Ed
há 2 anos
Para entender a transição na filosofia grega, precisamos considerar o que cada uma das opções representa em relação ao desenvolvimento do pensamento filosófico. 1. Pré-socrática: Focava em questões cosmológicas, tentando entender a origem e a estrutura do universo (cosmogonia). 2. Socrática: Introduziu uma nova forma de investigação, centrada no ser humano e na ética, marcando uma transição importante. 3. Pós-socrática: Envolve o desenvolvimento de questões mais profundas sobre o ser (ontologia) e o conhecimento (epistemologia). Agora, analisando as opções: a) O momento de transição da cosmogonia, do caos ao cosmos, para a cosmologia, estudo da ordem do mundo. - Essa opção fala sobre a transição de uma visão mais mítica para uma visão mais racional, mas não é exatamente o foco da transição marcada por Sócrates. b) O momento de transição da epistemologia, teoria do conhecimento, para a ontologia, estudo do ser enquanto ser. - Essa opção não reflete a transição que ocorre com Sócrates, que é mais sobre a ética e a vida humana. c) O momento de transição da cosmogonia, estudo do universo, para a ontologia, estudo do ser enquanto ser. - Essa opção é mais próxima, pois reflete a mudança de um foco no universo para questões sobre a existência e a natureza do ser. d) O momento de transição da cosmologia, estudo da ordem do mundo, para a epistemologia, teoria do conhecimento. - Embora a cosmologia e a epistemologia sejam importantes, essa transição não é o foco principal. e) O momento de transição da teogonia, estudo dos deuses, para a cosmogonia, do caos ao cosmos. - Essa opção não se relaciona diretamente com a transição marcada por Sócrates. A opção que melhor representa a transição do pensamento filosófico grego, considerando a mudança de foco da cosmogonia para questões sobre o ser, é: c) o momento de transição da cosmogonia, estudo do universo, para a ontologia, estudo do ser enquanto ser.
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