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Lei nova que estabelecer disposição geral a par de lei já existente,
(A) apenas modifica a lei anterior.
(B) não revoga, nem modifica a lei anterior.
(C) derroga a lei anterior.
(D) ab-roga a lei anterior.
(E) revoga tacitamente a lei anterior.
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Para responder a essa questão, precisamos entender o que acontece quando uma nova lei é criada em relação a uma lei já existente. 1. Modificação: A alternativa (A) sugere que a nova lei apenas modifica a anterior, mas isso não é sempre o caso. 2. Não revoga nem modifica: A alternativa (B) afirma que a nova lei não revoga nem modifica a anterior, o que pode ser verdade se a nova lei for específica e não entrar em conflito com a anterior. 3. Derrogação: A alternativa (C) fala sobre derrogar a lei anterior, que é um termo que se refere a uma lei que limita ou restringe outra, mas não necessariamente a revoga completamente. 4. Ab-rogação: A alternativa (D) sugere que a nova lei ab-roga a anterior, o que significa que a nova lei revoga completamente a anterior, o que não é o caso aqui. 5. Revogação tácita: A alternativa (E) menciona a revogação tácita, que ocorre quando a nova lei entra em conflito com a anterior, mas não há uma declaração explícita de revogação. Dado que a questão fala sobre uma "disposição geral a par de lei já existente", a alternativa que melhor se encaixa é a (B) "não revoga, nem modifica a lei anterior", pois a nova lei pode coexistir com a anterior sem alterá-la. Portanto, a resposta correta é: (B) não revoga, nem modifica a lei anterior.

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Sobre os direitos da personalidade, pode-se afirmar que:
a) a cassação dos direitos políticos de pessoa natural equivale à perda de personalidade.
b) a proteção que o Código Civil defere ao nascituro alcança o natimorto com relação a tais direitos.
c) mesmo o natimorto adquire personalidade jurídica.
d) a personalidade civil tem início com o registro em cartório do nascimento com vida depois de decorridas 24 horas.
e) o nascimento com vida por si só não confere os direitos de personalidade ao recém-nascido.

De acordo com a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro:
a) a revogação de lei por lei posterior, quando houver incompatibilidade entre elas, deve ser expressa.
b) o Direito Brasileiro admite de forma ampla o fenômeno da repristinação.
c) a lei, quando não se destinar à vigência temporária, terá vigor até que outra a modifique ou a revogue.
d) salvo disposição em contrário, uma lei entra em vigor no país 60 (sessenta) dias depois de oficialmente publicada.
e) a lei revogada se restaura na hipótese de a lei revogadora ter perdido a vigência.

Sobre o negócio jurídico, é correto afirmar que o(a):
a) negócio jurídico anulável pode ser confirmado pelas partes, mesmo que envolva direito de terceiro.
b) prazo de decadência para se pleitear a anulação do negócio jurídico é de três anos.
c) anulabilidade do negócio jurídico pode ser pronunciada de ofício pelo juiz.
d) negócio jurídico simulado é nulo subsistindo o que se simulou desde que válido na forma e na substância.
e) negócio jurídico nulo pode ser confirmado pelo decurso do tempo.

Assinale a resposta correta, de acordo com a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro.
a) A escusa ao cumprimento da lei exige a demonstração de seu desconhecimento.
b) As obrigações são regidas pela lei do país em que constituídas.
c) Perdendo a lei revogadora sua vigência, não se admite a previsão legal de repristinação da lei revogada.
d) As regras sobre a capacidade e o direito de família são regidas pela lei do país onde nascida a pessoa.
e) Na omissão da lei, deve o juiz recorrer a livre discricionariedade.

Segundo o regime previsto pelo Código Civil brasileiro para os bens:
a) as praias e as ruas são bens públicos de uso especial.
b) consideram-se benfeitorias todos os acréscimos sobrevindos ao bem, independentemente de intervenção do proprietário, possuidor ou detentor.
c) os negócios jurídicos que dizem em respeito ao bem principal não abrangem as pertenças, salvo disposição legal, contratual ou circunstâncias do caso.
d) constitui universalidade de direito a pluralidade de bens singulares que, pertinentes à mesma pessoa, tenham destinação unitária.
e) os bens dominicais são inalienáveis, enquanto conservarem a sua qualificação.

Com base nas disposições do Código Civil, assinale a opção correta a respeito da capacidade civil.
A Os pródigos, outrora considerados relativamente incapazes, não possuem restrições à capacidade civil, de acordo com a atual redação do código em questão.
B Indivíduo que, por deficiência mental, tenha o discernimento reduzido é considerado relativamente incapaz.
C O indivíduo que não consegue exprimir sua vontade é considerado absolutamente incapaz.
D Indivíduos que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento para a prática dos atos da vida civil são considerados absolutamente incapazes.
E Somente os menores de dezesseis anos de idade são considerados absolutamente incapazes pela lei civil.

