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Divisão Heterokontophyta/ Classe Phaeophyceae
CARACTERÍSTICAS GERAIS 
• Algas pardas, feófitas ou feofíceas • 265 gêneros e 2000 espécies aproximadamente • 88 espécies no Brasil • Somente talos multicelulares • Extensa maioria marinha, em regiões costeiras
MORFOLOGIA DO TALO 
• Filamentoso • Pseudoparenquimatoso • Parenquimatoso
http://www.uenf.br/Uenf/Downloads/LBT_3660_1277303068.pdf
-Sexuada 
• Ciclos de vida 
• Haplodiplonte isomórfico 
• Haplodiplonte heteromórfico 
• Diplonte
-considerações evolutivas
Existem algumas evidências de que as Pyrrophyta sejam um grupo secundariamente fotossintetizante, resultante da simbiose com organismos fotossintetizantes. Dentre estas evidências, destacam-se: 1) Metade das espécies não tem pigmentos. 2) Cloroplastos envoltos por três membranas. 3) Condição binucleada em certos dinoflagelados. Neste caso, um núcleo é eucariótico e o outro mesocariótico. O núcleo eucariótico está associado aos cloroplastos, estando separados do resto da célula por uma membrana. 
-kelps
Laminariales é uma ordem de grandes algas pertencentes à classe Phaeophyceae. Também são denominadas por kelp. Apesar da sua aparência de grandes plantas marinhas, não pertencem ao reino das plantas (Plantae), mas classificam-se no reino Chromalveolata. Conhecem-se perto de 30 géneros.
Estas algas crescem em bosques submarinos (bosques de algas) de águas superficiais e claras, ricas em nutrientes e temperaturas abaixo de 20 °C. Estes bosques oferecem protecção a algumas criaturas marinhas, e alimentos para outras. Destacam-se pela sua alta taxa de crescimento, o género Macrocystis e a espécie Nereocystis luetkeana crescem tão rápido como meio metro por dia, até alcançar 30 a 80 m.[1]
Uso comercial: As algas gigantes podem ser colhidas com facilidade devido à sua grande superfície e ao seu hábito de crescimento em águas profundas. A cinza das algas marinhas é rica em iodo. Em grandes quantidades, as cinzas podem utilizar-se na produção de sabão e vidro. Até à comercialização do processo Leblanc nos começos do século XIX, a queima de algas na Escócia foi uma das principais fontes de cinzas de soda (principalmente carbonato sódico).[3] Também se usa frequentemente como fertilizante.
A algina, um Carbohidrato obtido de algas marinhas, usa-se para espessar produtos tais como gelados, marmeladas, molhos, cremes e pasta de dentes.
Várias espécies do pacífico (kombu, Saccharina japonica e outras) constituem um ingrediente muito importante na cozinha japonesa. O kombu usa-se para dar sabor a caldos e refogados (especialmente dashi), adornos comestíveis (tororo kombu) no arroz e outros pratos, como salada e como ingrediente principal em aperitivos (tais como tsukudani).

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