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Direito Previdenciário

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A causalidade indireta em acidentes de trabalho refere-se à situação em que o evento causador do acidente não está diretamente relacionado ao exercício da função, mas está vinculado a fatores externos que, mesmo assim, afetam a segurança do trabalhador. A jurisprudência brasileira reconhece que, em determinados casos, fatores externos podem ser considerados na caracterização de um acidente de trabalho, desde que comprovado o nexo causal entre o evento e o exercício da atividade laboral. A concausa, como uma forma de causalidade indireta, também é aceita pela legislação e jurisprudência, admitindo a coexistência de fatores não relacionados diretamente ao ambiente de trabalho, mas que agravam ou contribuem para o acidente.
Com base no conceito de causalidade indireta em acidentes de trabalho e na legislação brasileira, qual das alternativas a seguir não pode ser considerada um exemplo de acidente de trabalho por causalidade indireta?
a. Um trabalhador que sofre uma crise epiléptica durante o expediente, sendo que a condição preexistente foi agravada pelo estresse excessivo no ambiente de trabalho, levando a uma queda grave.
b. Um funcionário que, ao ser deslocado para um evento externo a serviço da empresa, sofre um acidente de trânsito causado por um terceiro, durante o trajeto.
c. Um trabalhador que, após ser assaltado ao sair do trabalho, sofre trauma psicológico que resulta em afastamento, embora o local do crime esteja situado em uma área sabidamente perigosa e frequentada regularmente pela empresa.
d. Um empregado que sofre lesão ao realizar tarefas domésticas durante o home office, após ser interrompido por demandas pessoais e familiares durante o horário de trabalho.
e. Um trabalhador que apresenta um quadro de doença cardíaca agravado por condições de insalubridade no local de trabalho, o que leva a um infarto durante a realização de suas funções.
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Para determinar qual alternativa não pode ser considerada um exemplo de acidente de trabalho por causalidade indireta, vamos analisar cada uma delas em relação ao conceito apresentado. a) Um trabalhador que sofre uma crise epiléptica durante o expediente, sendo que a condição preexistente foi agravada pelo estresse excessivo no ambiente de trabalho, levando a uma queda grave. - Aqui, há um nexo causal entre o estresse no trabalho e a crise, portanto, pode ser considerado um acidente de trabalho. b) Um funcionário que, ao ser deslocado para um evento externo a serviço da empresa, sofre um acidente de trânsito causado por um terceiro, durante o trajeto. - Este caso é considerado um acidente de trabalho, pois o funcionário estava a serviço da empresa. c) Um trabalhador que, após ser assaltado ao sair do trabalho, sofre trauma psicológico que resulta em afastamento, embora o local do crime esteja situado em uma área sabidamente perigosa e frequentada regularmente pela empresa. - Este caso pode ser considerado um acidente de trabalho, pois o assalto ocorreu em função do trabalho. d) Um empregado que sofre lesão ao realizar tarefas domésticas durante o home office, após ser interrompido por demandas pessoais e familiares durante o horário de trabalho. - Este caso não se relaciona diretamente ao ambiente de trabalho, pois a lesão ocorreu em uma atividade doméstica, mesmo que durante o horário de trabalho. e) Um trabalhador que apresenta um quadro de doença cardíaca agravado por condições de insalubridade no local de trabalho, o que leva a um infarto durante a realização de suas funções. - Aqui, há um nexo causal entre as condições de trabalho e a doença, portanto, é considerado um acidente de trabalho. Dessa forma, a alternativa que não pode ser considerada um exemplo de acidente de trabalho por causalidade indireta é: d) Um empregado que sofre lesão ao realizar tarefas domésticas durante o home office, após ser interrompido por demandas pessoais e familiares durante o horário de trabalho.

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De acordo com a legislação brasileira, especificamente a Lei nº 8.213/1991, acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou a redução da capacidade para o trabalho. Essa definição inclui, além dos acidentes típicos, aqueles que ocorrem no trajeto entre a residência e o local de trabalho, bem como doenças ocupacionais, que são equiparadas aos acidentes de trabalho. A lei também considera como acidente de trabalho a concausa, ou seja, quando uma condição pré-existente no trabalhador é agravada pelo acidente.
Considerando a legislação brasileira sobre acidentes de trabalho, qual das alternativas abaixo descreve corretamente uma situação caracterizada como acidente de trabalho, de acordo com a definição legal e técnica vigente?
a. Um trabalhador que, durante o intervalo para almoço, sofre uma queda em um restaurante fora do ambiente de trabalho e fratura o braço.
b. Um empregado que, enquanto realiza um serviço para a empresa fora do expediente regular, sofre um acidente de trânsito e fica incapacitado temporariamente para o trabalho.
c. Um trabalhador autônomo, sem vínculo empregatício, que sofre uma lesão ao realizar atividade remunerada em benefício de terceiros e que resulta em incapacidade parcial permanente.
d. Um empregado que, em decorrência de uma doença degenerativa pré-existente, tem sua condição agravada durante o exercício normal de suas funções, causando redução da sua capacidade laboral.
e. Um trabalhador em home office que, ao realizar tarefas domésticas durante o expediente, sofre uma lesão e requer afastamento.

A concausa é um conceito presente na legislação brasileira, especialmente no contexto dos acidentes de trabalho, e refere-se à existência de uma condição pré-existente ou um fator externo que, somado ao evento principal, contribui para o agravamento de uma lesão ou doença. A concausa não precisa ser a única responsável pelo dano, mas deve ter atuado junto à causa principal para produzir o resultado final. O conceito de concausa é reconhecido pela jurisprudência brasileira, e seu efeito implica a equiparação da responsabilidade do empregador em casos onde o trabalho agrava ou acelera a manifestação de uma condição já existente no trabalhador.
Considerando a definição de concausa no contexto dos acidentes de trabalho, assinale a alternativa que melhor exemplifica a aplicação desse conceito.
a. Um trabalhador que sofre uma fratura durante o expediente ao tropeçar em uma ferramenta deixada no chão da fábrica, o que o afasta do trabalho por várias semanas.
b. Um empregado que, após vários anos exposto a substâncias tóxicas no ambiente de trabalho, desenvolve uma doença respiratória, embora tenha um histórico de asma desde a infância.
c. Um técnico de manutenção que, ao sofrer uma queda enquanto realizava um conserto, tem sua recuperação prolongada devido à má qualidade dos equipamentos de segurança fornecidos pela empresa.
d. Um operador de máquinas que, durante o trabalho noturno, desenvolve insônia crônica devido às longas jornadas, mesmo não apresentando problemas de sono anteriormente.
e. Um motorista de caminhão que sofre um acidente de trânsito enquanto transporta carga para a empresa, sendo o acidente causado por um defeito mecânico no veículo.

A ação regressiva previdenciária é um instrumento utilizado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para reaver gastos relacionados a benefícios pagos a trabalhadores acidentados, quando há responsabilidade do empregador. Conforme a legislação vigente, o INSS busca o ressarcimento ao erário quando o acidente decorre de negligência por parte do empregador nas normas de segurança e saúde no trabalho. Essa ação, além de ter caráter compensatório, visa reforçar a importância da adoção de medidas preventivas no ambiente de trabalho, contribuindo para a redução dos acidentes laborais.
A ação regressiva previdenciária é um importante mecanismo utilizado pelo INSS para buscar o ressarcimento de despesas decorrentes de acidentes de trabalho. Sobre o conceito e as especificidades da ação regressiva previdenciária, é correto afirmar que:
a. O objetivo principal da ação regressiva é exclusivamente o ressarcimento das despesas aos cofres públicos, sendo irrelevante a conduta do empregador em relação às normas de segurança no ambiente de trabalho.
b. A ação regressiva previdenciária ocorre sempre que o trabalhador acidentado receber qualquer tipo de benefício do INSS, independentemente da causa do acidente ser atribuída ao empregador.
c. A ação regressiva pode ser aplicada mesmo em casos em que o acidente decorra de força maior ou ato de terceiros, desde que o empregador tenha descumprido as normas de segurança e saúde do trabalho.
d. O ajuizamento de uma ação regressiva previdenciária independe da comprovação de nexo causal entre a conduta do empregador e o acidente, bastando a comprovação de que o trabalhador sofreu algum acidente no ambiente de trabalho.
e. A ação regressiva previdenciária limita-se a acidentes fatais, não sendo aplicável em casos de incapacidade temporária ou permanente que gere benefícios pagos pelo INSS.

O auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) é concedido ao segurado que, por motivo de doença ou acidente, esteja temporariamente incapacitado para o trabalho, com a expectativa de recuperação. Já o auxílio-acidente é um benefício de caráter indenizatório, pago ao segurado que, após a consolidação de uma lesão decorrente de acidente de qualquer natureza, apresente sequelas que reduzam sua capacidade de exercer a função que habitualmente exercia, mas sem incapacidade total para o trabalho. O auxílio-acidente pode ser acumulado com o salário e é pago até a aposentadoria.
Considerando as características e os critérios de concessão tanto do auxílio por incapacidade temporária quanto do auxílio-acidente, assinale a alternativa que descreve corretamente uma situação em que o auxílio por incapacidade temporária seria indeferido e o auxílio-acidente poderia ser concedido.
a. Um segurado que sofreu um acidente de trânsito durante o horário de trabalho, resultando em uma lesão temporária que o incapacitou por 30 dias, mas com expectativa de plena recuperação após o tratamento médico.
b. Um trabalhador diagnosticado com uma doença degenerativa que exige afastamento por 90 dias, mas sem impacto significativo na sua capacidade de trabalho após o término do tratamento.
c. Um segurado que sofreu uma lesão no braço durante uma atividade recreativa fora do trabalho, e após a recuperação médica, ficou com mobilidade reduzida, prejudicando parcialmente sua capacidade de exercer atividades manuais, embora continue apto para outras funções.
d. Um trabalhador que, após sofrer uma lesão no joelho em um acidente de trabalho, foi afastado temporariamente e recuperou a plena capacidade de trabalhar, sem sequelas.
e. Um segurado com diagnóstico de doença grave, cujo tratamento exigiu afastamento do trabalho por seis meses, mas sem deixar sequelas permanentes que interfiram na sua capacidade laboral após a recuperação.

Considerando os requisitos estabelecidos pela Lei 14.331/22 para a petição inicial em ações que discutem atos da perícia médica federal, avalie as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta que descreve uma possível consequência da ausência de um dos elementos obrigatórios no momento da interposição da ação.
a. A ausência de detalhamento sobre as possíveis inconsistências no laudo pericial da perícia médica federal resultará, obrigatoriamente, no arquivamento imediato da ação, sem direito a nova propositura.
b. Caso a petição inicial não inclua a descrição da atividade laboral que o autor alegar estar incapacitado, o juiz poderá conceder prazo para que o autor regularize a petição, sob pena de indeferimento do pedido.
c. A ausência de descrição clara das limitações que a doença impõe ao autor não impede o prosseguimento da ação, desde que a doença esteja adequadamente descrita nos laudos médicos apresentados.
d. Se a petição inicial não estiver acompanhada de documentos comprobatórios do indeferimento administrativo do benefício, o processo poderá prosseguir normalmente, e os documentos poderão ser apresentados na fase de instrução.
e. A omissão de qualquer informação exigida pela Lei 14.331/22 para a petição inicial impedirá a realização de perícia judicial, obrigando o autor a apresentar novo requerimento junto ao INSS antes de recorrer ao Judiciário.
A - a
B - b
C - c
D - d
E - e

