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Na segunda metade do século XIX, a capoeira era uma marca da tradição rebelde da população trabalhadora urbana na maior cidade do Império do Brasil, que reunia escravos e livres, brasileiros e imigrantes, jovens e adultos, negros e brancos. O que mais os unia era pertencer aos porões da sociedade, e na última escala do piso social estavam os escravos africanos.
De acordo com o texto, um fator que contribuiu para a construção da tradição mencionada foi a
a) elitização de ritos católicos.
b) desorganização da vida rural.
c) redução da desigualdade racial.
d) mercantilização da cultura popular.
e) diversificação dos grupos participantes.
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Discussões sobre Licenciatura em História

ano passado

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ano passado

Para analisar a questão, precisamos entender o contexto da capoeira na segunda metade do século XIX. O texto menciona que a capoeira era uma tradição que unia diferentes grupos sociais, incluindo escravos, livres, brasileiros e imigrantes, refletindo uma resistência e uma identidade comum entre aqueles que estavam à margem da sociedade. Vamos analisar as alternativas: a) elitização de ritos católicos - Isso não se relaciona diretamente com a capoeira, que é uma expressão cultural popular e não elitista. b) desorganização da vida rural - Embora a migração para as cidades tenha ocorrido, isso não é o principal fator que uniu os grupos na capoeira. c) redução da desigualdade racial - Na verdade, a capoeira surgiu em um contexto de desigualdade racial, então essa alternativa não é correta. d) mercantilização da cultura popular - Isso pode ter influenciado a capoeira, mas não é o principal fator que uniu os grupos mencionados. e) diversificação dos grupos participantes - Esta alternativa reflete bem a ideia de que a capoeira uniu diferentes grupos sociais, como escravos, livres, brasileiros e imigrantes. Portanto, a alternativa que melhor responde à questão é: e) diversificação dos grupos participantes.

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A figura do inquilino ao qual a personagem da tirinha se refere é o(a)
a) constrangimento por olhares de reprovação.
b) costume importo aos filhos por coação.
c) consciência da obrigação moral.
d) pessoa habitante da mesma casa.
e) temor de possível castigo.

O dicionário da Real Academia Espanhola não usa a terminologia de Estado, nação e língua no sentido moderno. Antes de sua edição de 1884, a palavra nación significava simplesmente “o agregado de habitantes de uma província, de um país ou de um reino” e também “um estrangeiro”. Mas agora era dada como “um Estado ou corpo político que reconhece um centro supremo de governo comum”.
A ideia de nação como lugar de pertencimento, ao qual os indivíduos têm ligação por nascimento, constitui-se na Europa do final do século XIX. Sua difusão resultou
a) na rápida ascensão de governos com maior participação popular, dado que a unidade nacional anulava as diferenças sociais.
b) na construção de uma cultura que incorporava todas as parcialidades equilibradamente dentro de uma identidade comum.
c) na imposição de uma única língua, cultura e tradição às diferentes comunidades agregadas ao Estado nacional.
d) na anulação pacífica das diferenças étnicas existentes entre as comunidades que passaram a compor a nacionalidade.
e) em um intenso processo cultural marcado pelo protagonismo das populações autóctones.

O povo que exerce o poder não é sempre o mesmo povo sobre quem o poder é exercido, e o falado self-government [autogoverno] não é o governo de cada qual por si mesmo, mas o de cada qual por todo o resto. Ademais, a vontade do povo significa praticamente a vontade da mais numerosa e ativa parte do povo – a maioria, ou aqueles que lograram êxito em se fazerem aceitar como a maioria.
No que tange à participação popular no governo, a origem da preocupação enunciada no texto encontra-se na
a) conquista do sufrágio universal.
b) criação do regime parlamentarista.
c) institucionalização do voto feminino.
d) decadência das monarquias hereditárias.
e) consolidação da democracia representativa.

Getúlio libertou o povo, e são 8 horas de trabalho e só. Não tinha que trabalhar dia e noite mais não. Getúlio é que fez as leis. A princesa Isabel assinou a libertação, mas quem nos libertou do jugo da escravatura, do chicote, do tronco, foi Getúlio, Getúlio Dorneles Vargas. Papai falava assim: “Meu filho. Nunca houve no mundo governo igual a esse, meu filho”.
A construção da memória apresentada no texto remete ao seguinte aspecto da referida experiência política:
a) Fortalecimento da ideologia oficial, limitada à dimensão da escola.
b) Legitimação de coligações partidárias, vinculadas à utilização do rádio.
c) Estabelecimento de direitos sociais, associados à propaganda do Estado.
d) Enaltecimento do sentimento pátrio, ligado à consolidação da democracia.
e) Desenvolvimento de serviços públicos, submetidos à direção dos coronéis.

A eugenia, tal como originalmente concebida, era a aplicação de “boas práticas de melhoramento” ao aprimoramento da espécie humana. Francis Galton foi o primeiro a sugerir com destaque o valor da reprodução humana controlada, considerando-a produtora do aperfeiçoamento da espécie.
Um resultado da aplicação dessa teoria, disseminada a partir da segunda metade do século XIX, foi o(a)
a) aprovação de medidas de inclusão social.
b) adoção de crianças com diferentes características físicas.
c) estabelecimento de legislação que combatia as divisões sociais.
d) prisão e esterilização de pessoas com características consideradas inferiores.
e) desenvolvimento de próteses que possibilitavam a reabilitação de pessoas deficientes.

Os guaranis encontram-se hoje distribuídos pela Bolívia, Paraguai, Uruguai, Brasil e Argentina. A condição de guarani remete diretamente para a ideia de pertencimento e para as relações de parentesco. Daí a importância da concepção de território como espaço de comunicação. Eles têm parentes nos diversos países e seguem se visitando regularmente. Os guaranis seguem com noções e conceitos próprios de fronteira, uma ideia mais sociológica e ideológica, que inclui, exclui e define quem pertence e quem não pertence a determinado grupo social.
De acordo com o texto, o processo de demarcação das terras reivindicadas por esse povo enfrenta como dificuldade o(a)
a) valor de desapropriação das áreas legalizadas.
b) engajamento de jovens na luta pela reforma agrária.
c) escassez de zonas cultiváveis nas regiões contíguas.
d) tensão entre identidade coletiva e normatizações das nações limítrofes.
e) contradição entre sustento extrativista e desmatamento das florestas tropicais.

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