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semana passada
Para identificar a situação que representa um risco direto à diversidade genética, precisamos analisar cada alternativa em relação ao impacto que elas têm sobre a variabilidade genética, independentemente do número de espécies presentes. A. Conversão de um fragmento florestal em área urbana, reduzindo o número de espécies locais. - Isso afeta a diversidade de espécies, mas não necessariamente a diversidade genética de uma espécie que ainda pode existir. B. Plantio de uma única variedade clonada de uma cultura em larga escala por várias safras consecutivas. - Essa prática reduz a diversidade genética, pois utiliza apenas uma variedade, o que pode comprometer a resiliência genética da cultura. C. Substituição de uma pastagem degradada por um mosaico de lavouras e remanescentes florestais. - Isso pode aumentar a diversidade de espécies, mas não necessariamente impacta a diversidade genética de forma negativa. D. Reintrodução de várias espécies nativas com alta variabilidade genética em um parque urbano. - Essa ação tende a aumentar a diversidade genética, não a comprometer. E. Abertura de trilhas de baixa intensidade em uma Unidade de Conservação de uso sustentável. - Isso não representa um risco direto à diversidade genética. Dentre as opções, a que apresenta um risco direto à diversidade genética, mesmo que o número de espécies permaneça constante, é: B. Plantio de uma única variedade clonada de uma cultura em larga escala por várias safras consecutivas.
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