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A_Teoria__da_Explorao__do__Socialismo-Comunismo

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A TeoriA dA explorAção do 
SociAliSmo-comuniSmo
eugen von Böhm-Bawerk 
A TeoriA dA explorAção do 
SociAliSmo-comuniSmo 
A ideiA de que todA rendA não AdvindA do trAbAlho 
(Aluguel, juro e lucro) envolve injustiçA econômicA 
(um extrAto) 
2ª edição
B575t Böhm-Bawerk, Eugene von
 
 A Teoria da Exploração do Socialismo Comunismo / Eugen von 
Böhm-Bawerk. -- São Paulo : Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2010.
205p.
 
Tradução de: Lya Luft
 
 1. Comunismo 2. Socialismo 3. Economia 4. Exploração 5. 
Teoria I. Título.
 
 CDU – 330.84
copyright © instituto liberal e
instituto ludwig von mises Brasil
Título:
A TeoriA dA explorAção do SociAliSmo comuniSmo
Autor:
eugen von Böhm-Bawerk
esta obra foi editada por:
instituto ludwig von mises Brasil
rua iguatemi, 448, conj. 405 – itaim Bibi
São paulo – Sp
Tel: (11) 3704-3782
impresso no Brasil / printed in Brazil
iSBn: 978-85-62816-12-3
2ª edição
Traduzido por lya luft
projeto Gráfico e capa: 
André martins
revisão para nova ortografia: 
cristiano Fiori chiocca
Ficha catalográfica elaborada pelo bibliotecário 
Sandro Brito – crB8 – 7577
revisor: pedro Anizio
The Foundation for economic 
education, inc.
irvington-on-Hudson, new York 10533 
Harry W. laidler, Social Eco-
nomic Movements 
Thomas Y. crowell company
666 Fifth Avenue, new York, new York 
10022 
Walter lippmann, The Good Society
little Brown and company
34 Beacon Street Boston, massachusetts 
02106
AgrAdecimentos
Para a reimpressão do material previamente publicado, o editor americano 
agradece aos seguintes órgãos: 
The Annals
(Janeiro, 1891) 
American Academy of political and So-
cial Science. 3937 chestnut Street phila-
delphia, pennsylvania 19104 
Christian Economics
(maio, 1961) 
christian Freedom Foundation, inc. 7960 
crescent Avenue Buena park, califor-
nia 90620 
TheFreeman
(Agosto, 1959 e setembro, 1973) 
observAções do editor
sobre estA edição 
eSTe liVro é o capítulo xii de Geschichte und Kritik der Kapi-
talzins-Theorien (História e crítica das teorias de juro), primeiro dos 
três volumes da famosa obra de Böhm-Bawerk intitulada Kapital und 
Kapitatzins (capital e juro). 
Sua tradução para o português se baseia no original alemão Kapi-
tal und Kapitaizins, de 1921, e na edição americana The Exploitation 
Theory of Socialism-Comunism, de 1975, inclusive no que diz respeito à 
nova divisão de capítulos e seus subtítulos. 
Foram mantidas, como na edição americana, as referências às pági-
nas originais de Böhm-Bawerk. encontram-se entre colchetes, ao lon-
go do texto. As notas ao texto coincidem com esta paginação original. 
sumário 
indicAções biobibliográficAs sobre o Autor . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
PrefAcio A PrimeirA edição
 Por hAnz sennholz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
pArTe i
peSquiSA HiSTóricA dA TeoriA dA explorAção
cAPítulo 1 - cArActerísticAs gerAis dA teoriA dA exPlorAção 
 1. luta mortal entre socialismo e capitalismo . . . . . . . . . . . . 23
 2. Teoria socialista de que o juro se fundamenta na
 exploração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .23
cAPítulo 2 - economistAs Pré-sociAlistAs influenciAdos PelA teoriA
dA exPlorAção 
 3. Adam Smith e david ricardo, fontes ambíguas . . . . . . . . 25
 4. outros precursores da teoria da exploração . . . . . . . . . . . . 26
 5. Fontes de teorias da exploração mais explicitas e 
 mais agressivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
 6. William Thompson e a exploração dos trabalhadores . . . 27
 7. Sismondi e a exploração dos trabalhadores . . . . . . . . . . . . 28
cAPítulo 3 - sociAlistAs 
 8. proudhon e a exploração dos trabalhadores . . . . . . . . . . . 33
