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Iluminismo - Propriedade Privada

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Iluminismo - Propriedade Privada

"A propriedade privada é um direito natural, sagrado, inalienável e inviolável."

"A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão teria grande repercussão no mundo inteiro. 'Este documento é um manifesto contra a sociedade hierárquica de privilégios nobres, mas não um manifesto a favor de uma sociedade democrática e igualitária. Os homens nascem e vivem livres e iguais perante a lei, dizia seu primeiro artigo; mas também prevê a existência de distinções sociais, ainda que somente no terreno da utilidade comum'..."

"Cada homem tem uma propriedade em sua própria pessoa. A esta ninguém tem direito algum além dele mesmo. O trabalho de seu corpo e a obra de suas mãos, pode-se dizer, são propriamente dele. Qualquer coisa que ele então retire do estado com que a natureza a proveu e deixou, mistura-a ele com o seu trabalho e lhe junta algo que é seu, transformando-a em sua propriedade." (Locke, John. Dois tratados sobre o governo. Martins Fontes, São Paulo, 1998, p. 409.). Locke defendia o direito de propriedade como se tratando ser natural das pessoas.

As propostas iluministas correspondiam a liberdade, progresso e o homem. O movimento tinha como objetivo amenizar as desigualdades sociais e assegurar os direitos naturais do indivíduo, como a liberdade, a propriedade, a vida e a defesa.