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NBR 05089 - 1993 - Nb 425-01 02 - Materiais Base Revestidos De Metal Para circuito impresso - determinação das características - método de ensaio

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MATERlAfS BASE REVESTfDOS DE METAL PARA ClRCUlTO 
fMPRESS0 - DETERMfNACiiO DAS CARACTERkTICAS 
SUMARIO 
1 Objetivo 
2 Documentos compfementares 
3 Definlcbes 
4 Condfcces gerais 
5 Ensalos eletrlcos 
6 Ensalos n5o eletrlcos 
7 Ensalos nHo el&rlcos no mate1 
ANfZXO - Flguras 
1 OBJETfVO 
1.1 Esta Norma prescreve o metodo de ensaio das caracterfsticas mecanicas, eletricas e outras 
caracteristicas de materiais base, em folhas ou rolos, para aplicagio em circuitos impressos 
independendo da natureza do material base isolante. 
1.2 OS metodos apresentados para a preparacao dos corpos-de-prova de materiais revestidos 
de metal sao validos somente para materiais revestidos corn cobre. 
Futuramente estes metodos poderao ser expandidos para incluir materiais revestidos corn outros 
metais. 
1.3 0 numero de corpos-de-prova requerido para medir cada caracterfstica 6 o necessario para 
produzir urn resultado de ensaio, de suficiente precisao, para avaliar uma tinica amostra do ma- 
terial. 
Orlgem: ABNT - NB-425-1.2/1982 
CB-93 - Cornit& Brasllelro de Eletrfcidade 
CE-CKk052.01 ; Comfss%o de Estudo de Clrcufto fmpresso 
Esta Norma fof baseada na fEC 52(CO)155/1978 - NEMA LI 1 - UL 94 - ASTM D-229,570,799 - IS0 R 565 e 1326 
Esta Norma substitui a NBR 5089/1977 
SISTEMA NACIONAL DE ABNT - ASSOClACiiO BRASILEIRA 
METROLOGIA, NORMALIZA@iO DE NORMAS TlkNICAS 
E QUALIDADE INDUSTRIAL 0 
Palavra-chave: circuit0 impress0 NBR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA 
CDU: 621.3.949.75 Todos OS direitos reservados 59 psglnas 
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3 NBR 5089/1983 
Para fins de ensaios-de qualificagso _e aprovagEo, esses nkneros poderzo ser .re- 
t i rados de cada chapa a ensarar. Para fins .de controle contcnuo de qualidade, 
o nkkro de corpos de prova.retrrados de cada chapa (amostra) a ensaFar depend2 
t-5 do sistema de qualtdade assegurada usado e dos planos de amostragem. 
2 NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
Na aplicagzo desta Norma 6 necessirfo COnSUltar: 
NBR. 5403 
NBR- 5405 
NBR 5406 
NBR-5245 , 
NBR-5318 
NBR 5390 
NBR- 6819 
NBR, 529 1 
NBR a5401 
NBR: 6976 
IEC-426 
I EC-24971 
IS0 R1326 
- Determfnasao da Resistividade Superfictal e Volum&trica de Materi- 
ais tsolantes. 
- Materiais Isolantes SGlidos - Determinagzo da Rigidez Dielgtrica 
sob Freque”ncia Industrial P Mgtodo de Ensaio. 
- Determinagzo do Coeficiente de Resistkcia ao Escoamento de Isolan- 
tes SGlidos em Condigijes amidas. 
- Materiais lsolantes ElGtricos s Frequsncia Industrial, de Audio e 
Rsdio lncluindo Ondas Mgtri’cas : Detetminagio da Permissividade e 
do Fator de Dissipagao Elgtrica. 
- Eletrotknica e Eletrznica - Ci rcui tos, lmpressos - Terminologia. 
- Componentes e Equipamentos Eletrkicos - Ensaios de Ambiente e de 
Resistgncia Mecznica - Generalidades - MGtodo de Ensaio. 
- Ensaios Bssicos Climsticos e Mecznicos. Ensaio Ba: 
Ensaio de Calor Seco corn Variagzo Ripida de Temperatura para EspgcL 
mens que nso Dissipam Calor.. 
Climiticos e Me&n - Ensaios Bkicos 
Calor Omido Pro 
- Ensaios Bkicos 
Soldagem _ 
- Ensaios Bssi cos 
i 
longado. 
Climsticos e Me&i 
Climiticos e Mec%icos. Ensaio Ta: 
Soldabilidade em Placas de Circuitos lmpressos e em Laminados corn 
Revestimentos Metilicos. 
cos. Ensaio Ca: 
cos. Ensaio T: 
- “Test Methods for Determining Electrolytic Corrosion with 
Insulating Matertals”. 
- Base Materials for Printed Circuits. Part. 1. Test Methods. 
- “Flamability and Burning Rate of Plastics in the Form of Film”. 
3 DEFlNlCdES 
OS termos t&n ices util izados nesta Norma sa’h def inidos na NBR 5318. 
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NBR 5089/1983 3 
-4 CONDI(f GERAIS 
4.1 ; 1 Precondicionamento 
A menos que especificado de outra forma, cada corpo de prova deve, antes do en 
., . 
saio, e/au antes de efetuadas as medigoes, ser prkondicionado em co nd i goes 
atmosf;ricas normal itadas ,de ensaio, especif icadas na iJBR-5390, durahte urn tern 
po suficiente para permltir que todo o corpo de prova.alcance o equilibria tgr- 
mica. 
4.1 .2 Ensaios 
A menos que especif icado de outra forma, todos OS ensa ios devem ser ef etuados 
nas condigoes atmosfgrlcas normal lzadas especif icadas na NBR-5390. Se necessi- 
rio, a temperatura e a umidade reIativa ambiente em que o ensaio ou medigao for 
efetuada devem ser anotadas no relat6rio de ensaio. 
No cake de divergsncias entre fornecedor e comprador sobre OS resul tados, o en- 
4.2 PrecisZo &IS tempos de ensaio e medi&es 
4.2.1 Duragiio 
A menos que espec ificado de outra forma, OS tempos perm i tidos para cond 
saio deve ser feito em uma das condi$es de arbi tragem da NBR-5390. 
iciona- 
mento ou proced imentos de ensa io ngo devem desviar em mais de 10% dos va 1 ores 
estabel ecidos. 
4,2.2 Precisiib nwnGica doa resultados 
MkdigGes para determlnar a concord&cia corn as exiggncias das especlf ica@es do 
capitulo 5 em diante, devem ser expressas corn o mesmo nu’mero de algar’ismos sig- 
nificativos requeridos,. salvo se especificado de outra forma. 
4 ,3 ~orpos de prdva 
4.3.1 Prepara@ dos corpus cik prova impresses par a.taqaie quimico de material 
base revest&lo corn cobre 
4.3.1.1 Na lavagem e’impressso para a formaggo do tragado de ensaio, a face re 
vest ida de cobre de uma amostra, da chapa a ensa iar, deve ser pr imei ro 1 avada 
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4 NBR 5099/1983 
corn sgua, urn p6 abrasivo, coma pedra-pome (ver Nota) e, se necessario, corn tri- 
fosfaio be s6dio ate’ a ggua format- uma peljcula .c&t?nua, cobrindo toda -a super- 
ficie .do corpo de prova. Pode, ser neces’ssria uma imersao adi:cional em uma sol u- 
$0 de 10% de HC I segui da ,de I avagem .com igua. 0 trasado.deve entao ser impress0 
sobre a face revestida corn cobre.por process0 fotogrGfico.ou outra tdcnica dando 
a preci sao especi.f i cada. 
Notut .E ‘necessario o uso de pedra-pome corn granula$o .de 63 urn. 
4.3.1 .2 0 &todo de ataque quimico, tanto para a forma@o de tragados condutores 
de ensaio coma para .a. remo& completa da folha condutora, -deve ser fei to corn urn 
&todo apropriado. Em case de 1 itigio entre comprador e vendedor o-ataque set-5 5 
fetuado par pulverizajao ou outro ktodo equivalente, de uma solu~ao aquosa de 
percloreto de ferro corn -massa especifica .de 1,32 g/cm3 a 1,41 g/cm3 (35’Bau& a 
45’ Bau&) . 
4.3.1.2.1 A iemperatura da solu$o nao deve exceder a 37'C. 
Se o traCado de ensaio es& sendo forma’do, o tempo do ataque quimico deve ser su 
ficiente para produzir uma imagem Clara e nitida. 
OS tempos de ataque para folhas condutoras de massa por unidade de a’reas prefe- 
renci.as ngo devem exceder.os valores i ndicados na Tabela 1. 
TABELA 1 - Tempos de ataque 
Densidade superficial Tempo maxima de a taque 
da fol ha. condutora. 
(g/m2 1 (mi nu tos) 
152 6 
230 6 
305 _ 7 
610 14 
915 21 
4.3.1.2.2 Para folhas condutoras de densidade superficial intermedisria, o tempo 
tiximo de ataque deve ser determinado por interpola$o linear. Para folhas con- 
dutoras fora da faixa acima, o tempo tiximo deve ser combinado entre -fornecedor 
e comprador . 
Se particulas de cobre permanecerem depois do ataque quimico, o corpo de prova 
ngo deve ser usado para ensaio. 
4.3.1.3 Logo ap& 0 ataque quimico , o corpo de prova deve ‘ser lavado em sgua--iris 
corrente corn resisti’vidade nao menor que 10 Rm, ,por urn tempo.necessirio para re- 
mover toda a .contamina$o superficial (normalrirente entre lS’a.30 minutos). 
Uma .vez formado o traGado de ensaio, o “resist” deve ser removido por urn meio 
adequado (pot- exemplo, uma leve fric$io corn igua e pedra-pomes apl i cada corn fel- 
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NBR 5089/1983 5 
tro montado numa superficie fir-me). 
Devem ser tomados cuidados para diminuir o efei to de abrasao. 
0 process0 .de 1 impeza deve csntinuar at6 a &ua permanecer cobrindo a swperficie :. 
met:1 ica do corpo de prova cowuma pel icula continua. 
Qualquer residuode pedra-pomes, ou outro agen te de :.; 1 Jmpeza -;deve ser 
removi do corn igua corrente. 
0 corpo de prova .deve ser lavado t&s vezes, por dois minutos cada’vez, em dife- 
rentes lotes de igua corn resistividade.Go a-baixo de 1 000 Rm. 
A igua superficial deve ser entao removida. do corpo de prova e este deve ser se- 
cado -em estufa durante 4 h + -10 min a. (55 + 2) ‘C. 
Todos .os ensaios devem .comegar dehtro de tr& semanas da sua remosso da estufa. 
Durante este tempo,.os corpos-de prova devem ser conservados em recipiente ade- 
quado para evi tar contamina$o+-at6 ser comesado -0 precondicionamento de acor- 
do corn 4.1.1. 
4.3.2 Prepara&io dos corpos de prova revestidos de metal ckiferentes do cobre 
Nso sao fei tas recomenda&es. 
4.3.3 h&hero e &rnensZes cbs corpos &.pmva 
0 niimero e as dimensoes dos corpos de prova .sao estabelecidos em cada ensaio mas 
estao tambern resumi dos na Tabela 2 por conveni6ncia. 
ITABELA2 ’ 
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I:.:::d:I::.” Se@ Dimensoes dos corpos de prova 
5.1 (25 +, 0,2) mm x 330 mm 
::: 
(100 x 100) nwl 
Eigura. lE(Anexo) 
\esist&cia superf ictal 
iesis&cia volumGtrica 
5.4 :onforme 5.2 e 5.3 
‘igura 1 
ZorrosSo superf ictal 
5.5 Zorrosao de borda :cmlp . aprox. 24 mm 
larg. conforme aparelho de 
3nsa io 
Ie acordo corn o mgtodo 
Isado 
5.7 Permi ssividade e fator 
de dissipagso 
4 
5.8 (So x 75) mm %igidez diel;trica per- 
>endicular ao plano do 
naterial base 
4 
ResistZncia superficial 
B resistividade volum& 
trica 
4 Zonforme 5.2 e 5.3 
Zurvatura 1 Zhapa .a.ensaiar 
5.9.’ 
