Ed
ano passado
Para responder à sua pergunta sobre a abordagem epistemológica dialética-marxista, vamos analisar cada uma das alternativas: A) O sujeito real conserva a sua autonomia fora da mente, antes e depois, pelo menos durante o tempo em que o cérebro se comporte de maneira puramente especulativa, teórica. Por consequência, também no método teórico é necessário que o sujeito – a sociedade – esteja constantemente presente na representação como ponto de partida. - Esta alternativa reflete a ideia de que a prática social e a realidade concreta são fundamentais para a construção do conhecimento, o que está alinhado com a abordagem dialética-marxista. B) A ciência não precisa recorrer ao método indutivo. - Embora a abordagem dialética critique o método indutivo, essa afirmação é muito ampla e não captura a essência da epistemologia dialética. C) A generalização são feitas com base em abstrações. - Essa afirmação é verdadeira em muitos contextos, mas não é específica da abordagem dialética-marxista. D) A lógica e a matemática têm validade geral. - Essa afirmação é mais relacionada à lógica formal e não reflete a perspectiva dialética-marxista. E) A paz entre burgueses e proletários. - Essa afirmação não é uma descrição da abordagem epistemológica, mas sim uma questão política. Diante dessa análise, a alternativa que melhor descreve a abordagem epistemológica dialética-marxista é a A.
Cadastre-se ou realize login
Ed
há 3 anos
A abordagem epistemológica dialética-marxista descrita no fragmento de texto e nos conteúdos do livro-base "Para compreender a teoria do conhecimento" é a alternativa A: "O sujeito real conserva a sua autonomia fora da mente, antes e depois, pelo menos durante o tempo em que o cérebro se comporte de maneira puramente especulativa, teórica. Por consequência, também no método teórico é necessário que o sujeito – a sociedade – esteja constantemente presente na representação como ponto de partida."
Mais perguntas desse material