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NEGOCIAÇÃO INTERNACIONAL Atividade 2

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Usuário CRISTIANE APARECIDA MARTINS DOS SANTOS MELO
Curso GRA1219 NEGOCIAÇÃO INTERNACIONAL E RELAÇÕES MULTICULTURAIS
GR2235-212-9 - 202120.ead-17674.01
Teste ATIVIDADE 2 (A2)
Iniciado 12/09/21 20:12
Enviado 03/10/21 20:21
Status Completada
Resultado da
tentativa
9 em 10 pontos 
Tempo
decorrido
504 horas, 9 minutos
Resultados
exibidos
Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários
Pergunta 1
Resposta
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Comentário
da resposta:
Observem trecho da reportagem abaixo:
 
INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS: POR QUE INVESTIR NA
HOLANDA?
 
Se você está pensando em expandir as barreiras do seu negócio, a
internacionalização pode ser um bom caminho para o sucesso. Nesse cenário, a
Holanda oferece uma combinação única de recursos que estimulam os
investimentos estrangeiros, o que a torna um renomado centro de negócios. Os
Países Baixos estão em uma posição estratégica no continente europeu, o que
permite a instalação dos investidores na região para concentrar suas atividades
comerciais e marítimas. Essa característica, juntamente com a acessibilidade e
excelente infraestrutura, resulta no interesse de investidores da Europa, América
ou Ásia em abrir empresas na Holanda. [...] O sistema tributário holandês
oferece aos investidores estrangeiros um imposto de renda a uma taxa de 20%,
calculado para os primeiros 200,000 mil euros de lucros, e uma taxa de imposto
de 25% para os lucros que excedem 200,000 mil euros. Além disso, o sistema
também oferece clareza e segurança em relação a posições fiscais futuras. Os
investidores possuem outras vantagens quando se trata de dívidas, prevenção
de perdas, tributação de dividendos, entre outros. 
Fonte: http://www.hub55.com.br/internacionalizacao-de-empresas-por-que-investir-na-h
olanda/ acessado em 24/04/2019 às 10:26
 
Entre os benefícios para investir na Holanda, o que mais se destaca na
reportagem seriam:
A possibilidade de poder contar com melhores benefícios fiscais.
A possibilidade de poder contar com melhores benefícios fiscais.
Resposta certa: Isso mesmo, o fator que mais se destaca no trecho
da reportagem seriam justamente os benefícios fiscais derivados
de um sistema tributário aprimorado.
1 em 1 pontos
http://www.hub55.com.br/internacionalizacao-de-empresas-por-que-investir-na-holanda/
Pergunta 2
Resposta Selecionada: 
Resposta Correta: 
Comentário
da resposta:
O comportamento de um indivíduo é influenciado pelas diversas camadas da
cultura, devendo os gestores de negócios internacionais ter a obrigação de
entender cada camada da cultura dos mercados onde querem atuar para ter
sucesso no novo mercado.
 
