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No texto “A questão da análise leiga” como Freud explicou o que significava ser a psicanálise uma prática “leiga”?
Para ser psicanalista não precisava ser médico.
Freud respondeu dizendo que “leigo = não médico”, contudo, ele não pretendia contrapor a psicanálise aos médicos.
O que ele realmente queria era estabelecer a liberdade da psicanálise.
Freud esclareceu que, para exercê-la, independentemente de sua formação, era necessária uma qualificação específica.
Os médicos poderiam exercê-la, assim como qualquer outro que não fosse médico, mas que se submetesse à ética da psicanálise.
A formação específica é a ética da psicanálise.
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Aprendendo com Desafios

há 6 meses

Respostas

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há 6 meses

A questão da análise leiga, segundo Freud, enfatiza que a psicanálise não é restrita apenas a médicos. Ele argumenta que qualquer pessoa pode se tornar psicanalista, desde que tenha a formação e a qualificação necessárias, além de seguir a ética da psicanálise. Portanto, a prática "leiga" se refere à possibilidade de pessoas não médicas exercerem a psicanálise, desde que respeitem os princípios éticos da prática. Se precisar de mais detalhes ou tiver outra pergunta, estou aqui para ajudar!

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Atividades Extensionistas: A Formação do Analista. Ao receber um paciente no consultório, o analista nada sabe sobre ele.
No entanto a expectativa do paciente é que o analista o entenda e o livre do sofrimento.
Algumas vezes os pacientes chegam a dizer que recorreram à análise para não cometerem suicídio e esperam que o analista tire essas ideias de morte da cabeça deles.
Com base no texto “A questão da análise leiga”, disponível para leitura na aula 3, como podemos entender qual deve ser a orientação que o psicanalista deve dar ao seu paciente neste início de processo?
Convidá-lo a ser sincero, sem esconder intencionalmente algum pensamento, lembrança ou sentimento que julga ser impróprio falar, e que diga ao analista tudo o que passa pela sua cabeça.
Representa a atribuição de um psicanalista.
A letra “a” costuma ser a atitude assumida por alguns amigos e família que não suportam ouvir o sofrimento do outro então pedem para não tocar mais no assunto (inibição e repressão).
A letra “b” às vezes acontece na sexta a tarde quando a unidade de saúde vai fechar no fim de semana e o profissional que ouviu isso do paciente tem medo de deixá-lo desassistido e interna.
As alternativas “d e e” são terapêuticas, mas são dirigidas ao ego, incentivando o uso da razão e com foco no comportamento.
A psicanálise se remete ao conteúdo inconsciente e não se ocupa em recomendar mais mecanismos de defesa, ao contrário.
O método é de retirar, dar vazão ao que precisa ser simbolizado, por isso, a orientação é que o paciente fale.
As terapias sugestivas são voltadas ao ego e à modelagem de comportamento.

No texto “A questão da análise leiga” há duas propostas para definir o termo charlatão: “charlatão é qualquer um que trata pacientes sem possuir um diploma oficial que prove que ele é médico” e “charlatão é todo aquele que efetua um tratamento sem possuir o conhecimento e a capacidade necessários para tanto”.
Quais são atualmente as práticas consideradas abusivas e que denunciam um psicanalista que não tem condições de exercer a psicanálise?
I. Prometer a felicidade e a cura gay com base em sua experiência de ter alcançado isso em sua análise pessoal.
II. Fixar um horário com o paciente, fazer com que ele fale, ouvir o que ele diz, conversar com ele e fazer com que ele ouça.
III. Prescrever substâncias psicoativas, dar conselhos, filiar o paciente à sua igreja.
IV. Prever futuro, dar certezas e incentivar que acredite no trabalho do analista.
Assinale a alternativa que corresponde a práticas abusivas quando são oferecidas por alguém que se apresenta como psicanalista: I, III e IV.
Apenas o item II é considerado o que se espera de um psicanalista: “Fixar um horário com o paciente, fazer com que ele fale, ouvir o que ele diz, conversar com ele e fazer com que ele ouça”.
O item I apresenta propaganda enganosa, prática da psicanálise selvagem, vai contra os direitos humanos que são garantidos pela Constituição Federal e pode sofrer as penalidades impostas pelo código de defesa do consumidor.
Prescrever substâncias psicoativas, prever futuro e filiar a pessoa à sua igreja são práticas terapêuticas, porém, não de psicanalistas.
Na condição de médico, enfermeiro, vidente ou sacerdote são condizentes.
Pode acontecer de um padre, vidente ou médico também ser psicanalista, no entanto, é preciso alinhar a conduta com a função.
Nesta situação podemos entender que a psicanálise pode ser usada como uma fundamentação teórica para se compreender a personalidade do ser humano para dar sustentação às atribuições de médicos, teólogos, sacerdotes, professores, mães, pais, videntes e outros, ou pode ser usada como método psicanalítico para atender pessoas na condição de psicanalista.
Nesta última condição, a postura do psicanalista precisa estar alinhada ao método psicanalítico e que outras formas de terapia sejam suprimidas no setting analítico.

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