O diagnóstico por imagem de doenças cranianas é complexo devido à sobreposição de estruturas ósseas e à baixa densidade de contraste entre os tecidos moles intracranianos (cérebro, meninges, líquido cefalorraquidiano). A radiografia convencional do crânio é limitada, sendo útil principalmente para avaliar fraturas, densidade óssea e estruturas nasais e sinusais. Estruturas como o parênquima cerebral, a hipófise, o tronco encefálico e as lesões de tecido mole associadas (tumores, abscessos) não são visualizadas com clareza na radiografia devido à sua densidade semelhante e à barreira óssea do crânio. A Tomografia Computadorizada (TC) e, principalmente, a Ressonância Magnética (RM) são as modalidades de escolha para a avaliação intracraniana. A TC é superior para estruturas ósseas, enquanto a RM é insuperável para o parênquima cerebral. Sobre as limitações da radiografia convencional no diagnóstico de patologias intracranianas e a escolha de modalidades avançadas, analise as afirmativas: I. O parênquima cerebral e as lesões de tecido mole intracranianas não são bem visualizadas na radiografia devido à sobreposição óssea e à baixa diferença de densidade entre os tecidos