A respeito dos elementos acidentais do negócio jurídico, assinale a opção correta.
a) Situação hipotética: Maria celebrou contrato de doação de bem imóvel a João. Na negociação, ficou estipulado que a transferência do bem somente se aperfeiçoará quando da morte da doadora. Assertiva: Nessa situação, o evento morte funciona como condição.
b) O encargo é elemento acidental característico dos negócios jurídicos que envolvam liberalidade. Em caso de inexecuão do encargo pelo beneficiado, não há previsão de mecanismos de coerção direta ou indireta por parte do disponente.
c) O termo não essencial é aquele que não admite o cumprimento do objeto do negócio jurídico após o seu vencimento.
d) Denomina-se condição a cláusula acessória pela qual as partes subordinam a eficácia do negócio a acontecimento futuro e incerto.
e) Em caso de nulidade do negócio jurídico, a condição voluntariamente declarada pelas partes não será alcançada, permanecendo válida.

Quando o testamento foi aberto, Rubião quase caiu para trás. Advinhas por quê. Era nomeado herdeiro universal do testador.
As exigências feitas a Rubião consubstanciam
a) termo final.
b) condição resolutiva.
c) condição suspensiva.
d) termo inicial.
e) encargo.

Em se tratando de morto, para exigir que cesse a ameaça ou a lesão a direito da personalidade, e reclamar perdas e danos.
a) terão legitimação o cônjuge sobrevivente e, os parentes afins na linha reta e os parentes na linha colateral sem limitação de grau.
a) terão legitimação o cônjuge sobrevivente e, os parentes afins na linha reta e os parentes na linha colateral sem limitação de grau.
b) não há legitimado, porque essa ação é personalíssima.
c) somente o Ministério Público terá legitimação, porque a morte extingue os vínculos de afinidade e de parentesco.
d) terá legitimação o cônjuge sobrevivente, ou qualquer parente em linha reta ou colateral até o quarto grau.
e) terão legitimação somente o cônjuge ou companheiro sobrevivente e os parentes em linha reta.

Roberto doou aos filhos seu mais valioso imóvel em 20/10/2014 e, no mesmo dia, ofereceu em hipoteca outro imóvel para garantia de dívida por empréstimo que lhe foi concedido, em 19/09/2014, por seu amigo Pedro. Com a doação daquele imóvel, Roberto tornou-se insolvente, porque já tinha diversas dívidas vencidas e não pagas entre as quais a decorrente de negócios realizados com Manoel, sem garantia real, vencida em 08/09/2014 e não paga, além de contar com vários protestos cambiais. Em 18/11/2014 tomou emprestado de Antônio R$ 80.000,00, que não exigiu qualquer garantia e R$ 85.000,00 de Rodrigo, que exigiu fiança, prestada por José, mas Roberto também não pagou as dívidas a esses mutuantes. Nesses negócios, está configurada fraude contra credores, pela
a) doação e constituição de hipoteca, cujas anulações podem ser pleiteadas por Manoel.
a) doação e constituição de hipoteca, cujas anulações podem ser pleiteadas por Manoel.
b) doação, apenas, cuja anulação só pode ser demandada, entre os credores mencionados, por Manoel.
c) doação, pela constituição de hipoteca e pela fiança, que podem ser anuladas em ação proposta por Manoel e por Antônio.
d) doação, apenas, cuja anulação pode ser pleiteada por Manoel, Antônio e Rodrigo.
e) doação e pela constituição de hipoteca, cujas anulações podem ser pleiteadas por Manoel e Antônio, mas não por Rodrigo.

Nos termos do Código Civil, é consequência do caráter de “uso comum do povo” de um bem público, por contraste com os bens dominicais, a
a) possibilidade de integrar o patrimônio de pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado ruptura de direito privado.
a) possibilidade de integrar o patrimônio de pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado ruptura de direito privado.
b) necessária gratuidade do uso.
c) impossibilidade de alienação.
d) insuscetibilidade à usucapião.
e) possibilidade de integrar o patrimônio de pessoas jurídicas da Administração Direta.

No que tange aos direitos da personalidade, assinale a alternativa correta.
a) A transmissão da palavra de determinada pessoa poderá, sempre e em qualquer circunstância, ser proibida a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber, se lhe atingir a honra ou se destinada a fins comerciais.
a) A transmissão da palavra de determinada pessoa poderá, sempre e em qualquer circunstância, ser proibida a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber, se lhe atingir a honra ou se destinada a fins comerciais.
b) O pseudônimo licitamente utilizado goza da proteção que se dá ao nome.
c) A proteção dos direitos da personalidade aplica-se igualmente às pessoas jurídicas.
d) É garantia legal a irrestrita liberdade de disposição do próprio corpo.

