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História Economia Cafeeira Lista de Exercícios do PA

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Questões resolvidas

Após a Revolução Praieira de 1848 em Pernambuco, o reinado de D. Pedro II foi marcado por uma paz que se prolongou por algumas décadas.
Todas as alternativas apresentam afirmacoes corretas sobre o Segundo Império no Brasil, exceto:
a) a Conciliação, ao amenizar as lutas partidárias, funcionou como fator importante na contenção da idéia republicana.
b) D. Pedro II impôs-se como imperador não tanto por sua seriedade e moral impecáveis, mas pelo fato de a elite latifundiária e escravista considerar a monarquia como poderoso fator de estabilidade.
c) o Brasil permaneceu isolado do resto da América, não só na forma de governo, mas também economicamente, ao desprezar os países latino-americanos e permanecer voltado para o Atlântico.
d) o crescimento da produção cafeeira e a Era Mauá dinamizaram a economia nacional, a qual criou bases internas sólidas e deixou de depender do mercado externo.
e) o fortalecimento do governo central garantiu a repressão às idéias republicanas da esquerda liberal no período das Regências.

Observe os dados da tabela:
Os fatores que favoreceram a situação apresentada na tabela foram:
a) a abolição do tráfico negreiro e a doação de minifúndios com a Lei de Terras.
b) a crise do escravismo e a expansão da lavoura cafeeira no Sudeste.
c) o apogeu do extrativismo da borracha na Amazônia e o fim da escravidão.
d) a consolidação da industrialização brasileira e problemas na Europa.
e) a necessidade de ocupar regiões no Sudeste e o sucesso do sistema de parceria.

Considere as seguintes afirmações.
I. A atividade mineradora exigiu, durante o século XVIII em Minas, grande quantidade de trabalhadores escravos. Com a expansão cafeeira, no início do século XIX, o excedente de mão-de-obra deixado pela decadente economia mineira pôde suplementar a carência de braços na lavoura.
II. Além de seu valor como mão-de-obra e como mercadoria, o escravo representava para seus senhores, nos séculos coloniais, a oportunidade de distinção social e autoridade política, segundo a mentalidade senhorial da época.
III. A desagregação do sistema escravista em escala mundial, no século XIX, ocasionou, no Brasil, por um lado, o aumento da pressão da diplomacia britânica pela cessação do tráfico, e, por outro, a difusão interna de ideais abolicionistas e republicanos.
a) se apenas I é correta.
b) se apenas II é correta.
c) se apenas III é correta.
d) se apenas I e II são corretas.
e) se I, II e III são corretas.

No que diz respeito à abolição da escravatura, o Brasil passou por um lento processo de mudanças que culminou com a Lei Áurea, em 1888.
Acerca desse processo, assinale a alternativa incorreta:
a) A Lei do Ventre Livre, defendida majoritariamente por deputados das principais províncias cafeeiras, proporcionava a liberdade somente aos filhos dos escravos nascidos no Brasil.
b) O movimento abolicionista cresceu nas zonas urbanas como também as pressões escravas, através de fugas e rebeliões.
c) A Lei dos Sexagenários, que concedeu liberdade aos escravos com mais de 60 anos, teve alcance pouco significativo, podendo ser avaliada como uma concessão para frear o movimento abolicionista.
d) a Lei Eusébio de Queirós, que extinguiu o tráfico negreiro, resultou, sobretudo, das pressões inglesas, da necessidade de expansão dos mercados consumidores e da preocupação com a defesa dos direitos humanos.

Antes de se tornar um importante produto para a economia mundial, o café enfrentou problemas de ordem cultural.
Portanto, em relação a este aspecto, é correto dizer que:
a) Inicialmente, o café era visto como um estimulante pecaminoso pela população europeia. O fato de essa bebida ter sido originada no continente africano contribuiu para a permanência desse paradigma até meados do século XVI.
b) O café não era bem aceito pela sociedade europeia pelo alto custo de seu consumo e pela falta de mão de obra na plantação dos cafezais no continente africano.
c) Uma das hipóteses levantadas foi de que o café era visto como uma bebida ingerida somente pelos deuses gregos e que um ser humano comum não poderia consumi-lo.
d) O preconceito contra a região em que o café foi originado contribuiu para que os europeus não ingerissem essa bebida. Porém, o principal bloqueio em relação a essa bebida no mercado europeu foi a resistência da mão de obra escrava para trabalhar nos cafezais na Europa.