Dentre as listadas abaixo, assinale a camada da cultura incompatível com os
estudos do gestor internacional?
Cultura Revolucionária Mundial.
Cultura Revolucionária Mundial.
Resposta correta. O gestor internacional deve ater-se ao estudo da
cultura do país em que pretende fazer negócios. Estudos como o
apontado, de caráter mundial e da área diversa da negociação
internacional, são de pouca relevância para o sucesso em um novo
mercado.
Pergunta 3
O QUE SÃO, AFINAL, VANTAGENS COMPARATIVAS
A discussão sobre a sobretaxa do leite em pó trouxe de volta o debate sobre um
princípio econômico pouco compreendido
O recente episódio envolvendo a sobretaxa do leite em pó importado trouxe de
volta a discussão sobre protecionismo e barreiras alfandegárias, bem como um
princípio econômico muito mencionado, mas pouco compreendido. O princípio
econômico das vantagens comparativas é bastante contra-intuitivo. Explicá-lo a
quem não conhece outros conceitos econômicos básicos é às vezes muito
complicado. Em seu ensaio “A Difícil Ideia de Ricardo’, Paul Krugman, assim se
refere a ele: “A ideia de Ricardo é verdadeiramente, loucamente, profundamente
difícil. Mas também é absolutamente verdadeira, imensamente sofisticada – e
extremamente relevante para o mundo moderno.” Essa introdução, portanto, é
um pedido de desculpa antecipado, caso eu não logre êxito em minha
empreitada. (risos) Mas vamos ao que importa. Diz-se que alguém tem uma
vantagem comparativa em produzir algo, se puder produzi-la a um ‘custo de
oportunidade’ (guardem essa expressão) menor que o de outra pessoa. Ter uma
vantagem comparativa, por conseguinte, não é o mesmo que ser o melhor em
alguma coisa. Na verdade, alguém pode ter muito pouca habilidade em fazer
algo, mas ainda assim ter uma vantagem comparativa em fazê-lo! Como isso é
possível? Primeiro, acho que é preciso demonstrar a diferença entre vantagem
comparativa e absoluta, cuja confusão acaba tornando o aprendizado mais difícil
ainda do que já é. Muita gente cita a passagem das estufas de Adam Smith
como exemplo de vantagem comparativa, quando, na verdade, aquele é um
exemplo clássico de vantagem absoluta. Smith escreveu (em ‘A Riqueza das
Nações’) que seria possível produzir bons vinhos em sua Escócia natal. Com a
ajuda de estufas aquecidas, canteiros e irrigação artificiais seria possível
produzir uvas de boa qualidade e, com elas, bons vinhos. Só havia um detalhe:
seu custo seria cerca de 30 vezes o custo da aquisição de vinhos da mesma
qualidade produzidos em outros países. Ao defender o comércio internacional e
a ausência de barreiras alfandegárias, Smith afirmava que, se um país
estrangeiro pode nos vender uma mercadoria mais barata do que nos custaria
para produzi-la em casa, é óbvio que o melhor a fazer é comprá-la dele, usando,
em troca, parte da produção da nossa própria indústria. “Os portugueses podem
produzir tecidos”, dizia Adam Smith, “mas são muito mais eficientes na produção
1 em 1 pontos
1 em 1 pontos
Resposta Selecionada: 
Resposta Correta: 
Comentário
da resposta:
de vinhos; ao passo que os ingleses poderiam produzir vinhos, mas são
melhores fabricantes de tecidos.” A conclusão lógica (e óbvia) de Smith é que
seria melhor para ambos os países concentrarem-se em suas respectivas
especialidades e importar os produtos que os outros fazem melhor. Até aí, nada
demais. Se eu sou melhor do que você em algo e você é melhor do que eu em
outra coisa, nada mais natural que troquemos nossos produtos ou serviços. 
Fonte: https://www.institutomillenium.org.br/factiva/o-que-sao-afinal-vantagens-compar
ativas/ acessado em 23/04/2019 às 10:40
 
Considere a seguinte tabela que mostra o modelo de Adam Smitth sobre a
relação de produção e horas gastas de vinhos e tecidos em Portugal e Inglaterra
em um contexto de economia liberal.
 
 Bens Tecido Vinho 
Países Inglaterra 90 120
 Portugal 100 80
Fonte: Tripoli, Angela Cristina K. p.54
 
Considerando a leitura realizada na tabela, é possível constatar que:
 
I. Portugal possui melhores vantagens comparativas na produção de todos
os tipos de bens.
II. Considerando a teoria das vantagens comparativas, Inglaterra deveria
comercializar tecidos com Portugal e este, por sua vez, comercializar vinho.
III. A Inglaterra é relativamente mais eficiente do que Portugal na produção
de tecidos comparando com a produção de vinho
 
