ) ,
temos como resultado que valor?
−
71
2
.
gundo mergulhador sem escafandro atingiu a
metade dessa profundidade. Um terceiro mer-
gulhador, usando uma embarcação especial,
atingiu o quadrado da soma das profundidades
dos mergulhadores anterior. Apresente a pro-
fundidade atingida pelo terceiro mergulhador.
O terceiro mergulhador atingiu 324 metros de
profundidade.
40 CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 40 20/06/2018 18:03:48
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41
a. – – – – – –81 49 3 2 1
2 3+ =( ) ( )
b. – – – ..1 1 1 6 5434 002 101 0( ) ( ) ( ) + =+ +
c.
2
3
5
2
5 2 3−
+ − ⋅ − =( ) ( )
d. 0 354 1 87 0 3452, , ,+ −( ) =
e. ( , , ) ,1 435 3 162 2 1+ × =
7. Solucione as expressões envolvendo os reais
abaixo.
–4.
6.544.
229
6
.
1,8788.
9,6537.
11. Solucione os casos apresentados abaixo:
a. O número 𝛔𝛔 é oposto do maior número in-
teiro de quatro algarismos diferentes. Qual é o
valor de 𝛔𝛔?
–9.876.
b. A distância entre dois números vale 320 uni-
dades. Quais são esses números, sabendo-se
que são números reais e opostos?
–160 e 160.
12. O valor da expressão
25 16
25 16
+
−
:
a. não é um número inteiro.
b. é um número irracional.
c. X é um número real.
d. não é um número racional.
13. O valor da expressão
− − + − −( ) −
( )
6 125
36
4
5 20 2 5.
é um número real. Esse número é também um…
a. número inteiro positivo.
b. número inteiro negativo.
c. número irracional.
d. X número racional fracionário.
8. A variável s representa o preço de uma saia
e b o preço de uma blusa. O preço pago pela
compra de Ana é representado pela expressão
3 . s + 4 . b. Sabendo que cada saia custa R$
63,00 e que cada blusa custa um terço do valor
pago pela saia, quanto Ana pagou?
R$ 273,00.
14. (OBM) A metade do número de 211 + 48 é:
a. 25 + 44.
b. 25 + 28.
c. 110 + 28.
d. X 215 + 45.
e. 29 + 47.
10. Numa padaria, uma lata de 200 g de acho-
colatado em pó CHOCOBOM custa R$ 3,00,
uma lata de 400 g custa R$ 5,00 e a de 800 g
custa R$ 9,00. Lara precisa de 1,2 kg de CHO-
9. Luca comprou uma revista por R$ 9,63 e deu
uma nota de R$ 10,00 para pagar. De quantas
maneiras ele pode receber o troco de 37 cen-
tavos em moedas, se as moedas disponíveis no
caixa são as de 1, 5, 10 e 25 centavos? Suponha
que há muitas moedas de cada tipo.
a. 10.
b. 12.
c. 15.
d. X 24.
e. 30.
COBOM para fazer um enorme bolo. Qual das
opções a seguir é a maneira mais econômica de
comprar 1,2 kg de CHOCOBOM nessa padaria?
a. 6 latas de 200 g.
b. X 1 lata de 400 g e 1 lata de 800 g.
c. 4 latas de 200 g e 1 lata de 400 g.
d. 2 latas de 200 g e 1 lata de 800 g.
e. 2 latas de 200 g e 2 latas de 400 g.
41CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 41 20/06/2018 18:03:49
Atividades
1. Associe as colunas corretamente, identifi-
cando os conjuntos numéricos contidos entre
os reais e suas respectivas simbologias.
a. I
b. Z
c. N
d. Q
e. R
d Números racionais.
a Números irracionais.
e Números reais.
c Números naturais.
b Números inteiros.
2. Complemente corretamente as lacunas a
seguir, identificando se as expressões fazem re-
ferência aos números racionais ou aos números
irracionais.
a. Todos os números inteiros também são
números racionais .
b. Os números de representação decimal infini-
ta e não periódica são números irracionais .
c. Os números naturais são também números
racionais .
d. As raízes quadradas não exatas são números
irracionais .
e. As raízes exatas são números racionais .
f. Os números racionais podem ser
escritos em forma de fração.
5. Quais das sentenças abaixo são falsas? Justi-
fique suas respostas.
a. X − =81 9
b. X − − = −81 9
c. ( )− =4 162
d. − = −4 16²
e. ( )− =3 10
As alternativas falsas são “a” e “b”, pois não
existe solução no conjunto dos reais(R) para
“raízes quadradas” de números negativos.
3. Considerando x = (–1)1.003 e y = (–1)1.002, deter-
mine o valor das expressões a seguir:
a. x + y –
b. x – y –
(–1) + 1 = 0
(–1) – 1= –2
4. Um mergulhador profissional utilizando o es-
cafandro atingiu a profundidade de 12 metros
em algum lugar no Oceano Atlântico. Um se-
6. Solucionado a expressão
1
2
3
5
2
3
2 36 3+ − − −( ) ( ) ,
temos como resultado que valor?
−
71
2
.
gundo mergulhador sem escafandro atingiu a
metade dessa profundidade. Um terceiro mer-
gulhador, usando uma embarcação especial,
atingiu o quadrado da soma das profundidades
dos mergulhadores anterior. Apresente a pro-
fundidade atingida pelo terceiro mergulhador.
O terceiro mergulhador atingiu 324 metros de
profundidade.
40 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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42
Resgatando a história
Brahmagupta, o matemático indiano e os números
absurdos
Os números negativos foram descobertos por indianos quando esses tentavam desenvolver um
algoritmo para chegar a resolução das equações quadráticas. Como maior desses matemáticos,
temos o Brahmagupta, nascido no ano 598 d. C. Os números negativos têm registro inicial pela sua
obra.
Como principal afirmação para comprovação da existência dos números negativos, Brahmagup-
ta deixou registrado que os números podem ser entendidos como “pertences” ou “dívidas”.
Uma dificuldade dessa época era a simbologia específica para os números negativos, que não
existia. Isso dificultava o uso dos mesmos em operações e os números negativos tinham, assim, a
veracidade de sua existência colocada sempre em pauta.
Durante muito tempo os números negativos foram simplesmente classificados por números ab-
surdos. E só bem mais a frente é que os matemáticos encontraram a simbologia até hoje utilizada
para identificar e operar com os números negativos.
Amplie o conhecimento
Descobrindo a simbologia específica dos números reais
na sua forma negativa
Após muitas tentativas infelizes de encontrar um símbolo para representar os números negati-
vos, observando o modo como comerciantes da época contabilizavam as quantidades de produtos
vendidos e ainda em estoque para vender, os matemáticos conseguiram finalmente encontrar a
simbologia há muito tempo procurada.
Mas, como se deu isso?
No início do dia, um comerciante tinha em
seu estabelecimento duas sacas de milho de 50
quilogramas cada. Se ao término do dia, esse
comerciante houvesse vendido 8 quilogramas
do milho, para não esquecer que um dos sacos
tinha aquela quantidade a menos, o comercian-
te escrevia o número 8 com um tracinho prece-
dendo o número (–8).
Supondo que ele vendesse no outro saco
48 quilogramas e sobrassem 2 quilogramas e
o comerciante colocasse esses 2 quilogramas
no outro saco, esse também teria marcado o
símbolo de dois tracinhos cruzados (+2), esse
agora identificava que naquele saco havia 2 qui-
logramas a mais. Assim, por essas observações
efetuadas pelos matemáticos, foram criados os
números com sinal positivo e os números com
sinal negativo, dos quais aqui estamos falando.
H
Q
ua
lit
y/
Sh
ut
te
rs
to
ck
.c
o
m
43CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 43 20/06/2018 18:03:49
Para analisar:
Os meus amigos e os meus inimigos
Há um comportamento específico para os sinais quando estamos multiplicando ou divi-
dindo números reais positivos e negativos.
Visando facilitar a memorização, um professor desenvolveu a chamada regra dos amigos
e inimigos. Os amigos são números reais de sinal positivo (+), por outro lado, os inimigos
são os números reais de sinal negativo (–). Finalmente o professor estabelece as relações de
amizade entre seus amigos e seus inimigos.
É ainda muito importante relembrar que tal regra só serve para os casos de multiplicação
e divisão, para adição e subtração esses números têm comportamento de sinais diferentes.
As relações proferidas pelo professor são as seguintes:
O amigo do meu amigo também é amigo meu.
O inimigo do meu inimigo é meu amigo.
O inimigo do meu amigo também é inimigo meu.
Essas três afirmações servem para apresentar o comportamento dos números reais de si-
nais opostos. Verifique com seus amigos e comprove que o professor tem, verdadeiramente,
razão quanto ao comportamento desses números reais de sinais opostos.
Refletindo sobre o texto
1. Sobre o texto Os meus amigos e os meus inimigos, que descreve o comportamento dos números
reais positivos e negativos, como se apresentam os sinais referentes a isso?
a. Para os casos de multiplicação: b. Para os casos de divisão:
+( ) × +( ) = +
−( ) × −( ) = +
+( ) × −( ) = −
−( ) × +( ) = −
+( ) ÷ +( ) = +
−( ) ÷ −( ) = +
+( ) ÷ −( ) = −
−( ) ÷ +( ) = −
2. Para você, a relação entre amigos e inimigos, apresentadas no texto acima, ajudará na memori-
zação do comportamento de números reais com sinais positivos e negativos?
3. Quais as operações envolvendo os reais que essa relação de sinais, apresentada no texto, não se
aplica?
Nas operações de adição e subtração envolvendo os números reais.
Resposta pessoal.
42 CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 42 20/06/2018 18:03:49
ME_Matemática_Contextualizada_9A_02.indd 42 22/07/2018 14:59:36
43
Resgatando a história
Brahmagupta, o matemático indiano e os números
absurdos
Os números negativos foram descobertos por indianos quando esses tentavam desenvolver um
algoritmo para chegar a resolução das equações quadráticas. Como maior desses matemáticos,
temos o Brahmagupta, nascido no ano 598 d. C. Os números negativos têm registro inicial pela sua
obra.
Como principal afirmação para comprovação da existência dos números negativos, Brahmagup-
ta deixou registrado que os números podem ser entendidos como “pertences” ou “dívidas”.
Uma dificuldade dessa época era a simbologia específica para os números negativos, que não
existia. Isso dificultava o uso dos mesmos em operações e os números negativos tinham, assim, a
veracidade de sua existência colocada sempre em pauta.
Durante muito tempo os números negativos foram simplesmente classificados por números ab-
surdos. E só bem mais a frente é que os matemáticos encontraram a simbologia até hoje utilizada
para identificar e operar com os números negativos.
Amplie o conhecimento
Descobrindo a simbologia específica dos números reais
na sua forma negativa
Após muitas tentativas infelizes de encontrar um símbolo para representar os números negati-
vos, observando o modo como comerciantes da época contabilizavam as quantidades de produtos
vendidos e ainda em estoque para vender, os matemáticos conseguiram finalmente encontrar a
simbologia há muito tempo procurada.
Mas, como se deu isso?
No início do dia, um comerciante tinha em
seu estabelecimento duas sacas de milho de 50
quilogramas cada. Se ao término do dia, esse
comerciante houvesse vendido 8 quilogramas
do milho, para não esquecer que um dos sacos
tinha aquela quantidade a menos, o comercian-
te escrevia o número 8 com um tracinho prece-
dendo o número (–8).
Supondo que ele vendesse no outro saco
48 quilogramas e sobrassem 2 quilogramas e
o comerciante colocasse esses 2 quilogramas
no outro saco, esse também teria marcado o
símbolo de dois tracinhos cruzados (+2), esse
agora identificava que naquele saco havia 2 qui-
logramas a mais. Assim, por essas observações
efetuadas pelos matemáticos, foram criados os
números com sinal positivo e os números com
sinal negativo, dos quais aqui estamos falando.
H
Q
ua
lit
y/
Sh
ut
te
rs
to
ck
.c
o
m
43CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 43 20/06/2018 18:03:49
Para analisar:
Os meus amigos e os meus inimigos
Há um comportamento específico para os sinais quando estamos multiplicando ou divi-
dindo números reais positivos e negativos.
Visandofacilitar a memorização, um professor desenvolveu a chamada regra dos amigos
e inimigos. Os amigos são números reais de sinal positivo (+), por outro lado, os inimigos
são os números reais de sinal negativo (–). Finalmente o professor estabelece as relações de
amizade entre seus amigos e seus inimigos.
É ainda muito importante relembrar que tal regra só serve para os casos de multiplicação
e divisão, para adição e subtração esses números têm comportamento de sinais diferentes.
As relações proferidas pelo professor são as seguintes:
O amigo do meu amigo também é amigo meu.
O inimigo do meu inimigo é meu amigo.
O inimigo do meu amigo também é inimigo meu.
Essas três afirmações servem para apresentar o comportamento dos números reais de si-
nais opostos. Verifique com seus amigos e comprove que o professor tem, verdadeiramente,
razão quanto ao comportamento desses números reais de sinais opostos.
Refletindo sobre o texto
1. Sobre o texto Os meus amigos e os meus inimigos, que descreve o comportamento dos números
reais positivos e negativos, como se apresentam os sinais referentes a isso?
a. Para os casos de multiplicação: b. Para os casos de divisão:
+( ) × +( ) = +
−( ) × −( ) = +
+( ) × −( ) = −
−( ) × +( ) = −
+( ) ÷ +( ) = +
−( ) ÷ −( ) = +
+( ) ÷ −( ) = −
−( ) ÷ +( ) = −
2. Para você, a relação entre amigos e inimigos, apresentadas no texto acima, ajudará na memori-
zação do comportamento de números reais com sinais positivos e negativos?
3. Quais as operações envolvendo os reais que essa relação de sinais, apresentada no texto, não se
aplica?
Nas operações de adição e subtração envolvendo os números reais.
Resposta pessoal.
42 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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44
Praticando mais
1. (IESES) Leia as frases abaixo sobre a teoria
dos conjuntos:
I. {0, 1, 2, 3, 5} pertencem ao conjunto dos nú-
meros naturais.
II. A raiz quadrada de 2 é um número irracional.
III. Os números reais são formados pela interse-
ção dos números racionais e irracionais.
IV. Todo número inteiro não positivo pertence
ao conjunto dos números naturais.
A sequência correta é:
a. X Apenas as afirmações I e II estão corretas.
b. Apenas as afirmações II e III estão corretas.
c. As afirmações I, II e III estão corretas.
d. As afirmações I, III e IV estão corretas.
2. (Cefet) Quantas ordens possui o número 230
milhões?
a. 8 ordens.
b. X 9 ordens.
c. 10 ordens.
d. Nenhuma das alternativas anteriores.
4. (Fumec) Considere os conjuntos A = {–3, –2,
–1, 0, 1, 2, 3}, B = {1, 2, 3, 4, 5, 6} e C = {–3;
3
4
;
2;
7
2
; 5} avalie as afirmações I e II e marque a
alternativa correta.
I. O conjunto C é composto somente por nú-
meros racionais.
II. O conjunto B não contém números inteiros.
As afirmações I e II são, respectivamente:
a. verdadeira e verdadeira.
b. falsa e falsa.
c. X verdadeira e falsa.
d. falsa e verdadeira.
5. (Vunesp) Considere m e n números racionais
e s e t números irracionais quaisquer. Nessas
condições, é verdadeira a alternativa:
a. o produto m × n pode ser um número ir-
racional.
b. o produto s × t nunca será um número
racional.
c. o quociente s ÷ t nunca será um número
racional.
d. X a soma m + n nunca será um número irra-
cional.
e. a soma s + t é necessariamente um núme-
ro irracional.
6. (Cesgranrio – Adaptada) Multiplicando-se o
maior número inteiro menor do que 8 pelo me-
nor número inteiro maior do que −8, o resultado
encontrado será o número real:
a. –72.
b. –63.
c. –56.
d. X –49.
e. –42.
7. (Cefet – Adaptada) Qual é o maior número
inteiro e real compreendido entre −
3
2
e
1
3
.
a. X 0.
b. –1.
c. 2.
d. Nenhuma das alternativas anteriores.
8. (UFF) Segundo o matemático Leopold
Kronecker (1823-1891), “Deus fez os números
3. Observe os números:
I. 2,212121… II. 3,212223…
III.
π
5
IV. 3,1416
V. −4
Quais desses números são irracionais?
Itens “II” e “III”.
45CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 45 20/06/2018 18:03:50
Aprimorando conceitos
I. Quais os conjuntos numéricos que pertencem aos números reais?
II. Nas potências de expoentes negativos, como definimos a solução?
III. Nas potências de expoentes fracionários, como definimos a solução?
IV. De modo simples, defina o que são notações científicas.
V. Exemplifique uma unidade de medida muito pequena e outra unidade de medida muito
grande.
VI. Quais as unidades de medidas, utilizadas na informática, apresentadas nesse capítulo?
VII. Operando com os números reais, qual as formas desse número que podemos utilizar na
adição, subtração, multiplicação e também na divisão?
Podemos utilizar as formas de número real inteiro, decimal, fracionária e ainda a forma com
radicais.
Os conjuntos são os dos números naturais, dos números inteiros, dos números racionais e tam-
bém dos números irracionais. Todos esses são pertencentes ao conjunto dos números reais.
Devemos inverter a posição entre numerador e denominador, que são a base da potência.
Ao inverter a base da potência esse expoente tem seu sinal trocado, ficando assim positivo,
daí pode ser solucionado normalmente.
As potências que possuem expoentes fracionários transformam-se em radiciações. A parti-
cularidade vale para o expoente cujo numerador torna-se expoente do radicando e o seu
denominador torna-se índice da radiciação. Assim, vale a seguinte relação para esses casos:
Para todo número real a e um número inteiro positivo n (n ≥ 2), define-se:
a a
1
n n→ ¹ . Após a transformação, solucionamos a radiciação normalmente.
São representações simplificadas de números reais muito extensos ou também muito pe-
quenos, como potências de base dez.
Como unidade de medida muito pequena, temos o micrômetro, e unidade de medida mui-
to grande, temos a unidade astronômica.
Byte, Kilobyte, Megabyte, Gigabyte, Terabyte, Petabyte, Exabyte, Zettabyte e Yottabyte.
44 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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Praticando mais
1. (IESES) Leia as frases abaixo sobre a teoria
dos conjuntos:
I. {0, 1, 2, 3, 5} pertencem ao conjunto dos nú-
meros naturais.
II. A raiz quadrada de 2 é um número irracional.
III. Os números reais são formados pela interse-
ção dos números racionais e irracionais.
IV. Todo número inteiro não positivo pertence
ao conjunto dos números naturais.
A sequência correta é:
a. X Apenas as afirmações I e II estão corretas.
b. Apenas as afirmações II e III estão corretas.
c. As afirmações I, II e III estão corretas.
d. As afirmações I, III e IV estão corretas.
2. (Cefet) Quantas ordens possui o número 230
milhões?
a. 8 ordens.
b. X 9 ordens.
c. 10 ordens.
d. Nenhuma das alternativas anteriores.
4. (Fumec) Considere os conjuntos A = {–3, –2,
–1, 0, 1, 2, 3}, B = {1, 2, 3, 4, 5, 6} e C = {–3;
3
4
;
2;
7
2
; 5} avalie as afirmações I e II e marque a
alternativa correta.
I. O conjunto C é composto somente por nú-
meros racionais.
II. O conjunto B não contém números inteiros.
As afirmações I e II são, respectivamente:
a. verdadeira e verdadeira.
b. falsa e falsa.
c. X verdadeira e falsa.
d. falsa e verdadeira.
5. (Vunesp) Considere m e n números racionais
e s e t números irracionais quaisquer. Nessas
condições, é verdadeira a alternativa:
a. o produto m × n pode ser um número ir-
racional.
b. o produto s × t nunca será um número
racional.
c. o quociente s ÷ t nunca será um número
racional.
d. X a soma m + n nunca será um número irra-
cional.
e. a soma s + t é necessariamente um núme-
ro irracional.
6. (Cesgranrio – Adaptada) Multiplicando-se o
maior número inteiro menor do que 8 pelo me-
nor número inteiro maior do que −8, o resultado
encontradoserá o número real:
a. –72.
b. –63.
c. –56.
d. X –49.
e. –42.
7. (Cefet – Adaptada) Qual é o maior número
inteiro e real compreendido entre −
3
2
e
1
3
.
a. X 0.
b. –1.
c. 2.
d. Nenhuma das alternativas anteriores.
8. (UFF) Segundo o matemático Leopold
Kronecker (1823-1891), “Deus fez os números
3. Observe os números:
I. 2,212121… II. 3,212223…
III.
π
5
IV. 3,1416
V. −4
Quais desses números são irracionais?
Itens “II” e “III”.
45CAPÍTULO 2 I Os números reais
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Aprimorando conceitos
I. Quais os conjuntos numéricos que pertencem aos números reais?
II. Nas potências de expoentes negativos, como definimos a solução?
III. Nas potências de expoentes fracionários, como definimos a solução?
IV. De modo simples, defina o que são notações científicas.
V. Exemplifique uma unidade de medida muito pequena e outra unidade de medida muito
grande.
VI. Quais as unidades de medidas, utilizadas na informática, apresentadas nesse capítulo?
VII. Operando com os números reais, qual as formas desse número que podemos utilizar na
adição, subtração, multiplicação e também na divisão?
Podemos utilizar as formas de número real inteiro, decimal, fracionária e ainda a forma com
radicais.
Os conjuntos são os dos números naturais, dos números inteiros, dos números racionais e tam-
bém dos números irracionais. Todos esses são pertencentes ao conjunto dos números reais.
Devemos inverter a posição entre numerador e denominador, que são a base da potência.
Ao inverter a base da potência esse expoente tem seu sinal trocado, ficando assim positivo,
daí pode ser solucionado normalmente.
As potências que possuem expoentes fracionários transformam-se em radiciações. A parti-
cularidade vale para o expoente cujo numerador torna-se expoente do radicando e o seu
denominador torna-se índice da radiciação. Assim, vale a seguinte relação para esses casos:
Para todo número real a e um número inteiro positivo n (n ≥ 2), define-se:
a a
1
n n→ ¹ . Após a transformação, solucionamos a radiciação normalmente.
São representações simplificadas de números reais muito extensos ou também muito pe-
quenos, como potências de base dez.
Como unidade de medida muito pequena, temos o micrômetro, e unidade de medida mui-
to grande, temos a unidade astronômica.
Byte, Kilobyte, Megabyte, Gigabyte, Terabyte, Petabyte, Exabyte, Zettabyte e Yottabyte.
44 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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46
17. (FCC) Qual das expressões seguintes não é
equivalente a 0,0000000625?
a. X
5
16
10 6⋅ − .
b.
