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Intensivão - História Enem (34)

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383. D – Como forma de agradar os visitantes, era comum 
no Nordeste oitocentista encontrar iguarias nos casarões. 
 
384. A – As dificuldades para terem sua liberdade impostas 
aos escravos, como o alto preço de alforria e a impossibili-
dade de inclusão na sociedade, fazem parte do conjunto de 
medidas adotadas na consolidação da sociedade escra-
vista do Brasil Colonial. 
 
385. B – A mineração causou um grande fluxo de pessoas, 
devido, principalmente, às oportunidades de enriqueci-
mento, seja na própria busca do ouro ou no comércio. 
 
386. C – A sociedade brasileira no período colonial era com-
posta pelo domínio de uma classe específica: homens bran-
cos, católicos e detentores de terras e escravos. 
 
387. B – A vida pública brasileira, desde seu início, teve ca-
ráter privado e elitista, sobrepondo os interesses pessoais 
aos da população. 
 
388. D – No Brasil colonial os critérios que dividiam a soci-
edade eram pautados na etnia e no poder econômico. 
 
389. B – A sociedade era predominante escrava, seguido 
por lavradores, brancos pobres, nativos e senhores. 
 
390. D – Havia uma distinção entre cristãos novos e velhos, 
os primeiros eram judeus que foram obrigados a abandona-
rem suas crenças e se converterem ao catolicismo, sofriam 
perseguições, eram repreendidos com violência, e houve 
até mesmo um massacre da população judia em Portugal. 
 
391. B – Apenas a primeira está correta. O Tratado de Madri 
reformulou as fronteiras da América Portuguesa. A Colônia 
de Sacramento, localizada no atual Uruguai e na foz do Rio 
da Prata era território espanhol e, desrespeitando o Tratado 
de Tordesilhas, os portugueses adentraram o território e cri-
aram a colônia, gerando incômodo aos espanhóis devido 
ao fato de ser uma região rica e próspera. Assim, o Tratado 
de Madri propôs uma troca e mudou as fronteiras, deixando 
a Colônia de Sacramento para os espanhóis e o território 
dos Sete Povos das Missões para os portugueses. 
 
392. B – O Tratado de Santo Ildefonso (1777) foi um tratado 
feito entre Portugal e Espanha para colocar um fim nas dis-
putas entre os reinos ibéricos na região e estabeleceram a 
posse da Colônia de Sacramento aos espanhóis junta-
mente com a região dos Sete Povos das Missões, deixando 
os portugueses prejudicados e apenas com alguns territó-
rios ocupados No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. 
 
393. A – As afirmativas corretas são a II e III. A afirmativa I 
está incorreta, uma vez que as ondas de imigração e a che-
gada da indústria no Brasil aconteceram após a indepen-
dência. Já a sentença IV está incorreta pois as bandeiras 
de apresamento foram um fenômeno ocorrido na América e 
tinham como alvo os nativos, sendo assim inviável o apre-
samento de africanos em diáspora e a exploração da região 
amazônica apenas se intensificou no final do século XIX 
com a exploração de látex, outro acontecimento posterior a 
colonização. 
394. E – No que tange ao primeiro Tratado de Ultrech na 
América foi o fato de que ele estabeleceu a fronteira entre 
a Guiana Francesa e o Brasil, e posteriormente delimitou a 
fronteira do Amapá, onde os franceses aceitam o rio Oiapo-
que como limite entre a colônia portuguesa e a Guiana 
Francesa. 
 
395. E – Os bandeirantes possuem um papel importante na 
história da interiorização do Brasil pois são associados a 
eles a expansão territorial, a descoberta de metais e pedras 
preciosas e o desenvolvimento econômico das colônias, 
onde comercializavam gado e povos indígenas para traba-
lhar na agricultura, contribuindo, também, para a destruição 
de quilombos, tribos indígenas e missões jesuíticas. 
 
396. C – As chamadas bandeiras foram expedições lidera-
das pelos bandeirantes paulistas que culminaram na expan-
são territorial para locais além do Tratado de Tordesilhas, 
como a região oeste, contribuindo para o aumento da colô-
nia portuguesa. Durante esse processo, muitas bandeiras 
tiveram como objetivo o apresamento de indígenas para o 
trabalho escravo, destruindo, assim, diversas tribos e cons-
truindo pequenas cidades. 
 
397. E – Apenas as afirmativas I, III e IV são as verdadeiras, 
uma vez que a sentença II está incorreta pois o povoamento 
e a ocupação do território brasileiro na colonização não de-
pendeu de diferentes vertentes europeias, e sim foi propor-
cionado por questões econômicas e exploratórias como o 
açúcar, o ouro e o mercado de escravizados, tendo como 
principal dominador Portugal. 
 
398. D – Os bandeirantes tiveram papel central na expan-
são territorial da colônia, adentrando em regiões que iam 
além das estabelecidas pelo Tratado de Tordesilhas, des-
truindo tribos indígenas e formando pequenos povoados. 
Outro fator importante foram as trilhas de gado com a ex-
pansão da agricultura que conquistou regiões novas como 
a do centro oeste. 
 
399. B – Desde o século XVI a pecuária brasileira começou 
a se desenvolver, inicialmente no Nordeste, como forma de 
complementar as fazendas com animais como tração. Du-
rante os séculos, a pecuária se expandiu e desempenhou 
um papel importante na conquista do Centro-Oeste e outras 
regiões, e no século XVIII avançou para as regiões do sul, 
utilizando a mão de obra de mestiços livres, negros libertos, 
brancos e pobres de maneira diferente do que era usado 
nos engenhos de açúcar no século XVI. 
 
400. C – Uma das estratégias de colonização e de cristiani-
zação de indígenas utilizada pelos jesuítas, para além da 
arte missioneira como as esculturas, foi a inserção em con-
tos bíblicos – por exemplo, no caso do excerto da questão, 
o chefe tamoio é inserido como uma personagem de cunho 
pejorativo na narrativa cristã. 
 
401. D – O Tratado de Madri, ao redefinir os limites entre os 
territórios português e espanhol, e considerar a região dos 
Sete Povos das Missões de domínio português, gerou con-
flitos com povoados indígenas e jesuítas da região que se-
riam obrigados a se deslocar de suas regiões de origem.