É correto o que se afirma em
I e II, apenas.
I e II, apenas.
Resposta certa. Exato, a Inglaterra não é mais eficiente na
produção de nenhum dos dois bens em relação a Portugal.
Pergunta 4
Leiam a reportagem:
Cresce a necessidade pela Internacionalização de empresas brasileiras
 
Uma ampla pesquisa sobre internacionalização de empresas, apresentada em
Junho de 2017 pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e
Investimentos (Apex-Brasil), teve como objetivo identificar as expectativas e
intenções da expansão internacional de 229 empresas nacionais. O estudo
apontou os Estados Unidos como destino preferido em se internacionalizar para
68% das empresas entrevistadas, seguido por Colômbia (23,4%), México
(21,3%), Argentina (17,7%) e Emirados Árabes Unidos (15,6%). As razões que
motivam a internacionalização das empresas apontadas na pesquisa são o
aumento nas vendas (72,7%), a diversificação de riscos (65,3%) e a proteção
em relação à volatilidade do mercado doméstico (61,3%). A necessidade pela
Internacionalizaçãode empresas brasileiras é destaque no cenário de
empreendedorismo. O Professor do Núcleo de Pesquisa em Negócios
Internacionais (Nupin) da Puc-Rio, Henrique Pacheco, em entrevista concedida
0 em 1 pontos
https://www.institutomillenium.org.br/factiva/o-que-sao-afinal-vantagens-comparativas/
Resposta Selecionada: 
Resposta Correta: 
Comentário
da resposta:
ao Portal PME NEWS na edição de setembro, que faz referência ao tema,
sinaliza algumas limitações relacionadas com a internacionalização,
principalmente no que tange as pequenas e médias empresas. “Observamos
algumas limitações características das pequenas e médias empresas brasileiras.
Existe uma carência grande de profissionais com competências gerenciais para
as operações internacionais. De fato, as escolas de negócios no Brasil não têm
a tradição de oferecer treinamento para a administração internacional.
Felizmente isso está mudando. É possível perceber também que, nas PMEs
brasileiras, o processo de internacionalização concentra-se ou no próprio
fundador da empresa ou em “homens de confiança” e normalmente ambos têm
pouquíssimo tempo disponível para se dedicar às atividades internacionais e,
consequentemente, o processo tende a ser mais lento”. Não basta ter know how
comercial interno. É preciso mais para crescer internacionalmente, enfatiza
Pacheco. “A internacionalização de uma empresa ultrapassa a simples
comercialização de produtos e serviços através das fronteiras nacionais. O
grande desafio de uma empresa que quer se expandir internacionalmente é
encontrar os parceiros chave que possam fornecer os recursos, as soluções e o
conhecimento necessário para a sua atuação internacional”. E complementa
sobre o papel da estratégia e da gestão para o sucesso. “Uma empresa com
cultura exportadora não é aquela que possui departamento de exportação ou
que tem um funcionário dedicado ao mercado externo, mas sim a que entende
que seu sucesso depende da integração e coordenação de todas as áreas
dentro da empresa: finanças, marketing, produção, logística, administração, etc.
Todos devem conversar entre si e compartilhar objetivos em comum. Dessa
forma é possível criar as condições necessárias para uma implementação bem-
sucedida e coordenada da estratégia internacional”. 
Fonte: https://exame.abril.com.br/negocios/dino/cresce-a-necessidade-pela-internacional
izacao-de-empresas-brasileiras/ acessado em 23/04//2019 às 15:04
 
