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3 SUMÁRIO MEDICAMENTO CLASSE ..................................................................................... 9 1.ACETATO DE RETINOL+ AA + METIONINA + CLORANFENICOL POMADA OFTALMOLOGICA. .................................................................................................. 9 2.ACETILCISTEINA 120MG/G ENVELOPE 5G (600MG). ........................................ 9 3.ACICLOVIR 250MG INJETÁVEL. ........................................................................ 10 4.ÁCIDO ACETILSALICILICO 100MG COMPRIMIDO. ........................................... 10 5.ÁCIDO ASCÓRBICO 100 MG/ML INJETÁVEL. ................................................... 11 6.ÁCIDO TRANEXAMICO 50MG/ML INJETÁVEL .................................................. 12 7.ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS FRASCO 200ML. ............................................ 13 8.ADENOSINA 3MG/ML AMPOLA 2ML INJETÁVEL. ............................................ 13 9.AGUA DESTILADA 10ML INJETÁVEL. ............................................................... 14 10.AGUA DESTILADA 500ML INJETÁVEL. ........................................................... 14 11.ALBUMINA HUMANA 20%. ............................................................................... 14 12.ALOPURINOL 100MG COMPRIMIDO. .............................................................. 15 13.ALTEPLASE 50MG. ........................................................................................... 16 14.AMINOFLINA 100MG COMPRIMIDO. ................................................................ 16 15.AMINOFLINA 24MG/ML AMPOLA 10ML INJETÁVEL. ..................................... 17 16.AMIODARONA 200MG COMPRIMIDO. ............................................................. 18 17.AMIODARONA 50 MG/ML INJETÁVEL. ............................................................ 18 18.AMOXICILINA 1000MG + CLAVULANATO DE POTÁSSIO 200MG. ................ 19 19.AMOXICILINA 500MG + CLAVULANATO DE POTÁSSIO 100MG. .................. 20 20.AMPICILINA 1G INJETÁVEL. ............................................................................ 20 21.ANFOTERICINA B 50MG INJETÁVEL. ............................................................. 21 22.ANLODIPINO 5MG COMPRIMIDO. ................................................................... 22 23.ATENOLOL 50MG COMPRIMIDO. .................................................................... 22 24.ATRACURIO BESILATO 25MG. ........................................................................ 22 25.ATROPINA 0,25MG/ML INJETÁVEL. ................................................................ 22 26.BICARBONATO DE SÓDIO 8,4 % 10 ML INJETÁVEL...................................... 24 27.BICARBONATO DE SÓDIO 8,4 % 250 ML INJETÁVEL. ................................... 24 28.BROMOPRIDA 5MG/ML INJETÁVEL. ............................................................... 25 29.CAPTOPRIL 25MG COMPRIMIDO. ................................................................... 25 30.CARVÃO ATIVADO. .......................................................................................... 26 4 31.CARVEDILOL 6,25MG COMPRIMIDO. .............................................................. 26 32.CEFAZOLINA SODICA 1G FRASCO/AMPOLA INJETÁVEL. ........................... 26 33.CEFTRIAXONA 1G INJETÁVEL. ....................................................................... 27 34.CETOPROFENO 50MG IM INJETÁVEL. ........................................................... 27 35.CIPROFLOXACINO 200MG/ML FRASCO 100ML INJETÁVEL. ........................ 29 36.CLINDAMICINA 150MG/ML AMPOLA 4ML. ...................................................... 30 37.CLOPIDOGREL 75MG COMPRIMIDO. .............................................................. 31 38.CLORETO DE POTÁSSIO 10 % 10 ML INJETÁVEL. ........................................ 31 39.CLORETO DE SÓDIO 0,9 % 10 ML INJETÁVEL. .............................................. 32 40.CLORETO DE SÓDIO 0,9 % 100 ML INJETÁVEL. ............................................ 32 41.CLORETO DE SÓDIO 0,9 % 250 ML INJETÁVEL. ............................................ 33 42.CLORETO DE SÓDIO 0,9 % 500 ML INJETÁVEL. ............................................ 33 43.CLORETO DE SÓDIO 20 % 10 ML INJETÁVEL. ............................................... 33 44.COLAGENASE 0,6 UI POMADA. ....................................................................... 34 45.COMPLEXO B AMPOLA 2ML INJETÁVEL. ...................................................... 35 46.DEXAMETASONA 4 MG/ML INJETÁVEL. ......................................................... 35 47.DIAZEPAM 5MG COMPRIMIDO. ....................................................................... 36 48.DIAZEPAN 5MG/ML AMPOLA 2ML INJETÁVEL. ............................................. 37 49.DICLOFENACO SÓDIO 25MG/ML AMPOLA 3ML. ........................................... 37 50.DIGOXINA 0,25MG COMPRIMIDO. ................................................................... 39 51.DIMETICONA 75MG/ML FRASCO 10ML. .......................................................... 40 52.DIPIRONA 500MG/ML AMPOLA 2ML INJETÁVEL. .......................................... 40 53.DIPIRONA SODICA 300MG SUPOSITORIO INFANTIL. .................................... 41 54.DOBUTAMINA 250MG/10ML. ............................................................................ 42 55.DOPAMINA 5MG/ML AMPOLA 10ML INJETÁVEL. .......................................... 42 56.ENALAPRIL 10MG COMPRIMIDO..................................................................... 43 57.ENALAPRIL 20MG COMPRIMIDO..................................................................... 43 58.ENOXAPARINA 40MG SERINGA USO SUBCUTANEO. .................................. 43 59.EPINEFRINA 1MG/ML INJETAVEL. .................................................................. 44 60.ESPIRONOLACTONA 25MG COMPRIMIDO. .................................................... 44 61.ESPIRONOLACTONA 50MG COMPRIMIDO. .................................................... 45 62.FENITOINA 50MG/ML INJETAVEL. ................................................................... 46 63.FENOBARBITAL 100MG/ML AMPOLA 2ML. .................................................... 47 5 64.FENOTEROL 5MG/ML SOLUÇÃO INALATORIA. ............................................. 47 65.FENTANIL 0,50MG/ML AMPOLA 10ML. ........................................................... 48 66.FLUMAZENIL 0,1MG/ML AMPOLA 5ML INJETÁVEL. ...................................... 48 67.FOSFATO DE SODIO MONOBASICO+DIBASICO 160. .................................... 49 68.FUROSEMIDA 10 MG AMP. INJETÁVEL. ......................................................... 49 69.FUROSEMIDA 40MG COMPRIMIDO. ................................................................ 51 70.GELATINA (EMULSÃO + ELETROLITOS) 500ML. ........................................... 52 71.GENTAMICINA 40MG/ML AMPOLA. ................................................................. 52 72.GLIBENCLAMIDA 5MG COMPRIMIDO. ............................................................ 53 73.GLICERINA 12% CLISTER. ............................................................................... 54 78.GLUCONATO DE CALCIO 10% AMPOLA 10ML. ............................................. 56 79.HALOPERIDOL 5MG/ML AMPOLA 1ML. .......................................................... 57 80.HEPARINA 5.000UI FRASCO/AMPOLA 5ML. ................................................... 58 81.HIDRALAZINA 20MG/ML AMPOLA 1ML INJETÁVEL. ..................................... 58 82.HIDROCLOROTIAZIDA 25MG COMPRIMIDO. .................................................. 58 83.HIDROCORTISONA 100 MG INJETÁVEL. ........................................................ 59 84.HIDROCORTISONA 500 MG INJETÁVEL. ........................................................ 59 85.IMIPENEM + CILASTATINA SODICA 500MG. ..................................................60 86.INSULINA HUMANA NPH. ................................................................................. 60 87.INSULINA HUMANA R. ...................................................................................... 60 88.IPRATRÓPIO 0,25MG/ML SOLUÇÃO INALATORIA. ........................................ 61 89.ISOSSORBIDA, DINITRATO 10MG COMPRIMIDO. .......................................... 62 90.ISOSSORBIDA, MONONITRATO 20MG COMPRIMIDO. .................................. 63 91.LIDOCAINA 2% GEL. ......................................................................................... 63 92.LIDOCAINA 2% SEM VASO CONSTRITOR FRASCO 20ML INJETÁVEL. ....... 64 93.LOSARTANA 50MG COMPRIMIDO. .................................................................. 64 94.MANITOL 20% FRASCO 250ML. ....................................................................... 64 95.METFORMINA 850MG COMPRIMIDO. .............................................................. 65 96.METILDOPA 250MG COMPRIMIDO. ................................................................. 66 97.METILPREDNISOLONA EV 500MG - 8ML. ....................................................... 67 98.METOCLOPRAMIDA 5MG/ML INJETAVEL. ..................................................... 67 99.METOPROLOL, TARTARATO 1MG/ML AMPOLA 5ML. ................................... 68 100.METRONIDAZOL 5MG/ML FRASCO 100ML INJETÁVEL. ............................. 68 6 101.MIDAZOLAN 1MG/ML AMPOLA 5ML INJETÁVEL. ........................................ 69 102.MIDAZOLAN 5MG/ML AMPOLA 10ML INJETÁVEL. ...................................... 70 103.MIDAZOLAN 5MG/ML AMPOLA 3ML INJETÁVEL. ........................................ 70 104.MORFINA 10MG/ML AMPOLA 1ML INJETÁVEL. ........................................... 71 105.N.BUTILESCOPOLAMINA 20MG/ML INJETAVEL. ......................................... 72 106.NALOXONA 0,4MG/ML AMPOLA 1ML INJETÁVEL. ...................................... 72 107.NEOSTIGMINE 0,5MG/ML AMPOLA 1ML. ...................................................... 73 108.NIFEDIPINO 10MG COMPRIMIDO. .................................................................. 74 109.NITROGLICERINA 5MG/ML AMPOLA 5ML. ................................................... 75 110.NITROPRUESSETO DE SODIO 25MG/ML AMPOLA 2ML. ............................. 75 111.NOREPINEFRINA 8MG/4ML INJETAVEL. ...................................................... 76 112.OLEO MINERAL 100ML. .................................................................................. 77 113.OMEPRAZOL 40MG/ML FRASCO/AMPOLA+DILUENTE INJETÁVEL. ......... 77 114.ONDANSETRONA 2MG/ML IV. ....................................................................... 77 115.OXACILINA 500 MG INJETÁVEL. ................................................................... 78 116.PENICILINA + PROCAINA 400.000 UI INJETAVEL. ....................................... 78 117.PENICILINA BENZATINA 1.200.000 UI. .......................................................... 79 118.PENICILINA BENZATINA 600.000 UI. ............................................................. 79 119.PENICILINA CRISTALINA 5.000.000UI. .......................................................... 80 120.PETIDINA 50MG/ML AMPOLA 2ML. ............................................................... 80 121.PREDNISONA 20MG COMPRIMIDO. .............................................................. 81 122.PREDNISONA 5MG COMPRIMIDO. ................................................................ 82 123.PROMETAZINA 25MG/ML INJETAVEL. .......................................................... 82 124.PROPRANOLOL 40MG COMPRIMIDO. .......................................................... 83 125.PROTAMINA 1.000UI. ...................................................................................... 84 126.RANITIDINA 25MG/ML AMPOLA 2ML. ........................................................... 84 127.RINGER COM LACTATO FRASCO 500ML. .................................................... 85 128.SACARATO DE HIDROXIDO FÉRRICO 100MG/5ML USO EV. ...................... 86 129.SINVASTATINA 20MG COMPRIMIDO. ............................................................ 87 130.SORBITOL + LAURILSULFATO 714 MG. ....................................................... 87 131.SULFADIAZINA DE PRATA 10MG/G POMADA. ............................................. 87 133.SULFAMETOXAZOL + TRIMETOPRIMA 400/80 MG/ML INJETÁVEL. ........... 88 134.SULFATO DE MAGNESIO 10% AMPOLA 10ML INJETÁVEL. ....................... 88 7 135.TENECTEPLASE 40MG. .................................................................................. 89 136.TENOXICAM 20MG INJETAVEL...................................................................... 89 137.TETRACAINA, CLORIDRATO 1% + FENILEFRINA, CLORIDRATO 0,1% SOLUÇÃO OFTALMOLOGICA. .............................................................................. 90 139.VARFARINA 5MG COMPRIMIDO. ................................................................... 92 140.VITAMINA K (FITOMENADIONA) 10 MG AMP. INJETÁVEL. ......................... 92 141.VASOPRESSINA. ............................................................................................. 93 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: ....................................................................... 94 8 TRABALHO DE PESQUISA – URGÊNCIA/EMERGÊNCIA (VALOR 2,0PT) Característica: Individual (atentar para que este trabalho possui uma significância para sua vida profissional, vamos recapitular um pouco de farmacologia.) Limite de entrega: data especificada no AVA Orientação: A planilha abaixo abrange a padronização farmacológica de uma unidade de pronto-atendimento de alta complexidade. O acadêmico deve imprimir a tabela abaixo e apenas completar a que classe esse medicamento pertence – (analgésico, antitérmico, anti-inflamatório, antigripais, antiácidos, anti-espasmódico, anti-flatulento /anti-fisético, anti-diarreico, anti-emético, anti-histamínico, anti-dopaminérgico, anti-serotoninérgico, antiemético, catártico (laxante e purgativo, dentre outras), ou outra que não está acima descrito. Além de relatar os efeitos colaterais e cuidados de enfermagem ao administrar cada um com sua especificidade. 9 MEDICAMENTO CLASSE 1.ACETATO DE RETINOL+ AA + METIONINA + CLORANFENICOL POMADA OFTALMOLOGICA. Classe do medicamento: Antibiótico. Efeito Colateral: Foram relatados casos de infecções secundárias por microrganismos não sensíveis e discrasias sanguíneas. Cuidados de enfermagem na administração: - A dose usual é de cerca de 1 cm da pomada no saco conjuntival inferior, e deve ser usado de 3 a 4 vezes ao dia, de acordo com a prescrição médica. - O uso prolongado de antibióticos pode ocasionalmente favorecer a infecção por organismos não sensíveis, inclusive fungos. Raros casos de hipoplasia medular, inclusive anemia aplástica, foram relatados após o uso tópico do cloranfenicol. - O medicamento não deve ser usado por gestantes e lactantes sem consentimento médico. - O uso da pomada é contraindicado para indivíduos que possuem história de hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da sua fórmula. - É contraindicado o uso em lesões contaminadas por microrganismos resistentes ao cloranfenicol. 2.ACETILCISTEINA 120MG/G ENVELOPE 5G (600MG). Classe do medicamento: Expectorante. Efeito Colateral: O uso de acetilcisteína pode ser seguido ocasionalmente de reações de hipersensibilidade, como náusea, vômito, diarreia e irritação gastrointestinal. Cuidados de enfermagem na administração: - A duração do tratamento é de 5 a 10 dias. - O Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco Uso em idosos: recomenda-se reduzir a dose inicial para metade da dose para adultos e, em caso denecessidade, e se o medicamento for bem tolerado, a dose poderá ser aumentada gradativamente. - Uso pediátrico: devem-se seguir as orientações gerais descritas para o medicamento. - Grupos de Risco: pacientes portadores de asma brônquica devem ser rigorosamente controlados durante o tratamento; se ocorrer broncoespasmo, o tratamento deverá ser suspenso imediatamente. - Atenção aos diabéticos: contém açúcar. - Precaução quando utilizado por pacientes com úlcera péptica ou histórico de úlcera, especialmente no caso de administração concomitante a outros medicamentos com conhecido efeito irritativo à mucosa gástrica. - Não deve ser administrado a pacientes com úlcera gastroduodenal. - Acetilcisteína pode afetar moderadamente o metabolismo da histamina, portanto deve-se ter cautela quando administrar o produto para o tratamento ao longo prazo em pacientes com intolerância à histamina, uma vez que sintomas de intolerância podem ocorrer (dor de cabeça, rinite vasomotora e prurido). - É contraindicado para pacientes alérgicos a acetilcisteína e/ou demais componentes de suas formulações. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas/lactantes sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 10 3.ACICLOVIR 250MG INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antiviral. Efeito Colateral: As mais comuns, ocorrem de 1 a 10% dos pacientes que fazem uso. Como a: flebite, problemas no estômago, como mal-estar com enjoos e vômitos; aumentos reversíveis de enzimas do fígado; prurido (coceira), urticária (coceira, formação de placas avermelhadas na pele), reações na pele por sensibilidade aumentada ao sol ou à luz; aumentos dos níveis de substâncias encontradas no sangue, como ureia e creatinina. Outros efeitos comuns e raros são: anemia, leucopenia, trombocitopenia, anafilaxia, angioedema. Cuidados de enfermagem na administração: - A administração do acilovir 250mg injetável deve ser infundido via intravenosa. - A dose necessária de aciclovir deve ser administrada por infusão intravenosa (através das veias) lenta, pelo período de uma hora. Além de ajustes para pacientes com insuficiência renal. - Cada frasco-ampola de aciclovir deve ser reconstituído com 10mL de água para injeção ou infusão intravenosa de cloreto de sódio (0,9% p/v). Isso resulta numa solução contendo 25mg de aciclovir por ml. - Para reconstituição de cada frasco-ampola, adicionar o volume recomendado do fluido de infusão e agitar levemente, até que o conteúdo esteja completamente dissolvido. - Após a reconstituição, aciclovir pode ser injetado por meio de bomba de infusão controlada. - Alternativamente, a solução obtida após a reconstituição de aciclovir pode ser diluída, resultando numa concentração de aciclovir não superior a 5mg/ml (0,5% p/v) para administração por infusão. - O volume necessário da solução reconstituída de aciclovir deve ser adicionado ao fluido de infusão de escolha, e a mistura deve ser bem agitada para garantir sua homogeneização. - Para RN e crianças de 12 meses, a dose de aciclovir é calculada com base na área da superfície corporal, ao invés de pelo peso. - Para adultos, é recomendado que as bolsas contendo 100mL do fluido de infusão sejam utilizadas, mesmo quando se obtém uma concentração de aciclovir menor que 0,5% p/v.. Assim, uma bolsa de infusão contendo 100mL pode ser usada para qualquer dose entre 250 e 500mg de aciclovir (10 e 20mL de solução reconstituída). Uma segunda bolsa de infusão deve ser usada para doses entre 500 e 1.000mg. - Pacientes idosos com função renal alterada precisam de redução das doses habituais de aciclovir. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 4.ÁCIDO ACETILSALICILICO 100MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Analgésico. Efeito Colateral: Distúrbios gastrointestinais (dor, úlcera, hemorragia), hemorragia intra e pós-operatório, hematomas, epistaxe, hemorragias urogenitas e 11 sangramento gengival, reações de hipersensibilidade, doença respiratória, disfunção hepática, Cuidados de enfermagem na administração. -Tomar os comprimidos preferencialmente após as refeições, com bastante líquido. - Adultos: 1 a 2 comprimidos. Se necessário, repetir a cada 4 a 8 horas, não excedendo 8 comprimidos por dia. - Crianças a partir de 12 anos: 1 comprimido. Se necessário, repetir a cada 4 a 8 horas, até 3 vezes por dia. - Não deve ser administrada por mais de 3 a 5 dias sem consultar seu médico ou cirurgião-dentista. Em casos de comprimido revestido Tomar os comprimidos preferencialmente após as refeições, com bastante líquido. - Adultos: 1 a 2 comprimidos com repetição de dose conforme necessário após um período mínimo de 4 horas. A dose diária máxima não deve exceder 6 comprimidos. - Idosos: 1 comprimido com repetição de dose conforme necessário após um período mínimo de 4 horas. A dose diária máxima não deve exceder 4 comprimidos. - Crianças com mais de 12 anos de idade (40 kg ou mais): 1 comprimido com repetição de dose conforme necessário após um período mínimo de 4 horas. A dose diária máxima não deve exceder 3 comprimidos. - O ácido acetilsalicílico não deve ser tomado por mais de 3 dias para febre e 3 a 4 dias para dor, salvo sob orientação médica. - O ácido acetilsalicílico deve ser usado com cautela em pacientes com função renal ou hepática prejudicada ou problemas de circulação. - Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. 5.ÁCIDO ASCÓRBICO 100 MG/ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Suplemento antioxidante. Efeito Colateral: - Precipitação de cálculos de oxalato no trato urinário ocasionada pela supersaturação do ácido ascórbico; tontura ou desmaio quando administrado por injeção intravenosa rápida; - Doses altas causam diarreia, rubor facial, cefaleia, disúria, litíase oxálica ou úrica, náusea, vômito e cólicas estomacais. Ocasionalmente, desencadeiam-se perturbações digestivas como gastralgia e pirose Cuidados de enfermagem na administração. - Este medicamento é contraindicado para uso em pacientes com alergia ao ácido ascórbico ou a qualquer outro componente da fórmula e àqueles com alguma dessas doenças: Diabetes mellitus, hemocromatose, anemia sideroblástica, talassemia, oxalose, história pregressa de cálculos renais e anemia falciforme. - Devido à presença de edetato dissódico, esse medicamento deve ser utilizado com cuidado em pacientes que possuam função renal reduzida, tuberculose e debilidade na função cárdica. - A administração parenteral do ácido ascórbico pode causar reações alérgicas aos pacientes que possuem hipersensibilidade aos componentes da 12 fórmula. No caso de reações alérgicas o tratamento com ácido ascórbico deve ser interrompido imediatamente. - O uso de grandes quantidades diárias durante a gravidez pode ser prejudicial ao feto. Devido à vitamina C ser eliminada através do leite materno, a mesma deve ser administrada com cautela às mães que estejam no período de amamentação. - O produto pode ser utilizado por pacientes com mais de 65 anos de idade desde que se observem as precauções comuns ao mesmo. - Uso em pacientes com insuficiência renal, tuberculose e/ou problemas cardíacos - Devido à presença de edetato dissódico, esse medicamento deve ser utilizado com cautela em. - Conservar em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteger da luz. - Diluições do ácido ascórbico em solução de glicose 5% p/v ou em solução de cloreto de sódio 0,9% p/v demonstraram ser estáveis. - A solução injetável de ácido ascórbico pode ser administrada através da via intravenosa com velocidade de infusão de 2 mL/min. 6.ÁCIDO TRANEXAMICO 50MG/ML INJETÁVEL Classe do medicamento: Anticoagulante. Efeito Colateral: - O ácido tranexâmico deve ser administrado estritamente pela via intravenosa. A administração pela via intramuscular pode produzir rabdomiólise,com mioglobinúria. - A administração intravenosa deverá ser o mais lenta possível, devendo sempre ser respeitada a velocidade máxima de infusão de 50 mg/min. A administração intravenosa rápida pode promover náuseas, vômitos, hipotensão arterial ou bradicardia. Outras reações adversas observadas com a utilização do ácido tranexâmico pela via intravenosa, são reações cutâneas de hipersensibilidade, outras reações raras são tonteira, cefaleia, alterações da visão, hipotensão arterial e tromboembolismo. Cuidados de enfermagem na administração: - Ácido tranexâmico deve ser guardado na sua embalagem original, em temperatura ambiente entre 15°C e 30°C. Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação. - Ácido tranexâmico injetável deve ser administrado estritamente pela via intravenosa, devendo sempre ser respeitada a velocidade máxima de infusão de 50 mg/min. - Pacientes com histórico de tromboembolismo, ou com fatores predisponentes para tal, devem ser cuidadosamente acompanhados. - Não se recomenda a utilização deste medicamento em hemorragias secundárias à coagulação intravascular disseminada, a menos que, confirmadamente, sejam por distúrbios do sistema fibrinolítico. - Insuficiência Renal: A excreção do ácido tranexâmico é renal. Portanto, na insuficiência renal, as doses devem ser ajustadas (vide item Posologia) e o tratamento deve ser sob estrita supervisão. - Não há advertências ou recomendações especiais, sobre a utilização deste medicamento em idosos. 13 - Estudos experimentais não demonstraram efeitos teratogênicos, mutagênicos ou sobre a fertilidade, com a utilização do ácido tranexâmico. Entretanto, o ácido tranexâmico atravessa a barreira placentária e a experiência clínica com sua utilização em gestantes é limitada. Portanto, este medicamento deve ser utilizado na gestação com cautela e sob estrita supervisão. Não se recomenda sua utilização no primeiro trimestre da gestação. 7.ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS FRASCO 200ML. Classe do medicamento: Emoliente. Efeito Colateral: Não encontrado. Cuidados de enfermagem na administração: - Irrigar a lesão com Soro Fisiológico 0,9%; - Secar a pele ao redor da ferida; - Aplicar o óleo diretamente sobre o leito da lesão ou umedecer coberturas estéreis e aplicar sobre a ferida; - Ocluir com uma cobertura secundária estéril; - Fixar conforme a necessidade do local da ferida. - A frequência de troca do produto dependerá da avaliação prévia do profissional. Sugere-se troca diária para feridas muito exsudativas e a cada doze horas para feridas que apresentem o leito mais desidratado. - Manter o produto na embalagem original, em ambiente fresco e ao abrigo da luz. Antes de utilizar leia as instruções. Prazo de validade de 2 anos, mantendo o produto armazenado à temperatura ambiente e com embalagem intacta. Esta não pode estar aberta, rasgada, perfurada ou molhada. 8.ADENOSINA 3MG/ML AMPOLA 2ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antiarrítmico. Efeito Colateral: - Reação muito comum: rubor facial (vermelhidão) e respiração ofegante/dispneia. - Reação comum: dor de cabeça, pressão no peito (desconforto), atordoamento e náusea. - Reação incomum: sudorese (transpiração excessiva), palpitações, dor no peito e hipotensão (pressão baixa); hiperventilação (devido ao aumento da frequência ou da intensidade da respiração) e pressão na cabeça; vertigem (tontura), formigamento nos braços, torpor (fraqueza/moleza no corpo), alterações na visão, sensação de queimação, peso na nuca e braços e dor nas costas; gosto metálico, sensação de aperto na garganta e pressão na virilha. Cuidados de enfermagem na administração: - Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (15°C a 30°C). - O medicamento é para aplicação única. A quantidade não utilizada deve ser descartada. - Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. - Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. 14 - A adenosina deve ser administrada somente por profissional especializado, exclusivamente por via intravenosa. 9.AGUA DESTILADA 10ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Solução para infusão parenteral. Efeito Colateral: Devem ser avaliadas as reações adversas dos medicamentos que serão diluídos ou dissolvidos na água para injeção. Cuidados de enfermagem na administração: - A solução somente deve ter uso intramuscular ou intravenoso e individualizado. - A dosagem deve ser determinada por um médico e é dependente da idade, do peso, das condições clínicas do paciente, do medicamento diluído em solução e das determinações em laboratório. - Antes de serem administradas, as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primária. - Apenas para as Soluções Parenterais de Grande Volume: *A Solução é acondicionada em bolsas em SISTEMA FECHADO para administração intravenosa usando equipo estéril. - Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em série. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a Água para Injeção. 10.AGUA DESTILADA 500ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Solução para infusão parenteral. Efeito Colateral: Devem ser avaliadas as reações adversas dos medicamentos que serão diluídos ou dissolvidos na água para injeção. Cuidados de enfermagem na administração: - A solução somente deve ter uso intramuscular ou intravenoso e individualizado. - A dosagem deve ser determinada por um médico e é dependente da idade, do peso, das condições clínicas do paciente, do medicamento diluído em solução e das determinações em laboratório. - Antes de serem administradas, as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primária. - Apenas para as Soluções Parenterais de Grande Volume: *A Solução é acondicionada em bolsas em SISTEMA FECHADO para administração intravenosa usando equipo estéril. - Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em série. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a Água para Injeção. 11.ALBUMINA HUMANA 20%. Classe do medicamento: Expansor do Volume Sanguíneo. 15 Efeito Colateral: Calafrio, febre, náusea, vômito, dor de cabeça, mal- estar e rubor. - Reações de hipersensibilidade ou reações alérgica-anafilática como erupções cutâneas, prurido, urticária, dispneia, taquicardia, bradicardia, hipotensão. Cuidados de enfermagem na administração: - A suspeita de alergia ou reações do tipo anafilática requer interrupção imediata da injeção. Em caso de choque, o tratamento médico padrão para choque deve ser implementado. - A Albumina Humana deve ser utilizada com cautela em condições nas quais a hipervolemia e suas consequências ou a hemodiluição possam representar um risco especial para o paciente. Exemplos de tais condições são insuficiência cardíaca descompensada, hipertensão, varizes esofágicas, edema pulmonar, diátese hemorrágica, anemia severa, anúria renal e pós-renal. - O efeito coloidosmótico da Albumina Humana humana 200 é de aproximadamente quatro vezes àquela do plasma sanguíneo. Portanto, quando a Albumina Humana concentrada é administrada, devem-se tomar cuidados para garantir a adequada hidratação do paciente. Os pacientes devem ser monitorados cuidadosamente para evitar a sobrecarga circulatória ou hiperhidratação. - A solução de Albumina Humana humana 200 é relativamente baixa em eletrólitos quando comparadas às soluções de 40-50 g/L de Albumina Humana humana. Quando a Albumina Humana éutilizada, as condições eletrolíticas do paciente devem ser monitoradas (ver item 8. Posologia e modo de usar) e métodos adequados devem ser utilizados para restaurar ou manter o balanço eletrolítico. - Soluções de Albumina Humana não devem ser diluídas com água para injetáveis, pois pode causar hemólise nos pacientes. - Se volumes comparativamente grandes devem ser repostos, são necessários controles de coagulação e hematócrito. Deve-se tomar cuidado para garantir a substituição adequada de outros componentes do sangue (fatores de coagulação, eletrólitos, plaquetas e eritrócitos). - Pode ocorrer hipervolemia se a dose e a taxa de infusão não forem ajustadas à situação circulatória do paciente. Aos primeiros sinais de sobrecarga cardiovascular (dor de cabeça, dispneia e congestão da veia jugular), ou aumento da pressão sanguínea, aumento da pressão venosa ou edema pulmonar, a infusão deve ser interrompida imediatamente. - Albumina Humana contém 125 mmol de sódio por litro. Isto deve ser levado em consideração por pacientes em dieta controlada de sódio. 