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A seguir, estão as proporções em massa da combustão completa de butano e etanol, com relação à formação de CO2. C4H10 ... CO2 C2H6O ... CO2 58 g : 176 g 46 g : 88 g Esses dados revelam que o número de moléculas de CO2 produzido na combustão de 1 mol do butano, em relação ao produzido por igual quantidade em mol de etanol, é

(A) o mesmo.
(B) o dobro.
(C) o triplo.
(D) a metade.
(E) a terça parte.
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Ensinando Através de Questões

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para resolver essa questão, precisamos analisar as reações de combustão do butano (C₄H₁₀) e do etanol (C₂H₆O) e a quantidade de CO₂ produzida em cada uma. 1. Combustão do butano (C₄H₁₀): A equação balanceada da combustão do butano é: \[ C₄H₁₀ + 5O₂ → 4CO₂ + 5H₂O \] Isso significa que 1 mol de butano produz 4 moles de CO₂. 2. Combustão do etanol (C₂H₆O): A equação balanceada da combustão do etanol é: \[ C₂H₆O + 3O₂ → 2CO₂ + 3H₂O \] Isso significa que 1 mol de etanol produz 2 moles de CO₂. Agora, comparando a quantidade de CO₂ produzida: - 1 mol de butano produz 4 moles de CO₂. - 1 mol de etanol produz 2 moles de CO₂. Portanto, a quantidade de CO₂ produzida na combustão de 1 mol de butano é o dobro da quantidade produzida na combustão de 1 mol de etanol. Assim, a resposta correta é: (B) o dobro.

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Saviani afirma que o "lema ‘aprender a aprender’, tão difundido na atualidade, remete ao núcleo das ideias pedagógicas escolanovistas.". Segundo esse autor, o "aprender a aprender"

A) no âmbito do escolanovismo, ligava-se à necessidade de constante atualização exigida pela necessidade de ampliar a esfera da empregabilidade.
B) atualmente, no processo de ensino e aprendizagem, provoca um deslocamento do eixo: o professor passa a ser aquele que ensina e deixa de ser o auxiliar do aluno em seu próprio processo de aprendizagem.
C) no contexto atual, é ressignificado, já não significa adquirir a capacidade de buscar conhecimentos por si mesmo, ocupar um lugar e cumprir um papel determinado em uma sociedade entendida como um organismo.
D) na atualidade, significa assimilar determinados conhecimentos, isto é, o mais importante é ensinar e aprender os conteúdos curriculares previstos pelos programas de cada sistema de ensino.
E) no contexto atual, refere-se à valorização dos processos de convivência entre as crianças e os adultos e da adaptação do indivíduo à sociedade vista como um organismo em que cada um tem um lugar e um papel definido a cumprir.

Segundo Perrenoud, "[...] sob as aparências da continuidade, as práticas pedagógicas mudam lenta, mas profundamente. Ao longo das décadas, elas:

A) exigem uma disciplina cada vez mais estrita, deixando pouca liberdade aos alunos".
B) vinculam-se mais à adaptação do aluno à sociedade, um pouco menos ao desenvolvimento da pessoa".
C) concebem progressivamente o ensino como uma sucessão de lições, desconsiderando a organização de situações de aprendizagem".
D) direcionam-se a um planejamento didático mais rígido, sem negociação com os alunos, e desconsiderando ocasiões e aportes imprevisíveis".
E) visam cada vez mais frequentemente a construir competências, para além dos conhecimentos que mobilizam".

03. Em A educação em novas perspectivas sociológicas, Gomes retoma algumas ideias de um importante autor. Gomes menciona que, segundo esse autor, “[...] A educação pode ajudar o homem a ser sujeito. Não qualquer tipo de educação, mas uma educação crítica e dirigida à tomada de decisões e à responsabilidade social e política. Uma educação baseada no diálogo e não no monólogo.”
Nesse trecho, Gomes está fazendo menção a
A) Paulo Freire.
B) Jean Piaget.
C) Cipriano Luckesi.
D) Henri Wallon.
E) L. S. Vygotsky.

Com relação ao projeto pedagógico-curricular, de acordo com o que afirmam Libâneo et alii, assinale a alternativa correta.

A) O projeto é construído individualmente, ou seja, cada professor, voltando-se para sua especialidade, constrói o projeto de forma autônoma.
B) Para garantir a autonomia da equipe, é preciso desconsiderar o já instituído (currículos, conteúdos, métodos etc.).
C) A característica instituinte do projeto significa que ele institui, estabelece, cria objetivos, procedimentos, instrumentos, modos de agir, formas de ação, estruturas, hábitos, valores.
D) Elaborado para evitar mudanças institucionais, do comportamento e das práticas dos professores ao longo do ano letivo, o projeto é um documento acabado, concluído e definitivo.
E) A formulação do projeto pedagógico-curricular não é prática educativa, mas contribui no processo de aprendizagem efetiva dos alunos.

Segundo Libâneo et alii, o currículo real refere-se

A) ao que é estabelecido pelos sistemas de ensino, expresso em diretrizes curriculares, nos objetivos e nos conteúdos das áreas ou disciplinas de estudo.
B) àquilo que, de fato, acontece na sala de aula, em decorrência de um projeto pedagógico e dos planos de ensino.
C) àquelas influências que afetam a aprendizagem dos alunos e o trabalho dos professores e são provenientes da experiência cultural, dos valores etc.
D) aos conteúdos estabelecidos pelo Conselho Nacional de Educação e concretizados pela elaboração da Proposta Curricular do Estado de São Paulo.
E) aos conceitos, às definições e às metodologias desenvolvidos ou validados pelos diferentes órgãos de fomento científico.