6.1 
Zhapa a ensaiar 
:spessura minima.de 0,8 mm 
6.3 Torglao 
6.5 Forga de separagso 
- 
10 ilha qualquer dimens convenien- 
te 
6.6 
6.6.: 
6.6.: 
6.6.1 
6.6.! (75 2 1) mm x (50 f 1) mm 
Figura 5 (Anexo) 
Resist&cia, ao desloca- 
nento :Z 
9~6s choque tgrmi co Pe 
(4 
9~6s calor s&o Pe 
(4 
0 menos 1 
pistas) 
0 menos 1 
pistas) 
Pelo menos 1 
(4 pistas) 
Pelo menos 1 
(4 pistas) 
4~6s exposigS0 a vapo- 
res solventes 
9~6s metalizagio simuls 
da 
/continua 
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NBR 5099/1983 7 
TAkELA 2 - Ybros e,dimerub;es dos uxper de pwa 
Continuaga”o 
N&nero de corpos de 
prova a .ser ensala- 
dd 
-D lmens&s dos 
corpos de pr2 
va 
Se$o Ensa lo 
6.6.6 
-_ . 
Ap& lmers~o em solven- 
tes 
A alta temperakfra 
Pelo men05 1 
(4 plstasj 
Pelo menos 1 
(4 p-is tas j 
6.6.7 
6;7 Bol has ‘ap& choque t&- 
mlco-- ;-. 
Acabamento -superf lclal 
._... 
(100 x wo .JJp 
Flgura l- 
- 
- Chapa a.ensalar 
(30 + 1) mm x (30 +, 1) mm 
1 
6.9 _ 
- 
6.10 Soldablildade ld de cada”lado’ para 
mol hagem. 
10 de cada lade para 
desmo 1 hagem 
6.11 
. 
Estabilldade dimenslo- 
nada 
(300 x 3'00) mm 
Flguras 10 e ..ll 
6.12' 
-.. - 
Fadlga 2’ f&x% repetL 
da 
. 
Densldade superiiclal 
da fol ha condutora de 
pdls da prensagem dz 
lanilnado (por me10 de 
ataque qurmlco) 
2 em cada .di re$o 100mlx (22t2) mm 
-igura .12 
(100 x 100) mm 6.lj 
6;14.. Espessuia -. - 1. .I ‘- 
. 
2 -em cada:‘& re.30.. 
.._ 
chapa a ensaiar 
7.1 . 
. . - _ 
Res 1 s&c 1.a a fMx;o con f orme. Tab&-., - 
7.2 : Inflamabl-1 ldade.. 
- . . 
w. 
4 - " 7.2.3 
~_. _;_-.~~..~ ~.- 
Ensalo de, quelma horl* 
zontal para materials 
rfgldos . ..- .- 
Ensaio de ‘quelma vertl- 
cal para materials rrgJ 
dos ,. 
(125 t 5) mm x -(:13- f :l) mm 
7.2,4 
:. 
10 ou mals (125 t 5) mm x (71-3-t 1.) mm 
7.2.5 
L 
(450 x 25) mm 
Absorgso de Ggua .-.. ; :: . - -. {25 x 75) mh 7. -_ 
,7.3 .? 
c 
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II M&R 5989/1983 
5 ENSAIQS ELt?TRlCOS 
Precaugoes a serem tomadas em certos ensaios el6trkos: 
a) em certos ensaPos el6tricos 6 necessirio preservar OS corpos de prova con- 
tra a contaminasso. Durante OS ensaios, o manuseio dos mesmos deve ser o 
minim0 possivel, sendo conveniente segura’-los pelas extremidades ou pelos 
f Fos de conexso ; 
b) devem ser usadas luvas de pol ietileno ou de borracha (latex); 
. 
4 o uso de prendedores corn garras ou mola torna desnecesssrio o uso de fios 
de conexZo soldas e fluxos; 
d) se forem ligados fios de conexzo, devem ser tomados cuidados para se evi- 
tar que qualquer contamlnagso da superficie do material base lsolante pz 
lo fluxo de solda; 
4 uma miscara deve ser usada para essa finalidade; 
f) evitar o uso de solventes para a remosso dos contaminantes, pois estes po- 
dem espalhar estes Gltimos por toda a superficie do corpo de prova; 
g) as se@es mais importantes mostram onde essas precaugzes sso necessirias. 
5.1 ResZste*ncia &,ZZ+rica dafolha condutora 
5.1.1 GeneraZidades 
Este ensaio pode ser usado para medir a resistgncia da folha condutora, antes da 
prensagem ou j6 coma revestimento metslico do material base. 
5.1.2 corpos de p-ova 
OS corpos de prova devem ser cortados de uma amostra da folha condutora ou do rnz 
terial base revestido CM metal, conforme for necessgrio. Devem ter (25 f 0,2) mm 
de largura e aproximadamente 330 mn de comprlmento. 
Quatro corpos de prova devem ser ensaiadoso 
5.1.3 Procedimonto de ensaio 
5.1.3.1 OS corpos de prova devem ser colocados corn a superficie da folha condutc 
ra tocando as linhas ou pontos de contato. 
5.1.3.2 As linhas de contato devem tocar a folha condutora em toda a sua .largu- 
ra e devem estar em Sngulo reto corn o eixo mator do corpo de prova. 
5.1.3.3 A corrente deve ser aplicada e medida entre as linhas de contato as 
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NBR 5089/1983 9 
quais estso afastsdas de 300 mo aprotiftiadamente. A resistkla da foiha em iiin dc 
ve ser medida entre as lrnhas ou pontos de contato OS quais est:o afastados de 
(150 t 1) mm e equldts-ti9ntes dos c&ntatss -da fonte de al-&men%giiio. 
5.1.3.4 A corrente usada deve ser a mfnima possfve.1 para evifar a elevasgo de 
temperatura da folha c6ndutora em mciis de 1 ‘C. 
5.1.3.5’ A temperatura ambiente deve ser medida e o val.or da resistkia corrifil 
d6 pat’s 20 ‘C. 
~~1.3.6 Para cobre corn 96% de condutibilidade, o fator de correszo e’ dado pela 
f&mula,: 
K 1 
= 1 + O-,00378 (t - ?II) 
OS valores de K para temperatura entre 15 ‘C e 35 ‘C sso dadss na Tabela 3. 
TABELA 3 - Fatores de corre$b 
Tempera tu ra 
(OCT 
15 
16 
17 
18 
19 
20 
21 
22 
23 
24 
25 
Fator de 
corresa”o 
1,019 
1,015 
1 ,Oll- 
‘1,008 
1,004 
1,000 
. 0;996 
0,992 
0,989 
0,985 
0,981 
Temperatura 
(Oc) 
26 
27 
28 
29 
30 
31 
32 
33 
34 
35 
Fator de. 
corregao 
0,978 
0,974. 
0,971 
0,967 
0,9$4 
.o,g6o 
0,957 
0,953 
0,950 
0,946 
.5.1 .4 ReZat%o~ 
0 maior valor das, quatro resistgncias medidas deve ser considerado coma a resis- 
tkia elGtr,ica da fol ha condutora. 
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10 NBR 5089/1983 
5.2 Resist&&u e%triea superficial app’s,cakw h@ib proi!ongado 
5.2.1 &qws de ‘proua 
5.2.1 .l OS corpos de prova devem ser preparados de uma amostra do material base 
revestido de metal. Deve ser urn quadrado de aproximadamente 100 mm de lado e, afl 
tes de ser impresso, sua espessura deve ser a espessura da placa. 
5.2.1 .2 Deve ser impress0 de urn lado corn o anel e o disco da Figura 1 (Anexo)pz 
lo m;todo apropriado descrito em 4.3. Se o corpo de prova for revestido de metal 
em ambas as faces, o metal do outro lado do mesmo deve ser completamente removi- 
do pelo mgtodo descrito em 4.3. 
5.2.1.3 OS fios de conexgo ou contato corn molas devem ser entso conectados ao 
anel e ao disco. 
5.2.1 .4 Quatro corpos de prova devem ser ensaiados. 
5.2.2 Procedimento de ensaio 
5.2.2.1 Deve ser usado urn sistema de 3 eletrodos coma descrito na NBR-5403. 
5.2.2.2 Por qualquer m;todo conveniente deve apl icar-se urn eletrodo cobrindo a 
total idade da face oposta. Na”o 6 permitido o uso de eletrodos vaporizados ou meta- 
l izados pot- projegao. 
5.2.2.3 0 corpo de prova deve ser entgo submetido ao ensaio Ba “Calor Gmido pro- 
1 ongado” (severidade 4 d’ias), da NBR-5291, inclusive estabil izagao. 
5.2.2.4 A reszisthcia entre o anel e odisco deve ser medida pelo mgtodo indica- 
do a seguir, seja ‘no f im do condicionamento e antes da remog”ao do corpo de prova 
da csmara, ou no fim do period0 de estabil izagio. Neste iiltimo case, o mesmo deve 
ser removido do ambiente de estabilizasso e a resistkcia entre o anel e disco ds 
ve ser medida dentro de 5 mi nutos. 
5.2.2.5 A escolha entre as duas alternativas esti sujeita a urn acordo entre fey 
necedo r e comprador . 
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5.-2.2:6 As medt$es de resis&cta devem set--feitas de acordo corn- a-NBR-5403 a 
(SO’0 ?Z 50) V corrente contfnua, depois da eletrifica$o de 1 minuto. 
5.2.2.7 As conexk elkricas ao corpo de prova devem ser feitas coma na Figura 
2 (Anexo). 
5.2.2.8 0 aparelho usado na medi$o da resist&la deve ser tal que o erro in- 
trodkido nesta seja menor que t 50 %. 
5.2.2.9 As precausiies principals e requisites dados no inicio do capitulo e as 
da NBR-5403 devem ser observadas. 
5.2.2.10 As medi$es da resist&cia superficial e da resistividade volu&trica 
(ver 5.3) devem ser feitas no mesmo corpo de prova &, neste case, a resi stkcia 
superficial deve ser medida prlmeiro. 
5.2.2.11 Quando as medisks forem feitas sucessivamente, somente urn condiciona- 
mento sera’ necesssrio. 
5.2.3 ReZat&$o 
5.2.3.1 0 menor valor das quatro medi$es de resist&c!a deve ser cons i derado 
coma a rssistkia superficial ap6s calor lmido prolongado. 
5.2.3.2 Deve ser express0 em Mfi. 
5.2.3.3 Deve ser mencionado se as medisGes foram efetuadas dentro da csmara ou 
apk a estabiliza~~o. 
5.3 ReeistMdad8 vobn&&a ap&.calor i&do prolongado 
5.3.1 Corpos de prova a prooedhento de ensaio 
5.3.1.1 Devem ser usados corpos de prova e o procedimento descrito em 5.2.1 e 
5.2.2., exceto que as ligag6es elgtricas devem ser feitas coma mostra a Figura 3 
(Anexo) . 
A resist&cia volktrica deve ser medida entre o disco central e o eletrodo da 
face oposta. 
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12 NBR !5089/1983 
5.3.Z.2 A. me_dida--da resisthcla superficial 
trica pode ser feita no mesmo corpo de prova 
cial deve ser medida primetro. .&kElrmrdo as med 
mente urn condicionamento sera” necessdrio. 
(ver 3.2). e-da resistividade volu&-- 
e, neste case, a resistEncia superfl 
i&%S foram feitas su~sstvamertte, sg 
5.3.2 Reh&$o 
5.3.2.1 0 menor valor das quatro med isles de res isthc ia se6 convert ido em re- 
sistlvidade volum6trica conforme blBR-5403 e considerado coma resistlvidade voluw~ 
trica ap& calor iimido prolongado. Deve ser expressa em M&m. 
5.3..2.2 Deve ser mencionado se as mediszes forem efetuadas dentro da ca”mara ou 
depols’ da estabiliza$o. 
5.4 coPros& superfwal 
5.4.1 Corpos de prova 
5.4.1.1 OS mpos de prova devem ser preparados de uma amostra de material base 
revestido de metal. Deve ser quadrado corn 100 mm de lado e, antes de ser impresso, 
sua espessura deve ser a da espessura da placa. 
5.4.1.2 Deve ser impressa de urn lado corn o anel e o disco da Figura 1 (Anexo) , 
pelo m&odo descrfto em 4.3. Se a amostra for revestida corn metal nas duas faces, 
o da face oposta deve ser completamente removido. 
5.4.1.3- OS fios de conexgo devem ser ligados ao anel e ao disco. 
5.4.1.4 Quatro corpos de prova devem ser ensaiados. 
5.4.2 ProoedGnento de ensati 
5.4.2.1 OS corpos de prova devem ser submetidos ao ensaio Ba “Calor 6mido prolo 
gado” (severtdade 21 dias) da NBR-5291 sem estabiliza$Go. Durante todo o perfodo 
que o corpo de prova permanecer na condisso de calor Gmido prolongado deve ser a- 
plicada uma diferensa de potential de (600 +, 5) V corrente contfnua entre 6 anel 
e o disco atravk de urn resistor que limite a corrente de 1 mA. 
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NBR 508911983 13 
5.4.2.2 0 corpo de prova dew ser removido da csmara de condicionemento e ins- 
pecionado..quanto a presenga de produtos de corros6o. 
5.4.2.3 Devem ser observadas as prPncipaPs precau$es e requisitos dados no i- 
nicio do capitulo e na NBR-53!Pl. 
5.4.3 ReZat&$o 
Deve ser mencionado se forem observados produtos de corros~o. 
5.5 Co&ros& de borda 
5.5.1 Generalidades 
OS ensaios devem ser efetuados pelo mgtodo visual descrito em 4 a 7 da norma 
IEC-426 incluindo-se OS requisitos dados a seguir: 
5.5.2 Corpos de prova 
OS co’rpos de prova, especificados na iEC.5426, 3.2.2 (para chapas rigidas) ou 
3.2.3 (para pel iculas f inas), devem ser preparados de uma amostra de material b& 
se revestidos de meta’l da qua1 o.metal foi completamente removido pelo mGtodo.a- 
propriado de 4.3. 
0 relatGrio deve estabelecer o indice de corroszo caracteristico do material sob 
ensaio, como’esti definido em 6 da IEC-426 (exemplo: “A2“ deve significar !‘grau 
A” para a lsmina no polo positivo e “grau 2” para a 1a”mina no polo negativo). 
5.6 Coeficiente de resist&&a ao escoamento 
OS ensaios devem ser efetuados Segundo a NBR-5406, usando-se eletrodos de plati- 
na. Quando o ensaio,for efetuado do lado revestido de metal do material base, e2 
te deve ser removido pelo m;todo apropriado descrito em 4.3. 
5.7 ~emissividade e fator de dissipagi?o ape’s, calor &&io prolongadb 
za&io 
5 ..7.1 Corpos de p&ova 
5.7.1.1 OS corpos de prova devem ser de uma amostra do material base 
a estabiti 
revest i do 
de cobre, e antes do ataque quimico, sua espessura deve se.r a espessura da placa, 
5.7.1.2 As outras dtmen&es devem ser as adequadas ao m;todo usado nas medis;es 
da permissividade e do fator de dissipa$o. 
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14 WBR 508911983 
5.7.1.2 Devem ser prapsrados pr ug dos segutntes &tgdos; 
a) o metal deve ser complctamente removldo ou; 
b) o corpo de prova deve ser impress0 em urn iado corn urn eietrodo adequa- 
do e, se o material for revestldo de metal nas duas faces, o metal 
de urn iado deve ser mpietamente removido. 
5.7.1.4 A lmpresszo ou remo$o do metal deve ser efetuada peio m<todo aproprlado 
descrlto em 4.3. Quatro corpos de prova devem ser ensalados. 
5.7.2 Fmcedtiento de ensaio 
5.7.2.1 Cada corpo de prova deve ser submetido primeiro ao ensaio Ba “Calor i- 
mido prolongado” .(sever[dade 4 dias) da NBR-5291, tnclustve estabilitasso a rn= 
nos que especificado de outra forma na espectfica@o do material. Deve ser reti- 
iadcf& condi& de estabiiizagso e ensaiado imediatamente coma descrito a SE 
gui r. 
5.7.2.2 OS eietrodos devem ser apllcados ou compietados, se necessirlo, de acor 
do corn o m&odo de ensalo escoihldo. Nio 6 permltldo o uso de eietrodos vaporlz~ 
do% ou metailzados por projesSo. 
5.7.2.3 A permlsslvldade reiativa e o fator de dlssipa$o diel6trlca (tan 6) do 
material entre OS eietrodos deve entgo ser medlda 2 freque”ncia de 1 MHz por urn rni 
todo adequado coma o da NBR-5245. 
5.9.2.4 Devem ser observadas as precaugses e requisitos mals importantes 
NBR-5390. 
da 
5.7.2.5 Mgtodos que dependem do conheclmento preclso da espessura dos corpos de 
prova tornam-se pouco confl&els quando apilcados nos ensalos de materials flnos. 
5.7.2.6 Embora possa ser empregado, o &todo por resson%cla usando-se urn medl- 
dor de fator de m&lto (Q-meter) para f inai ldades de controie de quai ldade de t-2 
tlna em materials de menos de O,8 mm de espessura, o mesmo niio deve ser usado pa- 
ra medl@es preclsas. 
5.7.2.7 Para esse flm, em case de dlverg&clas erstre fornecedor e comprador, o 
&todo de desiocamento de fiurdo deve ser usado coma descrlto na NBR-5245. 
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NBR 5089/1983 15 
5.7; 3 - Retcit&$o 
0 ielathlo deve mencionar: 
a) que OS valores forw obtidos depois do condiclonamento em calor iimido 
prolongadq e estabiliza$o (coma especificado em 5.7.2); de outra for- 
ma.de condicionamento do corpo de prova; 
b) a disposi$o dos eletrodos e o tipo dos mesmos aplicados aos corpos 
de prova; 
cl o aparelho de medi$o usado; 
dl a permissividade da amostra, expressa corn a mgdia arit&tica dos qua- 
tro valores obtidos; 
e) o fator de dissipas;o da amostra express0 coma mgdia aritmgtica dos 
quatrovalores obt3dos. 
5.8 Rig&h diete't&ca 
5.8.1 R%gtiez dSet&+a pqpndk.h.~ ao plan0 do material base 
5.8.1.1 Este ensaio somente deve ser aplicado em materiais de espessura menor 
Ou igual a 0,4 m. Deve ser executado conforme NBR-5405, e Segundo prescri$Ges a 
segui r. 
5.8.1.2 0 corpo de prova deve ser uma amostra do material base revestido de me- 
‘tal do qua1 o metal 6 removido completamente pelo m;todo apropriado indicado Im 
4.3. Sua espessura sera’ a espessura do material base mais a camada adesiva se 
existir, as outras dimensiies se&o as prescritas na NB-5405 (normalmente urn qua- 
drado de 6 mm de lade). Devem ser ensaiadas 5 amostras. 
5.8.1.3 Para esta finalidade, o ensaio deve ser realizado no ar coma prescrito 
na NBR-5405 e corn eletrodos de acordo corn a NBR-5405. A ten&o deve ser aplicada 
pelo m&odo por degraus de 20 segundos para obter 2 determinas&s vilidas. Urn en- 
saio preliminar deve ser feito pelo &todo de tempo curto de modo a determinar 
a ten&o initial, se esta ainda nzo i conhecida de experigncia p&via. A espes- 
sura msdia dos corpos de prova deve ser determinada pot- medisiies de acordo corn 
6.14 desta Norma. A rigidez dielgtrica deve set determinada pela tidia dos re- 
sul tados. 
5.8.1.4 0 relat6rio deve mencionar a rigidez diele”trica &dia do material erp 
kVfmm. 
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5.8.2 Rigidez- dielih~ca pa.raZeZa uo pZ& do mater&t base 
5,8.2.1 Este ensaio visa medir a rlgldez die-lgtrica paralela is camadas de la- 
mtnagio. 
5.8.2.2 OS corpos de prova devem ter 75 mm de comprimento e 50 mm de 1 argura 
sendo a folha condutora removida por ataque quimico Segundo o mgtodo apropriado 
descrito em 4.3. Cada corpo de prova levars dois furos de 5 mrran de dizmetro e a- 
fastados urn do outro de 25 mm entre centros conforme a Figura 4 (Anexo). OS fu 
ros devem ser alargados CM alargadores c6nicos corn conicidade de 1:48 - (cone 
morse n? 3) at6 que OS eletrodos ultrapassem OS corpos de prova 25 mm. Devem ser 
usados quatro corpos de prova em cada ensaio. 
5.8.2.3 No procedimento de ensaio, OS eletrodos devem ser de ago inoxldivel ou 
de letso pol ido, cgnicos (corn donicidade de 1:48) e devem ultrapassar o corpo de 
prova em 25 mn, a partir da face que con&m o menor dismetro de furo. Esferas de 
13 mm de dismetro podem ser colocarlas nas extremidades dos eletrodos para dimL 
nuir as possibilidades de descarga externa ao corpo de prova. OS eletrodos devem 
ser colocados nos corpos de prova somente depois do condicionamento. 0 condicio 
namento dos corpos de prova deve ser feito em igua destilada a 50 ‘C durante 
(48 i P/2) h seguido de urn resfriamento de no minim0 1 h e no msximo 3 h em igua 
destilada a 23 ‘C. 
0 corpo de prova deve ser seco corn urn pano e ensaiado no miximo depois de 1 min; 
to ap& sua retirada do condicionamento. 0 corpo de prova deve ser imerso em & 
leo isolante para transformador na temperatura de 50 ‘C. 
5.8.2.4 Urn dos corpos de prova 6 submetido ao ensaio pe1.o mgtodo do tempo curto 
para determinagso da fensso initial para OS outros 3 corpos de prova res tan tes 
a serem ensaiados pelo m6todo por degraus; neste case a velocidade da e levaf$o 
da tensso no ensaio de tempo curto deve ser de 0,5 kV/s. 
5.8.2.5 0 ensaio por degraus deve ser realizado conforme a seguinte Tabela: 
ITABE LA 4 
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#BR 508911983 s7 
TABELA 4 - Ensaio 
Ten&o de ruptura pelo * Increment0 da ten&o 
$todo de t-o curto de ensaio por degrau 
W-l (kv) 
25 ou . mnos 1 ,o 
de 25 a 50 2,o 
de 50 a 1.00 5,O 
-..ec i-ma - de 100 1 o-j0 
5.8.2.6 A rigldez diele*trica deve ser determinada pela &dia dos resultados. 
5.8.2.7 0 relat&io deve estabelecer a rigidez diele’trica &dia do material em 
kV/mn e o meio isolante utilizado. 
5.9 Propriedades da isota@o em tmperaturas elevadas 
5.9.1 ResCst&da superfic&C?%e resistividude vohune”t&za a hmperaturas eleva- 
dUS 
5.9.1.1 OS corpos de prova devem ser preparados coma descrito em 4.2.1 (tragado 
de disco e anell. 
5.9.1.2 Para o procedimento de ensaio, a resis&cia superficial e a resistivida- 
devol um&rica dos corpos. de prova d&em ser medidas de acordo corn 5.2 e 5.3. 
5.9.1.3 0 condicionamento fimido deve ser substiturdo pelo ensaio de ca 
da NBR-6819 corn exceggo da duragzo que deve ser de 1 h em vez de 16 h. 
ldr seco 
5.9.1.4 As medigijes devem ser efetuadas no fim desse perrodo enquanto o 
prova estiver na Gmara. 
corpo de 
5.9.1.5 A temperatura de ensaio deve .ser a indicada na especificaggo. 
5.9.1.6 Nio deve haver estabillrag~o. 
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5.8.1.7 No reiatcjrio, o valor mlnimo das’quatro resistkfes superfictais ‘medL 
das set-i registrado coma a resist&la superficial & temperatura eievada. Deve 
ser exprersa am M ti; 
5.9.1.8 0 valor mrnimo das quatro resistkias- voiumkricas medidas deve ser 
convertfdo em resistividade voiu&trica, conforme descrito na NBR-5403 e consi- 
derado coma a resistividade voium&rica a temperatura eievada. 
Deve ser expressa em MS2 m. 
6 ENSAIOS NAO ELl!TRICOS 
6.1 Cu.rvatura 
Este kaio nao G apiic&el a chapas corn espessura inferior a 0,8 n-m. 
