Prévia do material em texto
UNIVERSIDADE DE UBERABA PRÁTICA LABORATORIAL l VANESSA SOARES PESSOA RA: 1124365 Professor-tutor: WILSOM DE SOUZA BENJAMIN RELATORIO DE PRÁTICA: DENSIDADE DE LIQUIDOS E SÓLIDOS (PICNOMETRIA) TESTE DE CHAMA MISCIBILIDADE DE COMPOSTOS ORGANICOS. UBERABA 08/12/2018 EXPERIMENTO 1: DENSIDADE DE LÍQUIDOS E SÓLIDOS (PICNOMETRIA). 4 1 INTRODUÇÃO 4 2 OBJETIVO 5 3. MATERIAIS E MÉTODOS 5 3.1 Método do picnômetro 5 3.1.1 Calibração do picnômetro 5 3.2 Determinação da densidade do etanol. 6 3.3 Determinação da densidade de sólidos. 7 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES 8 5. CONCLUSÃO 8 6. REFERÊNCIAS 8 7. ANEXO: 9 EXPERIMENTO 2: TESTE DE CHAMA – MODELO ATÔMICO DE BOHR. 10 1. INTRODUÇÃO 10 2 OBJETIVO 10 3. MATERIAIS E MÉTODOS 10 3.1 Procedimento 11 3.1.1 Manuseio de bico de Bunsen 11 3.1.2. Teste de chama para os metais utilizando a chama do bico de Bunsen. 11 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES 11 5. CONCLUSÃO 12 6. REFERÊNCIAS 12 7. ANEXO: 12 EXPERIMENTO 3: MISCIBILIDADE DE COMPOSTOS ORGÂNICOS. 13 1. INTRODUÇÃO 13 2 OBJETIVO 13 3. MATERIAIS E MÉTODOS 13 3.1 Procedimento: 14 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES 14 5. CONCLUSÃO 14 6. REFERÊNCIAS 15 7. ANEXO: 15 EXPERIMENTO 1: DENSIDADE DE LÍQUIDOS E SÓLIDOS (PICNOMETRIA). 1 INTRODUÇÃO Densidade é uma propriedade física da matéria, que é definida como a relação entre a massa de uma substancia e o volume que ela ocupa. Está relacionado a outros conceitos como compressão e empacotamento. Por exemplo: quanto maior for o empacotamento dos átomos, mais densa será a substancia. Assim podemos definir a densidade (d) ou a massa (m) específica como a quantidade de matéria que se pode colocar em um determinado espaço, mas especificamente em um determinado volume (v) (SANTOS, et al. ,2017). A densidade de sólidos e líquidos, segundo o Sistema Internacional de Unidades é expressa em quilograma por metro cúbico – kg/m3. Entretanto, é mais comumente expressa em unidade de gramas por centímetros cúbicos – g/cm3, ou em gramas por litro - g/ml. A densidade absoluta é uma propriedade específica, isto é, cada substância pura tem uma densidade própria, que a identifica e a diferencia das outras substâncias. É definida como a quantidade de massa em uma unidade de volume: A densidade de um sólido é em função da temperatura e, principalmente da natureza da sua estrutura cristalina, haja vista, que os diferentes polimorfos de um composto exibem diferentes densidades. O volume de objetos irregulares, como por exemplo, as esferas, pode ser medido colocando-o em um recipiente cheio de água; o volume de água deslocada é igual ao volume do objeto irregular. Os líquidos são substâncias com densidades bem menores em relação aos sólidos, pois, as partículas de suas moléculas se encontram mais distanciadas umas das outras. Suas densidades variam um pouco e para se medir a densidade de líquidos, existem dois tipos de equipamentos: um deles é o picnômetro e o outro é o densímetro. 2 OBJETIVO Determinar a densidade de líquidos e sólidos. 