Logo Passei Direto
Material
¡Estudia con miles de materiales!

Vista previa del material en texto

Hanseníase e Leishmaniose Patologia e Espectro ImunológicoPerfil do Mycobacterium leprae Crescimento Termofilia BAAR (Bacilo Álcool-Ácido Resistente) Temperatura ideal de proliferação de crescimento lento, parasita entre 32°C e 34°C (preferência intracelular obrigatório (1-8 micras). anatômica por extremidades mais Não cultivável in vitro. frias). Vetor/Reservatório A Armadura Tatu-Galinha (Armadillo de 9 Membrana composta por 50% de bandas) atua na multiplicação e lipídios (ácidos micólicos). Retém a Alvo Primário / Bacilo de Hansen disseminação do patógeno. fucsina na coloração de Ziehl-Neelsen. NotebookLMAlvo Primário: A Célula de Schwann Warm Amber Fuchsia Passo 1: Passo 2: Invasão M. lep Isolamento bacilo invade a célula de nervo periférico possui Schwann, que não possui sistema isolamento natural e espesso lisossômico desenvolvido e não atua contra a vigilância do sistema como apresentadora de antígenos. imune. Passo 4: Passo 3: Gatilho lipid Multiplicação A multiplicação intraneural atinge um basal lami limiar crítico, rompendo o perineuro, Silenciosa SC liberando antígenos e estimulando a Protegido em seu "Cavalo de imunidade. Troia", bacilo se multiplica durante anos sem ser detectado. NotebookLMEspectro de Ridley-Jopling: A Bipolaridade Imunológica A manifestação clínica não depende do patógeno, mas da relação parasita-hospedeiro, condicionada pelos genes HLA. Pólo Tuberculoide (TT) Formas Borderline Pólo Lepromatoso (LL) Alta resistência celular BB BL Nenhuma resistência (TH1) (Dimorfa (Dimorfa (Dimorfa celular (TH2 dominante) Tuberculoide) Dimorfa) Lepromatosa) Resposta clínica Estável Resposta clínica Estável Resistência moderada a baixa. (Infiltração) Genética associada: Quadro imunológico Instável. HLA-DR2-3 Genética associada: HLA-DQ1 NotebookLMCaminho A: Hanseníase Tuberculoide (Paucibacilar) Perfil Clínico 1 a 5 máculas ou placas escamosas de limites Imunologia nítidos. Resposta TH1 robusta Lesões assimétricas, (produção de IL-2 e alopécicas (sem pelos) e IFN-y é crítico para a anidróticas (sem suor). ativação eficaz dos Tendência à cura macrófagos contra espontânea (porém com patógeno. graves sequelas). Laboratório: Baciloscopia: Negativa (-) Reação de Mitsuda (Lepromina): Positiva (+) Lesões delimitadas e assimétricas. NotebookLMCusto da Defesa: Destruição Neural na Forma TT Mecanismo Histológico Formação de granulomas epitelioides intensos na derme e nervos. Infiltração de células de Langhans e linfócitos T CD4. A ironia da imunidade: granuloma constrói um 'muro' de contenção forte, mas 'estrangula' e destrói fisicamente a arquitetura do nervo no processo. Resultado Clínico Anestesia cutânea rápida e atrofia muscular focal. Resulta em lesões assimétricas e perda funcional de grandes troncos superficiais (Mediano, Tibial, Radial, Ciático). NotebookLMCaminho Hanseníase Virchowiana/Lepromatosa (Multibacilar) LL Pole Imunologia Fotografia Clínica Perfil Clínico Lesões difusas, simétricas e eritematosas. Resposta TH1 defeituosa. Formação de lepromas Resposta TH2 dominante (nódulos) na face, orelhas e (IL-4, IL-5, IL-10) suprime a articulações ("Facies ativação leonina"). macrofágica e estimula Invasão sistêmica: mucosas, linfócitos B, permitindo baço, fígado, medula óssea. multiplicação massiva e gerando Laboratório: imunocomplexos. Baciloscopia: Fortemente SFS Positiva (+++) Reação de Mitsuda (Lepromina): Infiltração nodular sistêmica e simétrica. Negativa (-) NotebookLMA Infiltração Silenciosa: Células de Virchow Warm Amber LL Pole Mecanismo Histológico Invasão massiva e sem resistência das células de Schwann e macrófagos endocutâneos. A Célula de Virchow Macrófagos repletos de incontáveis bacilos que não conseguem destruir. Adquirem um aspecto (vacuolizado) sob microscópio devido ao acúmulo lipídico da parede bacteriana. Contraste Neural Ao contrário da forma TT (que destrói nervo rapidamente com granulomas), a infiltração lepromatosa causa um espessamento