5
8
10 7⋅ − .
c.
25
4
10 8⋅ − .
d.
125
2
10 9⋅ − .
e. 625 10 10⋅ − .
15. (Cefet) Em relação aos principais conjuntos
numéricos, é correto afirmar que:
a. todo número racional é natural, mas nem
todo número natural é racional.
b. todo número inteiro é natural, mas nem
todo número natural é inteiro.
c. todo número real é natural, mas nem
todo número natural é real.
d. todo número racional é inteiro, mas nem
todo número inteiro é racional.
e. X todo número irracional é real.
16. Simplificando a expressão
1
5
1
4
6
0 464646
+ −
, ...
ire-
mos obter como resposta:
a. um número racional.
b. X um número decimal infinito e não perió-
dico.
c. um número decimal exato.
d. um número negativo.
18. Sabendo que o número real e racional
m
n
origina a dízima periódica 1,3333... Determine o
resultado da expressão m n× ² .
a. 36.
b. 12.
c. 27.
d. 24.
20. (SAEB) Sendo P = (–10)² – 10², então, o valor
de P é:
a. 100.
b. 40.
c. –100.
d. X 0.
21. (SAEB-Adaptada) O professor de matemá-
tica escreveu a seguinte expressão numérica no
quadro.
k = − + − 7 14 5 49 7: ( ) :
Então, o valor de k é:
a.
7
2
.
b. 2.
c. 9.
d. X – 2.
19. (SAEP-Adaptada) Observe a reta a seguir.
–4 10–2 3–3 2–1 4
O número
25
7
, nessa reta numérica, está locali-
zado entre:
a. – 4 e –3.
b. 2 e 3.
c. X 3 e 4.
d. – 3 e – 4.
22. (SAEP-Adaptada) A professora escreveu a
seguinte expressão no quadro.
M = ( ) :7 710 5 48
Então, o valor de M é:
a. 2.
b. X 49.
c. 14.
d. 0.
23. (Fuvest) O valor de (0,2)³ + (0,16)² é:
a. 0,0264.
b. X 0,0336.
c. 0,1056.
d. 0,2568.
e. 0,6256.
X
47CAPÍTULO 2 I Os números reais
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9. (Cefet) Assinale a alternativa correta, em que
os números estão em ordem crescente:
a.
5
3
0 25 8 1; , ; ;
b. 2 2
3
7
1 32223 3; ; , ...− e
c. −
2
5
7 0 111 0 80; ; , ... ,e
d. X 5 1 0 7 1
1
2
3− ; , ; e
10. (FCC) O valor da expressão
( , , ) :0 799 0 201
2
5
2 2−
envolvendo os reais é:
a. 0,925.
b. 0,975.
c. 1,245.
d. 1,455.
e. X 1,495. 14. (FCC) O valor da expressão
A B
A BB A
2 3−
+
, para
A = 2 e B = −1, é um número compreendido
entre:
a. – 2 e 1.
b. X 1 e 4.
c. 4 e 7.
d. 7 e 9.
e. 9 e 10.
13. (Fatec – Adaptada) Se x e y são números
reais, tais que x = (0,25) . 0,25 e y = 16 – 0,125, é
verdade que:
a. x = y.
b. x > y.
c. x + y x ⋅ =y 2 2.
d. x – y é um número irracional.
e. X x + y é um número racional não inteiro.
12. (FCC) Observe o processo de resolução de
uma equação feito por um aluno:
Equação: 18 42x x=
Passo 1: 18 4x =
Passo 2: x =
4
18
Passo 3: x =
2
9
Passo 4: verificação → 18
2
9
4
2
9
18
4
81
8
9
72
81
8
9
8
9
8
9
2
9
2
⋅
= ⋅
⋅ =
=
= → =
S
Com relação à resolução é correto afirmar que:
a. X O erro cometido no passo 1 implicou na
perda de uma das raízes da equação.
b. O passo 2 deveria ser x = 4 – 18.
c. O passo 3 alterou o resultado do passo 4.
d. Não podemos fazer a verificação.
e. A resolução está completa e correta.
11. Leia as afirmações com atenção e marque a
única incorreta.
a. Todo número inteiro é um número real.
b. X Todo número real é um número irracional.
c. Todo número irracional é um número real.
d. Existem números racionais que são naturais.
inteiros, o resto é trabalho do homem.” Os
conjuntos numéricos são, como afirma o mate-
mático, uma das grandes invenções humanas.
Assim, em relação aos elementos desses con-
juntos, é correto afirmar que:
a. o produto de dois números irracionais é
sempre um número irracional.
b. a soma de dois números irracionais é sem-
pre um número irracional.
c. entre os números reais 3 e 4 existe apenas
um número irracional.
d. X entre dois números racionais distintos
existe pelo menos um número racional.
e. a diferença entre dois números inteiros
negativos é sempre um número inteiro
negativo.
X
46 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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17. (FCC) Qual das expressões seguintes não é
equivalente a 0,0000000625?
a. X
5
16
10 6⋅ − .
b.
5
8
10 7⋅ − .
c.
25
4
10 8⋅ − .
d.
125
2
10 9⋅ − .
e. 625 10 10⋅ − .
15. (Cefet) Em relação aos principais conjuntos
numéricos, é correto afirmar que:
a. todo número racional é natural, mas nem
todo número natural é racional.
b. todo número inteiro é natural, mas nem
todo número natural é inteiro.
c. todo número real é natural, mas nem
todo número natural é real.
d. todo número racional é inteiro, mas nem
todo número inteiro é racional.
e. X todo número irracional é real.
16. Simplificando a expressão
1
5
1
4
6
0 464646
+ −
, ...
ire-
mos obter como resposta:
a. um número racional.
b. X um número decimal infinito e não perió-
dico.
c. um número decimal exato.
d. um número negativo.
18. Sabendo que o número real e racional
m
n
origina a dízima periódica 1,3333... Determine o
resultado da expressãom n× ² .
a. 36.
b. 12.
c. 27.
d. 24.
20. (SAEB) Sendo P = (–10)² – 10², então, o valor
de P é:
a. 100.
b. 40.
c. –100.
d. X 0.
21. (SAEB-Adaptada) O professor de matemá-
tica escreveu a seguinte expressão numérica no
quadro.
k = − + − 7 14 5 49 7: ( ) :
Então, o valor de k é:
a.
7
2
.
b. 2.
c. 9.
d. X – 2.
19. (SAEP-Adaptada) Observe a reta a seguir.
–4 10–2 3–3 2–1 4
O número
25
7
, nessa reta numérica, está locali-
zado entre:
a. – 4 e –3.
b. 2 e 3.
c. X 3 e 4.
d. – 3 e – 4.
22. (SAEP-Adaptada) A professora escreveu a
seguinte expressão no quadro.
M = ( ) :7 710 5 48
Então, o valor de M é:
a. 2.
b. X 49.
c. 14.
d. 0.
23. (Fuvest) O valor de (0,2)³ + (0,16)² é:
a. 0,0264.
b. X 0,0336.
c. 0,1056.
d. 0,2568.
e. 0,6256.
X
47CAPÍTULO 2 I Os números reais
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9. (Cefet) Assinale a alternativa correta, em que
os números estão em ordem crescente:
a.
5
3
0 25 8 1; , ; ;
b. 2 2
3
7
1 32223 3; ; , ...− e
c. −
2
5
7 0 111 0 80; ; , ... ,e
d. X 5 1 0 7 1
1
2
3− ; , ; e
10. (FCC) O valor da expressão
( , , ) :0 799 0 201
2
5
2 2−
envolvendo os reais é:
a. 0,925.
b. 0,975.
c. 1,245.
d. 1,455.
e. X 1,495. 14. (FCC) O valor da expressão
A B
A BB A
2 3−
+
, para
A = 2 e B = −1, é um número compreendido
entre:
a. – 2 e 1.
b. X 1 e 4.
c. 4 e 7.
d. 7 e 9.
e. 9 e 10.
13. (Fatec – Adaptada) Se x e y são números
reais, tais que x = (0,25) . 0,25 e y = 16 – 0,125, é
verdade que:
a. x = y.
b. x > y.
c. x + y x ⋅ =y 2 2.
d. x – y é um número irracional.
e. X x + y é um número racional não inteiro.
12. (FCC) Observe o processo de resolução de
uma equação feito por um aluno:
Equação: 18 42x x=
Passo 1: 18 4x =
Passo 2: x =
4
18
Passo 3: x =
2
9
Passo 4: verificação → 18
2
9
4
2
9
18
4
81
8
9
72
81
8
9
8
9
8
9
2
9
2
⋅
= ⋅
⋅ =
=
= → =
S
Com relação à resolução é correto afirmar que:
a. X O erro cometido no passo 1 implicou na
perda de uma das raízes da equação.
b. O passo 2 deveria ser x = 4 – 18.
c. O passo 3 alterou o resultado do passo 4.
d. Não podemos fazer a verificação.
e. A resolução está completa e correta.
11. Leia as afirmações com atenção e marque a
única incorreta.
a. Todo número inteiro é um número real.
b. X Todo número real é um número irracional.
c. Todo número irracional é um número real.
d. Existem números racionais que são naturais.
inteiros, o resto é trabalho do homem.” Os
conjuntos numéricos são, como afirma o mate-
mático, uma das grandes invenções humanas.
Assim, em relação aos elementos desses con-
juntos, é correto afirmar que:
a. o produto de dois números irracionais é
sempre um número irracional.
b. a soma de dois números irracionais é sem-
pre um número irracional.
c. entre os números reais 3 e 4 existe apenas
um número irracional.
d. X entre dois números racionais distintos
existe pelo menos um número racional.
e. a diferença entre dois números inteiros
negativos é sempre um número inteiro
negativo.
X
46 CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 46 20/06/2018 18:03:51
ME_Matemática_Contextualizada_9A_02.indd 47 22/07/2018 14:59:46
48
Diálogo com o professor
Aproveite a questão 31 para fazer
uma interdisciplinaridade com Ciên-
cias e Geografia, e explicar os tipos de
plataforma de exploração de petróleo
utilizados pela Petrobras no litoral bra-
sileiro.
Leitura complementar
Tipos de plataforma
Plataforma fixa – é a que é utilizada
em maiores profundidades para perfu-
ração de poços e na produção de pe-
tróleo. Apresenta estruturas modulares
de aço, é cravada no fundo do mar, e
feita para operações de longa duração.
Plataforma autoelevável – é utili-
zada quando há necessidade de deslo-
camento, os suportes (pernas) são mo-
vimentados para cima, e a plataforma
é rebocada ou navega com propulsão
própria. É composta por uma balsa e
três ou mais pernas de tamanhos va-
riáveis, que se movimentam até atingi-
rem o fundo do mar. Também é utiliza-
da para perfurar poços em águas rasas.
Plataforma semissubmersível – é
uma unidade flutuante usada na perfu-
ração de poços e na produção de pe-
tróleo. Sua estabilidade é controlada
por sistemas de ancoragem (âncoras,
cabos e correntes) e de posicionamen-
to dinâmico, com propulsores instala-
dos no casco. Tem grande mobilida-
de, podendo mudar rapidamente de
um campo para outro.
Plataforma FPSO – é utilizada para
águas profundas e ultraprofundas, e
tem a capacidade de produzir, arma-
zenar e transferir petróleo. Tem gran-
de mobilidade, sendo usada principal-
mente em locais mais isolados, com
pouca estrutura para a instalação de
uma plataforma fixa.
Plataforma FPSO monocoluna –
sua estabilidade é ainda maior, gra-
ças a uma abertura na parte central,
que permite a entrada da água e re-
duz a movimentação provocada pelas
ondas. A primeira plataforma com es-
sas características funciona em Sergi-
pe desde 2007.
Plataforma TLWP – é utilizada
na extração de petróleo do pré-sal.
Todo o controle é feito da superfície.
É conhecida como flutuante quase fixa
porque é flutuante, mas tem um siste-
ma de ancoragem com tendões fixos
por estacas no fundo do mar.
Navio-sonda – é utilizada para
perfuração de poços em águas ultra-
profundas, alcançando mais de 2.000
metros de profundidade, para dar es-
tabilidade. São utilizados sensores
acústicos e propulsores, que anulam
os efeitos dos ventos e das ondas.
Fonte: http://www.petrobras.com.br/
infograficos/tipos-de-plataformas/desktop/
index.html. acesso em: 10/07/2018. Adaptado.
36. (UFF) The Internet Archive é uma organiza-
ção sem fins lucrativos com o objetivo de ca-
talogar e armazenar todas as páginas Web da
32. (Obmep) Se
1
8
de um número é
1
5
, quanto
vale
5
8
desse número?
a.
1
8
.
b.
1
5
.
c. 1.
d. X
8
5
.
e. 2.
33. O valor da expressão numérica
− −
⋅ −
216 1
16
9
1
2
3
2
: é:
a. 3,2.
b. 2,3.
c. 5,4.
d. X 4,5.
e. 5,9.
34. O aquário de João Paulo tem a forma de um
cubo cuja aresta mede 48 23 cm. Quantos li-
tros de água são necessários para que o aquário
de João Paulo fique totalmente cheio?
a. 110 litros.
b. 120 litros.
c. X 128 litros.
d. 130 litros.
e. 135 litros.
35. Um raio de luz, propagando-se no vácuo, des-
loca-se com velocidade de 3,0 . 105 km/s aproxi-
madamente. Se a distância entre dois planetas é
de 9,0 . 107 km, então, o tempo, em minutos, que
o raio de luz levará para cobrir essa distância é:
a. 5,2.
b. X 5.
c. 4,5.
d. 4.
e. 3,8.
37. (UFSM) O valor da expressão
16
8
2
8
3
2
1
3
4
2: é:
a. 2-1.
b. 20.
c. 2
1
2 .
d. X 24.
e. 26.
38. Considerando que cada aula dura 50 minu-
tos, o intervalo de tempo de duas aulas segui-
das, expresso em segundos, é de:
a. 3,0 × 10².
b. 3,0 × 10³.
c. 3,6 × 10³.
d. X 6,0 × 10³.
e. 7,2 × 10³.
Internet desde 1996. Atualmente, o sistema
é gerenciado por cerca de 800 computadores
pessoais e ele dispõe de aproximadamente 3
pentabytes de memória para armazenamen-
to. Cada pentabyte equivale a 220 gigabytes.
Admitindo-se que um DVD comum é capaz de
armazenar 4 gigabytes, qual o número de DVDs
necessários para armazenar 3 pentabytes?
a. Está entre 216 e 217.
b. Está entre 217 e 218.
c. Está entre 218 e 219.
d. X Está entre 219 e 220.
e. É maior que 220.
39. Responda:
?
Quem sou
eu?
Não sou um número natural, não sou inteiro,
não sou racional, mas sou real.
Irracional.
49CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 49 20/06/2018 18:03:54
24. (Vunesp – Adaptada) Observe o padrão:
2 65 536 256
2 256 16
2 4 2
2 2
16 2
8 2
4 2
1
= =
= =
= =
=
.
Mantido omodelo apresentado, é correto con-
cluir que 20 5, é igual a:
a.
1
2
.
b. X 2 .
c. 1² .
d. ( )2 2 .
e. ( )
1
2
2− .
30. (IMA) Das operações abaixo, assinale a úni-
ca verdadeira.
a.
2
5
4
10
2
=
−
−
−
b. 1 11
1− −( ) = −
c. X 2
1
2
12
2
:
=
−
d.
9
49
3
7
2
=
−
27. (Fatec) Das três sentenças abaixo:
I. 2x + 3 = 2x . 23
II. (25)x = 52x
III. 2x + 3x = 5x
a. somente a I é verdadeira.
b. somente a II é verdadeira.
c. somente a III é verdadeira.
d. somente a II é falsa.
e. X somente a III é falsa.
26. (FEI) O valor da expressão B = 5 . 108 . 4 .
10-3 é:
a. 206.
b. X 2 . 106.
c. 2 . 109.
d. 20 . 10-4.
29. (UFSM) O valor da expressão
3
2
2
3
1
1
2
−
: é:
a. X
6
3
.
b.
6
3
2
.
c. 2 .
d.
2 3
3
.
e. 2.
25. (Fuvest) Dos números abaixo, o que está
mais próximo de ( , ) ( , )
( , )
5 2 10 3
9 9
4 3
2
⋅ é:
a. 0,625.
b. 6,25.
c. 62,5.
d. 625.
e. X 6.250.
28. (Fundatec) O valor numérico da expressão
1 2 10
3
3
3
8
6, × + é:
a. 126.
b. 129.
c. 1.206.
d. X 1.209.
e. 12.009.
31. A plataforma continental brasileira é rica em
jazidas de petróleo. Dela são extraídas 60% da
produção nacional. As reservas de petróleo do
País somam 2,816 milhões de barris. Escreva em
notação científica e em unidades de barris nos-
sas reservas petrolíferas:
a. 3,0 × 10².
b. 3,0 × 10³.
c. 3,6 × 105.
d. X 2,8 × 106.
e. 7,2 × 10³
48 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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ME_Matemática_Contextualizada_9A_02.indd 48 23/07/2018 11:31:09
49
Diálogo com o professor
Aproveite a questão 36 para apre-
sentar a leitura complementar, com
mais algumas informações sobre a The
Internet Archive.
Leitura complementar
Internet Archive é uma organiza-
ção sem fins lucrativos dedicada a
manter um arquivo de recursos mul-
timídia. Ela foi fundada por Brewster
Kahle, em 1996, e se localiza em São
Francisco, Califórnia. Tal arquivo inclui
“retratos” da Web: cópias arquivadas
de páginas da World Wide Web, com
múltiplas cópias (tomadas em instan-
tes diferentes) de cada página, mos-
trando, assim, a evolução da Web. O
arquivo inclui também software, fil-
mes, livros, e gravações de áudio (in-
clusive gravações de shows/concertos
ao vivo de bandas que o permitem).
O acervo pretende manter uma cópia
digital desses materiais para consulta
histórica.
Devido ao seu objetivo de preser-
var o conhecimento humano e dispo-
nibilizá-lo a todos, o Internet Archive
já foi comparado à Biblioteca de Ale-
xandria.
Ele abriga um grande número de
arquivos de vários tipos, como áudio,
vídeo e texto, a grande maioria de-
les no domínio público, com licenças
Creative Commons ou outras licenças
que permitem a distribuição gratuita.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/
Internet_Archive.
Anotações
36. (UFF) The Internet Archive é uma organiza-
ção sem fins lucrativos com o objetivo de ca-
talogar e armazenar todas as páginas Web da
32. (Obmep) Se
1
8
de um número é
1
5
, quanto
vale
5
8
desse número?
a.
1
8
.
b.
1
5
.
c. 1.
d. X
8
5
.
e. 2.
33. O valor da expressão numérica
− −
⋅ −
216 1
16
9
1
2
3
2
: é:
a. 3,2.
b. 2,3.
c. 5,4.
d. X 4,5.
e. 5,9.
34. O aquário de João Paulo tem a forma de um
cubo cuja aresta mede 48 23 cm. Quantos li-
tros de água são necessários para que o aquário
de João Paulo fique totalmente cheio?
a. 110 litros.
b. 120 litros.
c. X 128 litros.
d. 130 litros.
e. 135 litros.
35. Um raio de luz, propagando-se no vácuo, des-
loca-se com velocidade de 3,0 . 105 km/s aproxi-
madamente. Se a distância entre dois planetas é
de 9,0 . 107 km, então, o tempo, em minutos, que
o raio de luz levará para cobrir essa distância é:
a. 5,2.
b. X 5.
c. 4,5.
d. 4.
e. 3,8.
37. (UFSM) O valor da expressão
16
8
2
8
3
2
1
3
4
2: é:
a. 2-1.
b. 20.
c. 2
1
2 .
d. X 24.
e. 26.
38. Considerando que cada aula dura 50 minu-
tos, o intervalo de tempo de duas aulas segui-
das, expresso em segundos, é de:
a. 3,0 × 10².
b. 3,0 × 10³.
c. 3,6 × 10³.
d. X 6,0 × 10³.
e. 7,2 × 10³.
Internet desde 1996. Atualmente, o sistema
é gerenciado por cerca de 800 computadores
pessoais e ele dispõe de aproximadamente 3
pentabytes de memória para armazenamen-
to. Cada pentabyte equivale a 220 gigabytes.
Admitindo-se que um DVD comum é capaz de
armazenar 4 gigabytes, qual o número de DVDs
necessários para armazenar 3 pentabytes?
a. Está entre 216 e 217.
b. Está entre 217 e 218.
c. Está entre 218 e 219.
d. X Está entre 219 e 220.
e. É maior que 220.
39. Responda:
?
Quem sou
eu?
Não sou um número natural, não sou inteiro,
não sou racional, mas sou real.
Irracional.
49CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 49 20/06/2018 18:03:54
24. (Vunesp – Adaptada) Observe o padrão:
2 65 536 256
2 256 16
2 4 2
2 2
16 2
8 2
4 2
1
= =
= =
= =
=
.
Mantido o modelo apresentado, é correto con-
cluir que 20 5, é igual a:
a.
1
2
.
b. X 2 .
c. 1² .
d. ( )2 2 .
e. ( )
1
2
2− .
30. (IMA) Das operações abaixo, assinale a úni-
ca verdadeira.
a.
2
5
4
10
2
=
−
−
−
b. 1 11
1− −( ) = −
c. X 2
1
2
12
2
:
=
−
d.
9
49
3
7
2
=
−
27. (Fatec) Das três sentenças abaixo:
I. 2x + 3 = 2x . 23
II. (25)x = 52x
III. 2x + 3x = 5x
a. somente a I é verdadeira.
b. somente a II é verdadeira.
c. somente a III é verdadeira.
d. somente a II é falsa.
e. X somente a III é falsa.
26. (FEI) O valor da expressão B = 5 . 108 . 4 .
10-3 é:
a. 206.
b. X 2 . 106.
c. 2 . 109.
d. 20 . 10-4.
29. (UFSM) O valor da expressão
3
2
2
3
1
1
2
−
: é:
a. X
6
3
.
b.
6
3
2
.
c. 2 .
d.
2 3
3
.
e. 2.
25. (Fuvest) Dos números abaixo, o que está
mais próximo de ( , ) ( , )
( , )
5 2 10 3
9 9
4 3
2
⋅ é:
a. 0,625.
b. 6,25.
c. 62,5.
d. 625.
e. X 6.250.
28. (Fundatec) O valor numérico da expressão
1 2 10
3
3
3
8
6, × + é:
a. 126.
b. 129.
c. 1.206.
d. X 1.209.
e. 12.009.