3. MATERIAIS E MÉTODOS Tabela 1 – Materiais utilizados Materiais utilizados Balança semi analítica Proveta de 10,0ml Picnômetro de 25,0ml Béquer de 50,0ml 2 Béqueres de 250,0ml Pisseta Aparas de ferro Termômetro Tabela 1.1 – Reagentes utilizados Reagentes utilizados Água Etanol 3.1 Método do picnômetro 3.1.1 Calibração do picnômetro Em um béquer de 250,0 ml, colocou-se aproximadamente 150,0 ml de água destilada. Aguardou-se até atingir o equilíbrio térmico à temperatura ambiente e, com o auxílio de um termômetro, mediu-se a temperatura da água em 26°C. Lavou-se o picnômetro, secou-se e pesou-se três vezes, obteve-se com exatidão 24,485g; Encheu-se o picnômetro com agua destilada com a pisseta, tampou-se e completou-se com água. Colocou-se o picnômetro cheio dentro do béquer,contendo a agua destilada, aguardou-se 15min. Atingiu-se o equilíbrio térmico de 26°C Tabela 1.2 - Densidade Absoluta da água. T/°C d/(g/cm³) 25 0,997044 26 0,996783 Determinou-se a densidade da água através da Tabela 1.2, nessa temperatura. Secou-se, pesou-se o picnômetro com água três vezes, tarando a balança em cada pesagem. Obteve-se: Tabela 1.3 – Cálculos referentes a pesagem do picnômetro com agua. Pesagem Resultado Cálculo da média 1 54,323g 54,323 + 54,321 + 54,319 = 162,963 162,963 / 3 = 54,321g 2 54,321g 3 54,319g Tabela 1.4 – Resultados referentes à calibração. Grandeza Representação Resultado Massa do picnômetro vazio mpv 24,485g Massa do picnômetro + agua mpa 54,321g Massa da agua mágua =(mpa)-(mpv) mágua =54,321g – 24,485g 29,836g Temperatura da agua T 26°C Densidades da agua dágua 0,996783g/cm³ Volume do picnômetro Vp =mágua/ dágua vp=29,832g/0,996783g/cm³ 29,932cm³ Com os dados obtidos na Tabela 1.4 , utilizou-se a formula .Determinou-se a capacidade do picnômetro. 3.2 Determinação da densidade do etanol. Lavou-se três vezes o picnômetro com etanol para remover os resíduos de água do seu interior. Adicionou-se o etanol, escorreu-se o excesso, secou-se, pesou-se o picnômetro três vezes tarou-se a balança em cada pesagem e obteve-se: 1.5 – Cálculos referentes a pesagem do picnômetro com etanol. Pesagem Resultado Cálculo da média 1 48,046g 48,046 + 48,045 + 48,040 = 144,131g 144,131 / 3 = 48,043g 2 48,045g 3 48,040g 1.6 – Resultados referentes à determinação da densidade do etanol. Grandeza Representação Resultado Massa do picnômetro vazio mpv 24,485g Massa do picnômetro + etanol mpe 48,043g Massa do etanol metanol =(mpe)-(mpv) metanol=48,043g – 24,485g 23,558g Volume do etanol ve 29,932cm³ Densidades do etanol de= m/v de=23,558g/29,932cm³ 0,78g/cm³ 3.3 Determinação da densidade de sólidos. Lavou-se três vezes o picnômetro com etanol. Adicionou-se cinco aparas de ferro, pesou-se o picnômetro três vezes tarou-se a balança em cada pesagem e obteve-se com exatidão 24,490g. Completou-se com água destilada o picnômetro mais as aparas de ferro, escorreu-se os excessos, secou-se, pesou-se novamente, tarou-se a balança em cada pesagem e obteve-se: 1.7 – Cálculos referentes a pesagem do picnômetro mais aparas mais agua. Pesagem Resultado Cálculo da média 1 54,848g 54,848 + 54,847+ 54,847 = 164,542g 164,542 / 3 = 54,847g 2 54,847g 3 54,847g 1.8 – Resultados referentes à determinação da densidade de sólidos (aparas de ferro). Grandeza Representação Resultado Massa do picnômetro vazio mpv 24,485g Massa do picnômetro + aparas mpA = mpv + mA mpA=24,485g+5,00g 29,485g Massa das aparas mA =(mpA)-(mpv) mA=29,485g-24,485g 5,00g Massa picnômetro + aparas+agua mtotal 54,847g Massa da agua magua= mtotal – mpA magua=54,847 – 29,485 25,362g Densidade da agua 26°C dagua 0,996783g/cm³ Volume da agua Vagua = magua/d agua vagua=25,362g/0,996783g/cm³ 25,443cm³ Volume da amostra vA= vp – vagua vA=29,932cm³ - 25,443cm³ 4,489cm³ 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES No decorrer do experimento foram tomados os seguintes