12.ALOPURINOL 100MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Antigotoso. Efeito Colateral: Infecções e infestações, Distúrbios do sangue e do sistema linfático, Distúrbios do sistema imunológico, Distúrbios psiquiátricos, Distúrbios do metabolismo e nutrição, Distúrbios oculares, Distúrbios do ouvido e labirinto, Distúrbios cardíacos, Distúrbios vasculares, Distúrbios gastrointestinais, Distúrbios hepatobiliares, Distúrbios dos tecidos cutâneos e subcutâneos, Distúrbios renais e urinários, Distúrbios mamários e do sistema reprodutivo e Distúrbios gerais e condições do local de administração. Cuidados de enfermagem na administração: - O tratamento com Alopurinol não deve ser iniciado até que um ataque agudo de gota tenha terminado completamente, pois pode desencadear novos ataques. 16 - Por si só, a hiperuricemia assintomática geralmente não é considerada uma indicação de uso de Alopurinol. A modificação da dieta e da ingestão de líquidos, com controle da causa subjacente, pode corrigir essa condição. - As doses devem ser reduzidas em caso de insuficiência hepática ou renal. - O tratamento adequado com Alopurinol levará à dissolução de grandes cálculos renais de ácido úrico, com a remota possibilidade de impactação no ureter. - O uso na gravidez deve ser considerado apenas quando não houver alternativa mais segura e quando a doença em si representar riscos para a mãe ou para o feto. 13.ALTEPLASE 50MG. Classe do medicamento: Antitrombótico. Efeito Colateral: Hemorragia superficial, normalmente devida a punções ou a vasos sanguíneos danificados; Hemorragia interna em qualquer local ou cavidade corpórea. Cuidados de enfermagem na administração. - A solução reconstituída deve ser administrada intravenosamente e é de uso imediato. - Alteplase não deve ser administrado concomitantemente com outros medicamentos, nem no mesmo frasco de infusão, nem no mesmo acesso venoso (nem mesmo com heparina). - Antes de administrar Alteplase, avaliar as contraindicações descritas na bula. Nos casos de acidente vascular cerebral isquêmico agudo, deve-se observar ainda as contraindicações complementares também descritas na bula. - Alteplase é contraindicado em: Pacientes com hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo alteplase, à gentamicina (resíduo do processo de fabricação) ou a qualquer componente da fórmula; - Monitorar o paciente. - Evitar injeções intramusculares durante o tratamento com Alteplase; 14.AMINOFLINA 100MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Broncodilatador. Efeito Colateral: As reações adversas geralmente experimentadas foram náuseas, vômitos, diarreia, dores de cabeça e insônia. - Sistema imunológico: reações de hipersensibilidade; - Sistema cardiovascular: taquicardia, palpitações, extrassístoles, hipotensão, arritmia atrial e ventricular, vasoconstrição periférica; - Sistema nervoso central: dor de cabeça, insônia, confusão, irritabilidade, vertigem, hiperexcitabilidade reflexa, tremor, ansiedade, convulsão; - Distúrbios dos olhos: distúrbios visuais; - Sistema gastrintestinal: náusea, vômito, dor epigástrica, cólica abdominal, anorexia, diarreia, refluxo gastroesofágico, sangramento gastrintestinal, hematêmese; - Geniturinário: albuminúria, frequência urinária aumentada; - Sistema respiratório: taquipneia; - Outros: febre. 17 Cuidados de enfermagem na administração: - A aminofilina deve ser administrada por via IV. A injeção intramuscular é em geral dolorosa e essa via de administração só deve ser considerada se absolutamente necessária; nesse caso as injeções devem ser profundas. - A posologia deve ser determinada de acordo com a severidade da doença, a idade, a existência de outras afecções e a resposta do paciente. - As doses são proporcionalmente menores e devem ser determinadas de acordo com o peso da criança. - Em pacientes adultos que não estejam recebendo concorrentemente outros produtos que contenham Aminofilina, uma dose de ataque de 6mg Aminofilina/kg deve ser administrada numa taxa de infusão que não exceda 25mg/minuto. A dose de ataque deve ser reduzida em pacientes que estejam recebendo algum produto contendo teofilina. - Podem ocorrer reações cruzadas de sensibilidade entre xantinas. A anestesia pelo halotano na presença de Aminofilina pode causar taquicardia sinusal ou arritmias ventriculares. - Não é recomendado seu uso durante a gravidez e a lactação. Só deve ser administrada a gestantes ou lactantes se o médico julgar que os benefícios potenciais ultrapassem os possíveis riscos. 15.AMINOFLINA 24MG/ML AMPOLA 10ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Broncodilatador. Efeito Colateral: As reações adversas geralmente experimentadas foram náuseas, vômitos, diarreia, dores de cabeça e insônia. - Sistema imunológico: reações de hipersensibilidade; - Sistema cardiovascular: taquicardia, palpitações, extrassístoles, hipotensão, arritmia atrial e ventricular, vasoconstrição periférica; - Sistema nervoso central: dor de cabeça, insônia, confusão, irritabilidade, vertigem, hiperexcitabilidade reflexa, tremor, ansiedade, convulsão; - Distúrbios dos olhos: distúrbios visuais; - Sistema gastrintestinal: náusea, vômito, dor epigástrica, cólica abdominal, anorexia, diarreia, refluxo gastroesofágico, sangramento gastrintestinal, hematêmese; - Geniturinário: albuminúria, frequência urinária aumentada; - Sistema respiratório: taquipneia; - Outros: febre. Cuidados de enfermagem na administração: - A aminofilina deve ser administrada por via IV. A injeção intramuscular é em geral dolorosa e essa via de administração só deve ser considerada se absolutamente necessária; nesse caso as injeções devem ser profundas. - A posologia deve ser determinada de acordo com a severidade da doença, a idade, a existência de outras afecções e a resposta do paciente. - As doses são proporcionalmente menores e devem ser determinadas de acordo com o peso da criança. - Em pacientes adultos que não estejam recebendo concorrentemente outros produtos que contenham Aminofilina, uma dose de ataque de 6mg Aminofilina/kg deve ser administrada numa taxa de infusão que não exceda 25mg/minuto. A dose 18 de ataque deve ser reduzida em pacientes que estejam recebendo algum produto contendo teofilina. - Podem ocorrer reações cruzadas de sensibilidade entre xantinas. A anestesia pelo halotano na presença de Aminofilina pode causar taquicardia sinusal ou arritmias ventriculares. - Não é recomendado seu uso durante a gravidez e a lactação. Só deve ser administrada a gestantes ou lactantes se o médico julgar que os benefícios potenciais ultrapassem os possíveis riscos. 16.AMIODARONA 200MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Antiarrítmico. Efeito Colateral: - Distúrbios sanguíneos e do sistema linfático. - Anemia hemolítica, anemia aplásticae trombocitopenia. - Neutropenia, agranulocitos. - Distúrbios cardíacos. - Bradicardia geralmente moderada e dose dependente. - Aparecimento ou piora da arritmia, seguida, às vezes, por parada cardíaca (vide “Advertências e Precauções” e “Interações Medicamentosas”). - Alterações da condução (bloqueio sinoatrial e atrioventricular de vários graus) (vide “Advertências e Precauções”). - Bradicardia acentuada ou parada sinusal em pacientes com disfunção do nódulo sinusal e/ou em pacientes idosos. Cuidados de enfermagem na administração: - O cloridrato de amiodarona deve ser mantido em temperatura ambiente (15°C a 30°C), protegido da umidade. - O cloridrato de amiodarona é contraindicado nos seguintes casos: * hipersensibilidade conhecida ao iodo, à amiodarona ou a quaisquer componentes da fórmula; * Este medicamento é contraindicado para o uso por pacientes: - Com bradicardia sinusal, bloqueio sinoatrial e doença do nó sinusal (risco de parada sinusal), distúrbios severos de condução atrioventricular, a menos que o paciente esteja com um marcapasso implantado; - Que fazem uso de associação com medicamentos que possam induzir torsade de pointes (vide Interações Medicamentosas); - com disfunção da tireoide; 17.AMIODARONA 50 MG/ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antiarrítmico. Efeito Colateral: - Distúrbios sanguíneos e do sistema linfático. - Anemia hemolítica, anemia aplástica e trombocitopenia. - Neutropenia, agranulocitos. - Distúrbios cardíacos. - Bradicardia geralmente moderada e dose dependente. - Aparecimento ou piora da arritmia, seguida, às vezes, por parada cardíaca (vide “Advertências e Precauções” e “Interações Medicamentosas”). 19 - Alterações da condução (bloqueio sinoatrial e atrioventricular de vários graus) (vide “Advertências e Precauções”). - Bradicardia acentuada ou parada sinusal em pacientes com disfunção do nódulo sinusal e/ou em pacientes idosos. Cuidados de enfermagem na administração: - O cloridrato de amiodarona deve ser mantido em temperatura ambiente (15°C a 30°C), protegido da umidade. - O cloridrato de amiodarona é contraindicado nos seguintes casos: * hipersensibilidade conhecida ao iodo, à amiodarona ou a quaisquer componentes da fórmula; * Este medicamento é contraindicado para o uso por pacientes: - Com bradicardia sinusal, bloqueio sinoatrial e doença do nó sinusal (risco de parada sinusal), distúrbios severos de condução atrioventricular, a menos que o paciente esteja com um marcapasso implantado; - Que fazem uso de associação com medicamentos que possam induzir torsade de pointes (vide Interações Medicamentosas); - com disfunção da tireoide; 18.AMOXICILINA 1000MG + CLAVULANATO DE POTÁSSIO 200MG. Classe do medicamento: Antimicrobiano. Efeito Colateral: - Candidíase mucocutânea, uma infecção micótica (por fungos) que normalmente afeta as partes íntimas ou a boca. - Diarreia (várias evacuações amolecidas por dia). - Tontura, dor de cabeça; - Enjoo, vômito, indigestão; - Aumento moderado de algumas enzimas do fígado; - Erupções da pele, coceira, urticária. - Diminuição reversível do número de glóbulos brancos; - Baixa contagem de plaquetas no sangue, o que pode resultar em sangramento ou hematomas com mais facilidade do que o normal; - Tromboflebite (formação de coágulos na veia) no local de administração; - Manchas avermelhadas pelo corpo (eritema multiforme). Cuidados de enfermagem na administração: - Crianças com menos de 12 anos 25 a 50 mg de amoxicilina por Kg de peso corporal por dia, divididos em 3 tomadas de 8 em 8 horas, durante 5 a 10 dias; - Adultos e Crianças acima de 12 anos 500 mg de amoxicilina 3 vezes dia (de 8 em 8 horas), durante 5 a 10 dias; - Adultos podem requerer doses menores em função da condição renal; - A amoxicilina + clavulanato de potássio deve ser administrado por via intravenosa (injetada na veia). Não é adequada para administração intramuscular (no músculo). - O profissional de saúde que faz a aplicação d e amoxicilina + clavulanato de potássio é o responsável pela correta reconstituição do produto. - As soluções reconstituídas são normalmente incolores ou de cor esbranquiçada a amarelada. Uma coloração rósea transitória pode aparecer durante a reconstituição. - Qualquer resíduo de antibiótico deve ser descartado. - O tratamento pode ser iniciado por via parenteral (aplicação nas veias) e continuado com uma preparação oral (pela boca). 20 - O tratamento não deve ser prolongado além de 14 dias sem revisão. - A amoxicilina + clavulanato de potássio é contraindicada para pacientes com alergia a penicilinas, cefalosporinas ou a qualquer componente da fórmula e para pacientes com disfunção do fígado ou icterícia (amarelamento da pele e dos olhos) relacionada ao uso de amoxicilina + clavulanato de potássio ou de outras penicilinas. 19.AMOXICILINA 500MG + CLAVULANATO DE POTÁSSIO 100MG. Classe do medicamento: Antimicrobiano. Efeito Colateral: - Candidíase mucocutânea, uma infecção micótica (por fungos) que normalmente afeta as partes íntimas ou a boca. - Diarreia (várias evacuações amolecidas por dia). - Tontura, dor de cabeça; - Enjoo, vômito, indigestão; - Aumento moderado de algumas enzimas do fígado; - Erupções da pele, coceira, urticária. - Diminuição reversível do número de glóbulos brancos; - Baixa contagem de plaquetas no sangue, o que pode resultar em sangramento ou hematomas com mais facilidade do que o normal; - Tromboflebite (formação de coágulos na veia) no local de administração; - Manchas avermelhadas pelo corpo (eritema multiforme). Cuidados de enfermagem na administração: - Crianças com menos de 12 anos 25 a 50 mg de amoxicilina por Kg de peso corporal por dia, divididos em 3 tomadas de 8 em 8 horas, durante 5 a 10 dias; - Adultos e Crianças acima de 12 anos 500 mg de amoxicilina 3 vezes dia (de 8 em 8 horas), durante 5 a 10 dias; - Adultos podem requerer doses menores em função da condição renal; - A amoxicilina + clavulanato de potássio deve ser administrado por via intravenosa (injetada na veia). Não é adequada para administração intramuscular (no músculo). - O profissional de saúde que faz a aplicação d e amoxicilina + clavulanato de potássio é o responsável pela correta reconstituição do produto. - As soluções reconstituídas são normalmente incolores ou de cor esbranquiçada a amarelada. Uma coloração rósea transitória pode aparecer durante a reconstituição. - Qualquer resíduo de antibiótico deve ser descartado. - O tratamento pode ser iniciado por via parenteral (aplicação nas veias) e continuado com uma preparação oral (pela boca). - O tratamento não deve ser prolongado além de 14 dias sem revisão. - A amoxicilina + clavulanato de potássio é contraindicada para pacientes com alergia a penicilinas, cefalosporinas ou a qualquer componente da fórmula e para pacientes com disfunção do fígado ou icterícia (amarelamento da pele e dos olhos) relacionada ao uso de amoxicilina + clavulanato de potássio ou de outras penicilinas. 20.AMPICILINA 1G INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antimicrobiano. Efeito Colateral: 21 As reações causadas são, normalmente, devido à sensibilidade individual com histórias de alergias e os sintomas são: asma, urticária, etc. - Reações de hipersensibilidade: sintomas6: rachaduras na pele, prurido, urticária, eritema multiforme e um ocasional caso de dermatite esfoliativa. Esta reação, normalmente, está associada a dosagens parenterais. - Nota: urticária e outros sinais da pele são controlados com o uso de anti- histamínicos e, se necessário, de corticosteróides sistêmicos. Já as reações anafiláticas1 sérias requerem medidas de emergência. Cuidados de enfermagem na administração: - Contraindicado para pacientes19 com história de hipersensibilidade a qualquer tipo de penicilina. - É também contra- indicada em infecçõescausadas por organismos que produzem a penicilinase. - Reações anáfilaticas sérias causadas por hipersensibilidade são bastante reportadas por pacientes em tratamento com penicilinas. Tais reações são muito comuns em indivíduos com história de sensibilidade e alergias múltiplas. Para se evitar esse tipo de reação deve-se fazer o teste de sensibilidade antes de administrar a droga. - O tratamento consiste na suspensão da medicação imediatamente e num tratamento com agentes anti-histamínicos e corticosteróides. - Reações anafiláticas13 graves requerem tratamento de emergência com epinefrina, oxigenação e esteróides intravenosos para facilitar o caminho do ar, incluindo intubação. 21.ANFOTERICINA B 50MG INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antifúngico Sistêmico. Efeito Colateral: - Hipotensão, tromboflebite, dor no local da aplicação, diarreia, indigestão, dispepsia, perda de apetite, anorexia, náuseas, vômitos, anemia normocrômica e normocítica, artralgia e mialgia, cefaleia, taquipneia, febre às vezes com calafrios (não depende da taxa de infusão), mal estar, tremores. - Bradiarritmia, Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC). Cuidados de enfermagem na administração: - A função renal deve ser frequentemente monitorizada durante a terapia com anfotericina B. - É também aconselhável monitorizar as funções hepáticas, os eletrólitos séricos (principalmente o magnésio e o potássio), leucograma e eritrograma. - As respostas laboratoriais poderão orientar o reajuste das dosagens subseqüentes. - Terapia concomitante com diuréticos pode representar fator de pré- disposição ao comprometimento renal, ao passo que a repleção ou a suplementação de sódio podem reduzir a ocorrência de nefrotoxicidade. - A infusão intravenosa rápida, em menos de 1 hora, particularmente em pacientes com insuficiência renal, tem sido associada à ocorrência de hipercalemia e arritmias, e deve, portanto, ser evitada. - Em nenhuma circunstância a dose total diária deverá exceder a 1,5 mg/kg. Superdosagem pode provocar problemas renais e distúrbios eletrolíticos, podendo resultar em parada cardiorespiratória. 22 22.ANLODIPINO 5MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Anti-hipertensivo e antianginoso; Efeito Colateral: Inchaço; dor de cabeça; fadiga; febre; erupção cutânea, tontura, sonolência, palpitações, rubor (vermelhidão), dor abdominal, náusea (enjoo), edema (inchaço). Cuidados de enfermagem na administração: - O paciente deve ser cuidadosamente monitorado para confirmar se o efeito desejado foi obtido. - O uso concomitante pode causar neurotoxicidade (náusea, vômito, diarréia, temor). - Pacientes que possui insuficiência cardíaca de origem não isquêmica ou hepática, o anlodipino deve ser administrado com cuidado. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas, nutrizes e crianças sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 23.ATENOLOL 50MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Antianginoso. Efeito Colateral: Bradicardia, frio nas extremidades, insuficiência cardíaca aumentada e hipotensão postural que pode estar associada à síncope. Cuidados de enfermagem na administração: - Deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência cardíaca descompensada, doença crônica obstrutiva das vias respiratórias, com conhecida predisposição a diabetes e pacientes com insuficiência renal. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas, nutrizes e crianças sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 24.ATRACURIO BESILATO 25MG. Classe do medicamento: Bloqueador Neuromuscular. Efeito Colateral: Hipotensão, Broncoespasmo, Urticária, Manifestações anafiláticas e anafilactoides. Cuidados de enfermagem na administração: - Deve ser administrado somente com anestesia geral adequada e apenas por ou sob supervisão de um anestesista experiente com acesso à intubação endotraqueal e ventilação artificial. - Besilato de atracúrio é contraindicado para pacientes com conhecida hipersensibilidade aos seus componentes, ao atracúrio ou cisatracúrio. - A dose para crianças maiores de 1 mês de idade é a mesma para adultos (de acordo com o peso corporal). - A dose para pacientes idosos é a mesma indicada para adultos. - Para os pacientes portadores de doença cardiovascular clinicamente significativa, a dose inicial de Besilato de atracúrio deve ser administrada durante um período superior a 60 segundos. 25.ATROPINA 0,25MG/ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antídoto. Efeito Colateral: 23 -Gastrintestinais: xerostomia, náusea, vômito, disfagia, azia, constipação e íleo paralítico. - Geniturinário: retenção urinária e impotência. - Ocular: visão distorcida, midríase, fotofobia, cicloplegia e aumento da pressão ocular. - Cardiovascular: palpitação, bradicardia (baixas doses de atropina) e taquicardia (altas doses). - Sistema Nervoso Central: cefaleia, sonolência, fadiga, desorientação, nervosismo, insônia, perda temporária da memória, confusão mental e excitação, especialmente em pacientes geriátricos. Altas doses podem ocasionar estimulação do Sistema Nervoso Central (inquietação e tremores). - Hipersensibilidade: reações alérgicas severas incluindo anafilaxia, urticária e outras manifestações cutâneas. - Outros: supressão da lactação, congestão nasal e diminuição da sudorese. Cuidados de enfermagem na administração: - A injeção intravenosa deve ser feita lentamente. De modo geral, recomenda- se: Antimuscarínico: * Adultos: 0,4 a 0,6 mg (via intramuscular, intravenosa ou subcutânea), a cada 4 a 6 horas. * Crianças: 0,01 mg/kg (via subcutânea), sem ultrapassar 0,4 ou 0,3 mg, por m² de superfície corporal, em intervalos de 4 a 6 horas. - Arritmias: * Adultos: 0,4 a 1 mg (via intravenosa), a cada 1 a 2 horas, até no máximo 2 mg. *Crianças: 0,01 a 0,03 mg/kg (via intravenosa). - Radiografia gastrintestinal: - Adultos: 1 mg (via intramuscular). - Pré-medicação anestésica: * Adultos: 0,2 a 0,6 mg (via intramuscular), entre meia a uma hora antes da cirurgia. * Crianças (via subcutânea): até 3 kg: 0,1 mg; de 7 a 9 kg: 0,2 mg; de 12 a 16 kg: 0,3 mg; de 20 a 27 kg: 0,4 mg; com 32 kg: 0,5 mg; com 41 kg: 0,6 mg. Para pesos intermediários não especificados use a dosagem intermediária correspondente. - Coadjuvante colinérgico (bloqueio curariforme): *Adultos: 0,6 a 1,2 mg (via intravenosa), antes ou concomitante à administração de neostigmina (seringas separadas). - Antídoto de inibidores da colinesterase: *Adultos: inicialmente 2 a 4 mg (via intravenosa) seguidos de 2 mg repetidos a intervalos de 5 a 10 minutos até que desapareçam os sintomas muscarínicos. *Crianças: inicialmente 1 mg (via intravenosa ou intramuscular), seguidos de 0,5 a 1 mg a cada 5 ou 10 minutos, até que desapareçam os sintomas muscarínicos. - Recomenda-se não ultrapassar a dose de aproximadamente 10 mg, pode ser letal em crianças. - Antídoto de organofosforados e muscarina (intoxicações fúngicas): * Adultos: 1 a 2 mg cada hora, por via intravenosa ou intramuscular até remissão dos efeitos respiratórios ou até desaparecimento da cianose. - Nas intoxicações por inseticidas fosforados, repetir a dose a cada 20 a 30 minutos até o desaparecimento da cianose. Prosseguir até melhora definitiva, o que pode suceder, em certos casos, em dois ou mais dias. 24 26.BICARBONATO DE SÓDIO 8,4 % 10 ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Redutor da acidez gástrica. Efeito Colateral: - O uso de Bicarbonato de Sódio pode provocar arrotos, aumento dos reflexos musculares, distensão abdominal, alterações de consciência, alterações metabólicas, cálculos renais, cólicas, tremor, retenção de líquidos e piora da insuficiência cardíaca. - O extravasamento da solução de Bicarbonato de Sódio pode resultar em dor no local da injeção e necrose tecidual após administração intravenosa. Cuidados de enfermagemna administração: - Descontinuar o uso se o paciente apresentar alcalose metabólica. - Monitorar o pH quando o Bicarbonato de Sódio for utilizado como alcalinizador da urina. - Cuidado para não haver extravasamento da solução intravenosa. - A solução de bicarbonato de sódio deve ser usada com precaução em pacientes com história de insuficiência cardíaca congestiva e insuficiência renal, cirrose, hipertensão e em uso contínuo de corticosteróides. - A gasometria deve ser avaliada, pois a infusão rápida pode causar acidose respiratória, o gotejamento deve ser controlado e o acesso avaliado, pois em caso de extravasamento, pode ocorrer celulite, necrose e ulceração. - O nível de potássio dever ser monitorado antes da administração devido ao risco de alcalose metabólica. Se ocorrer tetania, usar gluconato de cálcio. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando sem orientação médica ou do cirurgião dentista. 27.BICARBONATO DE SÓDIO 8,4 % 250 ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Redutor da acidez gástrica. Efeito Colateral: - O uso de Bicarbonato de Sódio pode provocar arrotos, aumento dos reflexos musculares, distensão abdominal, alterações de consciência, alterações metabólicas, cálculos renais, cólicas, tremor, retenção de líquidos e piora da insuficiência cardíaca. - O extravasamento da solução de Bicarbonato de Sódio pode resultar em dor no local da injeção e necrose tecidual após administração intravenosa. Cuidados de enfermagem na administração: - Descontinuar o uso se o paciente apresentar alcalose metabólica. - Monitorar o pH quando o Bicarbonato de Sódio for utilizado como alcalinizador da urina. - Cuidado para não haver extravasamento da solução intravenosa. - A solução de bicarbonato de sódio deve ser usada com precaução em pacientes com história de insuficiência cardíaca congestiva e insuficiência renal, cirrose, hipertensão e em uso contínuo de corticosteróides. - A gasometria deve ser avaliada, pois a infusão rápida pode causar acidose respiratória, o gotejamento deve ser controlado e o acesso avaliado, pois em caso de extravasamento, pode ocorrer celulite, necrose e ulceração. - O nível de potássio dever ser monitorado antes da administração devido ao risco de alcalose metabólica. Se ocorrer tetania, usar gluconato de cálcio. 25 - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando sem orientação médica ou do cirurgião dentista. 28.BROMOPRIDA 5MG/ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antiemético/Procinético. Efeito Colateral: Reação muito comum: inquietação, sonolência, cansaço e lassidão (diminuição de forças, esgotamento) Com menor frequência podem ocorrer insônia, dor de cabeça, tontura, náuseas, sintomas extrapiramidais (relacionados à coordenação dos movimentos), galactorreia (produção de leite excessiva ou inadequada), aumento das mamas em homens, erupções cutâneas, incluindo urticária ou distúrbios intestinais As reações extrapiramidais podem ser mais frequentes em crianças e adultos jovens, enquanto que movimentos anormais ou perturbados são comuns em idosos sob tratamentos prolongados Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Cuidados de enfermagem na administração: - Não deve ser utilizado nos seguintes casos: em pacientes com antecedentes de alergia aos componentes da fórmula; quando a estimulação da motilidade gastrointestinal for perigosa, como por exemplo, na presença de hemorragia, obstrução mecânica ou perfuração gastrointestinal; em pacientes epiléticos ou que estejam recebendo outras drogas que possam causar reações extrapiramidais, uma vez que a frequência e intensidade destas reações podem ser aumentadas; Durante a gravidez e lactação. - Hipersensibilidade ao componente da fórmula, Afecção grave, Alcoolismo, arteriosclerose avançada, Crianças com menos de 12 anos de idade, Doença cardiovascular, Glaucoma, Hipertensão grave, Isquemia cerebral, Nível de agitação alto, Propensão ao abuso de drogas, Psicose, Uremia. 29.CAPTOPRIL 25MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Anti-hipertensivo. Efeito Colateral: Erupções cutâneas, febre, artralgia e eosinofilia, hipotensão, taquicardia, dores no peito e palpitações, Insuficiência renal, dano renal, síndrome nefrótica, poliúria, oligúria. Cuidados de enfermagem na administração: - Captopril deve ser tomado 1 hora antes das refeições por via oral. - A dose deve ser individualizada. - Depois de aberto os comprimidos devem ser armazenados na embalagem original. - Drogas com atividade vasodilatadora deverão ser administradas com cuidado, considerando-se o uso de dosagens menores. - Observou-se angioedema em pacientes tratados com inibidores da ECA, incluindo-se o captopril. Se o angioedema envolver a língua, glote ou laringe, poderá ocorrer a obstrução das vias aéreas e ser fatal. A terapia de emergência deverá ser instituída imediatamente. - Pode aumentar os riscos de intoxicação digitálica com digitálicos. 26 30.CARVÃO ATIVADO. Classe do medicamento: Antídoto. Efeito Colateral: Os principais efeitos colaterais do carvão vegetal ativado incluem escurecimento das fezes, vômitos, diarreia e prisão de ventre, quando consumido em excesso. Cuidados de enfermagem na administração: - O carvão ativado pode ser encontrado na forma de comprimido, pó e tabletes. A dose varia de acordo com a indicação de uso, e somente um médico ou nutricionista especializado no assunto devem indicar o uso e a dose necessária para que o consumo seja seguro e as chances de efeitos desagradáveis ser minimizada. - É contraindicado o uso em: Gestantes, Amamentação, Crianças, Hipersensibilidade de alguns componentes, Obstrução intestinal, Problemas gastrointestinais, Cirurgia de intestino, Pessoas que ingeriram substâncias corrosivas. 31.CARVEDILOL 6,25MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Antiarrítmico. Efeito Colateral: Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento. Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora da insuficiência cardíaca ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol. Cuidados de enfermagem na administração: - Deve ser realizado em uso oral. - Geralmente, o tratamento é longo. Por isso, não se deve parar de tomar este medicamento repentinamente, mas ir reduzindo as doses aos poucos. - Não é recomendado o uso em indivíduos que já apresentaram Alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da fórmula. - É contraindicado o uso em casos de Insuficiência cardíaca descompensada/instável, necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração. - É contraindicado em casos Insuficiência do fígado. - É contraindicado em casos arritmias cardíacas (irregularidades do ritmo cardíaco). - É contraindicado em casos Asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) relacionada a broncoespasmo (contração dos brônquios). - È contraindicado o uso em casos de pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg). 32.CEFAZOLINA SODICA 1G FRASCO/AMPOLA INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antibacteriano. Efeito Colateral: - Alérgicas: anafilaxia (urticária, coceira, diminuição grave da respiração e pressão), eosinofilia (aumento de eosinófilos no sangue), prurido (coceira), febre medicamentosa, erupções na pele e Síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave na pele com bolhas e vermelhidão). Há maior probabilidade de essas reações ocorrerem em pacientes com história de alergia, particularmente à penicilina. -Reações locais: raros casos de flebite (inflamação da veia) no local da injeção foram relatados. 27 - Gastrintestinais: diarreia, estomatite por Candida (monilíase ou “sapinho”), vômitos e náuseas, dor de estômago, anorexia (faltade apetite) e colite pseudomembranosa (caracterizada por dor na barriga e no estômago; cólica; diarreia aquosa, podendo conter sangue; febre), durante ou após o tratamento com antibióticos. Cuidados de enfermagem na administração: - Cefazolina sódica é de uso injetável, portanto deve ser administrada somente em serviços profissionais autorizados. - Infecção Urinária Aguda (não complicada): 1 g a cada 12 horas por infusão intravenosa. - Pneumonia Pneumocócica: 500 mg a cada 12 horas por infusão intravenosa. - Prevenção de endocardite (infecção nas válvulas do coração): 1 g, 30 minutos antes do início do procedimento, por infusão intravenosa. - Prevenção de infecção em cirurgia (infusão intravenosa) *Antes da cirurgia: 1 g, 30 a 60 minutos antes do início da cirurgia. * Durante a cirurgia (procedimentos com duração de 2 horas ou mais): 500 mg a 1 g. * Depois da cirurgia: 500 mg a 1 g a cada 6 a 8 horas, até 24 horas após a cirurgia. Em cirurgias onde uma infecção pode ser particularmente devastadora a administração da cefazolina deve ser continuada por 3 a 5 dias após o término da cirurgia. 33.CEFTRIAXONA 1G INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antibacteriano. Efeito Colateral: Distúrbios gastrintestinais, fezes moles ou diarréia, náusea, vômito, estomatite e glossite; alterações hematológicas: eosinofilia, leucopenia, granulocitopenia, anemia hemolítica, trombocitopenia. Cefaléia, tontura, elevação das enzimas hepáticas, sedimento sintomático de ceftriaxona cálcica na vesícula biliar, oligúria, aumento da creatinina sérica, micose do trato genital, febre, tremores, reações anafiláticas ou anafilactóides. Cuidados de enfermagem na administração: - Pode aumentar os riscos de hemorragias com inibidores da agregação plaquetária, anticoagulantes orais, eparina, agentes trombolíticos. - Não tem sua excreção alterada por probenecida. - O medicamento pode ser utilizado por adultos e crianças acima de 12 anos. - Seguir corretamente a orientação de posologia indicada pelo seu médico. - É contraindicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade à ceftriaxona, a qualquer um dos excipientes da formulação ou a qualquer outro cefalosporínico. Pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade à penicilina e outros agentes betalactâmicos podem apresentar maior risco de hipersensibilidade à ceftriaxona. 34.CETOPROFENO 50MG IM INJETÁVEL. Classe do medicamento: Analgésico, Antipirético, Anti-Inflamatório não hormonal. Efeito Colateral: 28 - Distúrbios no sistema sanguíneo e linfático: anemia hemorrágica (anemia devido a sangramento), agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de células brancas do sangue), trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas), aplasia medular (disfunção da medula óssea que altera a produção de células do sangue), anemia hemolítica (diminuição do número de glóbulos vermelhos do sangue em decorrência da destruição prematura dos mesmos), leucopenia (redução dos glóbulos brancos no sangue), insuficiência (redução da função) da medula óssea. - Distúrbios no sistema nervoso: Incomum: dor de cabeça, vertigem e sonolência. Raro: parestesia (sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente). - Distúrbios visuais: visão embaçada, tal como visão borrada. - Distúrbios auditivos e do labirinto: zumbidos. - Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: asma. - Distúrbios gastrintestinais: dispepsia (má digestão), náusea, dor abdominal, vômito. -Incomum: constipação (prisão de ventre), diarreia, flatulência (excesso de gases no estômago ou intestinos) e gastrite (inflamação do estômago). estomatite (inflamação da mucosa da boca), úlcera péptica. - Distúrbios hepatobiliares: casos de hepatite (inflamação do fígado), aumento dos níveis das transaminases (enzimas presentes nas células do fígado). - Distúrbios cutâneos e subcutâneos: erupção cutânea (rash), prurido (coceira). - Distúrbios gerais e condições no local da administração: edema (inchaço). - Investigações: ganho de peso. Cuidados de enfermagem na administração: O Cetoprofeno não deve ser utilizado nos seguintes casos: - Pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade (alergia ou intolerância) ao cetoprofeno, como crises asmáticas (doença pulmonar caracterizada pela contração das vias respiratórias ocasionando falta de ar) ou outros tipos de reações alérgicas ao cetoprofeno, ao ácido acetilsalicílico ou a outros anti- inflamatórios não esteroidais – AINEs (como diclofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno). Nestes pacientes foram relatados casos de reações anafiláticas severas (reação alérgica grave e imediata), raramente fatais (vide “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”). - Pacientes que já tiveram ou têm úlcera péptica/hemorrágica (lesão localizada no estômago e/ou intestino). - Pacientes que já tiveram sangramento ou perfuração gastrintestinal (estômago e/ou intestino), relacionada ao uso de AINEs). - Paciente com hemorragia gastrintestinal, cerebrovascular ou qualquer outro sangramento ativo. - Hemostasia ou terapia anticoagulante em curso (contraindicação relacionada com a via intramuscular). - Pacientes com insuficiência severa (redução acentuada da função do órgão) do coração, do fígado e/ou dos rins. - Mulheres no terceiro trimestre da gravidez. - Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência do coração, do fígado e/ou dos rins severas, pacientes com histórico de 29 reações de hipersensibilidade ao cetoprofeno, ao ácido acetilsalicílico ou a outros anti-inflamatórios não esteroidais – AINEs e por pacientes que já tiveram ou têm úlcera péptica/hemorrágica. - Este medicamento é contraindicado na faixa etária pediátrica. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas (3º trimestre gestacional) sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. - O cetoprofeno solução injetável deve ser armazenado em sua embalagem original e deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15°C e 30ºC), protegido da luz. - Cetoprofeno solução injetável é uma solução límpida, praticamente isenta de partículas, incolor a levemente amarelada. - Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. - Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. 35.CIPROFLOXACINO 200MG/ML FRASCO 100ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antimicrobiano. Efeito Colateral: leucopenia, anemia, neutropenia, leucocitose, trombocitopenia e plaquetose; reação alérgica e edema alérgico/angioedem; apetite e ingestão de alimentos diminuídos; confusão e desorientação, reação de ansiedade, sonhos anormais, depressão (potencialmente culminando em comportamento autodestrutivo como ideias/pensamentos suicidas, tentativa de suicídio ou suicídio) e alucinações; parestesia e disestesia, hipoestesia, tremores, convulsões (incluindo estado epilético) e vertigem; distúrbios visuais; zumbido e perda da audição; taquicardia.; vasodilatação, hipotensão e síncope; : dispneia; náusea e diarreia; : disfunção hepática, icterícia e hepatite; mialgia, artrite, aumento do tônus muscular e cãibras; insuficiência renal, hematúria, cristalúria e nefrite túbulo-intersticial e entre outras... Cuidados de enfermagem na administração: - Infecções graves e/ou infecções por bactérias anaeróbias ou Gram-positivas Para o tratamento de infecções graves, infecções por Staphylococcus e infecções envolvendo bactérias anaeróbias, o ciprofloxacino deve ser utilizado em associação a um antibiótico apropriado. - Infecções por Streptococcus pneumoniae O ciprofloxacino não é recomendado para o tratamento de infecções pneumocócicas devido à eficácia limitada contra Streptococcus. - Infecções do trato genital:as infecções do trato genital podem ser causadas por isolados de Neisseria gonorrhoeae resistentes à fluoroquinolona. Em infecções do trato genital que tem ou podem ter causa ligada à Neisseria gonorrhoeae, é muito importante obter informações locais sobre a prevalência de resistência ao ciprofloxacino e confirmar a sensibilidade por meio de exames laboratoriais. - Em alguns casos podem ocorrer reações alérgicas e de hipersensibilidade após uma única dose, devendo o paciente informar ao médico imediatamente. - Se ocorrer diarreia grave e persistente durante ou após o tratamento, deve- se consultar um médico. 30 - No caso de qualquer sinal ou sintoma de doença hepática (como anorexia, icterícia, urina escura, prurido ou abdômen inchado) o tratamento deverá ser descontinuado. - O ciprofloxacino deve ser administrado por via intravenosa, por no mínimo 60 minutos. A infusão deve ser lenta, em veia de grande calibre, para minimizar o desconforto do paciente e reduzir os riscos de irritação venosa. 36.CLINDAMICINA 150MG/ML AMPOLA 4ML. Classe do medicamento: Antibacteriano, antiprotozoário; Efeito Colateral: Disgeusia, dor abdominal, náusea, vômito, diarreia, irritação local, dor e formação de abscesso com a administração intramuscular. Cuidados de enfermagem na administração: - Durante o tratamento prolongado, devem ser realizados testes periódicos de função hepática (do fígado) e renal (do rim). - O uso de fosfato de clindamicina pode resultar em proliferação de micro- organismos não susceptíveis, não sensíveis ao antibiótico, particularmente as leveduras. - O fosfato de clindamicina não deve ser injetado em bolus (em uma aplicação rápida) por via endovenosa sem ser diluído, mas sim posto em infusão por, pelo menos, 10 – 60 minutos. - Este produto contém álcool benzílico. O álcool benzílico foi associado à síndrome de Gasping (um tipo de alteração na respiração) fatal em recém-nascidos prematuros. - O fosfato de clindamicina atravessa a placenta em humanos, portanto deve ser utilizado na gravidez apenas se claramente necessário. *Uso em Adultos. - Via parenteral (administração IM = Intramuscular ou EV = Endovenosa): para infecções intraabdominais, infecções da pelve e outras complicações ou infecções graves, a dose usual diária de fosfato de clindamicina é 2400 – 2700 mg em 2, 3 ou 4 doses iguais. Infecções mais moderadas causadas por microorganismos sensíveis podem responder com 1200 – 1800 mg por dia, em 3 ou 4 doses iguais. Doses diárias maiores que 4800 mg foram usadas com sucesso. - Doses únicas IM maiores que 600 mg não são recomendadas. *Uso em Crianças (com mais de 1 mês de idade). - Via parenteral (administração IM = Intramuscular ou EV = Endovenosa): 20 – 40 mg/kg por dia em 3 ou 4 doses iguais. *Uso em Pacientes Idosos. - Estudos com fosfato de clindamicina mostraram que não há diferenças importantes entre pacientes jovens e idosos com a função hepática (do fígado) normal e função renal (do rim) normal (ajustado pela idade), após administração oral ou endovenosa. Portanto, o ajuste da dose não é necessário em pacientes idosos com a função hepática normal e função renal normal (ajustado pela idade). *Uso em Pacientes com Insuficiência Renal e Hepática. - Não é necessário o ajuste de dose em pacientes com insuficiência (falência) renal e hepática. 31 37.CLOPIDOGREL 75MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Antiagregante Plaquetário. Efeito Colateral: Pode ocorrer distúrbios hemorrágicos, distúrbios hematológicos, dor de cabeça, tontura, parestesia, dispepsia, dor abdominal, diarreia, náusea, gastrite, flatulência, constipação, vômito, úlcera gástrica, úlcera duodenal, vertigens. Ainda pode haver aumento do tempo de sangramento e decréscimo do número de plaquetas, além de rash e prurido. Cuidados de enfermagem na administração: - A administração concomitante de varfarina e clopidogrel deve ser realizada com cautela, em pacientes que se encontram sob risco aumentado de sangramento decorrente de trauma, cirurgia ou outras condições patológicas, e em pacientes que estejam sob tratamento com ácido acetilsalicílico, heparina, inibidores da glicoproteína IIb/IIIa, antiinflamatórios não esteroidais (AINEs), ou inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs). - Se um paciente for submetido a uma cirurgia eletiva e não for desejável o efeito antiplaquetário, clopidogrel deve ser descontinuado 5 a 7 dias antes da cirurgia. - O clopidogrel prolonga o tempo de sangramento e deve ser usado com cautela em pacientes que tiveram lesões com propensão a sangrar (particularmente gastrintestinal e intraocular). - Os medicamentos que podem induzir lesões gastrointestinais (como ácido acetilsalicílico - AAS e antiinflamatórios não esteroidais - AINEs) devem ser usados com cautela em pacientes tomando clopidogrel. - Os pacientes devem ser avisados que pode demorar mais que o usual para parar o sangramento quando eles tomarem clopidogrel isolado ou em combinação com AAS, e que devem relatar qualquer sangramento incomum (local ou duração) ao médico. - Os pacientes devem informar aos médicos e dentistas que eles estão tomando clopidogrel antes que qualquer cirurgia seja marcada e antes de tomar qualquer outro medicamento. - Também deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência renal e doença hepática. - Atenção mulheres que amamentam: visto que muitos fármacos são excretados no leite materno, e devido ao risco potencial de reações adversas sérias no lactente, deve-se tomar a decisão de interromper a amamentação ou descontinuar o tratamento com este fármaco, considerando-se a importância deste para a mãe. 38.CLORETO DE POTÁSSIO 10 % 10 ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Eletrólito; Efeito Colateral: Inflamação na veia. Cuidados de enfermagem na administração: Pode ter sua ação aumentada por inibidores da ECA, diuréticos a poupadores de potássio, heparina. - A solução injetável de Cloreto de Potássio deve ser usada com cautela em pacientes com hipercalemia, hipercloremia, insuficiência renal, diarréia grave ou prolongada com desidratação, desidratação aguda, acidose metabólica aguda, insuficiência supra-renal, diabetes mellitus não controlado crônica, miotonia congênita, bloqueio cardíaco grave ou completo e risco de parada cardíaca. - Não há contra-indicação relativa a faixas etárias. 32 - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando sem orientação médica ou do cirurgião dentista. - Soluções concentradas de potássio precisam ser diluidas. Se injetadas diretamente podem causar morte instantânea. - Não há estudos dos efeitos de Cloreto de Potássio solução injetável administrada por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia destas apresentações, a administração deve ser somente pela via intravenosa. 39.CLORETO DE SÓDIO 0,9 % 10 ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Eletrólito. Efeito Colateral: náuseas, vômito, diarréia, cólicas abdominais, redução da lacrimação, taquicardia, hipertensão, falência renal e edema pulmonar. Cuidados de enfermagem na administração: - Via de administração intravenosa e individualizada. - Uso adulto e pediátrico. - Indicações: Este medicamento é destinado ao restabelecimento de fluidos e eletrólitos. - A solução também é utilizada como repositora de água e eletrólitos em caso de alcalose metabólica de grau moderado, em carência de sódio e como diluente para medicamentos. - A solução injetável de cloreto de sódio deve ser usada com cautela em pacientes hipertensos, com insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência renal grave, edema pulmonar, pré-eclampsia e obstrução do trato urinário. - Devem ser tomados cuidados na administração de solução injetável de cloreto de sódio em pacientes que estão recebendo corticosteróides, corticotropina ou medicamentos que possam causarretenção de sódio. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 40.CLORETO DE SÓDIO 0,9 % 100 ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Eletrólito. Efeito Colateral: náuseas, vômito, diarréia, cólicas abdominais, redução da lacrimação, taquicardia, hipertensão, falência renal e edema pulmonar. Cuidados de enfermagem na administração: - Via de administração intravenosa e individualizada. - Uso adulto e pediátrico. - Indicações: Este medicamento é destinado ao restabelecimento de fluidos e eletrólitos. - A solução também é utilizada como repositora de água e eletrólitos em caso de alcalose metabólica de grau moderado, em carência de sódio e como diluente para medicamentos. - A solução injetável de cloreto de sódio deve ser usada com cautela em pacientes hipertensos, com insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência renal grave, edema pulmonar, pré-eclampsia e obstrução do trato urinário. - Devem ser tomados cuidados na administração de solução injetável de cloreto de sódio em pacientes que estão recebendo corticosteróides, corticotropina ou medicamentos que possam causar retenção de sódio. 33 - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 41.CLORETO DE SÓDIO 0,9 % 250 ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Eletrólito. Efeito Colateral: náuseas, vômito, diarréia, cólicas abdominais, redução da lacrimação, taquicardia, hipertensão, falência renal e edema pulmonar. Cuidados de enfermagem na administração: - Via de administração intravenosa e individualizada. - Uso adulto e pediátrico. - Indicações: Este medicamento é destinado ao restabelecimento de fluidos e eletrólitos. - A solução também é utilizada como repositora de água e eletrólitos em caso de alcalose metabólica de grau moderado, em carência de sódio e como diluente para medicamentos. - A solução injetável de cloreto de sódio deve ser usada com cautela em pacientes hipertensos, com insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência renal grave, edema pulmonar, pré-eclampsia e obstrução do trato urinário. - Devem ser tomados cuidados na administração de solução injetável de cloreto de sódio em pacientes que estão recebendo corticosteróides, corticotropina ou medicamentos que possam causar retenção de sódio. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 42.CLORETO DE SÓDIO 0,9 % 500 ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Eletrólito. Efeito Colateral: náuseas, vômito, diarréia, cólicas abdominais, redução da lacrimação, taquicardia, hipertensão, falência renal e edema pulmonar. Cuidados de enfermagem na administração: - Via de administração intravenosa e individualizada. - Uso adulto e pediátrico. - Indicações: Este medicamento é destinado ao restabelecimento de fluidos e eletrólitos. - A solução também é utilizada como repositora de água e eletrólitos em caso de alcalose metabólica de grau moderado, em carência de sódio e como diluente para medicamentos. - A solução injetável de cloreto de sódio deve ser usada com cautela em pacientes hipertensos, com insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência renal grave, edema pulmonar, pré-eclampsia e obstrução do trato urinário. - Devem ser tomados cuidados na administração de solução injetável de cloreto de sódio em pacientes que estão recebendo corticosteróides, corticotropina ou medicamentos que possam causar retenção de sódio. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 43.CLORETO DE SÓDIO 20 % 10 ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Eletrólito. 34 Efeito Colateral: náuseas, vômito, diarréia, cólicas abdominais, redução da lacrimação, taquicardia, hipertensão, falência renal e edema pulmonar. Cuidados de enfermagem na administração: - Via de administração intravenosa e individualizada. - Uso adulto e pediátrico. - Indicações: Este medicamento é destinado ao restabelecimento de fluidos e eletrólitos. - A solução também é utilizada como repositora de água e eletrólitos em caso de alcalose metabólica de grau moderado, em carência de sódio e como diluente para medicamentos. - A solução injetável de cloreto de sódio deve ser usada com cautela em pacientes hipertensos, com insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência renal grave, edema pulmonar, pré-eclampsia e obstrução do trato urinário. - Devem ser tomados cuidados na administração de solução injetável de cloreto de sódio em pacientes que estão recebendo corticosteróides, corticotropina ou medicamentos que possam causar retenção de sódio. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 44.COLAGENASE 0,6 UI POMADA. É utilizada como desbridante enzimático, quando indicado o desbridamento, no tratamento de lesões de pele com presença de tecido desvitalizado, como em feridas, úlceras e queimaduras. Classe do medicamento: Agente desbridante. Efeito Colateral: As reações são consideradas muito raras, mas há relatos esporádicos de ardência, dor, irritação, eczema (inflamação aguda ou crônica da pele), rubor, reações de hipersensibilidade e hiperemia local (presença de quantidade aumentada de sangue no local). Foi relatado um caso de manifestação sistêmica de hipersensibilidade à colagenase em um paciente tratado por mais de um ano com uma combinação de colagenase e cortisona. Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis, tais como ardência, dor, irritação e rubor. Cuidados de enfermagem na administração: - A finalidade principal com o uso de Kollagenase é a limpeza enzimática de lesões superficiais. - Para se obter sucesso no tratamento, observar o seguinte. - O uso deve ser tópico. *Remover primeiramente todo o material necrosado. Limpar a lesão com solução fisiológica, não secando totalmente, pois a enzima tem a ação enzimática aumentada na presença de umidade. *Aplicar a Kollagenase uniformemente, com espessura de cerca de 2 mm. *Nas necroses crostadas, para obter-se um melhor efeito, recomenda-se abrir um corte no centro e alguns casos nas margens, seguido da aplicação da pomada, tanto por baixo da crosta como por cima. *O material necrótico completamente seco ou duro deve será amolecido antes da aplicação da pomada, por meio de compressas úmidas. *Após a aplicação da pomada, cobrir a lesão com gaze e umedecê-la com água destilada ou solução de cloreto de sódio 0,9%. - O curativo deve ser trocado diariamente e a ação pode ser aumentada repetindo-se a aplicação duas vezes ao dia. 35 - Com a finalidade de evitar a possibilidade de reinfecção, recomenda-se observar higiene pessoal rigorosa durante a utilização da Kollagenase. - Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista. 45.COMPLEXO B AMPOLA 2ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Coadjuvante da terapêutica antibacteriana, convalescença; Efeito Colateral: Reações alérgicas e idiossincráticas podem ocorrer com o uso de vitaminas. Cuidados de enfermagem na administração: - Administrar cerca de 1 a 2 ampolas por dia por via intramuscular ou em dias alternados. Esta posologia pode ser modificada a critério médico. - Para administração intravenosa, Hyplex® B deve ser previamente diluído em soro fisiológico 0,9% ou glicosado 5% em um volume maior ou igual a 500 mL, sendo preferencialmente 1000 mL e infundido lentamente (gota-a-gota). - A solução diluída é estável por 24 horas em temperatura ambiente, com pequena perda de atividade, desde que protegida da luz e calor. Portanto, utilize equipo âmbar ou envolva o em papel alumínio (Handbook on injectable drugs16ª edition). - A utilização deste medicamento ocorrerá em ambiente hospitalar, orientada e executada por profissionais especializados e não dependerá da conduta do paciente. - Verificar o prazo de validade; - Não utilizá-lo se o recipiente estiver violado e se a solução apresentar turvação; - Descartar imediatamente o volume não usado após abertura da ampola. - Em raras ocasiões a vitamina B1 ou tiamina pode produzir transtornos alérgicos, quando administrada pela via parenteral, produzindo choque anafilático. Por esta razão deve-se evitar a via parenteral em pacientes que tenham revelado sinais de intolerância a vitamina B1 por via oral. - Não há restrições ao seu emprego na gravidez ou lactação, já que preparações multi-vitamínicas com ou sem sais minerais podem ser úteis nestes e outros períodos de exigências aumentadas. - O produto pode ser usado por pacientes com idade acima de 65 anos, desde que observadas às precauções referentes ao produto. 46.DEXAMETASONA 4 MG/ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antiinflamatório esteroidal (AIE), antialérgico e imunossupressor; Efeito Colateral: Distúrbios líquidos e eletrolíticos: Retenção de sódio; retenção de líquidos, insuficiência cardíaca congestiva em pacientes suscetíveis, perda de potássio, perda da massa muscular, osteoporose, úlceras pépticas e esofágicas. Interação: Aumenta o risco de toxicidade do fígado quando administrado com paracetamol. Pode aumentar e as vezes diminuir a ação de anticoagulantes. Pode aumentar os riscos de ulceração ou hemorragias quando administrado com álcool.. 36 Cuidados de enfermagem na administração: - Durante a AMAMENTAÇÃO não é recomendada o uso, quando utilizadas altas doses. - Não usar o produto em casos de hipersensibilidade a corticosteroide ou aos componentes da formulação; tratamento de neurite óptica (maior risco de novos episódios). - Avaliar riscos x Benefícios para tuberculose pulmonar ativa ou latente (pode agravar ou reativar); paciente com infecção ocular por herpes simplex. - pode aumentar os níveis de glicose, podendo exigir acertos de doses de: antidiabético oral; insulina. - pode ter seu metabolismo acelerado por: aminoglutetimida. - pode aumentar o risco de ulceração gastrintestinal ou hemorragia com: álcool; ácido acetilsalicílico; indometacina; outro anti-inflamatório não esteroide. - pode ter sua ação diminuída por: barbiturato; carbamazepina; fenitoína; rifampicina; efedrina; antiácido; indutor das enzimas hepáticas. - pode aumentar o risco de arritmias e toxicidade digitálica com: digitálico. - pode aumentar (e às vezes diminuir) a ação de: anticoagulante oral (cumarínico e derivado da indandiona). - pode agravar a queda de potássio no sangue com: anfotericina B (injetável); inibidor da anidrase carbônica; diurético tiazídico. - pode diminuir a ação de: salicilato; diurético. - pode aumentar o risco de reações adversas de: vacina de vírus vivos ou outra imunização. - pode causar toxicidade com: ciclosporina. - pode diminuir a resposta a: teste alérgico de pele. - pode aumentar o risco de edema e aumento da pressão sanguínea com: medicamento ou alimento contendo sal. - pode (se usado por longo prazo) diminuir a ação de crescimento de: somatrem; somatropina. - pode ter seu metabolismo acelerado por: aminoglutetimida. - pode sofrer alteração do seu metabolismo com: mitotano. - pode dificultar a ação de: suplemento de potássio. - pode causar edema pulmonar em gestantes com: ritodrina. 47.DIAZEPAM 5MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Tranquilizante, ansiolítico. Efeito Colateral: Sonolência, fadiga, fraqueza. Cuidados de enfermagem na administração: - Pode aumentar a concentração e os riscos de efeitos adversos de cimetidina, dissulfiram, fluoxetina, fluvoxamina, anticoncepcionais hormonais, isoniazida, metoprolol, propoxifeno, propranolol, ácido valpróico. Pode aumentar os níveis e o risco de toxicidade de digoxina. Monitorar o paciente e os níveis de digoxina. - O diazepam é um sedativo e também exerce efeito contra ansiedade, contra convulsões e é relaxante muscular. A ação do produto se faz sentir após cerca de 20 minutos de sua administração. - Você não deve tomar esse medicamento se for alérgico a diazepam ou a qualquer componente da fórmula do produto. 37 - O diazepam não deve ser administrado se você tiver hipersensibilidade (alergia) aos benzodiazepínicos. - diazepam deve ser evitado se você tiver insuficiência grave dos pulmões ou do fígado, pois os benzodiazepínicos podem levar à ocorrência de encefalopatia hepática e síndrome da apneia do sono (paradas respiratórias durante o sono). - O uso concomitante de diazepam com álcool e/ou depressores do sistema nervoso central (SNC) deve ser evitado. - O diazepam deve ser usado com muita cautela em pacientes com história de alcoolismo ou dependência de drogas. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. - Durante o tratamento com diazepam, o paciente não deve dirigir veículo ou operar máquinas, pois a sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. 48.DIAZEPAN 5MG/ML AMPOLA 2ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Tranquilizante, ansiolítico. Efeito Colateral: Sonolência, fadiga, fraqueza. Cuidados de enfermagem na administração: - Quando existe insuficiência cardiorrespiratória deve-se ter em mente que sedativos como o diazepam podem acentuar a depressão respiratória (dificuldade em respirar). Entretanto, o efeito sedativo (calmante) pode, ao contrário, ter efeito benéfico ao reduzir o esforço respiratório de certos pacientes. Na hipercapnia (aumento de gás carbônico no sangue) severa crônica, o diazepam só deve ser administrado caso os benefícios potenciais superem os riscos. - Devem ser adotados cuidados extremos ao se administrar diazepam injetável, em especial por via EV, a pacientes idosos, pacientes com doenças muito graves e aqueles com reserva pulmonar limitada, pois existe a possibilidade de ocorrer apneia (pausa na respiração) e/ou parada cardíaca. O uso concomitante de barbituratos, álcool ou outros agentes depressores do sistema nervoso central, aumenta a depressão com consequente risco aumentado da ocorrência de apneia. Pacientes idosos ou debilitados devem usar doses menores. - Devem ser observadas as precauções usuais no caso de pacientes com comprometimento das funções renal e hepática. O diazepam está também associado a um fenômeno de dependência física e psíquica que aumenta com a dose e duração do tratamento. Este fenômeno pode resultar numa intensificação da insônia e da ansiedade no caso de haver uma parada brusca da medicação. - O diazepam não deve ser usado isoladamente no tratamento da depressão ou da ansiedade associada à depressão porque pode desencadear o suicídio. 49.DICLOFENACO SÓDIO 25MG/ML AMPOLA 3ML. Classe do medicamento: Anti-inflamatório (AINES), anti-reumático, antigotoso, analgésico, antidismenorréico, antienxaquecoso. Efeito Colateral: Alteração nos testes de função no fígado, constipação intestinal, diarreia, dor de cabeça, dor ou cólica intestinal, formação de abscesso, indigestão, náusea, tontura. Cuidados de enfermagem na administração: - Aplicar exclusivamente no glúteo. Não aplicar no braço; - Faça a higiene rigorosa com álcool no local onde será aplicada a injeção; 38 - Aplique no quadrante superior externo da região glútea, utilizando técnicas assépticas, - Posicione a agulha perpendicularmente à pele e introduza profundamente no músculo; - Evite áreas de tecido adiposo abundante, pois o medicamento não deve ser administrado na região subcutânea; - Aspire o êmbolo após a introdução da agulha, para certificar-se de que não houve perfuração de vaso sanguíneo. Se for aspirado sangue ou se ocorrer dor intensa, interrompa imediatamente a aplicação; - Aplique a injeção lentamente. - Deve-setomar estes cuidados com a injeção intramuscular, para evitar lesão no nervo ou outro tecido no local da injeção. - Cuidados especiais: *Em casos de doença no coração estabelecida ou nos vasos sanguíneos (também chamada de doença cardiovascular, incluindo pressão arterial alta não controlada, insuficiência cardíaca congestiva, doença isquêmica cardíaca estabelecida, ou doença arterial periférica), o tratamento com diclofenaco sódico geralmente não é recomendado; *Em casos de doença cardiovascular estabelecida ou fatores de risco significativos, como pressão arterial elevada, níveis anormalmente elevados de gordura (colesterol, triglicérides) no sangue, diabetes, ou se você fuma, e seu médico decidir prescrever diclofenaco sódico, você não deve aumentar a dose acima de 100 mg por dia, quando o tratamento com diclofenaco sódico injetável continuar por exemplo, com outras formas farmacêuticas (comprimidos ou supositório), por mais de 4 semanas; *Em geral, é importante utilizar a menor dose de diclofenaco sódico que alivia a dor e/ou inchaço e durante o menor tempo possível, de modo a manter o menor risco possível de efeitos cardiovasculares secundários; *A utilização do diclofenaco sódico simultaneamente com outros anti- inflamatórios incluindo ácido acetilsalicílico, corticoides, anticoagulantes ou inibidores seletivos da recaptação de serotonina; *Em casos de asma ou febre do feno (rinite alérgica sazonal); *Em casos de problemas gastrintestinais como úlcera no estômago, sangramento ou fezes pretas, ou se já teve desconforto no estômago ou azia após ter tomado anti-inflamatórios no passado; *Em casos de inflamação no cólon (colite ulcerativa) ou trato intestinal (doença de Crohn); *Em casos de problemas no fígado ou nos rins; *Em casos de desidratação (ex.: devido a uma doença, diarreia, antes ou depois de uma cirurgia de grande porte); *Em casos de inchaço nos pés; *Em casos de hemorragias ou outros distúrbios no sangue, incluindo uma condição rara no fígado chamada porfiria; *Se você fez recentemente ou vai fazer uma cirurgia no estômago ou no trato intestinal. Se alguma destas condições descritas acima se aplica a você, informe ao seu médico, antes de utilizar diclofenaco sódico; *Se a qualquer momento enquanto estiver utilizando diclofenaco sódico você apresentar qualquer sinal ou sintoma de problemas com o seu coração ou vasos sanguíneos, como dor no peito, falta de ar, fraqueza ou fala arrastada informe ao seu médico imediatamente; 39 *Diclofenaco sódico pode reduzir os sintomas de uma infecção (ex.: dor de cabeça, febre alta) e pode, desta forma, fazer com que a infecção fique mais difícil de ser detectada e tratada adequadamente. Se você se sentir mal e precisar ir ao médico, lembre-se de dizer a ele que está utilizando diclofenaco sódico; *Em casos muito raros, pacientes tratados com diclofenaco sódico, assim como com outros anti-inflamatórios, podem experimentar reações cutâneas alérgicas graves [ex.: vermelhidão na pele com ou sem descamação (rash)]; *Foram relatadas reações no local da injeção após administração intramuscular (técnica usada para administrar um medicamento profundamente nos músculos) de diclofenaco sódico, incluindo dor no local da injeção, vermelhidão, inchaço, úlcera, às vezes com hematoma ou coleção de pus, e comprometimento da pele e tecido abaixo da pele (particularmente após administração incorreta no tecido adiposo) - um fenômeno conhecido como síndrome de Nicolau. 50.DIGOXINA 0,25MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Antiarrítmico, cardiotônico; Efeito Colateral: transtornos do SNC, vertigem, distúrbios visuais (visão turva ou amarelada), arritmia, transtornos de condução, bigeminismo, trigeminismo, prolongamento do intervalo PR, bradicardia sinusal, náusea, vômito, diarreia, rash cutâneo urticariforme ou escarlatiniforme (que pode ser acompanhado de eosinofilia pronunciada). Cuidados de enfermagem na administração: - A intoxicação por digoxina pode precipitar arritmias, algumas delas parecidas com as arritmias para as quais a droga é indicada. A taquicardia atrial com bloqueio atrioventricular variável, por exemplo, requer cuidado especial porque, clinicamente, o ritmo se parece com o da fibrilação atrial. - Muitos efeitos benéficos de digoxina sobre as arritmias resultam do grau de bloqueio da condução atrioventricular. Entretanto, se o bloqueio atrioventricular incompleto já existia, deve-se prever um efeito de rápida progressão. No bloqueio cardíaco completo, o ritmo de escape idioventricular deve ser suprimido. - Em alguns casos de distúrbio sinoatrial (como a síndrome do nódulo sinusal), digoxina pode causar ou exacerbar bradicardia sinusal ou provocar bloqueio sinoatrial. - A administração de digoxina no período imediatamente posterior ao infarto do miocárdio não é contraindicada. Contudo, o uso de drogas inotrópicas em alguns pacientes, nessas condições, pode resultar em aumento indesejável da demanda de oxigênio pelo miocárdio e isquemia. Além disso, alguns estudos retrospectivos de acompanhamento pós-evento sugerem que digoxina está associada ao aumento do risco de morte. Deve-se considerar a possibilidade do aparecimento de arritmias em pacientes hipocalêmicos, após infarto do miocárdio, que estejam mais sujeitos à instabilidade hemodinâmica. É preciso levar em conta as limitações inerentes a essas situações no caso de cardioversão com corrente direta. - Deve-se evitar o tratamento com digoxina em pacientes com insuficiência cardíaca associada à amiloidose cardíaca. Entretanto, se os tratamentos alternativos não forem apropriados, pode-se usar digoxina para controlar a frequência ventricular de pacientes com amiloidose cardíaca e fibrilação atrial. - Embora raramente, digoxina pode precipitar vasoconstrição; desse modo, deve-se evitar seu uso em pacientes com miocardite. 40 - Pacientes com doença cardíaca causada por beribéri talvez não respondam de forma adequada a digoxina se a deficiência subjacente de tiamina não for tratada concomitantemente. 51.DIMETICONA 75MG/ML FRASCO 10ML. Classe do medicamento: Antifisético. Efeito Colateral: A dimeticona é fisiologicamente inerte e desprovida de toxicidade. Cuidados de enfermagem na administração: - O dimeticona é indicado em casos de excesso de gases no aparelho gastrointestinal ocasionando sintomas tais como: meteorismo, eructação, borborígmo, aerofagia. Pós-operatório e convalescença, distúrbios fermentativos intestinais, preparo intestinal dos pacientes para radiografia ou endoscopia do abdômen. - O uso deste fármaco é contraindicado quando houver hipersensibilidade aos componentes da fórmula. - Não existem restrições de uso do medicamento em crianças e idosos, desde que observadas as contra-indicações e advertências. - Para as crianças, as doses (GOTAS PEDIÁTRICAS) variam de acordo com a idade: em fase de amamentação – 4 a 6 gotas; até 12 anos – 6 a 12 gotas e, acima de 12 anos – 16 gotas, tomadas 3 vezes ao dia, junto com as refeições. Para pessoas adultas, as doses variam de 1 comprimido de 40 mg a 1 comprimido de 150 mg, uma cápsula de 125 mg ou 30 gotas (GOTAS PARA ADULTO), tomadas 3 vezes ao dia, junto com as refeições. - Não existem condições que impeçam o uso deste medicamento. Entretanto, se você é portador de qualquer doença séria, está grávida ou amamentando, há necessidade de acompanhamento médico. 52.DIPIRONA 500MG/ML AMPOLA 2ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Analgésico, antipirético, antitérmico; Efeito Colateral: Pacientes sensíveis podem ter reações de sensibilidade, em geral devido a dipirona, a forma mais grave, embora bastante rara, é a agranulocitose. Assim, se surgirem lesões das mucosas, principalmente da cavidade oral, o médico deve ser imediatamente notificado e o medicamento suspenso. Pacientes com antecedentes de sensibilidade a outras drogas podem ter risco maior de reação alérgicaà dipirona. Pode ocorrer comumente, sonolência, cansaço e efeito sedativo devido à prometazina. Ela pode ser responsável por outras reações adversas devido aos antihistaminicos em geral. Cuidados de enfermagem na administração: - Uso Intravenoso. Uso Adulto E Pediátrico Acima De 1 Ano. - Uso Intramuscular. Uso Adulto E Pediátrico Acima De 3 Meses. - Dipirona sódica não deve ser utilizada caso você tenha: *alergia ou intolerância a dipirona ou qualquer um dos componentes da formulação ou a outras pirazolonas ou a pirazolidinas (ex: fenazona, propifenazona, oxifembutazona, fenilbutazona) incluindo, por exemplo, experiência prévia de agranulocitose (diminuição acentuada na contagem glóbulos brancos do sangue) com uma destas substâncias; 41 *função da medula óssea prejudicada (ex. após tratamento citostático ou doenças do sistema hematopoiético (responsável pela produção das células sanguíneas); desenvolvido broncoespasmo (contração dos brônquios levando a chiado no peito) ou outras reações anafilactoides, como urticária (erupção na pele que causa coceira), rinite (irritação e inflamação da mucosa do nariz), angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas) depois do uso de medicamentos para dor (ex: salicilatos, paracetamol, diclofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno); *porfiria hepática aguda intermitente (doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas) - pelo risco de indução de crises de porfiria; *deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidrogenase (G6PD), pelo risco de hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos, o que pode levar à anemia); *gravidez e amamentação. - Uso em Idosos: Deve-se considerar a possibilidade das funções do fígado e rins estarem prejudicadas Crianças: menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5 Kg não devem ser tratadas com dipirona sódica. -Uso em Crianças: Crianças menores de 1 ano ou pesando menos de 9 Kg não devem ser tratadas com dipirona sódica por via intravenosa. 53.DIPIRONA SODICA 300MG SUPOSITORIO INFANTIL. Classe do medicamento: Analgésico, antipirético, antitérmico; Efeito Colateral: Pacientes sensíveis podem ter reações de sensibilidade, em geral devido a dipirona, a forma mais grave, embora bastante rara, é a agranulocitose. Assim, se surgirem lesões das mucosas, principalmente da cavidade oral, o médico deve ser imediatamente notificado e o medicamento suspenso. Pacientes com antecedentes de sensibilidade a outras drogas podem ter risco maior de reação alérgica à dipirona. Pode ocorrer comumente, sonolência, cansaço e efeito sedativo devido à prometazina. Ela pode ser responsável por outras reações adversas devido aos antihistaminicos em geral. Cuidados de enfermagem na administração: - É contraindicado em casos de: *com hipersensibilidade à dipirona ou a qualquer um dos componentes da formulação ou a outras pirazolonas (ex. fenazona, propifenazona) ou a pirazolidinas (ex. fenilbutazona, oxifembutazona) incluindo, por exemplo, caso anterior de agranulocitose em relação a um destes medicamentos; *com função da medula óssea prejudicada (ex. após tratamento citostático) ou doenças do sistema hematopoiético; *que tenham desenvolvido broncoespasmo ou outras reações anafiláticas (isto é urticária, rinite, angioedema) com analgésicos tais como salicilatos, paracetamol, diclofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno. *com certas doenças metabólicas tais como: porfiria hepática aguda intermitente (risco de indução de crises de porfiria) e deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidrogenase (risco de hemólise); *crianças menores de 4 anos de idade ou peso inferior a 16 kg; *gravidez e lactação (vide Advertências e Precauções Gravidez e Lactação). 42 54.DOBUTAMINA 250MG/10ML. Classe do medicamento: Vasopressor, estimulante cardíaco; Efeito Colateral: Aumento na frequência cardíaca, pressão arterial e atividade ectópica ventricular. Cuidados de enfermagem na administração: - A dobutamina age diretamente no coração, aumentando a sua força de contração. O início da ação da dobutamina ocorre 1 a 2 minutos após o início da administração, entretanto, podem ser necessários até 10 minutos quando a velocidade de infusão é baixa. - Cloridrato de dobutamina não deve ser usado por pacientes que apresentam estenose subaórtica hipertrófica idiopática ou cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva (caracterizada pelo espessamento do músculo do ventrículo do coração), feocromocitoma (tumor formado por células produtoras de substâncias adrenérgicas, como a adrenalina), arritmias cardíacas (alteração no ritmo dos batimentos do coração) ou reações alérgicas à dobutamina. - Pacientes alérgicos à dobutamina podem apresentar reações como erupção na pele, coceira no couro cabeludo, e entre outras reações. - Durante o tratamento com dobutamina, devem ser monitoradas a pressão arterial, a frequência cardíaca e a taxa de infusão. - A dobutamina pode diminuir as concentrações de potássio no sangue. - Uso durante o trabalho de parto: O efeito da dobutamina no trabalho de parto é desconhecido. - Uso durante a amamentação: Não se sabe se este medicamento é excretado no leite materno humano. Por precaução recomenda-se que a amamentação seja interrompida enquanto durar o tratamento. 55.DOPAMINA 5MG/ML AMPOLA 10ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Amina Vasoativa. Efeito Colateral: Náuseas, vômitos, taquicardia, dor de angina, arritmias, cefaleia, hipertensão e vasoconstricção podem ser encontrados durante a infusão do produto. O extravasamento de quantidades excessivas de dopamina durante a infusão pode provocar neurose isquêmica, formação de escara, e gangrena dos dedos das mãos ou dos pés com a infusão prolongada da substancia. Em caso de acidente de super dosagem, diminuir a dose aplicada ou mesmo interromper a aplicação. Cuidados de enfermagem na administração: - Solução injetável-uso parenteral. - Uso diluída em solução injetável de cloreto de sodio; solucao injetavel de dextrose a 5%; solução injetavel de dextrose a 5% e cloreto de sódio a 0,9%; dextrose a 5% em 0,45% de solução de cloreto de sodio; dextrose a 5% em solução de ringer com lactato; lactato de sodio solução injetavel (1/6 molar); solucao injetável de ringer com lactato. a dopamina permanece estavel durante um periodo minimo de 24 horas, após ser diluido com qualquer uma das soluções . - A dopamina devera ser administrada diluída em qualquer uma das soluções anteriormente mencionadas nas dosagens de 2-5 mcg/kg/min. e ate 20-50 mcg/kg/min. Esta posologia pode ser modificada de acordo com o criterio medico. - Durante a gravidez, em pacientes portadores de feocromocitoma, taquiarritmias ou fibrilação ventricular, em pacientes submetidos a tratamento com inibidor da mao ou antidepressivos tricíclicos. 43 - A segurança e a eficácia do uso da dopamina em criancas ainda nao foram estabelecidas. - Não deve ser administrada juntamente com bicarbonato de sódio ou outras solucões alcalinas intravenosas. 56.ENALAPRIL 10MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Anti-Hipertensivo. Efeito Colateral: Pode ocorrer reação adversa no SNC: fraqueza. Pode ocorrer tosse seca, persistente e não produtiva. Cuidados de enfermagem na administração: - Os comprimidos podem ser administrados antes, durante ou após as refeições. - A dose inicial recomendada para a hipertensão leve é de 10 mg ao dia e para outros graus de hipertensão, a dose inicial é de 20 mg ao dia. A dose usual de manutenção é de um comprimido de 20 mg ao dia. - A terapia diurética deve ser descontinuada por 2 a 3 dias antes do início da terapia com este medicamento. - É contra-indicado para pessoas com hipersensibilidade a qualquer componente do produto e com história de edema angioneurótico relacionado a tratamento prévio com inibidores de enzima conversora de angiotensina. 57.ENALAPRIL20MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Anti-Hipertensivo. Efeito Colateral: Pode ocorrer reação adversa no SNC: fraqueza. Pode ocorrer tosse seca, persistente e não produtiva. Cuidados de enfermagem na administração: - Os comprimidos podem ser administrados antes, durante ou após as refeições. - A dose inicial recomendada para a hipertensão leve é de 10 mg ao dia e para outros graus de hipertensão, a dose inicial é de 20 mg ao dia. A dose usual de manutenção é de um comprimido de 20 mg ao dia. - A terapia diurética deve ser descontinuada por 2 a 3 dias antes do início da terapia com este medicamento. - É contra-indicado para pessoas com hipersensibilidade a qualquer componente do produto e com história de edema angioneurótico relacionado a tratamento prévio com inibidores de enzima conversora de angiotensina. 58.ENOXAPARINA 40MG SERINGA USO SUBCUTANEO. Classe do medicamento: Anticoagulante. Efeito Colateral: Trombocitopenia, dor, hematoma, irritação local após a administração subcutânea, reações alérgicas cutâneas (erupção bolhosa) e reações anafilactóides. Cuidados de enfermagem na administração: - Deve-se proceder a limpeza do local de aplicação com algodão hidrófilo ou gaze embebidos em antisséptico. A injeção subcutânea consiste na introdução da agulha verticalmente em todo o seu comprimento, na espessura de uma prega cutânea feita entre os dedos polegar e indicador. 44 - A dose recomendada para pacientes clínicos é de 40 mg de Enoxaparina Sódica, uma vez ao dia, administrada por via subcutânea. - A duração do tratamento deve ser de, no mínimo, 6 dias, devendo ser continuado até a deambulação total do paciente, por um período máximo de 14 dias. - Pacientes cirúrgicos: em pacientes que apresentam risco moderado, a profilaxia do tromboembolismo é obtida com injeção única diária de Enoxaparina Sódica 20 mg. - Não é necessário realizar ajuste posológico em idosos tratados com doses diárias de até 60 mg. Devido à ausência de dados farmacocinéticos com doses maiores, a Enoxaparina Sódica deve ser utilizada com cautela neste grupo de pacientes. - A segurança e eficácia da Enoxaparina Sódica em crianças ainda não foram estabelecidas. - Devido à ausência de estudos clínicos, recomenda-se cautela em pacientes com insuficiência hepática. 59.EPINEFRINA 1MG/ML INJETAVEL. Classe do medicamento: Antiasmático, vasopressor, broncodilatador, estimulante cardíaco; Efeito Colateral: Dor de cabeça, nervosismo, sonolência, tremor, palpitação, náusea e vomito. Cuidados de enfermagem na administração: - A Epinefrina é contraindicada em pacientes que apresentam hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula. - A Epinefrina é normalmente utilizada em situações de emergência. Nesses casos, qualquer contraindicação é relativa. - Não se deve administrar Epinefrina em pacientes que estão sobre tratamento com beta-bloqueadores em virtude do potencial elevado de desenvolvimento de hipertensão severa e hemorragia cerebral. - A Epinefrina, solução injetável, pode ser administrada por via intramuscular, subcutânea ou intravenosa, sendo neste último caso, aplicada de forma lenta e diluída. - Não é recomendada durante o trabalho de parto, em vista da possibilidade de retardar a segunda fase. - Em pacientes portadores de asma brônquica de longa duração, o uso da Epinefrina deve ser feito com cautela, visto que nesses pacientes, o enfisema pulmonar subjacente pode proporcionar o surgimento de uma cardiopatia degenerativa. Nessa situação, o uso de Epinefrina pode favorecer o surgimento de arritmias cardíacas muitas vezes fatais. - Pacientes que possuem angina devem receber, em caso de extrema necessidade, a Epinefrina com muita precaução. O uso dessa substância nesses indivíduos pode provocar piora da dor anginosa. 60.ESPIRONOLACTONA 25MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Diurético, anti-hipertensivo, anti- hipopotassêmico. Efeito Colateral: Neoplasmas benignos, Malignos e não-específicos (Incluindo cistos e pólipos) neoplasma benigno de mama. Sistema Sanguíneo e 45 linfático: leucopenia (incluindo agranulocitose), trombocitopenia. Metabólico e Nutricional: distúrbios eletrolíticos e hipercalemia. Psiquiátrico: alterações na libido, confusões. Sistema Nervoso: tontura Gastrointestinal: distúrbios gastrointestinais, náuseas. Hepatobilia Função hepática anormal. Pele e Tecidos subcutâneos: alopÉcia, hipertricose, prurido, rash, urticária. Músculos Esqueléticos e Tecidos Conjuntivos: câimbra nas pernas. Sistema Renal e Urinário: insuficiência renal aguda. Sistema Reprodutivo e distúrbios mamários: dor nas mamas, distúrbios menstruais, ginecomastia. Outras: sonolência, cansaço, dor de cabeça, confusão mental, febre, ataxia, impotência. Ginecomastia pode se desenvolver em associação com o uso de aldactone e o médico deve estar alerta para sua possível instalação. Cuidados de enfermagem na administração: - A Espironolactona atua como diurético e anti-hipertensivo. Sua ação aumenta a eliminação de água através da urina e, como consequência, diminui a pressão arterial. - A Espironolactona é contraindicada para: * Pacientes que apresentam hipersensibilidade à espironolactona ou a qualquer componente da fórmula; * Pacientes com insuficiência renal aguda (diminuição aguda da função dos rins) e diminuição significativa da função renal; * Casos de anúria (perda da capacidade de urinar), hiperpotassemia (aumento dos níveis sanguíneos de potássio) ou doença de Addison; * Pacientes com hipercalemia (aumento dos níveis sanguíneos de potássio); * Uso concomitante de eplerenona. - O medicamento deve ser administrado por via oral, com auxílio de água. Não deve ser partido, aberto ou mastigado. 61.ESPIRONOLACTONA 50MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Diurético, anti-hipertensivo, anti- hipopotassêmico. Efeito Colateral: Neoplasmas benignos, Malignos e não-específicos (Incluindo cistos e pólipos) neoplasma benigno de mama. Sistema Sanguíneo e linfático: leucopenia (incluindo agranulocitose), trombocitopenia. Metabólico e Nutricional: distúrbios eletrolíticos e hipercalemia. Psiquiátrico: alterações na libido, confusões. Sistema Nervoso: tontura Gastrointestinal: distúrbios gastrointestinais, náuseas. Hepatobilia Função hepática anormal. Pele e Tecidos subcutâneos: alopÉcia, hipertricose, prurido, rash, urticária. Músculos Esqueléticos e Tecidos Conjuntivos: câimbra nas pernas. Sistema Renal e Urinário: insuficiência renal aguda. Sistema Reprodutivo e distúrbios mamários: dor nas mamas, distúrbios menstruais, ginecomastia. Outras: sonolência, cansaço, dor de cabeça, confusão mental, febre, ataxia, impotência. Ginecomastia pode se desenvolver em associação com o uso de aldactone e o médico deve estar alerta para sua possível instalação. Cuidados de enfermagem na administração: - A Espironolactona atua como diurético e anti-hipertensivo. Sua ação aumenta a eliminação de água através da urina e, como consequência, diminui a pressão arterial. - A Espironolactona é contraindicada para: * Pacientes que apresentam hipersensibilidade à espironolactona ou a qualquer componente da fórmula; 46 * Pacientes com insuficiência renal aguda (diminuição aguda da função dos rins) e diminuição significativa da função renal; * Casos de anúria (perda da capacidade de urinar), hiperpotassemia (aumento dos níveis sanguíneos de potássio) ou doença de Addison; * Pacientes com hipercalemia (aumento dos níveis sanguíneos de potássio); * Uso concomitante de eplerenona. - O medicamento deve ser administrado por via oral, com auxílio de água. Não deve ser partido, aberto ou mastigado. 62.FENITOINA 50MG/ML INJETAVEL. Classe do medicamento: Antiepiléptico; Efeito Colateral: Colapso cardiovascular e/ ou depressão do sistema nervoso central são os eventos clínicos adversos mais importantes causados pela administração intravenosade HIDANTAL (fenitoína sódica). Hipotensão pode ocorrer se a droga for - 203 - administrada rapidamente pela via intravenosa. Os eventos adversos clínicos mais comumente observados com o uso de HIDANTAL (fenitoína sódica) em estudos clínicos foram: nistagmo, vertigem, prurido, parestesia, cefaléia, sonolência e ataxia. Com duas exceções, estes eventos são comumente associados à administração intravenosa da fenitoína. Parestesia e prurido, entretanto, foram muito mais freqüentemente associados à administração de HIDANTAL (fenitoína sódica) e ocorreram mais freqüentemente com a administração intravenosa do que com a administração intramuscular. Estas sensações, geralmente descritas como prurido, queimaduras ou formigamento não foram normalmente observadas no local da infusão. O local do desconforto variou, sendo a virilha mencionada mais freqüentemente como o local envolvido. Parestesia e prurido foram eventos transitórios que ocorreram dentro de alguns minutos após o início da infusão e que geralmente desapareceram 10 minutos após a infusão de HIDANTAL (fenitoína sódica). Alguns pacientes apresentaram sintomas durante horas. Estes eventos não aumentaram em gravidade com a administração repetida. Eventos adversos ou alterações clínicas laboratoriais concomitantes sugerindo processo alérgico não foram observados. As incidências dos eventos adversos tendem a aumentar tanto em função do aumento da dose quanto do aumento da velocidade de infusão. Cuidados de enfermagem na administração: - A fenitoína é contraindicada em pacientes que tenham apresentado reações intensas ao medicamento ou a outras hidantoínas. - A fenitoína solução injetável é contraindicada em pacientes que apresentam síndrome de Adams-Stokes (desmaio causado por bloqueio cardíaco), bloqueio A-V de 2º e 3º graus (retardo ou bloqueio total na condução do impulso do coração), bloqueio sinoatrial (tipo de bloqueio na propagação dos impulsos elétricos no coração) e bradicardia (diminuição da frequência cardíaca) sinusal. - Os medicamentos que tratam a epilepsia não devem ter seu uso interrompido abruptamente devido ao possível aumento na frequência de crises, incluindo status epilepticus (quadro onde o paciente passa a ter crises convulsivas constantes). - Pode ocorrer hipotensão (pressão baixa), especialmente após a administração intravenosa de doses elevadas de fenitoína administradas em alta velocidade. 47 - Após a administração de fenitoína, reações cardiovasculares graves e fatalidades foram relatadas com depressão na condução atrial e ventricular e fibrilação ventricular, (alterações na transmissão elétrica para a manutenção do ritmo cardíaco e arritmia cardíaca potencialmente letal, caracterizada por disparos de impulsos elétricos rápidos descoordenados nos ventrículos do coração). - O fígado é o principal órgão de transformação da fenitoína; portanto converse com o seu médico caso você tenha insuficiência hepática, seja idoso, ou esteja gravemente doente, pois poderá apresentar sinais precoces de toxicidade. 63.FENOBARBITAL 100MG/ML AMPOLA 2ML. Classe do medicamento: Anticonvulsivante, sedativo; Efeito Colateral: Os efeitos descritos abaixo podem ocorrer geralmente após o uso crônico de fenobarbital, principalmente por via oral: sonolência no início do dia; dificuldade em acordar e às vezes, dificuldade para falar; problemas de coordenação e equilíbrio, particularmente em idosos; raramente, vertigem com cefaléia; reações alérgicas cutâneas (erupções máculo-papulares escarlatiniformes) em 1 a 3% da população, mais comum em adolescentes do que em adultos; reações mais severas tais como dermatite exfoliativa, síndrome de Stevens- Johnson e necrólise epidérmica tóxica são extremamente raras; artralgia (síndrome mão-ombro); distúrbios do humor; anemia megaloblástica devido à deficiência de ácido fólico; osteomalácia e raquitismo; contratura de Dupuytren foi muito raramente relatada. Cuidados de enfermagem na administração: - Recomenda-se cautela na administração a crianças, idosos e pacientes debilitados. - Recomenda-se não ingerir bebidas alcoólicas e outros medicamentos depressores do SNC ao mesmo tempo que o fenobarbital, pois os efeitos depressores podem ser aumentados. Atenção ao dirigir ou operar máquina pois o medicamento pode causar sonolência durante o dia. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. - Caso a paciente esteja em tratamento com fenobarbital durante a gestação, o tratamento não deve ser interrompido bruscamente. O aleitamento materno deve ser suspenso devido à eliminação de fenobarbital no leite materno. - A injeção intramuscular deve ser aplicada em local de massa muscular larga, de modo a evitar uma possível irritação tissular, devendo-se injetar menos que 5 mL de cada lado. - Utilizar a via intravenosa apenas em casos essenciais ou quando outras vias não estejam disponíveis em virtude de inconsciência ou resistência por parte do próprio paciente. 64.FENOTEROL 5MG/ML SOLUÇÃO INALATORIA. Classe do medicamento: Broncodilatador. Efeito Colateral: Tremor, tosse, Hipocalemia, agitação, arritmia, broncoespasmo paradoxal, náuseas, vômitos, prurido. Cuidados de enfermagem na administração: 48 - Bromidrato de Fenoterol solução para nebulização (gotas) para uso oral deve ser administrada preferencialmente antes das refeições. - A dosagem pode depender do modo de inalação e das características do nebulizador utilizado. A duração da inalação pode ser controlada pelo volume de diluição. - O tratamento sempre devem ser iniciados com a menor dose recomendada. - Onde houver oxigênio instalado, a solução é melhor administrada com um fluxo de 6 a 8 litros/minuto. - A dose recomendada deve ser diluída até um volume final de 3-4 ml de soro fisiológico e nebulizada e inalada até que se obtenha suficiente alívio dos sintomas. Não diluir o produto com água destilada. - A solução sempre deve ser diluída antes da utilização; as sobras devem ser descartadas. 65.FENTANIL 0,50MG/ML AMPOLA 10ML. Classe do medicamento: Anestésico, analgésico opioide. Efeito Colateral: náusea, vômitos, rigidez muscular, sedação, tontura, discinesia, distúrbios visuais. Cuidados de enfermagem na administração: - O efeito se instala dentro de 2 a 3 minutos. - É contraindicado em pacientes com intolerância a qualquer um de seus componentes ou a outros opioides (derivados sintéticos da morfina, como por exemplo: petidina, propoxifeno, etorfina). - Uma vez instalada a rigidez muscular, a respiração, contudo, deverá ser assistida ou controlada. - Deve-se ter em mente que o emprego dos agentes bloqueadores neuromusculares deve ser compatível com o estado cardiovascular do paciente. - A dose de Fentanil deve ser reduzida em pacientes idosos e debilitados, de acordo com cada caso. - Deve-se levar em consideração que a depressão respiratória provocada pelo Fentanil pode ser mais prolongada do que a duração do efeito do antagonista opioide empregado, devendo-se, portanto, manter cuidado médicoadequado. 66.FLUMAZENIL 0,1MG/ML AMPOLA 5ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antídoto, antagonista das benzodiazepinas; Efeito Colateral: Queixas de ansiedade, palpitações e medo foram observadas após injeção rápida de Lanexat® (flumazenil). Estes efeitos indesejáveis geralmente não necessitam de tratamento específico. Há relatos de crise convulsiva em pacientes epilépticos ou com grave insuficiência hepática, particularmente após longo período de tratamento com benzodiazepínicos ou em caso de intoxicações mistas. Em casos de intoxicação mista, principalmente com antidepressivo cíclico, efeitos tóxicos (como convulsões e arritmia cardíaca) podem surgir na reversão dos efeitos dos benzodiazepínicos pelo Lanexat® (flumazenil). Sintomas de síndrome de abstinênciapodem ocorrer após injeção rápida de Lanexat® (flumazenil) em pacientes submetidos a longos tratamentos com benzodiazepínicos nas semanas anteriores. Há casos de ataques de pânico com o uso de Lanexat® (flumazenil) em pacientes com história de Síndrome do Pânico. Em alguns casos foram relatadas 49 ocorrências de náusea e/ou vômitos durante o uso em anestesiologia. Nenhuma alteração de função hepática ou renal foi observada. Cuidados de enfermagem na administração: - Este medicamento é indicado para anular, completa ou parcialmente, os efeitos sedativos centrais dos benzodiazepínicos. Assim, é usado em anestesia e em unidades de terapia intensiva. - Este medicamento é contraindicado a pacientes com reconhecida hipersensibilidade (alergia) a flumazenil ou a pacientes que recebem medicamentos benzodiazepínicos para controle de condições potencialmente fatais (por exemplo, controle de pressão intracraniana ou controle da epilepsia com muitas convulsões). - Este medicamento é contraindicado para crianças menores de 01 ano. - Existem várias situações médicas que requerem cuidados especiais na administração de flumazenil, e seu médico saberá identificá-las, tomando as devidas precauções. Deve-se ter cuidado no uso de flumazenil em: *casos de intoxicações mistas, porque a anulação dos efeitos do benzodiazepínico pode permitir o aparecimento dos efeitos tóxicos (como convulsões ou arritmias cardíacas) desses fármacos associados à superdose (especialmente antidepressivos cíclicos); *pacientes epilépticos que estejam recebendo tratamento benzodiazepínico há muito tempo. Apesar de apresentar leve efeito anticonvulsivante intrínseco, o uso de flumazenil não é recomendado a esses pacientes, uma vez que a supressão abrupta dos efeitos protetores de um agonista benzodiazepínico pode levar a quadros de convulsão em pacientes epilépticos; *uso com determinadas substâncias, como bloqueadores neuromusculares, especialmente em anestesias. 67.FOSFATO DE SODIO MONOBASICO+DIBASICO 160. Classe do medicamento: Laxante. Efeito Colateral: aumento dos níveis de fosfato no sangue (hiperfosfatemia), diminuição dos níveis de potássio no sangue (hipopotassemia), inchaço abdominal, dor abdominal e náuseas. Cuidados de enfermagem na administração: - Este medicamento é utilizado sob demanda (necessidade do paciente), de acordo com critério clínico do médico. Uma vez que este medicamento é administrado em situações específicas, não deverá ocorrer esquecimento do seu uso. - A dose máxima diária não deve exceder os 100mL em 24 horas. - Em caso de aplicações de doses acima das indicadas ou ingestão acidental deste medicamento, recomenda-se adotar medidas habituais de controle das funções vitais. 68.FUROSEMIDA 10 MG AMP. INJETÁVEL. Classe do medicamento: Diurético, anti-hipertensivo. Efeito Colateral: Assim como com outros diuréticos, após terapia prolongada, o balanço eletrolítico e hídrico pode ser prejudicado como resultado da diurese aumentada (excreção de eletrólitos). No início do tratamento, especialmente em crianças e pacientes idosos, a diurese excessiva pode conduzir a distúrbios 50 circulatórios com sintomas de hipovolemia, tais como sensação de pressão na cabeça, cefaléia, tontura, secura da boca ou distúrbios da visão e alteração da regulação circulatória quando da posição ereta. Além disso, em casos extremos, pode levar a perda de água corporal (desiidratação) e, como conseqüência do volume sanguíneo circulante reduzido (hipovolemia), a um aumento na concentração do sangue (hemoconcentração) especialmente em pacientes idosos Trombofilia. Entretanto, com a posologia individualizada, de modo geral, as reações hemodinâmicas agudas não são esperadas, apesar da diurese começar rapidamente. A deficiência de potássio pode manifestar-se através de sintomas neuromusculares- fraqueza muscular e paralisia completa ou incompleta, sintômasintestinais- vômitos, constipação e acúmulo excessivo de gases no abdome ou intestino (meteorismo), sintomas renais – volume excessivo de urina (poliúria), sede aumentada e injestão excessiva de líquidos (polidipsia) e sintômas cardíacos – distúrbios na formação e condução do impulso elétrico. Perdas severas de potássio podem levar a paralisia intestinal (íleo paralítico ou a alterações da consciência, algumas vezes, progredindo para um estado de coma.. Um estado de deficiência em magnésio (hipomagnesemia) e, em casos raros, tetania e arritmia cardíaca têm sido observadas como uma conseqüência do aumento das perdas renais de magnésio. O aumento das prdas renais de cálcio pode levar a uma deficiência de cálcio (hipocalcemia). Em crianças prematuras podem desenvolver cálculos renais (nefrolitíase) e haver deposição de sais de cálcio no tecido renal (nefrocalcinose). Sintomas de obstrução a micção (por ex. hidronefrose, hipertrofia prostática, estenose uretral) podem tornar-se manifestos ou podem ser agravados sob a ação de diuréticos. Deve ser lembrado que pode existir um aumento na concentração de ácido úrico no sangue podendo precipitar crises de gota em pacientes predispostos. Os níveis de colesterol e triglicérides podem elevar – se sob tratamento com furosemida, mas geralmente retornarão ao normal, sob tratamento a longo prazo, dentro de 6 meses. Podem ocasionalmente ser observados distúrbio gastrintestinais (náusea, vômitos, diarréia). - 57 - Em casos individuais, a habilidade para dirigir, atravessar a rua com segurança ou operar máquinas pode ser prejudicada, especialmente no início do tratamento ou quando da mudança para outras drogas ou quando bebidas alcoólicas forem consumidas durante o tratamento com furosemida. Cuidados de enfermagem na administração: - A furosemida solução injetável não deve ser usado em pacientes com: insuficiência dos rins com anúria (parada total da eliminação de urina); pré-coma e coma devido a problemas associado com encefalopatia do fígado (disfunção do sistema nervoso central em associação com falência do fígado); hipopotassemia severa (redução nos níveis de potássio no sangue); hiponatremia severa (redução nos níveis de sódio no sangue); desidratação ou hipovolemia (diminuição do volume líquido circulante nos vasos sanguíneos), com ou sem queda da pressão sanguínea; alergia à furosemida, às sulfonamidas ou a qualquer componente da fórmula. - O tratamento com furosemida requer uma supervisão médica regular. - Durante tratamento com furosemida é geralmente recomendada a monitorização regular dos níveis de sódio, potássio e creatinina no sangue; é necessária monitorização particularmente cuidadosa em casos de pacientes com alto risco de desenvolvimento de alterações dessas substâncias ou em caso de perda adicional significativa de fluidos (ex: devido a vômitos, diarreia ou suor intenso). - A furosemida atravessa a barreira placentária. Portanto, não deve ser administrada durante a gravidez a menos que estritamente indicada e por curtos 51 períodos de tempo. O tratamento durante a gravidez requer controle periódico do crescimento fetal. - A administração intravenosa de furosemida é indicada em todos os casos onde a administração oral (furosemida comprimidos) não é possível ou é ineficaz (por exemplo: absorção intestinal prejudicada) ou em casos onde um rápido efeito é necessário. 69.FUROSEMIDA 40MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Diurético, anti-hipertensivo. Efeito Colateral: Assim como com outros diuréticos, após terapia prolongada, o balanço eletrolítico e hídrico pode ser prejudicado como resultado da diurese aumentada (excreção de eletrólitos). No início do tratamento, especialmente em crianças e pacientes idosos, a diurese excessiva pode conduzir a distúrbios circulatórios com sintomas de hipovolemia, tais como sensação de pressão na cabeça, cefaléia, tontura, secura da boca ou distúrbios da visão e alteração da regulação circulatória quando da posição ereta. Alémdisso, em casos extremos, pode levar a perda de água corporal (desiidratação) e, como conseqüência do volume sanguíneo circulante reduzido (hipovolemia), a um aumento na concentração do sangue (hemoconcentração) especialmente em pacientes idosos Trombofilia. Entretanto, com a posologia individualizada, de modo geral, as reações hemodinâmicas agudas não são esperadas, apesar da diurese começar rapidamente. A deficiência de potássio pode manifestar-se através de sintomas neuromusculares- fraqueza muscular e paralisia completa ou incompleta, sintômasintestinais- vômitos, constipação e acúmulo excessivo de gases no abdome ou intestino (meteorismo), sintomas renais – volume excessivo de urina (poliúria), sede aumentada e injestão excessiva de líquidos (polidipsia) e sintômas cardíacos – distúrbios na formação e condução do impulso elétrico. Perdas severas de potássio podem levar a paralisia intestinal (íleo paralítico ou a alterações da consciência, algumas vezes, progredindo para um estado de coma.. Um estado de deficiência em magnésio (hipomagnesemia) e, em casos raros, tetania e arritmia cardíaca têm sido observadas como uma conseqüência do aumento das perdas renais de magnésio. O aumento das prdas renais de cálcio pode levar a uma deficiência de cálcio (hipocalcemia). Em crianças prematuras podem desenvolver cálculos renais (nefrolitíase) e haver deposição de sais de cálcio no tecido renal (nefrocalcinose). Sintomas de obstrução a micção (por ex. hidronefrose, hipertrofia prostática, estenose uretral) podem tornar-se manifestos ou podem ser agravados sob a ação de diuréticos. Deve ser lembrado que pode existir um aumento na concentração de ácido úrico no sangue podendo precipitar crises de gota em pacientes predispostos. Os níveis de colesterol e triglicérides podem elevar – se sob tratamento com furosemida, mas geralmente retornarão ao normal, sob tratamento a longo prazo, dentro de 6 meses. Podem ocasionalmente ser observados distúrbio gastrintestinais (náusea, vômitos, diarréia). - 57 - Em casos individuais, a habilidade para dirigir, atravessar a rua com segurança ou operar máquinas pode ser prejudicada, especialmente no início do tratamento ou quando da mudança para outras drogas ou quando bebidas alcoólicas forem consumidas durante o tratamento com furosemida. Cuidados de enfermagem na administração: - Adultos: como diurético iniciar com 20 a 80 mg, por dia, em dose única. Para hipertensão iniciar com 40 mg, 2 vezes ao dia, ajustar a dose de acordo com a resposta clínica; 52 - A dose deve ser a menor possível para atingir o efeito desejado. - Os comprimidos devem ser ingeridos com líquido, por via oral e com o estômago vazio. - É vantajoso tomar a dose diária de uma só vez, escolhendo-se o horário mais prático, de tal forma que não fique perturbado o ritmo normal de vida do paciente pela rapidez da diurese. - O fluxo urinário deve ser assegurado. Em pacientes com obstrução parcial do fluxo urinário (por exemplo: em pacientes com alterações de esvaziamento da bexiga, hiperplasia prostática ou estreitamento da uretra), a produção aumentada de urina pode provocar ou agravar a doença. Deste modo, estes pacientes necessitam de monitorização cuidadosa, especialmente durante a fase inicial do tratamento. 70.GELATINA (EMULSÃO + ELETROLITOS) 500ML. Classe do medicamento: Eletrolítico. Efeito Colateral: causar reações alérgicas de intensidades variáveis, como: reações cutâneas podendo resultar em rubor facial ou da nuca. Em casos isolados, pode haver diminuição da pressão arterial, choque ou parada cardíaca ou respiratória. Nos casos de reações adversas deve-se interromper a infusão. Cuidados de enfermagem na administração: - O uso deste medicamento é contraindicado em casos de Hipersensibilidade conhecida a gelatina; Hipovolemia; Hiperidratação; Insuficiência cardíaca congestiva grave; Distúrbios graves da coagulação sanguínea; Hipertensão; Edema de pulmão; anuíra renal. - Deve ser administrado cuidadosamente em casos de desidratação, devendo-se primeiramente corrigir o balanço hídrico. - Administrar com cautela em pacientes com insuficiência renal devido ao comprometimento da eliminação. - Este medicamento não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica. - A dosagem, a velocidade de infusão e a duração da administração variam de acordo com o estado clínico do paciente e devem ser ajustadas em função dos parâmetros Circulatórios. - Este medicamento é de uso restrito a hospitais. - A superdose com soluções de substituição do volume plasmático pode ocasionar hipovolemia com consecutivos danos às funções cardíacas e pulmonares. - Se houver manifestação de sintomas de sobrecarga circulatória como: dispneia, congestão da veia jugular, a infusão deve ser interrompida imediatamente. 71.GENTAMICINA 40MG/ML AMPOLA. Classe do medicamento: Antibiótico, Aminoglicosídeo. Efeito Colateral: - Os efeitos tóxicos para os rins ocorrem com mais frequência em pacientes com antecedentes de insuficiência renal e naqueles tratados durante longos períodos ou com doses mais altas que as recomendadas. - oram relatados efeitos adversos sobre os nervos que comandam o equilíbrio e/ou de a audição principalmente em pacientes com alteração da função renal, ou em pacientes que fazem uso de altas doses e/ou que se submetem a tratamentos 53 prolongados. Esses efeitos incluem tontura, vertigem, tinido, sensação de ruído nos ouvidos e perda de audição. Cuidados de enfermagem na administração: - Este medicamento é contraindicado para uso por pessoa que tem reação alérgica ou apresentou, em tratamentos anteriores, reações tóxicas à gentamicina ou a outros antibióticos aminoglicosídeos (por exemplo: amicacina, canamicina, neomicina, etc.). - Os pacientes tratados com aminoglicosídeos deverão estar sob observação clínica, diante da possível toxicidade associada ao seu uso. - Pacientes que recebem sulfato de gentamicina Injetável por mais de 7 a 10 dias para o tratamento de infecções graves, ou que recebem doses maiores do que as recomendadas devem ter acompanhamento periódico da função renal e dos eletrólitos sanguíneos durante o tratamento. - Recomenda-se que a função renal e do oitavo par craniano sejam monitoradas, principalmente em pacientes com insuficiência renal anterior. - Quando possível, as concentrações de antibiótico no sangue deverão ser monitoradas. - Caso você tenha queimaduras extensas, seu médico deverá ajustar a dose de sulfato de gentamicina Injetável. - Pode ocorrer alergia cruzada entre aminoglicosídeos. - O tratamento com sulfato de gentamicina Injetável pode resultar na proliferação de germes não sensíveis a ela. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. - Os pacientes idosos podem apresentar certo grau de insuficiência renal durante o tratamento com sulfato de gentamicina Injetável. 72.GLIBENCLAMIDA 5MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Hipoglicemiante, Antidiabético. Efeito Colateral: Sintomas gastrintestinais: náusea, vômito, dor abdominal, plenitude gástrica, diarréia. Reações alérgicas: prurido, erupções, urticária, incluindo choque evasculite alérgica, hipersensibilidade à luz. Hipersensibilidade cruzada às sulfonamidas ou seus derivados, trombocitopenia, anemia hemolítica, ertrocitopenia, leucopenia, agranulocitose, pancitopenia, elevação dos níveis das enzimas hepáticas, comprometimento da função hepática, hepatite, insuficiência hepática, hipoglicemia e outros sinais de contra regulação adrenérgica, alteração da fala, visão e sensação de paralisia, redução da concentração sérica de sódio, comprometimento da capacidade de dirigir ou operar máquinas. Cuidados de enfermagem na administração: - Em adultos deve ser realizado doses de 2,50 a 5 mg por dia, em doseúnica com a primeira refeição do dia; - Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com disfunção renal e/ou hepática graves. - Este medicamento é contraindicado na faixa etária pediátrica. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. - O tratamento com Glibenclamida é normalmente de longo prazo. 54 - A superdose aguda, bem como o tratamento com elevadas doses de glibenclamida a longo prazo podem levar a hipoglicemia severa prolongada, com risco de vida. - Um monitoramento cuidadoso é essencial e deve ser dispensado ao paciente até que o médico considere que o paciente esteja fora de perigo. É importante lembrar que os sinais clínicos da hipoglicemia podem ocorrer novamente após sinais de uma recuperação inicial. 73.GLICERINA 12% CLISTER. Classe do medicamento: Laxante. Efeito Colateral: Como este é um produto de ação local, não havendo sua absorção, o mesmo não terá nenhuma reação adversa além do próprio efeito esperado para estas tais como, cólicas intestinais e diarréia. Cuidados de enfermagem na administração: - Este medicamento é contra-indicado nos casos de: pessoas portadoras de apendicite, obstrução intestinal, hemorragia retal não diagnosticada e lesões intestinais. - A glicerina deve ser utilizada com precaução por pacientes com risco de hipervolemia (aumento do fluido do sangue), insuficiência cardíaca ou distúrbio renal. - Pessoas desidratadas devem utilizar o medicamento com precaução, uma vez que há o risco de agravar a situação. - Os enemas só devem ser usados quando há clara indicação para isso e não se dispõe de substituto adequado. - Pacientes Idosos: Nos pacientes idosos todo medicamento deve ser administrado com cautela e sob prescrição médica, pois estes normalmente apresentam variações fisiológicas que podem alterar o efeito do medicamento. 74.GLICOSE 25 % 10 ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: solução hipertônica. Efeito Colateral: Este medicamento, por ser uma solução hiperosmótica e por apresentar pH baixo, pode causar dor local, irritação da veia, tromboflebite (processo inflamatório da veia) e necrose do tecido, quando ocorrer transvasamento de solução. Se você administrar rapidamente este medicamento, pode levar à síndrome hiperosmolar (confusão mental, inconsciência), especialmente em pacientes com uremia crônica. Cuidados de enfermagem na administração: - Esta solução deve ser contraindicada em casos de coma diabético e insuficiência renal. É contraindicado para pacientes com anúria (ausência de produção de urina), hemorragia intracraneal ou intra-espinhal, em delirium tremens ou desidratação aguda não compensada. - O preparo e administração do medicamento devem obedecer à prescrição, precedida de criteriosa avaliação, pelo farmacêutico, da compatibilidade físico- química e da interação que possam ocorrer entre seus componentes. - No caso de idosos, crianças, neonatos e outros grupos de risco, este medicamento não apresenta restrição, desde que seja feito monitoramento desses pacientes. 55 - Administrar este medicamento lentamente, evitando assim transvasamento da veia. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 75.GLICOSE 5% FRASCO 250ML. Classe do medicamento: solução hipertônica. Efeito Colateral: Este medicamento, por ser uma solução hiperosmótica e por apresentar pH baixo, pode causar dor local, irritação da veia, tromboflebite (processo inflamatório da veia) e necrose do tecido, quando ocorrer transvasamento de solução. Se você administrar rapidamente este medicamento, pode levar à síndrome hiperosmolar (confusão mental, inconsciência), especialmente em pacientes com uremia crônica. Cuidados de enfermagem na administração: - Esta solução deve ser contraindicada em casos de coma diabético e insuficiência renal. É contraindicado para pacientes com anúria (ausência de produção de urina), hemorragia intracraneal ou intra-espinhal, em delirium tremens ou desidratação aguda não compensada. - O preparo e administração do medicamento devem obedecer à prescrição, precedida de criteriosa avaliação, pelo farmacêutico, da compatibilidade físico- química e da interação que possam ocorrer entre seus componentes. - No caso de idosos, crianças, neonatos e outros grupos de risco, este medicamento não apresenta restrição, desde que seja feito monitoramento desses pacientes. - Administrar este medicamento lentamente, evitando assim transvasamento da veia. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 76.GLICOSE 5% FRASCO 500ML. Classe do medicamento: solução hipertônica. Efeito Colateral: Este medicamento, por ser uma solução hiperosmótica e por apresentar pH baixo, pode causar dor local, irritação da veia, tromboflebite (processo inflamatório da veia) e necrose do tecido, quando ocorrer transvasamento de solução. Se você administrar rapidamente este medicamento, pode levar à síndrome hiperosmolar (confusão mental, inconsciência), especialmente em pacientes com uremia crônica. Cuidados de enfermagem na administração: - Esta solução deve ser contraindicada em casos de coma diabético e insuficiência renal. É contraindicado para pacientes com anúria (ausência de produção de urina), hemorragia intracraneal ou intra-espinhal, em delirium tremens ou desidratação aguda não compensada. - O preparo e administração do medicamento devem obedecer à prescrição, precedida de criteriosa avaliação, pelo farmacêutico, da compatibilidade físico- química e da interação que possam ocorrer entre seus componentes. - No caso de idosos, crianças, neonatos e outros grupos de risco, este medicamento não apresenta restrição, desde que seja feito monitoramento desses pacientes. 56 - Administrar este medicamento lentamente, evitando assim transvasamento da veia. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 77.GLICOSE 50 % 10 ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: solução hipertônica. Efeito Colateral: Este medicamento, por ser uma solução hiperosmótica e por apresentar pH baixo, pode causar dor local, irritação da veia, tromboflebite (processo inflamatório da veia) e necrose do tecido, quando ocorrer transvasamento de solução. Se você administrar rapidamente este medicamento, pode levar à síndrome hiperosmolar (confusão mental, inconsciência), especialmente em pacientes com uremia crônica. Cuidados de enfermagem na administração: - Esta solução deve ser contraindicada em casos de coma diabético e insuficiência renal. É contraindicado para pacientes com anúria (ausência de produção de urina), hemorragia intracraneal ou intra-espinhal, em delirium tremens ou desidratação aguda não compensada. - O preparo e administração do medicamento devem obedecer à prescrição, precedida de criteriosa avaliação, pelo farmacêutico, da compatibilidade físico- química e da interação que possam ocorrer entre seus componentes. - No caso de idosos, crianças, neonatos e outros grupos de risco, este medicamento não apresenta restrição, desde que seja feito monitoramento desses pacientes. - Administrar este medicamento lentamente, evitando assim transvasamento da veia. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 78.GLUCONATO DE CALCIO 10% AMPOLA 10ML. Classe do medicamento: Repositor e solução hidroeletrolítica. Efeito Colateral: hipotensão e tontura, rubor e sensação de calor o u ardor, batimentos cardíacos irregulares, náuseas ou vômitos, rubor cutâneo, rash ou ardor no local da injeção, sudorese, sensação d e formigamento. Cuidados de enfermagem na administração: - O gliconato de cálcio ou qualquer outro suplemento de cálcio não deve ser usado nas seguintessituações: alergia ao gliconato de cálcio ou componentes da formulação; hipercalcemia; hipercalciúria (nível alto e anormal de excreção de cálcio na urina, maior que 4 mg/kg/dia); Presença de cálculos renais de cálcio; Sarcoidose; Uso concomitante com medicamentos digitálicos; Deverá ser avaliada a relação risco-benefício da administração deste medicamento nas seguintes situações: desidratação ou outros desequilíbrios eletrolíticos, pois pode aumentar o risco de hipercalcemia; histórico de cálculos renais de cálcio; disfunção renal crônica; disfunção cardíaca. - O gliconato de cálcio deve ser administrado por injeção intravenosa lenta. - O medicamento não deve ser administrado por via intramuscular ou subcutânea, pois a administração por estas vias pode causar reações locais incluindo descamação ou necrose da p ele. 57 - As injeções de sais de cálcio podem produzir irritação e, desta forma, cuidados devem ser tomados para evitar o extravasamento da solução durante a injeção intravenosa. - Os efeitos secundários da administração deste medicamento geralmente resultam de uma rápida administração. - O médico deverá interromper a administração quando houver queixa de mal- estar ou quando a leitura do eletrocardiograma estiver anormal. 79.HALOPERIDOL 5MG/ML AMPOLA 1ML. Classe do medicamento: Antipsicótico; Efeito Colateral: Com doses baixas (1-2 mg/dia), os efeitos adversos de HALDOL® são pouco freqüentes, leves e transitórios. Em pacientes recebendo doses maiores, alguns efeitos adversos são observados mais freqüentemente. Os efeitos neurológicos são os mais comuns. Sintomas extrapiramidais: São os mais comumente observados. Como ocorre com todos os neurolépticos, podem ocorrer sintomas extrapiramidais como, por exemplo, tremor, rigidez, hipersalivação, bradicinesia, acatisia e distonia aguda. Estes efeitos podem ser revertidos pela utilização de antiparkinsonianos; nos casos graves, pode ser necessária a interrupção temporária ou definitiva de HALDOL®. Os antiparkinsonianos do tipo anticolinérgicos não devem ser prescritos de rotina como tratamento preventivo, devido ao risco de diminuir a eficácia de HALDOL®. Discinesia tardia: Como acontece com todos os fármacos antipsicóticos, pode surgir um quadro de discinesia tardia em certos pacientes durante tratamentos prolongados ou quando tais tratamentos são interrompidos. A síndrome está caracterizada principalmente por movimentos rítmicos e involuntários da face, boca, língua ou mandíbula. Os sintomas - 206 - podem persistir durante longos períodos e em certos pacientes mostrar-se até irreversíveis. Cuidados de enfermagem na administração: - O haloperidol não exerce sua ação completa logo após as primeiras doses. Os benefícios são mais amplamente observados após duas a três semanas de tratamento contínuo. - O tratamento com haloperidol poderá produzir sintomas desconfortáveis que podem não justificar sua interrupção. Neste caso, consulte o médico. - O haloperidol pode causar problemas no coração, problemas no controle dos movimentos do corpo ou dos membros e um sério efeito colateral chamado “síndrome neuroléptica maligna”. - Um pequeno aumento na incidência de mortes e acidentes vasculares cerebrais tem sido relatado em pacientes idosos com demência que estão tomando medicamentos antipsicóticos. - O haloperidol não deve ser utilizado em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos. - O haloperidol injetável é recomendado apenas para administração intramuscular (IM). - Se você está grávida ou planeja engravidar, informe seu médico, ele decidirá se você pode utilizar haloperidol. - Beber álcool enquanto estiver usando haloperidol pode fazer você se sentir sonolento e menos alerta. Isso significa que você deve ter cuidado com a quantidade de álcool que bebe. Converse com seu médico sobre o consumo de álcool enquanto estiver usando o haloperidol. 58 80.HEPARINA 5.000UI FRASCO/AMPOLA 5ML. Classe do medicamento: Anticoagulante. Efeito Colateral: Hemorragias durante o tratamento com heparina, hematúria, hematomas subcutâneos nos pontos de injeção. Cuidados de enfermagem na administração: - O produto é contra-indicado em casos de hipersensibilidade ao princípio ativo ou ao componente da fórmula. Também é contra-indicado nas diáteses hemorrágicas, hipertensão manifesta, afecções ulcerosas do aparelho Blausigeldigestivo, endocardite infecciosa subaguda, cirurgias cerebrais ou de medula espinhal (aumento do risco de hemorragias secundárias) aborto iminente. - VIA INTRAVENOSA 5.000 a 7.500 UI de 4/4 horas. 81.HIDRALAZINA 20MG/ML AMPOLA 1ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Vasodilatador periférico, anti-hipertensivo; Efeito Colateral: Taquicardia, palpitação, sintomas de angina, rubor, cefaléia vertigem, congestão nasal, distúrbios gastrintestinais, diarréia, náusea, vômitos, e outros como, artralgia, mialgia, edema articular. Cuidados de enfermagem na administração: - Os pacientes medicados com hidralazina devem usar com cuidado os medicamentos que são inibidores da monoaminooxidase (IMAO), bem como deve ser feita uma observação cuidadosa quando se usam conjuntamente outros anti- hipertensivos como o diazóxido, pois podem ocorrer episódios de hipotensão severa. - A administração deste medicamento deve ser feita com cautela em pacientes com distúrbios coronarianos e em presença de terapia simultânea com antidepressivos tricíclicos e inibidores da MAO. - Alguns casos isolados de neurite periférica foram relatados. As referências publicadas sugerem um efeito antipiridoxina, que pode responder à administração de piridoxina ou à retirada do medicamento - Recomenda-se a realização de uma contagem sanguínea total e uma titulação dos fatores antinucleares (FAN) antes e periodicamente durante a terapia prolongada com hidralazina, mesmo se o paciente for assintomático. - A hidralazina pode provocar ataques anginosos e alterações no ECG (eletrocardiograma) indicativos de isquemia do miocárdio. 82.HIDROCLOROTIAZIDA 25MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Diurético, anti-hipertensivo; Efeito Colateral: Endócrino – metabólico: alcalose hipoclorêmica, aumento da glicose no sangue, ou urina, aumento do ácido úrico no sangue, diminuição do potássio no sangue. Cuidados de enfermagem na administração: - A hidroclorotiazida é contraindicada para os pacientes com anúria (ausência de formação de urina) e aqueles que apresentem alergia à hidroclorotiazida ou outros fármacos derivados da sulfonamida. - Caso você seja portador de doença nos rins grave, a hidroclorotiazida deve ser usada com cautela, pois os tiazídicos podem precipitar o aparecimento de azotemia (anormalidade bioquímica referindo-se a uma elevação de nitrogênio da ureia sanguínea e da creatinina). 59 - Caso você sofra de insuficiência do fígado ou insuficiência do fígado progressiva, os tiazídicos devem ser usados com cuidado, pois pequenas alterações no balanço hidroeletrolítico (equilíbrio de líquidos no corpo) podem precipitar o coma hepático (coma devido à diminuição do funcionamento do fígado). - O uso em pacientes idosos, geralmente mais sensíveis aos medicamentos, em especial aos diuréticos, deve ser cuidadosamente acompanhado. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. 83.HIDROCORTISONA 100 MG INJETÁVEL. Classe do medicamento: Anti-inflamatório hormonal. Efeito Colateral: Foram relatados casos de distúrbios líquidos e eletrolíticos, musculoesqueléticos, gastrintestinais, dermatológicos e neurológicos. Cuidados de enfermagem na administração: - O uso do produto é contraindicado nos casos de infecções fúngicas sistêmicas. - O seu uso também é contraindicado para pacientes que possuam hipersensibilidade aos componentes do medicamento. - Nos três primeiros meses de gravidez não se deveria usar, por princípio, nenhuma preparaçãocorticosteroide. - Pode ocorrer a indução à insuficiência adrenocortical secundária que pode ser minimizada com a redução da dose. - Os corticóides devem ser utilizados cuidadosamente em pacientes com herpes ocular simples para evitar a perfuração da córnea. - Os corticosteróides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem ocorrer durante seu uso, pois os mesmos diminuem a resistência e dificultam a localização da infecção. - O uso prolongado pode provocar catarata subcapsular, glaucoma ou encobrir o aparecimento de infecções secundárias oculares com fungos ou viroses. 84.HIDROCORTISONA 500 MG INJETÁVEL. Classe do medicamento: Anti-inflamatório hormonal. Efeito Colateral: Foram relatados casos de distúrbios líquidos e eletrolíticos, musculoesqueléticos, gastrintestinais, dermatológicos e neurológicos. Cuidados de enfermagem na administração: - O uso do produto é contraindicado nos casos de infecções fúngicas sistêmicas. - O seu uso também é contraindicado para pacientes que possuam hipersensibilidade aos componentes do medicamento. - Nos três primeiros meses de gravidez não se deveria usar, por princípio, nenhuma preparação corticosteroide. - Pode ocorrer a indução à insuficiência adrenocortical secundária que pode ser minimizada com a redução da dose. - Os corticóides devem ser utilizados cuidadosamente em pacientes com herpes ocular simples para evitar a perfuração da córnea. - Os corticosteróides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem ocorrer durante seu uso, pois os mesmos diminuem a resistência e dificultam a localização da infecção. 60 - O uso prolongado pode provocar catarata subcapsular, glaucoma ou encobrir o aparecimento de infecções secundárias oculares com fungos ou viroses. 