Dentre os motivos considerados para a internacionalização nos países
pesquisados, são observáveis:
Aumento das vendas e oportunidades no mercado externo.
Aumento das vendas e o gerenciamento de riscos.
Resposta errada. Realmente, essa pergunta demanda uma certa
atenção na leitura. Entenda que crescimento de lucro nem sempre
está associado a aumento de vendas e o texto deixa claro que o
primeiro objetivo é o aumento de vendas, perceba também que a
diversificação e a busca de proteção contra a volatilidade dos
mercados locais são meios de gerenciamento de riscos. Dessa
forma, a internacionalização se dá em função de buscar aumentar
as vendas e gerenciar os riscos do negócio.
Pergunta 5
Conforme OLIVEIRA, na “década de 1990, houve importante discussão sobre a
dimensão trabalhista, sindical e social do comércio internacional e dos
processos de integração econômica regional. O artigo “A busca de padrões de
direitos trabalhistas no comércio internacional: a cláusula social”, de John D.
French (1996), por exemplo, discutia como as propostas sindicais de cláusula
social foram sendo incorporadas no discurso internacional e termos como
dumping social ou déficit social passaram a ser adotados comumente pelos
agentes e representantes em fóruns internacionais como GATT, OMC, OIT, entre
outros. De outro lado, os países emergentes ou em desenvolvimento revelavam
preocupações com tais “cláusulas” por restringirem suas vantagens
1 em 1 pontos
https://exame.abril.com.br/negocios/dino/cresce-a-necessidade-pela-internacionalizacao-de-empresas-brasileiras/
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Comentário
da resposta:
comparativas de baixos custos sociais do trabalho, entre outras questões. 
Fonte: OLIVEIRA JUNIOR, Moacir de Miranda. Multinacionais brasileiras:
internacionalização, inovação e estratégia global. Porto Alegre: Bookman, 2010,
p. 128.
Sobre o termo em destaque, observe as seguintes assertivas:
 
 I.Os países deveriam produzir quaisquer tipos de bens, devendo
desenvolver estratégias para incrementar suas vantagens comparativas.
 II. Considerando as idéias de David Ricardo, um país deveria focar
seus esforços produtivos nos produtos que tiver melhores vantagens
comparativas, ainda que tenha melhores vantagens comparativas na produção
de todos os tipos de bens.
 III. As nações deveriam fazer escolhas sobre o que produzir baseados
no custo de oportunidade.
 
É correto apenas o que se afirma em
II e III.
II e III.
Resposta certa. Muito bem, pelas idéias de Adam Smith e David
Ricardo, os países deveriam se focar na produção dos bens e
serviços que tiver as melhores vantagens comparativas, ainda que
tenha melhores vantagens comparativas na produção de todos os
bens.
Pergunta 6
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da resposta:
Para se internacionalizar um negócio deve-se adotar uma estratégia com passos
gradativos que, à medida que tomados, aumentam o envolvimento e os custos
na operação. Com base nesse conceito podemos afirmar que:
À medida que vai aumentando seu investimento e assimilando a
cultura local a empresa tende a agregar os conhecimentos obtidos
às suas operações.
À medida que vai aumentando seu investimento e assimilando a
cultura local a empresa tende a agregar os conhecimentos obtidos
às suas operações.
Resposta correta. É natural que ao assimilar a cultura local a
empresa passe a agregar os conhecimentos às operações, de
forma a aperfeiçoar os processos à área de operações e mitigar
riscos.
Pergunta 7
Entender bem a cultura ajuda sobremaneira ao gestor de negócios internacional
a adequar seu produto ao público local. Nem por isso pode-se dizer que o
conceito de cultura seja simples sendo, pelo contrário, profundo e complexo. 
 
1 em 1 pontos
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da resposta:
Tomando por base a obra de Hollensen (Global Marketing, 2007), qual dos
conceitos referentes a cultura descritos abaixo, é correto, de acordo com o
estudado nessa unidade?
A cultura pode ser compartilhada pelas interações entre pessoas nos
ambientes familiares ou sociais.
A cultura pode ser compartilhada pelas interações entre pessoas nos
ambientes familiares ou sociais.
Resposta correta. Tal conceito é correto, uma vez que a cultura é
compartilhada nas interações familiares e sociais.
Pergunta 8
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da resposta:
É de conhecimento geral que a diversidade cultural pode acarretar em
consideráveis impactos na gestão internacional quando as diferenças de cultura
não são bem gerenciadas. 
 
