O setor elétrico mundial e brasileiro atravessa uma transição paradigmática impulsionada pela descentralização da geração e pela digitalização das redes (Smart Grids). A Lei 14.300 de 2022 estabeleceu o marco legal para a Micro e Minigeração Distribuída no Brasil, permitindo que consumidores gerem sua própria energia, tornando-se "prosumers". Este novo agente produtor altera o fluxo de potência, que deixa de ser estritamente unidirecional. Apesar da vasta rede do Sistema Interligado Nacional (SIN), o Brasil ainda possui sistemas isolados, principalmente na região Norte, que dependem de geração térmica local. A integração desses sistemas e a gestão das GGs (Geração Distribuída) representam desafios técnicos para o ONS, exigindo novos Procedimentos de Rede e tecnologias de monitoramento em tempo real, como os medidores inteligentes, para garantir a estabilidade do sistema frente a fontes intermitentes. Com base nas definições de Geração Distribuída e no panorama do sistema brasileiro, assinale a alternativa correta: