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Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (CAPA) MICONIC E BÁSICO TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 1/1 Nome Cópia Não Controlada Uso Exclusivo para Treinamento MANUAL DE TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO MMMMiiiiccccoooonnnniiiicccc EEEE BBBBáááássssiiiiccccoooo Versão Reduzida ELEVADORES ATLAS SCHINDLER Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 1/46 TÍTULO PÁGINA Cuidados com os Componentes Eletrônicos 2 Definição do Miconic E e suas Aplicações 5 Quadro de Comando 6 Tipos de Quadro de Comando 6 Características e Adicionais do Quadro de Comando 8 Componentes do Quadro de Comando 12 Fonte de Alimentação de Emergência 15 Relés Auxiliares de Interface 17 Informação de Poço e suas Funções 26 Circuitos Elétricos Miconic E 32 Registro de Chamada e Sinalização 33 Circuito de Segurança 34 Comando de Porta QK8 35 Comando de Porta QKS8 36 Comando de Porta QKS9 37 Comando de Acionamento de Máquinas 38 Fontes de Informação 39 Rede de Luz e Cabina 40 Circuito de Cancelamento de Chamadas Falsas 41 Seqüência de Funcionamento para Pesquisa de Defeitos 42 Seqüência Lógica de Funcionamento dos Esquemas do Miconic E – FA – QK8 43 Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 2/46 Cuidados com os Componentes Eletrônicos Os componentes MOS são na sua maioria circuitos integrados (digitais), denominados com as siglas CMOS, PMOS e NMOS. Com menor freqüência usa-se também transistores execução MOS. Os componentes MOS necessitam de um manuseio todo especial, pois são extremamente sensíveis a descargas eletrostáticas. A destruição do circuito é em geral no momento da ocorrência de um pico excessivo. No entanto, há casos em que continuam funcionando por poucas horas. Nestes casos, a pesquisa de origem do defeito torna-se quase impossível. Para proteger da melhor forma tais componentes, eles são providos de circuitos especiais internos. Embora os componentes MOS tenham estas características críticas, oferecem grandes vantagens, que tornam a sua aplicação justificada, pelos seguintes motivos: � Consumo de energia muito baixo. � Boa relação entre as tensões utilizadas e as de interferência. � Larga gama de aplicação. Possibilidade de construção de circuitos complexos, relativamente simples e econômicos. Circuitos integrados e transistores com componentes semicondutores do tipo MOS são externamente de aspecto idêntico aos de outra tecnologia. Por este motivo, todos os prints onde foram empregados elementos MOS, são marcados com uma etiqueta de cor laranja para chamar a tenção dos que lidam com este material, sendo também fornecido em embalagens antiestáticas. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 3/46 Etiquetas de Proteção As etiquetas de proteção de cor laranja, autocolantes, são colocadas nos prints por ocasião de sua fabricação e não devem ser removidas. No caso de se desprenderem, deverão ser renovadas imediatamente. • Embalagens, Transporte e Armazenamento Os prints com elementos MOS necessitam de uma proteção contra descargas eletrostáticas. O material para a sua embalagem tem a propriedade adequada, eliminando a geração de tensões eletrostáticas, que ocorrem, de modo geral, quando dois materiais diferentes ou mesmo iguais atritam entre si. Este mesmo material de embalagem evita danos de cargas estáticas de origem externa devido à sua condutividade. O material de embalagem antiestático é de fabricação especial e portanto de preço alto. Por este motivo deve ser tratado com zelo, para garantir a sua reutilização por longo tempo. Os prints com elementos MOS somente poderão ser transportados em embalagens antiestáticas e devidamente marcados com a etiqueta MOS de cor laranja. É proibido usar-se outro material para embalagem. Prints que não sejam aplicados, imediatamente, deverão ser guardados dentro das embalagens antiestáticas. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 4/46 Manuseio dos Prints � Para evitar o surgimento de cargas eletrostáticas a pessoa não deve vestir roupas de material de alto valor isolante (como nylon). � Os prints desembalados não podem ser colocados em superfícies que não ofereçam proteção antiestática. � Em casos de dificuldades ambientais, deve ser usado o material das embalagens antiestáticas para a forração do lugar, onde os prints forem colocados. � Antes de retirar uma placa de print do seu encaixe no quadro, ou pegar um print guardado, é indispensável que o corpo seja “descarregado” . Isto é feito de maneira simples e eficiente, tocando com ambas as mãos em uma parte aterrada (por exemplo: armação do quadro de comando, etc). � Os prints não podem ser retirados nem colocados em seus suportes sem que primeiro seja desligada a chave do respectivo elevador. Qualquer manuseio sob tensão poderá destruir os componentes. � Intervenções e/ou Medições nos Prints, com Elementos MOS Os prints com elementos MOS somente podem ser consertados ou alterados na fábrica. As medições internas não podem ser feitas além das exigidas pelas instruções específicas. Se forem exigidas medições não constantes das instruções, estas só poderão ser realizadas por pessoal especialmente treinado para tal. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 5/46 Definição do Miconic E e suas Aplicações O comando Miconic E é uma unidade de controle eletrônico a base de um microprocessador. O processamento das informações é completamente eletrônico, iniciando com a memória das chamadas, até a ligação das bobinas dos contatores do operador de porta e do motor de tração, bem como dos relés de segurança. O MICONIC E aplica-se aos seguintes tipos de controle: 1 KA (Simplex coletivo na descida) 1 KS (Simplex coletivo seletivo) 2 KA (Duplex coletivo na descida) 2 KS (Duplex coletivo seletivo) 1 KE (Simplex automático coletivo) 1 DE (Simplex automático simples) Também é utilizado nos seguintes acionamentos: � Acionamento trifásico de uma velocidade E � Acionamento trifásico deduas velocidades FA � Acionamento hidráulico HY � Acionamento Dynatron S DS Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 6/46 Quadro de Comando • Tipos de Quadro de Comando As versões reduzida e completa possuem características e adicionais comuns. Observe o quadro apresentado a seguir: CARACTERÍSTICAS E ADICIONAIS DO COMANDO MICONIC E VERSÃO REDUZIDA VERSÃO COMPLETA 01 - Até 15 paradas 02 - Duas velocidades 45, 60 ou 75m/min. 03 - Voltagem principal 220 VAC 04 - Voltagem das botoeiras 22 VdC 05 - Tipo de porta - QK8, QKS8, QKS6, QKS9 06 - Piso móvel * 07 - Setas de direção LR –D/U * 08 - Saída para indicadores digital * 09 - Retorno automático à parada principal (RL) 10 - Reservação (JVR) * 11 - Prioridade (JPF) * 12 - Fora de serviço (JAB) * 13 - Bombeiro BR1 * X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 7/46 Quadro de Comando CARACTERÍSTICAS E ADICIONAIS DO COMANDO MICONIC E VERSÃO REDUZIDA VERSÃO COMPLETA 14 - Eliminador de chamadas falsas (ECF) * 15 - Controle de evacuação (RH) * 16 - Renivelamento manual (carga e hospital) * 17 - Montagem no piso ou parede 18 - Sistema PAR / todos e ÍMPAR/todos 19 - Controle simples ACSD (1KA) X X X X X X X X X X X X 20 - Controle simplex ACS (1KS), Duplex ACS (2KS), Duplex ACSD (2KA) 21 - Bombeiro BR - 3 * 22 - Energia de emergência NS11, NS21 * 23 - Pré-avanço + Gongo * 24 - Controle para cabineiro JLI * 25 - Porta 2x QK8, 2x QKS8, 2x QKS6 - B, 2x QKS9 (duplo operador de portas) * 26 - 1 Parada desigual nos extremos para duplex * X X X X X X X * ADICIONAL Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 8/46 Características e Adicionais do Comando • Controle KA (coletivo com seleção na descida) Nas botoeiras dos andares há apenas um único botão de chamada. A chamada de um andar é interpretada como a intenção de querer alcançar a parada principal (HH). As chamadas dos andares localizados acima de HH são chamadas de descida. Uma chamada registrada em HH e abaixo de HH tem o efeito de chamada de subida. Este comando é vantajoso para o fluxo predominante de passageiros saindo e chegando à parada principal (HH). Por exemplo, prédios de apartamentos. • Controle KS (coletivo seletivo) Nas botoeiras dos andares, com exceção dos andares extremos (superior e inferior) são colocados 2 botões de chamadas. O usuário tem a possibilidade de comunicar para o controle a direção que ele quer seguir. As chamadas de subida e de descida serão registradas, seletivamente para serem atendidas na respectiva direção. Este comando é apropriado para elevadores com fluxo de passageiros entre andares intermediários (por exemplo, prédios de escritórios). • Posição da Cabina A cabina tem a sua posição definida ao longo do percurso por chaves magnéticas biestáveis. As chaves magnéticas são acionadas de forma a seguir as características do código Gray, que tem a mudança de apenas uma chave bi-estável muda a sua posição de um andar para o seguinte. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 9/46 Características e Adicionais do Comando Entre cada andar é colocado um ímã com a polaridade certa para comutar a chave magnética bi-estável correspondente. Para a formação e transmissão do código Gray, são necessários: � Para 4 a 7 paradas: 3 chaves magnéticas e 3 linhas no cabo flexível. � Para 8 a 15 paradas: 4 chaves magnéticas e 4 linhas no cabo flexível As chaves magnéticas biestáveis mantém a sua posição (fechado ou aberto) mesmo após a falta de energia elétrica. Por este motivo não ocorre uma viagem de correção após a religação da energia, e quando a cabina ficou parada no nível de um pavimento. Quando a cabina, por ocasião de falta de energia, chegou a parar desnivelada, fora da zona de porta, ocorrerá uma viagem de correção até a próxima parada, dentro das possibilidades da distância de frenagem. • Seletor Para determinar uma parada é necessário um pré-cálculo da posição através do código Gray, isto é, um sistema de seletor adiantado. • Reservação (JRV) Comando adicional operado por chave localizada na cabina, que pode ser retirada em apenas uma das posições Quando acionado provoca: � Bloqueio de chamadas de andar para aquele elevador; no caso de Duplex, o elevador se desligará do grupo. � A cabina atende apenas uma chamada por vez. Se for feita mais de uma chamada, atende a mais próxima e cancela as demais, ficando de porta aberta, caso não seja registrada outra chamada de cabina. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 10/46 Características e Adicionais do Comando • Prioridade (JPF) Adicional idêntico à reservação, porém com a chave de retorno. O comando atenderá apenas uma chamada de cabina, a cada vez que for acionado. • Fora de Serviço (JAB) Comando adicional operado por chave na parada principal ou no painel de tráfego, que permite forçar o retorno do elevador à parada principal, onde ele abrirá as portas e ficará parado até que o comando seja retirado. No quadro de versão reduzida, se o elevador estiver viajando em direção contrária, o mesmo irá parar na parada mais próxima, sem abrir as portas e retornando à parada principal. • Bombeiro (BR1) Comando adicional de incêndio na parada principal que, quando acionado, provoca comportamentos semelhantes ao do comando fora de serviço. Este comando fica situado numa caixa envidraçada, sendo operada por pressão e desoperada por chave. • Bombeiro (BR3) Adicional ao comando BR1 que permite, através de uma chave na cabina, a liberação do elevador para uso dos bombeiros. A chave de bombeiros habilita somente as chamadas de cabina. Quando estas são atendidas, o elevador não abre a porta. Ao pressionar o botão de abrir, a porta abre lentamente (somente no caso de operadores de porta QKS6 - B e QKS9). É necessário manter o botão pressionado até a completa abertura da porta, que ficará assim, até a próxima chamada. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneiranenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 11/46 Características e Adicionais do Comando • Eliminador de Chamada Falsa (ECF) Adicional para elevadores com porta de eixo vertical (QK8) e sem piso móvel. Este dispositivo permite que as chamadas de cabina sejam canceladas, após um número fixo de atendimento de chamadas com abertura da porta de cabina e sem a abertura da porta de andar. • Controle de Evacuação (RH) Adicional composto de botoeira anexa ao quadro de comando que permite operar o elevador em velocidade de revisão, à partir da casa de máquinas para renivelamento, manutenção ou evacuação, no caso de desligamento dos contatos do fim de curso e/ou freio de segurança. • Renivelamento Manual Comando adicional que permite renivelar o elevador dentro da zona de porta, com as portas abertas, através de botões na cabina. • Energia de Emergência (NS11) Comando adicional que permite evacuar o elevador, no caso de falta de energia elétrica, sendo alimentado por um gerador de emergência. A evacuação ocorre na parada mais próxima, sendo efetuada uma cabina por vez, no caso de duplex. • Energia de Emergência (NS21) Comando adicional idêntico ao NS11, porém com evacuação na parada principal. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 12/46 Componentes do Quadro de Comando Os componentes do quadro de comando Miconic E são: � Transformador TS � Fonte de alimentação NG 8022 � Contatores principais, contatores auxiliares e relés auxiliares de interface. � Disjuntor � Relé bimetálico � Bornes � Transformador TA (para rede diferente de 220 V) � Print mãe – BE1KA � Prints eletrônicos – KFEB e GEC Os componentes do quadro de comando são montados em três tipos de armários. Observe os armários a seguir. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 13/46 Miconic E (R para operadores de porta QK8/QKS8 Versão Reduzida) Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 14/46 Miconic E – R Para Operadores de Porta QKS6B/QKS9 Versão Reduzida) Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 15/46 Fonte de Alimentação de Emergência A fonte de alimentação NG 8022 é composta por um transformador TS, ligado à rede de 220 VAC, e dois retificadores. No transformador TS existem duas saídas: 80 VAC e 19 VAC (tensão Alternada), que ao passarem pelos retificadores da fonte NG 8022, são transformados em tensão contínua, ou seja, + 80 VDC (P3) e + 22 VDC (PO). MO é valor de referência (terra) de PO (+22 VDC) e M3 é o valor de referência (terra) de P3 (+80 VDC). MO e M3 são interligados na própria fonte para definir uma única ligação à terra. POX é a alimentação de + 22 VDC no comando duplex para chamadas externas. OBSERVAÇÃO � Para rede diferente de 220 VAC é necessário usar um transformador TA. Isto permite que a tensão da bobina dos contatores principais e do motor do operador de porta seja sempre 220 VAC. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 16/46 Fonte de Alimentação de Emergência Existem dois tipos de fonte NG 8022: 3 e 6 ampères. TIPOS NG 8022 – 3A NG 8022 – 6A Operadores Portas QK8 / QKS8 QKS6 - B / QKS9 Fusíveis + 22 VDC = 3A + 80 VDC = 6A + 22 VDC = 6A + 80 VDC = 6A • Contatores Principais O quadro de comando do Miconic E de duas velocidades possui quatro contatores principais de 220 VAC (corrente alternada), acionados por relés auxiliares de interface: SH1 - Contator da velocidade nominal SFA - Contator da velocidade de nivelamento SR - D - Contator direção de descida SR - U - Contator direção de subida • Contatores Auxiliares São contatores de corrente contínua usadas em várias funções do comando: ST - 0 = Comando para abertura de porta (22 VDC) acionado pela eletrônica ST - S = Comando para fechamento de porta (22 VDC) acionado pela eletrônica RMVE = Comando para acionamento da ventilação forçada do motor de tração (22 VDC) RSK = Comando para circuito de segurança completo (80 VDC) RTS = Comando para porta de pavimento (80 VDC) - (somente para porta de eixo vertical) Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 17/46 • Relés Auxiliares de Interface São relés de corrente contínua (22 VDC) acionados pela eletrônica que servem para acionar os contatores principais. Para um elevador de 2 velocidades são utilizados os seguintes relés auxiliares: • RSH (relé auxiliar para velocidade nominal) • RSFA (relé auxiliar para velocidade de nivelamento) • RSR – D (relé auxiliar para direção de descida) • RSR – U (relé auxiliar para direção de subida) OBSERVAÇÃO � Na versão reduzida estes relés estão localizados na placa BE1KA, enquanto na versão completa localiza-se no print PIMS. QA. • Disjuntor (JTHS) É o interruptor térmico do comando, cuja função é proteger o quadro de comando contra altas correntes, retirando a sua alimentação. • Relé Bimetálico (RTHMH) É o relé térmico do motor de tração, cuja função é proteger o motor de tração. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 18/46 OBSERVAÇÃO � Para fazer medições no quadro de comando é necessário verificar o código de cores da fiação, a fim de evitar a queima do aparelho de teste e garantir a leitura correta do valor de tensão. O código de cores é o seguinte: � Amarelo – 0V = M0, M3, PE � Vermelho– 22 VDC = P0 � Vermelho – 80 VDC = P3 � Preto – 220 VAC = Corrente alternada � Azul – Circuito de segurança � Verde – Registro de chamadas Placa Mãe na Versão Reduzida– BE1KA � Nesta placa existem alguns jumpers que devem ser usados de acordo com o número de paradas. A seguir são informados todos os jumpers com os respectivos números de paradas. DE 2 ATÉ 7 PARADAS DE 8 ATÉ 15 PARADAS Jumper J8 J9 J13 J14 J19 J10 J11 J12 J20 Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 19/46 Placa Principal - KFEB 14 QD (versão reduzida e completa) A placa principal do Miconic E, conectada nas seções A e B da BE1KA e VME200. LIGADO 0 Botão RESET 1 S1 LED3 Vermelho 2 S2 3 S3 Tempo da Porta em Binário