Qual das alternativas corresponde ao gerenciamento de diferenças culturais de
negócios internacionais?
Padrões éticos podem diferir substancialmente entre culturas, assim como os
rituais de negociação.
Padrões éticos podem diferir substancialmente entre culturas, assim
como os rituais de negociação.
Resposta correta. Cada cultura tem suas peculiaridades que
influenciam diretamente na condução dos negócios, padrões éticos
e rituais de negociação diferem substancialmente de um país para
outro.
Pergunta 9
Conforme OLIVEIRA, “as teorias convencionais de negócios internacionais
pressupõem que as firmas irão se internacionalizar com base em vantagens
competitivas definidas que lhes possibilitam assegurar retornos suficientes para
cobrir os custos adicionais e riscos associados com operações no exterior. O
paradigma eclético desenvolvido por Dunning (1981, 2001) apresenta elementos
de teorias anteriores para identificar vantagens de propriedade, localização e
internalização( ownership , location , internalization 
– OLI) que motivam a internacionalização. As vantagens de propriedade são
fatores específicos da firma, tais como propriedade superior de recursos ou
capacidades gerenciais, que podem ser aplicadas competitivamente num país
no exterior. As vantagens de localização se dão por decisões de investir em
países que oferecem oportunidades de mercado ou de produção superiores. As
vantagens de internalização se dão para firmas que conseguem reduzir custos
de transação por meio de investimentos no exterior, assim eles empreendem
transformações ou processos de forma mais eficiente do que mantendo
operações de mercado. A internalização pode oferecer vantagens no
gerenciamento de interdependências relativas a know-how, reputação, cadeia de
valor e marketing, e essas vantagens oferecem uma poderosa explicação para o
crescimento da empresa multinacional. A realização das vantagens de
1 em 1 pontos
1 em 1 pontos
Quarta-feira, 13 de Outubro de 2021 12h30min20s BRT
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da resposta:
internalização depende das capacidades de propriedade e, em geral, é o que foi
acordado nas principais explicações teóricas para IDE e internacionalização.” 
 
Fonte: OLIVEIRA JUNIOR, Moacir de Miranda. Multinacionais brasileiras:
internacionalização, inovação e estratégia global. Porto Alegre: Bookman, 2010,
p. 40.
 
Sobre os fatores determinantes de internacionalização conforme apontados por
Dunning (OLI), temos que:
 
I.Capacidade de desenvolver um projeto por ter uma habilidade gerencial
superior.
II. Benefícios associados a logística e a melhor acesso a fontes de matérias-
primas.
III. Desenvolvimento de processos produtivos de forma mais eficiente.
 
É correto o que se afirma em
I, II e III.
I, II e III.
Resposta certa. Exato, as três assertivas apontam para benefícios
de propriedade (Capacidade de desenvolver um projeto por ter
uma habilidade gerencial superior), localização (Benefícios
associados a logística e a melhor acesso a fontes de matérias-
primas) e internalização (Desenvolvimento de processos
produtivos de forma mais eficiente).
Pergunta 10
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da resposta:
Na Década de 70, surgiu uma teoria bastante polêmica que afirmava que a única
responsabilidade dos negócios é de aumentar seus lucros, desde que se
respeite a lei, não devendo as empresas realizar gastos sociais, visando
maximizar os lucros. 
 
Qual, das alternativas corresponde ao autor da teoria acima?
Milton Friedman – Teoria de Friedman - “Gerentes de empresa não devem
tomar decisões pelos acionistas”.
Milton Friedman – Teoria de Friedman - “Gerentes de empresa não
devem tomar decisões pelos acionistas”.
Resposta correta. A Teoria de Friedman rejeita que empresas
realizem gastos sociais além daqueles exigidos por lei ou
necessários para o funcionamento eficiente da empresa.
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