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8ª) Sobre direitos fundamentais é incorreto afirmar: a) embora alguns autores abordem Direitos Fundamentais e Direitos Humanos como sinônimos, pode-se afirmar que os Direitos Humanos são universais (todos os seres humanos devem ter tais direitos respeitados), indivisíveis (devemos ter todos eles, e não apenas uma parte), imprescritíveis (duram para sempre, não só na infância ou adolescência), inalienáveis (não se pode vender ou abrir mão desses direitos) e invioláveis (não se pode, sob nenhuma condição, desrespeitar esses direitos seja via atos das pessoas, do Estado ou das próprias leis). b) direitos fundamentais encontram-se no art. 5º da Constituição: Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Além dos dez incisos, existem dezenas de outros até o 78º. Todos eles destinados a assegurar nossos Direitos Fundamentais, promovendo a igualdade e o bem-estar. c) durante muito tempo, no entanto, acreditava-se que os direitos fundamentais se aplicavam apenas às pessoas físicas. Pessoas jurídicas, no entanto, também têm assegurado o direito de resposta proporcional ao agravo, ao dano moral, a proteção de sua honra e imagem, como se afirma no inciso V e X. d) deve-se ressaltar que esses Direitos possuem aplicabilidade imediata, e não se pode atentar contra eles de nenhuma maneira. Tais direitos são o que se chama de cláusula pétrea da Constituição Federal. Assim como a forma federativa e republicana, a democracia e os três poderes, os Direitos Fundamentais não podem, sequer, ser objeto de alteração que os exclua ou reduza. São, portanto, imutáveis. 9ª) Gagliano e Pamplona Filho (2020, p. 335) explicam que as obrigações consistem em um "conjunto de normas (regras e princípios jurídicos) reguladoras das relações patrimoniais entre um credor (sujeito ativo) e um devedor (sujeito passivo) a quem incumbe o dever de cumprir, espontânea ou coativamente, uma prestação de dar, fazer ou não fazer". Analise: i) as obrigações tratam de relações patrimoniais, o que pode ser – por exemplo – uma compra e venda firmada num contrato. ii) Tartuce (2021, p. 560) coloca que as obrigações e os contratos "assumem hoje o ponto central do Direito Privado, sendo tido(s) por muitos como os institutos jurídicos mais importantes de todo o Direito Civil". A esse respeito, tudo que aqui falamos sobre a validade do negócio jurídico aplica-se também às obrigações de forma geral. Fato é que as obrigações possuem pelo menos dois lados: o sujeito ativo, seu credor e beneficiário; e o sujeito passivo, ou seja, o devedor. iii) há vários tipos distintos de obrigações. O primeiro dos tipos é a chamada obrigação de dar. Pode ser a obrigação de dar uma coisa certa ou de dar coisa incerta. Gagliano e Pamplona Filho (2020, p. 364) ensinam que as obrigações de dar "têm por objeto prestações de coisas, consistem na atividade de dar (quando o credor recupera a posse ou a detenção da coisa entregue ao devedor), entregar (transferindo-se a propriedade da coisa) ou restituir (transferindo-se a posse ou a detenção da coisa)". a) i e ii incorretas b) ii e iii incorretas c) i e ii corretas d) ii e iii corretas
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izaltino Oliveira

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