85.IMIPENEM + CILASTATINA SODICA 500MG. Classe do medicamento: Antibacteriano de amplo espectro; Efeito Colateral: Efeitos gastrointestinais como: diarréia, náusea, vômito e inflamação na veia. Cuidados de enfermagem na administração: - Crianças até 12 anos: doses não estabelecidas; - Adultos e adolescentes: 250 mg a 1 g, via intravenosa, cada 6 a 8 horas. A dose máxima diária é de 50 mg por kg de peso corporal, não ultrapassando 4g; - Idosos: podem exigir doses menores em função da condição renal; - O imipenem-cilastatina precisa sempre estar numa concentração de no máximo 5 mg de imipenem por mL. - O benefício potencial do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez. 86.INSULINA HUMANA NPH. Classe do medicamento: Insulina. Efeito Colateral: Hipoglicemia, vermelhidão, inchaço e coceira no local da injeção. Cuidados de enfermagem na administração: - Antes da injeção, assegure-se de que está usando o tipo de insulina prescrita pelo seu médico. - Antes do primeiro uso é necessário controlar a sensibilidade para o medicamento por meio do teste intracutâneo. A dosagem, o horário e o número de injeções são definidos pelo médico, baseando-se nas necessidades concretas e no contexto de cada caso. A Insulina Humana Recombinante NPH deve ser administrada por meio da injeção subcutânea, mas também pode ser realizada a injeção intramuscular, porém este último modo de administração não é recomendado. - A Insulina Humana Recombinante NPH não deve ser injetada por via intravenosa (na veia). A injeção subcutânea deve ser realizada na parte superior do braço, coxa, nádega ou abdome. Deve-se alterar o local das aplicações para que as injeções no mesmo local não sejam feitas mais do que uma vez por mês. Deve-se evitar a introdução da agulha no vaso sanguíneo na injeção de Insulina Humana Recombinante NPH. Depois de injetar o medicamento não se deve esfregar o local da injeção. Seu médico deve lhe explicar detalhadamente o método de realização das injeções. - Recomenda-se medir o seu nível de glicose sanguínea regularmente. - Se após a agitação o líquido dentro do frasco-ampola de Insulina Humana Recombinante NPH não ficar completamente homogêneo, ou seja, de coloração uniforme, o mesmo não deverá ser utilizado. 87.INSULINA HUMANA R. Classe do medicamento: Insulina. 61 Efeito Colateral: Hipoglicemia, vermelhidão, inchaço e coceira no local da injeção. Cuidados de enfermagem na administração: - Não deve ser tomado em casos de * Sua glicemia estiver muito baixa (hipoglicemia); *Você é alérgico à insulina humana ou a qualquer um dos excipientes contidos na fórmula de Bahiafarma Insulina Humana R. - Antes da injeção, assegure-se de que está usando o tipo de insulina que o seu médico receitou e siga cuidadosamente as instruções de uso de seu sistema de aplicação de insulina Bahiafarma Insulina Humana R. Recomenda-se usar as injeções por via subcutânea. Você sentirá o efeito mais rapidamente se a insulina for injetada na parede abdominal. Entretanto, pode-se aplicar a injeção na coxa, na nádega ou, se conveniente, na parte superior do braço. - Deve-se alternar o local das aplicações para evitar reações localizadas na pele. Não injete a insulina no músculo (intramuscular), a menos que tenha sido recomendado pelo seu médico. A injeção numa prega da pele diminui o risco de aplicação intramuscular. Somente o médico poderá injetar insulina na veia, sob circunstâncias especiais. - Recomenda-se fazer uma refeição ou um lanche contendo carboidratos, dentro de 30 minutos após a injeção e medir a glicemia (nível de glicose no sangue) regularmente. 88.IPRATRÓPIO 0,25MG/ML SOLUÇÃO INALATORIA. Classe do medicamento: Broncodilatador. Efeito Colateral: efaleia; tontura; irritação na garganta; tosse; boca seca; náusea; distúrbios da motilidade, hipersensibilidade; reação anafilática; visão turva; midríase; aumento da pressão intra-ocular; glaucoma; dor ocular; visão de halos; hiperemia conjuntival; edema de córnea; palpitações; taquicardia supraventricular; broncoespasmo; broncoespasmo paradoxal; espasmo da laringe; edema oro-faríngeo; garganta seca; diarreia; constipação; vômito; estomatite; erupção cutânea; prurido, edema angioeneurótico, retenção urinária. Cuidados de enfermagem na administração: - O brometo de ipratrópio é indicado como broncodilatador para o tratamento de manutenção do broncoespasmo associado à doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), que inclui bronquite crônica e enfisema. - O brometo de ipratrópio solução para inalação também é indicado em combinação com medicação beta-2- agonista no tratamento do broncoespasmo agudo associado à asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), incluindo bronquite crônica. - O efeito broncodilatador de brometo de ipratrópio no tratamento do broncoespasmo agudo associado à asma. - O brometo de ipratrópio é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida à atropina ou aos seus derivados e/ou a qualquer dos componentes da fórmula. - Os pacientes devem ser orientados quanto à correta administração de brometo de ipratrópio solução para inalação. 62 89.ISOSSORBIDA, DINITRATO 10MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Antianginoso; Efeito Colateral: Pode ocorrer vasodilatação cutânea com eritema. É comum ocorrer cefaléia vascular, que pode tornar- se intensa e persistente. A cefaléia é geralmente aliviada pelo uso de analgésicos adequados ou pela redução temporária da dose do - 61 - medicamento, e tende a desaparecer após as primeiras duas semanas de uso do medicamento. Episódios passageiros de vertigem e fraqueza, além de outros sinais de isquemia cerebral, associados à hipotensão postural, podem ocorrer ocasionalmente. Alguns indivíduos podem apresentar sensibilidade acentuada aos efeitos hipotensores dos nitratos, mesmo com a dose terapêutica usual. Reações intensas como náuseas, vômito, fraqueza, insônia, palidez, sudorese e colapso podem ocorrer. Em tais pessoas, o álcool pode intensificar estes efeitos. Medidas que facilitem o retorno venoso (por exemplo,cabeça baixa ou posição de Trendelenburg, respiração profunda, movimento das extremidades) geralmente revertem estes sintomas. Pode ocorrer ocasionalmente erupção cutânea e/ou dermatite esfoliativa. Náusea e vômito são pouco comuns Cuidados de enfermagem na administração: - È contraindicado o uso em casos de Hipersensibilidade ao Dinitrato de Isossorbida ou compostos a ele relacionados e também a qualquer outro componente da fórmula. - A dose inicial não deve ser maior que 5 mg, uma vez que ocasionalmente ocorre uma resposta hipotensora intensa. - Os comprimidos sublinguais de Dinitrato de Isossorbida devem ser colocados e mantidos sob a língua até completa dissolução (aproximadamente 20 segundos), na dose de 5 a 10 mg a cada 2 ou 3 horas. - Podem ser utilizados na dose de 5 a 10 mg antes de situações estressantes, passíveis de provocar uma crise de angina - Os comprimidos orais de Dinitrato de Isossorbida devem ser ingeridos, sem mastigar, com ajuda de um pouco de líquido, na dose de 5 a 30 mg, via oral, quatro vezes ao dia, a cada 6 horas, preferivelmente com o estômago vazio. - Como com qualquer nitrato, recomenda-se cautela quando Dinitrato de Isossorbida for administrado a pacientes com glaucoma, hipertireoidismo, anemia severa, traumatismo craniano recente e hemorragia severa. Devido a uma possível resposta hipotensora, Dinitrato de Isossorbida deve ser utilizado com precaução em associação a bloqueadores dos canais de cálcio, em pacientes que apresentem redução do volume sanguíneo devido ao tratamento com diuréticos, ou naqueles pacientes em uso de sildenafila. - A interrupção de Dinitrato de Isossorbida deve ser feita de maneira lenta e gradual, com a finalidade de evitar rebote nos efeitos hemodinâmicos e crises agudas de angina. O tratamento com Dinitrato de Isossorbida pode agravar a angina causada por cardiomiopatia hipertrófica. É possível a ocorrência de tolerância ao Dinitrato de Isossorbida e tolerância cruzada com outros nitratos e nitritos. - A pressão arterial deve ser monitorizada freqüentemente em pacientes com infarto recente, devidos aos efeitos deletérios da hipotensão nestes pacientes. Medidas de suporte apropriadas não foram estudadas, porém o tratamento como uma superdosagem por nitratos parece ser adequado, com elevação das extremidades e com expansão do volume sanguíneo. 63 90.ISOSSORBIDA, MONONITRATO 20MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Vasodilatador e Antianginoso; Efeito Colateral: Cefaleia, náusea e hipotensão. Cuidados de enfermagem na administração: - Mononitrato de Isossorbida não deve ser utilizado por pacientes com hipersensibilidade ao Mononitrato de Isossorbida ou a qualquer outro componente da formulação. - Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com hipersensibilidade a um ou mais componentes da fórmula. - Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que apresentam hipotensão arterial grave. - Embora os nitratos não devam ser administrados de rotina no infarto do miocárdio, deve-se reservar seu uso para os casos complicados com insuficiência cardíaca, hipertensão arterial ou dor persistente, onde a suboclusão da artéria responsável pelo infarto, espasmo ou lesões críticas em outras artérias permanecem inalterados. - Os comprimidos devem ser ingeridos sem mastigar, com líquido suficiente para engolir. 91.LIDOCAINA 2% GEL. Classe do medicamento: Anestésico; Efeito Colateral: Delírio, tonturas, visão turva, tremores seguidos por sonolência, convulsões, inconsciência. Hipotensão, bradicardia, depressão do miocárdio, - 119 - diminuição do débito cardíaco, bloqueio cardíaco, arritmias ventriculares, incluindo taquicardia ventricular, fibrilação ventricular e parada cardíaca. Paralisia dos membros inferiores, perda do controle esfincteriano. Reações alérgicas como urticária, edema ou reações anafilactóides. Cuidados de enfermagem na administração: - Não deve ser utilizado se tiver alergia à lidocaína, a outros anestésicos locais ou aos outros componentes da fórmula. - A lidocaína não deve ser utilizado em pacientes com sensibilidade aumentada ao metil ou propilparabeno ou ao seu metabólito, o ácido paraminobenzóico (PABA). Formulações de lidocaína contendo parabenos devem ser evitadas em pacientes alérgicos ao anestésico local éster ou ao seu metabólito PABA. - Doses excessivas de lidocaína ou pequenos intervalos entre as doses podem resultar em níveis plasmáticos altos de lidocaína e reações adversas graves. - A lidocaína deve ser usado com cuidado se a mucosa estiver traumatizada no local da aplicação, em casos de sepse (infecção geral grave do organismo, causada por bactérias) ou choque grave, problemas no coração, fígado ou rins, epilepsia, pacientes idosos e pacientes debilitados. - É possivelmente um desencadeador de porfiria e deve ser somente prescrito à pacientes com porfiria aguda em indicações fortes ou urgentes. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. - Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: dependendo da dose do anestésico local, pode haver um efeito muito leve na função mental e pode prejudicar temporariamente a locomoção e a coordenação. 64 92.LIDOCAINA 2% SEM VASO CONSTRITOR FRASCO 20ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Anestésico; Efeito Colateral: Delírio, tonturas, visão turva, tremores seguidos por sonolência, convulsões, inconsciência. Hipotensão, bradicardia, depressão do miocárdio, - 119 - diminuição do débito cardíaco, bloqueio cardíaco, arritmias ventriculares, incluindo taquicardia ventricular, fibrilação ventricular e parada cardíaca. Paralisia dos membros inferiores, perda do controle esfincteriano. Reações alérgicas como urticária, edema ou reações anafilactóides. Cuidados de enfermagem na administração: - Não deve ser utilizado se tiver alergia à lidocaína, a outros anestésicos locais ou aos outros componentes da fórmula. - A lidocaína não deve ser utilizado em pacientes com sensibilidade aumentada ao metil ou propilparabeno ou ao seu metabólito, o ácido paraminobenzóico (PABA). Formulações de lidocaína contendo parabenos devem ser evitadas em pacientes alérgicos ao anestésico local éster ou ao seu metabólito PABA. - Doses excessivas de lidocaína ou pequenos intervalos entre as doses podem resultar em níveis plasmáticos altos de lidocaína e reações adversas graves. - A lidocaína deve ser usado com cuidado se a mucosa estiver traumatizada no local da aplicação, em casos de sepse (infecção geral grave do organismo, causada por bactérias) ou choque grave, problemas no coração, fígado ou rins, epilepsia, pacientes idosos e pacientes debilitados. - É possivelmente um desencadeador de porfiria e deve ser somente prescrito à pacientes com porfiria aguda em indicações fortes ou urgentes. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. - Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: dependendo da dose do anestésico local, pode haver um efeito muito leve na função mental e pode prejudicar temporariamente a locomoção e a coordenação. 93.LOSARTANA 50MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Anti-hipertensivo; Efeito Colateral: SNC: fraqueza, fadiga. Cardiovascular: dor no peito. Gastrintestinal: diarréia. Hematológico: anemia. Músculo esquelética: dor nas costas. Respiratório: tosse, bronquite. Cuidados de enfermagem na administração: - Pode ter sua ação antagonizada por antiinflamatórios não esteróides. - Pode aumentar o risco de aumento do potássio no sangue com sangue de bancos de sangue, ciclosporina, diuréticos poupadores de potássio, medicamentos ou alimentos contendo potássio, substitutos do sal contendo potássio. - Pode ter sua ação diminuída por simpaticomiméticos 94.MANITOL 20% FRASCO 250ML. Classe do medicamento: Osmótico. 65 Efeito Colateral: desidratação tissular, insuficiência cardíaca congestiva, desidratação cerebral, e edema pulmonar. A rápida administração de manitol 20% causa hipotensão, além disso pode causar insuficiência renal oligúrica em pacientes recebendo manitol para tratamento da hipertensão intracraniana. Cuidados de enfermagem na administração: - A Solução de Manitol 20% é contraindicada em pacientes com anúria total (ausência da produção de urina), descompensação cardíaca grave, hemorragia intracraniana ativa, desidratação severa e edema pulmonar (acúmulo de fluidos nos pulmões). A Solução de Manitol 20% nunca deve ser adicionada ao sangue total para transfusão, ou ser administrada no mesmo equipo usado para a infusão de sangue. - A Solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. - A dosagem deve ser determinada por um médico e é dependente da idade, do peso, das condições clínicas do paciente e das determinações em laboratório. - Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primária. - A Solução é acondicionada em frasco ampola Ecoflac® plus em sistema fechado para administração intravenosa usando equipo estéril. - Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em série. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagem seja completada. - Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação. - Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza. Se for observado vazamento de solução, descartar a embalagem, pois a sua esterilidade pode estar comprometida. - No preparo e administração das Soluções Parenterais (SP), devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a: desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão. - O preparo e a administração da Solução Parenteral devem obedecer à prescrição, precedida de criteriosa avaliação, pelo farmacêutico, da compatibilidade físico-química e da interação medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 95.METFORMINA 850MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Hipoglicemiante. Efeito Colateral: problemas digestivos como náusea, vômito, diarreia, dor na barriga, perda de apetite. Cuidados de enfermagem na administração: 66 - Cloridrato de metformina é indicado para o tratamento da diabetes tipo 2, isoladamente ou em combinação com outros medicamentos orais. Este medicamento também está indicado na Síndrome dos Ovários Policísticos. - Cloridrato de metformina é contraindicado para: Pessoas com hipersensibilidade (alergia) à metformina ou aos outros componentes da fórmula; - Cloridrato de metformina é contraindicado para: Pessoas com problema de funcionamento do fígado ou dos rins; - Cloridrato de metformina é contraindicado para: Pessoas com diabetes não controlada, com hiperglicemia ou cetoacidose graves; - Cloridrato de metformina é contraindicado para:Pessoas desidratadas (por exemplo, em função de uma diarreia grave e persistente, vômitos repetidos) ou com infecção grave (por exemplo, infecção das vias aéreas ou do trato urinário); - Cloridrato de metformina é contraindicado para: Pessoas em tratamento para problemas cardíacos, pessoas que recentemente tiveram um ataque cardíaco; - Cloridrato de metformina é contraindicado para: Pessoas com problemas circulatórios graves ou dificuldades respiratórias; - Cloridrato de metformina é contraindicado para: Pessoas que ingerem bebidas alcoólicas em excesso; - Cloridrato de metformina é contraindicado para: Pessoas que foram submetidas à cirurgia eletiva de grande porte ou a exame utilizando meio de contraste contendo iodo (por exemplo, exames como raio-X ou tomografia). - Este fármaco deve ser ingerido por via oral, com o auxílio de um copo de água, durante ou depois de uma refeição. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. 96.METILDOPA 250MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Anti-hipertensivo; Efeito Colateral: SNC: sedação, dor de cabeça. Cardiovascular: queda de pressão ao mudar de posição, inchaço. Nasofaringe: congestão nasal. Gastrintestinal: boca seca. Cuidados de enfermagem na administração: - Adultos: iniciar com 250 mg, 2 ou 3 vezes por dia durante 2 dias, se necessário, ir ajustando a dose com intervalo de pelo menos 2 dias. Manutenção varia de 500 mg a 2 g por dia, divididos em 2 a 4 tomadas; Idosos: podem ser mais sensíveis às doses usuais; - O Meltidopa não deve ser ingerido em casos de alergia a qualquer um de seus ingredientes; - O Meltidopa não deve ser ingerido em casos de doença do fígado, tais como hepatite aguda ou cirrose ativa; - O Meltidopa não deve ser ingerido em casos se estiver tomando inibidores da monoaminoxidase (MAO). - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. - A metildopa comprimidos não deve ser administrada a crianças. - Possíveis efeitos adversos como tontura e aturdimento podem afetar a capacidade de alguns pacientes de dirigir ou operar máquinas. 67 97.METILPREDNISOLONA EV 500MG - 8ML. Classe do medicamento: Antiinflamatório esteróide; Efeito Colateral: Retenção de sódio e líquidos, perda de potássio, alcalose hipocalêmica, hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva em pacientes susceptíveis, fraqueza muscular, miopatia esteróide, perda de massa muscular, artralgia severa, necrose asséptica das cabeças do fêmur e úmero, fratura patológica dos ossos longos, osteoporose, fratura por compressão de vértebras, úlcera péptica com possível perfuração e hemorragia, pancreatite, distensão abdominal, esofagite ulcerativa, hemorragia gástrica e perfuração intestinal, dificuldade de cicatrização de feridas, pele fina e frágil, petéquias e equimoses. Cuidados de enfermagem na administração: - Uso adulto e pediátrico. - Uso injetável por via intravenosa ou intramuscular. - É indicado para alguns distúrbios endócrinos (de glândulas), reumáticos, doenças do colágeno e dermatológicas, estados alérgicos, doenças oftálmicas, gastrintestinais e respiratórias, distúrbios hematológicos, doenças neoplásicas, estados edematosos, entre outros. - Os corticosteróides são excretados no leite humano. Informe ao seu médico se estiver amamentando. - Deve ser administrado por via intravenosa ou intramuscular. - Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. - É contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade comprovada à metilprednisolona ou a qualquer componente da fórmula e àqueles pacientes com infecções sistêmicas por fungos. - Em pacientes em terapia com corticosteróides submetidos a situações incomuns de estresse, recomenda-se aumentar a dose do corticosteróide de ação rápida antes, durante e após o estado de estresse. 98.METOCLOPRAMIDA 5MG/ML INJETAVEL. Classe do medicamento: Antiemético, estimulante gastrointestinal; Efeito Colateral: sistema nervoso central; ansiedade, sonolência, movimentos distorcidos involuntários, lassidão. Cuidados de enfermagem na administração: - A dose em Crianças: 3 a 6 gotas por Kg de peso corporal por dia; - A dose em Adultos: 10 mg, 3 vezes por dia; - Podem aparecer sintomas extrapiramidais, particularmente em crianças e adultos jovens e/ou quando são administradas altas doses (vide Reações Adversas). - O tratamento não deve exceder 3 mesesdevido ao risco de discinesia tardia. - Deve-se ter cautela quando metoclopramida for administrada a pacientes com síndrome de Parkinson. - Metoclopramida não é recomendada em pacientes epiléticos, visto que as benzamidas podem diminuir o limiar epilético. - Este medicamento não deve ser utilizado durante a lactação. - A metoclopramida pode aumentar os níveis de prolactina, o que deve ser considerado em pacientes com câncer de mama detectado previamente. 68 - Pode ocorrer sonolência após a administração de metoclopramida, potencializada por depressores do sistema nervoso central, álcool; a habilidade em dirigir veículos ou operar máquinas pode ficar prejudicada. 99.METOPROLOL, TARTARATO 1MG/ML AMPOLA 5ML. Classe do medicamento: Anti-hipertensivo, antianginoso profilático da cefaléia vascular (enxaqueca); Efeito Colateral: Bradicardia, alterações posturais (muito raramente com síncope), mãos e pés frios, palpitações, tontura, cefaléia, náusea, dor abdominal, diarréia, constipação e dispnéia de exercício. Cuidados de enfermagem na administração: - Deve ser administrado em adultos dose de 5 mg via IV - Prestar cuidados especial quanto a pacientes diabéticos, pois há evidências de que o metoprolol pode diminuir a tolerância à glicose em pacientes diabéticos e, possivelmente, em indivíduos normais; - Prestar cuidados especial em casos de pacientes com insuficiência cardíaca descompensada; - Prestar cuidados especial quanto aos hipertensos (com pressão alta) e com angina (dor no peito) que têm insuficiência cardíaca congestiva controlada por medicamentos digitálicos e diuréticos; - Prestar cuidados especial em pacientes com frequência cardíaca baixa e arteriopatia periférica (obstrução das artérias dos braços e pernas); - Prestar cuidados especial em casos de pacientes portadores de feocromocitoma (tipo de tumor geralmente benigno, localizado na glândula supra- renal, que provoca aumento na pressão arterial). - O metoprolol pode mascarar certos sinais clínicos de hipertireoidismo (alteração da glândula tireóide), por exemplo, taquicardia (aumento da frequencia cardíaca). - Durante tratamento por via oral, a suspensão abrupta da medicação deve ser evitada. Quando a interrupção for necessária deve ser feita de forma gradual. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. 100.METRONIDAZOL 5MG/ML FRASCO 100ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antibiótico, antibacteriano; Efeito Colateral: Vermelhidão; pele seca; queimação leve; agulhadas; inflamação uterina; inflamação na vagina; corrimento vaginal. Cuidados de enfermagem na administração: - O uso de metronidazol para tratamento com duração prolongada deve ser cuidadosamente avaliado pelo seu médico. - Caso o tratamento com metronidazol, por razões especiais, necessite de uma duração maior do que a geralmente recomendada, procure seu médico para realizar testes hematológicos (sangue) regularmente, principalmente contagem de leucócitos. Seu médico irá monitorá-lo quanto ao aparecimento de reações 69 adversas, como neuropatia (doença que afeta um ou vários nervos) central ou periférica, por exemplo: parestesia (sensações cutâneas subjetivas como frio, calor, formigamento, pressão), ataxia (falta de coordenação dos movimentos), vertigem (tontura) e crises convulsivas. - O metronidazol pode provocar escurecimento da urina (devido aos metabólitos de metronidazol). - Você não deve ingerir bebidas alcoólicas ou medicamentos que contenham álcool em sua formulação durante e no mínimo 1 dia após o tratamento com metronidazol, devido à possibilidade de efeito antabuse, com aparecimento de rubor (vermelhidão), vômito e taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco). - Foram reportados casos de hepatotoxicidade (toxicidade no fígado)/insuficiência hepática aguda (redução da função do fígado), incluindo casos fatais, com início mais rápido após o começo do tratamento, em pacientes com Síndrome de Cockayne [ (doença hereditária rara, caracterizada por várias anomalias, entres as quais: transtornos de fotossensibilidade (excesso de sensibilidade à luz solar), atraso grave do desenvolvimento físico, retardo mental grave, microcefalia, envelhecimento prematuro, perda auditiva e, dependendo da gravidade, morte precoce)] usando medicamentos contendo metronidazol para uso sistêmico. - Portanto, nesta população, o metronidazol deve ser utilizado após uma cuidadosa avaliação de risco-benefício, e apenas se não houver tratamento alternativo disponível. - Os testes da função do fígado devem ser realizados imediatamente antes do início do tratamento, durante e após o término do tratamento até que a função do fígado esteja dentro dos limites normais ou até que os valores basais sejam atingidos. Se os testes da função do fígado se tornarem acentuadamente elevados durante o tratamento, o medicamento deve ser descontinuado. 101.MIDAZOLAN 1MG/ML AMPOLA 5ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Anestésico venoso não opióide. Efeito Colateral: Hipersensibilidade, estado de confusão, desorientação, distúrbios emocionais e do humor e mudanças na libido, náusea, vômito, constipação intestinal e boca seca, eritema (vermelhidão) e dor no local da injeção, tromboflebite (inflamação da veia com formação de coágulo) e trombose (formação de coágulo de sangue no interior de um vaso sanguíneo). Cuidados de enfermagem na administração: - O Midazolan injetável não deve ser utilizado por qualquer pessoa com alergia conhecida a benzodiazepínicos ou a qualquer substância da fórmula do produto. - Deve ser usado somente em ambiente hospitalar, pois pode causar, embora raramente, reações adversas cardíacas e respiratórias graves. Essas reações incluem depressão respiratória, parada respiratória e/ou parada cardíaca. - Midazolam é um sedativo potente e precisa ser aplicado lentamente. A dose deve ser individualizada, para se atingir a sedação adequada de acordo com a necessidade clínica, a idade e o uso de medicação concomitante. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. 70 - Midazolam é um agente sedativo potente que requer administração lenta e individualização da dose. A dose deve ser individualizada e titulada até o estado de sedação desejado, de acordo com a necessidade clínica, o estado físico, a idade e a medicação concomitante. - Monitorar os sinais vitais do paciente e instituir medidas de suporte de acordo com seu estado clínico. 102.MIDAZOLAN 5MG/ML AMPOLA 10ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Anestésico venoso não opióide. Efeito Colateral: Hipersensibilidade, estado de confusão, desorientação, distúrbios emocionais e do humor e mudanças na libido, náusea, vômito, constipação intestinal e boca seca, eritema (vermelhidão) e dor no local da injeção, tromboflebite (inflamação da veia com formação de coágulo) e trombose (formação de coágulo de sangue no interior de um vaso sanguíneo). Cuidados de enfermagem na administração: - O Midazolan injetável não deve ser utilizado por qualquer pessoa com alergia conhecida a benzodiazepínicos ou a qualquer substância da fórmula do produto. - Deve ser usado somente em ambiente hospitalar, pois pode causar, embora raramente, reações adversas cardíacas e respiratórias graves. Essas reações incluem depressão respiratória, parada respiratória e/ou parada cardíaca. - Midazolam é um sedativo potente e precisa ser aplicado lentamente. A dose deve ser individualizada, para se atingir a sedação adequada de acordo com a necessidade clínica, a idade e o uso de medicação concomitante. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. - Midazolam é um agente sedativo potente que requer administração lenta e individualização da dose. A dose deve ser individualizadae titulada até o estado de sedação desejado, de acordo com a necessidade clínica, o estado físico, a idade e a medicação concomitante. - Monitorar os sinais vitais do paciente e instituir medidas de suporte de acordo com seu estado clínico. 103.MIDAZOLAN 5MG/ML AMPOLA 3ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Anestésico venoso não opióide. Efeito Colateral: Hipersensibilidade, estado de confusão, desorientação, distúrbios emocionais e do humor e mudanças na libido, náusea, vômito, constipação intestinal e boca seca, eritema (vermelhidão) e dor no local da injeção, tromboflebite (inflamação da veia com formação de coágulo) e trombose (formação de coágulo de sangue no interior de um vaso sanguíneo). Cuidados de enfermagem na administração: - O Midazolan injetável não deve ser utilizado por qualquer pessoa com alergia conhecida a benzodiazepínicos ou a qualquer substância da fórmula do produto. 71 - Deve ser usado somente em ambiente hospitalar, pois pode causar, embora raramente, reações adversas cardíacas e respiratórias graves. Essas reações incluem depressão respiratória, parada respiratória e/ou parada cardíaca. - Midazolam é um sedativo potente e precisa ser aplicado lentamente. A dose deve ser individualizada, para se atingir a sedação adequada de acordo com a necessidade clínica, a idade e o uso de medicação concomitante. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. - Midazolam é um agente sedativo potente que requer administração lenta e individualização da dose. A dose deve ser individualizada e titulada até o estado de sedação desejado, de acordo com a necessidade clínica, o estado físico, a idade e a medicação concomitante. - Monitorar os sinais vitais do paciente e instituir medidas de suporte de acordo com seu estado clínico. 