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Manual Miconic E Básico

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Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. 
Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de 
maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação 
ou para dar conhecimentos a terceiros. 
 
 
F.0080 – Rev. 1 (CAPA) MICONIC E BÁSICO 
TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO 
REVISÃO: 
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Nome 
 
Cópia Não Controlada 
Uso Exclusivo para Treinamento 
 
MANUAL DE TREINAMENTO & 
DESENVOLVIMENTO 
 
 
MMMMiiiiccccoooonnnniiiicccc EEEE 
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Versão Reduzida 
ELEVADORES ATLAS SCHINDLER
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F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO 
DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS 
CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO 
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TÍTULO PÁGINA 
 
Cuidados com os Componentes Eletrônicos 2 
 
Definição do Miconic E e suas Aplicações 5 
 
Quadro de Comando 6 
 
Tipos de Quadro de Comando 6 
 
Características e Adicionais do Quadro de Comando 8 
 
Componentes do Quadro de Comando 12 
 
Fonte de Alimentação de Emergência 15 
 
Relés Auxiliares de Interface 17 
 
Informação de Poço e suas Funções 26 
 
Circuitos Elétricos Miconic E 32 
 Registro de Chamada e Sinalização 33 
 Circuito de Segurança 34 
 Comando de Porta QK8 35 
 Comando de Porta QKS8 36 
 Comando de Porta QKS9 37 
 Comando de Acionamento de Máquinas 38 
 Fontes de Informação 39 
 Rede de Luz e Cabina 40 
 Circuito de Cancelamento de Chamadas Falsas 41 
 
Seqüência de Funcionamento para Pesquisa de Defeitos 42 
 
Seqüência Lógica de Funcionamento dos Esquemas do Miconic E – FA – 
QK8 
43 
 
 
 
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F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO 
DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS 
CENTRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO 
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Cuidados com os Componentes Eletrônicos 
 
Os componentes MOS são na sua maioria circuitos integrados (digitais), denominados 
com as siglas CMOS, PMOS e NMOS. Com menor freqüência usa-se também transistores 
execução MOS. 
 
Os componentes MOS necessitam de um manuseio todo especial, pois são extremamente 
sensíveis a descargas eletrostáticas. 
 
A destruição do circuito é em geral no momento da ocorrência de um pico excessivo. No 
entanto, há casos em que continuam funcionando por poucas horas. Nestes casos, a 
pesquisa de origem do defeito torna-se quase impossível. 
 
Para proteger da melhor forma tais componentes, eles são providos de circuitos 
especiais internos. 
 
Embora os componentes MOS tenham estas características críticas, oferecem grandes 
vantagens, que tornam a sua aplicação justificada, pelos seguintes motivos: 
 
� Consumo de energia muito baixo. 
� Boa relação entre as tensões utilizadas e as de interferência. 
� Larga gama de aplicação. Possibilidade de construção de circuitos complexos, 
relativamente simples e econômicos. 
Circuitos integrados e transistores com componentes semicondutores do tipo MOS são 
externamente de aspecto idêntico aos de outra tecnologia. Por este motivo, todos os prints 
onde foram empregados elementos MOS, são marcados com uma etiqueta de cor 
laranja para chamar a tenção dos que lidam com este material, sendo também fornecido 
em embalagens antiestáticas. 
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Etiquetas de Proteção 
 
As etiquetas de proteção de cor laranja, autocolantes, são colocadas nos prints por 
ocasião de sua fabricação e não devem ser removidas. No caso de se desprenderem, 
deverão ser renovadas imediatamente. 
 
 
 
• Embalagens, Transporte e Armazenamento 
 
Os prints com elementos MOS necessitam de uma proteção contra descargas 
eletrostáticas. O material para a sua embalagem tem a propriedade adequada, eliminando 
a geração de tensões eletrostáticas, que ocorrem, de modo geral, quando dois materiais 
diferentes ou mesmo iguais atritam entre si. 
 
Este mesmo material de embalagem evita danos de cargas estáticas de origem externa 
devido à sua condutividade. 
 
O material de embalagem antiestático é de fabricação especial e portanto de preço alto. Por 
este motivo deve ser tratado com zelo, para garantir a sua reutilização por longo tempo. 
 
Os prints com elementos MOS somente poderão ser transportados em embalagens 
antiestáticas e devidamente marcados com a etiqueta MOS de cor laranja. É proibido 
usar-se outro material para embalagem. 
Prints que não sejam aplicados, imediatamente, deverão ser guardados dentro das 
embalagens antiestáticas. 
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Manuseio dos Prints 
 
� Para evitar o surgimento de cargas eletrostáticas a pessoa não deve vestir roupas de 
material de alto valor isolante (como nylon). 
� Os prints desembalados não podem ser colocados em superfícies que não 
ofereçam proteção antiestática. 
� Em casos de dificuldades ambientais, deve ser usado o material das embalagens 
antiestáticas para a forração do lugar, onde os prints forem colocados. 
� Antes de retirar uma placa de print do seu encaixe no quadro, ou pegar um print 
guardado, é indispensável que o corpo seja “descarregado” . Isto é feito de maneira 
simples e eficiente, tocando com ambas as mãos em uma parte aterrada (por 
exemplo: armação do quadro de comando, etc). 
� Os prints não podem ser retirados nem colocados em seus suportes sem que 
primeiro seja desligada a chave do respectivo elevador. 
 