6.1.1 fiocedtiento de ensaio 
6.1.1.1 A curvatura deve ser medida paraieiamente as bordas da chapa coiocada sg 
bre urn piano corn 
sobre a superf rc 
6.1.1.2 Mede-se 
gua nso deve inf 
a parte c6ncava voitada para cima e coiocando-se uma Ggua leve 
e superior da chapa. 
o afastamento miximo entre a superffcie e a r6gua. 0 peso da t-2 
uir na medida. 
6.1.1.3 0 comprfmento indicado paraaa rigua 6 de 1000 mm. 
6.1.1.4 0 comprimento tbtai da rigua deve ser usado somente onde a curvatura e’ 
substanciaimente uniforme. Onde esta ngo for uniforme, a onduiagio deve ser medi- 
da sobre a reglij;o de maxima curvatura corn uma r6gua de urn comprimento acima de 
300 mm ou da maior dimens~~ 
6.1.1.5 Quando uma rggua 
ve ser convertido a urn vai 
o da chapa sob ensaio, desprezando-se a menor dimensio. 
de menos de 1000 mm for usada, o afastamento medido de- 
or equivaiente ao de uma rggua.de comprimento normal i 
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NBR 5089/1983 19 
sandore a- f&mu1 a 
2 ._ 
kI = ,looo (para coprimentos emzmm) 
L2 
onde d G a curvatura por 1000 mm 
D g o afastamento medido 
L g o comprimento da rsgua 
6.1.1.6 OS valores de d obtidos de materiais revestidos de metal somente de urn 
lado devem ser segu idos de l’pos .‘I se a face revestlda de metal for convexa ou 
“neg. II se a face revestida de metal ‘for &ncava. 
6.1.2 Relat&$o 
0 relat&io deve estabelecer: 
a) a curvatura msxima da chapa.expressa em mm por 1000 mm incluindo a t-5 
fe&cia I’pos.” ou %eg.‘l; 
b) as dimensiies da chapa ensaiada. 
6.2 Gbrvatura a&. aquechento 
Esta Norma nso prescreve o ensaio de curvatura ap& aquecimento. DOS detalhes a 
serem considerados incluem as dimens&s do corpo de provai se a folha condutora 
deve ou nso ser gravada formando urn tragado especificado ou for completamente 
removido por ataque qufmico, ou conservada intacta; a temperatura e o tempo de 
aquecimento. 
6.3 TOP&O 
6.3.1 GenemZidades 
Este ensaio nso i aplica”ve1 a chapas corn espessura inferior a 0,8 m. 
6.3.2 &ocedGwnto de ensaio 
6.3.2.1 A chapa sob ensaio deve ser colocada, aomlsd&ado predominantemente &- 
cave para baixo, sobre uma superfrcie plana horizontal e corn t&s cantos do lado 
inferior em contato corn esta. 
6.3.2.2 A distkia vertical (em mm) dessa,superfrcie CM o quart0 canto e do 
lado inferior deve ser medida e convertida em distkcta equivalente por 1000 mm, 
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20 NBR 5089/1983 
usando-se a f&mu1 a : 
d= 1DO02 D- Cpara comprimentos em mm) 
t2’ 
onde d 6 a tor$o pot- 1000 mm 
D g a dist&cia medida 
L g a dist%cia entre o canto da chapa na”o em contato corn a superffcie horL 
tontal e o canto diagonalmente oposto 
6.3.3 R&zt&o 
0 relathio deve canter: 
a) a tor$o da chapa expressa em mm por1000 mm; 
b1 d 1mensi;es da chapa. 
6.4 Toq,$o ap&. aquec&wnto 
Esta Norma &o prescreve o ensaio de forgas ap& aquecimento. Veja observagses 
de 6.2. 
6.5 Forpa de sepma& 
6.5.1 Corpo de pmva 
6,5.1-l 0 corpo de prova deve ser retirado da chapa a ensajar, corn qualquer di- 
mensso conveniente e impressa pelo &t&o apropriado descrito em 4.3, corn um trz 
gado de ensaio consistindo de um nktero de ilhas de (4 t 0,l) mm de dismetro. 
6.5.1.2 E conveniente que cada ilha tenha urn furo central gravado de cerca de 
O,6 mm para a localizagso do furo passante. 
6.5.1.3 Urn furo de di%netro de (1,3 t 0,l) mm deve ser Beitonno centro de cada 
ilhh. 
6.5.1.4 Pelo menos dez ilhas devem ser ensaiadas. 
6.5.2 Ferro de sozdar 
0 ferro de soldar deve ter a ponta de cobre corn (30 2 5) mm de comprimento e 
(5 t 0,l) mm de di%netro corn a extremidade formando urn a^ngulo de 45 ’ 2 10 ‘. 
A temperatura da ponta deve ser de (270 f 10) OC durante todo o ensaio. Urn mods 
lo adequado i dado na Figura 5. 
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NBR SO8911983 21 
6i5.3 soti 
A Solda deve ser uma ltga de estanho-chumbo 60/4O, corn nkleo de resina Go cor- 
rosiva, e em fopma de fro earn di&etro ngo inferior a 1,5 mm. 
6.5.4 ~ocedimento de ensaio 
6.5.4.1 A ilha deve ser estanhada uniformemente durante (4 f 1) s corn o ferro 
de soldar e a mrnima quantidade de solda. 
6.5.4.2’ Urn pedaso de fio de di&netro de 0,9 mm a 1,0 mm, previamente estanhado 
corn a sol da acima deve ser passado atravk do furo no centro da ilha, em sngulo 
ret0 corn a mesma, e soldado nesta posi$a”o por (4 f: 1) s. 
6.5.4.3 A camada de solda formada entre OS dois deve cobrir toda a a’rea da ilha. 
6.5.4.4 
desta. 
0 fro nso deve mover-se durante a soldagem e o subsequente resfriamento 
6.5.4.5 Para assegurar i sto, o fio e o corpo de prova devem ser suportados por 
urn dispositivo apropriado. 0 ensaio deve ser repetido em 10 ilhas e OS corpos de 
prova devem ser resfriados pelo menos durante 30 minutos antes do ensaio. 
6.5.4.6, Por meio de uma miquina de ensaio de tras;io, aplica-se uma carga tracii 
nando’o fio em sngulo reto corn o corpo’de prova, sendo aumentada uni formemente 
de 5 N/s a 50 N/s at6 a ilha se separar do material base ou o fio se partir. De- 
ve ser anotada a for$a de’trasso em N necessiria para destacar a ilha pu partir 
0 fio. 
6.5.4.7 0 ensaio deve ser invalfdado pela quebra do fro antes de ser atingida a 
,carga mrnima especificada, ou se o fio se soltar e, em nenhum case, o mesmo fio . 
e a mesma llha devem ser ressoldados para aplicaszo de nova carga. 
lo deve ser repetido ate’ que 10 med 6.5.4.8 0 ensa 
jam efetuadas. 
idas consideradas va’l idas se- 
6.5.5 Rdat&$o 
A menor das forsas necesssrias para separar as 10 ilhas do material base deve 
ser considerada coma a dorsa de separa$o da amostra em ensaio. 
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22 NBR 5089/1983 
6.6 Resistsacia a0 desZdgment0 
6.6.1.1 Este ensaio mede a resisthcia que uma pista condutora de 3 mm de lar- 
gura oferece ao deslocamento, sob condi$es especificadas. 
6.6.1.2 0 ensaio i realizado em corpds de prova no estado de recebimento ou de- 
pots de uma sgrie de tratamentos descritos em 6.6.2 a 6.6.7. 0 resultado depois 
do tratamento pode ser express0 como~~k&habs~luto obtido’.ou coma o valor pot ._.. __. . .- 
cehtual de reten$o obtido antes do tratamento. 
6.6.1.3 0 corpo de prova deve ser retirado de uma amostra do material base re- 
vestido de metal, e antes do ataque sua espessura deve ser a da espessura da plz 
ca. 
6.6.1.4 Entretanto, no case de materials revestidos corn cobre corn densidade su- 
perficial menor que 305 g/m2 esta deve ser aumentada para nao mais de 335 g/m2 , 
por qualquer process0 no qua1 cobre dijtil seja depo5itado (ver 6.6.1.2). 
6.6.1.5 0 corpo de prova deve ter (SO 2 1) mm de largura, e, pelo menos, 75 mm 
de comprimento. 
,6.6.1.6 Deve’ser impress0 pelo &todo apropriado descrito em 4.3 coma t rasado 
de ensaio da Figura 6. 
6.6.1.7 0 nhero de corpos de prova usados em cada ensaio deve ser suficiente 
para o descolamento de pelo menos 25 mm de cada uma das quatro pistas do trasado 
de ensaio. 
6.6.1.8 Corpos de prova feitos corn amostras de peltculas poli&tricas revesti- 
das de metal podem necessitar tratamentos adicionais de prepara$o antes do eL 
saio de descolamento especialmente em alta temperatura, para evitar o descolame; 
to--de alguma camada adesiva da base, sobre uma srea maior que a da pista de en- 
saio. 
6.6.1.9 Se necesshio, o material base deve ser riscado corn uma la”mina, aftada 
etimbos OS lados ao long0 do comprimento da pista de ensaio para se assegurar 
sque qual’quer cqmada adesiva se,la cortah , was cob forsa ikufictente para cortar, 
o material base. 
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NBR 5089/1983 23 
6.6.. l.lD A medigso da resistikia (ao deslocamento) segue-o seguinte procedimen- 
to’que deve sei .efetuado depois que o corpo de prova foi preparado Segundo 
6.6.1 .l ou, se requeriXdo depois de urn dos tratamentos descritos em 6.6.2 a 
6.6.6, ou de acordo corn o tratamento de 6.6.7, conforme for conveniente. 
6.6.1.11 Uma extremidade da pista do revestimento metslico deve ser destacada 
do material base para uma dist&cia de pelo menos 10 mm e suficiente para o equL 
pamento de ensaio usado. 
6.6.1.12 A extremidade destacada da folha condutora deve ser presa em toda a 
sua largura por exemplo, corn um grampo. Uma forga de tragzo crescente e uniforme 
deve ser aplicada numa diregzo a 90 o t 5 ’ do plano do material base, at; a fo- 
lha de metal ser deslocada a uma velocidade de (50 + 5) mm/min. 
6.6.1.13 Esta forga de deslocamento deve ser medida 
6.6.1.14 Urn comprimento de pelo menos 25 mm deve ser deslocado nessa velocidade 
de cada uma das 4 pistas de ensaio. 
6.6.1.15 As folhas condutoras de cobre corn densidade superficial nominal menor 
que 305 g/m2 podem quebrar durante o ensaio ou nao satisfazer OS requisitos da 
especificagao. Neste case, urn corpo de prova adicional set-5 ensaiado cuja folha 
condutora sofreu urn aumento da densidade superficial Segundo 6.6.1.3 EI 6.6.1.9 
at; uma densidade superficial total ngo menor que 275 g/m2. 
6.6.1.16 A forga minima por unidade de largura necessiria para deslocar a pista 
durante o ensaio deve ser tomada coma a resistzncia ap deslocamento e deve ser 
expressa em N/mm. 
6.6.1.17 A retengeo da resistkcia ao deslocamento 6 a resist&cia ao desloca- 
mento medida depois da aplicagzo de urn dos tratamentos descritos em 6.6.2 ii 
6.6.7, expressa coma porcentagem da resist&cia ao deslocamento “coma recebido” 
medida em urn corpo de prova feito corn a mesma amostra do material. 
iais rig 6.6.1.18 Montagens adequadas para ensaios de mater 
vistos na Figura 7. 
Notas: a) Qualquer aparelho preenchendo OS requisitos anter 
dos e fexiveis siio 
ores pode ser usado, 
mas na prstica somente dispositivos acionados a motor, para aplicagZio 
da tragao, podem alcangar a precisao requerida na velocidade de deslo 
ciqljen.to . . 
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24 WBR 5089/1983 
b) A trar$o usualmente 6 ap-licada atravk-de urn aparelho de mediG o qnad 
se alonga proporcionalmente G forga de tragciio aplicada sobre o mesmo e, 
qualquer varia$o local na resist&cia ao deslocamento produz, em conse- 
quZ.ncia, co.rrespondente vari:a$o na velocidade de deslocamento e impreci 
&es nos valores observados; enquanto a velocidade vari.a. 
c)- Somente aqueles i:nstrumenSos corn -relagZo de extenszo par forc;a apl i.cada 
menor que 1 mmfN sso oorrnalmente capazes de manter a uni:form?dade. reque- 
ri:da da ve.loci:dade de deslocamento, respondendo. s.ufi:cientemente as varia 
g.6e.s 1ocai:s da for$a de deslocameoto s medi.da que a pi;sta se desloca. 
