Sabe-se que a patogenicidade pode ser definida pela capacidade de um agente causar doença e que a virulência é o grau ou potência com que essa patogenicidade ocorre. Para promoverem dano aos tecidos, os microrganismos podem atuar de forma direta (a presença do microrganismo no tecido ocasiona o dano) ou indireta (acúmulo de toxinas) (Levinson et al., 2022).
As bactérias são exemplos de microrganismos que têm sobrevivido às diferentes condições ambientais por milhões de anos. E, para que essa realidade fosse possível, apresentam diferentes mecanismos de organização a fim de vencerem as adversidades. Assim, algumas bactérias apresentam habilidade de se agrupar em grandes quantidades, aderir a superfícies (vivas ou inanimadas) e compartilhar os nutrientes disponíveis, melhorar a capacidade de sobrevivência e formar o que conhecemos como biofilmes (Abrantes; Nogueira, 2022).
Os biofilmes ganham grande relevância, uma vez que constituem uma forma de resistência microbiana, tornando-se, assim, uma fonte resistente de contaminação. Muitas vezes não respondem aos tratamentos de remoção aplicados (alteração de pH, radiação ultravioleta, variação da pressão osmótica) e aos agentes antimicrobianos (Abrantes; Nogueira, 2022).
A partir dessas informações, considere-se parte da situação a seguir:

Diante desse contexto, responda os questionamentos do estagiário:
a) Há alguma característica que pode favorecer uma bactéria na formação de biofilme?
b) Quais são as estratégias utilizadas no combate à formação desses biofilmes?
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