Qualquer manuseio sob tensão poderá destruir os componentes. 
 
� Intervenções e/ou Medições nos Prints, com Elementos MOS 
 
Os prints com elementos MOS somente podem ser consertados ou alterados na fábrica. 
As medições internas não podem ser feitas além das exigidas pelas instruções específicas. 
 
Se forem exigidas medições não constantes das instruções, estas só poderão ser realizadas 
por pessoal especialmente treinado para tal. 
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DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS 
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Definição do Miconic E e suas Aplicações 
 
O comando Miconic E é uma unidade de controle eletrônico a base de um 
microprocessador. 
 
O processamento das informações é completamente eletrônico, iniciando com a memória 
das chamadas, até a ligação das bobinas dos contatores do operador de porta e do motor 
de tração, bem como dos relés de segurança. 
 
O MICONIC E aplica-se aos seguintes tipos de controle: 
 
1 KA (Simplex coletivo na descida) 
1 KS (Simplex coletivo seletivo) 
2 KA (Duplex coletivo na descida) 
2 KS (Duplex coletivo seletivo) 
1 KE (Simplex automático coletivo) 
1 DE (Simplex automático simples) 
 
Também é utilizado nos seguintes acionamentos: 
 
� Acionamento trifásico de uma velocidade E 
� Acionamento trifásico deduas velocidades FA 
� Acionamento hidráulico HY 
� Acionamento Dynatron S DS 
 
 
 
 
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DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS 
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Quadro de Comando 
 
• Tipos de Quadro de Comando 
 
As versões reduzida e completa possuem características e adicionais comuns. Observe o 
quadro apresentado a seguir: 
 
CARACTERÍSTICAS E ADICIONAIS DO COMANDO MICONIC E VERSÃO 
REDUZIDA 
VERSÃO 
COMPLETA 
01 - Até 15 paradas 
02 - Duas velocidades 45, 60 ou 75m/min. 
03 - Voltagem principal 220 VAC 
04 - Voltagem das botoeiras 22 VdC 
05 - Tipo de porta - QK8, QKS8, QKS6, QKS9 
06 - Piso móvel * 
07 - Setas de direção LR –D/U * 
08 - Saída para indicadores digital * 
09 - Retorno automático à parada principal (RL) 
10 - Reservação (JVR) * 
11 - Prioridade (JPF) * 
12 - Fora de serviço (JAB) * 
13 - Bombeiro BR1 * 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
 
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Quadro de Comando 
 
CARACTERÍSTICAS E ADICIONAIS DO COMANDO MICONIC E VERSÃO 
REDUZIDA 
VERSÃO 
COMPLETA 
14 - Eliminador de chamadas falsas (ECF) * 
15 - Controle de evacuação (RH) * 
16 - Renivelamento manual (carga e hospital) * 
17 - Montagem no piso ou parede 
18 - Sistema PAR / todos e ÍMPAR/todos 
19 - Controle simples ACSD (1KA) 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
20 - Controle simplex ACS (1KS), Duplex ACS (2KS), Duplex ACSD (2KA) 
21 - Bombeiro BR - 3 * 
22 - Energia de emergência NS11, NS21 * 
23 - Pré-avanço + Gongo * 
24 - Controle para cabineiro JLI * 
25 - Porta 2x QK8, 2x QKS8, 2x QKS6 - B, 2x QKS9 (duplo operador de 
portas) * 
26 - 1 Parada desigual nos extremos para duplex * 
 X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
 
* ADICIONAL 
 
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DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS 
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Características e Adicionais do Comando 
 
• Controle KA (coletivo com seleção na descida) 
 
Nas botoeiras dos andares há apenas um único botão de chamada. 
A chamada de um andar é interpretada como a intenção de querer alcançar a parada 
principal (HH). As chamadas dos andares localizados acima de HH são chamadas de 
descida. 
Uma chamada registrada em HH e abaixo de HH tem o efeito de chamada de subida. 
Este comando é vantajoso para o fluxo predominante de passageiros saindo e chegando à 
parada principal (HH). Por exemplo, prédios de apartamentos. 
 
• Controle KS (coletivo seletivo) 
 
Nas botoeiras dos andares, com exceção dos andares extremos (superior e inferior) são 
colocados 2 botões de chamadas. O usuário tem a possibilidade de comunicar para o 
controle a direção que ele quer seguir. 
As chamadas de subida e de descida serão registradas, seletivamente para serem 
atendidas na respectiva direção. 
Este comando é apropriado para elevadores com fluxo de passageiros entre andares 
intermediários (por exemplo, prédios de escritórios). 
 
• Posição da Cabina 
 
A cabina tem a sua posição definida ao longo do percurso por chaves magnéticas 
biestáveis. As chaves magnéticas são acionadas de forma a seguir as características do 
código Gray, que tem a mudança de apenas uma chave bi-estável muda a sua posição de 
um andar para o seguinte. 
 