Em relação à chegada do café no Brasil é correto dizer que:
a. A plantação cafeeira no Brasil somente cresceu após a criação do Convênio de Taubaté no século XVIII, que priorizou investimentos públicos nos cafezais para alavancar a venda do produto no mercado nacional.
b. O café chegou somente no século XIX no Brasil e teve bastante dificuldade de ganhar o gosto popular. No século posterior, o café tornou-se um produto importante para a economia, mas não representou grandes lucros para o Estado brasileiro.
c. A chegada do café no Brasil trouxe poucas mudanças para a economia nacional, uma vez que a produção cafeeira foi produzida visando ao mercado interno que era mais rentável do que o comércio no mercado internacional.
d. O café chegou ao Brasil no século XVIII, quando a esposa do governador da Guiana Francesa presentou o Sargento paraense Francisco de Mello Palheta com uma muda de café, que posteriormente foi ganhando o gosto da população brasileira.

Em relação ao Segundo Reinado e à economia cafeeira, é incorreto afirmar que:
a) o cultivo do café tornou-se o estabilizador da economia do império, reforçando o sistema de dominação dos senhores rurais.
b) a decretação do Bill Aberdeen ampliou o mercado consumidor de café no Oeste Paulista e região do Vale do Paraíba, consolidando o escravismo.
c) de 1830 a 1880, quase toda a energia econômica voltou-se para o cultivo do café, que se expandia consideravelmente.
d) as estradas de ferro foram aparecendo em decorrência do aumento das regiões cultivadas e da necessidade de solucionar a questão dos transportes.
e) a solução para a falta de mão de obra cafeeira após 1850 apoiou-se no incentivo à imigração, cujas primeiras iniciativas estavam ligadas à firma Vergueiro&Cia.

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Questões resolvidas

Após a Revolução Praieira de 1848 em Pernambuco, o reinado de D. Pedro II foi marcado por uma paz que se prolongou por algumas décadas.
Todas as alternativas apresentam afirmacoes corretas sobre o Segundo Império no Brasil, exceto:
a) a Conciliação, ao amenizar as lutas partidárias, funcionou como fator importante na contenção da idéia republicana.
b) D. Pedro II impôs-se como imperador não tanto por sua seriedade e moral impecáveis, mas pelo fato de a elite latifundiária e escravista considerar a monarquia como poderoso fator de estabilidade.
c) o Brasil permaneceu isolado do resto da América, não só na forma de governo, mas também economicamente, ao desprezar os países latino-americanos e permanecer voltado para o Atlântico.
d) o crescimento da produção cafeeira e a Era Mauá dinamizaram a economia nacional, a qual criou bases internas sólidas e deixou de depender do mercado externo.
e) o fortalecimento do governo central garantiu a repressão às idéias republicanas da esquerda liberal no período das Regências.

Observe os dados da tabela:
Os fatores que favoreceram a situação apresentada na tabela foram:
a) a abolição do tráfico negreiro e a doação de minifúndios com a Lei de Terras.
b) a crise do escravismo e a expansão da lavoura cafeeira no Sudeste.
c) o apogeu do extrativismo da borracha na Amazônia e o fim da escravidão.
d) a consolidação da industrialização brasileira e problemas na Europa.
e) a necessidade de ocupar regiões no Sudeste e o sucesso do sistema de parceria.

Considere as seguintes afirmações.
I. A atividade mineradora exigiu, durante o século XVIII em Minas, grande quantidade de trabalhadores escravos. Com a expansão cafeeira, no início do século XIX, o excedente de mão-de-obra deixado pela decadente economia mineira pôde suplementar a carência de braços na lavoura.
II. Além de seu valor como mão-de-obra e como mercadoria, o escravo representava para seus senhores, nos séculos coloniais, a oportunidade de distinção social e autoridade política, segundo a mentalidade senhorial da época.
III. A desagregação do sistema escravista em escala mundial, no século XIX, ocasionou, no Brasil, por um lado, o aumento da pressão da diplomacia britânica pela cessação do tráfico, e, por outro, a difusão interna de ideais abolicionistas e republicanos.
a) se apenas I é correta.
b) se apenas II é correta.
c) se apenas III é correta.
d) se apenas I e II são corretas.
e) se I, II e III são corretas.