31. A plataforma continental brasileira é rica em
jazidas de petróleo. Dela são extraídas 60% da
produção nacional. As reservas de petróleo do
País somam 2,816 milhões de barris. Escreva em
notação científica e em unidades de barris nos-
sas reservas petrolíferas:
a. 3,0 × 10².
b. 3,0 × 10³.
c. 3,6 × 105.
d. X 2,8 × 106.
e. 7,2 × 10³
48 CAPÍTULO 2 I Os números reais
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ME_Matemática_Contextualizada_9A_02.indd 49 22/07/2018 14:59:52
50
47. O valor numérico da expressão x3 – 4 . x2 + 5
. x – 7, para x = 2 é:
a. 3
b. – 1
c. – 9
d. X - 5
46. (PUC – SP) A dízima periódica 0,47777... é
igual a:
a.
4
9
b. X
43
90
c.
1
2
d.
43
99
Espaço para cálculos
51CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 51 20/06/2018 18:03:56
40. Sejam os números:
103 1 3+ 9 −
7
2
p
180
4
−
10
5
80
a. Quais são inteiros?
b. Quais são racionais?
c. Quais são irracionais?
9
180
4
10
5
, ,
−
9
7
2
180
4
10
5
, , ,
− −
10 1 3 803 , , ,+ π
44. Observe o conjunto A e responda:
A = − − −
10
2
0 4 6 7 4
18
10
, , , , , , ,π
a. Quais elementos são números naturais?
10
2
0 4, ,
b. Quais elementos são números inteiros?
10
2
0 4 6 4, , , ,− −
c. Quais elementos são números racionais?
10
2
0 4 6 4
18
10
, , , , ,− − −
d. Quais elementos são números reais?
10
2
0 4 6 4
18
10
,, , , ,− − −
e. Quais elementos são números irracionais?
π, 7
41. O número racional
1
6
é igual a:
a. 0,6
b. 1,6
c. 0,16
d. X 0,1666...
42. (UMC – SP) O número 0,212121... é equiva-
lente a:
a.
9
22
b.
220
9
c.
110
9
d. X
21
99
45. Identifique como número racional ou como
número irracional:
a. R 4,25
b. R 81
c. I 50
d. R – 76
e. R 16
f. R
1
3
g. I 7,171771777...
h. R 8,434343...
i. I 18
j. R 1,3333333...
43. O valor da expressão numérica 60 - 36 +
52, é:
a. – 20
b. X 20
c. 19
d. 18
50 CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 50 20/06/2018 18:03:55
ME_Matemática_Contextualizada_9A_02.indd 50 22/07/2018 14:59:55
51
Objetivos alcançados
• Identificar números reais e represen-
tá-los na reta numérica.
• Reconhecer e aplicar as proprieda-
des das potências de expoentes nega-
tivos ou fracionários.
• Identificar notações científicas.
• Resolver operações e problemas
com números irracionais.
Anotações
47. O valor numérico da expressão x3 – 4 . x2 + 5
. x – 7, para x = 2 é:
a. 3
b. – 1
c. – 9
d. X - 5
46. (PUC – SP) A dízima periódica 0,47777... é
igual a:
a.
4
9
b. X
43
90
c.
1
2
d.
43
99
Espaço para cálculos
51CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 51 20/06/2018 18:03:56
40. Sejam os números:
103 1 3+ 9 −
7
2
p
180
4
−
10
5
80
a. Quais são inteiros?
b. Quais são racionais?
c. Quais são irracionais?
9
180
4
10
5
, ,
−
9
7
2
180
4
10
5
, , ,
− −
10 1 3 803 , , ,+ π
44. Observe o conjunto A e responda:
A = − − −
10
2
0 4 6 7 4
18
10
, , , , , , ,π
a. Quais elementos são números naturais?
10
2
0 4, ,
b. Quais elementos são números inteiros?
10
2
0 4 6 4, , , ,− −
c. Quais elementos são números racionais?
10
2
0 4 6 4
18
10
, , , , ,− − −
d. Quais elementos são números reais?
10
2
0 4 6 4
18
10
, , , , ,− − −
e. Quais elementos são números irracionais?
π, 7
41. O número racional
1
6
é igual a:
a. 0,6
b. 1,6
c. 0,16
d. X 0,1666...
42. (UMC – SP) O número 0,212121... é equiva-
lente a:
a.
9
22
b.
220
9
c.
110
9
d. X
21
99
45. Identifique como número racional ou como
número irracional:
a. R 4,25
b. R 81
c. I 50
d. R – 76
e. R 16
f. R
1
3
g. I 7,171771777...
h. R 8,434343...
i. I 18
j. R 1,3333333...
43. O valor da expressão numérica 60 - 36 +
52, é:
a. – 20
b. X 20
c. 19
d. 18
50 CAPÍTULO 2 I Os números reais
Matematica_Contextualizada_9ºano_02.indd 50 20/06/2018 18:03:55
ME_Matemática_Contextualizada_9A_02.indd 51 22/07/2018 14:59:59
• Acompanharemos neste capítulo que
para projetarmos o lucro mensal de uma
empresa, é preciso saber a porcentagem
de cada despesa mensal e o valor das
vendas.
• Aprenderemos como calcular o desconto
em percentagem sobre o valor de uma
mercadoria.
• Verificaremos que existem situações no
comércio nas quais mais vale a pena
recorrer a um empréstimo bancário do que
financiar com a própria loja, por conta da
taxa de juros.
Foi descrito que o surgimento dos cálcu-
los percentuais aconteceu na cidade de
Roma, por volta do século I a.C. Coliseu
da Cidade de Roma, Itália.
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 53 20/06/2018 18:04:29
Porcentagens e Juros
C
A
P
ÍT
U
LO
3
SB
o
ris
o
v/
Sh
ut
te
rs
to
ck
.c
o
m
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• Acompanharemos neste capítulo que
para projetarmos o lucro mensal de uma
empresa, é preciso saber a porcentagem
de cada despesa mensal e o valor das
vendas.
• Aprenderemos como calcular o desconto
em percentagem sobre o valor de uma
mercadoria.
• Verificaremos que existem situações no
comércio nas quais mais vale a pena
recorrer a um empréstimo bancário do que
financiar com a própria loja, por conta da
taxa de juros.
Foi descrito que o surgimento dos cálcu-
los percentuais aconteceu na cidade de
Roma, por volta do século I a.C. Coliseu
da Cidade de Roma, Itália.
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Porcentagens e Juros
C
A
P
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3
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54
Conteúdos
conceituais
• Apresentação de porcentagem co-
mo parte da matemática financeira;
• Identificar e aplicar percentuais su-
cessivos;
• Problemas envolvendo porcentagem;
• Apresentação do conceito de juros
simples e compostos;
• Elementos que influenciam o cálculo
das taxas de juros.
BNCC
• Porcentagens: problemas que envol-
vem cálculo de percentuais sucessivos.
Habilidades trabalhadas no
capítulo
(EF09MA05) Resolver e elaborar pro-
blemas que envolvam porcentagens,
com a ideia de aplicação de percen-
tuais sucessivos e a determinação das
taxas percentuais, preferencialmente
com o uso de tecnologias digitais, no
contexto da educação financeira.
Anotações
É importante destacar que fazemos uso da forma percentual apenas para indicar a porcentagem.
Já as formas decimal e fracionária utilizamos para realizar operações envolvendo porcentagens.
Mas, como podemos determinar uma porcentagem?
Calculamos porcentagem de alguma quantidade ou de algum valor de vários modos. Os apre-
sentaremos agora para que você compreenda as várias formas de estipular uma porcentagem.
Exemplo 1
Determine quanto representa, em reais, 22% de R$ 450,00. Nesse primeiro caso, vamos calcular
a porcentagem apenas aplicando uma multiplicação, note:
22
22
100
0 22
0 22 450 00 99 00
% ,
, , ,
= =
× =
Chegamos à conclusão de que 22% de R$ 450,00 representa R$ 99,00.
Exemplo 2
Calculando os mesmos 22% de R$ 450,00, só que dessa vez utilizando o artifício de que uma
porcentagem é sempre parte de algo que foi divido por 100 partes iguais, temos a seguinte relação.
450
100
4 50 22 99 00= × =, ,
Aqui, chegamos ao resultado por dividir o valor total de R$ 450,00 e depois multiplicarmos pela
quantidade percentual desejada, no caso os 22%.
Exemplo 3
Também é possível resolver problemas de porcentagem pela igualdade entre duas razões, ou
ainda entre palavras por meio de uma proporção. Continuamos com a finalidade que você compare
e escolha a forma que mais lhe agrada, calculando os 22% de R$ 450,00.
x
x
450
22
100
100 450 22
9 900
100
99= → ⋅ = ⋅ → = → =x x
.
Aqui também nosso resultado de R$ 99,00 representa os 22% de R$ 450,00. Nesse caso, temos
duas frações, a primeira representa x como quantidade de reais desconhecida e o total R$ 450,00, e
na segunda fração, temos as porcentagens, no caso os 22% e o total de 100%.
Precisamos verificar a relação estabelecida corretamente, onde o valor x representará os 22% e,
por sua vez, os R$ 450,00 representam a totalidade de 100%.
Agora é com você, escolha a forma que mais lhe agradou e aplique nas resoluções que virão mais
à frente.
Questões resolvidas
Vamos aproveitar para rever um pouco de porcentagens.
1. 7 representa quantos por cento de 35?
Solução:
7
35
0 2
20
100
20= → =, %
55CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 55 20/06/2018 18:04:29
A matemática financeira
A matemática financeira é uma ferramenta utilizada na análise de algumas alternativas de
investi mentos ou financiamentos de bens de consumo.
Consiste em empregar procedimentos matemáti cos para simplificar operações financei-
ras, analisar situações e fazer projeções futuras, tornando-se fundamental para a administra-
ção e o governo de países como o nosso.
Observe as seguintes situações:
Na loja do João, um quadriciclo de brinquedo custa R$ 800,00, mas se você pagar à vista ganha
20% de desconto.
Desconto
Podemos calcular o valor novo, como desconto, de duas maneiras:
a. Calculamos 20% de 800, que é igual a R$ 160,00.
20
100
800 160⋅ = reais
E, depois, subtraímos de 800, descobrindo 640 reais.
800 – 160 = 640 reais
b. Consideramos 800 reais como 100% do valor; tiramos 20% desse 100%, encontrando 80%, e,
então, calculamos 80% de 800 reais.
80
100
800 640⋅ = reais
Acréscimo
Se João tivesse que reajustar (aumentar) o valor do quadriciclo em 20%?
a. Calculamos 20% de 800, que é igual a R$ 160,00, e depois somamos com 800.
800 + 160 = 960 reais
b. Consideramos R$ 800,00 como 100% do valor, acrescentamos 20% a esses 100%, encontrando
120%, e, então, calculamos 120% de R$ 800,00:
120
100
800 960× = reais
Porcentagens
A expressão porcentagem ou percentagem tem origem no latim per centium, e significa “por
cem” ou ainda “a cada centena”.
Podemos definir a porcentagem como sendo uma fração de denominador sempre igual a 100 e
usamos o símbolo % por cento para representar porcentagens.
Temos três modos para representar uma porcentagem, são eles:
Representação percentual→ 25% Representação fracionária→
25
100
Representação decimal, originária da divisão da forma fracionária →
25
100
= 0,25
54 CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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55
Diálogo com o professor
• Mostre aos alunos a representação
de porcentagem na forma de fração
centesimal, pois, nos cálculos de por-
centagem, será necessário utilizá-la.
A forma decimal também poderá ser
usada nos cálculos de porcentagem.
• Trabalhe com anúncios de jornais e
revistas sobre venda de carros, objetos,
roupas, imóveis, estimulando os alunos
a verificarem se as ofertas são vantajo-
sas ou não ao serem comparadas.
• Discuta os desafios propostos em
sala de aula.
• Valorize o interesse e a habilidade
dos alunos de resolver os exercícios
sugeridos.
• Explore situações-problema envol-
vendo juros simples e compostos para
que os alunos descubram qual o mais
vantajoso.
Anotações
É importante destacar que fazemos uso da forma percentual apenas para indicar a porcentagem.
Já as formas decimal e fracionária utilizamos para realizar operações envolvendo porcentagens.
Mas, como podemos determinar uma porcentagem?
Calculamos porcentagem de alguma quantidade ou de algum valor de vários modos. Os apre-
sentaremos agora para que você compreenda as várias formas de estipular uma porcentagem.
Exemplo 1
Determine quanto representa, em reais, 22% de R$ 450,00. Nesse primeiro caso, vamos calcular
a porcentagem apenas aplicando uma multiplicação, note:
22
22
100
0 22
0 22 450 00 99 00
% ,
, , ,
= =
× =
Chegamos à conclusão de que 22% de R$ 450,00 representa R$ 99,00.
Exemplo 2
Calculando os mesmos 22% de R$ 450,00, só que dessa vez utilizando o artifício de que uma
porcentagem é sempre parte de algo que foi divido por 100 partes iguais, temos a seguinte relação.
450
100
4 50 22 99 00= × =, ,
Aqui, chegamos ao resultado por dividir o valor total de R$ 450,00 e depois multiplicarmos pela
quantidade percentual desejada, no caso os 22%.
Exemplo 3
Também é possível resolver problemas de porcentagem pela igualdade entre duas razões, ou
ainda entre palavras por meio de uma proporção. Continuamos com a finalidade que você compare
e escolha a forma que mais lhe agrada, calculando os 22% de R$ 450,00.
x
x
450
22
100
100 450 22
9 900
100
99= → ⋅ = ⋅ → = → =x x
.
Aqui também nosso resultado de R$ 99,00 representa os 22% de R$ 450,00. Nesse caso, temos
duas frações, a primeira representa x como quantidade de reais desconhecida e o total R$ 450,00, e
na segunda fração, temos as porcentagens, no caso os 22% e o total de 100%.
Precisamos verificar a relação estabelecida corretamente, onde o valor x representará os 22% e,
por sua vez, os R$ 450,00 representam a totalidade de 100%.
Agora é com você, escolha a forma que mais lhe agradou e aplique nas resoluções que virão mais
à frente.
Questões resolvidas
Vamos aproveitar para rever um pouco de porcentagens.
1. 7 representa quantos por cento de 35?
Solução:
7
35
0 2
20
100
20= → =, %
55CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 55 20/06/2018 18:04:29
A matemática financeira
A matemática financeira é uma ferramenta utilizada na análise de algumas alternativas de
investi mentos ou financiamentos de bens de consumo.
Consiste em empregar procedimentos matemáti cos para simplificar operações financei-
ras, analisar situações e fazer projeções futuras, tornando-se fundamental para a administra-
ção e o governo de países como o nosso.
Observe as seguintes situações:
Na loja do João, um quadriciclo de brinquedo custa R$ 800,00, mas se você pagar à vista ganha
20% de desconto.
Desconto
Podemos calcular o valor novo, com o desconto, de duas maneiras:
a. Calculamos 20% de 800, que é igual a R$ 160,00.
20
100
800 160⋅ = reais
E, depois, subtraímos de 800, descobrindo 640 reais.
800 – 160 = 640 reais
b. Consideramos 800 reais como 100% do valor; tiramos 20% desse 100%, encontrando 80%, e,
então, calculamos 80% de 800 reais.
80
100
800 640⋅ = reais
Acréscimo
Se João tivesse que reajustar (aumentar) o valor do quadriciclo em 20%?
a. Calculamos 20% de 800, que é igual a R$ 160,00, e depois somamos com 800.
800 + 160 = 960 reais
b. Consideramos R$ 800,00 como 100% do valor, acrescentamos 20% a esses 100%, encontrando
120%, e, então, calculamos 120% de R$ 800,00:
120
100
800 960× = reais
Porcentagens
A expressão porcentagem ou percentagem tem origem no latim per centium, e significa “por
cem” ou ainda “a cada centena”.
Podemos definir a porcentagem como sendo uma fração de denominador sempre igual a 100 e
usamos o símbolo % por cento para representar porcentagens.
Temos três modos para representar uma porcentagem, são eles:
Representação percentual→ 25% Representação fracionária→
25
100
Representação decimal, originária da divisão da forma fracionária →
25
100
= 0,25
54 CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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56
Diálogo com o professor
• Realize cálculos de porcentagem de
uma quantidade.
• Resolva situações-problema que en-
volvam porcentagens.
• Represente porcentagens na forma
decimal e utilize a regra de três para
calculá-las.
• Mostre aos alunos que trabalhar
com regra de três para resolver por-
centagem representa um caso espe-
cial de proporção.
• Enfatize que, por a porcentagem ser
uma fração, também podemos operá-
-la como adição, subtração, multiplica-
ção e divisão.
20 35 55
100 55 45
45 3 600
45
100
3 600 1 620 35 3 60
% % %
% % %
% .
. . % .
+ =
− =
→
⋅ = → → 00
35
100
3 600 1 260⋅ =. .
20 35 55
100 55 45
45 3 600
45
100
3 600 1 620 35 3 60
% % %
% % %
% .
. . % .
+ =
− =
→
⋅ = → → 00
35
100
3 600 1 260⋅ =. .
Sugestão de abordagem
1. A quantidade de alunos da escola
de Amanda é 3.600. Desse total, 20%
estão na Educação Infantil e 35% es-
tão no Ensino Médio. Calcule quantos
alunos estão no Ensino Fundamental e
quantos estudam no Ensino Médio.
Solução: Resposta: 45% estudam no Ensino
Fundamental, o que representa 1.620
alunos. 35% estudam no Ensino Mé-
dio, o que representa 1.260 alunos.
Anotações
2º caso
Acréscimos seguidos de outros acréscimos
Durante o período de entressafra o valor da saca de feijão com 50 quilogramas foi de R$ 40,00.
Com a queda da produção nos meses seguintes, esse valor sofreu reajustes percentuais consecu-
tivos de 2,5%, 3,2% e ainda um último de 3%. Após todos esses reajustes, o valor da saca de feijão
com 50 quilogramas passou a ser de quantos reais?
Solucionando esse problema de acréscimos sucessivos, temos a seguinte expressão:
P
P
3
3
40 00 1
2 5
100
1
3 2
100
1
3
10040 0
= × +
× +
× +
=
,
, ,
, 00 1 0 025 1 0 032 1 0 03
40 00 1 025 1 032 13
× +( ) × +( ) × +( )
= × ( ) × ( ) ×
, , ,
, , , ,P 003
43 583
( )
≅P ,
3º caso
Descontos seguidos de acréscimos
Seguindo a regra dos casos anteriores, precisamos determinar o produto onde os fatores são o
valor inicial negociado e nos casos de descontos, subtraímos a porcentagem do valor inteiro 1.
Já nos casos de acréscimo, adicionamos a porcentagem ao valor inteiro 1. Acompanhe o exem-
plo a seguir.
Lucas é um jovem comerciante e possui uma pequena loja de roupas, localizada no bairro onde
reside.
Durante os meses de férias, ele notou uma queda significativa na quantidade de peças vendidas
em sua loja. Para aquecer as vendas, Lucas decidiu reajustar todas as peças, dando um desconto
de 15% e após aquecer as vendas, na intenção de não perder tantos reais, reajustou todas as peças
em 10%.
Uma blusa feminina, que inicialmente custava R$ 42,00, após esses dois reajustes passou a custar
quantos reais?
Solucionando o problema, temos a seguinte expressão:
P
P
2
2
42 00 1
15
100
1
10
100
42 00 1 0 15 1 0
= × −
× +
= × −( ) × +
,
, , ,110
42 00 0 85 1 10
39 27
2
2
( )
= × ×
=
P
P
, , ,
,
Após os três acréscimos
sucessivos, o valor do
aparelho cairá para apro-
ximadamente R$ 43,58.
Após o desconto de 15%,
e, em seguida, o acrésci-
mo de 10%, a blusa pas-
sou a custar R$ 39,27.
57CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 57 20/06/2018 18:04:30
2. 35 representa quantos por cento de 7?
Solução:
35
7
5
500
100
500= → = %
3. 80 centavos representa quantos por cento de 6 centavos?
Solução:
80
6
13 33
1 333
100
1 333= → =, ...
.
. %
4. 54 representa quantos por cento de 6?
Solução:
54
6
9
900
100
900= → = %
5. 9 representa quantos por cento de 300?
Solução:
9
300
0 03
3
100
3= → =, %
6. 12 representa quantos por cento de 80?
Solução:
12
80
0 15
15
100
15= → =, %
Percentuais sucessivos
Os percentuais sucessivos podem ser dos tipos:
Descontos seguidos de outros descontos;
Acréscimos seguidos de outros acréscimos;
Descontos seguidos de acréscimos ou os acréscimos seguidos de descontos.
De modo pausado, iremos apresentar cada um desses casos de percentuais sucessivos, para que
você mais adiante consiga desenvolver problemas envolvendo tais situações da matemática financeira.
1º caso
Descontos seguidos de outros descontos
Os acontecimentos no mundo atual resultam em diversos fatores que contribuem para o reajuste
no valor de diversos produtos.
O exemplo a seguir nos informa que as peças de alguns equipamentos eletrônicos são importa-
das da Ásia e assim, fazem com que o preço final desses equipamentos sofra constante alteração.
Certo aparelho custava inicialmente R$ 155,00 e sofreu três descontos sucessivos por culpa da
desvalorização do dólar no mercado internacional. Os descontos foram, nessa ordem de 5%, 3% e
finalmente 2%. Qual o valor final do aparelho após esses descontos sucessivos?
Inicialmente devemos relembrar que porcentagem é definida por um produto, assim, para o
exemplo temos:
P
P
3
3
155 00 1
5
100
1
3
100
1
2
100
155 00
= × −
× −
× −
= ×
,
, 11 0 05 1 0 03 1 0 02
155 00 0 95 0 97 0 983
−( ) × −( ) × −( )
= × ( ) × ( ) × ( )
, , ,
, , , ,P
P33 139 97≅ ,
Após os três descontos
sucessivos, o valor do
aparelho cairá para apro-
ximadamente R$ 139,97.
56 CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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57
Diálogo com o professor
• Professor, lembrar aos alunos que as
transações de compra, venda, permu-
ta, etc. de mercadorias feitas com o
objetivo de obter lucro são chamadas
de operações comerciais.
• Lembre-se de que o conceito de
porcentagem está muito relacionado
ao comércio e às atividades bancárias.
Sugestão de abordagem
250 00
20
100
250
250 50 200 00
,
$ ,
− ⋅ =
− = R
1. Um relógio custa R$ 250,00. Se for
pago à vista, seu preço terá um des-
conto de 20%. Calcule o preço com
desconto.
Solução:
Logo, o preço a ser pago será de
R$ 200,00.
Anotações
2º caso
Acréscimos seguidos de outros acréscimos
Durante o período de entressafra o valor da saca de feijão com 50 quilogramas foi de R$ 40,00.