lento, simétrico e progressivo dos troncos nervosos. A dor e perda funcional são tardias. NotebookLMMatriz Diagnóstica: Contraste Bipolar Síntese das duas extremidades do espectro de Ridley-Jopling Eixo de Avaliação Hanseníase Tuberculoide (TT) Hanseníase Lepromatosa (LL) Celular Alta (TH1 / Macrófagos Celular Ausente (TH2 / Anticorpos Resposta Imune ativos) ineficazes) Carga Bacilar Paucibacilar (Negativa) Multibacilar (Altamente Positiva) Simétrica, difusa e sistêmica Distribuição Clínica Assimétrica, 1-5 lesões localizadas (Facies leonina) Danos Nervosos Destruição rápida por Infiltração lenta e espessamento estrangulamento granulomatoso progressivo Marcador Histológico Granulomas agressivos de células Macrófagos espumosos (Células epitelioides de Virchow) NotebookLMCusto Neural: A Progressão da Incapacidade Princípio Neurológico Regra de Ouro: A alteração sensitiva é SEMPRE anterior à motora. Mecânica da Deformidade Dano Simpático Causa ausência de sudorese. A pele torna-se seca e rachada. Ocorre a Trauma Silencioso perda da tríplice resposta de Lewis. A profunda perda de sensibilidade térmica e dolorosa leva microtraumas e queimaduras cotidianas totalmente despercebidas. resultado são úlceras crônicas e reabsorção óssea (perda de falanges). Dano Motor comprometimento progride para paralisia de troncos periféricos superficiais. Resulta em deformidades clássicas: Mão em Garra (nervo ulnar) e Mão de Símio (nervo mediano). *Músculos proximais nunca são afetados.* NotebookLMOs Cinco Pilares da Avaliação Diagnóstica Anamnese La LEPRA 1 Investigação do histórico de exposição a contatos domiciliares e evolução temporal do quadro. PROGRAMA NACIONAL DE CONTROL DE LA LEPRA se cura... ...un diagnóstico temprano y oportuno Exame Físico previene las discapacidades 2 Busca ativa por máculas ou placas (claras ou avermelhadas) que não coçam, não doem e apresentam perda de sensibilidade térmica, dolorosa ou tátil (avaliada com estesiômetro). Baciloscopia Si tenés manchas en la piel que no 3 Extração de linfa para confirmação microscópica da carga bacilar (Índice Baciloscópico). pican, no duelen, con pérdida de SENSIBILIDAD... Reação de Mitsuda (Lepromina) 4 Teste intradérmico crucial para classificar a capacidade de resposta imune celular do paciente (define polo do espectro). Sorologia ...acudí al Servicio de Salud más cercano!!! 5 Detecção de anticorpos (PGL-1), útil para auxiliar no diagnóstico de formas Multibacilares. NotebookLMda Baciloscopia de Linfa Mapa A Escala de Graduação (Objetiva de Imersão) Locais de Coleta (Total 5 amostras) Mucosa Nasal (1 amostra) (-) Negativo. 0 BAAR encontrados em 100 campos. Lóbulos da Orelha Direita e Esquerda (+) Paucibacilar. 10 BAAR em média, em 20 campos. NotebookLMEco Conceitual: Leishmaniose Paralelo Intracelular Enquanto Mycobacterium leprae é uma bactéria, a Leishmania é um protozoário (em sua forma amastigota) que compartilha uma tática letal: multiplicar-se silenciosamente dentro dos próprios macrófagos do hospedeiro. Espectro e Fator Surpresa Ambas as doenças compartilham um espectro clínico formidável que varia drasticamente de lesões cutâneas limitadas a invasões viscerais sistêmicas mortais. Essa variação é governada não apenas pela imunidade do paciente, mas por um fator físico surpreendente e primitivo: A Temperatura. NotebookLMPatologia Térmica: Efeito da Temperatura no Parasita Leishmaniose Visceral 37°C - Temperatura Central (Núcleo do Corpo) Patógenos como L. donovani e L. chagasi preferem temperaturas centrais mais altas. 0 resultado é a invasão massiva de órgãos internos quentes, destruindo 0 fígado, 0 baço e a medula óssea. Leishmaniose Mucocutânea & Hanseníase leprae e a L. braziliensis são patógenos 32°C a 34°C - - Extremidades e Pele otimizados para 0 frio. Eles ficam confinados à pele, cartilagens (nariz/orelhas) e troncos nervosos superficiais. 0 avanço sistêmico é bloqueado pelo próprio calor do núcleo. mapa anatômico da destruição não é aleatório; ele é literalmente desenhado pelas barreiras termodinâmicas do corpo humano. NotebookLM