No que diz respeito à abolição da escravatura, o Brasil passou por um lento processo de mudanças que culminou com a Lei Áurea, em 1888.
Acerca desse processo, assinale a alternativa incorreta:
a) A Lei do Ventre Livre, defendida majoritariamente por deputados das principais províncias cafeeiras, proporcionava a liberdade somente aos filhos dos escravos nascidos no Brasil.
b) O movimento abolicionista cresceu nas zonas urbanas como também as pressões escravas, através de fugas e rebeliões.
c) A Lei dos Sexagenários, que concedeu liberdade aos escravos com mais de 60 anos, teve alcance pouco significativo, podendo ser avaliada como uma concessão para frear o movimento abolicionista.
d) a Lei Eusébio de Queirós, que extinguiu o tráfico negreiro, resultou, sobretudo, das pressões inglesas, da necessidade de expansão dos mercados consumidores e da preocupação com a defesa dos direitos humanos.

Antes de se tornar um importante produto para a economia mundial, o café enfrentou problemas de ordem cultural.
Portanto, em relação a este aspecto, é correto dizer que:
a) Inicialmente, o café era visto como um estimulante pecaminoso pela população europeia. O fato de essa bebida ter sido originada no continente africano contribuiu para a permanência desse paradigma até meados do século XVI.
b) O café não era bem aceito pela sociedade europeia pelo alto custo de seu consumo e pela falta de mão de obra na plantação dos cafezais no continente africano.
c) Uma das hipóteses levantadas foi de que o café era visto como uma bebida ingerida somente pelos deuses gregos e que um ser humano comum não poderia consumi-lo.
d) O preconceito contra a região em que o café foi originado contribuiu para que os europeus não ingerissem essa bebida. Porém, o principal bloqueio em relação a essa bebida no mercado europeu foi a resistência da mão de obra escrava para trabalhar nos cafezais na Europa.

Em relação à chegada do café no Brasil é correto dizer que:
a. A plantação cafeeira no Brasil somente cresceu após a criação do Convênio de Taubaté no século XVIII, que priorizou investimentos públicos nos cafezais para alavancar a venda do produto no mercado nacional.
b. O café chegou somente no século XIX no Brasil e teve bastante dificuldade de ganhar o gosto popular. No século posterior, o café tornou-se um produto importante para a economia, mas não representou grandes lucros para o Estado brasileiro.
c. A chegada do café no Brasil trouxe poucas mudanças para a economia nacional, uma vez que a produção cafeeira foi produzida visando ao mercado interno que era mais rentável do que o comércio no mercado internacional.
d. O café chegou ao Brasil no século XVIII, quando a esposa do governador da Guiana Francesa presentou o Sargento paraense Francisco de Mello Palheta com uma muda de café, que posteriormente foi ganhando o gosto da população brasileira.

Em relação ao Segundo Reinado e à economia cafeeira, é incorreto afirmar que:
a) o cultivo do café tornou-se o estabilizador da economia do império, reforçando o sistema de dominação dos senhores rurais.
b) a decretação do Bill Aberdeen ampliou o mercado consumidor de café no Oeste Paulista e região do Vale do Paraíba, consolidando o escravismo.
c) de 1830 a 1880, quase toda a energia econômica voltou-se para o cultivo do café, que se expandia consideravelmente.
d) as estradas de ferro foram aparecendo em decorrência do aumento das regiões cultivadas e da necessidade de solucionar a questão dos transportes.
e) a solução para a falta de mão de obra cafeeira após 1850 apoiou-se no incentivo à imigração, cujas primeiras iniciativas estavam ligadas à firma Vergueiro&Cia.