Os termos que obtiveram na linguagem jurídica um significado específico, como, por exemplo, contrato, crédito, impugnabilidade, nulidade de um negócio jurídico, herança, legado, são usados nas leis, na maioria das vezes, com este significado especial. Deste modo, eliminam-se inúmeras variantes de significado do uso linguístico geral e o círculo dos possíveis significados, adentro do qual se há de proceder à seleção com base noutros critérios, estreita-se em grande medida. Com o esclarecimento do uso linguístico jurídico preciso, a interpretação pode, em certas ocasiões, chegar ao seu termo, a saber, quando nada indicie no sentido de que a lei se desviou, precisamente nesta passagem, daquele uso.
Esse texto corresponde
a) à interpretação lógica da lei.
b) aos usos e costumes como fonte interpretativa do direito.
c) à interpretação literal da lei.
d) à analogia.
e) à interpretação sistemática da lei.

São pessoas jurídicas de direito público externo
a) a União e os Estados federados, quando celebram contratos internacionais.
a) a União e os Estados federados, quando celebram contratos internacionais.
b) somente os organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas.
c) apenas os Estados estrangeiros.
d) os Estados estrangeiros e a União.
e) os Estados estrangeiros e aquelas regidas pelo direito internacional público.

O texto acima, sobre o vaqueiro, identifica
a) espécie de lei local, de cujo teor ou vigência o juiz pode exigir comprovação.
a) espécie de lei local, de cujo teor ou vigência o juiz pode exigir comprovação.
b) a analogia, como um meio de integração do Direito.
c) um princípio geral de direito, aplicável aos contratos verbais.
d) o uso ou costume como fonte ou forma de expressão do Direito.
e) a equidade que o juiz deve utilizar na solução dos litígios.

No que diz respeito ao regime jurídico da pessoa natural, da pessoa jurídica, dos direitos de personalidade e a temas correlatos, assinale a alternativa correta conforme disposto no Código Civil e na jurisprudência do STJ.
a) Caso uma pessoa jurídica condenada a indenizar dano moral reconhecido em decisão judicial não efetue o pagamento da quantia arbitrada pelo juiz, os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações serão, automaticamente, estendidos aos bens particulares de seus administradores ou sócios.
a) Caso uma pessoa jurídica condenada a indenizar dano moral reconhecido em decisão judicial não efetue o pagamento da quantia arbitrada pelo juiz, os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações serão, automaticamente, estendidos aos bens particulares de seus administradores ou sócios.
b) Pessoas jurídicas não gozam de proteção quanto aos direitos de personalidade.
c) Muito embora o nome, nele compreendidos o prenome e o sobrenome, goze de proteção legal contra seu emprego em publicações que o exponha ao desprezo público, ainda quando não haja intenção difamatória, não existe, no ordenamento jurídico brasileiro, previsão legal expressa de extensão dessa proteção ao pseudônimo adotado para atividades lícitas.
d) Pessoas públicas e notórias não deixam, só por isso, de ter o resguardo de direitos da personalidade.
e) A proibição da utilização ou da exposição da imagem de uma pessoa, sem autorização prévia, restringe-se aos casos de destinação comercial da publicação.

No que diz respeito ao domicílio das pessoas naturais e jurídicas, assinale a alternativa correta.
a) A pessoa jurídica tem domicílio no lugar onde funcionarem as respectivas diretorias e administrações, ou em domicílio especial especificado no seu estatuto ou em atos constitutivos, não havendo autorização legal para que a pessoa jurídica tenha mais de um domicílio.
a) A pessoa jurídica tem domicílio no lugar onde funcionarem as respectivas diretorias e administrações, ou em domicílio especial especificado no seu estatuto ou em atos constitutivos, não havendo autorização legal para que a pessoa jurídica tenha mais de um domicílio.
b) É nula a cláusula contratual de especificação de domicílio nas situações em que os contratantes especificam onde devem ser exercidos e cumpridos os direitos e obrigações resultantes do próprio contrato.
c) Tem o preso domicílio necessário na localidade onde cumprir a sentença penal.
d) O domicílio da pessoa natural, mesmo no que se refere às relações concernentes à profissão, é o lugar onde ela estabelece a sua residência com ânimo definitivo.
e) Somente se prova a intenção manifesta de mudar, para fins de modificação do domicílio, pela própria mudança, com as circunstâncias que a acompanharem.

A legislação brasileira sobre essas questões dispõe que
a) a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada, salvo nas matérias de ordem pública, em que sempre prevalecerá a lei nova.

NÃO podem ser objeto de alienação:
a) os imóveis considerados por lei como bem de família.