104.MORFINA 10MG/ML AMPOLA 1ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Analgésico opióide; Efeito Colateral: Respiração difícil ou agitada, respiração irregular, rápida ou lenta, ou superficial; lábios, unhas ou pele pálidos ou azuis, falta de ar e respiração muito lenta. Cuidados de enfermagem na administração: - Administração epidural de pequenas doses provoca o alívio da dor por períodos mais prolongados diminuindo o risco de alguns efeitos colaterais e reações adversas. - O efeito ocorre dentro de 15 a 60 minutos após a injeção epidural ou intratecal e a analgesia dura até 24 horas. - Devido a esta longa duração, a manutenção do controle da dor pode ser conseguida com baixas doses diárias. - Por via intravenosa o pico do efeito analgésico é obtido aos 20 minutos e a duração da ação analgésica é de 4 a 5 horas. - A dose inicial deverá ser de 2 a 10 mg/70 kg de peso. Administrar por injeção intravenosa lenta, de preferência sob a forma de uma solução diluída. - A dose máxima diária recomendada depende do estado clínico do paciente e da sua tolerância ao fármaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 60 a 90 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avaliação médica criteriosa. Doses não recomendadas podem levar a ocorrência de eventos adversos. - A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta individual do paciente até que seja obtido um nível aceitável de analgesia, levando em consideração a melhoria da intensidade da dor e a tolerabilidade da morfina pelo paciente, sem a ocorrência de efeitos adversos intoleráveis. - Deve haver cautela na administração de sulfato de morfina para pacientes idosos ou debilitados. O tratamento não deve exceder o tempo necessário para melhora dos sintomas. - Quando administrado especialmente por via IV, o paciente deve estar deitado. Cuidado ao injetar por via intramuscular em áreas refrigeradas ou em pacientes com hipotensão ou choque, uma vez que a perfusão diminuída pode 72 impedir a absorção completa. Se repetidas injeções são administradas, uma quantidade excessiva pode ser absorvida se a circulação normal for restabelecida. 105.N.BUTILESCOPOLAMINA 20MG/ML INJETAVEL. Classe do medicamento: analgésico. Efeito Colateral: distúrbios da acomodação visual, taquicardia, tontura, boca seca; Cuidados de enfermagem na administração: - Caso a dor abdominal severa e de causa desconhecida persista ou piore, ou esteja associada a sintomas como febre, náusea, vômito, alteração da motilidade gastrintestinal, aumento da sensibilidade abdominal, queda da pressão arterial, desmaio, ou presença de sangue nas fezes, é necessário realizar o diagnóstico apropriado para investigar a etiologia dos sintomas. - A elevação na pressão intraocular pode ocorrer devido a administração de agentes anticolinérgicos, tais como butilbrometo de escopolamina, em pacientes com glaucoma de ângulo fechado não diagnosticado e, portanto, não tratado. Portanto, os pacientes que sentirem dor ou apresentarem olhos vermelhos com perda de visão após a injeção de butilbrometo de escopolamina, devem procurar imediatamente um oftalmologista. - Casos de anafilaxia, incluindo episódios de choque, foram observados após administração parenteral de butilbrometo de escopolamina. Assim como com todos os fármacos que causam tais reações, os pacientes que receberem butilbrometo de escopolamina, solução injetável, devem permanecer sob observação. - A adiministração parenteral de butilbrometo de escopolamina pode causar taquicardia, hipotensão e anafilaxia, portanto, use com precaução em pacientes com doenças cardíacas, como insuficiência cardíaca, doença cardíaca coronária, arritmia cardíaca ou hipertensão arterial e cirurgia cardíaca. Recomenda-se o monitoramento desses pacientes. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. - Adultos e adolescentes acima de 12 anos: 1 a 2 ampolas de butilbrometo de escopolamina (20-40 mg), que pode ser administrado várias vezes ao dia. Não exceder a dose máxima de 5 ampolas (100 mg). - Lactentes e crianças menores de 12 anos: em casos graves, 0,3 mg a 0,6 mg/Kg de peso corpóreo, que pode ser administrado várias vezes ao dia. Não exceder a dose máxima diária de 1,5 mg/Kg de peso corpóreo. butilbrometo de escopolamina não deve ser administrado de forma contínua ou por períodos prolongados sem que a causa da dor abdominal seja investigada. 106.NALOXONA 0,4MG/ML AMPOLA 1ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antídoto. Efeito Colateral: edema pulmonar, parada cardíaca, taquicardia, fibrilação ventricular e taquicardia ventricular. Como sequela desses eventos podem ocorrer óbito, coma encefalopatia, vômito, náusea, agitação, alucinação, tremores, 73 dispneia, depressão respiratória, hipóxia, reações inespecíficas no local da injeção, sudorese, hipertensão, hipotensão, rubor. Cuidados de enfermagem na administração: - Este medicamento é contraindicado para pacientes que sejam hipersensíveis a ele ou a qualquer componente da fórmula. - O cloridrato de naloxona deve ser administrado cuidadosamente a pessoas, incluindo os recém-nascidos de mães sob suspeita de dependência física a opioides. Nestes casos, uma reversão abrupta e completa dos efeitos do narcótico pode precipitar uma síndrome aguda de abstinência. - O cloridrato de naloxona não é eficaz sobre a depressão respiratória causada por fármacos não opioides. - Além do cloridrato de naloxona, outras medidas de ressuscitação, tais como ventilação artificial, vias aéreas livres, massagens cardíacas e agentes vasopressores, devem estar disponíveis e usadas quando necessário, para combater a intoxicação aguda causada por opioides. - O cloridrato de naloxona deve ser usado durante a gravidez somente em situações em que haja necessidade absoluta. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. - Não se sabe se o cloridrato de naloxona é excretado no leite humano.Deve- se ter cuidado ao administrar o cloridrato de naloxona a mulheres que amamentem. - Em geral, a dose selecionada para um paciente idoso deve ser feita com cautela, iniciando-se com a mais baixa, devido à maior frequência em ter diminuída suas funções hepática, renal ou cardíaca ou mesmo quando estiver em terapia com outro fármaco. - O cloridrato de naloxona deve ser administrado com cuidado para pacientes com insuficiência renal/hepática. 107.NEOSTIGMINE 0,5MG/ML AMPOLA 1ML. Classe do medicamento: Antimiastênico, antídoto dos bloqueadores neuromusculares não despolarizantes; Efeito Colateral: Hipersalivação, aumento das secreções gástricas, náusea e vômito, cólicas abdominais, diarréia, aumento de motilidades intestinal, reações alérgicas, hipotensão, sudorese, aumento das secreções brônquicas, bradicardia, aumento da motilidades uterina, convulsões, perda de consciência, cefaléia, urgência urinária, fraqueza muscular, fasciculações, cãibras e espasmos musculares, lacrimejamento. Cuidados de enfermagem na administração: - Metilsulfato de neostigmina é contraindicado durante a gravidez e lactação. Informe seu médico se está ou deseja engravidar e se planeja amamentar o seu bebê. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. - Informe seu médico se sentir cansaço, contratura muscular excessiva, dificuldade para andar e se sentir outros sintomas que você julgue não estarem relacionados com a sua doença. - Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento. 74 - Metilsulfato de neostigmina está contraindicado a pacientes com obstrução intestinal mecânica ou do trato urinário, bem como nos casos de conhecida hipersensibilidade à droga. - Metilsulfato de neostigmina não deve ser administrado em associação com os miorrelaxantes despolarizantes, como o suxametônio. - Metilsulfato de neostigmina só deve ser usado quando receitado por um médico. Este medicamento, em geral, é bem tolerado pela maioria dos pacientes. Somente o médico sabe a dose ideal de metilsulfato de neostigmina para o seu caso. 108.NIFEDIPINO 10MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Antianginoso, anti-hipertensivo; Efeito Colateral: Cardiovascular: ruborização, inchaço periférico. Gastrintestinal: náusea. SNC: tontura, dor de cabeça, fraqueza, sensação de queda iminente. Cuidados de enfermagem na administração: - Cuidados adicionais devem ser dispensados a pacientes com níveis muito baixos de pressão arterial (hipotensão grave, com pressão sistólica inferior a 90 mmHg), em casos de insuficiência cardíaca manifesta e em caso de estenose aórtica grave. - Não há dados de estudos adequadamente controlados sobre a segurança e eficácia deste medicamento em mulheres grávidas. Constatou-se nos estudos em animais uma série de efeitos tóxicos para o embrião, a placenta e o feto após administração do medicamento durante ou após o período organogenético. - De acordo com as evidências clínicas disponíveis, não se identificou risco pré-natal específico, embora haja relatos de aumento de asfixia perinatal e partos por cesárea, assim como de prematuridade e retardamento do crescimento intra- uterino. Não está claro se estes relatos são devidos à hipertensão subjacente, ao seu tratamento ou a um efeito específico do medicamento. - As informações disponíveis são inadequadas para descartar efeitos adversos do medicamento ao feto e ao recém-nascido. Por isso, todo uso após a 20ª semana de gestação exige avaliação individual muito cuidadosa do risco-benefício e somente deve ser considerado se outras opções de tratamento não forem indicadas ou tiverem sido ineficazes. - Deve-se monitorar cuidadosamente a pressão arterial, inclusive ao se administrar o Nifedipino com sulfato de magnésio por via intravenosa, pela possibilidade de queda excessiva da pressão arterial, que poderia ser prejudicial à mãe e ao feto. - Deve-se efetuar monitoramento cuidadoso em pacientes com disfunção hepática leve, moderada ou grave e pode ser necessário reduzir a dose. A farmacocinética do Nifedipino não foi investigada em pacientes com disfunção hepática grave. Portanto, o Nifedipino deve ser utilizado com cautela em pacientes com disfunção hepática grave. - O Nifedipino é metabolizado pelo sistema citocromo P450 3A4. Assim, os fármacos que inibem ou induzem esse sistema enzimático podem modificar a primeira passagem ou a depuração de Nifedipino. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 75 - O Nifedipino é eliminado no leite materno. Como não há experiência dos potenciais efeitos sobre o lactente, a amamentação deverá ser suspensa se o tratamento com Nifedipino se tornar necessário durante o período de amamentação. - Deve-se evitar a ingestão de toronja/suco de toronja durante o tratamento com Nifedipino. 109.NITROGLICERINA 5MG/ML AMPOLA 5ML. Classe do medicamento: Vasodilatador coronariano, antianginoso; Efeito Colateral: cefaléia, tonturas, alterações de pressão sanguínea, hipotensão. Cuidados de enfermagem na administração: - Não administrar por injeção intravenosa direta. Deve ser diluído em glicose (5%) ou cloreto de sódio (0,9%) antes da realização da infusão. - A amplificação dos efeitos vasodilatadores de nitroglicerina pelo uso de sildenafila pode resultar em hipotensão grave. Não foram estudados cuidados de suporte apropriados para esta interação, mas parece razoável iniciar o tratamento da mesma forma que uma overdose de nitrato, com elevação das extremidades e com expansão de volume. - Pode haver ocorrência de grave hipotensão e choque, mesmo com pequenas doses. - A terapia com nitratos poderá agravar a angina provocada pela cardiomiopatia hipertrófica. - As infusões de nitroglicerina somente devem ser administradas através de uma bomba que possa manter uma velocidade controlada de infusão. - Evitar o uso associado com inibidores da fosfodiesterase-5 como a sildenafila, tadalafila, vardenafila ou lodenafila. 110.NITROPRUESSETO DE SODIO 25MG/ML AMPOLA 2ML. Classe do medicamento: Anti-hipertensivo. Efeito Colateral: pode causar náuseas, vômito, apreensão, dor de cabeça, tontura, agitação, transpiração, dor abdominal, palpitações e contração muscular. Cuidados de enfermagem na administração: - Em casos de náuseas, vômito, apreensão, dor de cabeça, tontura, agitação, transpiração, dor abdominal, palpitações e contração muscular, devem ser reduzidos a velocidade na administração da injeção. - A solução deve ser injetada por via intravenosa e a velocidade de injeção deve ser ajustada para cada paciente, por meio de controle contínuo da pressão sanguínea. - A dose inicial é de 0,3 a 1,0 µg/Kg/min, podendo ser aumentada aos poucos até que se consiga a redução da pressão sanguínea desejada. - A dose máxima recomendada é de 8,0 µg/Kg/min. - Não está provado que não há risco de se utilizar Nitrop® em mulheres grávidas; portanto, recomenda-se utilizá-lo após criteriosa avaliação médica e em casos que não haja outros recursos. 76 - A administração em crianças deve ser feita utilizando a mesma concentração de Nitrop® apresentada acima, porém deve-se tomar cuidados especiais, pois, apesar de não termos encontrado evidências de contraindicação do uso do Nitrop® em crianças, ainda não está provado que esta prática não apresenta riscos. 111.NOREPINEFRINA 8MG/4ML INJETAVEL. Classe do medicamento: Vasopressor; Efeito Colateral: Lesões isquêmicas devidas à potente ação vasoconstritora e hipoxia tissular, bradicardia, provavelmente como um resultado reflexo de uma elevação da pressão sangüínea e arritmias, ansiedade, cefaléia temporária, dificuldade respiratória, necrose por extravasamento no local da injeção, hipersensíveis causam severa hipertensão comcefaléia intensa, fotofobia, dor retroesternal pungente, palidez, sudorese intensa e vômitos. Cuidados de enfermagem na administração: - Hemitartarato de norepinefrina contém em sua formulação metabissulfito de sódio, um sulfito que pode causar, em pessoas susceptíveis, reações alérgicas, incluindo sintomas anafiláticos com risco à vida ou episódios asmáticos menos graves. - A prevalência total da sensibilidade ao sulfito, na população geral, é desconhecida. Esta sensibilidade é vista mais frequentemente em asmáticos do que na população não asmática. - Em razão da potência do hemitartarato de norepinefrina e das respostas variadas às substâncias pressoras, sempre existe a possibilidade de ocorrer elevação da pressão sanguínea a um nível perigosamente alto com doses excessivas deste agente pressor. A velocidade do fluxo deve ser vigiada ininterruptamente e o paciente nunca deve deixar de ser assistido enquanto receber hemitartarato de norepinefrina. - Cefaleia pode ser um sintoma de hipertensão devido à superdosagem. - Uso pediátrico: a segurança e a efetividade de hemitartarato de norepinefrina em crianças ainda não foram estabelecidas. - Uso em idosos: hemitartarato de norepinefrina deve ser administrado com cautela em pacientes com idade superior a 65 anos, por serem mais sensíveis aos efeitos do medicamento, assim como naqueles com circulação coronariana ou cerebral debilitadas, pois a diminuição do débito cardíaco poderá ser prejudicial. - Uso na gravidez e lactação: não existem, em animais, estudos disponíveis sobre a reprodução, conduzidos com hemitartarato de norepinefrina. É também desconhecido se hemitartarato de norepinefrina pode causar dano fetal quando administrado em mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva. Logo, hemitartarato de norepinefrina somente deve ser administrado a mulheres grávidas se absolutamente necessário. - Amamentação: é desconhecido se hemitartarato de norepinefrina é excretado no leite humano, uma vez que muitos medicamentos são excretados por esta via. Deve-se ter cuidado quando da administração de hemitartarato de norepinefrina a lactantes. 77 112.OLEO MINERAL 100ML. Classe do medicamento: Laxante; Efeito Colateral: Efeitos metabólicos: relato de redução do nível sérico de betacaroteno; pode diminuir a absorção de vitamina A, D, E e K; pode afetar a absorção de cálcio e fosfatos. Efeitos gastrintestinais: dosagem oral excessiva pode resultar em incontinência anal e prurido anal. Efeitos respiratórios: pneumonite lipídica e embolismo com óleo, pneumonia lipídica pode acontecer após ingestão oral e consequente aspiração do óleo mineral. Os menores de 6 anos, idosos, debilitados e indivíduos com disfagia estão mais sujeitos à aspiração de gotículas de óleo que podem levar a pneumonia lipídica. Cuidados de enfermagem na administração: - Laxantes não devem ser utilizados por mais de 1 semana a menos que indicado por um médico. Não administrar junto com alimentos ou quando houver presença de hemorragia retal. Se notar alteração repentina dos hábitos intestinais durante duas semanas, consulte um médico antes de fazer uso de laxantes. - Desaconselhável após cirurgia anorretal, pois poderá causar prurido anal. A exposição ao sol após aplicação do produto na pele pode provocar queimaduras. O produto não contém protetor solar e não protege contra os raios solares. Há risco de toxicidade por aspiração. - Não deve ser utilizado durante a gravidez e amamentação exceto sob a orientação médica. 113.OMEPRAZOL 40MG/ML FRASCO/AMPOLA+DILUENTE INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antiulceroso; Efeito Colateral: diarréia, dor abdominal, dor de cabeça. Cuidados de enfermagem na administração: - O omeprazol sódico deve ser usado exclusivamente por via endovenosa. - Se você apresentar sintomas de alarme (emagrecimento, vômitos recorrentes, dificuldade ou dor para engolir, vômitos com sangue vivo, fezes escurecidas como “borra de café”, ou anemia) ou úlceras gástricas, uma investigação adequada deve ser realizada antes da instituição do tratamento, a fim de excluir a possibilidade de câncer, evitando assim, retardar o correto diagnóstico e tratamento. - Em pacientes com doença grave do fígado, as enzimas hepáticas devem ser monitoradas, e o tratamento suspenso caso haja aumento nos valores basais. - Omeprazol sódico não deve ser administrado quando houver gravidez suspeita ou confirmada, ou durante a lactação, a não ser que, a critério médico, os benefícios do tratamento superem os riscos potenciais para o bebê. - Não é necessário o ajuste de doses para pacientes idosos. - Crianças não deve fazer o uso de Omeprazol. 114.ONDANSETRONA 2MG/ML IV. Classe do medicamento: Antiemético; 78 Efeito Colateral: Foram relatados alguns casos de cefaléia, sensação de calor ou na cabeça e no epigástrico intestinal. Foram também observadas elevações nos níveis de transaminase, particularmente naqueles pacientes recebendo profilaxia para vômitos induzidos por cisplatina. Cuidados de enfermagem na administração: - Recomenda-se que mulheres sob tratamento com a ondansetrona não amamentem. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação do médico ou cirurgião-dentista. - Cloridrato de ondansetrona pode ser administrado por via intravenosa (no interior de uma veia) ou intramuscular (no interior de um músculo). - A dose de cloridrato de ondansetrona vai depender do seu tratamento e somente o seu médico saberá indicar a dose adequada a ser utilizada. - A dose intravenosa ou intramuscular recomendada é de 8 mg, administrada imediatamente antes do tratamento. - Em pacientes com idade a partir de 65 anos, todas as doses intravenosas devem ser diluídas e infundidas durante 15 minutos e, se repetidas, deve ser dado um intervalo de não menos que quatro horas. 115.OXACILINA 500 MG INJETÁVEL. Classe do medicamento: Antibiótico. Efeito Colateral: Hipersensibilidade, náuseas, vômitos, diarreia, estomatite, língua vilosa nigra, Cuidados de enfermagem na administração: - Você não deve utilizar oxacilina sódica se for alérgico às penicilinas. - Você deve consultar o médico se apresentar alguma forma de alergia, antes, durante ou após o período de tratamento. - Se ocorrer uma reação alérgica durante a terapia, você deve descontinuar o uso do medicamento e procurar o médico imediatamente - Durante o tratamento pode ocorrer uma superinfecção, resultante do supercrescimento de microrganismos resistentes pelo uso de antibióticos. - Em crianças é aconselhável a determinação frequente dos níveis sanguíneos deste medicamento, pois as penicilinas penicilinase-resistentes podem não ser completamente eliminadas do organismo nos recém-nascidos. Se necessário o médico irá ajustar a dose, além de realizar uma cuidadosa monitorização clínico-laboratorial de efeitos tóxicos ou adversos. - Não há recomendações especiais para pacientes idosos. - A oxacilina é excretada no leite humano. Portanto, se você estiver amamentando deve ter cuidado ao utilizar esse medicamento. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 116.PENICILINA + PROCAINA 400.000 UI INJETAVEL. Classe do medicamento: Antibiótico. Efeito Colateral: Hipersensibilidade, prurido, edema angioneurótico, obstrução das visas aéreas, broncoespasmo, hipotensão, e colapso vascular. 79 Cuidados de enfermagem na administração: - Deve ser utilizado com cautela se você apresenta disfunção renal (problemas nos rins), cardíaca (problemas no coração) ou ataques do tipo epiléptico. - Reações de caráter grave podem ocorrer mesmo se você não possuir antecedentes de alergia medicamentosa. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: erupção cutânea, tremor, febre ou qualquer tipo de reação alérgica (vermelhidãoda pele, urticária, prurido). - Este medicamento é de uso exclusivo pela via intramuscular (somente deve ser aplicado no músculo), pois já foram descritas lesões graves decorrentes de injeção intravascular (injetado na veia). - Para doses repetidas, recomenda-se variar o local da injeção. - Diga ao aplicador da injeção se ocorrer dor intensa no local ou se, especialmente em crianças, ocorrerem sinais e sintomas que sugiram dor intensa. Devido às altas concentrações da suspensão deste produto, a agulha poderá entupir caso a administração não seja feita de forma lenta e contínua. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 117.PENICILINA BENZATINA 1.200.000 UI. Classe do medicamento: Antibacteriano; Efeito Colateral: Erupções cutâneas, edema de laringe, febre, urticária, eosinofilia, calafrios, artralgia e prostração. Cuidados de enfermagem na administração: - Em infecções estreptocócicas, o tratamento deve ser suficiente para eliminar os microrganismos, caso contrário as sequelas da doença estreptocócica poderão surgir. - Em tratamentos prolongados com penicilinas, particularmente quando são utilizados regimes de altas doses, recomenda-se avaliações periódicas da função renal e hematopoiética. -Antes de se iniciar a terapêutica com as penicilinas, deve-se pesquisar historias anteriores de hipersensibilidade as penicilinas, cefalosporinas ou outros alergenos. 118.PENICILINA BENZATINA 600.000 UI. Classe do medicamento: Antibacteriano; Efeito Colateral: Erupções cutâneas, edema de laringe, febre, urticária, eosinofilia, calafrios, artralgia e prostração. Cuidados de enfermagem na administração: - Em infecções estreptocócicas, o tratamento deve ser suficiente para eliminar os microrganismos, caso contrário as sequelas da doença estreptocócica poderão surgir. - Em tratamentos prolongados com penicilinas, particularmente quando são utilizados regimes de altas doses, recomenda-se avaliações periódicas da função renal e hematopoiética. 80 -Antes de se iniciar a terapêutica com as penicilinas, deve-se pesquisar historias anteriores de hipersensibilidade as penicilinas, cefalosporinas ou outros alergenos. 119.PENICILINA CRISTALINA 5.000.000UI. Classe do medicamento: Antibiótico. Efeito Colateral: As reações de hipersensibilidade são as mais comuns e independem da dose. Incluem urticária, prurido, edema angioneurótico, laringoespasmo, broncoespasmo, hipotensão, colapso vascular, erupções cutâneas desde a forma maculopapulosa até a dermatite esfoliativa, eritema multiforme, reações semelhantes à doença do soro (febre, calafrios, edema, artralgia e mialgia), edema de laringe; miocardite, cujas reações iniciais caracterizam-se por erupções, febre e eosinofilia. Cuidados de enfermagem na administração: - Uso adulto ou pediátrico. - Via de administração: Intravenosa ou Intramuscular. - É contraindicada para pacientes com hipersensibilidade a penicilinas e cefalosporinas. - Para infusão intravenosa, diluir com soro fisiológico a 0,9% ou soro glicosado a 5%, a solução inicialmente reconstituída, observando-se uma concentração final de 50.000 UI/mL. Infundir durante 30 a 60 minutos. - Deve-se considerar que cada milhão de unidades desse medicamento contém 1 mEq de potássio e que a infusão de 10 mEq ou mais de potássio por hora necessita de acompanhamento adequado das concentrações séricas desse eletrólito e / ou acompanhamento eletrocardiográfico. - Para crianças, a velocidade máxima da infusão de potássio deve ser de 0,25 mEq / Kg / hora (a posologia total em 24 horas deve ser de 50.000 a 250.000 UI / Kg, que pode ser dividida em quatro etapas, isto é, de 6 em 6 horas). - A injeção intravenosa deve ser extremamente cuidadosa e lenta. Nos casos de infecções por estreptococos, o período de tratamento deve ser de, no mínimo, 10 dias. - A via intramuscular está praticamente reservada para uso em crianças menores, devido ao menor volume do produto a ser administrado, considerando-se o menor peso corporal nessa faixa etária e a posologia recomendada. 120.PETIDINA 50MG/ML AMPOLA 2ML. Classe do medicamento: Analgésico opióide; Efeito Colateral: Os maiores riscos envolvidos com a utilização da PETIDINA, bem como com outros analgésicos narcóticos são a depressão respiratória e, em menor grau, depressão circulatória e choque. Os efeitos colaterais mais frequentemente observados incluem delírio, tontura, sedação, náusea, vômito e transpiração. Estes efeitos parecem ser mais proeminentes em pacientes ambulatoriais e naqueles que não tenham dor aguda. Cuidados de enfermagem na administração: - O cloridrato de petidina não deve ser utilizado em pacientes nos quais a depressão respiratória (diminuição da função respiratória) deve ser evitada e em pacientes com alterações do centro respiratório, aumento da pressão intracraniana, 81 alteração da consciência, dependência de drogas, medicamentos ou álcool ou em casos de hipotensão (pressão baixa) devido à hipovolemia (diminuição do volume líquido circulante nos vasos sanguíneos). - A petidina não deve ser administrada para tratamento da dor crônica. A petidina deve ser administrada somente no tratamento de episódios agudos de dor moderada à grave, para prevenir reações adversas secundárias devido ao acúmulo do metabólito norpetidina. - A petidina deve ser administrada com cuidado em pacientes com as seguintes condições: dano craniano ou aumento da pressão intracraniana, função respiratória prejudicada; hipotensão e hipovolemia; taquicardia, diminuição da consciência; histórico de convulsões, hipotireoidismo, insuficiência adrenocortical, hipertorfia prostática ou estreitamento da uretra devido ao risco de retenção urinária; condições abdominais agudas, a administração de petidina ou outros narcóticos, pode mascarar o diagnóstico ou o tratamento clínico em pacientes nessas condições. 121.PREDNISONA 20MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Antiinflamatório esteroidal. Efeito Colateral: Pode ocorrer: ardor, coceira, inchaço na pálpebra, pode retardar a cicatrização corneana, se usado por muito tempo ou em grande quantidade, vermelhidão nos olhos. Cuidados de enfermagem na administração: - Prednisona deve ser administrado por via oral, com um pouco de líquido, pela manhã. - As necessidades posológicas são variáveis e devem ser individualizadas, baseadas na doença específica, sua gravidade e na resposta do paciente ao tratamento. - A dose inicial de Prednisona para adultos pode variar de 5 mg a 60 mg diários, dependendo da doença em tratamento. Em situações de menor gravidade, doses mais baixas deverão ser suficientes, enquanto que determinados pacientes necessitam de doses iniciais mais elevadas. A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que se observe resposta clínica favorável. - Se, após um período razoável de tratamento, não ocorrer resposta clínica satisfatória, Prednisona deverá ser descontinuado e outro tratamento apropriado deverá ser instituído. - A dose pediátrica inicial pode variar de 0,14 mg a 2 mg/kg de peso por dia, ou de 4 mg a 60 mg por metro quadrado de superfície corporal, por dia. Posologias para lactentes e crianças devem ser orientadas segundo as mesmas considerações feitas para adultos, em vez de se adotar rigidez estrita aos índices indicados para idade ou peso corporal. - Após observação de resposta favorável, deve-se determinar a dose adequada de manutenção mediante diminuição da dose inicial, realizada por pequenos decréscimos a intervalos de tempo apropriados, até que a menor dose para manter resposta clínica adequada seja obtida. - Caso ocorra um período de remissão espontânea em uma afecção crônica, o tratamento deverá ser descontinuado gradativamente. 82 122.PREDNISONA 5MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Antiinflamatório esteroidal. Efeito Colateral: Pode ocorrer: ardor, coceira, inchaço na pálpebra, pode retardar a cicatrização corneana, se usado por muito tempo ou em grande quantidade, vermelhidão nos olhos. Cuidados de enfermagem na administração: - Prednisona deve ser administrado por via oral, com um pouco de líquido, pela manhã. - As necessidades posológicas são variáveis e devem ser individualizadas, baseadas na doença específica, sua gravidade e na resposta do paciente ao tratamento. - A dose inicial de Prednisona para adultos pode variar de 5 mg a 60 mg diários, dependendo da doença em tratamento. Em situações de menor gravidade, doses mais baixas deverão ser suficientes, enquanto que determinados pacientes necessitam de doses iniciais mais elevadas. A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que se observe resposta clínica favorável. - Se, após um período razoável de tratamento, não ocorrer resposta clínica satisfatória, Prednisona deverá ser descontinuado e outro tratamento apropriado deverá ser instituído. - A dose pediátrica inicial pode variar de 0,14 mg a 2 mg/kg de peso por dia, ou de 4 mg a 60 mg por metro quadrado de superfície corporal, por dia. Posologias para lactentes e crianças devem ser orientadas segundo as mesmas considerações feitas para adultos, em vez de se adotar rigidez estrita aos índices indicados para idade ou peso corporal. - Após observação de resposta favorável, deve-se determinar a dose adequada de manutenção mediante diminuição da dose inicial, realizada por pequenos decréscimos a intervalos de tempo apropriados, até que a menor dose para manter resposta clínica adequada seja obtida. - Caso ocorra um período de remissão espontânea em uma afecção crônica, o tratamento deverá ser descontinuado gradativamente. 123.PROMETAZINA 25MG/ML INJETAVEL. Classe do medicamento: Antiemético, antivertiginoso, antialérgico; Efeito Colateral: Podem ocorrer reações no sistema nervoso central: Confusão mental, desorientação, sedação pronunciada e sonolência. Cuidados de enfermagem na administração: - Devido ao risco de fotossensibilidade (potencial de causar sensibilidade à luz), a exposição ao sol ou à luz ultravioleta deve ser evitada durante ou logo após o tratamento. - A prometazina não deve ser usada em crianças com menos de dois anos de idade devido ao potencial risco de depressão respiratória fatal (ver item “Quando não devo usar este medicamento”). - Em caso de persistência ou de agravamento dos sintomas alérgicos (falta de ar, inchaço, lesões na pele, etc.) ou de sinais associados de infecção por vírus, deve-se reavaliar o paciente e as condutas adotadas. - Um problema de saúde muito grave e, por vezes fatal, chamado Síndrome Maligna dos Neuroléptico (síndrome em reação ao uso de certos medicamentos que cursa com aumento da temperatura do corpo, alteração do nível de consciência, 83 aumento da contração do musculo, insuficiência respiratória) pode acontecer. Pare o tratamento e avise seu médico imediatamente se você tiver febre alta, cãibras ou rigidez muscular, tonturas, dor de cabeça intensa, batimentos cardíacos rápidos, confusão, agitação, alucinações, ou se suar muito. - Use este medicamento apenas como recomendado. Não exceda a dose recomendada. Houve relatos de casos de abuso por prometazina. - A prometazina pode retardar o diagnóstico precoce de obstrução intestinal ou aumento da pressão intracraniana por meio da supressão do vômito. - A prometazina pode mascarar os sinais de alerta de ototoxicidade causada por medicamentos ototóxicos, como por exemplo os salicilatos. - O uso de prometazina deve ser evitado em crianças e adolescentes com sinais e sintomas sugestivo de Síndrome de Reye (uma doença grave que acomete o cérebro e fígado e está relacionada a uma infecção viral e o uso de medicamentos do grupo dos salicilatos). - Fenergan pode secar ou tornar as secreções pulmonares espessas e prejudicar a expectoração. Logo, deve ser utilizado com precaução em pacientes com asma, bronquite ou bronquiectasia. - Fenergan deve ser usado com precaução em pacientes que estejam em tratamento com tranquilizantes (calmantes) ou barbitúricos, pois poderá ocorrer potencialização da atividade sedativa (aumento da sonolência). - Converse com seu médico caso você apresente epilepsia para que ele realize um monitoramento clínico e eventualmente eletroencefalográfico. 