Prévia do material em texto
Patogenia As lesões histopatológicas são as inclusões de Negri que são patognomônicas Vírus neutrópico Infecção aguda Após a mordida se replica no local de infecção Receptores nicotínicos da acetilcolina SNC (hipocampo, tronco cerebral, células de Purkinje, Cerebelo) Direção centrífuga Diferentes órgãos (pulmão, coração, rins, bexiga, utero, testículos) Glândulas salivares Eliminados na saliva Etiologia Sinais Clínicos Diagnóstico Nos herbivoros o morcego Desmoduns rotundos é o prin- cipal transmissor da raiva virion composto por dupla mebrana fosfolipidica que emerge espiculas glicopro- teicas Animais silvestres terrestrestambem estão associados a transmissão de raiva Perfil antigênico identificado como variante 3 pertence ao morcego Prevenção Vacinar seu rebanho, e aplicar o reforço, além de manter as vacinações em dia. Realizada após isolamento viral em cultura celular. (Técnica de isolamento viral preconizada). RAIVA EM HERBÍVOROS Amanda Ribeiro, Igor Socodato, Marcelo Custódio, Sara Barbosa, Erica Campos VULNERABILIDADE – é um conjunto de fatores relacionados à capacidade de ingresso do transmissor numa área e à circulação viral. Desmodus rotundus: esses herbívoros são hospedeiros acidentais do vírus da raiva, pois, apesar de participar da cadeia epidemiológica da raiva rural, somente contribuem como sentinelas à existência de vírus. Sua participação nesse processo restringe-se ao óbito do animal, não havendo envolvimento no processo de transmissão a outras espécies, salvo quando de forma acidental. Dadas as características da interação do D. rotundus com o meio ambiente, o risco da raiva nos herbívoros pode ser explicado por dois componentes principais: RECEPTIVIDADE – é um conjunto de variáveis que expressam a capacidade de o ecossistema albergar populações de Desmodus rotundus. EPIDEMIOLOGIA O Agente etiológico da raiva é o Lyssavirus, da família Rhabdoviridae Diagnóstico laboratorial Conclusivo apenas com amostras post mortem preferencialmente amostras do SNC. Sinais clínicos compatíveis suspeita clínica. Teste de imunofluorescência indireta (IFD) Identifica o antígeno viral. Realizado diretamente em impressões teciduais em lâmina de microscopia. Realizada em isolamento viral em camundongo. Camundongos jovens são inoculados intracerebralmente , sacrificados 5,7,9,11 dias após a inoculação e examinados através do IFD. morfologia caracteristica bala de revolver filamento único de RNA negativo Manter o controle das colônias de morcegos hematófagos Orientar aos produtores locais sobre a importância da vacinação e prevenção contra a raiva