A aposentadoria por incapacidade permanente, anteriormente conhecida como aposentadoria por invalidez, é o benefício concedido ao segurado que, após avaliação médico-pericial, é considerado permanentemente incapaz de exercer qualquer atividade laborativa e que não possa ser reabilitado para outra profissão. A concessão depende do cumprimento de requisitos como a carência mínima, salvo exceções previstas em lei.
Considerando a definição de aposentadoria por incapacidade permanente no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), assinale a alternativa que descreve corretamente os elementos essenciais para a concessão desse benefício:
a. A comprovação de incapacidade total para o trabalho, decorrente de qualquer doença, independentemente de previsão legal e do vínculo de trabalho do segurado.
b. A incapacidade permanente para o exercício da atividade profissional habitual, sem possibilidade de reabilitação para qualquer outra função e sem necessidade de carência mínima.
c. A incapacidade total e definitiva para o exercício de qualquer atividade profissional, que pode ser reavaliada a cada dois anos, sendo o benefício suspenso temporariamente até nova perícia.
d. A comprovação de incapacidade total e permanente para o exercício de qualquer atividade laborativa, desde que não haja possibilidade de reabilitação para outra profissão, e que o segurado cumpra os requisitos de carência, salvo exceções legais.
e. A incapacidade parcial e definitiva para o trabalho, atestada por avaliação médico-pericial e condicionada ao cumprimento da carência mínima, mesmo em casos de acidente de trabalho.
A - a
B - b
C - c
D - d
E - e

No âmbito previdenciário, a incapacidade pode ser classificada como total ou parcial, dependendo do grau de comprometimento do segurado em relação ao exercício de atividades laborativas. A incapacidade total é aquela que impede o trabalhador de exercer qualquer atividade remunerada, sendo condição para a concessão da aposentadoria por incapacidade permanente.
Com base nas interpretações sobre incapacidade total e parcial no âmbito previdenciário, assinale a alternativa que melhor reflete a diferença entre esses conceitos e suas implicações para a concessão de benefícios.
a. A incapacidade parcial é caracterizada pela impossibilidade de exercer apenas a função habitual do segurado, sendo suficiente para a concessão da aposentadoria por incapacidade permanente quando combinada com idade avançada.
b. A incapacidade total se refere à impossibilidade de realizar qualquer tipo de atividade, e o segurado que a possui é imediatamente enquadrado para aposentadoria, sem a necessidade de comprovar a irreversibilidade da condição.
c. A incapacidade parcial não impede o exercício de atividades profissionais e, por isso, é critério exclusivo para concessão do auxílio-doença, enquanto a incapacidade total é requisito necessário para o auxílio-acidente, devido à irreversibilidade.
d. A incapacidade total é a que impede o segurado de exercer qualquer atividade remunerada de forma irreversível, sendo critério para a aposentadoria por incapacidade permanente, enquanto a incapacidade parcial pode gerar o direito a outros benefícios, como o auxílio-acidente, que permite a continuidade de alguma atividade profissional.
e. A incapacidade parcial, desde que seja reconhecida por laudo médico particular, é suficiente para a concessão da aposentadoria por incapacidade permanente, independentemente da avaliação do INSS ou de perícia administrativa.
A - a
B - b
C - c
D - d
E - e