124.PROPRANOLOL 40MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Anti-hipertensivo, Antiarrítmico. Efeito Colateral: Fadiga, bradicardia, extremidades frias, palidez, distúrbio do sono e pesadelos. Cuidados de enfermagem na administração: - Em caso de cirurgia, informar ao médico anestesista que você está em tratamento com cloridrato de propranolol. - Informe seu médico se você tem problemas pulmonares, circulatórios, cardíacos, hepáticos, renais ou de tireoide, ou se teve sintomas de baixa taxa de açúcar no sangue (hipoglicemia). Informe também se você tem diabetes, inchaço nos tornozelos, falta de ar e feocromocitoma (tipo de tumor, geralmente benigno, localizado na glândula suprarrenal) que ainda não está sendo tratado com outros medicamentos. Informe ainda se você está de jejum ou se esteve em jejum recentemente. - O cloridrato de propranolol pode bloquear/modificar os sinais e sintomas da hipoglicemia (baixa quantidade de açúcar no sangue), especialmente taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos). O cloridrato de propranolol pode causar hipoglicemia, mesmo em pacientes não diabéticos, por exemplo, recém-nascidos, lactentes (crianças em fase de amamentação), crianças, pacientes idosos, pacientes submetidos à hemodiálise, pacientes com doença hepática crônica (doença no fígado) e pacientes com superdosagem. Deve-se ter cuidado ao administrar cloridrato de propranolol concomitantemente com terapia hipoglicêmica em pacientes diabéticos. - O cloridrato de propranolol pode prolongar a resposta hipoglicêmica à insulina. O cloridrato de propranolol pode mascarar os sinais da tireotoxicose. 84 - Informe seu médico caso você apresente sintomas de redução da frequência cardíaca (diminuição dos batimentos cardíacos). Neste caso pode ser necessária a redução da dosagem. - Se você sofre de doença cardíaca isquêmica (problemas no coração devido à circulação deficiente), o tratamento com cloridrato de propranolol não deve ser interrompido de repente. Neste caso ou pode-se substituir o tratamento com cloridrato de propranolol por doses equivalentes de outro medicamento ou suspende-se gradualmente o tratamento com cloridrato de propranolol. - Antes de iniciar seu tratamento com cloridrato de propranolol informe seu médico se você possui histórico de reações anafiláticas (reações alérgicas). - Informe seu médico se você tem problemas com cirrose descompensada. - Houve relatos sugerindo que o tratamento com propranolol pode aumentar o risco de desenvolvimento de encefalopatia hepática. 125.PROTAMINA 1.000UI. Classe do medicamento: Antídoto da heparina, (toxicidade da heparina); Efeito Colateral: Pode causar queda da pressão sanguínea, ruborização transitória, e sensação de calor, dispnéia, náusea, vomito e cansaço. Cuidados de enfermagem na administração: - Pacientes com história de alergia a peixe podem desenvolver reações de hipersensibilidade à protamina. A exposição prévia à protamina pode induzir a uma resposta imune humoral e predispor o paciente ao desenvolvimento de reações inesperadas na exposição subsequente à droga. - Pacientes expostos à protamina durante o uso de medicamentos à base de insulina contendo zinco e protamina (Insulina NPH) no tratamento de diabetes ou durante a neutralização da heparina estão sujeitos a reações que provocam risco de vida e anafilaxia fatal após receberem altas doses de protamina por via intravenosa. - Existem relatos de que foram encontrados anticorpos, antiprotamina, no sêmen de indivíduos estéreis ou vasectomizados,o que aumenta o risco desses indivíduos desenvolverem reações adversas durante o uso de protamina. - A infusão rápida de protamina (>1 mL/minuto) está associada com o aumento da incidência de reações hemodinâmicas e anafilactoides. - Não existem relatos de instruções especiais de uso para pacientes idosos. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 126.RANITIDINA 25MG/ML AMPOLA 2ML. Classe do medicamento: Antiulceroso; Efeito Colateral: Podem ocorrer ulcerações transitórias e reversíveis nos testes de função hepática. Há relatos ocasionais de hepatite reversível (hepatocelular, hepatocanalicular ou mista) com ou sem ecterícia. Ocorrem, em uns poucos pacientes, alterações reversíveis na contagem de células sanguineas (leucopenia e trombocitopenia), relatando também raros casos de agranulocitose ou de pancitopenia, relatando também raros casos de agranulocitose ou de 85 pancitopenia, algumas vezes com hipoplasia ou aplasia de medula óssea. Reações de hipersensibilidade (urticária, edema angioneurótico, broncoespasmo, hipotensão) têm sido raramente observadas após administração parenteral ou oral de ranitidina. Estas reações têm ocorrido ocasionalmente após uma única dose. Também têm sido reportados raros casos de bradicardia e bloqueio átrio ventricular, como ocorre com outros antagonistas dos receptores H2. Numa proporção muito pequena de pacientes têm-se observado cefaléia, algumas vezes grave, tontura e confusão mental reversível, está predominantemente, em pacientes gravemente enfermos e idosos. Houve referência de uns poucos casos de visão borrada reversível, sugestiva de distúrbio na acomodação visual. Não houve evidência clinicamente significativa de interferência com a função endócrina ou gonadal. Existem uns poucosrelatos de sintomas mamários em homens sob tratamento com ranitidina. Há raras referências de - 84 - erupção cutânea, como também de artralgia. Pancreatite aguda tem sido raramente relatada. Cuidados de enfermagem na administração: - Administrar Por injeção intravenosa lenta (durante 2 minutos) de 50mg (1 ampola) a cada 6 a 8 horas, diluídos para um volume de 20mL; - Administrar Por infusão intravenosa (pela veia) intermitente, na velocidade de 25mg/h durante 2 horas, repetida em intervalos de 6 a 8 horas; - Administrar Por injeção intramuscular (pelo músculo) de 50mg (1 ampola) a cada 6 a 8 horas. - Na prevenção da hemorragia por úlcera de estresse em pacientes gravemente doentes ou na prevenção de hemorragia recorrente (que reaparece) em pacientes com episódio de sangramento por ulceração péptica, cloridrato de ranitidina injetável pode ser mantido até que o paciente volte a se alimentar normalmente. - Os pacientes considerados ainda sob risco de hemorragia podem, então, ser tratados com cloridrato de ranitidina comprimidos 150mg duas vezes ao dia. - Na prevenção da hemorragia do trato gastrintestinal superior por úlcera de estresse em pacientes gravemente doentes, é preferível uma dose preventiva de 50mg por injeção intravenosa lenta seguida de infusão contínua de 0,125 a 0,250mg/kg/h. - Pode ocorrer acúmulo de ranitidina, resultando em elevadas concentrações plasmáticas (no sangue), nos pacientes com insuficiência renal grave. Recomenda- se que cloridrato de ranitidina injetável seja administrado em doses fracionadas de 25mg nestes pacientes. - Não existe necessidade de ajuste de dose em pacientes idosos. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 127.RINGER COM LACTATO FRASCO 500ML. Classe do medicamento: Solução injetável. Efeito Colateral: resposta febril, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite irradiando a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Cuidados de enfermagem na administração: - O preparo e administração da Solução Parenteral devem obedecer à prescrição, precedida de criteriosa avaliação, pelo farmacêutico, da compatibilidade 86 físico-química e da interação medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes. - A administração da Solução de ringer com lactato deve ser baseada na manutenção ou reposição calculadas de acordo com a necessidade de cada paciente. - Soluções contendo íons de cálcio não devem ser administradas simultaneamente no mesmo local da infusão sanguínea devido ao risco de coagulação. Nem mesmo com medicamentos os quais haja a possibilidade de formação de sais de cálcio precipitados. - A solução de ringer com lactato não deve ser adicionada a soluções contendo carbonato, oxalato ou fosfato, pois possibilita a formação e precipitação de sais de cálcio. - Soluções contendo potássio devem ser utilizadas com grande cuidado em pacientes com insuficiência renal severa, insuficiência cardíaca congestiva e em condições nas quais retenção de potássio esteja presente. - A administração intravenosa dessa solução ringer com lactato pode causar sobrecarga de fluidos e/ou solutos, resultando na hiper-hidratação, estados congestivos ou edema pulmonar. - A terapia com potássio, cálcio e sódio deve ser monitorada por eletrocardiogramas. Especialmente em pacientes que fazem uso de digitálicos, corticosteroides ou corticotropina. - Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura da Solução de ringer com lactato não deve ser administrado na presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. 128.SACARATO DE HIDROXIDO FÉRRICO 100MG/5ML USO EV. Classe do medicamento: Solução injetável. Efeito Colateral: Não encontrado. Cuidados de enfermagem na administração: Esta solução é indicada em casos de: - Anemias ferropênicas graves (pós-hemorrágicas, pós-partos, pós- cirúrgicas). - Distúrbios de absorção gastrointestinal ou impossibilidade de se utilizar a ferroterapia por via oral nos casos de intolerância aos preparados orais de ferro em doenças inflamatórias gastrointestinais, que poderiam ser agravadas pela ferroterapia oral, e nos casos em que a falta de resposta à ferroterapia seja suspeita de falta de adesão ao tratamento. - Anemias ferropênicas graves no 3º trimestre da gravidez ou no puerpério. - Correção da anemia ferropênica no pré-operatório de grandes cirurgias. - Anemia ferropriva que acompanha a insuficiência renal crônica. 87 129.SINVASTATINA 20MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Antilipêmico, hipolipemiante, redutor do colesterol; Efeito Colateral: Podem ocorrer reações gastrintestinais como náusea e vômito. Cuidados de enfermagem na administração: - Sinvastacor, a exemplo de outros inibidores da HMG-CoA redutase, ocasionalmente causa miopatia que se manifesta como dor, dolorimento ou fraqueza musculares e creatinina quinase (CK) acima de 10 vezes o limite superior da normalidade (LSN). - Sinvastatina é administrado por via oral em dose única diária à noite. Ajustes de dose, se necessários, devem ser feitos em intervalos não inferiores a 4 semanas. - A dose usual de Sinvastatina é de 20-40 mg/dia, administrada em dose única, à noite, para os pacientes sob alto risco de doença coronariana (com ou sem hiperlipidemia). O tratamento pode ser iniciado simultaneamente à dieta e aos exercícios. - O paciente deve iniciar dieta-padrão redutora de colesterol antes de receber Sinvastatina, a qual deverá ser mantida durante o tratamento com Sinvastatina. 130.SORBITOL + LAURILSULFATO 714 MG. Classe do medicamento: Laxante. Efeito Colateral: raramente ardência retal e reações alérgicas. Cuidados de enfermagem na administração: - Este produto é, em geral, bem tolerado, todavia, você deve evitar o uso de Minilax® (sorbitol + laurilsulfato de sódio) se estiver apresentandohemorragia e enterocolite hemorrágica. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista. - Este medicamento é contraindicado para menores de 2 dias de vida. - Não deve utilizar este medicamento se apresentar hipersensibilidade (alergia) conhecida ao sorbitol, ao laurilsulfato de sódio ou a qualquer um dos componentes da formulação. 131.SULFADIAZINA DE PRATA 10MG/G POMADA. Classe do medicamento: Antibacteriano; Efeito Colateral: Prurido, queimação, erupções cutâneas, vermelhidão, edema ou outro sinal de irritação e leucopenia transitória. Cuidados de enfermagem na administração: - Sulfadiazina de prata é um creme de uso externo, perfeitamente homogêneo ao tato, isento de partículas - A sulfadiazina de prata deve ser aplicada 2 vezes ao dia. A terapia tópica deve ser iniciada o mais cedo possível. Limpar diariamente a área afetada e espalhar a sulfadiazina de prata diretamente sobre a ferida até cobri- -la totalmente. Aplicar cerca de 1,5 mm de creme sobre a área afetada. O curativo deve ser do tipo contensivo ou aberto nos cantos, nos casos em que a área afetada não sofra atrito. - Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. 88 - Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. - O produto deve ser conservado à temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC), em lugar seco, fresco e ao abrigo da luz. Nestas condições o prazo de validade do produto é de 24 meses. A validade está impressa na bisnaga ou no pote do produto. 133.SULFAMETOXAZOL + TRIMETOPRIMA 400/80 MG/ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Agente Quimioterápico e Antibacteriano. Efeito Colateral: Os efeitos colaterais mais comuns são os rashes cutâneos e os distúrbios gastrintestinais. Cuidados de enfermagem na administração: - Cuidados especiais devem se ter com pacientes idosos e pacientes com problemas de rim e de fígado onde há maior probabilidade de ocorrer efeitos indesejáveis relacionados à dose ou a duração do tratamento. -Para diminuir os efeitos indesejáveis, recomenda-se que a duração do tratamento seja a menor possível para o paciente idoso. Em caso de comprometimento renal, a dose deve ser ajustada conforme tabela do item "Posologias especiais". Pacientes em uso prolongado devem fazer regularmente exames de sangue e urina. - O tratamento deve ser descontinuado imediatamente ao primeiro sinal de aparecimento de erupção cutânea ou qualquer outra reação adversa grave. Bactrim® deve ser administrado com cautela a pacientes com história de alergia e asma brônquica. - A não ser em casos excepcionais, Bactrim® não deve ser administrado a pacientes com sérias alterações hematológicas. - Bactrim® não deve ser administrado a pacientes portadores de deficiência de G6PD (desidrogenase de glicose 6 fosfatos) a não ser em casos de absoluta necessidade e em doses mínimas. Nos pacientes idosos ou em pacientes com história de deficiência de ácido fólico ou insuficiência renal, podem ocorrer alterações hematológicas indicativas de deficiência de ácido fólico. Estas alterações são reversíveis administrando-se ácido folínico. - Como com todas as drogas contendo sulfonamidas, cuidado é desejável em pacientes com porfiria ou disfunção da tireóide. - Atenção: Bactrim® Suspensão Pediátrica contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes. 134.SULFATO DE MAGNESIO 10% AMPOLA 10ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: anticonvulsivante, eletrolítico. Efeito Colateral: rubor, sudorese, hipotensão, bloqueio da transmissão neuromuscular com diminuição dos reflexos, hipotonia, colapso cardíaco, depressão respiratória e depressão do sistema nervoso central, podendo levar à parada respiratória. Outros sintomas de hipermagnesemia incluem náuseas, vômitos, erupções cutâneas, sede, sonolência, confusão e coma. Cuidados de enfermagem na administração: - Este medicamento deve ser utilizado com precaução em lactantes, idosos e crianças. - Administrar com precaução na presença de rubor e sudorese. - Durante a administração, o paciente deve ser monitorado. 89 - Uma preparação de sais de cálcio, como o gliconato, deve estar prontamente disponível para administração intravenosa em caso de uma possível intoxicação por magnésio. - Em função da interação do sulfato de magnésio com outros medicamentos, é necessário ajustar a dosagem destes outros medicamentos (depressores do sistema nervoso central). - O sulfato de magnésio utilizado em pacientes com insuficiência renal pode levar à intoxicação por magnésio - Como o magnésio passa para o leite materno durante a administração parenteral, este medicamento deve ser usado com precaução em mulheres lactantes. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 135.TENECTEPLASE 40MG. Classe do medicamento: Agente Antitrombótico e trombolítico. Efeito Colateral: Hemorragias. Cuidados de enfermagem na administração: - Tenecteplase deve ser prescrito por médicos com experiência em tratamento trombolítico e com disponibilidade de monitorar o seu uso. Isto não exclui o uso pré-hospitalar de Tenecteplase. Assim como com outros trombolíticos, recomenda-se que, quando Tenecteplase for administrado, tenha-se à disposição medicamentos e equipamentos de ressuscitação em todas as circunstâncias. 136.TENOXICAM 20MG INJETAVEL. Classe do medicamento: anti-inflamatórias, analgésicas, antitérmicas. Efeito Colateral: dor abdominal; dor de estômago; queimação e náuseas; tontura; dor de cabeça. Cuidados de enfermagem na administração: - Antes de tomar este medicamento, você deve avisar seu médico se estiver usando outros anti-inflamatórios, ou salicilatos (devido ao risco de efeitos colaterais no sistema digestivo); drogas anticoagulantes e/ou medicações para diabetes (devido à interação medicamentosa). - Cuidado especial deve ser tomado em idosos, ou pacientes que possuam doenças do rim, fígado e coração, devendo-se controlar adequadamente a função dos rins, com exames de laboratório. - Se você apresentar reações graves de pele durante o tratamento com tenoxicam, este deve ser imediatamente suspenso. - Você poderá apresentar reações adversas, tais como vertigens, tontura, ou distúrbios visuais. Neste caso, deve-se evitar dirigir veículos e/ou operar máquinas que requeiram atenção. - Embora não tenham sido observados defeitos físicos no feto, a segurança do tenoxicam durante a gravidez e lactação ainda não foi estabelecida. O tratamento prolongado durante o último trimestre da gravidez deve ser evitado. - Durante o aleitamento materno, o tratamento com tenoxicam deve ser suspenso. Se seu médico julgar que o tratamento deve ser continuado, ele deverá interromper o aleitamento materno. 90 - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas, sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. 137.TETRACAINA, CLORIDRATO 1% + FENILEFRINA, CLORIDRATO 0,1% SOLUÇÃO OFTALMOLOGICA. Classe do medicamento: anestésico, e agente simpatomimético sintético. Efeito Colateral: Ocasionalmente, podem ocorrer reações alérgicas locais. O uso prolongado pode danificar a córnea e retardar a cicatrização ocular. Cuidados de enfermagem na administração: - Cloridrato de Tetracaína + Cloridrato de Fenilefrina é de uso tópico ocular. - Este produto elimina a dor e a sensibilidade natural do olho. O paciente deve ser orientado a evitar esfregar os olhos e protegê-los de poeira, fagulhas, ou de qualquer outra agressão, enquanto estiverem anestesiados. - O uso prolongado pode resultar em opacificação corneana, seguida de perda da visão, ou perfuração corneana. O paciente deve ser avisado a não tocar os olhos enquanto estiver sob efeito da anestesia. - Proteja osolhos de substâncias químicas irritantes e corpos estranhos. Use com cautela nos pacientes com problemas cardíacos, hepáticos ou respiratórios, epilepsia, miastenia grave e pacientes com baixa concentração de colinesterase plasmática. A fenilefrina pode causar midríase em pacientes sensíveis. - Recomenda-se cautela em pacientes com câmara anterior rasa, devido à possibilidade de ocorrer precipitação de um ataque de glaucoma de ângulo fechado. - Este medicamento não deve ser utilizado durante a gravidez sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. - Não existem restrições de uso em pacientes idosos. A posologia é a mesma que a recomendada para as outras faixas etárias. - As lentes de contato devem ser retiradas antes da instilação de Cloridrato de Tetracaína + Cloridrato de Fenilefrina em um ou ambos os olhos, e podem ser recolocadas depois de 15 minutos após a administração do colírio. 138.TRAMADOL 50MG/ML AMPOLA 1ML INJETÁVEL. Classe do medicamento: Analgésico de ação central; Efeito Colateral: Podem ocorrer freqüentemente náuseas, vômito, secura da boca, dor de cabeça, tontura e sonolência. Reações adversas pouco freqüentes podem ocorrer relacionadas à função cardiovascular: palpitação, sudorese, taquicardia, hipotensão postural, fadiga e sensação de colapso cardiovascular. Estas reações adversas podem ocorrer particularmente quando o paciente realiza esforços excessivos, após - 88 - administração intravenosa de Tramal (cloridrato de tramadol). Embora de rara incidência, também podem ocorrer cefaléias, constipação, irritação gastrintestinal (p. ex.: 91 sensação de pressão no estômago) e também reações dermatológicas (prurido, rash, exantema). Outras reações adversas de incidência muito rara incluem diminuição da capacidade motora, alterações no apetite e incontinência urinária. Em casos muito raros, Tramal (cloridrato de tramadol) pode determinar distúrbios de origem psíquica, que variam de intensidade e natureza. O risco é mais evidente em uso prolongado. Estes distúrbios incluem alterações no humor (geralmente euforia, ocasionalmente disforia), alterações na atividade (geralmente supressão, ocasionalmente elevação) e alterações na capacidade cognitiva e sensorial (p. ex.: comportamento alterado, distúrbios de percepção). Casos isolados de convulsão cerebral foram relatados. Entretanto, quase todos ocorreram após administração intravenosa de doses excessivas de cloridrato de tramadol ou uso concomitante de medicação neuroléptica ou antidepressiva. Reações alérgicas (por exemplo, dispnéia, broncoespasmo, respiração ofegante, edema angioneurótico) e anafilaxia também têm sido reportadas, em casos muito raros, que podem levar até o choque, não podem ser descartadas. Dependendo da sensibilidade individual e da dose empregada, o cloridrato de tramadol pode levar a diferentes níveis de depressão respiratória e sedação (de ligeira fadiga a sonolência) que, entretanto, não prolongado. Podem ocorrer sintomas de retirada do medicamento, similares àqueles que ocorrem durante a retirada de opióides, tais como: agitação, ansiedade, nervosismo, insônia, hipercinesia tremor e sintomas gastrointestinais. Cuidados de enfermagem na administração: - Converse com o paciente antes de administrar o cloridrato de tramadol: *Verificar se o paciente é viciado em outros analgésicos (opioides); *Verificar se o paciente sofre de transtornos de consciência (se você sente que vai desmaiar); *Verificar se o paciente está em estado de choque (suor frio pode ser um sinal disto); *Verificar se o paciente sofre de aumento da pressão no cérebro (possivelmente após um dano na cabeça ou doença cerebral); *Verificar se o paciente tem dificuldade para respirar; *Verificar se o paciente temuma tendência à epilepsia ou convulsões, porque o risco de uma convulsão pode aumentar; *Verificar se o paciente sofre de uma doença do fígado ou rim. -Convulsões epilépticas foram relatadas em pacientes tomando tramadol no nível de dose recomendado. O risco pode ser aumentado quando as doses de tramadol excederem o limite superior de dose diária recomendada (400 mg). 92 - Por favor, notar que cloridrato de tramadol solução injetável pode levar à dependência física e psicológica. Quando cloridrato de tramadol solução injetável é administrado por um longo período, seu efeito pode diminuir, de modo que doses mais altas precisam ser administradas (desenvolvimento de tolerância). - Em pacientes com uma tendência para abuso de medicamentos ou que são dependentes de medicamentos, o tratamento com cloridrato de tramadol solução injetável deve ser realizado somente por períodos curtos e sob estrita supervisão médica. - Também informe seu médico se um destes problemas ocorrer durante o tratamento com cloridrato de tramadol solução injetável ou se já ocorreram com você no passado. 139.VARFARINA 5MG COMPRIMIDO. Classe do medicamento: Anticoagulante; Efeito Colateral: Pode ocorrer reação gastrintestinal: diarréia. Pode ocorrer erupção. Pode ocorrer reação no sistema nervoso central: febre. Cuidados de enfermagem na administração: -A varfarina não deve ser administrada a pacientes que apresentem sangramento ativo e, em geral, o médico não deve prescrever a pacientes com risco de hemorragia, embora possa ser usado com extrema precaução. -Os idosos e pacientes com deficiência de vitamina K requerem cuidado especial, assim como aqueles com hipertireoidismo. -Se ocorrerem complicações hemorrágicas graves, deve-se interromper imediatamente a administração da varfarina. -Em caso de suspeita de alteração do efeito de varfarina, seu médico deverá monitorar, cuidadosamente, a sua atividade anticoagulante, a fim de se aumentar ou diminuir a sua dose, se necessário. -Se houver perda ou ganho de peso, o médico deve ser informado, a fim de verificar a necessidade de ajuste de dosagem. -Caso ocorra qualquer indisposição ou sintoma de causa desconhecida, o paciente deverá entrar em contato imediatamente com o médico. - Idosos: A administração de varfarina em idosos deve ser realizada com muita cautela e monitoramento frequente. - Lactação (amamentação): Embora a varfarina não tenha sido detectada no leite humano, a possibilidade de um efeito indesejável deste medicamento no lactente (criança que está sendo amamentada) não pode ser descartada. Caso você esteja amamentando, informe ao seu médico, pois as crianças devem ser monitoradas quanto ao aparecimento de hematomas e sangramentos. 140.VITAMINA K (FITOMENADIONA) 10 MG AMP. INJETÁVEL. Classe do medicamento: Vitamina K1, Filoquinona; Efeito Colateral: Pode ocorrer irritação no local da aplicação. Cuidados de enfermagem na administração: - Em pacientes com disfunção hepática severa, a formação de protrombina (fator de coagulação) pode estar prejudicada. Nestes casos, uma estreita 93 monitorização dos parâmetros de coagulação se faz necessária após administração de Fitomenadiona. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. - Este medicamento é de uso restrito aos hospitais. - Você deve evitar o uso conjunto de Fitomenadiona com os medicamentos anticoagulantes cumarínicos (por exemplo, varfarina e femprocumona) e os anticonvulsivantes (por exemplo, clonazepam, diazepam, fenobarbital, ácido valproico). 141.VASOPRESSINA. Classe do medicamento: hormônio antidiurético. Efeito Colateral: Anafilaxia, palidez perioral, arritmias, diminuição do débito cardíaco, angina, isquemia do miocárdio, gangrena, cólicas abdominais, náusea, vômito, eliminação de gases, tremor, vertigem, sensação de “pulsação” na cabeça, constrição brônquica, sudorese, urticária, gangrena cutânea. Cuidados de enfermagem na administração: - Este medicamento não deve ser usado em pacientes com doença vascular, especialmente doenças nas artérias coronárias,exceto com extrema cautela. Nestes pacientes, mesmo pequenas doses podem precipitar angina, e com grandes doses, a possibilidade de infarto do miocárdio deve ser considerada. - A vasopressina pode provocar intoxicação hídrica. Os primeiros sinais de tonturas, desatenção e dores de cabeça devem ser reconhecidos para prevenir coma e convulsões. - A vasopressina deve ser utilizada com cautela na presença de epilepsia, enxaqueca, asma e insuficiência cardíaca ou outras condições onde a rápida adição de água extracelular pode apresentar riscos a um sistema já sobrecarregado. - Nefrite crônica com retenção de nitrogênio contraindica o uso de vasopressina até que níveis aceitáveis de nitrogênio sanguíneo sejam atingidos. - Efeitos adversos como palidez, cólicas abdominais e náusea podem ser reduzidos pela ingestão de 1 ou 2 copos de água no momento da administração de vasopressina. Estes efeitos adversos não são normalmente sérios e provavelmente desaparecerão dentro de alguns minutos. - Durante a terapia recomenda-se a realização periódica de eletrocardiogramas (ECG) e determinações dos níveis de fluídos e eletrólitos. - A vasopressina pode ser utilizada por via intravenosa, porém devido ao risco de necrose decorrente de extravasamento, é preferível a utilização de uma veia central. - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 94 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: ACOSTA, W. RENÉE. Fundamentos de farmacologia para o técnico em farmácia / W. Renée Acosta; traduzido por Antônio José Magalhães da Silva Moreira. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. il. ; 21 × 28 cm. Disponível em: < https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2507- 1/cfi/6/10!/4/10@0:63.1>. Acesso em 26 mai. 2021. BRUM, Lucimar Filot da Silva. 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Manual de farmacologia / André Silva Franco; editor José Eduardo Krieger. – Barueri, SP: Manole, 2016. Disponível em: < https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520450321/cfi/4!/4/4@0.00:18. 9>. Acesso em 25 mai. 2021. LÜLLMANN, Heinz. Farmacologia: texto e atlas [recurso eletrônico] / Heinz Lüllmann, Klaus Mohr, Lutz Hein ; tradução e revisão técnica: Augusto Langeloh. – 7. ed. – Porto Alegre : Artmed, 2017. Disponível em: < https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582713815/cfi/2!/4/4@0.00:59. 1>. Acesso em 30 mai. 2021. PRINCÍPIOS DE FARMACOLOGIA: A BASE FISIOPATOLÓGICA DA FARMACOTERAPIA/editor-chefe David E. Golan, co-editor Armen H. Tashjian, Jr., editores associados Ehrin J. Armstrong, revisão técnica Lenita Wannmacher; traduzido por Patricia Lydie Voeux, Maria de Fátima Azevedo. – [3. ed.] – [Reimpr.]. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. il. Disponível em: < https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2600- 9/cfi/6/10!/4/8/2@0:100>. Acesso 27 em mai. 2021. TOP 100 MEDICAMENTOS : FARMACOLOGIA CLÍNICA E PRESCRIÇÃO PRÁTICA / Andrew Hitchings ... [et. al.] ; tradução Aldacilene Souza Silva , Danuza Pinheiro Bastos Garcia de Mattos , Ione Araújo Ferreira. - 1. ed. - Rio de Janeiro : Elsevier, 2017. il. ; 21 cm. Disponível em: < 95 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595151352/cfi/6/8!/4/18/6@0:1 00>. Acesso em 25 mai. 2021. WHALEN, Karen. Farmacologia ilustrada [recurso eletrônico] / Karen Whalen, Richard Finkel, Thomas A. Panavelil ; tradução e revisão técnica: Augusto Langeloh. – 6. ed. – Porto Alegre : Artmed, 2016. Disponível em: < https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582713235/cfi/1!/4/4@0.00:57. 2>. Acesso em 26 mai. 2021. WHALEN, Richard Finkel, Thomas A. Panavelil ; tradução e revisão técnica: Augusto Langeloh. – 6. ed. – Porto Alegre : Artmed, 2016. Disponível em: < https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582713235/cfi/1!/4/4@0.00:57. 2>. Acesso em 27 mai. 2021.