Ed
há 2 anos
Vamos analisar cada uma das alternativas em relação à Lei de Abuso de Autoridade (Lei n.º 13.869/2019): a) Esta opção afirma que qualquer servidor público pode ser sujeito ativo, exceto os agentes políticos. Isso está correto, pois a lei realmente exclui os agentes políticos, que são regidos por normas específicas. b) Esta opção define agente público de forma ampla, o que está correto, pois a lei abrange todos que exercem funções públicas, independentemente da forma de vínculo. c) Esta opção diz que os crimes previstos na lei são de ação penal pública condicionada à representação da vítima. Na verdade, a maioria dos crimes previstos na Lei de Abuso de Autoridade é de ação penal pública incondicionada, ou seja, não depende de representação. d) Esta opção menciona que os crimes de abuso de autoridade possuem um elemento subjetivo especial. No entanto, a lei não exige essa finalidade específica para caracterizar o abuso de autoridade. e) Esta opção afirma que a perda do cargo é um efeito automático da condenação. Na verdade, a perda do cargo não é automática e depende de decisão judicial. Analisando as alternativas, a opção correta é a) Qualquer servidor público, civil ou militar, ou pessoa a ele equiparada, da administração direta, indireta ou fundacional de qualquer dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal, dos municípios e de território, pode ser sujeito ativo, não compreendendo os agentes políticos, porquanto submetidos a lei própria.
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