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João tem 52 anos, é um homem pardo, heterossexual, tabagista desde os 15 anos, com consumo diário de 1 a 1,5 maços por dia. Mora sozinho desde que perdeu a mãe há quatro anos. Trabalha como vigilante noturno em uma empresa terceirizada, com jornadas alternadas e pouco convívio social. Vem sendo acompanhado na Unidade de Saúde da Família com diagnóstico de transtorno de ansiedade generalizada. Usa escitalopram, prescrito desde o início do acompanhamento. As consultas mensais se concentram na renovação da receita e controle de pressão arterial. O prontuário traz registros breves: “Estável. Mantém medicação. Sem queixas.” Recentemente, uma técnica de enfermagem observou João mais abatido e questionou informalmente se ele estava bem. Ele respondeu: “Ando cansado demais… sem apetite, sem ânimo pra nada… mas deve ser só o trabalho noturno.”. Nenhum outro profissional retomou esse relato. João não mencionou que havia perdido 8 quilos nos últimos dois meses. Também passou a tossir com frequência e apresentava discretos sinais de dispneia aos esforços, observados casualmente durante uma ida à farmácia da unidade. Dois meses depois, João procurou o pronto-atendimento por dor
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Ricardo Rossi

semana passada

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semana passada

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