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“É considerado o primeiro filósofo da modernidade e o próprio ‘pai da filosofia moderna’” A qual filósofo a afirmação acima faz referência? a. Francis Bacon. b. Immanuel Kant. c. David Hume. d. René Descartes. e. Baruch Spinoza.
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Matheus Furlan Templo dos Esportes

há 2 anos

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ano passado

A afirmação "É considerado o primeiro filósofo da modernidade e o próprio ‘pai da filosofia moderna’" refere-se a René Descartes. Ele é amplamente reconhecido por sua contribuição ao pensamento moderno, especialmente com sua famosa frase "Penso, logo existo", que marca uma nova abordagem na filosofia. Analisando as alternativas: a. Francis Bacon - Importante filósofo, mas não é considerado o pai da filosofia moderna. b. Immanuel Kant - Um filósofo fundamental, mas mais associado ao idealismo e à crítica da razão. c. David Hume - Filósofo empirista, mas não é o pai da filosofia moderna. d. René Descartes - Correto, é considerado o pai da filosofia moderna. e. Baruch Spinoza - Importante filósofo, mas não é reconhecido como o pai da filosofia moderna. Portanto, a alternativa correta é: d) René Descartes.

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há 2 anos

A afirmação acima faz referência ao filósofo René Descartes.

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Horkheimer insiste que a formalização da razão é um instrumento para determinar os fins, pois uma atividade só é racional numa Razão formalizada, quando serve para outra finalidade. Nessa busca, a Razão teria se cegado e teoria se centrado na expansão econômica, se instrumentalizando, se tornando uma entidade mágica, um fetiche, desligando-se de noções como justiça, igualdade e tolerância (HORKHEIMER 1973, p. 34 apud MANZI, 2017, p. 205).
Com base nesta informação, analise as asserções abaixo: I. A Razão instrumental seria arraigada a uma noção de homem em geral - o que, na verdade, desumaniza o pensar, pois não se vale mais dos princípios fundamentais da civilização. PORTANTO I. Viveríamos uma espécie de coisificação em que há transmutação de todos os produtos da atividade humana em mercadorias, esse seria o advento da sociedade industrial. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
a. A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
b. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
d. As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II é uma justificativa correta da I.
e. As asserções I e II são proposições falsas.

Marque (V) para as alternativas VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS ( ) A Indústria cultural possui mais um condão de saber; ( ) A cultura é uma mercadoria paradoxal; ( ) O termo cultura de massa não poderia mais ser empregado; ( ) O mote da indústria cultural é fazer com que o espectador precise pensar; ( ) Há todo um sistema que impõe e controla o que deve ser consumido e por quanto tempo.
a. V-F-F-V-F.
c. V-V-V-F-F.
d. F-V-V-F-V.
e. F-F-F-V-V.

Essa afirmação refere-se a qual filósofo empirista?
“O prazer e o desprazer resultam da experiência que o indivíduo tem com o mundo externo. (…) É natural que haja a busca e o apego pelo prazer, assim como a repulsa e a fuga quanto existe o desprazer”
a. George Berkeley.
c. Francis Bacon.
d. David Hume.
e. Thomas Hobbes.

Filósofo que tem como principal análise a crítica da razão, em especial da razão instrumental em sua obra Eclipse da Razão: Crítica da Razão Instrumental. Qual o nome deste filósofo?
a. Leo Lowenthal.
b. Max Horkheimer.
d. Herbert Marcuse.
e. Walter Benjamin.

I. Assim, não é verossímil que todos se enganem; mas, pelo contrário, isso demonstra que o poder de bem julgar e de distinguir o verdadeiro do falso, que é propriamente o que se denomina bom senso ou razão, é por natureza igual em todos os homens. PORTANTO II. Que a diversidade de nossas opiniões não decorre de uns serem mais razoáveis que os outros, mas somente de que conduzimos nossos pensamentos por diversas vias. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
a. As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II é uma justificativa correta da I.
b. As asserções I e II são proposições falsas.
c. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
d. A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
e. A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.

O conhecer “significa entender a causa desse fenômeno, isto é, o conhecimento da causa de determinado fenômeno representa a compreensão desse fenômeno”. Esse pensamento não é original na filosofia empirista, mas está presente em um filósofo da Antiguidade Clássica. Qual é este filósofo?
a. Sócrates
b. Eratóstenes
c. Xenofonte
d. Aristóteles
e. Platão

Filósofo que desenvolveu seu pensamento influenciado pela psicanálise de Freud e pelos ideais do marxismo crítico? a. Herbert Marcuse. b. Theodor W. Adorno. c. Jürgen Habermas. d. Walter Benjamin. e. Max Horkheimer.

Considerando que o foi estudado sobre a Razão Instrumental, leia as proposições abaixo e assinale quais são verdadeiras: I - Tudo o que for contraproducente é descartado. II - A voz que não se deve calar é aquela que proclama as atrocidades promovidas pela razão pura. III - O progresso tecnológico empregado nesse modo de instrumentalização acaba por humanizar o homem. IV - Só é digno de ser apreciado o pensar que pode render lucro. Assinale a alternativa correta:
a. II e III estão corretas.
b. II, III e IV estão corretas.
c. I e IV estão corretas.
d. II está correta.
e. I, II, III e IV estão corretas.

“Quando a razão deixa de ser autônoma na proposição e promoção dos fins humanos, ela passa a operar como base para os fins do sistema. A razão perdeu a prerrogativa de determinar e orientar a humanidade para seu fim, pois serve a um sistema que visa continuar no controle da situação, tornando-se instrumento” (MONTEIRO, 2015, p. 175). A qual forma de razão que Monteiro se refere?
a. Razão Prática.
b. Razão Pura.
c. Razão Instrumental.
d. Razão Crítica.
e. Razão Deontológica.

É preciso “esclarecer que as ideias são fruto unicamente das impressões, e que as impressões não são frutos das ideais. Essa é a marca de qual filósofo empirista?
a. Francis Bacon.
b. John Locke.
c. Thomas Hobbes.
d. David Hume.
e. George Berkeley.

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