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Analise as assertivas abaixo sobre a expansão das potências colonizadoras e formação do Estado moderno na Europa:
Quais estão corretas?
I. Quando a burguesia e a monarquia se aproximaram, objetivando os mesmos interesses, a centralização do poder foi consumada.
II. Os entraves do mundo feudal foram aos poucos desmontados pelas necessidades dos negócios da burguesia.
III. Foi a partir do início do século XV que a participação efetiva de Portugal no comércio Europeu teve grande impulso.
IV. A formação do Estado Moderno contou com a intensificação expansionista com grandes navegações promovidas por Portugal, Espanha, França e Grécia.
Apenas III e IV.
Apenas II e IV.
Apenas I e II.
I, II, III e IV.
Apenas I, II e III.
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ReflexoesFilosoficas

há 11 meses

Respostas

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há 11 meses

Vamos analisar cada uma das assertivas: I. Quando a burguesia e a monarquia se aproximaram, objetivando os mesmos interesses, a centralização do poder foi consumada. Verdadeiro, essa aproximação realmente contribuiu para a centralização do poder nas monarquias modernas. II. Os entraves do mundo feudal foram aos poucos desmontados pelas necessidades dos negócios da burguesia. Verdadeiro, a ascensão da burguesia e suas necessidades econômicas ajudaram a desmantelar as estruturas feudais. III. Foi a partir do início do século XV que a participação efetiva de Portugal no comércio Europeu teve grande impulso. Verdadeiro, Portugal começou a se destacar no comércio europeu a partir do século XV, especialmente com as grandes navegações. IV. A formação do Estado Moderno contou com a intensificação expansionista com grandes navegações promovidas por Portugal, Espanha, França e Grécia. Falso, a Grécia não é considerada uma potência colonizadora no contexto da formação do Estado moderno, que se refere mais a Portugal, Espanha e França. Com base nas análises, as assertivas I, II e III estão corretas. Portanto, a alternativa correta é: "Apenas I, II e III."

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O filósofo inglês Thomas Hobbes (1588-1679), autor de “O Leviatã”, acreditava que a violência generalizada de todos contra todos era a regra geral da política e que, para conter tal violência intestina, era necessária a força de um poder político centralizador e autoritário. Podemos dizer que Hobbes pensava dessa forma sobretudo porque:
não concordava com as ideias contratualistas de Jean-Jacques Rousseau.
não concordava com o neocontratualismo de John Rawls.
vivia na época do Terror Revolucionário francês.
não concordava com as ideias liberais de Adam Smith.
vivía na época das Guerras Civis Religiosas.

Ao analisar os dois textos e tendo em vista o contexto em que surgiram, é possível identificá-los corretamente como pensamentos pertencentes às seguintes correntes filosóficas, respectivamente:
Absolutismo e Mercantilismo.
Despotismo e Marxismo.
Mercantilismo e Socialismo.
Fisiocracia e Liberalismo.
Positivismo e Evolucionismo.

A política mercantilista do Império Português caracterizou-se como
justificativa legal para o monopólio português no tráfico de escravos africanos direcionados para as colônias inglesas.
a busca pelo maior acúmulo de metais preciosos, adquiridos a partir do comércio de especiarias orientais.
uma reação à atividade de piratas britânicos no Atlântico, que costumavam usurpar os navios de bandeira portuguesa e espanhola.
o estabelecimento de um monopólio de exploração de recursos naturais e de trocas comerciais entre metrópole e colônia.
a alta taxação de determinados produtos agrícolas, o que favorecia sobremaneira a metrópole portuguesa frente aos seus concorrentes europeus.

Perry Anderson faz referência a esses processos para:
destacar a condição realmente absolutista da ordem política da Modernidade, na qual o poder do rei era, de fato, ilimitado.
demonstrar a inadequação do termo absolutismo para caracterizar as ordens presentes na Idade Moderna europeia.
mostrar que o absolutismo europeu não possui uma única temporalidade capaz de abarcá-lo.
justificar a marca burguesa do Estado absolutista, instituído para servir ao desenvolvimento industrial.
apontar as contradições da formação dos Estados Modernos, porque se instituíram para servir às classes populares.

Assinale a alternativa correta que identifica as diferenças de contexto histórico e econômico em que a prática do protecionismo foi adotada no período atual e no período da Idade Moderna europeia (século XV-XVIII).
No período moderno, o protecionismo era parte integrante do renascimento comercial, caracterizado por intervencionismo estatal, balança comercial favorável e imperialismo; no período atual, o protecionismo é alvo de contestações em nome da liberdade de mercado, num contexto de capitalismo socialista.
No período moderno, o protecionismo era parte integrante do iluminismo, caracterizado por políticas fisiocráticas, subsídios estatais à agricultura e à manufatura, pacto colonial e metalismo; no período atual, o protecionismo é alvo de ações da Inglaterra que ainda tenta barrar essa prática.
No período moderno, o protecionismo era parte integrante do mercantilismo, caracterizado pelo intervencionismo estatal, metalismo, balança comercial favorável e colonialismo; no período atual, o protecionismo é alvo de contestações em nome da liberdade de mercado, num contexto de capitalismo financeiro globalizado.
No período moderno, o protecionismo era parte integrante do mercantilismo, caracterizado por imperialismo, padrão-ouro e intervencionismo estatal; no período atual, o protecionismo é alvo de contestações de países desenvolvidos em nome da liberdade de mercado, num contexto de socialismo.
No período moderno, o protecionismo era parte integrante do liberalismo, caracterizado por fisiocracia, metalismo, incentivo à maquinofatura e pacto colonial; no período atual, o protecionismo é alvo de ações críticas em nome da liberdade de mercado, num contexto de absolutismo.

De acordo com o historiador citado, as afirmacoes abaixo, sobre as teorias do poder monárquico, podem ser relacionadas, respectivamente, aos seguintes pensadores:
I. A educação de um príncipe só pode ser concebida se pautada em uma ética dos valores cristãos. II. Assim como a soberania divina é exercida por um só Deus, apenas o governo de um só homem é capaz de manter a unidade política. I. Calvino; II. Jacques Bossuet.
I. Giovanni Botero; II. Thomas Hobbes.
I. Erasmo de Roterdã; II. Jean Bodin.
I. Francisco Suárez; II. Maquiavel.
I. Martinho Lutero; II. Jacques Bossuet.

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