LED1 Verde 4 S4 Retorno a parada principal 1 S5 LED2 Amarelo 2 S6 3 S7 Nº da parada principal em binário 4 S8 Funcionamento das portas abertura antecipada 1 S9 2 S10 3 S11 4 S12 Definição do Controle DESLIGADO KFEB 14 QD Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 20/46 Os 3 LED’s que indicam as condições de funcionamento: CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO TIPOS DE LED’S VERDE VERMELHO AMARELO Aceso Tudo normal Porta automática aberta (KET- S fechado) Bloqueio no circuito de abertura de porta. Ex: comando de incêndio Apagado Falta de alimentação (+22VDC) ou elevador em revisão Porta automática fechada (KET - S aberto) Tudo normal Piscando Falha nas chaves magnéticas KCS ou KSE __________ Bloqueio de viagem, acusando falha, quando transcorre o tempo de viagem ZK ou ZKF (*) (*) ZK � Tempo excessivo previsto para viagem, com elevador parado. ZKF � Tempo ultrapassado de viagem previsto (elevador em movimento). Para configuração dos parâmetros da placa via interruptores, considere as tabelas a seguir: 1. Regular o tempo de Porta Aberta Interruptores S3 S2 S1 Tempo Efetivo 0 0 0 0,5 s (*) 0 0 1 1,5 s 0 1 0 2,5 s 0 1 1 3,5 s 1 0 0 4,5 s 1 0 1 5,5 s 1 1 0 6,5 s 1 1 1 7,5 s (*) Nesta configuração, o tempo de ZK é ignorado Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 21/46 2. Retorno à parada principal: S4 em 0 – Bloqueio do Retorno S4 em 1 – Ativação do Retorno (depois de 30 segundos) Colocar S4 em 0, durante a regulagem. 3. Definição da Parada Principal Interruptores S7 S6 S5 Parada Principal 0 0 1 1 0 1 0 2 0 1 1 3 1 0 0 4 1 0 1 5 1 1 0 6 1 1 1 7 4. Para Funcionamento da Porta: S8 em 0 � Abertura antecipada das portas S8 em 1 � Abertura com a Cabina Parada Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 22/46 5. Para definição do controle: Interruptores S12 S11 S10 S9 Variantes 0 0 0 0 FA, 1KA/KS, 2KA/KS (*) 0 0 0 1 FA, 1KE 0 0 1 0 FA, 1DE 0 0 1 1 HY, 1KA/KS, 2KA/KS (*) 0 1 0 0 HY, 1KE 0 1 0 1 HY, 1 DE 0 1 1 0 E 1KA/KS, 2KA/KS (*) 0 1 1 1 E, 1 KE 1 0 0 0 E, 1DE 1 0 0 1 DS 1KA/KS, 2KA/KS (*) 1 0 1 0 DS, 1KE 1 0 1 1 DS, 1 DE 1 1 0 0 1 1 0 1 1 1 1 0 1 1 1 1 Reserva (*) Controles mais usados Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 23/46 Placa de Memória de Chamadas GEC 16 QB (versões reduzida e completa) Memorização das chamadas de cabina e andar. Tem 16 memórias, mas somente 15 são usadas. TIPO DE NÚMERO DE PARADAS COMANDO VERSÃO REDUZIDA VERSÃO COMPLETA KA • 2 até 7 paradas = 1 GEC (andar e cabina) (seção C da BE1KA) • 8 até 15 paradas = 2 GEC (cabina - seção C da BE1KA; andar - seção E da BE1KA) • 2 até 15 paradas = 2 GEC (cabina - seção C da VME200; andar - seção E da VME200) KS - • 2 até 15 paradas = 3 GEC (cabina – Seção C da VME200; andar descida – seção E da VME200; andar subida – Seção G da VME200 7 Sinalização de Pavimento – BIDEC: Função: Placa decodificadora dos IPD’s de Pavimento: A1 0 V 22 V 3 2 1 0 B1 M O P O 65 4 65 3 65 2 65 1 C1 D1 E1 F1 G1 A2 B2 C2 D2 E2 F2 G2 Exemplo: Número 3 aceso no painel digital. Estando as KCS informando corretamente para CCCG: A1, B1, C1, D1, G1 � Acusa nível zero no aparelho (tensão consumida) F1, E1 � Acusa nível 1 (22V) – não houve consumo D2 D1 F2 E2 B2 C2 A2 G2 F1 E1 B1 C1 A1 G1 Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 24/46 Instalação Elétrica É importante que todos os condutores eletrônicos de 22 VDC sejam instalados separados dos condutores com correntes alternadas. Isto significa: � Na casa de máquinas, quando houver um só canal, para a instalação, as linhas condutoras de 22 VDC deverão ser mantidas separadas das outras linhas, intercalando- se peças distanciadoras. � Nos cabos flexíveis, os condutores de 22 VDC não podem ser misturados com as linhas de correntes alternadas. � Na instalação da cabina deverá ser observado o mesmo critério, isto é, condutores de 22 VDC separados dos condutores de correntes alternadas. As ligações no quadro de comando deverão merecer especial cuidado. Condutores de 22 VDC deverão ser amarrados juntos. A distância entre os amarrados de tensões diferentes deverá ser, de no mínimo a metade do diâmetro de cada amarrado. Cruzamentos de amarrados de 22 VDC com outros de outras tensões devem ser feitos em ângulo reto. Lâmpadas incandescentes ou aparelhos com consumo alto de corrente não podem ser usados para medições. As correntes altas podem danificar os transistores. Cigarras e/ou campainhas eletromecânicas não podem ser usadas, pois geram picos de tensão alta, que podem destruir os componentes eletrônicos. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneiranenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 25/46 Informações de Poço e Suas Funções As informações são fornecidas por chaves magnéticas biestáveis montadas na cabina, acionadas por ímãs colocados ao longo do percurso. • KCS - 0, KCS - 1, KCS - 2, KCS - 3 (contato para codificação e seleção) � Codificação e seleção ao longo do percurso através do código Gray. A quantidade das chaves KCS depende do número de paradas do elevador, como apresentado a seguir: � Até 3 paradas são necessárias somente KCS - 0 e KCS - 1 � De 4 até 7 paradas: KCS - 0, KCS - 1, KCS - 2; � De 8 até 15 paradas: KCS - 0, KCS - 1, KCS - 2 e KCS - 3 A seguir é observados a disposição dos ímãs com os respectivos números de paradas e o código Gray ao lado. É necessário lembrar sempre que 0 = chave magnética aberta e 1 = chave magnética fechada. Observe que há apenas 1 ímã para chaves KCS por parada. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 26/46 Informações de Poço e Suas Funções Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 27/46 Informações de Poço e Suas Funções CCCG – Circuito de Contagem em Código Gray 15 � 15 � 14 � � 14 � � 13 � � � 13 � � � 12 � � 12 � � 11 � � � 11 � � � 10 � � � � 10 � � � � 9 � � � 9 � � � 8 � � 8 � � 7 � 7 � 6 � � 6 � � 5 � � � 5 � � � 4 � � 4 � � 3 � 3 � 2 � � 2 � � 1 � 1 � Parada 3 2 1 0 KCS CCCG D 0� 0 D 1 � 1 D 2 � 2 D 3 � 3 K C S CCCG, Novas CCCG, Antigas Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 28/46 Informações de Poço e Suas Funções • KBR (contato para início da desaceleração) Função: Entrada da velocidade de nivelamento (início da desaceleração) e parada final Para elevadores de 2 velocidades com velocidade nominal igual a 1,25 m/s (75 m/min) ou quando a distância entre andares é muito pequena, fazendo com que os ímãs para desaceleração subida e descida fiquem sobrepostos, torna-se necessário usar duas chaves magnéticas, ou seja, KBR - U e KBR - D. • KSE (contato limite do percurso) Função: Desaceleração nos Extremos Determina entrada da velocidade de nivelamento (corte de alta) no final do percurso (subida e descida), independente das chaves magnéticas KCS - 0, KCS - 1, KCS - 2 e KCS - 3. Informa também, a posição do elevador nos finais do percurso, porém não define em qual extremo (superior ou inferior). OBSERVAÇÃO Nos finais de percurso, KBR tem somente a função de controle de parada. • KUET (contato de zona de porta) Função : Definição da zona da porta. • KSERE - U (contato limitador de percurso de comando de revisão) Função: Segurança em revisão no final do percurso somente na direção de subida. O ímã referente a esta chave deve ser colocado de tal forma que, o técnico possa sair de cima da cabina, na última parada. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 29/46 Informações de Poço e Suas Funções • KTZ, KTZ - 20 (contato para seleção de porta) • APENAS PARA A VERSÃO COMPLETA Estas chaves controlam a abertura de porta no caso de duplo operador de portas, ou seja, KTZ atua no lado principal e KTZ - 20 no lado do segundo operador de portas. Observação: No caso de duplo operador de portas são usadas as chaves magnéticas KUET, KTZ e KTZ - 20. Posicionamento das Chaves no Passadiço O desenho a seguir mostra as medidas dos ímãs referentes às chaves que devem ser obedecidas rigorosamente, para um perfeito funcionamento do elevador, mesmo com o desgaste dos revestimentos das sapatas de guia. Na folha seguinte, encontram-se as medidas para colocação dos ímãs, para um elevador de 4 paradas, de acordo com a sua velocidade. Perfis de fixação Ímãs Chaves Magnéticas Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 30/46 Informações de Poço e Suas Funções Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 31/46 Circuitos Elétricos Miconic E A próxima seção é composta pelos circuitos elétricos do Comando Miconic E: • Registro de Chamada e Sinalização • Circuito de Segurança • Comando de Porta QK8 • Comando de porta QKS8 • Comando de porta QKS9 • Comando de acionamento das máquinas • Fontes de informação • Rede de luz e cabina • Circuito de cancelamento de chamadas falsas ECFIG Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 32/46 Circuito de Registro de Chamada e Sinalização Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 33/46 Circuito de