Ed
há 9 meses
Vamos analisar cada uma das alternativas em relação à autonomia da Defensoria Pública do Estado, conforme previsto no art. 134, § 2º da Constituição Federal: (A) a eficácia plena e a executoriedade imediata de suas decisões, ressalvada a competência constitucional do Poder Judiciário e do Tribunal de Contas. - Essa opção não é correta, pois a Defensoria Pública não possui a executoriedade imediata de suas decisões, já que suas ações podem ser revistas pelo Judiciário. (B) o exercício de suas funções institucionais livre de pressões, uma vez que não está sujeita a controles externos. - Essa opção é parcialmente correta, mas a Defensoria Pública ainda está sujeita a alguns controles, como os do Judiciário. (C) independência em relação ao Poder Executivo, não mais o integrando. - Essa opção é correta, pois a Defensoria Pública possui autonomia em relação ao Poder Executivo. (D) a competência legislativa de seu Conselho Superior. - Essa opção não é correta, pois o Conselho Superior não possui competência legislativa. (E) a possibilidade de criação de cargos por ato administrativo do Defensor Público-Geral, após a análise pelo Conselho Superior. - Essa opção não é correta, pois a criação de cargos não é uma atribuição do Defensor Público-Geral sem a devida legislação. Diante da análise, a alternativa correta é: (C) independência em relação ao Poder Executivo, não mais o integrando.
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