Com a queda da produção nos meses seguintes, esse valor sofreu reajustes percentuais consecu-
tivos de 2,5%, 3,2% e ainda um último de 3%. Após todos esses reajustes, o valor da saca de feijão
com 50 quilogramas passou a ser de quantos reais?
Solucionando esse problema de acréscimos sucessivos, temos a seguinte expressão:
P
P
3
3
40 00 1
2 5
100
1
3 2
100
1
3
100
40 0
= × +
× +
× +
=
,
, ,
, 00 1 0 025 1 0 032 1 0 03
40 00 1 025 1 032 13
× +( ) × +( ) × +( )
= × ( ) × ( ) ×
, , ,
, , , ,P 003
43 583
( )
≅P ,
3º caso
Descontos seguidos de acréscimos
Seguindo a regra dos casos anteriores, precisamos determinar o produto onde os fatores são o
valor inicial negociado e nos casos de descontos, subtraímos a porcentagem do valor inteiro 1.
Já nos casos de acréscimo, adicionamos a porcentagem ao valor inteiro 1. Acompanhe o exem-
plo a seguir.
Lucas é um jovem comerciante e possui uma pequena loja de roupas, localizada no bairro onde
reside.
Durante os meses de férias, ele notou uma queda significativa na quantidade de peças vendidas
em sua loja. Para aquecer as vendas, Lucas decidiu reajustar todas as peças, dando um desconto
de 15% e após aquecer as vendas, na intenção de não perder tantos reais, reajustou todas as peças
em 10%.
Uma blusa feminina, que inicialmente custava R$ 42,00, após esses dois reajustes passou a custar
quantos reais?
Solucionando o problema, temos a seguinte expressão:
P
P
2
2
42 00 1
15
100
1
10
100
42 00 1 0 15 1 0
= × −
× +
= × −( ) × +
,
, , ,110
42 00 0 85 1 10
39 27
2
2
( )
= × ×
=
P
P
, , ,
,
Após os três acréscimos
sucessivos, o valor do
aparelho cairá para apro-
ximadamente R$ 43,58.
Após o desconto de 15%,
e, em seguida, o acrésci-
mo de 10%, a blusa pas-
sou a custar R$ 39,27.
57CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 57 20/06/2018 18:04:30
2. 35 representa quantos por cento de 7?
Solução:
35
7
5
500
100
500= → = %
3. 80 centavos representa quantos por cento de 6 centavos?
Solução:
80
6
13 33
1 333
100
1 333= → =, ...
.
. %
4. 54 representa quantos por cento de 6?
Solução:
54
6
9
900
100
900= → = %
5. 9 representa quantos por cento de 300?
Solução:
9
300
0 03
3
100
3= → =, %
6. 12 representa quantos por cento de 80?
Solução:
12
80
0 15
15
100
15= → =, %
Percentuais sucessivos
Os percentuais sucessivos podem ser dos tipos:
Descontos seguidos de outros descontos;
Acréscimos seguidos de outros acréscimos;
Descontos seguidos de acréscimos ou os acréscimos seguidos de descontos.
De modo pausado, iremos apresentar cada um desses casos de percentuais sucessivos, para que
você mais adiante consiga desenvolver problemas envolvendo tais situações da matemática financeira.
1º caso
Descontos seguidos de outros descontos
Os acontecimentos no mundo atual resultam em diversos fatores que contribuem para o reajuste
no valor de diversos produtos.
O exemplo a seguir nos informa que as peças de alguns equipamentos eletrônicos são importa-
das da Ásia e assim, fazem com que o preço final desses equipamentos sofra constante alteração.
Certo aparelho custava inicialmente R$ 155,00 e sofreu três descontos sucessivos por culpa da
desvalorização do dólar no mercado internacional. Os descontos foram, nessa ordem de 5%, 3% e
finalmente 2%. Qual o valor final do aparelho após esses descontos sucessivos?
Inicialmente devemos relembrar que porcentagemé definida por um produto, assim, para o
exemplo temos:
P
P
3
3
155 00 1
5
100
1
3
100
1
2
100
155 00
= × −
× −
× −
= ×
,
, 11 0 05 1 0 03 1 0 02
155 00 0 95 0 97 0 983
−( ) × −( ) × −( )
= × ( ) × ( ) × ( )
, , ,
, , , ,P
P33 139 97≅ ,
Após os três descontos
sucessivos, o valor do
aparelho cairá para apro-
ximadamente R$ 139,97.
56 CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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58
Diálogo com o professor
• Relacione a taxa percentual com o
fator decimal de multiplicação.
• Mostre aos alunos que, quando uma
mercadoria é vendida com desconto,
é subtraída do preço total uma parte
referente a ele.
• Quando aplicamos um capital ou pa-
gamos uma conta com atraso, seu pre-
ço é acrescido de juros, que represen-
tam um percentual do valor original.
• Podemos multiplicar o preço de um
objeto pelo fator de multiplicação pa-
ra conhecer o valor a ser pago com
desconto.
• O fator de multiplicação é obtido
subtraindo-se a taxa percentual de 100
e, depois, transformando-o em núme-
ro decimal. Exemplo: Transformar 18%
em fator de multiplicação:
100 18 82
82
100
0 82
% % %
,
− =
=
Anotações
Podemos afirmar, com certeza, que 40% do total de 50 jogadores do Luverdense e do Mixto, têm
a idade menor que 25 anos. A resposta correta será a alternativa “c”.
2. Um terreno, que inicialmente custava a importância de R$ 35.000,00, sofreu uma desvalorização
de 14,5%. Se alguém desejar comprar esse terreno hoje, quanto deverá pagar por ele?
Para resolução desse tipo de problema basta calcular o produto com uma subtração conforme
observado antes, assim temos:
35 000 1
14 5
100
35 000 1 0 145
35 000 0 855
29
.
,
. ,
. ,
:
× −
=
× −( ) =
× =
R$ .. ,925 00
Quem desejar comprar esse terreno hoje, deverá pagar a importância de R$ 29.925,00.
Atividades
1. Uma loja ofereceu um desconto de 30% na
compra à vista de um par de sapatos que custa
R$ 99,00. Qual o valor pago pelo par de sapatos
com o desconto?
R$ 69,30.
2. Na cantina de uma escola, um salgado cus ta
R$ 2,00. Comprando dois salgados, a pessoa ga-
nha um desconto de 20% no segundo salga do.
Por quanto fica o valor pago pelos dois salgados?
R$ 3,60.
3. Após um aumento de 23%, um aviãozinho de
brinquedo passou a custar R$ 30,75. Qual era o
valor do brinquedo antes do aumento?
R$ 25,00.
4. Se uma loja aumentar uma mercadoria em
30% e, após 5 meses, colocar a mesma merca-
doria à venda com desconto de 30%, ela volta a
ter o mesmo preço de 5 meses atrás? Justifique.
Não, ela não volta a ter o preço inicial, pois os
valores considerados bases para os reajustes
são diferentes.
5. Veja o preço dos seguintes carros.
R$ 2.800,00.
R$ 56.000,00.
R
o
b
W
ils
o
n/
Sh
ut
te
rs
to
ck
.c
o
m
Le
sP
al
en
ik
/S
hu
tt
er
st
o
ck
.c
o
m
59CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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Questão resolvida
Pablo está tentando vender seu aparelho celular, uma vez que ganhou um outro mais moderno
de seus pais. Só que ele está tendo dificuldades em encontrar um comprador que pague o valor
desejado. O mesmo já deu dois descontos sucessivos de 5% e 4% sobre o valor inicialmente cobra-
do pelo celular. Se o valor inicial era de R$ 1.200,00, quem desejar comprar esse celular hoje, deverá
pagar quantos reais a menos em relação ao valor inicial?
Solução:
P
P
P
2
2
2
1 200 1 0 05 1 0 04
1 200 0 95 0 96
1 094 40
= × −( ) × −( )
= × ×
=
. , ,
. , ,
. ,
V
V
f
f
= −
=
1 200 00 1 094 40
105 60
. , . ,
,
Como o valor inicial era de R$ 1.200,00, quem comprar hoje o celular de Pablo pagará R$ 1.094,40.
Tendo assim um desconto de R$ 105,60 em relação ao valor inicial.
Problemas envolvendo porcentagens
Vamos fazer agora aplicações dos problemas envolvendo porcentagens, para fazer uso das dife-
rentes resoluções aprendidas anteriormente neste capítulo.
1. (FGV) Em um grupo de 50 jogadores do futebol mato‐grossense, só há jogadores do Luverdense
E. C. e do Mixto E. C., sendo que há 6 jogadores a mais do Luverdense em relação aos do Mixto.
10 jogadores do Luverdense têm menos de 25 anos e, dos jogadores do Mixto, 12 têm 25 anos ou
mais. Do grupo total de 50 jogadores, a porcentagem daqueles com menos de 25 anos é:
a. 20.
b. 30.
c. X 40.
d. 50.
e. 60.
Solucionado o problema acima, temos a seguinte relação:
L + M = 50
L + (L – 6) = 50
2L = 56
L = 28 e M = 22
Veja:
10 jogadores do Luverdense têm menos de 25 anos. Dos 22 jogadores do Mixto, 12 têm 25 anos
ou mais. Assim, 10 jogadores têm 25 ou menos. Finalmente, pela regra de três, temos:
20
50 100
100 20
50
2 000
50
40= → =
⋅
→ = → =
x
x x x
.
%
58 CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 58 20/06/2018 18:04:30
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59
Diálogo com o professor
1. Uma loja lança uma promoção de
15% de desconto no preço de seus
produtos. Se uma mercadoria custa R$
180,00, quanto passará a custar?
Solução:
O desconto será de 15% de 180,00.
Logo:
15
100
180
15
100
180 27
de →
⋅ =
Serão retirados, portanto, R$ 27,00 de
R$ 180,00.
180 – 27 = 153
Resposta: O preço com o desconto
será de R$ 153,00.
2. Em uma compra de R$ 1.600,00, ob-
teve-se um desconto de 20%. Calcule
o valor pago pela compra.
Solução:
Calculando o desconto, temos:
20
100
1 600 320⋅ =.
Logo: 1.600 – 320 = 1.280
Resposta: O valor pago pela compra
foi de R$ 1.280,00.
Anotações
Podemos afirmar, com certeza, que 40% do total de 50 jogadores do Luverdense e do Mixto, têm
a idade menor que 25 anos. A resposta correta será a alternativa “c”.
2. Um terreno, que inicialmente custava a importância de R$ 35.000,00, sofreu uma desvalorização
de 14,5%. Se alguém desejar comprar esse terreno hoje, quanto deverá pagar por ele?
Para resolução desse tipo de problema basta calcular o produto com uma subtração conforme
observado antes, assim temos:
35 000 1
14 5
100
35 000 1 0 145
35 000 0 855
29
.
,
. ,
. ,
:
× −
=
× −( ) =
× =
R$ .. ,925 00
Quem desejar comprar esse terreno hoje, deverá pagar a importância de R$ 29.925,00.
Atividades
1. Uma loja ofereceu um desconto de 30% na
compra à vista de um par de sapatos que custa
R$ 99,00. Qual o valor pago pelo par de sapatos
com o desconto?
R$ 69,30.
2. Na cantina de uma escola, um salgado cus ta
R$ 2,00. Comprando dois salgados, a pessoa ga-
nha um desconto de 20% no segundo salga do.
Por quanto fica o valor pago pelos dois salgados?
R$ 3,60.
3. Após um aumento de 23%, um aviãozinho de
brinquedo passou a custar R$ 30,75. Qual era o
valor do brinquedo antes do aumento?
R$ 25,00.
4. Se uma loja aumentar uma mercadoria em
30% e, após 5 meses, colocar a mesma merca-
doria à venda com desconto de 30%, ela volta a
ter o mesmo preço de 5 meses atrás? Justifique.
Não, ela não volta a ter o preço inicial, pois os
valores considerados bases para os reajustes
são diferentes.
5. Veja o preço dos seguintes carros.
R$ 2.800,00.
R$ 56.000,00.
R
o
b
W
ils
o
n/
Sh
ut
te
rs
to
ck
.c
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al
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59CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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Questão resolvida
Pablo está tentando vender seu aparelho celular, uma vez que ganhou um outro mais moderno
de seus pais. Só que ele está tendo dificuldades em encontrar um comprador que pague o valor
desejado. O mesmo já deu dois descontos sucessivos de 5% e 4% sobre o valor inicialmente cobra-
do pelo celular. Se o valor inicial era de R$ 1.200,00, quem desejar comprar esse celular hoje, deverá
pagar quantos reais a menos em relação ao valor inicial?
Solução:
P
P
P
2
2
2
1 200 1 0 05 1 0 04
1 200 0 95 0 96
1 09440
= × −( ) × −( )
= × ×
=
. , ,
. , ,
. ,
V
V
f
f
= −
=
1 200 00 1 094 40
105 60
. , . ,
,
Como o valor inicial era de R$ 1.200,00, quem comprar hoje o celular de Pablo pagará R$ 1.094,40.
Tendo assim um desconto de R$ 105,60 em relação ao valor inicial.
Problemas envolvendo porcentagens
Vamos fazer agora aplicações dos problemas envolvendo porcentagens, para fazer uso das dife-
rentes resoluções aprendidas anteriormente neste capítulo.
1. (FGV) Em um grupo de 50 jogadores do futebol mato‐grossense, só há jogadores do Luverdense
E. C. e do Mixto E. C., sendo que há 6 jogadores a mais do Luverdense em relação aos do Mixto.
10 jogadores do Luverdense têm menos de 25 anos e, dos jogadores do Mixto, 12 têm 25 anos ou
mais. Do grupo total de 50 jogadores, a porcentagem daqueles com menos de 25 anos é:
a. 20.
b. 30.
c. X 40.
d. 50.
e. 60.
Solucionado o problema acima, temos a seguinte relação:
L + M = 50
L + (L – 6) = 50
2L = 56
L = 28 e M = 22
Veja:
10 jogadores do Luverdense têm menos de 25 anos. Dos 22 jogadores do Mixto, 12 têm 25 anos
ou mais. Assim, 10 jogadores têm 25 ou menos. Finalmente, pela regra de três, temos:
20
50 100
100 20
50
2 000
50
40= → =
⋅
→ = → =
x
x x x
.
%
58 CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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60
Diálogo com o professor
• Ajude os alunos a compreender o
que são juros.
• Calcule juros simples obtidos a par-
tir de um capital investido por um cer-
to período de tempo.
• Comente com os alunos que o regi-
me de juros simples é aquele no qual
os juros sempre incidem sobre o ca-
pital inicial, mas que, atualmente, as
transações comerciais não utilizam
mais os juros simples, e sim os juros
compostos.
• Converse sobre as situações em que
os juros estão presentes:
a) Empréstimos em instituições finan-
ceiras.
b) Pagamento atrasado de contas.
c) Aplicação de capitais.
d) Compra a prazo, entre outros.
• O juro simples é também chamado
de capitalização, sendo calculado em
função do capital C investido, da taxa i
e do tempo t, envolvidos na transação.
Anotações
metem a pegar o capital emprestado e a pagar juros. O tempo, o risco e a quantidade de dinheiro
disponível no mercado para empréstimos, definem qual deverá ser a remuneração, mais conhecida
como taxa de juros.
Termos utilizados para determinação de juros
Capital
O capital é o valor aplicado por meio de alguma operação financeira, também conhecido como
principal, valor atual ou valor aplicado.
Taxa de juros
Ela indica qual remuneração será paga pelo dinheiro emprestado por um deter minado período.
Ela vem normalmente expressa da forma percentual, seguida da especificação do período de tem-
po a que se refere:
10% a.a. – (a.a. significa ao ano).
15% a.t. – (a.t. significa ao trimestre).
Outra forma de apresentação da taxa de juros é a unitária, que é igual à taxa percentual dividida
por 100, sem o símbolo %:
0,25 a.m. – (a.m. significa ao mês).
Montante
É a soma do capital aplicado do investimento com a compensação financeira pelo empréstimo.
Ou seja, montante é o capital adicionado aos juros.
Juros simples
O juro de cada intervalo de tempo sem pre é calculado sobre o capital inicial emprestado ou
aplicado.
Regras para determinar os juros simples e suas partes
envolvidas
j = ⋅ ⋅ → =
⋅
→ =
⋅
→ =
⋅
c i t C
J
i t
i
j
c t
t
j
c i
M C j M C C i t M C it C
M
i t
= + → = + ⋅ ⋅ → = ⋅ +( ) → =
+ ⋅
1
1
ou
Vamos acompanhar algumas aplicações a seguir.
1º caso
Uma pessoa atrasou um pagamento de R$ 10.000,00 e teve que pagar uma taxa de 2% por cada
mês de atraso. Sabendo que ela passou 5 meses sem pagar, qual foi o total de juros pago?
Atenção: Lembre que a taxa e o tempo devem ter sempre a mesma uni dade de medida!
Solução:
Em um mês, a pessoa tem que pagar:
61CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 61 20/06/2018 18:04:31
a. O valor do fusca é, aproximadamente, quantos
por cento mais barato que o da limou sine?
95%.
b. Aproximadamente quantos por cento a li-
mousine é mais cara do que o fusca?
2.000%.
c. Comprando os dois carros, o fusca represen-
ta, aproximadamente, quantos por cento do va-
lor da compra?
4,76%.
6. Após um aumento de 17%, a mensalidade
de um clube passou a ser de R$ 46,80. Qual
era o va lor da mensalidade do clube antes do
aumento?
R$ 40,00.
7. Um profissional cobrou R$ 140,00 para instalar
um projetor no teto de uma empresa. Sabendo
que ele cobra 7% do valor do aparelho, quanto
custou esse aparelho?
R$ 2.000,00.
8. Em qualquer dominó, encaixamos os lados das peças que têm números iguais. Na situação abai-
xo, o dominó apresenta os números por meio de frações decimais e porcentagens. Encontre a peça
que está no lugar errado.
O erro está nas peças 0,3 e 3
100
, pois 0,3 = 30% e
3
100
3= %.
Juros
Laura estava muito preocupada com um boleto a ser pago e por não possuir toda a quantia re-
ferente ao pagamento. Ela foi pedir emprestado R$ 200,00 a Wilson.
Wilson explicou a Laura que emprestaria os R$ 200,00. Só que após 30 dias Laura deveria pagar
R$ 220,00. Laura entendeu que pelo fato do Wilson está lhe ajudando, ele mereceria uma compen-
sação financeira.
Laura então aceitou os termos, e Wilson emprestou a importância desejada.
Observe que falamos em compensação financeira, na verdade isso nada mais é do que os juros
pagos pela transação financeira. De modo simples, juros são a compensação financeira ou uma re-
muneração a mais que alguém deve receber por ter emprestado dinheiro a outra pessoa.
Os juros só existem porque a maioria das pessoas é imediatista e está disposta a pagar um preço
por isso. Como não podem esperar até possuir a quantia suficiente para adquirir o que quer, se sub-
3
5
7
35
7
35
3
100
3
100
140
200
70% 20%
0,2
0,3
7
35
7
35
a.
3
100
3
100
b.
3
5
70%c.
60 CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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61
Sugestão de abordagem
1. Uma pessoa contraiu um emprésti-
mo junto a um banco no valor de R$
1.500,00, comprometendo-se a res-
gatar a dívida na data do vencimen-
to e pagando a quantia total de R$
1.700,00, na qual estão incluídos o va-
lor originalmente empregado e os ju-
ros. Considerando-se as informações
relativas a esse empréstimo, assinale,
dentre as alternativas a seguir, a que
melhor expressa a aplicação dos con-
ceitos de capital, juros e montante.
a) capital: R$ 1.500,00
juros: R$ 1.700,00;
montante: R$ 3.200,00.
b) capital: R$ 1.500,00
juros: R$ 1.700,00;
montante: R$ 200,00.
c) capital: R$ 1.500,00
juros: R$ 200,00;
montante: R$ 1.700,00.
d) capital: R$ 1.700,00
juros: R$ 1.500,00;
montante: R$ 3.200,00.
e) capital: R$ 1.700,00
juros: R$ 200,00;
montante: R$ 1.500,00.
Resposta:
Capital = 1.500
Montante = 1.700
Juros = 1.700 – 1.500 = 200
Alternativa “c”.
Anotações
metem a pegar o capital emprestado e a pagar juros. O tempo, o risco e a quantidade de dinheiro
disponível no mercado para empréstimos, definem qual deverá ser a remuneração, mais conhecida
como taxa de juros.
Termos utilizados para determinação de juros
Capital
O capital é o valor aplicado por meio de alguma operação financeira, também conhecido como
principal, valor atual ou valor aplicado.
Taxa de juros
Ela indica qual remuneração será paga pelo dinheiro emprestado por um deter minado período.
Ela vem normalmente expressa da forma percentual, seguida da especificação do período de tem-
po a que se refere:
10% a.a. – (a.a. significa ao ano).
15% a.t. – (a.t. significa ao trimestre).
Outra forma de apresentação da taxa de juros é a unitária, que é igual à taxa percentual dividida
por 100, sem o símbolo %:
0,25 a.m. – (a.m. significa ao mês).
MontanteÉ a soma do capital aplicado do investimento com a compensação financeira pelo empréstimo.
Ou seja, montante é o capital adicionado aos juros.
Juros simples
O juro de cada intervalo de tempo sem pre é calculado sobre o capital inicial emprestado ou
aplicado.
Regras para determinar os juros simples e suas partes
envolvidas
j = ⋅ ⋅ → =
⋅
→ =
⋅
→ =
⋅
c i t C
J
i t
i
j
c t
t
j
c i
M C j M C C i t M C it C
M
i t
= + → = + ⋅ ⋅ → = ⋅ +( ) → =
+ ⋅
1
1
ou
Vamos acompanhar algumas aplicações a seguir.
1º caso
Uma pessoa atrasou um pagamento de R$ 10.000,00 e teve que pagar uma taxa de 2% por cada
mês de atraso. Sabendo que ela passou 5 meses sem pagar, qual foi o total de juros pago?
Atenção: Lembre que a taxa e o tempo devem ter sempre a mesma uni dade de medida!
Solução:
Em um mês, a pessoa tem que pagar:
61CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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a. O valor do fusca é, aproximadamente, quantos
por cento mais barato que o da limou sine?
95%.
b. Aproximadamente quantos por cento a li-
mousine é mais cara do que o fusca?
2.000%.
c. Comprando os dois carros, o fusca represen-
ta, aproximadamente, quantos por cento do va-
lor da compra?
4,76%.
6. Após um aumento de 17%, a mensalidade
de um clube passou a ser de R$ 46,80. Qual
era o va lor da mensalidade do clube antes do
aumento?
