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Sete relatores especiais da ONU criticaram as medidas de austeridade do governo de Michel Temer e pediram que as políticas econômicas sejam ‘reconsideradas’ para que questões de direitos humanos sejam colocadas no ‘centro’ da estratégia do governo. Para eles, a população tem ‘sofrido severas consequências’. ‘Pessoas vivendo em situação de pobreza e outros grupos marginalizados estão sofrendo desproporcionalmente como resultado de medidas econômicas rigorosas em um país que já foi exemplo de políticas progressistas de redução da pobreza e de promoção da inclusão social’, afirmaram os especialistas em um comunicado à imprensa publicado pelas Nações Unidas, em Genebra, nesta sexta-feira, 3. Um dos pontos destacados pelo grupo é a queda das taxas de mortalidade infantil no Brasil, pela primeira vez em 26 anos. ‘Esse aumento, que pode ser atribuído a vários fatores - incluindo a epidemia de zika e a crise econômica -, é motivo de muita preocupação, especialmente com as restrições orçamentárias para o sistema público de saúde e outras políticas sociais, que comprometem severamente os compromissos do Estado brasileiro de garantir direitos humanos para todos, especialmente para crianças e mulheres’, disseram.
A partir da reportagem e do que foi aprendido, assinale a alternativa correta sobre a política de gastos.
a. Ocupa o espaço da iniciativa privada.
b. Ela se relaciona à função social do Estado como saúde e educação.
c. Não tem impactos sobre o cidadão e amplia a desigualdade.
d. É exclusivamente executada pelas empresas privadas mediante subsídio.
e. É composta somente por obras públicas de infraestrutura.
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há 2 meses

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há 2 meses

Vamos analisar as alternativas com base no contexto da reportagem sobre as críticas às medidas de austeridade e a importância das políticas de gastos em relação aos direitos humanos e serviços essenciais como saúde e educação. a) Ocupa o espaço da iniciativa privada. - Essa afirmação não é correta, pois a política de gastos do Estado não ocupa o espaço da iniciativa privada, mas sim complementa e regula. b) Ela se relaciona à função social do Estado como saúde e educação. - Esta alternativa está correta, pois a política de gastos deve garantir serviços essenciais e promover o bem-estar da população, especialmente em áreas como saúde e educação. c) Não tem impactos sobre o cidadão e amplia a desigualdade. - Essa afirmação é contraditória, pois a política de gastos tem impactos diretos sobre a população e, se mal gerida, pode sim ampliar a desigualdade. d) É exclusivamente executada pelas empresas privadas mediante subsídio. - Isso não é verdade, pois a política de gastos é uma função do Estado e não se limita a ações de empresas privadas. e) É composta somente por obras públicas de infraestrutura. - Essa afirmação é limitada, pois a política de gastos abrange muito mais do que apenas infraestrutura, incluindo saúde, educação e assistência social. Portanto, a alternativa correta é: b) Ela se relaciona à função social do Estado como saúde e educação.

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A taxa de desemprego do país caiu 0,6 ponto percentual e fechou o trimestre encerrado em julho em 12,3%, comparativamente ao trimestre imediatamente anterior (12,9%). Ainda assim, o país ainda tem 12,9 milhões de pessoas desempregadas. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quando comparada ao trimestre maio-julho do ano passado, quando a taxa de desocupação era de 12,8%, a redução na taxa de desemprego chegou a 0,5 ponto percentual. Mesmo com uma população desocupada de 12,9 milhões de pessoas, o número significa uma queda de 4,1% em relação ao trimestre fevereiro-abril, quando a população desempregada era de 13,4 milhões. Também é 3,4% menor do que quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, quando havia 13,3 milhões de desocupados. Havia, no trimestre maio-julho, 4,8 milhões de pessoas desalentadas, número estável em relação às 4,7 milhões de pessoas nestas condições que constavam na taxa do semestre fevereiro-abril. O número, no entanto, chegou a crescer 17,8%, em relação às 4,09 milhões de pessoas desalentadas existentes em igual trimestre do ano anterior. O desalento engloba as pessoas que estavam fora do mercado de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguiam trabalho, ou não tinham experiência, ou eram muito jovens ou idosas, ou não encontraram trabalho na localidade – e que, se tivessem conseguido trabalho, estariam disponíveis para assumir a vaga.
Qual o conceito correto para a situação em que os trabalhadores estão dispostos a trabalhar pelo salário vigente ou até por um salário menor, porém não encontram vagas disponíveis?
a. Desemprego estrutural.
b. Desemprego friccional.
c. Desemprego cíclico.
d. Desemprego voluntário.
e. Desemprego involuntário.

A ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, divulgada na manhã desta terça-feira, 25, indicou que a projeção para o IPCA de 2018 no cenário de referência está em 4,4%. Já a projeção para 2019 é de 4,5%. Estes são os mesmos valores citados no comunicado que acompanhou a decisão do colegiado, na semana passada, quando a Selic (a taxa básica de juros) foi mantida em 6,50% ao ano pela quarta vez consecutiva. Na ata do encontro anterior do Copom, ocorrido em agosto, as projeções do cenário de referência também estavam em 4,2% para 2018 e 4,1% para 2019. O BC formulou seu cenário de referência tendo como referência a Selic constante em 6,50% ao ano e uma taxa de câmbio de R$ 4,15. Este valor para o câmbio teve como base a cotação média para a moeda americana observada nos cinco dias úteis encerrados na sexta-feira anterior à reunião do Copom (14 de setembro). Na ata divulgada nesta manhã, o BC indicou ainda que a projeção para o IPCA de 2018 no cenário de mercado está em 4,1%. A projeção para 2019 é de 4,0%. Estes também são os mesmos valores citados no comunicado que acompanhou a decisão do colegiado, na semana passada. O cenário de mercado utiliza como referência as projeções do Relatório de Mercado Focus para a Selic e o câmbio. Na ata de agosto, as projeções do cenário de mercado estavam em 4,2% para 2018 e 3,8% para 2019. Desde fevereiro do ano passado, o BC vinha dando maior ênfase ao cenário de mercado, em detrimento do cenário de referência. Na época, o BC alegou que, como a Selic estava em processo de baixa, o cenário com taxa constante perdia relevância. Porém, a partir de maio deste ano, com a Selic estável, o cenário de referência voltou a ganhar destaque nas comunicações do BC. O centro da meta de inflação perseguida pela instituição este ano é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (inflação entre 3,0% e 6,0%). No caso de 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (taxa de 2,75% a 5,75%).
De acordo com a síntese neoclássica, qual dessas afirmacoes é a correta sobre a relação entre a taxa básica de juros da economia e a inflação?
a. Não há relação, juros e inflação são variáveis independentes.
b. Juros e inflação seguem uma trajetória conjunta no mesmo sentido; quando um sobe, o outro também sobe.
c. Um aumento na taxa de juros leva a uma diminuição da inflação, porém seu efeito é limitado, pois os bancos não ampliam o crédito.
d. Uma queda na taxa básica de juros aumenta a inflação, pois os juros bancários irão diminuir, ampliando o crédito, levando a um aumento no consumo e pressionando os preços para cima.
e. O único efeito de mudanças na taxa básica de juros é sobre o investimento produtivo não alterando o nível de preços.

Desde o final do segundo mandato do governo Fernando Henrique até o governo de Michel Temer, o Brasil mantém as mesmas diretrizes macroeconômicas: As medidas que compõem o tripé nunca foram unanimidade entre os economistas. O grande debate entre os defensores e os críticos é sobre o papel que o Estado deve ter na condução da economia. Os defensores do tripé acham que se deve apenas gerar as condições para que o país se desenvolva. Do outro lado, estão os que veem o poder público como um incentivador do crescimento. No tripé, a ideia é que a estabilidade econômica abre a porta para o crescimento. Durante parte do governo Dilma Rousseff, prevaleceu a ideia de que o crescimento é o que deveria ser buscado. Para se chegar ao objetivo, era aceitável o descumprimento de regras do tripé. Nesse período, o país acumulou déficits primários e inflação acima do teto da meta. Durante um período de crise econômica, o governo distribuiu medidas de incentivo para estimular a economia local a atravessar a crise. Em busca de um crescimento que não veio, o governo acumulou rombos no orçamento e viu a inflação chegar a 10,67% ao ano em 2015 - bem acima do teto da meta, de 6,5%. A equipe econômica que assumiu com o presidente Michel Temer tem agora como proposta a revalorização do tripé. A polêmica da PEC do Teto é sua principal aposta para fazer o país voltar a ter superávit primário.
Além do citado superávit primário, quais os outros componentes do chamado tripé macroeconômico?
a. Metas de emprego e câmbio livre.
b. Metas fiscais e câmbio flutuante.
c. Metas para a inflação e câmbio flutuante sujo.
d. Controle dos juros e câmbio fixo.
e. Metas para a inflação e câmbio livre.

