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No referido contexto histórico, a manifestação do cartunista Henfil expressava uma crítica ao(à)
A censura moral das produções culturais.
B limite do processo de distensão política.
C interferência militar de países estrangeiros.
D representação social das agremiações partidárias.
E impedimento de eleição das assembleias estaduais.
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Discussões sobre Licenciatura em História

ano passado

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ano passado

Henfil foi um cartunista e humorista brasileiro conhecido por suas críticas sociais e políticas, especialmente durante o período da ditadura militar no Brasil. Suas obras frequentemente abordavam a censura e a repressão que ocorriam nesse contexto. Analisando as alternativas: A) Censura moral das produções culturais - Esta opção se relaciona diretamente com o trabalho de Henfil, que criticava a censura imposta pelo regime militar. B) Limite do processo de distensão política - Embora Henfil tenha comentado sobre a distensão, sua crítica mais forte estava relacionada à censura. C) Interferência militar de países estrangeiros - Essa opção não é o foco principal do trabalho de Henfil. D) Representação social das agremiações partidárias - Henfil criticava partidos, mas sua crítica mais notável era à censura. E) Impedimento de eleição das assembleias estaduais - Embora relevante, não é o foco central da crítica de Henfil. Diante disso, a alternativa que melhor representa a crítica de Henfil no contexto histórico é: A) Censura moral das produções culturais.

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A fotografia, datada de 1860, é um indício da cultura escravista no Brasil.
A fotografia, datada de 1860, é um indício da cultura escravista no Brasil, ao expressar a
a) ambiguidade do trabalho doméstico exercido pela ama de leite, desenvolvendo uma relação de proximidade e subordinação em relação aos senhores.
b) integração dos escravos aos valores das classes médias, cultivando a família como pilar da sociedade imperial.
c) melhoria das condições de vida dos escravos observada pela roupa luxuosa, associando o trabalho doméstico a privilégios para os cativos.
d) esfera da vida privada, centralizando a figura feminina para afirmar o trabalho da mulher na educação letrada dos infantes.
e) distinção étnica entre senhores e escravos, demarcando a convivência entre estratos sociais como meio para superar a mestiçagem.

Documentos do século XVI algumas vezes se referem aos habitantes indígenas como “os brasis”, ou “gente brasília” e, ocasionalmente no século XVII, o termo “brasileiro” era a eles aplicado, mas as referências ao status econômico e jurídico desses eram muito mais populares.
Ao comparar os textos, as formas de designação dos grupos nativos pelos europeus, durante o período analisado, são reveladoras da
a) concepção idealizada do território, entendido como geograficamente indiferenciado.
b) percepção corrente de uma ancestralidade comum às populações ameríndias.
c) compreensão etnocêntrica acerca das populações dos territórios conquistados.
d) transposição direta das categorias originadas no imaginário medieval.
e) visão utópica configurada a partir de fantasias de riqueza.

Originária dos tempos coloniais, a festa da Coroação do Rei do Congo evidencia um processo de
Originária dos tempos coloniais, a festa da Coroação do Rei do Congo evidencia um processo de
a) exclusão social.
b) imposição religiosa.
c) acomodação política.
d) supressão simbólica.
e) ressignificação cultural.

O processamento da mandioca era uma atividade já realizada pelos nativos que viviam no Brasil antes da chegada de portugueses e africanos.
Considerando a formação do espaço atlântico, esse produto exemplifica historicamente a
a) difusão de hábitos alimentares.
b) disseminação de rituais festivos.
c) ampliação dos saberes autóctones.
d) apropriação de costumes guerreiros.
e) diversificação de oferendas religiosas.

Outra importante manifestação das crenças e tradições africanas na Colônia eram os objetos conhecidos como “bolsas de mandinga”.
A prática histórico-cultural de matriz africana descrita no texto representava um(a)
a. expressão do valor das festividades da população pobre.
b. ferramenta para submeter os cativos ao trabalho forçado.
c. estratégia de subversão do poder da monarquia portuguesa.
d. elemento de conversão dos escravos ao catolicismo romano.
e. instrumento para minimizar o sentimento de desamparo social.

A rebelião luso-brasileira em Pernambuco começou a ser urdida em 1644 e explodiu em 13 de junho de 1645, dia de Santo Antônio.
O desencadeamento dessa revolta na América portuguesa seiscentista foi o resultado do(a)
a) fraqueza bélica dos protestantes batavos.
b) comércio transatlântico da África ocidental.
c) auxílio financeiro dos negociantes flamengos.
d) diplomacia internacional dos Estados ibéricos.
e) interesse econômico dos senhores de engenho.

Os santos tornaram-se grandes aliados da Igreja para atrair novos devotos, pois eram obedientes a Deus e ao poder clerical.
Posteriormente ressignificados no interior de certas irmandades e no contato com outra matriz religiosa, o ícone e a prática mencionada no texto estiveram desde o século XVII relacionados a um esforço da Igreja Católica para
a) reduzir o poder das confrarias.
b) cristianizar a população afro-brasileira.
c) espoliar recursos materiais dos cativos.
d) recrutar libertos para seu corpo eclesiástico.
e) atender a demanda popular por padroeiros locais.

A observação do cronista português Pero de Magalhães de Gândavo, em 1576, sobre a ausência das letras F, L e R na língua mencionada, demonstra a
A observação do cronista português Pero de Magalhães de Gândavo, em 1576, sobre a ausência das letras F, L e R na língua mencionada, demonstra a
a) simplicidade da organização social das tribos brasileiras.
b) dominação portuguesa imposta aos índios no início da colonização.
c) superioridade da sociedade europeia em relação à sociedade indígena.
d) incompreensão dos valores socioculturais indígenas pelos portugueses.
e) dificuldade experimentada pelos portugueses no aprendizado da língua nativa.

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