6-.6 1 19..0 r 1 t? e a ori,o .deve canter o segui‘nte: 
a). que 0 ens.aPo foi. fei:to- ‘komo receb.i.do’l ou depois. dos tratamentos espe 
ciflcados em 6..6.;2 a..6..6;6,~Zou nas condi.$es es,peci.ficadasem 6.6.7; 
I$. as’pri.nc[paTs condig&% e o n$todo de ensaio escolhhdo (ver 6..6.2 a 
6.6.i.72, des’d’ e que apl icados tiatamentos das se$es menci:on.adas; 
c)- qualquer observa+o cork, por exemplo, bolhas, desfolhamento, desloca 
mento da fo1h.a condutora do material base, rugosi.dade superficial, mu 
danga na pegajosidade ou n.a car do material; 
dros yalores da resi:s&cia ao deslocamento ou a retengao da resist&- 
ci.a ao deslocamento, como.requerido pela especifi.ca$zo e defini.dos a- 
cima Segundo 6;.6..1 a 6..6.,1.18 se o. corpo de prova Go apres.entou bo- 
lb&, desfol hamento, nem’ a folha condu,tora tenha se deslocado do mate 
ri;al base; 
e) que coke adicional j?oi: deposi.tado, se for o case. 
6.6...,2 ‘~eaiSt&tia ao des~tocmento ‘q&i chop %hg-wo 
6.6..& 1 Q corpo.de prova, preparado CQ~O descrito em 6.6.1.1 a. 6.6.1..2, deve ser 
prec.on.dici:onado e posto para resfri:ar s temperatura ambi,ente em urn dessecadoi, e 
submetfdo ao choque tgrmi‘co dentro de 3& mi.nutos a parti:r da remogzo do ainb.iente 
de precon.di:ci:onamento;. 
6...&. 2.i.2.’ Q c orpo de prova deve ser submetldo. ao choque tGrmi.co por urn dos dois m& 
todos descritas em 6.6..2.3 a) ou 6.6.2.3 b). 
6.6.2.3 A escolha entre eles deve depender de urn acordo entre fornecedor e compra 
dor. 
Nota: A severidade do tratamento pelo choque tgrmico 6 diferente e pode por isso 
requerer na especificagao o uso de diferentes .dura@es do mesmo. 
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NBR 5089/l 983 25 
a) tigtodo- de- banho .L iqu i do: 
- deve ser usado urn banho de silicone ou liquid0 equivalente, hem a- 
+,5 0 
gitado e mantido a (260 - 0) C; 
- a temperatura deve ser medida a (25 + 2,5) mm abaixo da superficie; 
- o corpo de prova deve ser*c.onservado na posigao horizontal a uma 
,profundidade de (25 f 2,5)mm em urn recipiente de dissipagio t<rmL 
;ca suficientemente baixa para evitar que a temperatura do lfquido; 
icaia abaixo de 260 ‘C; 
- o corpo de prova .deve estar tota 
po estabelecido na especificagao 
b) &todo de .flutuagzo em banho de so 
men te imerso no liquid0 pelo tem- 
da; 
- deve ser usado urn recipiente de solda adequado de no minim0 40 mm 
de prof und i dade; 
- se for de forma circular, o dizmetro minim0 deve ser de 120 mm e, 
se for retangular, deve ser no minim0 de (100 x 75) mm; 
- o banho deve canter solda de composigao quimica e ponto de fuGi 
de acordo corn o estabelecido mo apkdice 8 da NBR-5401 - Parte II 
T- Sol dagem; 
- deve ser protegido contra corrente de ar; 
+5 
- a temperatura da solda deve,ser mentida a (260 - 0) ‘C durante to- 
. do o ensa lo;, 
- a temperatura da solda deve ser med i da .a: uma profundidade 
(25 f 2,5) mm abaixo ,da superficie; 
- corpos de prova de materiais base em forma de filmes polimGtricos 
revestidos de metal devem ser presos 5 face inferior de urn’ bloco 
de cortiga ou outro isolante tgrmico , ou outro supbrte de pouco pz 
so, usando-se alfinete de fixagao; 
- o tra$ado condutor do corpo de prova deve ser preparado por urn tr2 
tamento que evite a adesao da solda ao metal e tenha efeito despr2 
zivel na transfergncia de calor; 
- o corpo de prova deve ser sol to, corn o lado impress0 para baixo , 
sobre a superficie limpa da solda fundida, pelo tempo dadona esp2 
cif icagIa0; 
- depois de removido da fonte de calor,qqa&qqerruma que tehhar sido 
usada, o corpo de prova deve ser examinado quanto ao aparecimento 
de bolhas ou desfolhamento. Se este nio apresentar estes defeitos, 
deve ser colocado para resfriar k temperatura entre 15 ‘C e 35 ‘C 
e depois usado para a medigso da resistsncia ao deslocamento con- 
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26 HBR 508911983 
-forme descrito em 6.6.1.10 i 6.6i1.18. 
6.6.3.1 0 corpo de prova preparacls conforme 6.6.1.3 i 6.6.1.9 deve ser submeti- 
do ao ensaio de calor seco da NBRd819, exceto que deve permanecer na csmara de. 
condicionamento durante 500 h em vez de 16 h, salvo especificado de outra forma. 
6.6.3.2 A temperatura do ar na ckara deve ser aquela dada na especificagao; 
6.6.3.3 0 ar na czmara deve circular durante todo o period0 de aquecimento e as 
superficies maiores do corpo de prova devem estar em posigao paralela ao f luxo 
de ar. 
6.6.3.4 lmediatamente ap& a estabilizagao o corpo de prova deve ser examinado 
quanto a bolhas ou desfolhamento. Idao havendo bolhas ou desfolhamento deve entao 
ser‘usado na medigso da resistzncia ao deslocamento conforme descrito em 6.6.1.10 
‘5 6.6.1.18. 
6.6.4 Resist&cia ao deslocamento ap&.exposi~iio a vapores de solver&es 
6.6.4.1 0 corpo de prova preparado conforme 6.6.1.3 ‘a 6.6.1 .g deve ser suspenso 
durante (120 f 5) s em vapor de tricloretileno fervente a pressao atmosfgrica. 
Deve ser examinado quanto a bolhas ou desfolhamento imediatamente apk a remog;jo 
e novamen te ap& 24 h da remogao. 
6.6.4.2 Se nso houver o aparecimento de bolhas ou desfolhamento, o corpo de pro 
va devers ser usado na medigao da resist&cia ao deslocamento conforme descri to 
em 6.6.1.2. Dependendo de acordo entre fornecedor e comprador o ensaio * poderi 
ser executado corn vapores de outros solventes. 
6.6.5 Resist&acia ao desEocamento ap&,metaliza& s&nuhdu 
6.6.5.1 0 corpo de prova preparado conforme 6.6.1.3 5 6.6.1.9 deve ser colocado 
coma catbdo de uma &lula eletrolitica da qua1 o anodo 6 urn bastzo de carvao e o 
eletr;lito uma solug~o aquosa de sulfato de s;dio bem agitada, cuja concentra$ao 
6 de 10 5 de sulfato de s;dio anidro (Na2 SO41 por litro de igua destilada, sen- 
do a temperatura mantida a (70 t 2) ‘C. 
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6.6.5.2 0-corpo de prova deve ser-mantido corn as pistas do tragado de ensai 0 
na posigao vertical de modo a ficarem inteiramente mergulhados. As pistas devem 
estar eletricomente ligadas +or urn meio adequado e uma tensso continua de cerca 
de 5 V deve ser aplicada 5 cglula e ajustada para que uma corrente es&e1 de 
aproximadamente 215 Aldm 
2 
percorra a a’rea condutora submersa. 
6.6.5.3 Ao fim de (20 +, 1) mm o corpo de prova deve ser removido da solugao, el 
xuto’para a remog”ao da umidade superficial e permanecer cerca de 30 min res- 
friando-se at& a temperatura ambiente. 
0 corpo’de prova deve ser examinado quanto a nio aderkcia das pistas. Se estas 
nso se destacarem, devem ser usadas para a medigao da resistkcia ao deslocamen- 
to conforme descrito em 6.6.1.10 i 6.6.1.18. 
Nota: 0 ensaio deve ser efetuado convenientemente usando-se 500 ml de so 1 ugao 
em urn fiasco de 600 ml, que tenha gargalo largo e um.agitador de vidro. Urn 
resistor vari&el de cerca de 30 Q capaz de suportar 0,2 A e urn amperjome- 
tro de 0,2 A controlarao e medirao a corrente desejada. 
6.6.6 Resist&&a ao destocamd-zto qGs imerGo em sotventes. 
6.6.6.1 OS solventes para este ensaio devem constar na especificacao. 
6.6.6.2 Solventes adicionais podem ser usados dependendo de acordo entre forne 
cedar e comprador. 
6.6.6.3 0 ensaio deve ser efetuado corn corpos de prova separados para cada sol- 
ven te. 
6.6.6.4 0 corpo de prova preparado conforme 6.6.1.3 s 6.6.1.9 deve ser imerso 
por 10 minutos no solvente s temperatura ambiente. Deve ser examinado quanta. a 
bolhas, desfolhamento, rugosidade superficial, pegajosidade ou mudanga de car, 
imedlatamente ap& a retfrada e ap& 24 h de estabilizaggo em atmosfera normal i 
zada de precondicionamento (ver 4.1.1). Se o corpo de prova nao se desfolhar ou 
apresentar bolhas deve ser usado na medi$o da resistsncia ao deslocamento con- 
forme descrito em 6.6.1.10 s 6.6.1.18. 
6.6.3 Resist&tcti ao descohmento e aZta temperatura 
6.6.7.1 Deve ser usado urn banho bem,agitado de silicone ou outro fluid0 equiva- 
lente mantido dentro de 2 ‘C da temperatura .dada na especificagso. A temperatura 
deve ser medlda a (25 t 2,5) mm abaixo da superficie. 
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28 NBR 5089/1983 
6.6.7.2 A folha condutora do corpo de prova preparada conforme 6.6.1.3 : 
6.6.1.9 deve ser destacada-emuma extremidade do material base em -urna extensio 
de pelo menos 25 mm e sufictente para o equipamento usado, 
6.6.7.3 A extremidade destacada da fo%ha condutora deve ser presa em toda a sua 
largura coma descrito em 6.6.1.10 2 6.6.1.18 antes da imerszo no fluid0 quente. 
0 corpo de prova deve ser mantido na posiggo horizontal no flui’do, a uma profun- 
diade de (25 t 2,s) mm em urn suporte de capacidade tgrmica suficientemente baixa 
para que a temperatura do fluid0 nzo caia abaixo da faixa especifi6ada. 
6.6.7.4 0 corpo de prova deve ser totalmente imerso no fluid0 durante 20 min a” 
tes de ser aplicada a primeira tra$io conforme 6.6.1.10 2 6.6.1.18. 
6.6.7.5 Para o ensaio de reslsthcia ao deslocamento em temperatura abaixo de 
160 ‘C, o ensaio pode ser feito coma alternativa, em estufa corn convec$So forga- 
da, mantida dentro de 2 ‘C da temperatura especificada. 
6.6.7.6 Neste case, o ensaio deve ser feito conforme descrito em 6.6.1.10 5 
6.6.1’.18 depois do corpo de piova ter atingido a temperatura requerida, e deve 
estar concluido dentro de 75 minutos ap& a colocag”ao do corpo de prova e equip2 
mento na estufa. 
6.6.7.7 Para o ensaio de resistgncia ao deslocamento a temperatura de 160 ‘C e 
maiores, devem ser preparados quatro corpos de prova e sers,ensaiada apenas 1 
pista de cada urn. 