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Lista de Exercícios 
Matéria – História 
Assunto – Economia cafeeira 
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01. UFMG Após a Revolução Praieira 
de 1848 em Pernambuco, o reinado de 
D. Pedro II foi marcado por uma paz 
que se prolongou por algumas décadas. 
Todas as alternativas apresentam 
afirmações corretas sobre o Segundo 
Império no Brasil, exceto: 
a) a Conciliação, ao amenizar as lutas 
partidárias, funcionou como fator 
importante na contenção da idéia 
republicana. 
b) D. Pedro II impôs-se como 
imperador não tanto por sua seriedade e 
moral impecáveis, mas pelo fato de a 
elite latifundiária e escravista considerar 
a monarquia como poderoso fator de 
estabilidade. 
c) o Brasil permaneceu isolado do resto 
da América, não só na forma de 
governo, mas também economicamente, 
ao desprezar os países latino-ameri-
canos e permanecer voltado para o 
Atlântico. 
d) o crescimento da produção cafeeira e 
a Era Mauá dinamizaram a economia 
nacional, a qual criou bases internas 
sólidas e deixou de depender do 
mercado externo. 
e) o fortalecimento do governo central 
garantiu a repressão às idéias 
republicanas da esquerda liberal no 
período das Regências. 
 02. UFTM-MG Observe os dados da 
tabela: 
 
Os fatores que favoreceram a situação 
apresentada na tabela foram: 
a) a abolição do tráfico negreiro e a 
doação de minifúndios com a Lei de 
Terras. 
b) a crise do escravismo e a expansão da 
lavoura cafeeira no Sudeste. 
c) o apogeu do extrativismo da borracha 
na Amazônia e o fim da escravidão. 
d) a consolidação da industrialização 
brasileira e problemas na Europa. 
e) a necessidade de ocupar regiões no 
Sudeste e o sucesso do sistema de 
parceria. 
03. Mackenzie-SP Considere as 
seguintes afirmações. 
I. A atividade mineradora exigiu, 
durante o século XVIII em Minas, 
https://exerciciosweb.com.br/wp-content/uploads/2017/09/cafeeira-periodo-historia.jpg
 
 
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Assunto – Economia cafeeira 
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grande quantidade de trabalha-
dores escravos. Com a expansão 
cafeeira, no início do século XIX, o 
excedente de mão-de-obra deixado pela 
decadente economia mineira pôde 
suplementar a carência de braços na 
lavoura. 
II. Além de seu valor como mão-de-
obra e como mercadoria, o escravo 
representava para seus senhores, nos 
séculos coloniais, a oportunidade de 
distinção social e autoridade política, 
segundo a mentalidade senhorial da 
época. 
III. A desagregação do sistema 
escravista em escala mundial, no século 
XIX, ocasionou, no Brasil, por um lado, 
o aumento da pressão da diplomacia 
britânica pela cessação do tráfico, e, por 
outro, a difusão interna de ideais 
abolicionistas e republicanos. 
Assinale: 
a) se apenas I é correta. 
b) se apenas II é correta. 
c) se apenas III é correta. 
d) se apenas I e II são corretas. 
e) se I, II e III são corretas. 
04. UFJF-MG No que diz respeito à 
abolição da escravatura, o Brasil passou 
por um lento processo de mudanças que 
culminou com a Lei Áurea, em 1888. 
Acerca desse processo, assinale a 
alternativa incorreta: 
a) A Lei do Ventre Livre, defend ida 
majoritariamente por deputados das 
principais províncias cafeeiras, 
proporcionava a liberdade somente aos 
filhos dos escravos nascidos no Brasil. 
b) O movimento abolicionista cresceu 
nas zonas urbanas como também as 
pressões escravas, através de fugas e 
rebeliões. 
c) A Lei dos Sexagenários, que 
concedeu liberdade aos escravos com 
mais de 60 anos, teve alcance pouco 
significativo, podendo ser avaliada 
como uma concessão para frear o 
movimento abolicionista. 
d) a Lei Eusébio de Qu eirós, que 
extinguiu o tráfico negreiro, resultou, 
sobretudo, das pressões inglesas, da 
necessidade de expansão dos mercados 
consumidores e da preocupação com a 
defesa dos direitos humanos. 
05. (UNESP) A expansão da economia 
do café para o Oeste Paulista, na 
segunda metade do século XIX, e a 
grande imigração para a lavoura de café 
trouxeram modificações na história do 
Brasil, como: 
a. o fortalecimento da economia de 
subsistência e a manutenção da 
escravidão. 
http://escravos.com/
 
