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Psicanálise

Biológicas / Saúde
Um paciente idoso, com certo grau de demência e histórico de trauma, apresenta dificuldade em ler e escrever. Ele experimenta ressentimento, culpa e raiva profundos relacionados ao seu passado. Considerando o contexto das técnicas de deixar ir abordadas na formação, qual é a combinação mais adequada de intervenções que o psicólogo clínico deveria utilizar?

Indicar livros sobre autoconhecimento e solicitar que o paciente escreva uma carta de perdão, pois são técnicas universalmente eficazes.

Conduzir um protocolo de autoperdão com abordagem lúdica e em terceira pessoa, podendo usar elementos familiares ao paciente (como uma igreja em vez de cinema) e explorar narrativas da infância, já que estas são acessíveis para a sua condição.

Utilizar apenas técnicas cognitivo-comportamentais que não dependam de simbolismo ou imaginação, uma vez que o paciente tem demência.

Conduzir sessões focadas apenas em contenção do sofrimento, sem aplicar as técnicas de deixar ir, pois o paciente não possui capacidade cognitiva para compreendê-las.

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Construtora Líder

há 1 hora

Respostas

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há 1 hora

A combinação mais adequada é: Conduzir um protocolo de autoperdão com abordagem lúdica e em terceira pessoa, podendo usar elementos familiares ao paciente (como uma igreja em vez de cinema) e explorar narrativas da infância, já que estas são acessíveis para a sua condição. Justificativa: - Pacientes com demência e dificuldades cognitivas se beneficiam de abordagens adaptadas à sua realidade, que utilizem símbolos e contextos familiares para facilitar a compreensão e o engajamento. - Técnicas lúdicas e narrativas em terceira pessoa ajudam a trabalhar emoções difíceis como culpa e raiva sem exigir habilidades complexas de leitura e escrita. - Abordagens universais, como pedir para escrever cartas ou usar livros, podem ser inadequadas devido às limitações cognitivas do paciente. - Apenas contenção do sofrimento sem intervenções que promovam o "deixar ir" pode não ajudar no processamento emocional necessário. Portanto, a intervenção deve ser sensível às limitações do paciente, utilizando recursos acessíveis e personalizados.

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