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O valor de custo do estoque deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, deduzindo-se os custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais. Quando os estoques são vendidos, o custo escriturado desses itens deve ser reconhecido como despesa do período em que o valor da venda é recebido. A prática de reduzir o valor realizável líquido para o valor de custo dos estoques é consistente com o ponto de vista de que os ativos não devem ser escriturados por quantias inferiores àquelas que se espera que sejam realizadas com a sua venda ou uso. O custo dos estoques de bens ou serviços produzidos e segregados para projetos específicos deve ser atribuído pelo critério Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair (PEPS) ou pelo critério do custo médio ponderado. A entidade deve usar o mesmo critério de custeio para todos os estoques que tenham natureza e uso semelhantes para a entidade. Para os estoques que tenham outra natureza ou uso, podem justificar-se diferentes critérios de valoração.
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vanderlei martins

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O valor de custo do estoque deve incluir todos os custos de aquisição e transformação, como frete, impostos e outros gastos necessários para colocar o estoque em condições de venda. Quando os estoques são vendidos, o custo correspondente deve ser reconhecido como despesa no período da venda. É importante que o valor dos estoques não seja registrado abaixo do valor realizável líquido, ou seja, o que se espera obter com a venda. Para a avaliação dos estoques, pode-se utilizar o critério PEPS (Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair) ou o custo médio ponderado, sendo necessário aplicar o mesmo critério para estoques de natureza e uso semelhantes. Diferentes critérios podem ser utilizados para estoques com características distintas.

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