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Layla Ricci PESO: Aumento em 21X. SUPERFICÍE CORPORAL: Aumento em 9X. TAMANHO: Aumento em 3,3-3,5X. DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO PULMÃO EM ESTÁGIOS. • Período Embrionário • Estágio Pseudoglandular • Estágio Canalicular • Estágio Sacular • Estágio Alveolar PERÍODO EMBRIONÁRIO: 3ss-7ss. Aparece uma invaginação – divertículo embrionário no intestino anterior ventral. Esse divertículo é chamado de divertículo respiratório. ESTÁGIO PSEUDOGLANDULAR: 5ss-17ss. Nesse estágio o divertículo aumenta de tamanho e começa a formar rudimentarmente e depois as bifurcações da traqueia e brônquios. ESTÁGIO CANALICULAR: 16ss -26ss. O tecido mesenquimal aonde estava sendo desenvolvida a traqueia e os brônquios, ele começa a ser vascularizados e as células do epitélio começam a se diferenciar – citodiferenciação entre as células do epitélio propriamente dito e as células que vão formar a membrana alvéolo-capilar. Em torno da 20-21ss começa a esboçar algum tipo de célula, que vai ser o pneumócito tipo II. Ele começa a aparecer nessa fase, porém muito pouco! ESTÁGIO SACULAR: 24-38ss. As células começam a se diferenciar, os túbulos, as vias condutoras -os brônquios, bronquíolos (começam a aparecer mais bronquíolos), os bronquíolos terminais começam a formar os bronquíolos respiratórios, estes começam a se dilatar formando sacos ductos. Estes sacos ductos é o começo da formação da estrutura, região chamada de ÁCINOS. Começa já a aparecer membrana alvéolo- capilar. Alguns alvéolos rudimentares com a separação entre eles com paredes espessadas. 24-25 ss: poucos alvéolos, paredes espessas, não ocorre uma troca gasosa efetiva, mas -vão se desenvolvendo até chegar a 26-28 ss que já tem alguns alvéolos funcionais. ESTÁGIO ALVEOLAR: 36 ss até o desenvolvimento total dos alvéolos – crianças de 8 anos) É claro que nesse estágio já tem alvéolos perfeitamente funcionais. *A criança nasce +/- com 50 milhões de alvéolos, estes vão aprimorando sua função, desenvolvendo, aparecendo mais e até 2-8 anos. Mas praticamente até 6 meses de idade 75-90% dos alvéolos estão formados. Daí em diante a velocidade de aparecimento é bem menor. Adulto- 300 milhões de alvéolos. • Respiração predominante nasal < 6 meses. (principalmente recém-nascido). 10% dos recém-nascidos não consegue respirar pela boca. • Laringe mais alta e mais anterior. • Epiglote mais oblíqua. • O tamanho da língua em relação ao tamanho da cavidade oral é maior na criança que no adulto. • Calibre 9X. • O borde costal do recém-nascido tem o ângulo bem mais aberto do que o ângulo agudo do adulto. A expansividade do diafragma na inspiração é muito mais ampla no adulto que na criança. • Doença da Membrana Hialina • Síndrome da Aspiração de Mecônio • Taquipnéia do RN OUTRAS CARACTERÍSTICAS DA VIA RESPIRATÓRIA DIFERENÇAS ANATÔMICAS ENTRE CRIANÇAS E ADULTOS. PULMÃO DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO RECÉM- NASCIDO Layla Ricci Síndrome é característica em prematuro! • Importante causa de morbimortalidade. • 1% de todos os recém-nascidos. • 10-15% em RN menores de 2500g. • Inversamente proporcional à IG (idade gestacional): o - 76% < 28ss o 54% 28-30 ss o 33% 30-32 ss o 21% 32-24 ss o 10% 34-36 ss o 4% 36-37 ss SAR- ETIOPATOGENIA Deficiência de SURFACTANTE. -Surfactante: *pneumócitos tipo II * ação antiatelectásica (redução de tensão superficial) *composto por fosfolipídios (90%), lipídios neutros e proteínas (10%). SAR-PATOLOGIA 1903: 1º descrição – “formação de mielina nos pulmões” 1959: Avery e Mead demostraram a relação entre DMH e deficiência de susfactante. Macroscopia: pulmões hepatizados. Microscopia: edema intersticial e alveolar, atelectasia e membranas hialinas (constituintes do plasma e restos celulares) SAR- DIAGNÓSTICO PÓS-NATAL CLÍNICA: - Disfunção respiratório precoce -Taquipnéia (1 hora depois do nascimento) - Retrações Intercostais (discreta)Subcostal (um pouco mais intensa) -Retrações Esternal (por último e mais intensa) -Batimento de aletas nasais -Gemência- expiratória -Cianose Retrações: devido que o organismo força a entrada de ar, como não entra ar e a pressão é negativa - retrai. Aletas Nasais: como se estivesse aumentando o espaço para entrar o ar. Gemência: expiratória. Aumenta o período expiratório e no momento que está expirando fecha parcialmente a glote, então o ar fica represado, como se fosse uma tentativa de expandir os alvéolos. BOLETIM DE SILVERMAN-ANDERSEN- Classificação de acordo com a retração intercostal, retração xifoide, batimento de asa nasal e gemido respiratório. ASPECTOS RADIOLÓGICOS -Padrão reticulogranular difuso - Broncogramas aéreos -Diminuiçãp de volume pulmonar -Aspecto de vidro moído – pulmão branco. - Os alvéolos todos colabados, não tem ar. (padrão reticulogranular difuso). -Edema SÍNDROME DE ANGÚSTIA RESPIRATÓRIA: SAR=DMH (DOENÇA DE MEMBRANA HIALINA) Layla Ricci SAR- Não aparece a silhueta cardíaca. Rx claro, esbranquiçado: padrão reticulogranular difuso (todo o pulmão está comprometido). Os brônquios não estão comprometido – por isso alguns traços escuros no meio do branco- esses são os broncogramas aéreos. 10-!5% partos: líquido amniótico meconial 20-56% desses: aspiração de mecônio para traquéia. 10-30% dos que aspiram mecônio: SAM Essa síndrome é característica em RN termo ou pós termo. - Se diz que teve aspiração de mecônio quando se encontra esse líquido meconial além da glote, além da traqueia. MECÔNIO -Composição: secreções gástricas, sais biliares, muco, vérnix, laguno, sangue, células escamosas, ácidos graxos livres; -Liberação: após 34 semanas- MOTILINA; - Eliminação do mecônio intra-útero é consequência de ASFIXIA. - Aspiração de mecônio pode ocorrer intra-útero e extra-útero. * O mecônio começa a ser encontrado muito discretamente em torno da 16ss. Na região do ílio primitivo. * Os RN até 38ss dificilmente em condições normais encontrará mecônio no líquido amniótico. Porém, a partir da 42ss de gestação e daí em diante 30% dos RN o líquido amniótico tem a presença do mecônio. Isso é devido a MOTILINA que induz a motilidade intestinal, começa a existir 34ss e vai aumentando. CAUSA PRINCIPAL DE ELIMINAÇÃO DO MECÔNIO: sofrimento fetal intra-útero. (Asfixia neonatal) FISIOPATOLOGIA - Se o bloqueio é total – vai produzir aletectasia daquele segmento. NORMAL SAR SÍNDROME DE ASPIRAÇÃO MECONIAL Layla Ricci SAM-DIAGNÓSTICO História -RN termo ou pós-termo. -Restrição do crescimento intrauterino. -Asfixia perinatal. Clínica - Impregnação e aspiração de mecônio. -Disfunção respiratória logo após nascimento. Condensações grosseira, com áreas de hipersuflaçāo. HISTÓRICO: 1966: AVERY “Síndrome da angústia respiratória tipo II” A do tipo I – SAR=DMH. Doença benigna, que acomete RN termo e alguns e alguns pré-termo, que se manifesta como taquipnéia logo após o nascimento; relacionada ao retardo de reabsorção de líquido alveolar. *mais de RN termo, e alguns pré-termo tardios 34- 37ss. INCIDÊNCIA • 1-5% • RN termo e pretermo tardio • Cesárea: 9% • Sexo Masculino (3:1) FISIOPATOLOGIA Atraso na reabsorção do líquido pulmonar leva à diminuição de complacência pulmonar e aumento de trabalho respiratório. *O epitélio intra-útero tem uma função secretora- ele faz passagem de cloro, sódio, água do interstício para a luz das vias condutoras e dos alvéolos. Quando vai chegando a hora do parto, o epitélio diminui a predominância de secreção e ele começa absorver. Ao nascimento, o RN vai ter 35% de saldo líquido que ele tinha. Essa função de absorção é estimulada pelas catecolaminas e estrógenos, por isso que os pré- termo não tem essa função adequada. DIAGNÓSTICO Taquipnéia transitória (48-72 horas)RADIOGRAFIA -Desenho vascular aumentado - Hilo congesto - Líquido na cissura - As vezes, derrame pleural (48 horas). TAQUIPNÉIA TRANSITÓRIA DO RECÉM-NASCIDO Layla Ricci Um pouco mais opaca, no interstício tem um pouco de líquido e a cissura demaciada. Derrame pleural pequeno. Vai desde a cavidade nasal até a Laringe -Cavidade Nasal -Seios paranasais -Orelha média -Cavidade oral -Laringe OBJETIVOS - Conhecer os principais agentes etiológicos das IVAS. - Conhecer o raciocínio diagnóstico das IVAS. - Conhecer o diagnóstico diferencial da faringite (viral e bacteriana) e da obstrução das vias aéreas altas. CONCEITO São as infecções que atingem as estruturas das vías aéreas acima da laringe inclusive. • Rinofaringite (resfriado comum) • Faringite (faringotonsilite) Complicações: -OMA (otite média) -SINUSITE Obstrução infecciosa das vias aéreas superiores: - Epiglotite -Laringite EPIDEMIOLOGIA -São bem mais frequentes que as infecções das vias aéreas inferiores. -Crianças até 5 anos: 6-8 episódios/ano na zona urbana e 1-4 episódios/ano na zona rural. - Alta morbidade (frequente); baixa mortalidade. • 40-60% de crianças que procuram o atendimento pediátrico, tem IVAS, principalmente crianças < 5 anos. ETIOLOGIA - VÍRUS: Rinovírus; (80%) Coronavírus; (10%) Parainfluenza 1,2,3 Vírus Sincial Respiratório Adenovírus Influenza A e B Metapneumovírus. -FUNGOS: -Mycoplasma Pneumoniae (inferiores- raro) -BACTÉRIAS: Estreptococo beta-hemolítico do grupo A; Pneumococo; Haemophilus Influenzae; Moraxella catarrhalis. *maioria das bactérias que colonizam a cavidade oral, qualquer uma delas pode produzir uma IVAS- principalmente estreptococo beta- hemolítico. FISIOPATOLOGIA - Infiltrado inflamatório -Congestão vascular e edema da mucosa -Aumento da secreção de muco ANATOMIA DA VÍA AÉREA SUPERIOR INFECÇÕES DE VÍAS AÉREAS SUPERIORES IVAS Layla Ricci -Alterações da estrutura e função ciliar. • Epitélio que reveste toda a via respiratória – pseudoestratificado calonar cliado. Tem glândulas mucosas e células caliciformes condutoras de muco. • Muco: Gel (adere o microrganismo) • Fluído Periciliar: Sol -Cada célula tem de 50 a 200 cílios. -Os cílios em condições normais batem de 600- 1200 bpm em movimentos em direção cefálica. ETIOLOGIA RINOVÍRUS: 1/3 – 1/2 dos casos CORONAVÍRUS: 10% dos casos Complicações: - Otite Média Aguda -Sinusite -Mastoidite 1-Pneumococo (80-85%) – otite e sunusite 2-H. Influenzae não tipável 3- M. catarrhalis (15-20%) QUADRO CLÍNICO • Febre (geralmente não muito alta) • Coriza • Espirro • Obstrução Nasal • Dor de garganta • Tosse • Cefaléia • Vômito • Diarréia *mais comuns! Imagem da orofaringe: irritação dos granos – Anel Linfático de Waldeyer irritação discreta da úvula, vasos congestos. (virais- geralmente) DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL -Viroses exantemáticas em suas fases pré- eruptivas (Herpes, Coxsackie) - Coqueluche na fase catarral - Rinite alérgica Faringe- Orofaringe, Tonsila faríngea (adenoide) e Tonsila palatina (amigdala) ETIOLOGIA - VÍRUS: principal agente etiológico. (60% - na infância). -Estreptococos B-hemolíticos do grupo A: 10-15% - Mononucleose infecciosa (vírus Epstein-Barr) - Bacilo Diftérico: raramente. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL RINOFARINGITE AGUDA FARINFOTONSILITE Layla Ricci (EBHGA- estreptococo beta-hemolítico do grupo A) Exemplo: Primeira foto- Petéquias no palato- Estreptococos B-Hemolíticos. Segunda foto- pontos de exsudados claros- não são placas. Isso pode ser viral. -Tuba de Eustáquio – ela desemboca na cavidade nasal e ela é pervia. - Complicações da Rinofaringite viral (resfriado). ETIOLOGIA -Pneumococos (40%) - Haemophilus influenzae não tipável (25%) - Moraxella catarrhalis (15-20%) *A vacina protege contra o Haemophilus tipo B- por isso na etiologia está o não tipável. DIAGNÓSTICO Evidências de acúmulo do líquido no ouvido médio Opacificação, perda de brilho ou abaulamento da MT (membrana timpânica), perda da definição das estruturas do ouvido médio. Sintomas locais ou sistêmicos Febre, otalgia (irritabilidade, dificuldade para sugar, leva mão à orelha a criança pequena), perda auditiva. OTITE MÉDIA AGUDA NORMAL Layla Ricci Otite média típica: Membrana estufada, abauladas. Vasos congestos. Hiperemia e diminuição da translucidez. CONSIDERACÕES GERAIS - Nas rinofaringites virais, os seios paranasais são acometidos pelo processo inflamatório, que geralmente se auto-limitam. 6-8/ano -PATOGENIA: Semelhante à OMA. - ETIOLOGIA: Pneumococo; M. catarrhalis; H. influenzae não tipável. SEIOS PARANASAIS -Seio Maxilar -Seio Etmoidal -Seio Esfenoidal -Seio Frontal *O recém-nascido já nasce com o seio maxilar e o seio etmoidal. *O seio maxilar está presente no nascimento pouco airado-pouco visível no RX. Ele tem uma velocidade de crescimento maior em torno de 3 anos, depois outra velocidade 7 anos e depois 12 anos. Está em pleno desenvolvimento com 12 anos. *O seio etmoidal não é uma cavidade única, são micro-células somadas entre elas. Micro- cavidades. Chega no desenvolvimento pleno em torno de 10 anos. *O seio esfenoidal começa a se desenvolver em torno de 9 meses e vai se desenvolvendo em torno de 12-14 anos. * O seio frontal começa em torno de 7-9 anos ele começa a se desenvolver e vai crescendo até em torno de 19 anos. *O importante é entender que por serem pequenos os seios no início e somente nascer com 2, eles não servem para imagem diagnóstica. DIAGNÓSTICO QUARO CLÍNICO (BACTERIANA) Coriza, purulenta, tosse e secreção pós-nasal (principalmente noturna e matinal), cefaleia, dor localizada no local do seio comprometido (espontânea ou à compressão), quadro arrastado- mais de 10 dias. Em crianças abaixo de 1 ano a etmoidite aguda pode evoluir para celulite periorbitária. IVAS – Rinossinusite e Rinofaringite não complicadas: uma criança quando começa a ter um resfriado ela tem febre no 1 -2 dia e 3-4 dia a febre vai baixando. Os sintomas começam fraco e vai aumentando 4-5-6-7 dias e vai diminuíndo e acabou. Viral. SINUSITE AGUDA “GRAVE”: Febre vai aumentando e depois persistiu além do 4º dia, isso não é vírus mais. É uma infecção bacteriana. RINOSSINUSITE AGUDA Layla Ricci Os sintomas também continuam. Sinusite complicada. SINUSITE AGUDA “PERSISTENTE”: Não teve febre, somente os