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Características e Adicionais do Comando 
 
Entre cada andar é colocado um ímã com a polaridade certa para comutar a chave 
magnética bi-estável correspondente. 
Para a formação e transmissão do código Gray, são necessários: 
 
� Para 4 a 7 paradas: 3 chaves magnéticas e 3 linhas no cabo flexível. 
� Para 8 a 15 paradas: 4 chaves magnéticas e 4 linhas no cabo flexível 
 
As chaves magnéticas biestáveis mantém a sua posição (fechado ou aberto) mesmo após a 
falta de energia elétrica. 
Por este motivo não ocorre uma viagem de correção após a religação da energia, e quando 
a cabina ficou parada no nível de um pavimento. 
Quando a cabina, por ocasião de falta de energia, chegou a parar desnivelada, fora da zona 
de porta, ocorrerá uma viagem de correção até a próxima parada, dentro das possibilidades 
da distância de frenagem. 
 
• Seletor 
 
Para determinar uma parada é necessário um pré-cálculo da posição através do código 
Gray, isto é, um sistema de seletor adiantado. 
 
• Reservação (JRV) 
 
Comando adicional operado por chave localizada na cabina, que pode ser retirada em 
apenas uma das posições Quando acionado provoca: 
� Bloqueio de chamadas de andar para aquele elevador; no caso de Duplex, o elevador se 
desligará do grupo. 
� A cabina atende apenas uma chamada por vez. Se for feita mais de uma chamada, 
atende a mais próxima e cancela as demais, ficando de porta aberta, caso não seja 
registrada outra chamada de cabina. 
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Características e Adicionais do Comando 
 
• Prioridade (JPF) 
 
Adicional idêntico à reservação, porém com a chave de retorno. 
O comando atenderá apenas uma chamada de cabina, a cada vez que for acionado. 
 
• Fora de Serviço (JAB) 
 
Comando adicional operado por chave na parada principal ou no painel de tráfego, que 
permite forçar o retorno do elevador à parada principal, onde ele abrirá as portas e ficará 
parado até que o comando seja retirado. No quadro de versão reduzida, se o elevador 
estiver viajando em direção contrária, o mesmo irá parar na parada mais próxima, sem abrir 
as portas e retornando à parada principal. 
 
• Bombeiro (BR1) 
 
Comando adicional de incêndio na parada principal que, quando acionado, provoca 
comportamentos semelhantes ao do comando fora de serviço. Este comando fica situado 
numa caixa envidraçada, sendo operada por pressão e desoperada por chave. 
 
• Bombeiro (BR3) 
 
Adicional ao comando BR1 que permite, através de uma chave na cabina, a liberação do 
elevador para uso dos bombeiros. A chave de bombeiros habilita somente as chamadas de 
cabina. Quando estas são atendidas, o elevador não abre a porta. Ao pressionar o botão de 
abrir, a porta abre lentamente (somente no caso de operadores de porta QKS6 - B e QKS9). 
É necessário manter o botão pressionado até a completa abertura da porta, que ficará 
assim, até a próxima chamada. 
 
 
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Características e Adicionais do Comando 
 
• Eliminador de Chamada Falsa (ECF) 
 
Adicional para elevadores com porta de eixo vertical (QK8) e sem piso móvel. Este 
dispositivo permite que as chamadas de cabina sejam canceladas, após um número fixo de 
atendimento de chamadas com abertura da porta de cabina e sem a abertura da porta de 
andar. 
 
• Controle de Evacuação (RH) 
 
Adicional composto de botoeira anexa ao quadro de comando que permite operar o 
elevador em velocidade de revisão, à partir da casa de máquinas para renivelamento, 
manutenção ou evacuação, no caso de desligamento dos contatos do fim de curso e/ou 
freio de segurança. 
 
• Renivelamento Manual 
 
Comando adicional que permite renivelar o elevador dentro da zona de porta, com as portas 
abertas, através de botões na cabina. 
 
• Energia de Emergência (NS11) 
 
Comando adicional que permite evacuar o elevador, no caso de falta de energia elétrica, 
sendo alimentado por um gerador de emergência. A evacuação ocorre na parada mais 
próxima, sendo efetuada uma cabina por vez, no caso de duplex. 
 
• Energia de Emergência (NS21) 
 
Comando adicional idêntico ao NS11, porém com evacuação na parada principal. 
 
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Componentes do Quadro de Comando 
 
Os componentes do quadro de comando Miconic E são: 
 
� Transformador TS 
� Fonte de alimentação NG 8022 
� Contatores principais, contatores auxiliares e relés auxiliares de interface. 
� Disjuntor 
� Relé bimetálico 
� Bornes 
� Transformador TA (para rede diferente de 220 V) 
� Print mãe – BE1KA 
� Prints eletrônicos – KFEB e GEC 
 
Os componentes do quadro de comando são montados em três tipos de armários. 
Observe os armários a seguir. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Miconic E (R para operadores de porta QK8/QKS8 Versão Reduzida) 
 
 
 
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Miconic E – R Para Operadores de Porta QKS6B/QKS9 Versão Reduzida) 
 
 
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Fonte de Alimentação de Emergência 
 
A fonte de alimentação NG 8022 é composta por um transformador TS, ligado à rede de 220 
VAC, e dois retificadores. 
No transformador TS existem duas saídas: 80 VAC e 19 VAC (tensão Alternada), que ao 
passarem pelos retificadores da fonte NG 8022, são transformados em tensão contínua, ou 
seja, + 80 VDC (P3) e + 22 VDC (PO). 
MO é valor de referência (terra) de PO (+22 VDC) e M3 é o valor de referência (terra) de P3 
(+80 VDC). MO e M3 são interligados na própria fonte para definir uma única ligação à terra. 
POX é a alimentação de + 22 VDC no comando duplex para chamadas externas. 
 