O que é o rio São Francisco? Por que ele é tão importante? Também conhecido como Velho Chico, o rio São Francisco é um dos mais importantes do Brasil. Ele nasce na Serra da Canastra, em Minas Gerais, atravessa a Bahia, Pernambuco e faz a divisa natural dos estados de Sergipe e de Alagoas antes de desaguar no Atlântico. Pela sua extensão e relevância, também é chamado de rio da integração nacional e escoa por paisagens muito diversas, incluindo os biomas da Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. É também muito importante do ponto de vista econômico. Devido à sua característica perene, isto é, nunca seca, propicia agricultura irrigada, pecuária e pesca, sendo o grande responsável pelo desenvolvimento das comunidades do seu entorno. A região, atualmente, destaca-se pela produção de frutas tropicais e também pela produção de vinho. No que consiste sua transposição? É um projeto em andamento, sob a responsabilidade da federação, com o objetivo de direcionar parte das águas do rio para o semiárido nordestino. Apesar de as obras terem se iniciado em 2007, a ideia da transposição é muito mais antiga: começou a ser discutida em 1847 por intelectuais do Império brasileiro de Dom Pedro II. No modelo atual, prevê o desvio de 1% a 3% das suas águas para abastecer rios temporários e açudes que secam durante o período de estiagem. Para isso, conta com a construção de mais de 700 quilômetros de canais que farão o desvio do volume. A obra divide-se em dois grandes eixos. O Eixo Norte se encarrega de captar as águas em Cabrobó (PE) e de levá-las ao sertão de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte. O Eixo Leste, por sua vez, realiza a captação das águas em Floresta (PE), a fim de beneficiar territórios de Pernambuco e Paraíba.
A transposição do rio são Francisco atende uma importante função do estado, ou seja:
a. a distributiva, pois leva recursos de regiões mais desenvolvidas para as menos desenvolvidas.
b. A estabilizadora, pois a obra faz com que a economia da região se desenvolva, superando as dificuldades causadas pelo clima.
c. A alocativa, pois a renda dos moradores irá, de forma permanente, aumentar pelos empregos criados para as obras.
d. A estabilizadora, pois agora será possível aumentar o emprego no setor agrícola na região do semiárido nordestino.
e. A função alocativa, pois é uma obra de infraestrutura de alto custo.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (16) reajuste tarifário para os consumidores de Goiás e do interior de São Paulo. Para os primeiros, o aumento passará a ser cobrado a partir do dia 22. Já para os consumidores do interior paulista, os novos valores serão cobrados a partir do dia 23. A Aneel aprovou a quarta revisão tarifaria periódica da Enel Distribuição Goiás (antiga Celg-D), o que implica um aumento médio de tarifas de 18,54% nas contas de luz. Para os consumidores atendidos na alta-tensão, o efeito médio será de 26,52%; para a baixa tensão, fica em 15,31%, em média. Para os consumidores residenciais, o reajuste será de 15,17%. A empresa atende a cerca de 3 milhões de unidades consumidoras em 237 municípios de Goiás. De acordo com a agência, os itens que mais impactaram a revisão foram os custos de aquisição de energia, componentes financeiros como risco hidrológico e encargos setoriais. ‘Nos custos de aquisição de energia, impactou a variação do valor da energia da Usina de Itaipu, que é precificada em dólar’, disse a Aneel.
A partir do exposto pela reportagem e de acordo com o que propõe a economista Joan Robinson, qual seria um papel fundamental do Estado na economia?
a. Nenhum, a busca pelo interesse próprio pelos indivíduos e pelas firmas é suficiente para a garantia do bem-estar econômico.
b. Ao Estado cabe garantir os contratos para que o livre mercado seja eficiente.
c. Cabe ao Estado regular mercados de monopólios naturais ou produzir os bens desse mercado.
d. O Estado deve intervir para manter a estabilidade do ciclo econômico.
e. O Estado deve intervir para que não haja concentração de capital.

O Banco Central anunciou, nesta segunda-feira, que emprestará US$ 2 bilhões das reservas internacionais para segurar a alta do dólar. A atuação do BC é uma tentativa de acalmar o mercado depois que a moeda americana subiu 2,4% e encerrou o dia negociada a R$ 3,913 nesta segunda-feira.
Com base no trecho anterior e nos conceitos estudados, assinale a alternativa correta sobre o regime cambial adotado no Brasil.
a. O Brasil adota um regime de câmbio fixo, onde o Banco Central tem controle total do valor da moeda estrangeira.
b. O Brasil adota o regime de câmbio flutuante, onde o Banco central não possui qualquer interferência no valor da moeda estrangeira.
c. No Brasil, adota-se o regime de câmbio semifixo, com minidesvalorizações sucessivas. Nesse regime, o Banco Central possui poderes limitados de intervenção no patamar cambial.
d. O Brasil pratica o regime de câmbio flutuante do tipo sujo. Ou seja, o câmbio é flutuante, entretanto há intervenções do Banco Central.
e. O Brasil adota um regime de câmbio de bandas cambiais, onde o Banco Central estabelece os limites mínimo e máximo de oscilação da moeda.

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