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UNIDADE II Biofísica Aplicada às Ciências Biomédicas Prof. Dr. Marcio Alves Membrana celular: a grande barreira Transporte entre membranas biológicas Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Fluido extracelular Proteína integral Carboidrato Citoplasma Fluido intracelular Proteína integral Proteína periférica Bicamada lipídica Difusão. A Segunda Lei da Termodinâmica postula que alguma coisa flui de um ponto onde há excesso para um ponto onde há escassez. De onde tem mais para onde tem menos. Transporte entre membranas biológicas Fonte: Aires; Fisiologia, 3e. Situação final Visão de um campo de microscópio, em fundo escuro, mostrando o movimento browniano de partículas de fumaça Transporte entre membranas biológicas Fonte: Aires; Fisiologia, 3e. Difusão de moléculas de açúcar e da água pura saindo do ponto inicial (A), passando por um estado intermediário (B) até finalmente entrar em equilíbrio (C). As moléculas de açúcar em movimento (movimento browniano) começarão a se chocar umas com as outras provocando o “espalhamento”, ou seja, a difusão das moléculas de açúcar do lado da membrana que tem mais açúcar para o lado que tem menos açúcar, até que o número de moléculas de açúcar atinja o equilíbrio e seja igual dos dois lados da membrana. Transporte entre membranas biológicas Fonte: Okumo, Caldas e Cecil; Física para Ciências Biológicas e Biomédicas, 1e. Equilíbrio Solução de açúcar H2O A B C 1 1 12 2 2 Alguns fatores interferem na velocidade com que a difusão ocorre. Os principais são: Número: quanto maior o número de partículas, maior a concentração; e quanto maior o gradiente de concentração, mais rápida a difusão. Volume: partículas menores se difundem mais rapidamente. Forma: partículas cilíndricas se difundem mais rapidamente que as esféricas. Temperatura: quanto maior a temperatura, maior a difusão, porque as moléculas possuem maior energia cinética (movimento). Transporte entre membranas biológicas Difusão simples através da dupla camada de fosfolipídios e de canais formados por proteínas que atravessam a membrana celular. Transporte entre membranas biológicas Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Difusão simples Canal proteico Mecanismo postulado para difusão facilitada. Substância se liga a uma proteína transportadora que facilita o acesso da substância de um lado a outro da membrana celular, sem gasto de energia. Transporte entre membranas biológicas Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Molécula transportada Local de ligação Proteína transportadora alteração estrutural e Liberação da ligação Na difusão simples, a velocidade da difusão é diretamente proporcional à diferença de concentração da substância entre os lados da membrana. Na difusão facilitada, a velocidade de difusão depende da capacidade da proteína carregadora. Transporte entre membranas biológicas Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Concentração da substância V e lo c id a d e d a d if u s ã o Vmax Difusão simples Difusão facilitada Processo de osmose, no qual ocorre a difusão de água em direção ao lado da membrana (impermeável ao NaCl) que tem menos moléculas de água. Transporte entre membranas biológicas Fonte: Guyton; Fisiologia Humana, 6e. Solução NaCl Água Osmose A osmose ocorrerá sempre da solução hipotônica (menor tonicidade) em direção à solução hipertônica (maior tonicidade). Células, quando colocadas em solução isotônica, não perdem nem ganham volume, pois a osmose não ocorre. Já células colocadas em solução hipertônica irão murchar, enquanto células colocadas em solução hipotônica irão inchar. Transporte entre membranas biológicas Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. A B C D Transporte ativo através das membranas. Vias de transporte através da membrana celular e seus mecanismos básicos de transporte: Transporte entre membranas biológicas Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Proteína canal Proteínas transportadoras Difusão simples Difusão facilitada Energia Difusão Transporte ativo Mecanismo postulado para a bomba de sódio-potássio através da membrana celular, mostrando o acoplamento do transporte desses dois íons e o consumo de energia. ADP, difosfato de adenosina; ATP, trifosfato de adenosina; Pi, íon fosfato. Transporte entre membranas biológicas Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Exterior Interior 3Na+ 2K+ ATPase ADP + Pi 3Na+ 2K+ A difusão parte do princípio que em algum momento temos algo concentrado em um determinado ponto, ou seja temos que ter uma diferença de concentração. Assinale a alternativa correta: a) A difusão sempre ocorre contra o gradiente de concentração química. b) O processo de difusão sempre gasta energia (ATP) e por isso é um tipo de transporte passivo. c) Quanto maior o número de partículas, maior a concentração e