A perícia é um meio de prova técnico ou científico, realizado por um especialista, que visa esclarecer questões de fato que exijam conhecimento técnico especializado. No âmbito jurídico, a perícia tem a finalidade de fornecer subsídios para a formação do convencimento do juiz em casos que envolvem aspectos técnicos ou científicos.
Considerando as funções da perícia no âmbito jurídico e administrativo, qual das seguintes opções descreve corretamente a finalidade da perícia em ambos os contextos, com ênfase nas diferenças de sua aplicação?
a. A perícia, tanto no âmbito jurídico quanto no administrativo, é utilizada exclusivamente para estabelecer culpa ou dolo em casos de negligência técnica, sendo seu uso limitado a áreas de saúde e segurança.
b. No contexto jurídico, a perícia visa fornecer ao juiz uma opinião técnica especializada sobre aspectos que não estão no seu domínio de conhecimento, enquanto no administrativo, sua função principal é atuar como mediadora de conflitos entre servidor e administração pública.
c. A perícia no âmbito jurídico busca formar a convicção do magistrado sobre questões técnicas, enquanto no administrativo, além de solucionar litígios, atua também como ferramenta preventiva em relação à saúde ocupacional e à segurança do trabalho.
d. A perícia jurídica é mandatória em todos os processos que envolvem questões técnicas, enquanto no âmbito administrativo ela é realizada somente quando solicitada pelas partes envolvidas, com foco exclusivo na reconstituição de fatos.
e. No âmbito jurídico, a perícia é sempre necessária para validar decisões judiciais em questões técnicas, ao passo que no administrativo, sua única função é garantir o cumprimento de normas regulamentadoras do trabalho.
A - a
B - b
C - c
D - d
E - e

Nas ações previdenciárias julgadas pela Justiça Estadual, em razão da competência delegada, os recursos seguem um rito específico. Conforme o artigo 109, § 3º da Constituição Federal, a Justiça Estadual é competente para julgar ações previdenciárias nas comarcas onde não há vara federal.
Com base nas regras de interposição de recursos nas ações previdenciárias julgadas na Justiça Estadual, qual das alternativas a seguir está correta quanto ao procedimento recursal? Assinale a alternativa correta.
a. Após o julgamento de uma ação previdenciária pela Justiça Estadual, o recurso de apelação deve ser interposto diretamente ao Tribunal de Justiça Estadual (TJ), mesmo que se trate de competência delegada, pois a competência originária é da Justiça Estadual.
b. O recurso de apelação contra decisão proferida em ação previdenciária julgada pela Justiça Estadual deve ser dirigido ao Tribunal Regional Federal (TRF) competente, no prazo de 10 dias úteis, em conformidade com o rito processual previdenciário.
c. Caso uma sentença proferida pela Justiça Estadual em ação previdenciária seja desfavorável ao INSS, o recurso de apelação deve ser interposto junto ao Tribunal Regional Federal (TRF), que julgará a apelação conforme as normas aplicáveis à Justiça Federal.
A - a
B - b
C - c

Com base nas regras de interposição de recursos nas ações previdenciárias julgadas na Justiça Estadual, qual das alternativas a seguir está correta quanto ao procedimento recursal?
Assinale a alternativa correta.
a. Após o julgamento de uma ação previdenciária pela Justiça Estadual, o recurso de apelação deve ser interposto diretamente ao Tribunal de Justiça Estadual (TJ), mesmo que se trate de competência delegada, pois a competência originária é da Justiça Estadual.
b. O recurso de apelação contra decisão proferida em ação previdenciária julgada pela Justiça Estadual deve ser dirigido ao Tribunal Regional Federal (TRF) competente, no prazo de 10 dias úteis, em conformidade com o rito processual previdenciário.
c. Caso uma sentença proferida pela Justiça Estadual em ação previdenciária seja desfavorável ao INSS, o recurso de apelação deve ser interposto junto ao Tribunal Regional Federal (TRF), que julgará a apelação conforme as normas aplicáveis à Justiça Federal.
d. Nas ações previdenciárias julgadas pela Justiça Estadual sob competência delegada, o recurso de apelação deve ser interposto no Tribunal de Justiça Estadual (TJ) e, após decisão, poderá ser remetido ao TRF, desde que solicitado pelas partes.
e. Quando o recurso é interposto em ações previdenciárias julgadas pela Justiça Estadual sob competência delegada, o Tribunal Regional Federal (TRF) não possui competência para julgar recursos de apelação, cabendo exclusivamente ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) analisar as decisões recursais.

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