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Alice Martins – Medicina Linfonodos da Cabeça e Pescoço Revisão: → Toda drenagem dos MMII acaba nos troncos linfáticos lombares → Toda drenagem mesentérica vai terminar nos troncos linfáticos intestinais → Os troncos torácicos lombares e intestinais se unem e formam o ducto torácico “linfático esquerdo” → Os broncomediastinais vem das mucosas respiratórias do mediastino → Os subclávios recebem aporte dos MMII esquerdos e direitos → Jugulares drenam cabeça e pescoço → O ducto torácico está presente em praticamente todo mundo → Começa entre a 1ª e 2ª vertebra lombar e sobe, em cima ele recebe o aporte dos troncos broncomediastinais E, subclávios E e jugulares E. → Se unem a rede venosa entre a veia jugula interna e a subclávia → Recebe o aporte dos troncos broncomediastinais D, subclávios D e jugulares D. → Só 20% das pessoas tem, quem não tem a drenagem ocorre diretamente na rede venosa, quase sempre na jugular Alice Martins – Medicina • Linfonodos faciais o Infraorbitais o Nasolabiais o Bucinatórios o Mandibulares • Linfonodos parotideos o Supraglandular o Intraglandular o Suprafacial • Linfonodos mastoideos • Linfonodos occipitais • Linfonodos submandibulares o Pré-glandulares o Pré-vasculares o Pós- vasculares o Intraglandulares • Linfonodossubmentuais • Linfonodos linguais • Linfonodos retrolaríngeos • Linfonodos paratraqueais • Linfonodos cervicais profundos o Superiores o Médios o Inferiores DISSEMINAÇÃO DE DOENÇA MALIGNA NO PESCOÇO o NIVEL I: situam se no trígono submandibular delimitados pelos ventres anterior e posterior do digástrico e pela margem inferior da mandíbula. o NIVEL II: situam se em torno da porção superior da veia jugular interna Alice Martins – Medicina o NIVEL III: situam se ao redor do terço médio da veia jugular interna o NIVEL IV: situam se ao redor do terço inferior da veia jugular interna o NIVEL V: situam se ao redor da parte inferior do ramo espinal do nervo acessório e dos vasos cervicais transversos • Os vasos linfáticos do couro cabeludo drenam para os linfonodos auriculares (anteriores e posteriores), linfonodo occipital, linfonodos parotídeos e para um tronco que drena para os linfonodos cervicais profundos inferiores. • Os vasos linfáticos da orelha e meato acústico externo drenam para os linfonodos auriculares, linfonodos cervicais profundos superiores e linfonodos cervicais superficiais. • Os vasos linfáticos da face se dividem em alguns grupos: o os que drenam para os linfonodos submandibulares e parotídeos (pálpebras e conjuntiva) o apenas para os linfonodos parotídeos (parte posterior da bochecha) o para os linfonodos submandibulares (parte anterior da bochecha, face lateral do nariz, lábio superior e parte lateral do lábio inferior) o para os linfonodos cervicais profundos superiores (vasos profundos das fossas temporal e infra temporal) o para os linfonodos submentuais (parte central do lábio inferior). • Os vasos linfáticos das cavidades nasais e dos seios paranasais drenam para os linfonodos submandibulares, linfonodos retrofaríngeos e linfonodos cervicais profundos superiores. • Os vasos linfáticos da boca drenam para linfonodos submandibulares, linfonodos cervicais profundos (superiores e inferiores), linfonodos subparotídeos e linfonodos retrofaríngeos. • Os vasos linfáticos da tonsila palatina drenam para o linfonodo tonsilar, situado lateralmente ao ventre posterior do digástrico e superiormente à veia jugular interna. • Os vasos linfáticos da língua drenam para os linfonodos cervicais profundos e para linfonodo principal da língua, situado na bifurcação carotídea. OBS: o linfonodo submandibular mais constante é o linfonodo médio de Stahr, situado sobre a artéria facial, no momento em que ela se curva sobre a mandíbula