Ed
ano passado
Para responder a essa questão, precisamos analisar as alternativas em relação aos princípios constitucionais que regem a administração pública no Brasil, como moralidade, impessoalidade, legalidade e desvio de finalidade. Vamos analisar cada alternativa: A) A conduta do Prefeito é contrária ao ordenamento jurídico brasileiro por violação do princípio constitucional da moralidade, além de estar contaminada por vício chamado de “excesso de poder”. - Esta opção menciona a moralidade e o excesso de poder, que são relevantes, mas precisamos verificar se a situação descrita realmente se encaixa nisso. B) A conduta do Prefeito é perfeitamente legal, considerando não haver qualquer prejuízo ao erário e se tratar de obra que comprovadamente atende ao interesse público. - Essa opção defende a legalidade da conduta, mas não considera possíveis vícios que podem existir. C) A conduta do Prefeito é contrária ao ordenamento jurídico brasileiro por violação do princípio constitucional da impessoalidade, além de estar contaminada por vício chamado de “desvio de finalidade”. - Esta opção menciona a impessoalidade e o desvio de finalidade, que são princípios importantes na administração pública. D) A conduta do Prefeito poderá ser considerada legal caso ele venda os lotes previamente ao término das obras, considerando não haver qualquer prejuízo ao erário e se tratar de obra que comprovadamente atende ao interesse público. - Essa opção sugere uma condição que pode não ser válida, pois a venda de lotes antes do término das obras pode ser questionável. E) A conduta do Prefeito é contrária ao ordenamento jurídico brasileiro por violação do princípio constitucional da legalidade, além de estar contaminada por vício chamado de “desvio de caráter”. - Esta opção menciona a legalidade, mas o "desvio de caráter" não é um vício reconhecido no contexto jurídico. Após essa análise, a alternativa que parece mais adequada, considerando a violação de princípios constitucionais e a possibilidade de vícios, é a C) a conduta do Prefeito é contrária ao ordenamento jurídico brasileiro por violação do princípio constitucional da impessoalidade, além de estar contaminada por vício chamado de “desvio de finalidade”.


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