De acordo com o Parecer CEB n.º 15/1998, é correto afirmar que a preparação básica para o trabalho, prevista no artigo 35 da LDB, (A) destina-se exclusivamente àqueles que já estão no mercado de trabalho ou que nele ingressarão a curto prazo. (B) será preparação para o exercício de profissões específicas ou para ocupação de postos de trabalho determinados. (C) está vinculada a alguns componentes curriculares em particular, não a todos, pois o “trabalho” é obrigação de conteúdos determinados. (D) destina-se aos alunos matriculados em escolas de ensino técnico profissional, portanto, direcionada a um grupo que já está ingressando no mercado de trabalho. (E) destacará a relação da teoria com a prática e a compreensão dos processos produtivos enquanto aplicações das ciências, em todos os conteúdos curriculares.

A Proposta Curricular do Estado de São Paulo aponta para a necessidade de se trabalhar com um currículo que promova competências. De acordo com esse documento, esse currículo (A) acarreta, necessariamente, a dissociação entre a atuação do professor, os conteúdos, as metodologias disciplinares e a aprendizagem requerida do aluno. (B) promove os conhecimentos próprios de cada disciplina sem a necessidade de articulá-los às competências e às habilidades dos alunos. (C) tem de levar em conta o fato de que as competências e as habilidades devem ser consideradas, exclusivamente, no que têm de específico com as disciplinas e tarefas escolares. (D) parte da premissa de que a educação escolar é referenciada no ensino – o plano de trabalho da escola indica o que será ensinado ao aluno. (E) tem o compromisso de articular as disciplinas e as atividades escolares com aquilo que se espera que os alunos aprendam ao longo dos anos.

(A) acarreta, necessariamente, a dissociação entre a atuação do professor, os conteúdos, as metodologias disciplinares e a aprendizagem requerida do aluno.
(B) promove os conhecimentos próprios de cada disciplina sem a necessidade de articulá-los às competências e às habilidades dos alunos.
(C) tem de levar em conta o fato de que as competências e as habilidades devem ser consideradas, exclusivamente, no que têm de específico com as disciplinas e tarefas escolares.
(D) parte da premissa de que a educação escolar é referenciada no ensino – o plano de trabalho da escola indica o que será ensinado ao aluno.
(E) tem o compromisso de articular as disciplinas e as atividades escolares com aquilo que se espera que os alunos aprendam ao longo dos anos.

Em relação às ações da escola no campo da avaliação educacional, voltadas para a formação continuada no contexto de trabalho, analise as afirmacoes a seguir. • É uma função primordial do sistema de organização e de gestão dos sistemas escolares, podendo abranger também as escolas, individualmente. • Visa à produção de informações sobre os resultados da aprendizagem escolar em função do acompanhamento e da revisão das políticas educacionais, do sistema escolar e das escolas, com a intenção de formular indicadores de qualidade dos resultados do ensino. • Tem por objetivo aferir a qualidade de ensino e da aprendizagem dos alunos; para isso, busca-se perceber a relação entre a qualidade da oferta dos serviços de ensino e os resultados do rendimento escolar dos alunos. De acordo com Libâneo et alii, essas informações, correta e respectivamente, referem-se à avaliação (A) acadêmica; à avaliação institucional; à avaliação da escola. (B) da escola; à avaliação diagnóstica; à avaliação científica. (C) formativa; à avaliação institucional; à avaliação acadêmica. (D) diagnóstica; à avaliação do sistema escolar; à avaliação institucional. (E) institucional; à avaliação acadêmica; à avaliação da escola.

(A) acadêmica; à avaliação institucional; à avaliação da escola.
(B) da escola; à avaliação diagnóstica; à avaliação científica.
(C) formativa; à avaliação institucional; à avaliação acadêmica.
(D) diagnóstica; à avaliação do sistema escolar; à avaliação institucional.
(E) institucional; à avaliação acadêmica; à avaliação da escola.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo lançou, em 2008, o Programa de Qualidade da Escola (PQE), com o objetivo de promover a melhoria da qualidade e a equidade do sistema de ensino na rede estadual paulista. De acordo com esse programa, Nota Técnica (2009), o IDESP (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) é um indicador que avalia a qualidade da escola. Nesta avaliação, considera-se que uma boa escola é aquela (A) em que a maior parte dos alunos apreende as competências e habilidades requeridas para a sua série, num período de tempo ideal – o ano letivo. (B) que possui condições de infraestrutura suficientes para a efetivação do trabalho docente, inclusive com laboratórios de informática e de química. (C) em que a gestão democrática efetiva-se mediante a participação real de alunos, pais e profissionais da educação, sobretudo na construção de um projeto político-pedagógico. (D) que tem por referência o bem coletivo, cujos alunos voltam-se para demandas concretas da sociedade, por meio de projetos trans e interdisciplinares. (E) em que se instala, na prática educativa, uma instância de comunicação construtiva, espaço para a palavra do professor e do aluno, para o exercício da argumentação e da crítica.

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