6.7 BoZhas qo’s choque t&Go 
6.7.1 Corpos de prova 
0 corpo de prova deve ser uma amostra do material base revestido de metal’e an- 
tes de ser impresso, sua espessura deve ser a espessura da placa. Deve ser c&J& 
drado corn 100 mm de lado e ser’ impress0 corn o mgtodo apropriado de 4.3 corn.0 tr2 
gado de anel e disco da Figura 1 (Anexo). Urn corpo de prova deve ser usado. 
6.7.2 Equipumento 
Urn banho bem agitado de silicone ou fluid0 equivalente mantido durante todo o e; 
saio a (260 1 ‘-1 ‘C. A temperatura deve ser medida a (25 $ 2,5) mm abaixo 5 da si 
perf fcie. 
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NBR 5089/1983 29 
617.3 Procedimento 
0 corpo de prova deve set- coloeado na posi gao horizontal a uma profundidade de 
(25 + 2,s) mm em urn s upor te & capaci dade tikmi ca suf i ct.entemente ba i xa para evi - 
tar que a temperatura do fluid0 caia abai,xo de 260%. 0 corpo de prova deve ficar 
totalmente imerso no fluid0 pelo tempo dado na especifica$o e examinado, imedia- 
kimen te apes a sua ret i rada qwanto ao aparecimento de bolhas na folha condutora 
ou o desfolhamento do mater i al base. 
6.7.4 ReZat&io 
0 re’lat6rio deve mencionar se o corpo de.prova apresentou bolh.as.ou desfolbamento. 
Uma fai‘xa de 1 mm em torno Q,extremi:dade do corpo de prova ests excluida desse 
requi si to. 
Notas; a) Neste ensaio ests especificado. a. i.mersa”o no si’licooe ou flufdo :equiva:,, 
lente em vez da flutua@io no hanho de solda porque foi constatado we 
se a solda fun.di:da for usada, os .resul tados: dos ensaios efetuados em di 
ferentes laborat6ri@s. em corpos de. prova tlrados de uma mesma cbapa, 
d i‘ferem amp1 amente. 
5). As di‘ferengas sso atri:hucdas s difi.culdade de se controlar a temperatu- 
.ra na superfiicie do banho. de solda que, por sua vez, 6 provavelmente de 
vi‘do ao gran.de. gradtente de temperatura e a di.ficuldade de se agitar a 
solda efi:cazmente.. 
6...a Es*agem e us+ugem : 
Nfio ests. ppescr~to nestq N.or-ma, 
E:ste. en.sa i:o G apl 
2. essenci’al para 
1 iWa?‘~, 
i:c%el somenteronde urn acabamento superficial de alta qualldade 
a depos-ilgk de. meta 1 precloso ou a taque .em tragados +f i nos$“fi ne- 
CI m&todo aponta as tmpe.rfei:$e.s. da: superficie da fol ha condutora. Onde a .-aval ia- 
$o de Imperfe,?$es consome mutto. tempo .com ensai.os na produ$o, deve ser usada a 
-compara$o vi:sual corn amostrar padroni.zadas,. 
6.9.i.2. $&pdo de inspeq&~de defeitos supeqYc$a$s 
6. % 2; 1 0 $tqxlo de Pnspe$o 6. dado a segu 5 r. 
6.,%2...2. A chapa a ensa’lenr 5 cplocada sohre uw superftcj;e plana horizontal e ins- 
peci’en.ada quan to aos defe.i:tos, 
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30 NBR 5088/1883 
6.9.2.3 A Iluminagio & feita POT urqa l&pada fluorescente tubular branca posi- 
sionada horizontalmente coma mostra a Figura 8 (Anexo) paralela a uma das bordas 
da ehepa e acima do u piano, de modo que a razso entre as dist&cias X e Y nao; 
sejam malor que 0,27. 
6.9.2.4 Exclui-se a luz solar direta. Uma ilumina$o uniforme da ordem 
200 lux a 400 lux no plano da chapa 6 recotnendada. 
de 
6.8.2.5 A chapa g examinada corn a fonte de luz incidindo paralelamente a duas 
bordas adjacentes, sendo uma de cada vez. 
6.9.2.6 0 exame 6 feito olhando-se em direg”ao s fonte de luz, de tal modo que a 
luz dlreta da fonte nao seja vista. 
6.9.2.7 Uma cortina defronte a fonte de luz deve ser usada para se conseguir il 
to. A profundidade dos riscos 6 medida por meio de urn instrument0 adequado. 
6.9.2.8 o comprimento e a largura de outros defeitos sso medidos corn len-te que 
tenha escala graduada. 
6.10 sol&bilidade 
6.10.1 Generalidades 
0 ensaio deve ser feito coma descrito na NBR-6976 - Soldagem e coma especificado 
a seguir. 
6.10.2 Corpos de prova 
.6.10.2.1 0 corpo de prova deve ser quadrado corn (30 f 1) mm de lado, cortado de 
uma amostra de material base revestido de metal e nzo atadado. 
6.10.2.2 Para o material base revestido de metal dos dois lados cada urn deles 
deve ser ensaiado separadamente usando-se urn jogo de corpos de prova para : yeada 
face. 
6.10.2.3 Para cada lado da placa ensaiada, dez corpos de prova devem ser usados 
para o ensaio de molhagem e dez outros adicionais para o ensaio de desmolhagem. 
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NBR 5089/1983 31 
6.10.3 i%mpezcr 
6.10.3.1 Deve set- t-do cwk&do nomanuseio dos cot~pos de prova.%para,minimizar 
a oxidasIao e a contamina$o das superficies a ensaiar. 
6.10.3.2 A menos que precau@s especiais sejam tomadas pelo fabricante antes 
do ensaio de soldabilidade, o corpo de prova deve ser limpo coma especificado a 
segui’r. 
6.10.3.3 OS corpos de prova devem ser desengraxados por imers;o em’um solvente 
orgznico neutro 5 temperatura ambiente, secados imersos durante 15 s em uma sol2 
g’io de ‘HCI (uma parte de :HCl corn densidade de 1,180 g/ml e quatro partes de agua 
por volume) , lavados depois em sgua desionizada e em seguida em 51~001 isopropj- 
lice e secados corn ar quente durante urn tempo minim0 necessirio. 
6.10.4 Ftuxo 
6.10.4.1 A questso da ativasso do fluxo es& ainda em considerac$o. Entretanto, 
5 considerado apropriado urn fluxo dom cerca de 0,2% de cloro (express0 corn cloro 
1 ivre baseado no contetido de colofonia). 
6.10.4.2 Entretanto, var iat$es desse valor nao super 
tas mediante acordo entre fornecedor e comprador. 
6.10.5 fiocedtiento de ensaio 
iores a 0,5% podem ser ace1 
A temperatura e o tempo de soldagem para o ensaio de molhagem e desmolhagem de- 
vem cons tar na espeqi f i casao. 
6.10.6 Avaliag~o da sotdabitidade 
A soldabilidade de cada corpo de prova deve ser avaliada e registrada por compa- 
raC:o corn a ilustrac;so dada na Figura 9 (Anexo). Ceve ser consultada a Figura 
11 da IEC-249-1C de 1973. 
6.11 Estabi~idade dtiensionut 
6.11.1 Generalidades 
0 objetivo desse ensaio G o de fornecer informasGes sobre as alteras;es dimensi2 
nais lineares dos materiais base revestidos ‘de metal, as quais podem .‘ocorrer dz 
rante 0 processamento, especialmente depois do ataque e tratamentos tgrmicos. 
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32 NBR 508911983 
.6.11.2- M&&o de medeiio 
MGtodos meckicos ou Spticos de.medi$o poderzo ser usados. 0 mGtodo deve ser 
capk *de Qar uma repet i b i 1 i dsde ‘de m&d i&o aom urn ,epio .anix i mo de 13 pm. As amos-; 
tras devemser medidas antes e depois do processamento. 
6.11.3 Corpos de pzwva 
6.11.3.1 Tr& corpos de prova devem ser usados. 
6.11.3.2 Se as dimensges da chapa ou rolo, coma fabricados, excederem 300 mm em 
ambas as ,di-re$e<, cada urn deve ser urn quadrado de aproximadamente 300 mm de 12 
do, tirado de uma chapa ou rolo do material.6.11.3.3 OS tr& corpos de prova devem ser tirados de diferentes lugares da chz 
pa coma mostra a Figura 10 (Anexo). 
6.11.3.4 Quando possivel, urn lado do corpo de prova deve ser cortado paralela- 
mente ao sentido das fibras e deve ser assim identificado. 
6.11.3.5 0 corpo de prova deve ser tragado corn marcas adequadas tais coma cru- 
zes riscadas ou impressas, ou corn furos, em cada canto do mesmo e aproximadamel 
te a 20 mm das bordas, de modo a formar urn quadrado de (260 t 5) mm de lado. Es- 
tas marcas ou furos devem ser indentificadas corn OS kimeros 1, 2, 3 e 4. 
6.11.3.6 Para materiais.(como, por exemplo , OS fJexiveis fornecidos em rolos)com 
largura entre 140 rrpn e 300 m, o corpo de prova deve ser quadrado de lado igual 
2 largura do material. 
6.11.3.7 As quatro marcas format-so urn quadrado de lado aproximadamente ‘igual a 
40 mn menos que a largura do material. 
6.11.3.8 Para materiais fornecidos em rolos corn largura menor que 140 mm o cog 
po de prova deve ter aproximadamente 140 mm de comprimento e nao menos que 25 mn 
de largura e somente devem ser feitas duas marcas i distgncia de 100 mm, identi- 
f icadas coma 1 e 2. 
6.11.4 Bocedimento de ensaio 
6.11.4.1 0 condicionamento do corpo de prova deve ser realizado nas cond i sloes 
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NBR 508911983 33 
atmosf;ricas . normallzadas para- enza ios de aibi’tragem que SiO: '(23 t. lj 'c, 
UR (50 f 2) % e pressgo de 860 x lO’.PA a 1060 x 102 PA na NBR-5390 - Generali‘ 
dedes pot, pelo menos, 18 h antes que qualquer mediGs seja feita. 
6.11.4;2 Deve ser medida a distkcia entre as seguintes marcas, corn0 indicado 
na Figura 11: 1 a 2; 2 a 3; 3 a 4; 4 a 1. Para cada corpo de prova as dist;ncias 
medidas entre OS pontos l-2 e 3-4 deve ser usada para a determinagao da variagao 
dimensional em uma dire@0 e as distkcias medidas entre OS pontos 2-3 e 4-l pz 
ra a determinagao da variagao dimensional na diregao a 90 ’ (gngulo reto). 
Onde a diregso das fibras 6 conhecida, deve ser estabelecida quais das duas va- 
ria@es dimensionais corresponde 2 direszo das fibras. 0 corpo de prova deve ser 
mantido plano durante a medigso. Todas as medigoes devem ser efetuadas nas con- 
dic$es dadas em 6.11.4.1. 
6.11.4.3 0 corpo de prova deve ser ensaiado na heguinte sequ&cia: 
a) precondicionamento de acordo corn 6.11.4.1; 
b) medi$Ges iniciais de acordo corn 6.11.4.2; 
Cl apl i casao de msscara; 
- antes do ataque quimico , as marcas ou furos de refe&cia devem 
ser protegidos por miscaras de “resit” em forma de quadrados de 
lado igual ou menor a 13 mm; 
d) etapa n? 1 do processo: remogao completa da folha condutora por a- 
taque qurmico, exceto das a’rea cobertas, lavagem e secagem de acor 
do corn 4.3.1.2 e 4.3.1.3; 
e) condicionamento de acordo corn 6.11.4.1; 
f) medigao de acordo corn 6.11.4.2; 
g) etapa n? 2. do processo: aquecimento a (125 t 2) ‘C coma ests ‘es- 
pecificado na NBR-6819, mas corn uma durasao de (60 +, g)‘min; 
h) condicionamento de acordo corn 6.11.4.1 imediatamente ap& a conclz 
sgo da etapa n ? 2 do processo; 
i) medigzo de acordo CM 6.11.4.2. 
6.11.4.4 Se neces&rio,outras etapas de processamento podem ser incluidas na 
es pet i f i cagZi0. Cada etapa do process0 deve ser seguida imediatamente pelo condL 
cionamento de acordo corn 6.11.4.1, antes das medisoes sewn efetuadas. 
