Ed
há 2 meses
Como nutricionista da Unidade de Saúde da Família, para acompanhar Marina (gestante com DMG) e Luiz (criança com obesidade grave e doença celíaca), é fundamental considerar os aspectos clínicos, nutricionais e sociais integrados da família. 1. Análise da situação: - Marina tem DMG, o que exige controle rigoroso da glicemia para evitar complicações maternas e fetais. - Luiz tem obesidade grave e doença celíaca, necessitando dieta sem glúten e controle calórico para perda de peso. - A família enfrenta limitações financeiras, rotina cansativa e uso frequente de ultraprocessados, dificultando a adesão às orientações. - Resistência de Luiz às mudanças alimentares e falta de opções na escola agravam o desafio. 2. Propostas de intervenção: - Educação nutricional personalizada: orientar Marina sobre alimentação saudável, prática, econômica e adequada para DMG e doença celíaca, com foco em alimentos naturais e sem glúten. - Planejamento alimentar prático: sugerir preparações simples, rápidas e acessíveis, que possam ser preparadas em casa e levadas para a escola. - Apoio psicológico e social: encaminhar para grupos de apoio ou assistência social para ajudar na adesão e no manejo do estresse. - Envolvimento da escola: dialogar com a escola para garantir opções alimentares sem glúten e adequadas para Luiz. - Monitoramento contínuo: acompanhar evolução clínica e nutricional de mãe e filho, ajustando orientações conforme necessidade. 3. Considerações finais: - A intervenção deve ser realista, respeitando as condições socioeconômicas e culturais da família. - O foco é promover saúde e qualidade de vida, minimizando riscos do DMG e da obesidade/doença celíaca em Luiz. - O trabalho interdisciplinar é essencial para o sucesso do acompanhamento. Esse raciocínio integrado orienta a elaboração do Memorial Analítico, demonstrando compreensão dos múltiplos fatores envolvidos e propostas viáveis para o contexto da família.
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