quanto maior o gradiente de concentração, mais rápida é a difusão. d) A difusão sempre acontece de onde tem menos, para onde tem mais. e) Quanto menor a temperatura, maior a difusão, porque as moléculas possuem maior energia cinética (movimento). Interatividade A difusão parte do princípio que em algum momento temos algo concentrado em um determinado ponto, ou seja temos que ter uma diferença de concentração. Assinale a alternativa correta: a) A difusão sempre ocorre contra o gradiente de concentração química. b) O processo de difusão sempre gasta energia (ATP) e por isso é um tipo de transporte passivo. c) Quanto maior o número de partículas, maior a concentração e quanto maior o gradiente de concentração, mais rápida é a difusão. d) A difusão sempre acontece de onde tem menos, para onde tem mais. e) Quanto menor a temperatura, maior a difusão, porque as moléculas possuem maior energia cinética (movimento). Resposta Características funcionais da bomba de Na+ -K+ (transporte ativo) e os canais de “extravasamento” de K+ -Na+ (transporte passivo). ADP, difosfato de adenosina; ATP, trifosfato de adenosina. Fenômenos elétricos nas células Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Exterior3Na+ 2K+ ATP Bomba de Na+ -K+ Na+ Na+ Na+ K+ K+ K+ ADP Canais de “extravasamento” K+ -Na+ Em A, o estabelecimento do potencial de “difusão” através da membrana da fibra nervosa, causado pela difusão dos íons potássio de dentro da célula para fora, através da membrana que é seletivamente permeável somente ao potássio. Em B, o estabelecimento de “potencial de difusão” quando a membrana da fibra nervosa só é permeável aos íons sódio. Fenômenos elétricos nas células Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. K+K+ Na+Na+ (Ânions)-(Ânions)- (Ânions)-(Ânions)- Fibra nervosa Fibra nervosa Potencial de difusão (-94 mV)- (+61 mV)- A B Estrutura de um neurônio Fenômenos elétricos nas células Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Dendritos Encéfalo Corpo celular Axônio Sinapses Medula espinhal Neurônios de segunda ordem Anatomia funcional da sinapse, mostrando as vesículas com substâncias neurotransmissoras que são liberadas na fenda sináptica com a chegada do impulso nervoso nessa região da fibra nervosa. Fenômenos elétricos nas células Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Vesículas transmissoras Mitocôndria Proteínas receptorasFenda sináptica (200-300 angstroms) Terminal pré-sináptico Corpo celular do neurônio A fibra nervosa motora é formada de duas partes: uma camada externa isolante chamada de bainha de Schwann ou bainha de mielina, que se estende por todo o axônio, como uma capa isolante que vem desde a medula espinhal até as terminações nervosas finais. Fenômenos elétricos nas células Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Axônio Bainhade mielina Citoplasma da célula de Schwann Núcleos das células de Schwann Nodo de Ranvier Axônios amielinizados Núcleo da célula de Schann Citoplasma da célula de Schwann A B Potenciais de membrana. Diferenças nos gradientes de concentração dos íons sódio e potássio na membrana da célula nervosa. No estado de repouso, a membrana é permeável somente aos íons potássio. Fenômenos elétricos nas células Fonte: Guyton; Fisiologia Humana, 6e. Na+ 142 mEq K+ 4 mEq 14 mEq 140 mEq - (90) mv. Potencial de ação e impulso nervoso. Propagação da onda de despolarização após o início do potencial de ação. Fenômenos elétricos nas células Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. A B C D Registro gráfico de um potencial de ação, mostrando as três etapas: repouso, despolarização e repolarização. Fenômenos elétricos nas células Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Eletrodo de prata – cloreto de prata +35 0 -90 M ili v o lt s Repouso Ultrapassagem Quando o impulso nervoso chega à junção neuromuscular, acontece a liberação do neurotransmissor acetilcolina pela fibra nervosa no espaço entre a fibra nervosa e a fibra muscular, chamado de fendas subneurais. A junção neuromuscular – a placa motora. Fenômenos elétricos nas células Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Vesículas sinápticas Terminal axonal na goteira sináptica Axônio Bainha de mielina Ramos do terminal nervoso Célula teloglial Miofibrilas Núcleos da célula muscular A B C Fendas subneurais (A) canal colinérgico fechado. (B) ligação da acetilcolina (Ach) ao canal desencadeando uma alteração conformacional, que provoca a abertura do canal. Fenômenos elétricos nas células Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. A B Na+ Ach O potencial de repouso é decorrente das diferenças das concentrações iônicas entre o lado interno e externo da célula. Assinale a alternativa correta: a) A concentração dos íons sódio é muito maior dentro da célula do que fora. b) A membrana das células nervosas é quase impermeável aos íons sódio, mas