sintomas, e estes vão aumentando e prologaram, além de 10 dias. Portanto, catarro, secreção purulenta, mesmo sem febre, além de 14 dias é uma sinusite aguda “persistente”. Infecção bacteriana. Nessas duas últimas precisa intervir – ANTIBIÓTICOS. DIAGNÓSTICO CLINÍCO!!! -RAIO-X SEIOS DA FACE: (mentonaso e frontoso)? - Não pedir abaixo dos 6 anos. - TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE FACE: Padrão Ouro. A/B – Raio X (líquido nos senos nasais) C/D- Tomografia São 4 cartilagens: - Epiglote - Tireóide -Aritenóide - Cricóide- parte mais estreita da via aérea superior. *Quando estudamos obstruções infecciosas de vias aéreas superiores, separamos: Laringite e a parte da epiglote chamamos de supraglotite. Laringite Viral: estridor inspiratório. Comum em aparecer no Outono. Laringite Espasmódica: não tem relação com resfriado. Geralmente a noite. Supraglotite: Não é viral, é bacteriana. Principalmente Staphylococcus. Pode ter estridor. Raro. Laringe um pouco inflamada. LARINGE Layla Ricci Laringe edemaciada. Raio-X não se faz na prática. Epiglote normal, Laringe com edema. Laringe com edema. Seta Branca: Epiglote extremamente edemaciada. Supraglotite.Layla Ricci -Traqueia -Brônquios -Bronquíolos -Bronquíolos Terminais -Bronquíolos Respiratórios -Ductos -Saco Alvéolar -Alvéolo -Ácinos Processo Inflamatório Parenquimatoso -Alvéolos -Lóbulos -Lobos -Interstício ETIOLOGIA SEMIOLOGIA SINAIS: Febre- Taquipnéia- Taquicardia INSPEÇÃO: Tiragem Intercostal/subcostal; diminuição da expansibilidade. *A tiragem é pela dificuldade do ar entrar no pulmão durante a inspiração. A pressão intratorácica é negativa, consequentemente o esforço é maior. Se a retração é intercostal não é tão grave, mas à medida que ela se torna mais intensa ela passa a ser subcostal, e está é sinal de maior gravidade. PALPAÇÃO: Aumento das vibrações vocais- FTV *Em criança < 5 anos, dificilmente fazemos palpação, pois esta não responde corretamente, tem medo! PERCUSSÃO: Macicez e Submacicez. AUSCULTA: Murmúrio vesicular diminuído/abolido; sopro tubário (glote)- broncofonia-pectorilóquia; estertores creptantes (finos). *Estertores crepitantes são produzidos quando o ar penetra dentro do alvéolo e tem líquido dentro (está acometido do processo inflamatório). Ruído que se ouve apenas na inspiração. *Broncofonia e pectorilóquia são sons audíveis modificados de acordo a processo inflamatório. A broncofonia fica mais nítida com a condensação. TAQUIPNÉIA- TABELA IDADE E FR *2 meses- 11 meses e 29 dias (2m – 1 ano) * 12 meses – 59 meses (5 anos) VIAS AÉREAS INFERIORES PNEUMONIA Layla Ricci MANIFESTAÇÃO CLÍNICAS- PMEUMONIA BACTERIANA: Geralmente na infância, fator predisponente mais comum são as IVAS. Taquipnéia obrigatória. Tosse à princípio seca, depois úmida. VIRAL: Taquipnéia e a dispneia são mais acentuados, porque o vírus não atinge somente o interstício, ele atinge também o parênquima pulmonar – toda árvore traqueo-brônquica. Sibilância devido ao estreitamento das vias condutoras. ATÍPICA: Acomete criança > 5 anos em geral. Tosse Paroxística- tipo tosse de coqueluche. AFEBRIL DO LACTENTE: Acomete a criança, geralmente, entre 3 ss até 3 meses. Pneumonia – Condensação parenquimatosa. Apesar de ser uma região média, não podemos falar que é afetação do lobo médio, devido não se percebe bem a imagem do coração. Provavelmente é uma pneumonia de segmento inferior. Derrame Pleural – Complicação da pneumonia. Aqui se encontra macicez e diminuição do murmúrio vesicular.