Ed
há 10 meses
Vamos analisar a situação apresentada: A parturiente está com 38 semanas, já teve uma cesárea anterior e apresenta dilatação cervical de 7 cm, com contrações intensas e frequentes. A distensão da região segmentar do útero, que apresenta forma de ampulheta, é um sinal preocupante, especialmente em uma paciente com histórico de cesárea, pois pode indicar risco de rotura uterina. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Realizar cesária por rotura uterina instalada - Essa opção não é correta, pois a rotura uterina não foi confirmada, apenas há risco iminente. B) Pelo risco iminente de rotura uterina - Esta opção é correta, pois a situação descrita apresenta sinais que indicam um alto risco de rotura uterina, e a interrupção da ocitocina é necessária para evitar complicações. C) Indicar analgesia de parto para corrigir a distocia funcional - Embora a analgesia possa ser considerada, a prioridade aqui é a segurança da mãe e do feto, devido ao risco de rotura uterina. D) Realizar cesária por desproporção cefalopélvica - Não há informações suficientes que indiquem desproporção cefalopélvica, e a situação é mais crítica devido ao risco de rotura. Portanto, a alternativa correta é: B) pelo risco iminente de rotura uterina.
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