 
 
OBSERVAÇÃO 
 
 
� Para rede diferente de 220 VAC é necessário usar um transformador TA. Isto permite 
que a tensão da bobina dos contatores principais e do motor do operador de porta seja 
sempre 220 VAC. 
 
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Fonte de Alimentação de Emergência 
 
Existem dois tipos de fonte NG 8022: 3 e 6 ampères. 
 
TIPOS NG 8022 – 3A NG 8022 – 6A 
Operadores Portas QK8 / QKS8 QKS6 - B / QKS9 
Fusíveis + 22 VDC = 3A 
+ 80 VDC = 6A 
+ 22 VDC = 6A 
+ 80 VDC = 6A 
 
• Contatores Principais 
 
O quadro de comando do Miconic E de duas velocidades possui quatro contatores principais 
de 220 VAC (corrente alternada), acionados por relés auxiliares de interface: 
 
SH1 - Contator da velocidade nominal 
SFA - Contator da velocidade de nivelamento 
SR - D - Contator direção de descida 
SR - U - Contator direção de subida 
 
• Contatores Auxiliares 
 
São contatores de corrente contínua usadas em várias funções do comando: 
 
ST - 0 = Comando para abertura de porta (22 VDC) acionado pela eletrônica 
ST - S = Comando para fechamento de porta (22 VDC) acionado pela eletrônica 
RMVE = Comando para acionamento da ventilação forçada do motor de tração (22 VDC) 
RSK = Comando para circuito de segurança completo (80 VDC) 
RTS = Comando para porta de pavimento (80 VDC) - (somente para porta de eixo 
vertical) 
 
 
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• Relés Auxiliares de Interface 
 
São relés de corrente contínua (22 VDC) acionados pela eletrônica que servem para acionar 
os contatores principais. 
Para um elevador de 2 velocidades são utilizados os seguintes relés auxiliares: 
• RSH (relé auxiliar para velocidade nominal) 
• RSFA (relé auxiliar para velocidade de nivelamento) 
• RSR – D (relé auxiliar para direção de descida) 
• RSR – U (relé auxiliar para direção de subida) 
 
OBSERVAÇÃO 
 
 
� Na versão reduzida estes relés estão localizados na placa BE1KA, enquanto na versão 
completa localiza-se no print PIMS. QA. 
 
 
• Disjuntor (JTHS) 
 
É o interruptor térmico do comando, cuja função é proteger o quadro de comando contra 
altas correntes, retirando a sua alimentação. 
 
• Relé Bimetálico (RTHMH) 
 
É o relé térmico do motor de tração, cuja função é proteger o motor de tração. 
 
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OBSERVAÇÃO 
 
 
� Para fazer medições no quadro de comando é necessário verificar o código de cores 
da fiação, a fim de evitar a queima do aparelho de teste e garantir a leitura correta do 
valor de tensão. 
 
 
O código de cores é o seguinte: 
� Amarelo – 0V = M0, M3, PE 
� Vermelho– 22 VDC = P0 
� Vermelho – 80 VDC = P3 
� Preto – 220 VAC = Corrente alternada 
� Azul – Circuito de segurança 
� Verde – Registro de chamadas 
 
Placa Mãe na Versão Reduzida– BE1KA 
� Nesta placa existem alguns jumpers que devem ser usados de acordo com o número de 
paradas. A seguir são informados todos os jumpers com os respectivos números de 
paradas. 
DE 2 ATÉ 7 PARADAS DE 8 ATÉ 15 PARADAS 
Jumper J8 
 J9 
 J13 
 J14 
 J19 
J10 
J11 
J12 
J20 
 
 
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ou para dar conhecimentos a terceiros. 
 
 
F.0080 – Rev. 1 (Intermediário) MICONIC E BÁSICO 
DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS 
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Placa Principal - KFEB 14 QD (versão reduzida e completa) 
 
A placa principal do Miconic E, conectada nas seções A e B da BE1KA e VME200. 
 
 LIGADO 
 0 
Botão RESET 
 1 S1 
LED3 Vermelho 2 S2 
 3 S3 
Tempo da Porta em Binário 
LED1 Verde 4 S4 Retorno a parada principal 
 
 1 S5 
LED2 Amarelo 2 S6 
 3 S7 
Nº da parada principal em 
binário 
 4 S8 
 
Funcionamento das portas 
abertura antecipada 
 1 S9 
 2 S10 
 3 S11 
 4 S12 
Definição do Controle 
 
 
DESLIGADO 
 
 
 
 
 
 
 
KFEB 14 QD 
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Os 3 LED’s que indicam as condições de funcionamento: 
CONDIÇÕES DE 
FUNCIONAMENTO 
TIPOS DE LED’S 
 VERDE VERMELHO AMARELO 
Aceso Tudo normal Porta automática aberta 
(KET- S fechado) 
Bloqueio no circuito de 
abertura de porta. 
Ex: comando de incêndio 
Apagado Falta de alimentação 
(+22VDC) ou elevador em 
revisão 
Porta automática fechada 
(KET - S aberto) 
Tudo normal 
Piscando Falha nas chaves 
magnéticas KCS ou KSE 
__________ Bloqueio de viagem, 
acusando falha, quando 
transcorre o tempo de 
viagem ZK ou ZKF (*) 
(*) ZK � Tempo excessivo previsto para viagem, com elevador parado. 
ZKF � Tempo ultrapassado de viagem previsto (elevador em movimento). 
 
