Ed
ano passado
Vamos analisar a situação apresentada. O paciente está em taquicardia ventricular sem pulso, o que é considerado um ritmo chocável. De acordo com as diretrizes da American Heart Association, a abordagem correta para um paciente nessa condição envolve desfibrilação precoce e manobras de reanimação. Analisando as alternativas: a) Aplicar desfibrilação imediatamente e continuar a reanimação manual com compressões e ventilações numa relação de 30:2, administrar vasopressina e monitorar resposta. - A vasopressina não é recomendada nas diretrizes atuais para essa situação. b) Iniciar imediatamente as manobras de reanimação com compressões torácicas e ventilações, não perder tempo com desfibrilação (ritmo não chocável), administrar epinefrina. - Esta opção está incorreta, pois a taquicardia ventricular sem pulso é um ritmo chocável. c) Iniciar imediatamente as manobras de reanimação com compressões torácicas numa frequência de 30 compressões e 2 ventilações, aplicar desfibrilação precoce, administrar epinefrina e considerar via aérea avançada. - Esta opção está correta, pois menciona a desfibrilação precoce e a relação correta de compressões e ventilações. d) Iniciar as manobras de reanimação com compressões torácicas numa frequência de 30 compressões e uma ventilação a cada 6 segundos, aplicar desfibrilação e administrar adrenalina. - A relação de ventilação está incorreta, pois deve ser 30:2. Portanto, a alternativa correta é: c) Iniciar imediatamente as manobras de reanimação com compressões torácicas numa frequência de 30 compressões e 2 ventilações, aplicar desfibrilação precoce, administrar epinefrina e considerar via aérea avançada.
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