cuidados: Não tocou-se no picnômetro com a mão (foi usado papel toalha) para evitar a contaminação do picnômetro que poderia acarretar erros nos resultados; eliminou-se as bolhas que ocorreram na pratica da calibração do picnômetro, por falta de experiência em usar a pisseta, jogou-se a agua fora do picnômetro e preencheu novamente de maneira correta, jogando o jato na parede do picnômetro; lavou-se bem o picnômetro na troca de líquidos, usando na última etapa da lavagem o líquido da pesagem seguinte; secou-se o picnômetro externamente, sem tocar na parte superior. Após a realização do procedimento experimental a fim de determinar a densidade dos materiais utilizados, as informações importantes obtidas foram organizadas na Tabelas 1.3;1.4;1.5;1.6;1.7e 1.8. 5. CONCLUSÃO Os experimentos realizados foram de suma importância para confirmar vários itens teóricos no estudo da densidade de líquidos e sólidos. Pode-se tomar medidas experimentais, efetuar cálculos com elas, e comparar a dados achados na teoria.Os dados obtidos nos experimentos não tiveram erros significativos. Comparando-se ao método do densímetro, o método do picnômetro demonstra ser mais eficiente e exato, pois as chances de ocorrência de erros podem ser maiores. Isso porque com o densímetro pode ocorrer erros de aferição do menisco, o areômetro pode ficar torto, entre outros itens que acarretam em erros de medida. 6. REFERÊNCIAS 1. SANTOS, C. H. C. S ...[et al.], “Química Geral”, Uberaba, Universidade de Uberaba, 2017, Cap. 7, pp. 146. 2. ELIAS, J. B.; Ramanosk I, Marcelo. Química. 1ª ed. Editora Atual, 2003, Cap.1, pp 9-10. 3. RUSSEL, J. B. [S.l.]: Pearson Makron Books, 2004.Cap. pp 40. 7. ANEXO: Sob a orientação do professor Marcos Cesar de Oliveira, pode-se experimentar sem dificuldades significativas a teoria na pratica, numa aula de qualidade, onde pude comprovar após os experimentos a ideia da importância da densidade dos materiais e suas aplicações no nosso dia a dia e na sociedade. 4 EXPERIMENTO 2: TESTE DE CHAMA – MODELO ATÔMICO DE BOHR. 1. INTRODUÇÃO Baseando-se nos postulados de Bohr, quando. certa quantidade de energia é fornecida a um determinado elemento químico, elétrons da camada de valência absorvem esta energia passando para um nível de energia mais elevado, produzindo o que chamamos de estado excitado. Quando estes elétrons no estado excitado retornam ao estado fundamental, emitem uma quantidade de energia, igual à absorvida, cujo comprimento de onda é característico do elemento e da mudança do nível eletrônico de energia. Quando o comprimento de onda () varia de 700 nm (vermelho) a 400 nm (violeta), a energia é emitida na forma de luz visível. Assim, a cor pode ser utilizada para identificar alguns elementos. Baseando-se nestes fatos, o teste de chama é utilizado para identificar alguns íons metálicos, tais como sódio, potássio, cálcio, bário e estrôncio. Em geral, os metais, sobretudo os alcalinos e alcalinos terrosos são os elementos cujos elétrons exigem menor energia para serem excitados; por isso foram escolhidos sais de vários destes elementos para a realização deste experimento 2 OBJETIVO Comprovar o modelo atômico de Bohr no que se refere ao salto quântico, observar a presença de determinados sais utilizados através do teste de chamas. 