6il1.5 Reiht&$o 
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6,31.5.1. Norekzt&$o deve constar:- 
a) as dCmensijes do corpo de prova; 
b) as etapas de process0 usadas (etapa 1, etapa 2 e outras, em deta- 
lhe); 
cl a mgdia das variagges dimensionais para cada corpo de prova em re 
laggo k,dimen&es iniciais para cada diregso da chapa e para cada 
etapa do processo. 
6.11.5.2 As varia@es dimensionais devem ser expressas em micr;metro por milimz 
‘tro (pm/mm) seguidas da palavra “contragso” ou “expanszo”. . 
6.11.6 DetuZhes :.iz serem especificados 
Quando este ensaio for exigido na especificaggo do material, OS seguintes deta-’ 
lhes devem ser especificados: 
4 etapas do process0 a serem usadas; 
b) detalhes de qua’isquer etapas do process0 alGm das 1 e 2; 
cl requisitos. 
6.12 Fadiga a' flexiib repetida 
6.12.1 Corpo de prova 
6.12.1.1 0 corpo de prova deve ser uma amostra do material base fexivel revesti 
do de metal e, antes de ser atacado quimicamente, sua espessura deve ser igual 
“a espessura da .placa. 
6.12.1.2 Deve ter pelo menos 100 mm de comprimento e (22 f 2) mm de largura e 
deve ser tmpresso pelo mGtodo descrito em 4.3 corn o tragado mostrado na .Figura 
12 em cada lado revestido de metal. 
6.12.1.3 Devem ser usados dois corpos de prova corn o seu eixo longitudinal na 
diregso das fibras (ou paralelojao lado da chapa se esta diregao nso for conheci- 
da), e dois corn o eixo longitudinal em kgulo reto corn OS primeiros, exceto para 
o ensaio de material revestido corn metal dos dois lados, onde somente urn em ca- 
da direg;o deve ser usado. 
6.12.2 Equipamento 
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NBR 508911983 35 
6.12.2.1 Uma drspos[@o geral de equipamento es& representado na Figura 13. 
Este permite que uma das extrernidades do corpo de prova seja mantida presa Par 
urn grampo isolante contra a face de uma barra Fixa &o condutora. 
6.12.2.2 A outra extremidade do corpo de prova pode ser similarmente presa a f= 
ce de uma segunda barra na”o cwdutora, montada paralelamente i primeira, de modo 
que uma curvatura de 180 OC do corpo de prova seja obtida entre as duas barras, 
e a distsncia entre as mesmas possa ser ajustada para variar o dismetro da curva. 
6.12.2.3 A segunda barra desloca-se na diregso da sua maior dimensso em movimen 
tos alternativos em urn curso de aproximadamente 75 rnn e em r’rtmo nao super ior 
a 10 ciclos por minuto. 
6.12.2.4 Urn rel6 ests incluso no equipamento de modo que qualquer descontinui - 
dade no circuit0 incluindo o trasado condutor do corpo de prova, fat-i o motor 
de acionamento parar ‘a barra em movimento. 
6.12.2.5 Urn contador indica o nu’mero de ciclos completes durante o ensaio. 
6.12.3 Procedtiento de ensaio 
6.12.3.1 Cabos isolados de pequeno comprimento devem ser conectados na extreml 
dade do tra$ado condutor. 
6.12.3,.2 0 corpo de prova deve ser montado entre as barras paralelas do equipa- 
mento de ensaio de modo que o dismetro interno da curva seja (9,6 + 0,4) mm e OS 
.f ios devem ser 1 igados ao rel;. 
6.12.3.3 No ensaio do material revestido em ambos OS lados, OS dois t raGados 
condutores devem ser ligados em s6rie ao rel6. 
6.12.3.4 0 curso do movimento alternativo deve ser tal que a curva se desloque 
pelo menos 25 mm, e o corpo de prova nso se dobre.em nenhum dos grampos de fixa- 
$iO. 
A frequkcia do movimento alternativo n”ao deve exceder 10 ciclos por minuto. 
6.12.3.5 0 ensalo deve continuar por movlmentos alternativos da barra m%el at; 
que a descontinuidade elGtrica do trasado condutor no corpo de prova fasa corn 
que 0 rel6 pare 0 motor, ou atd que o nfmero de ciclos tenha se completado sem 
falhas. 
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6.12;3.6 0 ensaio deve set- executado em urn corpo de prova na diregzo-das fibras 
corn o tragado condutor no lado interno da curva e urn tragado condutor do lado ex- 
terno. 
6.12.3.7 Deve ser repetido simi,larmente usando-se OS dois corpos de prova corn a 
diregao e 90 ’ da drre$o das fibras. 
6.12.3.8 Deve ser fetto somente urn ensaio em cada diregso, de material revestido 
de metal em ambos OS lados. 
6.12.3.9 0 niimero minim0 de ciclos para provocar a descontinuidade el;trica em 
cada diregso do corpo de prova deve ser tomado coma o valor da fadiga flexional. 
6.12.4 Relat&$o 
0 rela&rio deve estabelecer o nimero de ciclos que causou a descontinuidade el& 
trica no corpo de prova ou o niimero de ciclos completes sem falha. 
6.13 Dens&jade superficial da foZha condutora depois ciiz prensagem ao laminado 
(par meio de ataque quiin~co) 
6.13.1 corpo de prova 
0 corpo de prova deve ser uma amostra do materialbase revestido corn metal e de- 
ve ser urn quadrado de 100 mm de lado. Urn corpo de prova deve ser usado. 
6.13.2 procedhento de etiaio 
6.13.2.1 As dimensges do corpo de prova devem ser medidas corn uma precisio de 
0,l mm e usadas para calcular sua irea. 
6.13.2.2 0 corpo de prova deve ser prkondicionado .-por’ 24 h a (23 + 2) ‘C, 
(50 2 2) 4; UR e depois pesado corn uma preciszo de D’;OD2 g. 
6.13.2.3 A folha ou folhas condutoras devem ser completamente removidas pelo me- 
todo apropriado descrito em 4.3 e o corpo de prova deve ser novamente condiciona- 
do por urn period0 de 24 h a* (23 t 2) ‘C, (50 t 2) % UR antes de ser outra vez pe- 
sado coma anteriormente. 
6.13.2.4 Materiais revestidos de metal dos dais lados devem ser ensaiados coma 
indicado anteriormente, a n5o ser quando for necesssrio determinar-se a densidade 
superficial de cada folha, coma por exemplo, quando tipos diferentes de fol has 
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condutoras sgo usadas nos lados opostos, ou em case-de diverggncia entre fornece 
dot-’ e comprador. 
6.13.2.5 Somente nesses cases devem ser usados corpos de prova separados para a 
determinagso da densidade superficial da folha condutora em cada lado, e a folha 
do lado inverso deve ser protegida por aplicagao de “resist” apropriado, antes 
do primeiro period0 de condicionamento. 
6.13.2.6 A densidade superficial da folha condutora deve ser caltulada dividin- 
do-se a’diferenga entre as duas massas medidas , pela srea medida ,do corpo de pro 
va. 
6.13.2.7 No case de materiais revestidos corn metal em ambos OS lados corn folhas 
condutoras iguais, a massa por unidade de srea de cada folha condutora deve ser 
tomada coma a metade do valor total obtido. 
6.13.3 Relat&<o 
0 relat;rio deve registrar a densidade superficial da folha ou folhas condutoras, 
expressa em g/m2 corn aproximagao.de 1 g/m'. 
6.14 Espessura 
6.14.1 Equipamento 
6.14.1.1 Urn micrsmetro de mostrador corn duas superficies circulares. polidas e 
dispostas coaxialmente, corn uma planicidade dentro de.O,OOl e urn paralelismo den- 
tro de 0,003 mmm deve ser usado. 
6.14.1.2 A superficie superior, ou pg de pressso, deve ter 6 mm a 8 mm de disrnc 
tro, devendo ser a superfrcie inferior maior do que a superior. A superfrcie su- 
perior deve mover-se sobre o eixo perpendicular is duas faces. 
6.14.1.3 0 mostrador deve ser graduado para ler di.retamente at6 0,002 mm. 
6.14.1.4 A estrutura do micrGmetro deve ter tal rigidez que aplicada uma car- 
ga de 15 N ao invGlucro do mostrador, sem contato corn o peso ou a haste de pres- 
sao, deve produzir uma deflexao da estrutura nao maior que O,OO3rnn, lidos no 
Tstra.&r*. do micrbetro. A pressgo exercida sobre o corpo de prova deve ser de 
1 N/cm2 a 2 N/cm’. 
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38 NBR 508911983 
6;14.1.5 A precisso do micr8metro deve ser aferida frequentemente por meio de 
urn jogo de lgminas de aso calibradas. OS erros de medigzo t-60 devem exceder a 
0,005 mm. 
6.14.1.6 E preferido o uso de urn micrsmetro corn dispositivo amortecedor ou de 
velocidade da haste de presszo controlada. 
6.14.2 Procedimento de ensaio 
6.14.2.1 0 material deve ser colocado entre as duas superficies do micr&etro, 
de modo que toda a srea da haste de press20 caia dentro do material. 
6.14.2.2 A haste de press”ao deve ser baixada suave, lentamente e corn cuidado so 
bre o corpo de prova, de modo a evitar qualquer efeito de embutido. Nenhum esfor 
go deve ser exercido pela rnso sobre o instrument0 ou material quando a lei tura 
estiver sendo feita. A leitura deve ser tomada logo que o ponteiro deixar de se 
mover. E necessirio tomar cuidado para evitar erro por paralaxe ou vibragoes que 
possam ter efeitos significativos nos resultados. 
7 ENSAIOS NW0 ELETR tCOS NO MATERIAL BASE 
7.1 Resist&&a 2 f Zexiio 
7.1.1 GeneraZidades 
0 ensaio foi baseado na ‘iiorma ASTM-D-790, correspondendo a resistsncia z flexao 
no sentido perpendicular is camadas de laminagao. 
7.1.2 Corpos de prova 
OS corpos de prova devem ser retirados de uma amostra de material base revestido 
de metal do qua1 a folha condutora foi completamente removida pelo mgtodo apro- 
priado descrito em 4.3 desta Norma. 
Quatro corpos de prova, sendo dois no sentido longitudinal e dois no sentido 
transversal devem ser ensaiados. . 
As dimensoes dos mesmos constam na Tabela 2. 
7.1.3 tiocedimento de ensati 
OS ensaios devem ser efetuados s,egundo a n&-ma ASTM D-790 determina as propriedz 
des flexionais do material base 5 temperatura ambiente. 
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7.2 Daf lam&ilidade - 
7.2.1 GeneraZSckdes 
7.2.1.1 S?lo ensaios de laborat6rio para uso em controle de qualidade, usando-se 
fontes de ignigzo de batxa energ.ia. OS resultados dos diferentes ensaios 6% 
classifica necessariamente diferentes materiais numa mesma ordem e nenhum dos 
resultados tenta predizer o comportamento do material em qualquer incgndio de 
grande propor$go. . 
7.2.1.2 N”ao deve-se esperar que materiais de diferentes espessuras deem o mesmo 
resultado quando ensaiados corn estes mgtodos. 
7.2.2 Fontes de ignQ& 
7.2.2.1 A fonte de igniszo deve ser uma chama azul produzida por urn par de bico 
de Bunsen tendo urn tubo de comprimento de aproximadamente 100 mm e o dismetro in- 
terno de (9,5 t 0,5) mm, 
7.2.2..2 0 tubo n”ao deve ser equipado corn qualquer dispositivo na ponta tal coma 
urn estabi 1 izador de chama. 
7.2.2.3 Deve ser usada uma fonte de gss metano CM urn regulador adequado e dots 
do de medidor, para produzir urn flux0 de gis uniforme. 
Nota: Gis natural de poder calorifico de aproximadamente 37 MJ/m3 pode ser 
do para se obter iguais resultados. 
us2 
7.2.2.4 A chama requerida deve ser obtida pelo ajuste da fonte de gis e das eL 
tradas de ar do bico de Bunsen at; que uma chama azul corn a ponta amarela e altz 
ra especificada seja produzida. Entao aumenta-se o suprimento de ar at& o exato 
moment0 do desaparecimento da-ponta amarela. A altura da chama deve ser niedida 
novamente e corrigida se necessgrio. 