R$ 40,00.
7. Um profissional cobrou R$ 140,00 para instalar
um projetor no teto de uma empresa. Sabendo
que ele cobra 7% do valor do aparelho, quanto
custou esse aparelho?
R$ 2.000,00.
8. Em qualquer dominó, encaixamos os lados das peças que têm números iguais. Na situação abai-
xo, o dominó apresenta os números por meio de frações decimais e porcentagens. Encontre a peça
que está no lugar errado.
O erro está nas peças 0,3 e 3
100
, pois 0,3 = 30% e
3
100
3= %.
Juros
Laura estava muito preocupada com um boleto a ser pago e por não possuir toda a quantia re-
ferente ao pagamento. Ela foi pedir emprestado R$ 200,00 a Wilson.
Wilson explicou a Laura que emprestaria os R$ 200,00. Só que após 30 dias Laura deveria pagar
R$ 220,00. Laura entendeu que pelo fato do Wilson está lhe ajudando, ele mereceria uma compen-
sação financeira.
Laura então aceitou os termos, e Wilson emprestou a importância desejada.
Observe que falamos em compensação financeira, na verdade isso nada mais é do que os juros
pagos pela transação financeira. De modo simples, juros são a compensação financeira ou uma re-
muneração a mais que alguém deve receber por ter emprestado dinheiro a outra pessoa.
Os juros só existem porque a maioria das pessoas é imediatista e está disposta a pagar um preço
por isso. Como não podem esperar até possuir a quantia suficiente para adquirir o que quer, se sub-
3
5
7
35
7
35
3
100
3
100
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70% 20%
0,2
0,3
7
35
7
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3
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100
b.
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70%c.
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62
Diálogo com o professor
• Faça com que os alunos compreen-
dam como é feito o cálculo de juros
compostos.
• Mostre aos estudantes como calcular
os juros compostos de um dado capital.
• Apresente a diferença entre os juros
obtidos a partir de um capital investido a
juros simples e a juros compostos.
Leitura complementar
Os juros compostos são conheci-
dos como juro sobre juro, pois o juro
incide sempre no capital anterior, di-
ferentemente dos juros simples. As fi-
nanceiras e os bancos aplicam os juros
compostos, pois há uma possibilidade
maior de lucro.
Os juros compostos, após cada perío-
do, são incorporados ao capital principal
e passam, por sua vez, a render juros.
Na prática, as empresas, os órgãos
governamentais e os investidores parti-
culares costumam reinvestir as quantias
geradas pelas aplicações financeiras, o
que justifica o emprego mais comum de
juros compostos na Economia. Na ver-
dade, o uso de juros simples não se justi-
fica em estudos econômicos.
Anotações
3° caso
Uma pessoa aplicou 100 reais a juros compostos de 5% ao mês durante 3 meses. Qual o montan-
te no final do trimestre? Como são juros compostos depois do primeiro mês, o capital passa a ser
o montante atual.
Solução:
1° mês → 100
105
100
105⋅ = reais
2° mês → 105
105
100
110 25⋅ = , reais
3° mês → 110 25
105
100
115 7625, ,⋅ = reais
Montante de aproximadamente R$ 115,76.
Acompanhe os casos onde determinaremos juros compostos.
1º caso
Que montante será produzido por um capital de R$ 5.000,00. Se esse for empregado a juros
compostos de 2% ao mês durante 6 meses.
Solução:
M C i M M
M
t= × + → = × + → = ×
= × →
( ) . ( , ) . ( , )
. ,
1 5 000 1 0 02 5 000 1 02
5 000 1 126
6 6
MM = 5 630 00. ,
Ao final de seis meses, o capital de R$ 5.000,00 aplicado a uma taxa de juros compostos de 2%,
resultará no montante de R$ 5.630,00.
2º caso
Quanto tempo é necessário para que um capital inicial de R$ 1.000,00 que dobra a todo ano,
passe a ser igual a R$ 8.000,00?
Solução:
M C i
t
t t t
t t
= × + → = × + → =
= → = → =
( ) . . ( )
.
.
1 8 000 1 000 1 1
8 000
1 000
2
2 8 2 2 33 annos
Eliminando as bases, encontramos t = 3.
Em três anos o montante será R$ 8.000,00.
Você sabia?
Brasileiros compram imóveis nos EUA por conta do
percentual de lucro...
O condomínio Trump Towers, à beira-mar, foi 60% comprado por brasileiros. Entre eles, o empre-
sário paulista João Paulo (ele pediu para omitir seu sobrenome), de 31 anos. A família de João Paulo
frequenta Miami há 15 anos e tem vontade de comprar um imóvel na cidade há pelo menos 5, mas
demorou para encontrar um bom negócio. “A crise foi a oportunidade ideal. Quando começamos
a pesquisar, um apartamento como o nosso custava US$ 2,5 milhões. Pagamos US$ 830 mil”, afir-
63CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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100
10 000 200 00⋅ =. ,
Então, em 5 meses, tem que pagar juros de 5 vezes 200, ou seja 1.000 reais. Note que multiplica-
mos o capital pela taxa e pelo tempo e que podemos generalizar uma fórmula:
M = c + j
Nesse caso, o montante é de 10.000 mais 1.000, ou seja, 11.000.
2°caso
Um capital de R$ 600,00, aplicado a uma taxa de juros simples de 24% ao ano, rende quantos
reais de juros em 6 meses?
Solução:
Temos uma taxa de tempo em unidades diferentes de medida de tempo. Então, transforma mos
uma das unidades de maneira que fiquem com medidas iguais.
Podemos deixar a taxa combinando com o tempo, tudo em meses:
Transformando a taxa anual em mensal, dividimos 24% por 12 e, assim, aplicamos a fórmula:
24% : 12 = 2%
Então, a taxa mensal é de 2% a.m.
Agora, substituindo na fórmula, ficamos com:
j = c . i . t → j = 600 . 0,02 . 6 → j = 72 reais
Ou podemos deixar o tempo combinando com a taxa, em anos.
Transformando o tempo em anos, dividindo 6 por 12, e, assim, aplicamos a fórmula:
6 : 12 = 0,5
Então, o tempo é de 0,5 anos.
Agora, substituindo na fórmula, ficamos com:
j = c . i . t
j = 600 . 0,24 . 0,5
j = 72
R$ 72,00 de juros.
Juros compostos
Os juros de cada intervalo de tem po é calculado a partir do saldo no início de correspon dente
intervalo. Ou seja, os juros de cada intervalo de tempo é incorporado ao capital inicial e passa a
render juros também.
Regras para determinar os juros compostos e suas partes envolvidas
M C i
C
M
i
t
t
= ⋅ +
=
+
( )
( )
1
1
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63
Diálogo com o professor
• Mostre aos estudantes como resol-
ver situações-problema que envolvam
o cálculo de juros compostos.
• Mostre aos alunos que esse assunto
está presente no cotidiano de todos e
peça-lhes que investiguem, em casa,
situações em que a família paga ou re-
cebe juros.
• Quais tiposde juro são aplicados
nos investimentos ou são pagos nos
cartões de crédito?
Sugestão de abordagem
1. (Cespe/UnB) Se um capital aplicado
a juros simples durante seis meses à
taxa mensal de 5% gera, nesse perío-
do, um montante de R$ 3.250,00, en-
tão o capital aplicado é menor que R$
2.600,00. Verdadeiro ou falso?
Dados para a solução:
n = 6
i = 0,05
M = 3.250
M = C(1 + in)
3.250 = C(1 + 0,05 x 6)
C = 2.500
Resposta: Verdadeiro. O capital apli-
cado é menor que R$ 2.600,00.
Anotações
3° caso
Uma pessoa aplicou 100 reais a juros compostos de 5% ao mês durante 3 meses. Qual o montan-
te no final do trimestre? Como são juros compostos depois do primeiro mês, o capital passa a ser
o montante atual.
Solução:
1° mês → 100
105
100
105⋅ = reais
2° mês → 105
105
100
110 25⋅ = , reais
3° mês → 110 25
105
100
115 7625, ,⋅ = reais
Montante de aproximadamente R$ 115,76.
Acompanhe os casos onde determinaremos juros compostos.
1º caso
Que montante será produzido por um capital de R$ 5.000,00. Se esse for empregado a juros
compostos de 2% ao mês durante 6 meses.
Solução:
M C i M M
M
t= × + → = × + → = ×
= × →
( ) . ( , ) . ( , )
. ,
1 5 000 1 0 02 5 000 1 02
5 000 1 126
6 6
MM = 5 630 00. ,
Ao final de seis meses, o capital de R$ 5.000,00 aplicado a uma taxa de juros compostos de 2%,
resultará no montante de R$ 5.630,00.
2º caso
Quanto tempo é necessário para que um capital inicial de R$ 1.000,00 que dobra a todo ano,
passe a ser igual a R$ 8.000,00?
Solução:
M C i
t
t t t
t t
= × + → = × + → =
= → = → =
( ) . . ( )
.
.
1 8 000 1 000 1 1
8 000
1 000
2
2 8 2 2 33 annos
Eliminando as bases, encontramos t = 3.
Em três anos o montante será R$ 8.000,00.
Você sabia?
Brasileiros compram imóveis nos EUA por conta do
percentual de lucro...
O condomínio Trump Towers, à beira-mar, foi 60% comprado por brasileiros. Entre eles, o empre-
sário paulista João Paulo (ele pediu para omitir seu sobrenome), de 31 anos. A família de João Paulo
frequenta Miami há 15 anos e tem vontade de comprar um imóvel na cidade há pelo menos 5, mas
demorou para encontrar um bom negócio. “A crise foi a oportunidade ideal. Quando começamos
a pesquisar, um apartamento como o nosso custava US$ 2,5 milhões. Pagamos US$ 830 mil”, afir-
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100
10 000 200 00⋅ =. ,
Então, em 5 meses, tem que pagar juros de 5 vezes 200, ou seja 1.000 reais. Note que multiplica-
mos o capital pela taxa e pelo tempo e que podemos generalizar uma fórmula:
M = c + j
Nesse caso, o montante é de 10.000 mais 1.000, ou seja, 11.000.
2°caso
Um capital de R$ 600,00, aplicado a uma taxa de juros simples de 24% ao ano, rende quantos
reais de juros em 6 meses?
Solução:
Temos uma taxa de tempo em unidades diferentes de medida de tempo. Então, transforma mos
uma das unidades de maneira que fiquem com medidas iguais.
Podemos deixar a taxa combinando com o tempo, tudo em meses:
Transformando a taxa anual em mensal, dividimos 24% por 12 e, assim, aplicamos a fórmula:
24% : 12 = 2%
Então, a taxa mensal é de 2% a.m.
Agora, substituindo na fórmula, ficamos com:
j = c . i . t → j = 600 . 0,02 . 6 → j = 72 reais
Ou podemos deixar o tempo combinando com a taxa, em anos.
Transformando o tempo em anos, dividindo 6 por 12, e, assim, aplicamos a fórmula:
6 : 12 = 0,5
Então, o tempo é de 0,5 anos.
Agora, substituindo na fórmula, ficamos com:
j = c . i . t
j = 600 . 0,24 . 0,5
j = 72
R$ 72,00 de juros.
Juros compostos
Os juros de cada intervalo de tem po é calculado a partir do saldo no início de correspon dente
intervalo. Ou seja, os juros de cada intervalo de tempo é incorporado ao capital inicial e passa a
render juros também.
Regras para determinar os juros compostos e suas partes envolvidas
M C i
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= ⋅ +
=
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64
Para analisar:
O texto abaixo reflete o que acontece com muitos produtos no comércio.
Professor ensina a fazer cálculos de porcentagem no
Projeto Educação
Confira a diferença do preço da água em diferentes embalagens.
Ao comprar um copo de água vendido a R$ 0,80, o consumidor paga mais.
No Projeto Educação, o professor de matemática Aliomar Santos explica os cálculos de
porcentagem. O exemplo é a diferen ça no preço da água mineral vendida em diferentes
embalagens. Quando se compra em copo, em vez de garra fão de 20 litros, o consumidor
paga na água um valor com cerca de 1.000% de aumento em cima do produto.
“Cada copinho está sendo comercializado a R$ 0,80, e o garrafão, vendido a R$ 6,00, dá
para encher 100 copinhos, ou seja, é 1.233% mais caro do que a mesma água retirada de
dentro do garrafão”, explica o professor.
Comparando o preço de um garrafão com o de uma garrafa de 350 m � , vendida a R$
1,00, o professor faz o seguinte cálculo: 60 garrafinhas somam R$ 60,00. Subtraindo R$ 6,00
desse valor, referente ao preço do garrafão, temos R$ 54,00, que dividido por 6, resulta no
número 9. Para se chegar ao percentual, multiplica por 100, resultando em 900%.
Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco/projeto-educacao/noticia/2011/10/professor-ensina-fazer-calculos-de-
porcentagem-no-projeto-educacao.html
Refletindo sobre o texto
1. O texto mostra uma relação entre embalagens e produtos. Por que, quando a emba lagem arma-
zena uma porção maior do produto, o custo proporcional é menor?
2. Na comparação entre o valor aproximado do copinho vendido individualmente e do copinho
tira do do garrafão (100 copinhos), o percentual é realmente de 1.233% ou houve um pequeno erro
de digitação?
A porcentagem expressa em quantidade indica o custo menor do produto.
É exatamente 1,233%.
65CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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ma. João Paulo compara com outro aparta-
mento da família, no Guarujá, litoral de São
Paulo. “Em Mia mi, nós pagamos R$ 1.700 de
condomínio para ter tudo: manobrista, lim-
peza, Internet, TV a cabo e serviço de praia.
No Guarujá, pagamos R$ 1.000 só para ter
um porteiro”, diz. Além de arcar com o con-
domínio, o comprador gasta com um impos-
to equivalente ao IPTU, que varia de 0,8% a
2% do valor do imóvel, e um advogado, que
cobra cerca de 1% do imóvel para encami-
nhar a documenta ção de compra. A comis-
são dos corretores de imóveis sai por conta
do vendedor. Bancos brasileiros oferecem linhas de crédito, mas sai mais barato financiar a compra
de até 70% do imóvel com o sistema financeiro americano, onde as taxas de juros são mais baixas.
Basta o visto de turista para poder comprar. Os corretores afirmam que é preciso ir pelo menos três
vezes por ano à cidade para justificar a compra.
Os preços baixos de Miami se explicam pelo descompasso entre oferta e procura. Em cidades
como San Francisco e Washington, onde não há paisagens tão bonitas, o valor do metro quadrado
vale até 100% mais. Em 2006, a Flórida viveu um boom imobiliário, mas os condomínios que esta-
vam sendo construídos naquela época foram abandonados na crise de 2008. No último ano, novas
incorporadoras assumiram os empreendimentos, que estão sendo rapidamente vendidos.
Atividades
1. Carlos aplicou R$ 1.000,00 a juros compos tos
de 2% ao mês durante 3 meses. Qual o mon-
tante que ele arrecadou no final do trimestre?
R$ 1.061,20.
4. O cartão Cuid Hado cobra 12% de juros com-
postos ao mês. José pegou emprestado R$
1.200,00 por três meses. Qual o montante pago
por José no final desse período?
R$ 1.685,91.
2. Um casal aplicou R$ 8.400,00 durante três me-
ses a uma taxa de juros compostos de 10% ao
mês, para pagar um cruzeiro pela Europa. Saben-
do que o valor gasto no cruzeiro seria de R$
9.150,00, a aplicação deu para pagar os custos?
Não.
5. O piloto de kartJeyson Holanda recebe R$
3.200,00 de patrocínio por mês, e, em outu bro,
ele aplicou o patrocínio a juros compostos de
8% ao mês até dezembro, para ajudar a pa gar
os custos de sua viagem de férias. Quanto ele
arrecadou de juros?
R$ 831,07.
3. No passado, a família Cavalcanti investiu em
cana-de-açúcar e, hoje em dia, investe em tec-
nologia. Seus lucros, com o novo investimento,
tiveram um aumento de 30%, passando para 6,5
milhões por ano. Quanto era o lucro anual da
família antes dos novos investimentos?
R$ 5.000.000,00.
6. Calcule quantos reais de juros renderá uma
aplicação de R$ 20.400,00, durante 2 anos, à
taxa anual de 5% a juros compostos.
R$ 2.091,00.
Fe
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Para analisar:
O texto abaixo reflete o que acontece com muitos produtos no comércio.
Professor ensina a fazer cálculos de porcentagem no
Projeto Educação
Confira a diferença do preço da água em diferentes embalagens.
Ao comprar um copo de água vendido a R$ 0,80, o consumidor paga mais.
No Projeto Educação, o professor de matemática Aliomar Santos explica os cálculos de
porcentagem. O exemplo é a diferen ça no preço da água mineral vendida em diferentes
embalagens. Quando se compra em copo, em vez de garra fão de 20 litros, o consumidor
paga na água um valor com cerca de 1.000% de aumento em cima do produto.
“Cada copinho está sendo comercializado a R$ 0,80, e o garrafão, vendido a R$ 6,00, dá
para encher 100 copinhos, ou seja, é 1.233% mais caro do que a mesma água retirada de
dentro do garrafão”, explica o professor.
Comparando o preço de um garrafão com o de uma garrafa de 350 m � , vendida a R$
1,00, o professor faz o seguinte cálculo: 60 garrafinhas somam R$ 60,00. Subtraindo R$ 6,00
desse valor, referente ao preço do garrafão, temos R$ 54,00, que dividido por 6, resulta no
número 9. Para se chegar ao percentual, multiplica por 100, resultando em 900%.
Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco/projeto-educacao/noticia/2011/10/professor-ensina-fazer-calculos-de-
porcentagem-no-projeto-educacao.html
Refletindo sobre o texto
1. O texto mostra uma relação entre embalagens e produtos. Por que, quando a emba lagem arma-
zena uma porção maior do produto, o custo proporcional é menor?
2. Na comparação entre o valor aproximado do copinho vendido individualmente e do copinho
tira do do garrafão (100 copinhos), o percentual é realmente de 1.233% ou houve um pequeno erro
de digitação?
A porcentagem expressa em quantidade indica o custo menor do produto.
É exatamente 1,233%.
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ma. João Paulo compara com outro aparta-
mento da família, no Guarujá, litoral de São
Paulo. “Em Mia mi, nós pagamos R$ 1.700 de
condomínio para ter tudo: manobrista, lim-
peza, Internet, TV a cabo e serviço de praia.
No Guarujá, pagamos R$ 1.000 só para ter
um porteiro”, diz. Além de arcar com o con-
domínio, o comprador gasta com um impos-
to equivalente ao IPTU, que varia de 0,8% a
2% do valor do imóvel, e um advogado, que
cobra cerca de 1% do imóvel para encami-
nhar a documenta ção de compra. A comis-
são dos corretores de imóveis sai por conta
do vendedor. Bancos brasileiros oferecem linhas de crédito, mas sai mais barato financiar a compra
de até 70% do imóvel com o sistema financeiro americano, onde as taxas de juros são mais baixas.
Basta o visto de turista para poder comprar. Os corretores afirmam que é preciso ir pelo menos três
vezes por ano à cidade para justificar a compra.
Os preços baixos de Miami se explicam pelo descompasso entre oferta e procura. Em cidades
como San Francisco e Washington, onde não há paisagens tão bonitas, o valor do metro quadrado
vale até 100% mais. Em 2006, a Flórida viveu um boom imobiliário, mas os condomínios que esta-
vam sendo construídos naquela época foram abandonados na crise de 2008. No último ano, novas
incorporadoras assumiram os empreendimentos, que estão sendo rapidamente vendidos.
Atividades
1. Carlos aplicou R$ 1.000,00 a juros compos tos
de 2% ao mês durante 3 meses. Qual o mon-
tante que ele arrecadou no final do trimestre?
R$ 1.061,20.
4. O cartão Cuid Hado cobra 12% de juros com-
postos ao mês. José pegou emprestado R$
1.200,00 por três meses. Qual o montante pago
por José no final desse período?
R$ 1.685,91.
2. Um casal aplicou R$ 8.400,00 durante três me-
ses a uma taxa de juros compostos de 10% ao
mês, para pagar um cruzeiro pela Europa. Saben-
do que o valor gasto no cruzeiro seria de R$
9.150,00, a aplicação deu para pagar os custos?
Não.
5. O piloto de kart Jeyson Holanda recebe R$
3.200,00 de patrocínio por mês, e, em outu bro,
ele aplicou o patrocínio a juros compostos de
8% ao mês até dezembro, para ajudar a pa gar
os custos de sua viagem de férias. Quanto ele
arrecadou de juros?
R$ 831,07.
3. No passado, a família Cavalcanti investiu em
cana-de-açúcar e, hoje em dia, investe em tec-
nologia. Seus lucros, com o novo investimento,
tiveram um aumento de 30%, passando para 6,5
milhões por ano. Quanto era o lucro anual da
família antes dos novos investimentos?
R$ 5.000.000,00.
6. Calcule quantos reais de juros renderá uma
aplicação de R$ 20.400,00, durante 2 anos, à
taxa anual de 5% a juros compostos.
R$ 2.091,00.
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66
Foi por volta desse período, século I a.C., que o im-
perador romano Gaius Iulius Caesar Octavianus Augus-
tus determinou a cobrança de certos impostos. Alguns
desses impostos deveriam ser cobrados de acordo com
a mercadoria negociada.
Um dos impostos exigidos pelo imperador era o
classificado “centésimo rerum venalium” tal imposto
consistia no pagamento de um centésimo, pelo comer-
ciante, sobre o valor de mercadorias comercializadas.
Em outras palavras, o imposto consistia no paga-
mento de 1% no montante de produtos negociados
pelos comerciantes. Isso nos é uma prova da existência
das porcentagens no dia a dia dos cidadãos, tal prática
se perpetua até os dias atuais.
Só muito mais a frente é que o termo porcentagem
veio a surgir, a palavra tem origem no latim “per cen-
tum” que significa dividido por cem, daí a expressão
percentual.
Amplie o conhecimento
Geração de energia elétrica limpa
Faça sol ou faça vento, os dois processos utilizam fontes inesgotáveis de energia. Não emitem
gases poluentes e são grandes apostas de abastecimento para o futuro. Mas, no fim, qual é o mais
verde?
Eólica
O primeiro moinho usado para produzir eletrici dade surgiu na Escócia, em 1887. James Blyth
criou o aparelho para abastecer sua casa, mas, com o tem po, passou a vender o excedente de ener-
gia para a vizinhança. Os sistemas com turbina vieram em 1890, mas só se popularizaram na década
de 1970, em meio à crise do petróleo.
