Ed
há 2 anos
Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação ao conceito de "livre-arbítrio" segundo Santo Agostinho. A) Santo Agostinho buscou dar significado ao “livre-arbítrio” como sendo “liberdade de indiferença”, ou seja, um meio através do qual o sujeito poderia agir pela força de sua vontade, com independência em relação aos constrangimentos que eventualmente sofresse. - Esta opção está correta, pois Agostinho realmente fala sobre a liberdade de indiferença, onde o ser humano tem a capacidade de escolher independentemente das influências externas. B) Segundo Santo Agostinho, o “livre-arbítrio” é quando o homem consegue dominar seus sentimentos, seus pensamentos e a si próprio. - Embora isso possa ser uma interpretação válida, não é a definição central que Agostinho dá ao livre-arbítrio. C) Para Santo Agostinho, ainda que o “livre-arbítrio” pareça caracterizar um ato, ele é na verdade uma força ou faculdade, por meio da qual podemos julgar livremente. - Essa opção não reflete exatamente a visão de Agostinho sobre o livre-arbítrio, que é mais sobre a capacidade de escolha do que apenas uma faculdade de julgamento. D) Santo Agostinho buscou dar significado ao “livre-arbítrio” como sendo “liberdade de diferença”, ou seja, um meio através do qual o sujeito poderia agir pela força de sua vontade, com dependência em relação aos constrangimentos que eventualmente sofresse. - Esta opção está incorreta, pois "liberdade de diferença" não é um termo utilizado por Agostinho e contradiz a ideia de independência. Portanto, a alternativa correta é: A) Santo Agostinho buscou dar significado ao “livre-arbítrio” como sendo “liberdade de indiferença”, ou seja, um meio através do qual o sujeito poderia agir pela força de sua vontade, com independência em relação aos constrangimentos que eventualmente sofresse.