Ed
há 2 anos
Para responder a essa questão, precisamos analisar as alternativas em relação à legislação trabalhista e à jurisprudência sobre a supressão de horas extras. A opção (A) menciona que Silvério fará jus a uma indenização pela supressão parcial das horas extras, calculada com base na média das horas suplementares dos últimos 18 meses. Essa opção parece estar correta em relação ao cálculo, mas o período de 18 meses pode não ser o mais comum. A opção (B) afirma que não há direito à indenização pela supressão parcial, o que não está correto, pois a supressão parcial pode sim gerar direito à indenização. A opção (C) fala sobre a média das horas suplementares nos últimos 6 meses, o que é um período mais comum e pode ser considerado correto, mas a parte que menciona "multiplicada pelo valor da hora extra do dia da supressão" pode não ser a prática usual. A opção (D) menciona a média das horas suplementares nos últimos 12 meses, o que é uma prática comum e pode ser considerada correta, além de incluir a multiplicação pelo valor da hora extra do dia da supressão. A opção (E) diz que não há direito à indenização porque as horas extras devem ser prestadas habitualmente por cinco anos, o que não é uma exigência para a indenização. Analisando as alternativas, a opção (D) parece ser a mais adequada, pois considera um período razoável para o cálculo e a forma de indenização. Portanto, a resposta correta é: (D) fará jus a uma indenização pela supressão parcial das horas extras, correspondente ao valor de um mês das horas suprimidas, total ou parcialmente, cujo cálculo observará a média das horas suplementares nos últimos 12 meses anteriores à mudança, multiplicada pelo valor da hora extra do dia da supressão.
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