 9. rodbertus e a exploração dos trabalhadores . . . . . . . . . . . 34
 10. Ferdinand lassallee a exploração dos trabalhadores . . . . . . 35 
cAPítulo 4 - AceitAção dA teoriA dA exPlorAção não restritA Aos 
sociAlistAs
 11. ideias de Guth sobre a exploração dos trabalhadores. . . . . . . . 37
 12. ideias de dühring sobre a exploração dos trabalhadores . . . . 38
cAPítulo 5 - o PrincíPio essenciAl dA teoriA: o trAbAlho é A ÚnicA 
fonte de todo vAlor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
pArTe ii
eSTruTurA GerAl deSTA deScrição e críTicA dA 
TeoriA dA explorAção 
 1. por que foram escolhidos rodbertus e marx . . . . . . . . . . 43
 2. o que é e o que não é levado em conta . . . . . . . . . . . . . . . . 43
10 eugen von Böhm-Bawerk 
pArTe iii
A TeoriA do Juro de rodBerTuS 
cAPítulo 1 - APresentAção detAlhAdA dA teoriA de rodbertus 
 1. rodbertus considera sua teoria como baseada em Smith 
 e ricardo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
 2. como rodbertus formula suas reivindicações a favor 
 dos trabalhadores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
 3. Afirmação de rodbertus sobre o problema geral do juro . . . 48
 4. rodbertus e “quanto maior a produtividade, maior a
 exploração” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50
 5. rodbertus divide a produção em bruta e manufaturada . . . . . 51
 6. não há relação entre a quantidade de capital empregado 
 e o juro recebido sobre o capital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52
 7. A distinção que rodbertus faz entre renda sobre terra e 
 ganho de capital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53
 8. Surpreendentemente, rodbertus não pede a abolição 
 da proprieda de privada nem do ganho imerecido . . . . 54
cAPítulo 2 - deficiênciAs do sistemA de rodbertus 
 9. Böhm-Bawerk: é decididamente errado afirmar que 
 todos os bens, do ponto de vista econômico, são apenas 
 produto de trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
 10. Apesar da fama, Smith e ricardo não são as autoridades
 adequadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56
 11. erros de rodbertus quanto aos “custos” . . . . . . . . . . . . . . 57
 12. A abordagem do custo do trabalho feita por rodbertus 
 deve ser estendida ao custo de outros elementos de 
 produção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58
 13. primeiro grande erro de rodbertus: bens são apenas 
 produtos de trabalho manual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
 14. Segundo grande erro de rodbertus: negligenciar a
 influência do tempo sobre o valor . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63
 15. Böhm-Bawerk dá o exemplo de cinco socialistas que
 construíram uma máquina a vapor e receberam paga-
 mento desigual mas justo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68
 16. Terceiro erro de rodbertus: o valor da troca de bens é
 determinado pela quantidade de trabalho neles contida . . . 73
 17. como rodbertus, através de uma omissão, realmente
 deturpa os pontos de vista de ricardo . . . . . . . . . . . . . . . . 73
 18. o que ricardo apresenta apenas como “exceção” devia 
 ter sido sua principal explicação para o juro. rodbertus 
11Sumário
 foi demasiadamente “pobre” e sem acuidade como leitor 
 de ricardo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75
 19. quarto erro de rodbertus: sua doutrina é contraditória 
 em questões importantes. Sua lei da tendência geral de 
 equalização de todo o superávit contradiz importantes 
 pontos de sua teoria do Juro em geral, e de sua teoria do 
 juro de terras em particular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76
 20. quinto erro de rodbertus: o erro “geral” e espantoso 
 que o incapacita de dar qualquer explicação sobre um 
 aspecto importante do fenômeno do juro . . . . . . . . . . . 81
 21.