é muito permeável aos íons potássio. c) A cada saída de íons potássio, o interior da célula vai ficando muito positivo. d) Os íons sódio tendem a sair na célula por difusão através de canais de extravasamento. e) No interior das células existem grandes quantidades de proteínas com cargas positivas, que não são capazes de atravessar a membrana celular. Interatividade O potencial de repouso é decorrente das diferenças das concentrações iônicas entre o lado interno e externo da célula. Assinale a alternativa correta: a) A concentração dos íons sódio é muito maior dentro da célula do que fora. b) A membrana das células nervosas é quase impermeável aos íons sódio, mas é muito permeável aos íons potássio. c) A cada saída de íons potássio, o interior da célula vai ficando muito positivo. d) Os íons sódio tendem a sair na célula por difusão através de canais de extravasamento. e) No interior das células existem grandes quantidades de proteínas com cargas positivas, que não são capazes de atravessar a membrana celular. Resposta Eletrocardiograma normal, mostrando o registro da passagem do impulso nervoso através do músculo cardíaco (miocárdio). Eletrocardiograma Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Tempo (s) M ili v o lt s Átrios Ventrículos Onda P: é causada pela voltagem produzida pela passagem do impulso pelos átrios. Ondas Q, R e S: são causadas pela passagem do impulso pelos ventrículos. Onda T: é produzida pelo retorno do potencial de membrana das fibras musculares ventriculares ao seu valor normal de repouso, ao término da contração. Interpretação do eletrocardiograma normal Modelo do registro da onda de despolarização (em A e B) e da onda de repolarização (em C e D) durante a passagem do potencial de ação através de uma fibra muscular do coração. Eletrocardiograma Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Onda de despolarização Onde da repolarização 0,30 segundo A B C D Fluxo da corrente elétrica que flui pelo tórax ao redor dos ventrículos durante sua despolarização e o seu registro através de eletrodos posicionados sobre a pele (A e B). Eletrocardiograma Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Comparação entre um eletrocardiograma normal com outros que expressam vários tipos de anomalias, mostrando que várias anormalidades na função cardíaca podem ser detectadas por meio do eletrocardiograma. Eletrocardiograma Fonte: Guyton; Fisiologia Humana, 6e. Eletrocardiograma normal Segmento S -T deprimido devido à lesão do músculo cardíaco Batimento prematuro devido a um foco irritável no coração Em A, bloqueio do impulso por focos de musculatura refratária, causando fibrilação. Em B, propagação contínua de impulsos fibrilatórios no ventrículo em fibrilação. Eletrocardiograma Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Impulso bloqueado Ponto de estimulação Impulsos se dividindo A B Quando uma corrente elétrica de alta voltagem é aplicada através do tórax por meio de dois eletrodos colocados em dois lados do coração por uma fração de segundos, pode fazer a fibrilação parar, por jogar todo o músculo cardíaco no período refratário ao mesmo tempo. Desfibrilação dos ventrículos por eletrochoque Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Eletrodo Cabo para aplicação da pressão Vários milhares de volts por alguns milissegundos Mecanorreceptores: detectam compressão mecânica ou estiramento (estirar = esticar) nos tecidos próximos ao receptor. Termorreceptores: detectam variações de temperatura; alguns detectam frio, outros detectam calor. Nociceptores: são os receptores de dor; detectam danos aos tecidos, sejam eles danos físicos ou químicos. Receptores eletromagnéticos: detectam radiações eletromagnéticas (luz) que incidem na retina dos olhos. Quimiorreceptores: responsáveis pela detecção do gosto na boca, do cheiro no nariz, do nível do gás oxigênio no sangue, da osmolaridade dos líquidos do corpo e outras tantas alterações químicas no corpo. Receptores sensoriais Esquematização dos vários tipos de receptores sensoriais, que transformam os estímulos sensoriais em sinais neurais, para que eles possam ser percebidos pelo cérebro. Receptores sensoriais Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Receptor tátil do folículo piloso Receptor com terminação expandida Terminações nervosas livres Corpúsculo de Krause Corpúsculo de Meissner Corpúsculo de Pacini Quando ocorre uma compressão nas proximidades desse receptor, a ponta da fibra nervosa em seu interior muda de curvatura ou é estirada (estica), o que faz aumentar momentaneamente a permeabilidade da membrana dessa fibra, permitindo a entrada de íons sódio, causando um fluxo de cargas positivas que irá gerar o potencial gerador, o qual irá causar uma série de potenciais de ação. Excitação dos receptores sensoriais Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Potencial de