Segurança Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 34/46 Circuito de Comando de Porta – Operador QK8 Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para darconhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 35/46 Circuito de Comando de Porta – Operador QKS8 Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 36/46 Circuito de Comando de Porta – Operador QKS9 Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 37/46 Circuito de Acionamento das Máquinas Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 38/46 Circuito de Fontes de Alimentação Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 39/46 Circuito de Rede de Luz e Cabina Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 40/46 Circuito de Cancelamento de Chamada Falsa Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 41/46 Seqüência de Funcionamento para Pesquisa de Defeitos 1) Tem alimentação no comando ? ... Sim 2) RTS imanta (para QK8) 3) Tem chamada ? ... Sim 4) STS Imanta. 5) RSK Imanta. 6) Relés de interface imantam. 7) RMVE Imanta. 8) Contatores Imantam � 220 V CA (SR-D/U + SH1) 9) Desaceleração – KBR corta em alta. 10) Contator SFA imanta em baixa. 11) Parada final = KUET avisa e KBR corta em baixa. 12) ST-O imanta e KET-O desliga. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 42/46 Seqüência Lógica de Funcionamento dos Esquemas do Miconic E – FA – QK8 1. Esquema de Chamados S 049000/5 O esquema nos mostra o registro de chamados de cabina e de andar. Quando não existe chamado de andar ou cabina, a placa GEC recebe uma tensão PO de 22 VDC que passa pelo led (diodo emissor de luz) e por um resistor, para limitar a corrente elétrica na placa e no led. Ao se fazer um chamado , seja de andar ou cabina, através dos botões de chamados DC ou DE, o mesmo é fechado permitindo a passagem de MO (aterramento de PO), acendendo o led vermelho. A partir deste momento, a placa passar a emitir o MO para manter o led aceso e registrar o chamado de andar ou cabina, pois o fechamento de DE ou DC é temporário, Fazendo-se a medição da tensão na linha de chamados constataremos que QUANDO NÃO TEM TENSÃO EXISTE UM CHAMADO REGISTRADO PARA A PARADA QUE ESTÁ SENDO MEDIDA. Uma vez registrado o chamado de descida ou de subida pela placa GEC, a placa KFEB emite o sinal para a placa BE1KA emitir a tensão P01 de 22 VDC, para acender os leds das setas de subir ou de descer visto que os mesmo estão aterrados (MO). 2. Esquema de segurança S 049000/3 (mostrar somente a linha RTS) Estando todos os contatos KS de portas de andar fechados, permitirá a passagem da tensão P3 de 80 VDC até a bobina de RTS em A1 e M3 (aterramento de P3) em A2, imantando a bobina do contator RTS. 3. Esquema de comando de porta QK8 – S 049000/4/1 Uma vez imantada a bobina do contator RTS, ele fechará o contato 43-44 de RTS que permitirá a passagem da tensão PO de 22 VDC para a bobina A1 de STS. A placa KFEB já está informada por GEC o registro de um chamado. Esta então passa a mandar o MO para A2 de STS, imantando a bobina do contator de STS que por sua vez abrirá o contato 21-22 de STS para impedir que a tensão PO De 22 VDC chegue em Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 43/46 STO, e fechará os contatos 1-2-3-4-5-6 de STS, para permitir a chegada das 3 fases de 220 VAC no motor do operador. O contato 21-22 de RTS se abre, pois a bobina está imantada, impedindo a passagem da tensão PO de 22 VDC. Passa a chegar 0 em KFEB, informando que as portas de andar estão fechadas. O contato KET-O sai da rampa da polia do operador de portas, devido ao fechamento da porta de cabina, permitindo a chegada de 22 VDC em KFEB, informando que a porta de cabina está fechada. Após o fechamento da porta de cabina, o contato KTC é fechado. 4. Esquema de segurança S 049000/3 Todos os contatos de segurança estão ligados em série e para possível imantação do contator auxiliar RSK, todos os contatos devem estar fechados, pois teremos 80 VDC em A1 e MO em A2 de RSK. O contato KV do andar que a cabina está parada também fechou pois quando se fechou, a porta de cabina e a rampa móvel se recolheram, liberando a alavanca do fecho EVR, permitindo que o contato KV volte para a condição de fechado. Segue alguns contatos mais usados: • KS – contato de porta de andar que indica a condição de porta fechada; • KV – contato de porta de andar que indica a condição de porta travada; • KTC – contato de porta de cabina que indica a condição de porta fechada; • KNA – contato de saída de emergência; • JNC – interruptor de emergência na cabina; • JREC – interruptor de emergência na cabina; • KF – contato do freio de segurança; • KNE – contato de fim de curso; • KBV – contato do limitador de velocidade; • KSSBV – contato da polia tensora; • JHSG – contato de emergência no poço. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 44/46 5. Esquema de comando S049000/1 Devido a bobina RSK estar imantada, os seguintes contatos serão fechados: • RSK 13-14 – permite a passagem de uma fase 220 VAC •RSK 33-34 – permite a passagem de outra fase 220 VAC • RSK 43-44 – permite a passagem de 22 VDC para os relés de interface. Supondo-se que o chamado seja de subida, a placa KFEB emite o MO através do amplificador VSRU que imanta o relé de interface de subida e fecha o contato RSR-U 5-8, permitindo a passagem dos 22 VDC até A1 de RMVE que é imantado, pois chega MO em A2 de RMVE e como conseqüência os seguintes contatos serão fechados: • RMVE 13-14: permite a passagem de uma fase 220 VAC para o motor de ventilação; • RMVE 34-33: permite a passagem de outra fase 220 VAC para o motor da ventilação; • RMVE 44-43: permite a passagem de outra fase 220 VAC para A1 da bobina do contator SR-U. O relé de interface de subida imantado, fecha SR-U 9-6, que permite a passagem de 220 VAC para a bobina de SR-U imantado-o. Estando SR-U imantado, os seguintes contatos serão acionados: • Fecha SR-U 13-14: passa a alimentar a bobina A1 de SR-U, pois quando SH1 imantar SH1 21-22, vai abrir não permitindo a passagem da fase de 220 VAC. • Fecha SR-U 43-44: permite a passagem de uma fase 220 VAC até a bobina de SH1; • Abre SR-U 22-21: para não permitir a passagem de uma fase para SR-D; • Fecha SR-U 5-6: permite a passagem de 80 VDC para abertura do freio; • Fecha SR-U 1-2-3-4: permite a passagem de duas fases de 220 VAC. O amplificador VSH emite o MO e o relé de interface de velocidade alta imanta e fecha o contato RS-H 9-6, que permite a entrada de outra fase de 220 VAC em A3 de SH1, imantado-o. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 45/46 Estando o contator SH1 imantado, os seguintes contatos serão acionados: • Abre SH1 21-22: agora a contatora de subida SR-U em A2 fica alimentada por SR-U 13-14; • Fecha SH1 43-44: permite a abertura do freio magnético; • Fecha SH1 1-2-3-4-5-6: alimenta o motor de tração dando a partida da cabina. As KC’s informam através do código Gray a codificação da próxima parada e, havendo um chamado para a próxima parada, quando KBR informar o ponto de corte da velocidade alta, a KFEB emite o MO para RSFA, acionando os seguintes contatos: • Abre RSFA 1-7: desenergizando SH1 em A2; • Fecha RSFA 4-7: energizando SFA em A2; • Abre SH1 43-44: pois o freio passa a ser alimentado por SFA 43-44; • Abre SH1 1-2-3-4-5-6: o motor de tração passa a ser alimentado por SFA 1- 2-3-4-5-6. Ao imantar SFA, os seguintes contatos serão acionados: • Abre SFA 21-22: agora a contatora de subida SR-U fica alimentada por SR-U 13-14; • Abre SFA 31-32: impede a passagem de 220 VAC para a bobina A1 de SH1; • Fecha SFA 43-44: pára a alimentação do freio, simultaneamente a abertura de SH1 43-44; • Fecha SFA 1-2-3-4-5-6: permite a passagem de 220 VAC para o enrolamento de baixa do motor de tração, simultaneamente com a abertura de SH1 1-2-3-4- 5-6. Desta forma foi cortada a velocidade alta e acionada a velocidade baixa. No momento em que a chave magnética KBR passar pelo segundo imã fixo na caixa de corrida, a KFEB corta o MO para VSFA, VSH e VSR-U, abrindo o contato RSFA 4-7, desenergizando a bobina de SFA, SR-U e cortando a velocidade baixa. Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação ou para dar conhecimentos a terceiros. F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO REVISÃO: S01 PÁG: 46/46 Desta forma, foi cortada a velocidade baixa, parando a cabina no andar com a porta de cabina aberta, pois a KFEB passa a mandar o MO para ST-O em A2 e ST-S 21-22 que está fechado, pois caiu ST-S, permitindo a passagem de 22 VDC para a bobina em A2 de ST-O, imantado-o. Ao imantar ST-O, os seguintes contatos serão acionados: Abre ST-O 21-22: para proteção de ST-S; Fecha ST-O 1-2-3-4-5-6: inverte as fases 220 VAC, invertendo-se a rotação do motor do operador QK8, abrindo a porta de cabina. O contato KET-O é aberto e passa a chegar 0 em KFEB, que corta MO de ST-O, ficando a cabina em repouso com a porta de cabina aberta.