3. MATERIAIS E MÉTODOS Tabela 1. - Materiais Utilizados. Materiais utilizados Bico de Bunsen Vidros de relógios Béqueres de 25 ml Alça de teste / fio de NI-CR Espátula de pesagem Papel toalha Tabela 1.1- Reagentes Utilizados Reagentes utilizados CaCl2 – Cloreto de Cálcio BaCl2 – Cloreto de Bário SrCl2 – Cloreto de Estrôncio LiCl – Cloreto de Lítio KCl – Cloreto de Potássio NaCl – Cloreto de Sódio HCl – Ácido Clorídrico concentrado 3.1 Procedimento 3.1.1 Manuseio de bico de Bunsen Abriu-se a torneira e a válvula do gás, acendeu-se o bico de Bunsen, observou-se a combustão incompleta do gás. Abriu-se gradativamente as janelas do bico de Bunsen e a coloração da chama modificou-se de um tom amarelo alaranjado para um azul quase invisível, observou-se a completa combustão do gás. Regulou-se a Altura da chama através da torneira de entrada da linha de grade. 3.1.2. Teste de chama para os metais utilizando a chama do bico de Bunsen. Colocou-se uma pequena quantidade de solução de HCl em um bequer de plástico para fazer a limpeza da alça de teste entre um teste e outro. Com auxílio de uma espátula para pesagem, colocou-se em cinco vidros relógios, pequenas porções dos sais mencionados nos reagentes utilizados. Com auxílio da alça de teste, recolheu-se uma pequena quantidade do sal, e levou-se ao aquecimento na chama do bico de Bunsen. Antes de se testar o próximo sal, limpou-se a alça de teste com solução de HCl. Esse mesmo procedimento, repetiu-se aos 5 sais e observou-se a coloração emitida por cada um dos sais testados. 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES Tabela 1.2 - Resultados obtidos no teste de chama para diferentes elementos Sais Cor da chama Outras observações CaCl2 Vermelho BaCl2 Laranja SrCl2 Vermelho intenso LiCl Vermelho alaranjado KCl Lilas NaCl Amarelo Após a realização do procedimento experimental a fim de comprovar a teoria de Bohr através do teste de chama, demonstrando diferentes cores nas emissões visíveis dos compostos, as informações importantes obtidas foram organizadas na Tabelas1.2. 5. CONCLUSÃO O teste da chama se fundamenta através da teoria de Bohr.Com a energia liberada na combustão, os elétrons externos dos átomos dos metais são promovidos a estado excitados e ao retornarem ao seu estado inicial liberam energia em forma de luz. A cor da luz depende da estrutura eletrônica do átomo. O teste da chama pode ser aplicado a todos os metais. Grande parte da iluminação pública das cidades é feita com lâmpadas a vapor de sódio, comprovando a teoria de Bohr, demonstrando a liberação de energia através da luz de cor amarela emitida pelo metal sódio quando excitado. 6. REFERÊNCIAS 1. Sardella Antonio,Química, editora Ática, São Paulo,2000,Cap.8,pp40. 2. SANTOS, C. H. C. S ...[et al.], “Química Geral”, Uberaba, Universidade de Uberaba, 2017, Cap. 2 pp. 30-36. 7. ANEXO: Sob a orientação do professor Marcos Cesar de Oliveira, realizou-se o experimento de teste de chama, comprovando a teoria de Bohr, sem dificuldades. Alcançando um resultado satisfatório e de uma aula de qualidade. EXPERIMENTO 3: MISCIBILIDADE DE COMPOSTOS ORGÂNICOS. 1. INTRODUÇÃO A miscibilidade, ou seja, a possibilidade de dois líquidos serem passíveis de mistura ou não, depende fundamentalmente da ação de forças intermoleculares (entre moléculas) desses líquidos. Sabe-se que a mistura água/óleo é uma mistura imiscível, isso acontece em decorrência da diferença de polaridade entre os dois líquidos Este relatório irá relacionar os experimentos do laboratório de química, os quais houve uma introdução de seus conceitos de miscibilidade, solubilidade, polaridade das moléculas e atrações