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A literatura jesuítica, no início de nossa história: a. Tem grande valor informativo. b. Marca nossa maturação clássica. c. Visa à catequese do índio, à instrução do colono e à sua assistência religiosa e moral. d. Está a serviço do poder real. e. Tem fortes doses nacionalistas.
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Cida Cavalcante

há 2 anos

Respostas

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há 8 meses

A literatura jesuítica no Brasil, especialmente no período colonial, tinha como um de seus principais objetivos a catequese dos indígenas, além de instruir os colonos e oferecer assistência religiosa e moral. Analisando as alternativas: a) Tem grande valor informativo - Embora tenha valor informativo, não é o principal objetivo da literatura jesuítica. b) Marca nossa maturação clássica - Isso não se aplica diretamente à literatura jesuítica. c) Visa à catequese do índio, à instrução do colono e à sua assistência religiosa e moral - Esta opção reflete com precisão os objetivos da literatura jesuítica. d) Está a serviço do poder real - Não é o foco principal da literatura jesuítica. e) Tem fortes doses nacionalistas - A literatura jesuítica não é caracterizada por um nacionalismo forte. Portanto, a alternativa correta é: c) Visa à catequese do índio, à instrução do colono e à sua assistência religiosa e moral.

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há 2 anos

A alternativa correta é a letra c: "Visa à catequese do índio, à instrução do colono e à sua assistência religiosa e moral." A literatura jesuítica foi produzida pelos padres da Companhia de Jesus durante o período colonial no Brasil e tinha como objetivo principal a catequese dos índios, a instrução dos colonos e a assistência religiosa e moral. Além disso, essa literatura também possui um grande valor informativo sobre a cultura e a sociedade da época.

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( ) Pero Magalhães Gândavo
( ) Fernão Cardim
( ) Gabriel Soares de Sousa
( ) Hans Staden
( ) Pero Lopes de Sousa
( ) Manuel da Nóbrega
a. 5, 6, 1, 4, 2, 3
b. 6, 1, 4, 3, 2, 5
c. 5, 6, 1, 2, 3, 4
d. 5, 6, 1, 2, 4, 3
e. 1, 6, 5, 2, 4, 3

A literatura brasileira do período colonial, em seus primeiros tempos, teve como preocupação acentuada a catequese do selvagem. É o que se vê revelado:
a. Nos Diálogos das Grandezas do Brasil
b. Na Prosopopeia
c. No teatro de Anchieta
d. No Tratado da Terra do Brasil
e. No poemeto épico Uruguai

Dadas as afirmacoes: I) O Uraguai, poema épico que antecipa em várias direções o Romantismo, é motivado por dois propósitos indisfarçáveis: exaltação da política pombalina e antijesuitismo radical. II) O(a) autor(a) do poema épico Vila Rica, no qual exalta os bandeirantes e narra a história da atual Ouro Preto, desde a sua fundação, cultivou a poesia bucólica, pastoril, na qual menciona a natureza como refúgio. III) Em Marília de Dirceu, Marília é quase sempre um vocativo; embora tenha a estrutura de um diálogo, a obra é um monólogo - só Gonzaga fala, raciocina; constantemente cai em contradição quanto à sua postura de pastor e sua realidade de burguês. Está(ão) correta(s):
a. Apenas a I
b. Apenas a II
c. Apenas I e II
d. Apenas I e III
e. I, II e III

Nessa obra, a figura indígena:
a. Destaca-se pelas virtudes guerreiras
b. Assume atitude grosseira e antropofágica
c. Distancia-se da figura heroica
d. Despreza o grupo
e. É canibal sem cultura

Assinale a afirmativa verdadeira, considerando a estrofe acima, pronunciada pelos meninos índios em procissão:
a. Os meninos índios representam o processo de aculturação, em sua concretude mais visível, como produto final de todo um empreendimento do qual participaram com igual empenho a Coroa Portuguesa e a Companhia de Jesus.
b. A presença dos meninos índios representa uma síntese perfeita e acabada daquilo que se convencionou chamar de literatura informativa.
c. Os meninos índios estão afirmando os valores de sua própria cultura, ao mencionar as danças rituais e as magias praticadas pelos pajés.
d. Os meninos índios são figuras alegóricas, cuja construção como personagens atende a todos os requintes da dramaturgia renascentista.
e. Os meninos índios representam a revolta dos nativos contra a catequese trazida pelos jesuítas, de quem querem libertar-se tão logo seja possível.

Trata-se da epopeia:
a. Caramuru (Santa Rita Durão);
b. O Uruguai (Basílio da Gama);
c. Paraíso Perdido (Milton);
d. Orlando Furioso (Ludovico Ariosto);
e. Os Lusíadas (Camões).

Entre tais imagens, não consta:
a. a boa aparência física dos índios;
b. a vida comunitária dos índios;
c. o senso político dos índios, que se restringia ao líder de guerra;
d. a forte concepção religiosa;
e. a antropofagia.

Assinale o fragmento da Carta de Caminha que já revela a mencionada característica.
a. “Viu um deles umas contas rosário, brancas; acenou que lhes dessem, folgou muito com elas, e lanço-as ao pescoço.”
b. “Assim, quando o batel chegou à foz do rio, estavam ali dezoito ou vinte homens pardos, todos nus sem nenhuma roupa que lhes cobrisse suas vergonhas.”
c. “Mas a terra em si é muito boa de ares, tão frios e temperados como os de Entre-Douro e Minho, porque, neste tempo de agora, assim os achávamos como os de lá. Águas são muitas e indefinidas. De tal maneira é graciosa e querendo aproveita-las, dar-se-á nela tudo por bem das águas que tem.”
d. “Porém o melhor fruto, que dela se pode tirar, me parece que será salvar esta gente. E esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em ela deve lançar.”
e. “Mostrara-lhes um papagaio pardo que o Capitão traz consigo, tornaram-no logo na mão e acenaram para a terra, como quem diz que os estavam ali.”

Na literatura dos séculos XVI, XVII e XVIII, um exemplo de obra que valoriza o homem indígena é:
a. "O Uraguai", de Basilio da Gama.
b. "Caramuru", de Santa Rita Durão.
c. "Aos principais da Bahia chamados os Caramurus", de Gregório de Matos.
d. "Prosopopeia", de Bento Teixeira.
e. "Vivemos como Selvagens", de José de Anchieta.

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