Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas em relação à afirmação sobre o Direito Penal não ser um sistema exaustivo de proteção de bens jurídicos. a) ao conceito estrito de reserva legal aplicado ao significado de taxatividade da descrição dos modelos incriminadores. - A reserva legal se refere à necessidade de que a criação de tipos penais seja feita por lei, mas não aborda a questão da seleção de ilícitos. b) à descrição do princípio da fragmentariedade do Direito Penal que é corolário do princípio da intervenção mínima e da reserva legal. - O princípio da fragmentariedade indica que o Direito Penal deve ser utilizado de forma restrita, apenas para proteger bens jurídicos mais relevantes, o que se alinha com a ideia de que não abrange todos os bens. c) à descrição do princípio da culpabilidade como fenômeno social. - O princípio da culpabilidade trata da responsabilidade do agente, mas não se relaciona diretamente com a seleção de bens jurídicos a serem protegidos. d) ao conteúdo jurídico do princípio de humanidade relacionado ao conceito de Justiça distributiva. - Este princípio se refere mais à justiça nas sanções e não à seleção de bens jurídicos. e) à descrição do princípio da insignificância em sua relativização na busca de mínima proporcionalidade entre gravidade da conduta e cominação de sanção. - O princípio da insignificância trata da irrelevância de condutas de menor gravidade, mas não aborda a seleção de ilícitos de forma ampla. Diante dessa análise, a alternativa que melhor se encaixa na afirmação é: b) à descrição do princípio da fragmentariedade do Direito Penal que é corolário do princípio da intervenção mínima e da reserva legal.
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