intermoleculares. Logo, as intensidades das atrações intermoleculares relacionam-se com a composição química e a estrutura das moléculas, então pode-se compreender o comportamento dessas substâncias por uma análise qualitativa das forças de atração, cujos polos ajudam a definir para onde aponta a densidade eletrônica. As forças entre as moléculas governam as propriedades físicas da matéria e contribuem para explicar as diferenças entre as substâncias que estão a nossa volta. Analisando uma mistura determina-se se o composto pode ser homogêneo ou não. 2 OBJETIVO Analisar, compreender, identificar a miscibilidade existente em determinadas misturas de líquidos, determinar se são imiscíveis ou não. 3. MATERIAIS E MÉTODOS Tabela 1 – Materiais Utilizados. Materiais utilizados Béqueres Pipetas Pera de segurança Tubos de ensaios Tabela 1.1 – Reagentes utilizados. Reagentes utilizados Água Etanol (Álcool etílico) Butanol (Álcool butílico) Álcool Octílico Acetona Hexano Diclorometano Glicerina 3.1 Procedimento: Enumerou se os tubos de ensaio conforme a ordem das misturas exibidas na tabela 1.2. Colocou-se 2ml de agua em cada tudo de ensaio e 2 ml do composto indicado utilizando uma pipeta e uma pera de segurança, para cada tudo de ensaio identificado. Agitou-se o tubo de ensaio e após deixar em repouso observou-se se houve aparecimento de uma ou duas fases separadamente, determinando se a mistura é miscível ou não. 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES Tabela 1.2 - Resultados das misturas a serem testadas. Misturas a serem testadas Polaridade Miscibilidade 1- Água e Etanol Polar e Polar Sim 2- Agua e Butanol Polar e Polar Sim 3 – Agua e álcool Octílico Polar e Apolar Não 4 – Agua e Acetona Polar e Polar Sim 5 – Agua e Hexano Polar e Apolar Não 6- Agua e Diclorometano Polar e Apolar Não 7 – Agua e Glicerina Polar e Polar Sim 8 – Hexano e Diclorometano Polar e Apolar Não As características polares e apolares apresentaram formação de duas fases, determinando um sistema heterogêneo, não havendo miscibilidade. A característicapolares e polares apresentaram formação de uma fase, determinando um sistema homogêneo onde ocorreu a miscibilidade. 5. CONCLUSÃO Pode-se avaliar o comportamento das moléculas ao serem misturadas, no qual podemos determinar o tipo de forças intermoleculares e a polaridade, a partir das ligações entre os elementos e a sua eletronegatividade, sabendo o tipo de força. A condição ideal para uma grande miscibilidade entre dois líquidos é possuir a mesma polaridade. E a densidade na qual é obtida pela relação existente entre a massa do liquido e o volume ocupado por ele, determina em uma mistura heterogenia qual das duas espécies ocupara a porção superior ou inferior dessa mistura 6. REFERÊNCIAS 1 Sardella Antonio,Química, editora Ática, São Paulo,2000,Cap.2,pp14. 2. Santos, C. H. C. S ...[et al.], “Química Geral”, Uberaba, Universidade de Uberaba, 2017, Cap. 6 pp.133-142. 3 Theodore L. Brown, H. Eugene Lemay, Jr., Bruce E. Bursten., Química, a Ciência Central. 9ª edição, Pearson Prendice Hall, 2005. 7. ANEXO: Sob a orientação da Professora Fernanda Ferraz Lima e do professor Marcos Cesar de Oliveira, desenvolvemos com qualidade e sem dificuldade o experimento de determinação de miscibilidade, tomando o cuidado de realiza-lo dentro da capela e com exaustor ligado, por motivos de segurança, por manusear produtos voláteis. Sendo orientada sob a forma correta de se usar a pipeta dentro da capela.