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Jovem, 19 anos, politraumatizado, com suspeita de lesão medular por acidente automobilístico, foi intubado pela equipe de resgate pré-hospitalar no local da ocorrência e manejado de forma adequada até o hospital.
Após avaliação inicial do clínico geral do Pronto Socorro, foi encaminhado para imaginologia, sendo constata fratura toracolombar. Após o exame de imagem, foi admitido na UTI, onde o plano de cuidados, até avaliação do neurocirurgião, inclui:
a) retirar o colar cervical.
b) manter o paciente na prancha rígida.
c) administrar altas doses de metilpredinisolona.
d) manter repouso no leito e mobilização em bloco.
e) estimular hiperextensão mentoniana.
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EnfermagemEmFoco

ano passado

Respostas

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ano passado

Para responder a essa questão, precisamos considerar o manejo adequado de um paciente com suspeita de lesão medular, especialmente após uma fratura toracolombar. Vamos analisar as alternativas: a) Retirar o colar cervical - Isso não é recomendado, pois o colar cervical deve ser mantido para estabilizar a coluna cervical até que uma avaliação mais completa seja feita. b) Manter o paciente na prancha rígida - Esta é uma prática comum para estabilizar a coluna vertebral em casos de trauma, especialmente com suspeita de lesão medular. Portanto, essa alternativa é adequada. c) Administrar altas doses de metilpredinisolona - Embora a metilpredinisolona possa ser utilizada em alguns casos de lesão medular, a administração em altas doses deve ser feita com cautela e geralmente é considerada em situações específicas. d) Manter repouso no leito e mobilização em bloco - O repouso é importante, mas a mobilização em bloco deve ser feita com cuidado e geralmente não é a primeira abordagem em casos de lesão medular. e) Estimular hiperextensão mentoniana - Isso não é indicado, pois pode agravar a lesão. Diante da análise, a alternativa mais adequada e segura para o manejo inicial do paciente com suspeita de lesão medular é: b) manter o paciente na prancha rígida.

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O texto discute a importância das experiências que nos definem e como o gostar de certas coisas nos distingue.
De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que
(A) o autor acredita que o gostar que nos define não está ligado à projeção da imagem do ser que amamos, mas às suas características mais íntimas.
(B) o autor compara os amores impossíveis da adolescência aos amores dos filmes.
(C) o autor acredita que amar a singularidade da pessoa com a qual nos relacionamos é o que nos torna igual às outras pessoas.
(D) o autor compara o gostar de Gisele Bündchen ao gostar de um filme de grande sucesso ou de um Best-seller.
(E) o autor acredita que algumas coisas peculiares das quais ele gosta o definem como ser único.

O autor menciona um prato que ele gosta e como ele se sente em relação a isso.
Considerando a afirmação “Esse filé está na categoria das coisas de que só eu gosto. Ou quase.”, é possível inferir que
(A) todos que frequentam a lanchonete “Real” gostam do filé com ervilhas que o autor gosta.
(B) além do autor, existem outras poucas pessoas que gostam do “filé com ervilhas”.
(C) além do autor, muitas outras pessoas gostam do “filé com ervilhas”.
(D) ninguém que frequenta a lanchonete gosta do “filé com ervilhas”.
(E) somente o autor gosta do “filé com ervilhas”.

O texto fala sobre a singularidade das pessoas e como isso nos define.
Em “Talvez seja nostalgia da adolescência e dos seus amores impossíveis...”, o termo em destaque expressa
(A) tempo.
(B) intensidade.
(C) modo.
(D) afirmação.
(E) dúvida.

O texto analisa o uso de pronomes relativos em diferentes contextos.
Assinale a alternativa em que o termo destacado NÃO é um pronome relativo.
(A) “...prepara-se um filé com ervilhas que me faz feliz...”
(B) “O gostar que nos define está ligado às entranhas de alguém...”
(C) “...ninguém carrega as lembranças que ela carrega.”
(D) “Permitir que o outro nos olhe e pense...”
(E) “Ninguém divide conosco as memórias que ela divide.”

O texto discute a pontuação e sua importância em frases.
Em “Ontem, vi uma foto de Gisele Bündchen desfilando em Paris...”, a vírgula presente no fragmento do texto
(A) é obrigatória, pois separa advérbio de tempo que está antecipado.
(B) é obrigatória, pois separa advérbio de tempo que, independente da posição, deve estar separado por vírgula.
(C) é facultativa, pois está separando um termo que tem a mesma função do termo posposto a ele.
(D) é obrigatória, pois, no período, separa orações coordenadas assindéticas.
(E) é facultativa, pois separa advérbio de tempo que está antecipado, mas que é de curta extensão.

O texto analisa a concordância verbal em uma frase específica.
Em “Haverá no mundo um milhão de homens, talvez mulheres, apaixonados por ela.”, é correto afirmar que
(A) o verbo “Haverá” deveria ser “Haverão” para concordar com “... um milhão de homens, talvez mulheres, apaixonados por ela”.
(B) o verbo “Haverá” está conjugado no futuro do pretérito do indicativo.
(C) o uso do verbo “Haverá” no singular ocorre porque o verbo “haver” é impessoal e, portanto, não apresenta concordância com o sujeito da oração.
(D) o verbo “Haverá” está acentuado por ser uma proparoxítona.
(E) o verbo “Haverá” tem mais de três sílabas, é, portanto, uma palavra polissílaba.

O texto discute a função de conjunções em frases.
Em “Gostar dela será, nesse caso, como gostar de um filme de grande sucesso ou de um livro best-seller.”, o termo destacado é uma conjunção que, no período, expressa
(A) concessão.
(B) comparação.
(C) causa.
(D) consequência.
(E) conformidade.

O texto analisa a estrutura de uma oração e a função de suas partes.
Em “Dias atrás, ao listar meus 10 filmes favoritos, percebi ele que vinha em terceiro, atrás de O último tango em Paris e Texas....”, a oração destacada expressa
(A) condição.
(B) causa.
(C) concessão.
(D) tempo.
(E) proporção.

O texto discute a crase e sua aplicação em frases.
Em “O gostar que nos define está ligado às entranhas de alguém...”, a crase ocorreu
(A) porque está inserida em uma locução prepositiva de base feminina.
(B) para atender à regência do verbo “define”.
(C) para atender à regência do verbo “estar” que, na oração, está presente na locução verbal “está ligado”.
(D) para atender à regência do verbo “ligar” que, na oração, está presente na locução verbal “está ligado”.
(E) para atender à regência do verbo “gostar” que, na oração, está no infinitivo.

O texto analisa a acentuação de palavras e seus pares.
Assinale a alternativa correta quanto à acentuação dos pares.
(A) Científica – ciência.
(B) Impossível – impossibilidáde.
(C) Romântica – românce.
(D) Público – publicidáde.
(E) Aparência – aparênte.

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