É a fonte de energia alternativa mais utilizada
no mundo. Ao total, são 198 gigawatts anuais de
potên cia instalados, o que representa 3% de toda
a energia produzida no mundo. No Brasil, “concor-
rendo” com as hidrelétricas, a eólica não é tão po-
pular. Explora mos menos de 1% de seu potencial
no País, o que gera cerca de 1 gigawatts por ano.
Apesar de ser uma fonte completamente lim-
pa, as turbinas são barulhentas, o que atrapalhou
sua po pularização na década de 1980. Hoje, os
ruídos são bem mais baixos. Outro ponto nega-
tivo é que pássa ros podem se chocar com as pás
dos aerogeradores durante fluxos migratórios,
causando problemas na fauna local.
G
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3. Nos últimos 2 anos, o copinho de água passou de 50 centavos para 80 centavos. Explique como
procedemos para calcularmos o percentual de aumento que houve.
Fator de multiplicação
Se, por exemplo, há um acréscimo de 10% a um de terminado valor, podemos calcular o novo
valor multiplicando esse valor por 1,10, que é o fator de mul tiplicação. Se o acréscimo for de 30%,
multiplicamos por 1,30, e assim por diante. Veja a tabela abaixo:
Acréscimo ou lucro Fator de multiplicação
10% 1,10
17% 1,17
25% 1,25
40% 1,40
120% 2,20
Exemplo: Aumentando 10% no valor de R$ 10,00, temos: 10 . 1,10 = R$ 11,00.
No caso de haver um decréscimo, o fator de multiplica ção será igual a um menos a taxa de des-
conto 1 – taxa de desconto (na forma decimal).
Exemplo: Descontando 20% no valor de R$ 100,00, te mos: 100 . 0,80 = R$ 80,00.
Desconto Fator de multiplicação
10% 0,90
20% 0,80
25% 0,75
60% 0,40
80% 0,20
Resgatando a história
A Roma do centésimo rerum venalium
Existem relatos históricos que comprovam a existência das divisões centesimais por volta do
século I a.C., ou seja, a aplicação das porcentagens está há muito tempo inseridas no cotidiano
da humanidade.
0 50 100 0 50 50
50
0 50
160, % ,
,
%− ∴ = ∴ = =x x
0,50 – x
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67
Foi por volta desse período, século I a.C., que o im-
perador romano Gaius Iulius Caesar Octavianus Augus-
tus determinou a cobrança de certos impostos. Alguns
desses impostos deveriam ser cobrados de acordo com
a mercadoria negociada.
Um dos impostos exigidos pelo imperador era o
classificado “centésimo rerum venalium” tal imposto
consistia no pagamento de um centésimo, pelo comer-
ciante, sobre o valor de mercadorias comercializadas.
Em outras palavras, o imposto consistia no paga-
mento de 1% no montante de produtos negociados
pelos comerciantes. Isso nos é uma prova da existência
das porcentagens no dia a dia dos cidadãos, tal prática
se perpetua até os dias atuais.
Só muito mais a frente é que o termo porcentagem
veio a surgir, a palavra tem origem no latim “per cen-
tum” que significa dividido por cem, daí a expressão
percentual.
Amplie o conhecimento
Geração de energia elétrica limpa
Faça sol ou faça vento, os dois processos utilizam fontes inesgotáveis de energia. Não emitem
gases poluentes e são grandes apostas de abastecimento para o futuro. Mas, no fim, qual é o mais
verde?
Eólica
O primeiro moinho usado para produzir eletrici dade surgiu na Escócia, em 1887. James Blyth
criou o aparelho para abastecer sua casa, mas, com o tem po, passou a vender o excedente de ener-
gia para a vizinhança. Os sistemas com turbina vieram em 1890, mas só se popularizaram na década
de 1970, em meio à crise do petróleo.
É a fonte de energia alternativa mais utilizada
no mundo. Ao total, são 198 gigawatts anuais de
potên cia instalados, o que representa 3% de toda
a energia produzida no mundo. No Brasil, “concor-
rendo” com as hidrelétricas, a eólica não é tão po-
pular. Explora mos menos de 1% de seu potencial
no País, o que gera cerca de 1 gigawatts por ano.
Apesar de ser uma fonte completamente lim-
pa, as turbinas são barulhentas, o que atrapalhou
sua po pularização na década de 1980. Hoje, os
ruídos são bem mais baixos. Outro ponto nega-
tivo é que pássa ros podem se chocar com as pás
dos aerogeradores durante fluxos migratórios,
causando problemas na fauna local.
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3. Nos últimos 2 anos, o copinho de água passou de 50 centavos para 80 centavos. Explique como
procedemos para calcularmos o percentual de aumento que houve.
Fator de multiplicação
Se, por exemplo, há um acréscimo de 10% a um de terminado valor, podemos calcular o novo
valor multiplicando esse valor por 1,10, que é o fator de mul tiplicação. Se o acréscimo for de 30%,
multiplicamos por 1,30, e assim por diante. Veja a tabela abaixo:
Acréscimo ou lucro Fator de multiplicação
10% 1,10
17% 1,17
25% 1,25
40% 1,40
120% 2,20
Exemplo: Aumentando 10% no valor de R$ 10,00, temos: 10 . 1,10 = R$ 11,00.
No caso de haver um decréscimo, o fator de multiplica ção será igual a um menos a taxa de des-
conto 1 – taxa de desconto (na forma decimal).
Exemplo: Descontando 20% no valor de R$ 100,00, te mos: 100 . 0,80 = R$ 80,00.
Desconto Fator de multiplicação
10% 0,90
20% 0,80
25% 0,75
60% 0,40
80% 0,20
Resgatando a história
A Roma do centésimo rerum venalium
Existem relatos históricos que comprovam a existência das divisões centesimais por volta do
século I a.C., ou seja, a aplicação das porcentagens está há muito tempo inseridas no cotidiano
da humanidade.
0 50 100 0 50 50
50
0 50
160, % ,
,
%− ∴ = ∴ = =x x
0,50 – x
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68
Aprimorando conceitos
I. Defina o que são porcentagens.
II. Quais os tipos existentes de percentuais sucessivos?
III. Defina o que são juros e quais os tipos apresentados aqui nesse capítulo.
IV. Geralmente, quando deve-se fazer aplicação de juros simples?
V. O que são juros compostos?
VI. Quais os termos que necessitamos conhecer para que possamos solucionar problemas
envolvendo juros simples e compostos?
A expressão porcentagem ou percentagem tem origem no latim per centium, e significa
“por cem” ou ainda “a cada centena”. Podemos ainda definir a porcentagem como sendo
uma fração de denominador sempre igual a 100 e usamos o símbolo % (por cento) para re-
presentar porcentagens.
Eles podem ser de três tipos distintos: descontos seguidos de outros descontos; acréscimos
seguidos de outros acréscimos; e, descontos seguidos de acréscimos ou os acréscimos se-
guidos de descontos.
Juros são a compensação financeira ou uma remuneração a mais que alguém deve receber
por ter emprestado dinheiro a outra pessoa. Aqui nos foram apresentados os juros simples
e os juros compostos.
Devemos aplicar esse tipo de juros nas transações financeiras de curto prazo.
É aquele juro de cada intervalo de tem po que é calculado a partir do saldo no início de
correspon dente intervalo. Ou seja, o juro de cada intervalo de tempo que é incorporado
ao capital inicial e passa a render juros também. O mais comumente conhecido juros sobre
juros.
Os termos são: capital, montante, taxa de juros e tempo.
69CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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Os parques eólicos até podem conviver com ou tras atividades, como a agropecuária, mas ocu-
pam muito espaço: em média, são 100 km² para cada gi gawatt gerado. E só podem ser instalados
em locais isolados. Eles não conseguem aproveitar os ventos das cidades, que são próximos à su-
perfície, fracos e turbulentos.
Se ventar muito no seu país, os parques eólicos ainda são a forma mais barata de obtenção de
ener gia. Os custos finais variam entre US$ 84,00 e US$ 142,00 por hora de megawatt produzido. Não
é ne cessário muita manutenção: um aerogerador dura, em média, 15 anos, e o dispositivo eletrôni-
co aclopado a ele, mais de 10 anos.
Solar
Também surgiu em 1887, mas de modo ainda muito rústico — convertia apenas 1% da energia do
sol. Só na década de 1950 é que foi descoberta a célula fotovoltai ca, que aumentou essa taxa para
15%, permitindo o uso em placas, por exemplo. No entanto, devido aos altos preços, só nos anos
2000 ela se tornou mais comum.
Produz, atualmente, apenas 40 gigawatts anuais no mundo. Mas isso pode mudar; graças ao
bara teamentodas tecnologias dos painéis nos últimos 5 anos, seu uso cresceu 49%, enquanto o da
energia eólica aumentou apenas 27%. O Brasil produz 20 me gawatts de energia solar por ano —
suficiente para abastecer cerca de 12 mil residências.
Os painéis fotovoltaicos não conso mem combustível, não têm partes móveis e não geram ne-
nhum tipo de emissão ou ruído. Eles são feitos de silício, boro e fósforo, materiais atóxicos, inofensi-
vos ao ambiente e abundantes (o silício é o segundo componente mais comum na crosta terrestre).
Os painéis que absorvem energia solar fazem uso mais inteligente do espaço. Para produzir 1
gigawatt, é necessário uma área de 10 a 50 m². Além disso, é possível implantá-los em áreas urba-
nas, como em te lhados de casas e edifícios. E há uso particular: você pode colocar um painel para
alimentar só sua resi dência, por exemplo.
É bem mais em conta que fontes de energia tra dicionais, como a hidrelétrica e a nuclear. Mas
não é mais barata que a eólica; cada hora de megawatt produzido custa, em média, entre US$ 132 e
US$ 298. A vantagem está na manutenção: uma célula fotovol taica costuma ter garantia de 20 anos
e vida útil de cerca de 30 anos.
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69
Diálogo com o professor
Aproveite para discutir a ideia de
expressões básicas usuais que com-
põem a matemática financeira e a edu-
cação financeira, para isso, pode-se
solicitar que seus estudantes pesqui-
sem sobre os assuntos da leitura com-
plementar anterior.
Leitura complementar
Análise de despesas: processo que
consiste em levantar as despesas e, em
seguida, estudá-las, para verificar se o
dinheiro está realmente sendo gasto
com o que se pretendia gastá-lo.
Apólice: documento que formaliza
o contrato de seguro, estabelecendo
os direitos e as obrigações da socieda-
de seguradora e do segurado, e discri-
minando as garantias contratadas.
Comportamento gastador: refere-
-se aos hábitos financeiros de pessoas
que tendem a consumir excessivamen-
te, dando pouca atenção à poupança.
Comportamento poupador: refe-
re-se aos hábitos financeiros pessoas
que tendem a poupar dinheiro, repri-
mindo o consumo.
Consumidor: quem compra ou uti-
liza produto ou serviço, bem como
aquele que está exposto às práticas
comerciais.
Conta de poupança: A conta de
depósitos de poupança, popularmen-
te conhecida como conta poupança,
conta de depósito, ou ainda caderne-
ta de poupança, é um tipo de inves-
timento criado com o objetivo de es-
timular a economia popular. É muito
tradicional. Assim, para abrir e man-
ter uma conta de poupança, o clien-
te não paga tarifas, não paga impos-
to de renda sobre o dinheiro aplicado
e ainda pode depositar pequenos va-
lores, que passam a gerar rendimentos
mensalmente. Se um valor depositado
na conta de poupança não for man-
tido ou aplicado por pelo menos um
mês, isto é, se for resgatado antes, não
ocorrerá remuneração desse dinheiro.
Déficit: em sentido econômico ou
financeiro, é a diferença negativa entre
dois valores representativos de receitas
e despesas. “No caso do orçamento fa-
miliar, se a despesa é maior que a re-
ceita, a família está em déficit.” O seu
oposto é o superávit. Pode se referir
também à balança comercial ou às fi-
nanças públicas, entre outras situações.
Fonte: http://www.vidaedinheiro.gov.br/
category/glossario/. Adaptado.
Anotações
Aprimorando conceitos
I. Defina o que são porcentagens.
II. Quais os tipos existentes de percentuais sucessivos?
III. Defina o que são juros e quais os tipos apresentados aqui nesse capítulo.
IV. Geralmente, quando deve-se fazer aplicação de juros simples?
V. O que são juros compostos?
VI. Quais os termos que necessitamos conhecer para que possamos solucionar problemas
envolvendo juros simples e compostos?
A expressão porcentagem ou percentagem tem origem no latim per centium, e significa
“por cem” ou ainda “a cada centena”. Podemos ainda definir a porcentagem como sendo
uma fração de denominador sempre igual a 100 e usamos o símbolo % (por cento) para re-
presentar porcentagens.
Eles podem ser de três tipos distintos: descontos seguidos de outros descontos; acréscimos
seguidos de outros acréscimos; e, descontos seguidos de acréscimos ou os acréscimos se-
guidos de descontos.
Juros são a compensação financeira ou uma remuneração a mais que alguém deve receber
por ter emprestado dinheiro a outra pessoa. Aqui nos foram apresentados os juros simples
e os juros compostos.
Devemos aplicar esse tipo de juros nas transações financeiras de curto prazo.
É aquele juro de cada intervalo de tem po que é calculado a partir do saldo no início de
correspon dente intervalo. Ou seja, o juro de cada intervalo de tempo que é incorporado
ao capital inicial e passa a render juros também. O mais comumente conhecido juros sobre
juros.
Os termos são: capital, montante, taxa de juros e tempo.
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Os parques eólicos até podem conviver com ou tras atividades, como a agropecuária, mas ocu-
pam muito espaço: em média, são 100 km² para cada gi gawatt gerado. E só podem ser instalados
em locais isolados. Eles não conseguem aproveitar os ventos das cidades, que são próximos à su-
perfície, fracos e turbulentos.
Se ventar muito no seu país, os parques eólicos ainda são a forma mais barata de obtenção de
ener gia. Os custos finais variam entre US$ 84,00 e US$ 142,00 por hora de megawatt produzido. Não
é ne cessário muita manutenção: um aerogerador dura, em média, 15 anos, e o dispositivo eletrôni-
co aclopado a ele, mais de 10 anos.
Solar
Também surgiu em 1887, mas de modo ainda muito rústico — convertia apenas 1% da energia do
sol. Só na década de 1950 é que foi descoberta a célula fotovoltai ca, que aumentou essa taxa para
15%, permitindo o uso em placas, por exemplo. No entanto, devido aos altos preços, só nos anos
2000 ela se tornou mais comum.
Produz, atualmente, apenas 40 gigawatts anuais no mundo. Mas isso pode mudar; graças ao
bara teamento das tecnologias dos painéis nos últimos 5 anos, seu uso cresceu 49%, enquanto o da
energia eólica aumentou apenas 27%. O Brasil produz 20 me gawatts de energia solar por ano —
suficiente para abastecer cerca de 12 mil residências.
Os painéis fotovoltaicos não conso mem combustível, não têm partes móveis e não geram ne-
nhum tipo de emissão ou ruído. Eles são feitos de silício, boro e fósforo, materiais atóxicos, inofensi-
vos ao ambiente e abundantes (o silício é o segundo componente mais comum na crosta terrestre).
Os painéis que absorvem energia solar fazem uso mais inteligente do espaço. Para produzir 1
gigawatt, é necessário uma área de 10 a 50 m². Além disso, é possível implantá-los em áreas urba-
nas, como em te lhados de casas e edifícios. E há uso particular: você pode colocar um painel para
alimentar só sua resi dência, por exemplo.
É bem mais em conta que fontes de energia tra dicionais, como a hidrelétrica e a nuclear. Mas
não é mais barata que a eólica; cada hora de megawatt produzido custa, em média, entre US$ 132 e
US$ 298. A vantagem está na manutenção: uma célula fotovol taica costuma ter garantia de 20 anos
e vida útil de cerca de 30 anos.
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70
Diálogo com o professor
Aproveite a questão 7 para fazer
uma interdisciplinaridade com Histó-
ria e apresente a leitura complemen-
tar a seguir.
Leitura complementar
Como nascem as leis
A elaboração de leis é fruto de um
conjunto de procedimentos previa-mente estabelecidos de que se servem
os parlamentares em sua função de le-
gislar e fiscalizar. Esse trâmite de ações
é denominado processo legislativo.
A norma que orienta o processo le-
gislativo na Câmara dos Deputados é
o Regimento Interno.
O processo legislativo tem início
por meio da apresentação das seguin-
tes proposições: projeto de lei, proje-
to de resolução, projeto de decreto
legislativo, medida provisória e pro-
posta de emenda à Constituição.
A iniciativa das leis pode ser dos
parlamentares, do Presidente da Re-
pública, do Supremo Tribunal Federal,
dos Tribunais Superiores, do Procura-
dor Geral da República e de grupos
organizados da sociedade.
Em ambas as Casas do Congres-
so Nacional, as proposições passam
por diversas etapas de análise e vota-
ção. A análise da constitucionalidade,
da admissibilidade e do mérito é feita
nas Comissões. Já no Plenário, órgão
máximo das decisões da Câmara dos
Deputados, são deliberadas as maté-
rias que não tenham sido decididas
conclusivamente nas Comissões. Nes-
se caso, discutido e votado o projeto
de lei nas Comissões, é dispensada a
sua votação pelo Plenário, excetuados
os casos em que houver recurso de
1/10 dos membros da Casa.
Após a votação do Congresso Na-
cional, há ainda a deliberação execu-
tiva. Isto é, o Presidente da Repúbli-
ca pode sancionar (aprovar) ou vetar
(recusar) a proposição. No primeiro
caso, o projeto torna-se lei. Em caso
de veto, as razões que o fundamentam
são encaminhadas ao Congresso Na-
cional, que mantém ou rejeita o veto.
Se o projeto for sancionado, o Pre-
sidente da República tem o prazo de
48 horas para ordenar a publicação da
lei no Diário Oficial da União.
Fonte: http://www2.camara.leg.br/a-camara/
conheca/como-nascem-as-leis.
Anotações
9. (Vunesp) Em uma loja, o preço do produto A
teve um acréscimo de 5%, e o preço do produto
B teve um desconto de 20%, com isso os dois
produtos passaram a ter o mesmo preço. Se o
preço do produto A, após o acréscimo, passou
a ser de R$ 84,00, a diferença entre os preços
desses dois produtos, antes dos reajustes, era:
a. R$ 21,00.
b. X R$ 25,00.
c. R$ 27,00.
d. R$ 30,00.
e. R$ 32,00.
10. Carlos aplicou R$ 1.000,00 a juros compos-
tos de 2% ao mês durante 3 meses. Qual o mon-
tante que ele arrecadou no final do trimestre?
R$ 1.061,20.
11. (Vunesp) O preço de um medicamento em
uma farmácia é R$ 60,00, mas com desconto ele
é vendido, à vista, por R$ 45,00. Nesse caso, o
percentual de desconto, à vista, desse medica-
mento, é:
a. 5%.
b. 10%.
c. 15%.
d. 20%.
e. X 25%.
12. (Vunesp) Em uma reunião familiar estão pre-
sentes, ao todo, 19 homens e 61 mulheres. Em
um determinado momento, deixou a reunião
um certo número n de mulheres e chegou um
mesmo número n de homens, ficando a reunião
com 45% de homens e 55% de mulheres. Esse
número n é igual a:
a. 18.
b. 19.
c. X 17.
d. 20.
e. 21.
14. (FGV) Joana foi à loja de roupas para comprar
peças novas do uniforme da escola do seu filho.
Uma bermuda custava R$ 35,00 e uma camise-
ta com o logotipo do colégio custava R$ 20,00.
Joana comprou uma bermuda e duas camisetas
e, por ter comprado as três peças juntas, ganhou
um desconto e pagou o total de R$ 66,00 pelas
três peças. O desconto que Joana ganhou foi de:
a. 8%.
b. 9%.
c. 10%.
d. X 12%.
e. 15%.
15. (Vunesp) Num vestibulinho para curso téc-
nico, em 2014, 2.625 candidatos inscreveram-se
para um determinado curso, apontando para
um crescimento de 5% em relação ao número
de inscritos no ano anterior para o mesmo cur-
so e na mesma instituição. Portanto, em 2013, o
número de candidatos inscritos para o vestibuli-
nho desse curso técnico havia sido:
a. 2.475.
b. 2.600.
c. 2.521.
d. 2.450.
e. X 2.500.
16. (Cesgranrio) Em um supermercado, uma
embalagem com 12 picolés custa R$ 21,60 e
cada picolé, vendido separadamente, custa R$
2,40. Ao optar pela compra da embalagem, o
cliente recebe um desconto, em relação ao pre-
ço de venda por unidade, de:
a. 15%.
b. 20%.
c. X 25%.
d. 30%.
e. 60%.
13. (FCC) Dois amigos fizeram provas em con-
cursos diferentes. Mário acertou 42 das 60 ques-
tões do concurso que prestou, e Lúcio acertou
64 das 80 questões de seu concurso. Para supe-
rar o resultado de Lúcio em 5 pontos percen-
tuais, o número de questões que Mário deveria
ter acertado, além das 42 que acertou, é igual a:
a. 10.
b. 7.
c. X 9.
d. 3.
e. 15.
71CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 71 20/06/2018 18:04:33
Praticando mais
1. (Saresp) De um total de 40 pessoas, verifica-
-se que 25% delas são engenheiros e 50% são
advogados. Desse total, quantos não são nem
engenheiros e nem advogados?
a. 4.
b. 8.
c. X 10.
d. 24.
2. (SAEP) Num jogo de futebol, compareceram
20.538 torcedores nas arquibancadas, 12.100
nas cadeiras numeradas e 32.070 nas gerais.
Nesse jogo, apenas 20% dos torcedores que
compareceram ao estádio, torciam pelo time
que venceu a partida. Qual é o número aproxi-
mado de torcedores que viram seu time vencer?
a. 10.000.
b. X 13.000.
c. 16.000.
d. 19.000.
3. (SAEB) Em uma cidade em que as passagens
de ônibus custavam R$ 1,20, saiu em um jornal a
seguinte manchete:
“Novo prefeito reajusta o preço das passagens
de ônibus em 25% no próximo mês”.
Qual será o novo valor das passagens?
a. R$ 1,23.
b. R$ 1,25.
c. R$ 1,45.
d. X R$ 1,50.
5. (UFRJ) Uma aplicação de R$ 30.000,00 a uma
taxa mensal de 4% no regime de capitalização
composta, ao final de um bimestre, gera um
capital acumulado de:
a. R$ 32.400,00.
b. R$ 31.827,00.
c. X R$ 32.448,00.
d. R$ 33.120,26.
e. R$ 33.200,14.
6. Rita comprou um celular cujo preço à vista é
R$ 940,00, pagando 40% de entrada e o restante
após 30 dias em uma única parcela de R$ 633,60.
