Ed
há 2 meses
Vamos analisar cada uma das alternativas apresentadas: a) O monitoramento da zona insaturada é desnecessário, pois somente a zona saturada armazena água utilizável para abastecimento e controle da poluição. - Esta afirmação é incorreta, pois a zona insaturada também desempenha um papel importante na dinâmica da água e na recarga dos aquíferos. b) A poluição de águas subterrâneas não afeta a disponibilidade hídrica, portanto intervenções preventivas não são necessárias. - Esta afirmação é falsa, pois a poluição das águas subterrâneas pode comprometer a qualidade da água disponível para abastecimento. c) A recarga de aquíferos não influencia a qualidade da água, sendo relevante apenas para a manutenção do volume hídrico superficial. - Esta afirmação é incorreta, pois a recarga de aquíferos é fundamental para a qualidade da água, já que a água que infiltra pode levar poluentes para os aquíferos. d) A prevenção da poluição deve priorizar a zona saturada, implementando barreiras físicas e tratamentos in situ para efluentes, reduzindo o risco de contaminação do lençol freático. - Esta alternativa é a mais correta, pois prioriza a proteção da zona saturada, onde se encontra o lençol freático, e sugere medidas efetivas para prevenir a contaminação. e) A zona insaturada deve ser completamente impermeabilizada para impedir infiltração, evitando contaminação, sem considerar a recarga natural dos aquíferos. - Esta afirmação é errada, pois impermeabilizar a zona insaturada impediria a recarga natural dos aquíferos, o que é essencial para a manutenção das reservas hídricas. Portanto, a ação correta a ser priorizada pelos gestores é: d) A prevenção da poluição deve priorizar a zona saturada, implementando barreiras físicas e tratamentos in situ para efluentes, reduzindo o risco de contaminação do lençol freático.


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