 
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b. a diversificação econômica e o 
avanço do processo de urbanização. 
c. a divisão dos latifúndios no Vale do 
Paraíba e a crise da economia paulista. 
d. o fim da república oligárquica e o 
crescimento do movimento camponês. 
e. a adoção do sufrágio universal nas 
eleições federais e a centralização do 
poder. 
6- Antes de se tornar um importante 
produto para a economia mundial, o 
café enfrentou problemas de ordem 
cultural. Portanto, em relação a este 
aspecto, é correto dizer que: 
a) Inicialmente, o café era visto como 
um estimulante pecaminoso pela 
população europeia. O fato de essa 
bebida ter sido originada no continente 
africano contribuiu para a permanência 
desse paradigma até meados do século 
XVI. 
b) O café não era bem aceito pela 
sociedade europeia pelo alto custo de 
seu consumo e pela falta de mão de obra 
na plantação dos cafezais no continente 
africano. 
c) Uma das hipóteses levantadas foi de 
que o café era visto como uma bebida 
ingerida somente pelos deuses gregos e 
que um ser humano comum não poderia 
consumi-lo. 
d) O preconceito contra a região em que 
o café foi originado contribuiu para que 
os europeus não ingerissem essa bebida. 
Porém, o principal bloqueio em relação 
a essa bebida no mercado europeu foi a 
resistência da mão de obra escrava para 
trabalhar nos cafezais na Europa. 
7- Em relação à chegada do café no 
Brasil é correto dizer que: 
a) O café chegou somente no século 
XIX no Brasil e teve bastante 
dificuldade de ganhar o gosto popular. 
No século posterior, o café tornou-se 
um produto importante para a 
economia, mas não representou grandes 
lucros para o Estado brasileiro. 
b) O café chegou ao Brasil no século 
XVIII, quando a esposa do governador 
da Guiana Francesa presentou o 
Sargento paraense Francisco de Mello 
Palheta com uma muda de café, que 
posteriormente foi ganhando o gosto da 
população brasileira. 
c) A plantação cafeeira no Brasil 
somente cresceu após a criação do 
Convênio de Taubaté no século XVIII, 
que priorizou investimentos públicos 
nos cafezais para alavancar a venda do 
produto no mercado nacional. 
d) A chegada do café no Brasil trouxe 
poucas mudanças para a economia 
nacional, uma vez que a produção 
cafeeira foi produzida visando ao 
mercado interno que era mais rentável 
 
 
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Assunto – Economia cafeeira 
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do que o comércio no mercado 
internacional. 
8- (Mackenzie) Em relação ao Segundo 
Reinado e à economia cafeeira, é 
incorreto afirmar que: 
a) o cultivo do café tornou-se o 
estabilizador da economia do 
império, reforçando o sistema de 
dominação dos senhores rurais. 
 
b) a decretação do Bill Aberdeen 
ampliou o mercado consumidor de 
café no Oeste Paulista e região do 
Vale do Paraíba, consolidando o 
escravismo. 
 
c) de 1830 a 1880, quase toda a 
energia econômica voltou-se para o 
cultivo do café, que se expandia 
consideravelmente. 
 
d) as estradas de ferro foram 
aparecendo em decorrência do 
aumento das regiões cultivadas e da 
necessidade de solucionar a questão 
dos transportes. 
 
e) a solução para a falta de mão de 
obra cafeeira após 1850 apoiou-se no 
incentivo à imigração, cujas 
primeiras iniciativas estavam ligadas 
à firmaVergueiro&Cia. 
 
9- A economia cafeeira foi o principal 
esteio econômico do Segundo Reinado, 
sendo desenvolvido seu cultivo em 
grande escala primeiramente: 
a) no Oeste paulista 
b) no Sul da Bahia 
c) no Norte paranaense 
d) na Baixada Fluminense 
e) no Sul de Minas 
 
10- A região conhecida como Oeste 
Paulista conseguiu destacar-se na 
produção cafeeira, no século XIX, após 
a queda nas condições de cultivo na 
Baixada Fluminense. Dentre as 
alternativas abaixo, assinale a que 
possui informações incorretas sobre os 
motivos da preponderância da produção 
paulista. 
a) Inspeção sistemática das lavouras. 
b) Renovação constante das técnicas 
de plantio. 
c) Utilização de maquinário na 
colheita do café. 
d) Criação de uma infraestrutura 
necessária à produção cafeeira. 
e) Financiamentos obtidos junto ao 
sistema financeiro. 
 
 
 
 
 
 
 
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Gabarito 
1-d 
2-b 
3-e 
4-a 
5-b 
6-a 
7-b 
8-b 
9-d 
10-c

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