Nota: A altura da. chama 6 dada nos diferentes m6todos de ensaio. 
7.2.3 Ensaio de queima horizontal para meter&h riggos 
7.2.3.1 A finalidade deste ensaio 6 determinar a inflamab.ilidade de materiais 
r rgidos em forma de chapas, OS quais tem uma limftada resistsncia 5 ignigao e ao 
espalhamento de pequenos inczndios causados pelo sobreaquecimento acidental de 
componentes eletr&icos. 
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40 NBR %X39/1983 
7:2.3.-l .l- 0 ensaio 6 feito usandomse uma pequena chama de ensaio cuja intenslda 
de g de ordem similar 5 do r!sco real. 
7.2.3.1.2 0 resultado do ensaio 6 express0 em termos de tempo de combustao do 
corpo de prova ap& a exposigao.5 chama de ensaio. Ver tamb&n 7.2.1. 
7.2.3.2 0 ensaio deve ser efetuado em ambiente de baixa ilumina$o ou recinto 
fechado, protegido contra corrente de ar, mas provido de meios de retirada dos 
gases resultantes da queima do corpo de prova. Uma capela pode ser usada, mas 
seu ventilador de exaustao deve ser desligado durante o ensaio e operado somente 
para limpeza dos gases de combustao entre OS ensaios. 
7.2.3.3 OS corpos de prova devem ser retirados de uma amostra do material base 
revestido de metal da qua1 a folha condutora foi completamente removida pelo m& 
todo apropriado descrito em 4.3 desta Norma. 
7.2.3.3.1 Deve ter (125 f 5) mm de comp.rimento, (13 t 1) mm de largura e a es- 
pessura deve ser a espessura da placa e’no msximo de 3,18 mm. 
7.2.3.3.2 Suas bordas devem ser polidas e OS cantos arredondados, corn urn raio 
Go excedendo 1,3 mm, devendo ser marcado corn uma linha riscada, perpendicular 
ao eixo.longitudinal a (25 + 0,s) mm da extremidade que set-5 queimada. 
7.2.3.3.3 Quatro corpos de prova devem ser’ensaiados. 
7.2.3.4 No condicionamento, antes do ensaio OS corpos 
mantidos por 48 h nas condi@es estabelecidas em 4.1.1 
e (50 +, 21 % UR 1 !$menos que especificado de outra forma. 
7.2.3.5 0 corpo de prova deve ser preso num suporte rigid0 pela extremidade o- 
posta ?I da marca riscada de modo que seu eixo longitudinal fique na posigzo hc 
rizontal e seu eixo transversal fique inclinada de (45 +, 10) ‘C da horizontal e 
a marca sobre o corpo de prova possa ser vista. 
7.2.3.5.1 Urn pedago de tela metslica limpa CM aproximadamente 8 malhas PO r 
cm e de forma quadrada, corn 127 mm de lado, deve ser fixada na posi@o horizon- 
tal a (10 t 1) mm abalxo do corpo de prova e de modo que (13 t 1) mm da extremi- 
dade ltvre.do corpo de prova projete-se para al&n da extremidade da tela, corn0 
mostra a Flgura 14. . 
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7.2.3.5.2- Uma chama azul -de (25 -t I)-mm de altura, coma a especificada em 7.-2.2 
deve ser apiicada 5 extremldade lfvre do corpo de prova de modo que uma dist^an- 
cia de 6,s mm deste fique exposta “a chama. 
7.2.3.5.3 0 eixo central do bico de Bunsen deve estar no mesmo plano vertical 
da extremidade horizontal inferior do corpo de prova e a urn !ngulo de 45 o 2 10 ’ 
corn a horizontal e sua posigso t-60 deve mudar enquanto a chama estiver sendo a- 
pl ica’da. 
.7.2.3.5.'4 A h c ama deve ser aplicada no corpo de prova durante 30 s e depois t-2 
movida. 
0 tempo de queima em segundos deve ser medido a partir da remo$ao do bico de 
Bunsen at;:a extingzo da chama no corpo de prova. 
7.2.3.5.5 Deverso ser feitas observa$es se a queima ultrapassar a marca de 
(25 2 0,s) mm .do. corpo de. .prova. 
7.2.3.6 0 relat&<o deve mencionar: 
a) a mgdia dos quatro tempos de combust5o; 
b) se a combustzo de qualquer dos corpos de prova ultrapassou a marca 
sobre OS mesmos; 
4 se o material se funde ou goteja e, nesse case, se as gotas se in- 
f lamarem; 
d) a espessura da chapa ensaiada. 
.7.2.4. Ensaio de queima verttia2 para meter&&s rig$dos 
7.2.4.1 A finalidade desse ensaio 6 determinar a inflamabilidade de materi’ais 
rigidos em forma de chapa que tenham maior resistgncia 2 ignisao e ao espalhameE 
to de pequenos incgndios causados pelo sobreaquecimento acidental de componentes 
eletr&lcos singelos, que OS materiais avaliados pelo ensaio de queima ho r i zon- 
tal descrito em 7i2.3. 0 ensaio 6 executado usando-se uma pequena chama de e& 
sai,o cuja intensldade d de ordem’similar i do risco real. 0 resultado dos en- 
salvos 6 expresso em termos de tempo de queima do corpo de prova depois da exposL 
~50 ‘a chama. 
7.2.4.2 A csmara de ensaio deve ser coma a descrita em 7.2.3.2, Uma csmara adz 
quada para ensalo de quelma vertical consta na Figura 15. 
ve ser marcado corn-a 1 i nha. 
Q nime.r.cr de CQF~QS. de prova deve se.r !O, ou qua 
processo de ensai’o complete (ver 7.2.4.5). 
lquer nGmer0 maior necessirio a0 
7.2.4.4 No condicionamento, urn jogo de 5 corpos 
48 6.. nas, condi:@es estabelectdas em 4.1’. 1 antes 
de prova deve ser conservado por 
do ensaio 48 h a (-23 + 2) OC 
1 
[ e 
(zio. f. ‘21~8 UR i 0 utro jogo de 5 corpos de prova deve ser aquecido corn estufa corn 
cWula$o de ar, durante. I 68 ti a (70 + I)?, a menos que outro .condicionamento 
seja estabeleci.do e., em segui.da, antes do ensa.i.0, resfriado num dessecador corn 
cloreto de ciilci,‘o ani’dro durante 4. 6. at6 a temperatura ambiente5 
7.2.4.5’0 corpo.de prova deve ser suportado corn o seu eixo longitudinal na -,poSi- 
$0 verti:ca,l par uy grampo colocado a 6. mm do seu t6po e preso a urn suporte, de 
modo que a parte i.nferi:or do mesmo fi:que .‘(I0 f l)mm acima da extremi’dade superior 
do tuba de urn bico de Bunsen e aproxlmadamente a 30.D mm acima de uma placa de nia- 
dei~ra coberta corn uma camada. de algodso ci:rfirgi:co. 
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42 WBR 508Q/1983 
7.2.4.3 0 corpo de ,prova deve ser coma especificado em 7.2.3.3, exceto que nao de 
h@tcgs aI,, 0 hi.‘co de Bunsen, longe do corpo de prova,. deve ser ajustado coma des- 
crito em .7.2.2 para dar uma cbama azul de .(:19 + 1)mm de al tura e alinha 
da em bai:xc da extremxdade i‘nferlor do corpo de prova e permanecendo ai 
par ‘IO, s.. Esta deve se.r. depots, removi:da e afastada a uma dtstkcia de, 
pelo men&, 15O- mm, sendo que o tempo de quei.ma em segundos deve ser me 
di:do a parti:r do Tnstante da re.tirada do bico de Bunsen, ate a extinG:o 
da cbama no corpo de prova. 
b.l.Quando cessar .a quei’ma do corpo de prova, o bico de Bunsen deve ser re- 
colocado imediiatamente na sua posc$o orlgi.nal, sob o corpo de prova. 
Depots de IO- s a ch.ama de ensaio deve ser novamente. ret i rada e o tempo 
de quei:ma med i,do.. 
CT. Se. a cbama de ensai:o se apagar durante a sua apl i,ca$o, o b.ico de Bunsen 
deve ser aceso i:med iatamen te e reap 1 i,cado de modo q,ue o tempo tota 1 de 
apl [cas5o seja ai‘nda 10. s. Nso deve haver mai’s de tr&s apl i’ca$es da 
ch:ama de en,sai,o. duran.te qualquer perfodo de 30. s poi.s, de outro modo, o 
materi:al. n:o pode.6 ser julgado por esse mEtodo.’ 
dr.. Se. o corpo de prova gotejar materi.al fundi:do ou em chamas durante cada 
apl ikac;So da c&ma, o b.i;co de Bunsen deve ser incl I’nado a urn %gulo de 
45’- e tamhgm ser ligeiramente afastado de urn dos lados de 13 mm do cor- 
po de prova, durante a apl ica$o da chama, para evi tar que gotas de ma- 
teri,al fundi’do ou em cbamas .catam no bico de Bunsen. 
eL Se o corpo de prova gote$ar mater i,al fundi:do ou em chamas ou for consu- 
: 
mSde durante o e.nsai:o,o b’icc de Bunsen deve se,r seguro corn a:!Go, e a 
dist8nci.a de 1@ mm entre a extremidade i.nferior do corpo de prova e a 
superior do bico deve ser mantida durante a aplicaSao da chama. 
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f) Qualquer escorrimento de -substZincia fundida do material deve ser ignora- 
do e a ch.ama-deve ser apllcada 5, por~$o mai,or do. corpo de p&a. 
g). s‘e .o valor total dos 11s tempos de quei:ma esti’verem dentro dos requisitos 
da espec If i’ca$o, mas OS tempos de queima rndividuais excederem 0s mes- 
mos , urn segundo jogo de ci’nco corpos de prova deve ser ensaiado. 
h)- $e. todws OS req,ui;s,i.tos forem encontrados no:segundo jogp de corpos de 
prova, ele d.eve ser considerado coma satisfatSr$o., 
i.). Se o total do%’ IQ tempos de quei‘ma, para cada jogo de ci:nco corpos de 
pwia, excederem o tempo de especifica$o em Go mais de 5 s, urn novo jo 
go de cinco corpos de prova deve ser ensaiado e, se OS requisitos para o 
tempo total de quei:ma forem ati’ngidos, este pode ser aceito coma satisfa 
t&'?Q.. 
7.2..4’..6 0 relat6ri:o deve men.cionar a espessura de amostra de cada’um dos 10 cor- 
pas de prova e:: 
a) a dura$‘o da quei,ma depoi;s, da primeiira remoc;ao da chama; 
5). a durat$o da queima depwi.s-da segunda remosao da chama; 
c):_ se o cwrpo. de prova quei.mou-se ou ngo at6 o grampo de sustentasao; 
d) s,e o corpo de prova gotejou ou nso particulas em chama que fizeram a 
camada de algwdso ci:rGrgi:co entrar em combus&; 
e):. q,ualquer vari.a$o no procedimento permi tido em 7.,2.4.5. 
7,215'Enscdo de queima vertikal para. matez$ki-Cs flex&eis 
7.2.$;.3'A fioalidade deste. ensai.0 t$ aval i,ar a inflamabi 1 ldade e de.terminar a velo 
ci:dade de. quei‘ma de chapas. fi’nas QCI peliculas de espessuras entre 0.,0.5 mm a 0,4 mm 
q,uando expostas a pequenas chamas de en.sai:o. 0 ensaio s executado usando-se peque 
n.as chamas.de en.s:ai’o cuja i’ntens-i‘dade G de ordem simi’lar a um ince^nd?o iniclal o- 
ca,si:onado.. pelo sobreaqueclmento acldental de um componente eletrijnico singelo. 0 
PesWltado do ensai’o 3 .expresso em termos da extensk consumida do corpo de t?prova 
du ra,n te. o ensa, i Q , em:termos de veloci.dade da queima. Veja tambern 7.2.1. 
7..2~.S..2.’ Corn exce$o do espectf i’cado a segui r , o ensaio deve ser efetuado e rela- 
tado coma descrito na norma IS0 R1326. 
7.2..5..3 Quatro corpos. de prowa devem ser ensai,ados. 
7.2.5.3.1 OS corpos de prova devem ser retirados de uma amostra de material base 
revestido de metal

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