Qual a taxa de juros, ao mês, cobrada pela loja?
Considere um mês composto por 30 dias.
A taxa de juros é de aproximadamente 7% a.m.
7. (Vunesp) Para ser aprovado, certo projeto de
lei precisa que dos 300 parlamentares, no mí-
nimo 51% votem sim. No dia da votação, 150
parlamentares votaram sim. Nesse caso,
a. faltaram apenas 2 votos para o projeto ser
aprovado.
b. X faltaram apenas 3 votos para o projeto
ser aprovado.
c. o projeto foi aprovado com 3 votos a mais
do que o mínimo necessário.
d. o projeto foi aprovado com 5 votos a mais
do que o mínimo necessário.
e. o projeto foi aprovado com exatamente
51% de votos sim.
8. (Vunesp) Num balancete de uma empresa
consta que certo capital foi aplicado a uma taxa
de 30% ao ano durante 8 meses, rendendo juros
simples no valor de R$ 192,00. O capital aplica-
do foi de:
a. R$ 288,00.
b. R$ 880,00.
c. X R$ 960,00.
d. R$ 2.880,00.
4. (Esaf) Um capital de R$ 80,00 aplicado a juros
simples à taxa de 2,4% a.m. atinge, em 45 dias,
um montante, em reais, de:
a. R$ 81,92.
b. X R$ 82,88.
c. R$ 83,60.
d. R$ 84,80.
e. R$ 88,00.
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71
Diálogo com o professor
A compensação em dinheiro pelo
empréstimo de um capital financeiro,
a uma taxa combinada, por um pra-
zo determinado, é chamada de juro
composto, quando produzida pelo
capital inicial e pelos respectivos ju-
ros que a ele são incorporados no fi-
nal de cada período. Para o cálculo do
juro composto, utilizamos a fórmula:
C =C (1+i)n
n⋅ . Lembre-se de que de-
vemos dar prioridade aos cálculos que
envolvem potenciação, assim, deve-se
calcular primeiro xy, ou yx e, com o re-
sultado dessa operação, multiplicare-
mos pelo capital.
Anotações
9.(Vunesp) Em uma loja, o preço do produto A
teve um acréscimo de 5%, e o preço do produto
B teve um desconto de 20%, com isso os dois
produtos passaram a ter o mesmo preço. Se o
preço do produto A, após o acréscimo, passou
a ser de R$ 84,00, a diferença entre os preços
desses dois produtos, antes dos reajustes, era:
a. R$ 21,00.
b. X R$ 25,00.
c. R$ 27,00.
d. R$ 30,00.
e. R$ 32,00.
10. Carlos aplicou R$ 1.000,00 a juros compos-
tos de 2% ao mês durante 3 meses. Qual o mon-
tante que ele arrecadou no final do trimestre?
R$ 1.061,20.
11. (Vunesp) O preço de um medicamento em
uma farmácia é R$ 60,00, mas com desconto ele
é vendido, à vista, por R$ 45,00. Nesse caso, o
percentual de desconto, à vista, desse medica-
mento, é:
a. 5%.
b. 10%.
c. 15%.
d. 20%.
e. X 25%.
12. (Vunesp) Em uma reunião familiar estão pre-
sentes, ao todo, 19 homens e 61 mulheres. Em
um determinado momento, deixou a reunião
um certo número n de mulheres e chegou um
mesmo número n de homens, ficando a reunião
com 45% de homens e 55% de mulheres. Esse
número n é igual a:
a. 18.
b. 19.
c. X 17.
d. 20.
e. 21.
14. (FGV) Joana foi à loja de roupas para comprar
peças novas do uniforme da escola do seu filho.
Uma bermuda custava R$ 35,00 e uma camise-
ta com o logotipo do colégio custava R$ 20,00.
Joana comprou uma bermuda e duas camisetas
e, por ter comprado as três peças juntas, ganhou
um desconto e pagou o total de R$ 66,00 pelas
três peças. O desconto que Joana ganhou foi de:
a. 8%.
b. 9%.
c. 10%.
d. X 12%.
e. 15%.
15. (Vunesp) Num vestibulinho para curso téc-
nico, em 2014, 2.625 candidatos inscreveram-se
para um determinado curso, apontando para
um crescimento de 5% em relação ao número
de inscritos no ano anterior para o mesmo cur-
so e na mesma instituição. Portanto, em 2013, o
número de candidatos inscritos para o vestibuli-
nho desse curso técnico havia sido:
a. 2.475.
b. 2.600.
c. 2.521.
d. 2.450.
e. X 2.500.
16. (Cesgranrio) Em um supermercado, uma
embalagem com 12 picolés custa R$ 21,60 e
cada picolé, vendido separadamente, custa R$
2,40. Ao optar pela compra da embalagem, o
cliente recebe um desconto, em relação ao pre-
ço de venda por unidade, de:
a. 15%.
b. 20%.
c. X 25%.
d. 30%.
e. 60%.
13. (FCC) Dois amigos fizeram provas em con-
cursos diferentes. Mário acertou 42 das 60 ques-
tões do concurso que prestou, e Lúcio acertou
64 das 80 questões de seu concurso. Para supe-
rar o resultado de Lúcio em 5 pontos percen-
tuais, o número de questões que Mário deveria
ter acertado, além das 42 que acertou, é igual a:
a. 10.
b. 7.
c. X 9.
d. 3.
e. 15.
71CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 71 20/06/2018 18:04:33
Praticando mais
1. (Saresp) De um total de 40 pessoas, verifica-
-se que 25% delas são engenheiros e 50% são
advogados. Desse total, quantos não são nem
engenheiros e nem advogados?
a. 4.
b. 8.
c. X 10.
d. 24.
2. (SAEP) Num jogo de futebol, compareceram
20.538 torcedores nas arquibancadas, 12.100
nas cadeiras numeradas e 32.070 nas gerais.
Nesse jogo, apenas 20% dos torcedores que
compareceram ao estádio, torciam pelo time
que venceu a partida. Qual é o número aproxi-
mado de torcedores que viram seu time vencer?
a. 10.000.
b. X 13.000.
c. 16.000.
d. 19.000.
3. (SAEB) Em uma cidade em que as passagens
de ônibus custavam R$ 1,20, saiu em um jornal a
seguinte manchete:
“Novo prefeito reajusta o preço das passagens
de ônibus em 25% no próximo mês”.
Qual será o novo valor das passagens?
a. R$ 1,23.
b. R$ 1,25.
c. R$ 1,45.
d. X R$ 1,50.
5. (UFRJ) Uma aplicação de R$ 30.000,00 a uma
taxa mensal de 4% no regime de capitalização
composta, ao final de um bimestre, gera um
capital acumulado de:
a. R$ 32.400,00.
b. R$ 31.827,00.
c. X R$ 32.448,00.
d. R$ 33.120,26.
e. R$ 33.200,14.
6. Rita comprou um celular cujo preço à vista é
R$ 940,00, pagando 40% de entrada e o restante
após 30 dias em uma única parcela de R$ 633,60.
Qual a taxa de juros, ao mês, cobrada pela loja?
Considere um mês composto por 30 dias.
A taxa de juros é de aproximadamente 7% a.m.
7. (Vunesp) Para ser aprovado, certo projeto de
lei precisa que dos 300 parlamentares, no mí-
nimo 51% votem sim. No dia da votação, 150
parlamentares votaram sim. Nesse caso,
a. faltaram apenas 2 votos para o projeto ser
aprovado.
b. X faltaram apenas 3 votos para o projeto
ser aprovado.
c. o projeto foi aprovado com 3 votos a mais
do que o mínimo necessário.
d. o projeto foi aprovado com 5 votos a mais
do que o mínimo necessário.
e. o projeto foi aprovado com exatamente
51% de votos sim.
8. (Vunesp) Num balancete de uma empresa
consta que certo capital foi aplicado a uma taxa
de 30% ao ano durante 8 meses, rendendo juros
simples no valor de R$ 192,00. O capital aplica-
do foi de:
a. R$ 288,00.
b. R$ 880,00.
c. X R$ 960,00.
d. R$ 2.880,00.
4. (Esaf) Um capital de R$ 80,00 aplicado a juros
simples à taxa de 2,4% a.m. atinge, em 45 dias,
um montante, em reais, de:
a. R$ 81,92.
b. X R$ 82,88.
c. R$ 83,60.
d. R$ 84,80.
e. R$ 88,00.
70 CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 70 20/06/2018 18:04:33
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72
Leitura complementar
Como o desperdício de
alimentos afeta o Brasil e
o seu bolso
Todos os anos, cerca de 1,3 bilhão
de toneladas de alimentos é desper-
diçada ou perdida em todo o mundo.
Ou seja, cerca de 1/3 de tudo que pro-
duzimos acaba na lata do lixo.
No Brasil, em 2016, só os super-
mercados perderam em faturamen-
to R$ 7,11 bilhões em alimentos des-
cartados, de acordo com a Associação
Brasileira de Supermercados (Abras).
Estima-se, no entanto, que em toda
a cadeia produtiva (campo, indústria,
varejo e o consumidor) este valor seja
ainda maior.
Anualmente, o País descarta cer-
ca de 41 mil toneladas de alimentos,
o que o coloca entre os 10 principais
países que mais desperdiçam comida,
de acordo com Viviane Romeiro, coor-
denadora de Mudanças Climáticas do
World Resources Institute (WRI) Brasil
à Agência Brasil.
Entre os produtos, frutas, hortali-
ças, raízes e tubérculos são os mais
descartados: quase metade do que é
colhido é jogado fora, segundo dados
da Organização das Nações Unidas
para Agricultura e Alimentação (FAO).
Entre cereais, o desperdício é de 30%.
Entre os pescados, carne de gado e
produtos lácteos, o descarte chega a
ser de 20%.
Os dados dimensionam o tama-
nho do problema que o mundo e o
Brasil enfrentam, mas o desperdí-
cio vai além. O descarte permeia to-
dos os pontos da cadeia — ele passa
pelo campo, indústria, logística, varejo
e termina no consumidor. [...]
“O maior problema no Brasil está
na logística de armazenagem e trans-
porte”, disse o presidente da Socie-
dade Nacional da Agricultura (SNA),
Antonio Alvarenga. “Nossa infraestru-
tura de transporte é lastimável e acar-
reta grandes perdas de produtos, com
elevados prejuízos para os produtores.
Nossa capacidade de armazenagem
também é deficiente, sobretudo nas
unidades de produção.” [...]
Já no campo, as condições climá-
ticas, como chuvas e geadas, preju-
dicam os processos de colheita. “Os
médios e grandes produtores já utili-
zam maquinário moderno e eficiente,
ou seja, não há grande perda de pro-
dutos”, acrescenta Alvarenga.
A produção, no entanto, não é a
única “vilã”. “O consumidor é mui-
to exigente em relação à estética dos
alimentos. Ele rejeita aquela fruta ou
legume feio, que está um pouco es-
curinho, mas pode ser consumido nor-
malmente”, disse Alcione Silva, do co-mitê da Rede Save Food Brasil. Isso
não só acarreta no descarte após ava-
liação do consumidor, mas também
antes mesmo de chegar até ele. Afi-
nal, se o empresário já sabe que es-
tes produtos não serão vendidos, é só
ele repassar tal exigência aos produto-
res, para que essa “cadeia do desper-
dício” tenha um fim.
24. (Vunesp) O dono de uma loja comprou 500
latas pintadas e constatou que 5% delas apre-
sentavam arranhões na pintura, e 8% das de-
mais latas apresentavam pequenos amassados.
Sabendo que não havia pequenos amassados e
arranhões em uma mesma lata, então, em rela-
ção ao número total de latas compradas, a por-
26. (Cesgranrio) Durante uma semana, todos os
produtos de uma loja de departamento foram
remarcados com 30% de desconto sobre os pre-
ços cobrados na semana anterior. Durante essa
promoção, um liquidificador era vendido por R$
73,50. Qual o valor, em reais, do desconto ofere-
cido na compra desse liquidificador?
a. R$ 105,00.
b. R$ 95,55.
c. R$ 48,00.
d. X R$ 31,50.
e. R$ 22,05.
25. (Consulplan) “Uma empresa comercial apli-
cou R$ 150.000,00 a juros simples, a uma taxa
de 12% ao semestre. Após 5 meses, ela resgata
todo o montante e o aplica em um outro inves-
timento uma taxa de juros compostos de 5% ao
ano, por dois anos.” No final da segunda aplica-
ção, o valor do montante é de:
a. R$ 165.000,00.
b. R$ 168.000,00.
c. R$ 181.812,00.
d. X R$ 181.912,00.
23. (Enem) O Brasil é o quarto produtor mundial
de alimentos e é também um dos campeões
mundiais de desperdício. São produzidas por
ano, aproximadamente, 150 milhões de tonela-
das de alimentos e, desse total, 2
3
são produ-
tos de plantio. Em relação ao que se planta, 64%
são perdidos ao longo da cadeia produtiva (20%
perdidos na colheita, 8% no transporte e arma-
zenamento, 15% na indústria de processamen-
to, 1% no varejo e o restante no processamento
culinário e hábitos alimentares).
O desperdício durante o processamento culiná-
rio e hábitos alimentares, em milhão de tonela-
da, é igual a:
a. X 20.
b. 30.
c. 56.
d. 64.
e. 96.
com chance de ganhar o campeonato, pois am-
bos possuem 68 pontos e estão muito à fren-
te dos outros times. No entanto, R e S não se
enfrentarão na rodada final. Os especialistas em
futebol arriscam as seguintes probabilidades
para os jogos da última rodada: R tem 80% de
chance de ganhar e 15% de empatar S tem 40%
de chance de ganhar e 20% de empatar. Segun-
do as informações dos especialistas em futebol,
qual é a probabilidade de o time R ser o único
vencedor do campeonato?
a. 32%.
b. 38%.
c. 48%.
d. X 54%.
e. 57%.
centagem de latas sem pequenos amassados e
sem arranhões era, aproximadamente, de:
a. 93%.
b. 90%.
c. X 87%.
d. 84%.
e. 78%.
27. (FCC) João emprestou a quantia de R$
23.500,00 a seu filho Roberto. Trataram que
Roberto pagaria juros simples de 4% ao ano.
Roberto pagou esse empréstimo para seu pai
após 3 anos. O valor total dos juros pagos por
Roberto foi:
a. R$ 3.410,00.
b. X R$ 2.820,00.
c. R$ 2.640,00.
d. R$ 3.120,00.
e. R$ 1.880,00.
73CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 73 20/06/2018 18:04:34
17. (Vunesp-Adaptada) Um produto foi vendido
com desconto de 10% sobre o preço normal de
venda. Se ele foi vendido por R$ 54,00, o preço
normal de venda desse produto era de:
a. R$ 59,00.
b. X R$ 60,00.
c. R$ 58,00.
d. R$ 59,40.
e. R$ 58,40.
18. (Cesgranrio) Ao receber seu 13o salário, Fá-
bio depositou 70% do que recebeu na poupan-
ça e gastou o restante comprando, à vista, um
forno micro-ondas e um fogão. A razão entre
os preços do micro-ondas e do fogão, nessa or-
dem, é
2
3
. A que percentual do 13o salário de
Fábio corresponde o preço do fogão?
a. 12%.
b. X 18%.
c. 20%.
d. 28%.
e. 42%.
19. (UFF-Adapatada) Uma pesquisa entrevistou
150 pessoas.
a. Quantas pessoas responderam à primeira
pergunta sabendo que 20% não responderam a
essa pergunta?
120 pessoas.
b. Dos que responderam à primeira pergunta,
40% responderam afirmativamente. Que quan-
tidade de entrevistados essa porcentagem re-
presenta?
60.
21. (UFGO) Uma pessoa toma R$ 1.000,00 em-
prestado no banco, para pagar daqui a três me-
ses. Se o regime de capitalização for de juros
compostos e a taxa combinada foi de 5% ao
mês, quanto essa pessoa deverá pagar ao ban-
co no final do período?
a. R$ 1.150,00.
b. X R$ 1.157,62.
c. R$ 1.550,34.
d. R$ 3.375,00.
20. (Enem) A energia solar vai abastecer par-
te da demanda de energia do campus de uma
universidade brasileira. A instalação de painéis
solares na área dos estacionamentos e na co-
bertura do hospital pediátrico será aproveitada
nas instalações universitárias e também ligada
na rede da companhia elétrica distribuidora de
energia. O projeto inclui 100 m2 de painéis sola-
res que ficarão instalados nos estacionamentos,
produzindo energia elétrica e proporcionando
22. (Enem) Em um campeonato de futebol, a
vitória vale 3 pontos, o empate 1 ponto e a der-
rota zero ponto. Ganha o campeonato o time
que tiver maior número de pontos. Em caso de
empate no total de pontos, os times são decla-
rados vencedores. Os times R e S são os únicos
sombra para os carros. Sobre o hospital pediá-
trico serão colocados aproximadamente 300
m2 de painéis, sendo 100 m2 para gerar energia
elétrica utilizada no campus, e 200 m2 para gera-
ção de energia térmica, produzindo aquecimen-
to de água utilizada nas caldeiras do hospital.
Suponha que cada metro quadrado de painel
solar para energia elétrica gere uma economia
de 1 kWh por dia e cada metro quadrado pro-
duzindo energia térmica permita economizar 0,7
kWh por dia para a universidade. Em uma se-
gunda fase do projeto, será aumentada em 75%
a área coberta pelos painéis solares que geram
energia elétrica. Nessa fase também deverá ser
ampliada a área de cobertura com painéis para
geração de energia térmica.
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br. Acesso em: 30 out.
2013 (Adaptado).
Para se obter o dobro da quantidade de ener-
gia economizada diariamente, em relação à pri-
meira fase, a área total dos painéis que geram
energia térmica, em metro quadrado, deverá ter
o valor mais próximo de:
a. 231.
b. 431.
c. X 472.
d. 523.
e. 672.
72 CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 72 20/06/2018 18:04:34
ME_Matemática_Contextualizada_9A_03.indd 72 22/07/2018 14:59:35
73
Além disso, a cultura da “fartura”
brasileira também agrava o proble-
ma. “Temos a cultura da abundância,
da mesa farta, e não somos acostuma-
dos a calcular bem o que compramos
para não desperdiçar nada. O resul-
tado é que mandamos muita comida
boa para o lixo”, afirmou Silva.
Fonte: BELLONI, Luiza. https://www.
huffpostbrasil.com/2018/04/08/como-o-
desperdicio-de-alimentos-afeta-o-brasil-e-o-
seu-bolso_a_23375621/. Adaptado.
Anotações
24. (Vunesp) O dono de uma loja comprou 500
latas pintadas e constatou que 5% delas apre-
sentavam arranhões na pintura, e 8% das de-
mais latas apresentavam pequenos amassados.
Sabendo que não havia pequenos amassados e
arranhões em uma mesma lata, então, em rela-
ção ao número total de latas compradas, a por-
26. (Cesgranrio) Durante uma semana, todos os
produtos de uma loja de departamento foram
remarcados com 30% de desconto sobre os pre-
ços cobrados na semana anterior. Durante essa
promoção, um liquidificador era vendido por R$
73,50. Qual o valor, em reais, do desconto ofere-
cido na compra desse liquidificador?
a. R$ 105,00.
b. R$ 95,55.
c. R$ 48,00.
d. X R$ 31,50.
e. R$ 22,05.
25. (Consulplan) “Uma empresa comercial apli-
cou R$ 150.000,00 a juros simples, a uma taxa
de 12% ao semestre. Após 5 meses, ela resgata
todo o montante eo aplica em um outro inves-
timento uma taxa de juros compostos de 5% ao
ano, por dois anos.” No final da segunda aplica-
ção, o valor do montante é de:
a. R$ 165.000,00.
b. R$ 168.000,00.
c. R$ 181.812,00.
d. X R$ 181.912,00.
23. (Enem) O Brasil é o quarto produtor mundial
de alimentos e é também um dos campeões
mundiais de desperdício. São produzidas por
ano, aproximadamente, 150 milhões de tonela-
das de alimentos e, desse total, 2
3
são produ-
tos de plantio. Em relação ao que se planta, 64%
são perdidos ao longo da cadeia produtiva (20%
perdidos na colheita, 8% no transporte e arma-
zenamento, 15% na indústria de processamen-
to, 1% no varejo e o restante no processamento
culinário e hábitos alimentares).
O desperdício durante o processamento culiná-
rio e hábitos alimentares, em milhão de tonela-
da, é igual a:
a. X 20.
b. 30.
c. 56.
d. 64.
e. 96.
com chance de ganhar o campeonato, pois am-
bos possuem 68 pontos e estão muito à fren-
te dos outros times. No entanto, R e S não se
enfrentarão na rodada final. Os especialistas em
futebol arriscam as seguintes probabilidades
para os jogos da última rodada: R tem 80% de
chance de ganhar e 15% de empatar S tem 40%
de chance de ganhar e 20% de empatar. Segun-
do as informações dos especialistas em futebol,
qual é a probabilidade de o time R ser o único
vencedor do campeonato?
a. 32%.
b. 38%.
c. 48%.
d. X 54%.
e. 57%.
centagem de latas sem pequenos amassados e
sem arranhões era, aproximadamente, de:
a. 93%.
b. 90%.
c. X 87%.
d. 84%.
e. 78%.
27. (FCC) João emprestou a quantia de R$
23.500,00 a seu filho Roberto. Trataram que
Roberto pagaria juros simples de 4% ao ano.
Roberto pagou esse empréstimo para seu pai
após 3 anos. O valor total dos juros pagos por
Roberto foi:
a. R$ 3.410,00.
b. X R$ 2.820,00.
c. R$ 2.640,00.
d. R$ 3.120,00.
e. R$ 1.880,00.
73CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 73 20/06/2018 18:04:34
17. (Vunesp-Adaptada) Um produto foi vendido
com desconto de 10% sobre o preço normal de
venda. Se ele foi vendido por R$ 54,00, o preço
normal de venda desse produto era de:
a. R$ 59,00.
b. X R$ 60,00.
c. R$ 58,00.
d. R$ 59,40.
e. R$ 58,40.
18. (Cesgranrio) Ao receber seu 13o salário, Fá-
bio depositou 70% do que recebeu na poupan-
ça e gastou o restante comprando, à vista, um
forno micro-ondas e um fogão. A razão entre
os preços do micro-ondas e do fogão, nessa or-
dem, é
2
3
. A que percentual do 13o salário de
Fábio corresponde o preço do fogão?
a. 12%.
b. X 18%.
c. 20%.
d. 28%.
e. 42%.
19. (UFF-Adapatada) Uma pesquisa entrevistou
150 pessoas.
a. Quantas pessoas responderam à primeira
pergunta sabendo que 20% não responderam a
essa pergunta?
120 pessoas.
b. Dos que responderam à primeira pergunta,
40% responderam afirmativamente. Que quan-
tidade de entrevistados essa porcentagem re-
presenta?
60.
21. (UFGO) Uma pessoa toma R$ 1.000,00 em-
prestado no banco, para pagar daqui a três me-
ses. Se o regime de capitalização for de juros
compostos e a taxa combinada foi de 5% ao
mês, quanto essa pessoa deverá pagar ao ban-
co no final do período?
a. R$ 1.150,00.
b. X R$ 1.157,62.
c. R$ 1.550,34.
d. R$ 3.375,00.
20. (Enem) A energia solar vai abastecer par-
te da demanda de energia do campus de uma
universidade brasileira. A instalação de painéis
solares na área dos estacionamentos e na co-
bertura do hospital pediátrico será aproveitada
nas instalações universitárias e também ligada
na rede da companhia elétrica distribuidora de
energia. O projeto inclui 100 m2 de painéis sola-
res que ficarão instalados nos estacionamentos,
produzindo energia elétrica e proporcionando
22. (Enem) Em um campeonato de futebol, a
vitória vale 3 pontos, o empate 1 ponto e a der-
rota zero ponto. Ganha o campeonato o time
que tiver maior número de pontos. Em caso de
empate no total de pontos, os times são decla-
rados vencedores. Os times R e S são os únicos
sombra para os carros. Sobre o hospital pediá-
trico serão colocados aproximadamente 300
m2 de painéis, sendo 100 m2 para gerar energia
elétrica utilizada no campus, e 200 m2 para gera-
ção de energia térmica, produzindo aquecimen-
to de água utilizada nas caldeiras do hospital.
Suponha que cada metro quadrado de painel
solar para energia elétrica gere uma economia
de 1 kWh por dia e cada metro quadrado pro-
duzindo energia térmica permita economizar 0,7
kWh por dia para a universidade. Em uma se-
gunda fase do projeto, será aumentada em 75%
a área coberta pelos painéis solares que geram
energia elétrica. Nessa fase também deverá ser
ampliada a área de cobertura com painéis para
geração de energia térmica.
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br. Acesso em: 30 out.
2013 (Adaptado).
Para se obter o dobro da quantidade de ener-
gia economizada diariamente, em relação à pri-
meira fase, a área total dos painéis que geram
energia térmica, em metro quadrado, deverá ter
o valor mais próximo de:
a. 231.
b. 431.
c. X 472.
d. 523.
e. 672.
72 CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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74
Leitura complementar
Bandeiras tarifárias
Desde o ano de 2015, as contas de
energia passaram a trazer uma novidade:
o Sistema de Bandeiras Tarifárias, que
apresenta as seguintes modalidades: ver-
de, amarela e vermelha, e indicam se ha-
verá ou não acréscimo no valor da ener-
gia a ser repassada ao consumidor final,
em função das condições de geração de
eletricidade. Cada modalidade apresen-
ta as seguintes características:
• Bandeira verde: condições favorá-
veis de geração de energia. A tarifa
não sofre nenhum acréscimo.
• Bandeira amarela: condições de
geração menos favoráveis. A tarifa so-
fre acréscimo de R$ 0,010 para cada
quilowatt-hora (kWh) consumido.
• Bandeira vermelha: Patamar 1 –
condições mais custosas de geração. A
tarifa sofre acréscimo de R$ 0,030 para
cada quilowatt-hora (kWh) consumido.
Patamar 2 – condições ainda mais cus-
tosas de geração. A tarifa sofre acrés-
cimo de R$ 0,050 para cada quilowatt-
-hora (kWh) consumido.
Todos os consumidores cativos das
distribuidoras serão faturados pelo
Sistema de Bandeiras Tarifárias, com
exceção daqueles localizados em sis-
temas isolados.
Fonte: http://www.aneel.gov.br/tarifas-
consumidores/-/asset_publisher/
e2INtBH4EC4e/content/bandeira-tarifaria/6548
00?inheritRedirect=false
Anotações
35. Um artigo de revista especializada infor-
ma que um fabricante de sapatos, situado em
Franca (SP), produziu, em 2000, 15% a mais de
pares de sapatos que no ano de 1999, quando
ele exportou 20% de sua produção. Já em 2000,
exportou 25% dela. Se em 2000 essa fábrica ex-
portou 7.000 pares de sapatos a mais que no
ano anterior, o número de sapatos produzidos
por essa fábrica em 1999 foi:
a. 72.000.
b. X 80.000.
c. 95.000.
d. 98.000.
e. 14.000.
36. (Fuvest) A diferença entre
1
3
e seu valor
aproximado 0,333 é igual a x% do valor exato.
Então o valor de x é:
a. 0,001.
b. 0,01.
c. X 0,1.
d. 0,03.
e. 0,3.
37. Um reservatório com capacidade para 40
litros possui 30 litros de uma mistura gasolina/
álcool com 18% de álcool. Deseja-se completar
o reservatório com nova mistura gasolina/álcool
de modo que a mistura resultante tenha 20% de
álcool. A porcentagem de álcool na nova mistu-
ra deve ser de:
a. 20%.
b. 22%.
c. 24%.
d. X 26%.
e. 28%.
38. Um certo produto sofreu dois descontos su-
cessivos de 15% e depois um acréscimo de 8%.
Seu preço final, em relação ao inicial:
a. decresceu 24%.
b. decresceu 23%.
c. aumentou 22%.
d.X aumentou 21,97%.
e. decresceu 21,97%.
39. (PUC) Um carro foi vendido por R$ 10.000,00,
com prejuízo de 20% sobre o preço da compra.
O carro havia sido comprado, em reais, por:
a. 10.200,00.
b. 11.500,00.
c. 12.000,00.
d. X 12.500,00.
e. 13.000,00.
40. A taxa de juros para aplicações de curto e
médio prazos, em um banco, é de 40% ao ano.
Que remuneração real recebe o cliente, se a in-
flação for 30% ao ano?
a. 7,1%.
b. 7,2%.
c. 7,3%.
d. 7,4%.
e. X 7,6%.
41. Um capital foi aplicado a juro simples e, ao
completar um período de 1 ano e 4 meses, pro-
duziu um montante equivalente a 7/5 de seu va-
lor. A taxa mensal dessa aplicação foi de:
a. 2%.
b. 2,2%.
c. X 2,5%.
d. 2,6%.
e. 2,8%.
aumento da tarifa em agosto. Pode-se, então,
concluir que o consumo de energia elétrica, no
mês de outubro, foi de aproximadamente:
a. 301 kwh.
b. X 343 kwh.
c. 367 kwh.
d. 385 kwh.
e. 413 kwh.
42. A população de pobres de um país, em
1991, era de 4.400.000, correspondendo a 22%
da população total. Em 2011, esse número au-
mentou para 5.400.000, correspondendo a 20%
da população total. Indique a variação percen-
tual da população do país no período.
35%.
75CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 75 20/06/2018 18:04:34
29. (Enem) Em uma empresa de móveis, um
cliente encomenda um guarda-roupa nas dimen-
sões 220 cm de altura, 120 cm de largura e 50
cm de profundidade. Alguns dias depois, o pro-
jetista, com o desenho elaborado na escala 1 :
8, entra em contato com o cliente para fazer sua
apresentação. No momento da impressão, o pro-
fissional percebe que o desenho não caberia na
folha de papel que costumava usar. Para resolver
o problema, configurou a impressora para que a
figura fosse reduzida em 20%. A altura, a largura
e a profundidade do desenho impresso para a
apresentação serão, respectivamente:
a. X 22,00 cm, 12,00 cm e 5,00 cm.
b. 27,50 cm, 15,00 cm e 6,25 cm.
c. 34,37 cm, 18,75 cm e 7,81 cm.
d. 35,20 cm, 19,20 cm e 8,00 cm.
e. 44,00 cm, 24,00 cm e 10,00 cm.
30. (UFSM–Adaptada) O número de furtos de
veículos tem aumentado muito nos últimos
anos. Para se proteger, um proprietário fez um
seguro do seu veículo, cujo valor à vista era de
R$ 1.530,00. Porém, ele preferiu pagar em 6 par-
celas de R$ 293,25. Qual foi a taxa de juro sim-
ples paga pelo proprietário?
a. X 0,15.
b. 0,32.
c. 0,19.
d. 0,25.
e. 0,33.
28. (Funcern) Agenor decidiu fazer um emprés-
timo de R$ 15.000,00 a juros simples. A melhor
proposta foi a de um banco que lhe cobrou uma
taxa de juros de 5% a.m. Agenor propôs ao ban-
co pagar o valor total em uma única vez ao final
de dois meses. No dia do pagamento acordado,
o banco resolveu conceder um desconto sobre
o valor da dívida de Agenor. Ao quitar a dívida,
Agenor pagou a quantia de R$ 15.510,00. A taxa
de desconto concedida pelo banco foi de:
a. X 6%.
b. 5%.
c. 7%.
d. 4%.
31. (Fuvest) Um lojista sabe que, para não ter
prejuízo, o preço de venda de seus produtos
deve ser no mínimo 44% superior ao preço de
custo. Porém ele prepara a tabela de preços de
venda acrescentando 80% ao preço de custo,
porque sabe que o cliente gosta de obter des-
conto no momento da compra.
Qual é o maior desconto que ele pode con-
ceder ao cliente, sobre o preço da tabela, de
modo a não ter prejuízo?
a. 10%.
b. 15%.
c. X 20%.
d. 25%.
e. 36%.
32. Um comerciante deu um desconto de 20%
sobre o preço de venda de uma mercadoria e,
ainda assim, obteve um lucro de 20% sobre o
preço que pagou pela mesma. Se o desconto
não fosse dado, seu lucro sobre a mercadoria,
em porcentagem, seria de:
a. 35%.
b. 40%.
c. 45%.
d. X 50%.
e. 60%.
33. Uma mercadoria sofreu dois aumentos su-
cessivos: um de 20% em janeiro e outro de 30%
em fevereiro. O aumento no bimestre foi de:
a. 50%.
b. 46%.
c. X 56%.
d. 60%.
e. 66%.
34. O limite de consumo mensal de energia elé-
trica de uma residência, sem multa, foi fixado
em 320 kwh. Pelas regras do racionamento, se
este limite for ultrapassado, o consumidor de-
verá pagar 50% a mais sobre o excesso. Além
disso, em agosto, a tarifa sofreu um reajuste de
16%. Suponha que o valor pago pelo consumo
de energia elétrica no mês de outubro tenha
sido 20% maior do que aquele que teria sido
pago sem as regras do racionamento e sem o
74 CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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75
35. Um artigo de revista especializada infor-
ma que um fabricante de sapatos, situado em
Franca (SP), produziu, em 2000, 15% a mais de
pares de sapatos que no ano de 1999, quando
ele exportou 20% de sua produção. Já em 2000,
exportou 25% dela. Se em 2000 essa fábrica ex-
portou 7.000 pares de sapatos a mais que no
ano anterior, o número de sapatos produzidos
por essa fábrica em 1999 foi:
a. 72.000.
b. X 80.000.
c. 95.000.
d. 98.000.
e. 14.000.
36. (Fuvest) A diferença entre
1
3
e seu valor
aproximado 0,333 é igual a x% do valor exato.
Então o valor de x é:
a. 0,001.
b. 0,01.
c. X 0,1.
d. 0,03.
e. 0,3.
37. Um reservatório com capacidade para 40
litros possui 30 litros de uma mistura gasolina/
álcool com 18% de álcool. Deseja-se completar
o reservatório com nova mistura gasolina/álcool
de modo que a mistura resultante tenha 20% de
álcool. A porcentagem de álcool na nova mistu-
ra deve ser de:
a. 20%.
b. 22%.
c. 24%.
d. X 26%.
e. 28%.
38. Um certo produto sofreu dois descontos su-
cessivos de 15% e depois um acréscimo de 8%.
Seu preço final, em relação ao inicial:
a. decresceu 24%.
b. decresceu 23%.
c. aumentou 22%.
d. X aumentou 21,97%.
e. decresceu 21,97%.
39. (PUC) Um carro foi vendido por R$ 10.000,00,
com prejuízo de 20% sobre o preço da compra.
O carro havia sido comprado, em reais, por:
a. 10.200,00.
b. 11.500,00.
c. 12.000,00.
d. X 12.500,00.
e. 13.000,00.
40. A taxa de juros para aplicações de curto e
médio prazos, em um banco, é de 40% ao ano.
Que remuneração real recebe o cliente, se a in-
flação for 30% ao ano?
a. 7,1%.
b. 7,2%.
c. 7,3%.
d. 7,4%.
e. X 7,6%.
41. Um capital foi aplicado a juro simples e, ao
completar um período de 1 ano e 4 meses, pro-
duziu um montante equivalente a 7/5 de seu va-
lor. A taxa mensal dessa aplicação foi de:
a. 2%.
b. 2,2%.
c. X 2,5%.
d. 2,6%.
e. 2,8%.
aumento da tarifa em agosto. Pode-se, então,
concluir que o consumo de energia elétrica, no
mês de outubro, foi de aproximadamente:
a. 301 kwh.
b. X 343 kwh.
c. 367 kwh.
d. 385 kwh.
e. 413 kwh.
42. A população de pobres de um país, em
1991, era de 4.400.000, correspondendo a 22%
da população total. Em 2011, esse número au-
mentou para 5.400.000, correspondendo a 20%
da população total. Indique a variação percen-
tual da população do país no período.
35%.
75CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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29. (Enem) Em uma empresa de móveis, um
cliente encomenda um guarda-roupa nas dimen-
sões 220 cm de altura, 120 cm de largura e 50
cm de profundidade. Alguns dias depois, o pro-
jetista, com o desenho elaborado na escala 1 :
8, entra em contato com o cliente para fazer sua
apresentação. No momento da impressão, o pro-
fissional percebe que o desenho não caberia na
folha de papel que costumava usar. Para resolver
o problema, configurou a impressora para quea
figura fosse reduzida em 20%. A altura, a largura
e a profundidade do desenho impresso para a
apresentação serão, respectivamente:
a. X 22,00 cm, 12,00 cm e 5,00 cm.
b. 27,50 cm, 15,00 cm e 6,25 cm.
c. 34,37 cm, 18,75 cm e 7,81 cm.
d. 35,20 cm, 19,20 cm e 8,00 cm.
e. 44,00 cm, 24,00 cm e 10,00 cm.
30. (UFSM–Adaptada) O número de furtos de
veículos tem aumentado muito nos últimos
anos. Para se proteger, um proprietário fez um
seguro do seu veículo, cujo valor à vista era de
R$ 1.530,00. Porém, ele preferiu pagar em 6 par-
celas de R$ 293,25. Qual foi a taxa de juro sim-
ples paga pelo proprietário?
a. X 0,15.
b. 0,32.
c. 0,19.
d. 0,25.
e. 0,33.
28. (Funcern) Agenor decidiu fazer um emprés-
timo de R$ 15.000,00 a juros simples. A melhor
proposta foi a de um banco que lhe cobrou uma
taxa de juros de 5% a.m. Agenor propôs ao ban-
co pagar o valor total em uma única vez ao final
de dois meses. No dia do pagamento acordado,
o banco resolveu conceder um desconto sobre
o valor da dívida de Agenor. Ao quitar a dívida,
Agenor pagou a quantia de R$ 15.510,00. A taxa
de desconto concedida pelo banco foi de:
a. X 6%.
b. 5%.
c. 7%.
d. 4%.
31. (Fuvest) Um lojista sabe que, para não ter
prejuízo, o preço de venda de seus produtos
deve ser no mínimo 44% superior ao preço de
custo. Porém ele prepara a tabela de preços de
venda acrescentando 80% ao preço de custo,
porque sabe que o cliente gosta de obter des-
conto no momento da compra.
Qual é o maior desconto que ele pode con-
ceder ao cliente, sobre o preço da tabela, de
modo a não ter prejuízo?
a. 10%.
b. 15%.
c. X 20%.
d. 25%.
e. 36%.
32. Um comerciante deu um desconto de 20%
sobre o preço de venda de uma mercadoria e,
ainda assim, obteve um lucro de 20% sobre o
preço que pagou pela mesma. Se o desconto
não fosse dado, seu lucro sobre a mercadoria,
em porcentagem, seria de:
a. 35%.
b. 40%.
c. 45%.
d. X 50%.
e. 60%.
33. Uma mercadoria sofreu dois aumentos su-
cessivos: um de 20% em janeiro e outro de 30%
em fevereiro. O aumento no bimestre foi de:
a. 50%.
b. 46%.
c. X 56%.
d. 60%.
e. 66%.
34. O limite de consumo mensal de energia elé-
trica de uma residência, sem multa, foi fixado
em 320 kwh. Pelas regras do racionamento, se
este limite for ultrapassado, o consumidor de-
verá pagar 50% a mais sobre o excesso. Além
disso, em agosto, a tarifa sofreu um reajuste de
16%. Suponha que o valor pago pelo consumo
de energia elétrica no mês de outubro tenha
sido 20% maior do que aquele que teria sido
pago sem as regras do racionamento e sem o
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76
51. O preço de um aparelho elétrico com um
desconto de 40% é igual a R$ 36,00. Calcule, em
reais, o preço desse aparelho elétrico sem esse
desconto.
R$ 60,00.
52. Fizemos uma pesquisa na qual relacionamos
os valores de aluguéis pagos em 20 imóveis ru-
rais e 20 imóveis urbanos. O resultado aparece
na tabela abaixo.
Utilize seus conhecimentos e compare os alu-
guéis da zona urbana e da zona rural. Responda:
a. Qual o percentual de residências urbanas que
têm aluguel maior ou igual a R$ 400,00?
75%.
c. Quantos por cento das residências da zona
urbana pagam R$ 600,00 ou mais?
35%.
b. Quantos por cento das residências rurais pa-
gam menos que R$ 600,00?
90%.
53. Uma prova de triatlo compreende três eta-
pas: natação, ciclismo e corrida. Em uma dessas
provas, dos 170 atletas que iniciaram a compe-
tição, dez a abandonaram na etapa de natação;
dos que continuaram, 25% desistiu ao longo da
etapa de ciclismo; e, dos que começaram a ter-
ceira e última etapa, 20% abandonaram a corri-
da. Quantos atletas terminaram a corrida?
96.
Espaço para cálculos
77CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
Matematica_Contextualizada_9ºano_03.indd 77 20/06/2018 18:04:34
46. Num grupo de 400 pessoas, 30% são ho-
mens e 65% das mulheres têm mais de 20 anos.
Quantas mulheres ainda não comemoraram seu
20º aniversário?
98.
47. Para comprar um tênis de R$ 70,00, Renato
deu um cheque pré-datado de 30 dias no valor
de R$ 74,20. Determine a taxa mensal de juros
cobrada.
6% ao mês.
48. Manoel compra 100 caixas de laranjas por
R$ 2.000,00. Havendo um aumento de 25% no
preço de cada caixa, quantas caixas ele poderá
comprar com a mesma quantia?
80 caixas.
50. Ao vender um eletrodoméstico por R$
4.255,00, um comerciante lucra 15%. Determine
o custo desse aparelho para o comerciante.
R$ 3.700,00.
49. Com o objetivo de desenvolver seu raciocí-
nio para enfrentar o solicitado a toda transação
comercial que faz parte de sua vida prática, efe-
tue o solicitado abaixo:
a. R$ 38,00 correspondem a quantos por cento
de R$ 70,00?
54%.
44. Você quer adquirir um carro no final do ano.
Para isso está contando com R$ 20.000,00, di-
nheiro que foi aplicado, no início do ano, da se-
guinte maneira:
45% em caderneta de poupança
25% foi emprestado a uma taxa simples de 1%
ao mês para seu irmão.
30% você aplicou na bolsa de valores.
No final do ano, você verificou que:
A caderneta de poupança rendeu 6% ao final
de um ano de aplicação.
Seu irmão devolveu o dinheiro mais os juros.
A bolsa teve uma queda de 5%.
Qual o valor que você conseguiu resgatar para a
compra de seu carro?
R$ 20.840,00.
b. R$ 80,00 são 23% de quanto?
R$ 347,83.
c. Um produto passou de R$ 1,23 para R$ 1,35.
De quanto foi o aumento percentual?
9,8%.
d. Um produto que custava R$ 23,50 teve au-
mento de 29,8%. Qual é o novo preço?
R$ 30,50.
e. Um produto custava R$ 50,00 em janeiro. Em
fevereiro seu preço subiu 8%, em março o preço
caiu 6%, em abril o preço subiu 3% e em maio o
preço subiu 6%. Qual é o preço desse produto
de mês a mês, de janeiro a maio?
Janeiro: R$ 50,00, fevereiro: R$ 54,00, março:R$
50,76, abril: R$ 52,28 e junho: R$ 55,40.
43. Um artista foi contratado para uma festa em
uma cidade. Você é o tesoureiro e, portanto, o
responsável pela emissão dos recibos e pelo fe-
chamento do caixa. O valor cobrado pelo artista
foi de R$ 16.000,00. Somando-se os impostos,
o percentual a ser descontado totalizou 35%.
Com essas informações, responda:
a. Qual o valor a ser declarado no recibo?
R$ 10.400,00.
b. E o valor a ser pago em impostos?
R$ 5.600,00.
45. Uma pessoa pagou 20% de uma dívida. Se
R$ 4.368,00 correspondem a 35% do restante a
ser pago, determine a dívida total.
R$ 15.600,00.
76 CAPÍTULO 3 I Porcentagens e Juros
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77
Objetivos alcançados
• Identificar termos da matemática co-
mercial.
• Resolver situações-problema que
envolvem juros simples e juros com-
postos.
• Resolver problemas que envolvem
porcentagens por meio de estratégias
variadas.
Anotações
51. O preço de um aparelho elétrico com um
desconto de 40% é igual a R$ 36,00. Calcule, em
reais, o preço desse aparelho elétrico sem esse
desconto.
R$ 60,00.
52. Fizemos uma pesquisa na qual relacionamos
os valores de aluguéis pagos em 20 imóveis ru-
rais e 20 imóveis urbanos. O resultado aparece
na tabela abaixo.
Utilize seus conhecimentos e compare os alu-
guéis da zona urbana e da zona rural. Responda:
a. Qual o percentual de residências urbanas que
têm aluguel maior ou igual a R$ 400,00?
75%.
c. Quantos por cento das residências da zona
urbana pagam R$ 600,00 ou mais?
35%.
b. Quantos por cento das residências rurais pa-
gam menos que R$ 600,00?
90%.
53. Uma prova de triatlo compreende três eta-
pas: natação, ciclismo e corrida. Em uma dessas
provas,