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Segundo a NBR 9050:2015 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, as bilheteiras e balcões de informações acessíveis devem possuir superfície com extensão mínima de 0,90 metros, assegurando-se largura livre mínima de 0,80 metros. A altura de instalação dos mesmos em relação ao piso acabado deverá ser entre:

a) 0,70m e 0,92m
b) 0,70m e 1,20m
c) 0,80m e 1,10m
d) 0,90m a 1,05m
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Para responder à sua pergunta sobre a NBR 9050:2015, que trata da acessibilidade, precisamos considerar as especificações sobre a altura de instalação de bilheteiras e balcões de informações acessíveis. Analisando as alternativas: a) 0,70m e 0,92m - Essa faixa não é a mais adequada para acessibilidade. b) 0,70m e 1,20m - Esta opção abrange uma faixa que é comumente aceita para acessibilidade. c) 0,80m e 1,10m - Também é uma faixa que pode ser considerada, mas não é a mais abrangente. d) 0,90m a 1,05m - Essa faixa é um pouco restrita e não atende a todas as necessidades de acessibilidade. A opção correta, que está de acordo com a NBR 9050:2015, é: b) 0,70m e 1,20m.

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O capítulo IX do Código de Posturas trata da limpeza de terrenos, cursos d’água e de valas, inclusive mencionando que terrenos suscetíveis de erosão, desmoronamento ou carreamento de terras, materiais, detritos, destroços e lixo para logradouros, sarjetas, valas ou canalização pública e particular, será obrigatoriamente protegido por obras de arrimo. De acordo com essa lei, é CORRETO afirmar que compete indicar as obras necessárias de proteção:

A) Ao proprietário do terreno.
B) À Coordenadoria Estadual de Defesa Civil.
C) Ao Conselho Municipal de Conservação e Defesa do Meio Ambiente.
D) Ao órgão municipal competente.

Brasil e Bolívia, em dezembro deste ano, chegaram a um acordo para aumentar a receita boliviana com a exportação de gás natural. No início das negociações, os bolivianos exigiam um reajuste de US$ 4,20 para US$ 5 por milhão de BTU importado pelo Brasil. Porém, esse aumento era considerado, pelos negociadores brasileiros, pouco factível e sem base técnica e econômica. Contudo, a Bolívia queria de qualquer forma aumentar a receita com a exportação de gás. A solução encontrada pelos dois países foi:

a) Reconhecer que o gás enviado pela Bolívia é rico em GLP (mistura de metano e butano), etano e gasolina natural. Essas commodities têm valor alto no mercado internacional e, agora, serão pagas em separado pela cotação internacional.
b) Fazer um reajuste de 252% sobre o preço do gás fornecido para a Termo Cuiabá. Hoje, a termelétrica paga um preço diferenciado de apenas US$ 1,19 por milhão de BTU de gás natural importado da Bolívia. Como o preço era considerado completamente defasado por ambas as partes, foi acertado um reajuste para US$ 3,20 por milhão de BTU.
c) Cumprir um acordo de consumo mínimo pagando por 30 milhões de metros cúbicos ao dia de gás, ainda que o consumo médio diário transportado pelo Gasoduto Bolívia-Brasil seja de 10 milhões.
d) Reconhecer que, a partir de janeiro de 2003, a Petrobras passou a dever à GTB pagamentos mensais de cerca de US$ 510 mil referentes à construção e ao uso das instalações de compressão do lado boliviano do gasoduto (Contrato Adicional).
e) Compensar as alegadas perdas bolivianas com o gás com o investimento brasileiro na construção de uma nova refinaria de petróleo e de uma rodovia de 306 quilômetros entre as cidades bolivianas de Villa Tunari e San Ignacio de Moxos.

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