açãoPotencial receptor Área deformada Nó de Ranvier Grau de adaptação de diferentes tipos de receptores sensoriais, mostrando que alguns se adaptam rapidamente, enquanto outros se adaptam muito lentamente. Adaptação dos receptores Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Segundos Im p u ls o s p o r s e g u n d o Receptores da cápsula articular Fuso muscular Receptor do folículo piloso Corpúsculo de Pacini A perda da sensação captada por um receptor durante a estimulação prolongada é conhecida como: a) Retração b) Adaptação c) Regeneração d) Reflexo e) Sensação Interatividade A perda da sensação captada por um receptor durante a estimulação prolongada é conhecida como: a) Retração b)Adaptação c) Regeneração d) Reflexo e) Sensação Resposta Os nossos olhos funcionam de uma maneira parecida a uma câmera fotográfica. Existe um sistema de lentes formado pela córnea e pelo cristalino e um sensor, que é a retina. O olho como uma câmera fotográfica Fonte: Aires; Fisiologia, 3e. Retina Fóvea Nervo óptico EscleraHumor vítreo Músculo ciliar Humor aquoso Córnea Luz Cristalino Íris Mecanismo de acomodação do cristalino. Em A, cristalino tensionado pelos ligamentos suspensores focando um objeto distante. Em B, músculo ciliar contraído aliviando a tensão sobre o cristalino, que fica mais ovalizado, aumentando a força da lente para a focalização de um objeto próximo. O sistema de lentes do olho Fonte: Okumo, Caldas e Chow; Física Para Ciências Biológicas e Médicas, 1e. Objeto próximoObjeto distante Músculo contraído Cristalino engrossado Músculo descontraído Cristalino descontraído A B Mecanismo tensor do cristalino, que faz essa lente mudar de espessura, variando dessa forma a sua dioptria para que o olho seja capaz de ajustar o foco de acordo com a distância do objeto que está sendo focalizado. Mecanismo de acomodação Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Córnea Fibras meridionais Esclera Ligamentos suspensores Fibras circulares Junção esclerocorneana Coroide Na parte superior da figura, lente esférica convexa, a qual diverge os raios luminosos, deslocando o foco da imagem para cima da retina para a correção da miopia. Logo abaixo, uma lente esférica côncava, a qual converge os raios luminosos para que sejam focalizados em cima da retina, corrigindo a hipermetropia. Erros de refração Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Astigmatismo: é um erro de refração que acontece por uma imperfeição na curvatura da córnea, que resulta em um sistema de lentes ovoide (em forma de ovo) em vez de esférico. A curvatura da lente do olho astigmático é diferente em um plano em relação ao outro. Fonte: Okumo, Caldas e Chow; Física Para Ciências Biológicas e Médicas, 1e. Córnea irregular A retina é a camada com terminações nervosas do olho que é encarregada de traduzir a energia luminosa focada pelo sistema de lentes sobre ela em impulsos nervosos que são transmitidos ao cérebro, que processa essa informação gerando a sensação visual. A função da retina Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Camada pigmentada Camada nuclear externa Camada plexiforme externa Camada nuclear interna Camada plexiforme interna Camada de células ganglionares Estrato óptico Membrana limitante interna Direção da luz Proximal Célula ganglionar Para o nervo óptico Célula bipolar Célula amácrima Distral Bastonete Cone Cone Célula amácrima Célula bipolar Célula horizontal Via lateral Via vertical Esquema da organização anatômica do ouvido, mostrando o ouvido externo, médio e interno. O ouvido humano Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Rampa timpânica Rampa vestibular Nervo coclear Gânglio espiral Cóclea Janela redonda Janela oval Membrana timpânica Canal auditivo Martelo Estribo Bigorna Diagrama funcional da cóclea, mostrando o movimento do líquido em seu interior, quando a vibração é transferida pelo estribo. O ouvido humano Fonte: Guyton; Fisiologia Humana, 6e. Estribo Janela oval Janela redonda Escala timpânica Escala vestibular e escala média Membrana basilar Helicotrema O movimento das células altera a permeabilidade da membrana dessas células aos íons sódio, que entram nas células e alteram o potencial da membrana, disparando um potencial de ação. O ouvido humano Fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica, 11e. Fibra basiliar Gânglio espiral Nervo coclear Células ciliadas externas Membrana tectorial Células ciliadas internas Qual é o tipo de lente indicado para a correção da hipermetropia? Assinale a alternativa correta: a) Lente convexa. b) Lente cilíndrica. c) Lente ameotropica. d) Lente côncava. e) Lente plurifocal. Interatividade Qual é o tipo de lente indicado para a correção da hipermetropia? Assinale a alternativa correta: a) Lente convexa. b) Lente cilíndrica. c) Lente ameotropica. d) Lente côncava. e) Lente plurifocal. Resposta ATÉ A PRÓXIMA!