Para configuração dos parâmetros da placa via interruptores, considere as tabelas a seguir: 
 
1. Regular o tempo de Porta Aberta 
Interruptores 
S3 S2 S1 
Tempo Efetivo 
0 0 0 0,5 s (*) 
0 0 1 1,5 s 
0 1 0 2,5 s 
0 1 1 3,5 s 
1 0 0 4,5 s 
1 0 1 5,5 s 
1 1 0 6,5 s 
1 1 1 7,5 s 
(*) Nesta configuração, o tempo de ZK é ignorado 
 
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2. Retorno à parada principal: 
 
S4 em 0 – Bloqueio do Retorno 
S4 em 1 – Ativação do Retorno (depois de 30 segundos) 
 
Colocar S4 em 0, durante a regulagem. 
 
 
3. Definição da Parada Principal 
Interruptores 
S7 S6 S5 
Parada Principal 
0 0 1 1 
0 1 0 2 
0 1 1 3 
1 0 0 4 
1 0 1 5 
1 1 0 6 
1 1 1 7 
 
 
4. Para Funcionamento da Porta: 
 
S8 em 0 � Abertura antecipada das portas 
S8 em 1 � Abertura com a Cabina Parada 
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5. Para definição do controle: 
 
Interruptores 
S12 S11 S10 S9 
Variantes 
0 0 0 0 FA, 1KA/KS, 2KA/KS (*) 
0 0 0 1 FA, 1KE 
0 0 1 0 FA, 1DE 
0 0 1 1 HY, 1KA/KS, 2KA/KS (*) 
0 1 0 0 HY, 1KE 
0 1 0 1 HY, 1 DE 
0 1 1 0 E 1KA/KS, 2KA/KS (*) 
0 1 1 1 E, 1 KE 
1 0 0 0 E, 1DE 
1 0 0 1 DS 1KA/KS, 2KA/KS (*) 
1 0 1 0 DS, 1KE 
1 0 1 1 DS, 1 DE 
1 1 0 0 
1 1 0 1 
1 1 1 0 
1 1 1 1 
Reserva 
(*) Controles mais usados 
 
 
 
 
 
 
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Placa de Memória de Chamadas GEC 16 QB (versões reduzida e 
completa) 
Memorização das chamadas de cabina e andar. Tem 16 memórias, mas somente 15 são 
usadas. 
TIPO DE NÚMERO DE PARADAS 
COMANDO VERSÃO REDUZIDA VERSÃO COMPLETA 
 
KA 
• 2 até 7 paradas = 1 GEC (andar e cabina) 
(seção C da BE1KA) 
• 8 até 15 paradas = 2 GEC (cabina - seção C da 
BE1KA; andar - seção E da BE1KA) 
• 2 até 15 paradas = 2 GEC (cabina - seção C 
da VME200; andar - seção E da VME200) 
KS - • 2 até 15 paradas = 3 GEC (cabina – Seção C 
da VME200; andar descida – seção E da 
VME200; andar subida – Seção G da VME200
7 
Sinalização de Pavimento – BIDEC: 
Função: Placa decodificadora dos IPD’s de Pavimento: 
A1 
 0 
V
 
22
 V
 
 3 2 1 0 
B1 
 M
O
 
P
O
 
 65
4 
65
3 
65
2 
65
1 
C1 
D1 
E1 
F1 
G1 
A2 
B2 
C2 
D2 
E2 
F2 
G2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exemplo: Número 3 aceso no painel 
digital. 
Estando as KCS informando corretamente 
para CCCG: 
A1, B1, C1, D1, G1 � Acusa nível zero no 
aparelho (tensão consumida) 
F1, E1 � Acusa nível 1 (22V) – não houve 
consumo 
 
D2 D1 
F2 
E2 
B2 
C2 
A2 
G2 F1 
E1 
B1 
C1 
A1 
G1 
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DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS 
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Instalação Elétrica 
 
É importante que todos os condutores eletrônicos de 22 VDC sejam instalados separados 
dos condutores com correntes alternadas. 
Isto significa: 
 
� Na casa de máquinas, quando houver um só canal, para a instalação, as linhas 
condutoras de 22 VDC deverão ser mantidas separadas das outras linhas, intercalando-
se peças distanciadoras. 
� Nos cabos flexíveis, os condutores de 22 VDC não podem ser misturados com as linhas 
de correntes alternadas. 
� Na instalação da cabina deverá ser observado o mesmo critério, isto é, condutores de 22 
VDC separados dos condutores de correntes alternadas. 
 
As ligações no quadro de comando deverão merecer especial cuidado. 
Condutores de 22 VDC deverão ser amarrados juntos. A distância entre os amarrados de 
tensões diferentes deverá ser, de no mínimo a metade do diâmetro de cada amarrado. 
Cruzamentos de amarrados de 22 VDC com outros de outras tensões devem ser feitos em 
ângulo reto. 
 
Lâmpadas incandescentes ou aparelhos com consumo alto de corrente não podem ser 
usados para medições. As correntes altas podem danificar os transistores. 
 
Cigarras e/ou campainhas eletromecânicas não podem ser usadas, pois geram picos de 
tensão alta, que podem destruir os componentes eletrônicos. 
 
 
 
 
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maneiranenhuma ser copiada, nem usada para fabricação 
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Informações de Poço e Suas Funções 
 
As informações são fornecidas por chaves magnéticas biestáveis montadas na cabina, 
acionadas por ímãs colocados ao longo do percurso. 
 
• KCS - 0, KCS - 1, KCS - 2, KCS - 3 (contato para codificação e seleção) 
 
� Codificação e seleção ao longo do percurso através do código Gray. 
A quantidade das chaves KCS depende do número de paradas do elevador, como 
apresentado a seguir: 
 
� Até 3 paradas são necessárias somente KCS - 0 e KCS - 1 
� De 4 até 7 paradas: KCS - 0, KCS - 1, KCS - 2; 
� De 8 até 15 paradas: KCS - 0, KCS - 1, KCS - 2 e KCS - 3 
A seguir é observados a disposição dos ímãs com os respectivos números de paradas e o 
código Gray ao lado. É necessário lembrar sempre que 0 = chave magnética aberta e 1 = 
chave magnética fechada. 
 
Observe que há apenas 1 ímã para chaves KCS por parada. 
 
 
 
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Informações de Poço e Suas Funções 
 
 
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Informações de Poço e Suas Funções 
CCCG – Circuito de Contagem em Código Gray 
 
15
 � 15
 � 
14
 � � 14
 � � 
13
 � � � 13
 � � � 
12
 � � 12
 � � 
11
 � � � 11
 � � � 
10
 � � � � 10
 � � � � 
9 � � � 9 � � � 
8 � � 8 � � 
7 � 7 � 
6 � � 6 � � 
5 � � � 5 � � � 
4 � � 4 � � 
3 � 3 � 
2 � � 2 � � 
1 � 1 � 
Parada 3 2 1 0 KCS CCCG 
D
0�
 0 
D
1 �
 1 
D
2 �
 2 
D
3 �
 3 
K
C
S
 
 
CCCG, Novas CCCG, Antigas 
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Informações de Poço e Suas Funções 
 
• KBR (contato para início da desaceleração) 
Função: Entrada da velocidade de nivelamento (início da desaceleração) e parada final 
Para elevadores de 2 velocidades com velocidade nominal igual a 1,25 m/s (75 m/min) ou 
quando a distância entre andares é muito pequena, fazendo com que os ímãs para 
desaceleração subida e descida fiquem sobrepostos, torna-se necessário usar duas chaves 
magnéticas, ou seja, KBR - U e KBR - D. 
 
• KSE (contato limite do percurso) 
Função: Desaceleração nos Extremos 
 
Determina entrada da velocidade de nivelamento (corte de alta) no final do percurso (subida 
e descida), independente das chaves magnéticas KCS - 0, KCS - 1, KCS - 2 e KCS - 3. 
Informa também, a posição do elevador nos finais do percurso, porém não define em qual 
extremo (superior ou inferior). 
OBSERVAÇÃO 
Nos finais de percurso, KBR tem somente a função de controle de parada. 
 
 
• KUET (contato de zona de porta) 
Função : Definição da zona da porta. 
 
• KSERE - U (contato limitador de percurso de comando de revisão) 
Função: Segurança em revisão no final do percurso somente na direção de subida. O ímã 
referente a esta chave deve ser colocado de tal forma que, o técnico possa sair de cima da 
cabina, na última parada. 
 
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Informações de Poço e Suas Funções 
 
• KTZ, KTZ - 20 (contato para seleção de porta) 
• APENAS PARA A VERSÃO COMPLETA 
Estas chaves controlam a abertura de porta no caso de duplo operador de portas, ou seja, 
KTZ atua no lado principal e KTZ - 20 no lado do segundo operador de portas. 
 
Observação: No caso de duplo operador de portas são usadas as chaves magnéticas 
KUET, KTZ e KTZ - 20. 
 
 
Posicionamento das Chaves no Passadiço 
 
O desenho a seguir mostra as medidas dos ímãs referentes às chaves que devem ser 
obedecidas rigorosamente, para um perfeito funcionamento do elevador, mesmo com o 
desgaste dos revestimentos das sapatas de guia. 
 
 
Na folha seguinte, encontram-se as medidas para colocação dos ímãs, para um elevador 
de 4 paradas, de acordo com a sua velocidade. 
 
Perfis de fixação
Ímãs 
Chaves 
Magnéticas 
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Informações de Poço e Suas Funções 
 
 
 
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Circuitos Elétricos Miconic E 
 
A próxima seção é composta pelos circuitos elétricos do Comando Miconic E: 
 
• Registro de Chamada e Sinalização 
• Circuito de Segurança 
• Comando de Porta QK8 
• Comando de porta QKS8 
• Comando de porta QKS9 
• Comando de acionamento das máquinas 
• Fontes de informação 
• Rede de luz e cabina 
• Circuito de cancelamento de chamadas falsas ECFIG 
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Circuito de Registro de Chamada e Sinalização 
 
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Circuito de Segurança 
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Circuito de Comando de Porta – Operador QK8 
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Circuito de Comando de Porta – Operador QKS8 
 
 
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Circuito de Comando de Porta – Operador QKS9 
 
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Circuito de Acionamento das Máquinas 
 
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Circuito de Fontes de Alimentação 
 
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Circuito de Rede de Luz e Cabina 
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Circuito de Cancelamento de Chamada Falsa 
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Seqüência de Funcionamento para Pesquisa de Defeitos 
 
 
1) Tem alimentação no comando ? ... Sim 
 
2) RTS imanta (para QK8) 
 
3) Tem chamada ? ... Sim 
 
4) STS Imanta. 
 
5) RSK Imanta. 
 
6) Relés de interface imantam. 
 
7) RMVE Imanta. 
 
8) Contatores Imantam � 220 V CA (SR-D/U + SH1) 
 
9) Desaceleração – KBR corta em alta. 
 
10) Contator SFA imanta em baixa. 
 
11) Parada final = KUET avisa e KBR corta em baixa. 
 
12) ST-O imanta e KET-O desliga. 
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Seqüência Lógica de Funcionamento dos Esquemas do Miconic E – FA – QK8 
 
1. Esquema de Chamados S 049000/5 
 
O esquema nos mostra o registro de chamados de cabina e de andar. 
Quando não existe chamado de andar ou cabina, a placa GEC recebe uma tensão PO de 
22 VDC que passa pelo led (diodo emissor de luz) e por um resistor, para limitar a corrente 
elétrica na placa e no led. 
Ao se fazer um chamado , seja de andar ou cabina, através dos botões de chamados DC ou 
DE, o mesmo é fechado permitindo a passagem de MO (aterramento de PO), acendendo o 
led vermelho. 
A partir deste momento, a placa passar a emitir o MO para manter o led aceso e registrar o 
chamado de andar ou cabina, pois o fechamento de DE ou DC é temporário, 
 Fazendo-se a medição da tensão na linha de chamados constataremos que 
QUANDO NÃO TEM TENSÃO EXISTE UM CHAMADO REGISTRADO PARA A PARADA 
QUE ESTÁ SENDO MEDIDA. 
Uma vez registrado o chamado de descida ou de subida pela placa GEC, a placa KFEB 
emite o sinal para a placa BE1KA emitir a tensão P01 de 22 VDC, para acender os leds das 
setas de subir ou de descer visto que os mesmo estão aterrados (MO). 
 
2. Esquema de segurança S 049000/3 (mostrar somente a linha RTS) 
 
Estando todos os contatos KS de portas de andar fechados, permitirá a passagem da 
tensão P3 de 80 VDC até a bobina de RTS em A1 e M3 (aterramento de P3) em A2, 
imantando a bobina do contator RTS. 
 
3. Esquema de comando de porta QK8 – S 049000/4/1 
 
Uma vez imantada a bobina do contator RTS, ele fechará o contato 43-44 de RTS 
que permitirá a passagem da tensão PO de 22 VDC para a bobina A1 de STS. 
A placa KFEB já está informada por GEC o registro de um chamado. Esta então 
passa a mandar o MO para A2 de STS, imantando a bobina do contator de STS que por sua 
vez abrirá o contato 21-22 de STS para impedir que a tensão PO De 22 VDC chegue em 
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STO, e fechará os contatos 1-2-3-4-5-6 de STS, para permitir a chegada das 3 fases de 220 
VAC no motor do operador. 
O contato 21-22 de RTS se abre, pois a bobina está imantada, impedindo a 
passagem da tensão PO de 22 VDC. Passa a chegar 0 em KFEB, informando que as portas 
de andar estão fechadas. 
O contato KET-O sai da rampa da polia do operador de portas, devido ao fechamento 
da porta de cabina, permitindo a chegada de 22 VDC em KFEB, informando que a porta de 
cabina está fechada. 
Após o fechamento da porta de cabina, o contato KTC é fechado. 
 
4. Esquema de segurança S 049000/3 
 
Todos os contatos de segurança estão ligados em série e para possível imantação do 
contator auxiliar RSK, todos os contatos devem estar fechados, pois teremos 80 VDC em A1 
e MO em A2 de RSK. 
O contato KV do andar que a cabina está parada também fechou pois quando se 
fechou, a porta de cabina e a rampa móvel se recolheram, liberando a alavanca do fecho 
EVR, permitindo que o contato KV volte para a condição de fechado. 
Segue alguns contatos mais usados: 
• KS – contato de porta de andar que indica a condição de porta fechada; 
• KV – contato de porta de andar que indica a condição de porta travada; 
• KTC – contato de porta de cabina que indica a condição de porta fechada; 
• KNA – contato de saída de emergência; 
• JNC – interruptor de emergência na cabina; 
• JREC – interruptor de emergência na cabina; 
• KF – contato do freio de segurança; 
• KNE – contato de fim de curso; 
• KBV – contato do limitador de velocidade; 
• KSSBV – contato da polia tensora; 
• JHSG – contato de emergência no poço. 
 
Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. 
Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de 
maneira nenhuma ser copiada, nem usada para fabricação 
ou para dar conhecimentos a terceiros. 
 
 
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5. Esquema de comando S049000/1 
 
Devido a bobina RSK estar imantada, os seguintes contatos serão fechados: 
• RSK 13-14 – permite a passagem de uma fase 220 VAC 
•RSK 33-34 – permite a passagem de outra fase 220 VAC 
• RSK 43-44 – permite a passagem de 22 VDC para os relés de 
interface. 
 
Supondo-se que o chamado seja de subida, a placa KFEB emite o MO através do 
amplificador VSRU que imanta o relé de interface de subida e fecha o contato RSR-U 5-8, 
permitindo a passagem dos 22 VDC até A1 de RMVE que é imantado, pois chega MO em 
A2 de RMVE e como conseqüência os seguintes contatos serão fechados: 
• RMVE 13-14: permite a passagem de uma fase 220 VAC para o motor de 
ventilação; 
• RMVE 34-33: permite a passagem de outra fase 220 VAC para o motor da 
ventilação; 
• RMVE 44-43: permite a passagem de outra fase 220 VAC para A1 da bobina 
do contator SR-U. 
 
O relé de interface de subida imantado, fecha SR-U 9-6, que permite a passagem de 
220 VAC para a bobina de SR-U imantado-o. 
Estando SR-U imantado, os seguintes contatos serão acionados: 
• Fecha SR-U 13-14: passa a alimentar a bobina A1 de SR-U, pois quando SH1 
imantar SH1 21-22, vai abrir não permitindo a passagem da fase de 220 VAC. 
• Fecha SR-U 43-44: permite a passagem de uma fase 220 VAC até a bobina de 
SH1; 
• Abre SR-U 22-21: para não permitir a passagem de uma fase para SR-D; 
• Fecha SR-U 5-6: permite a passagem de 80 VDC para abertura do freio; 
• Fecha SR-U 1-2-3-4: permite a passagem de duas fases de 220 VAC. 
 
O amplificador VSH emite o MO e o relé de interface de velocidade alta imanta e 
fecha o contato RS-H 9-6, que permite a entrada de outra fase de 220 VAC em A3 de SH1, 
imantado-o. 
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ou para dar conhecimentos a terceiros. 
 
 
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Estando o contator SH1 imantado, os seguintes contatos serão acionados: 
• Abre SH1 21-22: agora a contatora de subida SR-U em A2 fica alimentada por 
SR-U 13-14; 
• Fecha SH1 43-44: permite a abertura do freio magnético; 
• Fecha SH1 1-2-3-4-5-6: alimenta o motor de tração dando a partida da cabina. 
 
As KC’s informam através do código Gray a codificação da próxima parada e, 
havendo um chamado para a próxima parada, quando KBR informar o ponto de corte 
da velocidade alta, a KFEB emite o MO para RSFA, acionando os seguintes contatos: 
• Abre RSFA 1-7: desenergizando SH1 em A2; 
• Fecha RSFA 4-7: energizando SFA em A2; 
• Abre SH1 43-44: pois o freio passa a ser alimentado por SFA 43-44; 
• Abre SH1 1-2-3-4-5-6: o motor de tração passa a ser alimentado por SFA 1-
2-3-4-5-6. 
 
Ao imantar SFA, os seguintes contatos serão acionados: 
• Abre SFA 21-22: agora a contatora de subida SR-U fica alimentada por SR-U 
13-14; 
• Abre SFA 31-32: impede a passagem de 220 VAC para a bobina A1 de SH1; 
• Fecha SFA 43-44: pára a alimentação do freio, simultaneamente a abertura de 
SH1 43-44; 
• Fecha SFA 1-2-3-4-5-6: permite a passagem de 220 VAC para o enrolamento 
de baixa do motor de tração, simultaneamente com a abertura de SH1 1-2-3-4-
5-6. 
Desta forma foi cortada a velocidade alta e acionada a velocidade baixa. 
 
 No momento em que a chave magnética KBR passar pelo segundo imã fixo na 
caixa de corrida, a KFEB corta o MO para VSFA, VSH e VSR-U, abrindo o contato 
RSFA 4-7, desenergizando a bobina de SFA, SR-U e cortando a velocidade baixa. 
Esta documentação é de nossa propriedade intelectual. 
Sem a nossa autorização por escrito, não poderá de 
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 Desta forma, foi cortada a velocidade baixa, parando a cabina no andar com a 
porta de cabina aberta, pois a KFEB passa a mandar o MO para ST-O em A2 e ST-S 
21-22 que está fechado, pois caiu ST-S, permitindo a passagem de 22 VDC para a 
bobina em A2 de ST-O, imantado-o. 
 
 Ao imantar ST-O, os seguintes contatos serão acionados: 
Abre ST-O 21-22: para proteção de ST-S; 
Fecha ST-O 1-2-3-4-5-6: inverte as fases 220 VAC, invertendo-se a rotação do motor 
do operador QK8, abrindo a porta de cabina. O contato KET-O é aberto e passa a 
chegar 0 em KFEB, que corta MO de ST-O, ficando a cabina em repouso com a porta 
de cabina aberta.